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Escrevi um texto sobre esta temática que me tem vindo a perturbar, mas acabei por o rasurar, pela sua complexidade, para escrever este, que, espero eu, seja mais breve e esclarecido.

 

O que me perturba, fundamentalmente, são as acções e respectivos poderes dos elementos da Mesa da Assembleia Geral. Eduardo Barroso e Daniel Sampaio têm andado muito ocupados em reuniões com credores, claques, associações, sócios «anónimos» e «notáveis» - estes últimos, segundo as palavras de Eduardo Barroso, que eu entendo referirem ao seu candidato derrotado de preferência e alguns outros simpatizantes da «causa» - admitindo, até, potenciais interessados sócios efectivos em fazerem parte de uma comissão de gestão.

 

Isto, baseado na presunção, aparentemente, que uma eventual votação decidirá infalívelmente em favor da revogação do mandato dos membros dos órgãos sociais vigentes. Tudo indica que nem sequer lhes passa pela mente que os sócios poderão votar em um outro sentido. Para eles, é, para todos os efeitos, um facto consumado. Ou, então, em vez de andarem a tomar medidas para garantirem o bem estar do Clube, andam em campanha obscura na tentativa de garantir que a votação na pretendida Assembleia Geral decorrra de acordo com os seus desejos. Não se pode ignorar que estes elementos têm vindo a agir como uma oposição em prol do candidato derrotado e não como o elo de representação dos sócios. 

 

Se a palavra (votos) dos sócios ainda não foi ouvida, onde reside a sua autoridade para todas estas acções ?...Analisando os Estatutos, em parte alguma vejo «justa causa» definida como desagrado pelos resultados desportivos, considerando, ainda, que tanto o Conselho Directivo como o Conselho Fiscal encontram-se em plena função e em controlo das suas respectivas esferas de actividade.

 

Adicionalmente, dando-se a eventualidade da revogação (destituíção) dos mandatos, compete ao presidente da Assembleia Geral designar um número ímpar de sócios efectivos para constituir uma comissão de gestão e que uma assembleia eleitoral deve ser convocada no prazo de seis meses. Por outras palavras - e admintindo o que é lógico, perante a evidência à vista - serão Daniel Sampaio e pelo menos mais dois outros a liderar o Sporting durante seis meses. Isto, partindo do princípio que o Clube sobreviverá esse seu período de gestão.

 

Resumindo e concluindo, se tudo isto não consta uma «conspiração» ou a preparação para um «golpe de estado», gostaria que alguém me explicasse melhor, para me permitir total compreensão. Diria, até, com o devido respeito, que a vasta maioria dos sócios não tem conhecimento dos detalhes de uma «operação» desta natureza.

 

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publicado às 06:45

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2 comentários

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De A. Santos a 15.01.2013 às 09:57

Caro Rui Gomes

Na gíria popular, diz-se: «colocar o carro à frente dos bois».
Quanto à tentativa de «golpe de estado», é mais do que evidente!

Cumprimentos
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De Rui Gomes a 15.01.2013 às 10:24

Caro A. Santos,

Não é possível chegar a outra conclusão.

Cumprimentos

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