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Teatro de Operações Eleitorais (40)

Rui Gomes, em 28.02.13

 

José Couceiro, de visita à Escola Academia Sporting de Cova da Piedade, reiterou, entre outras questões, a sua intenção de não conduzir uma campanha eleitoral com troca de farpas entre candidatos: «Se pensam que a campanha vai ter este tom, vão ficar a falar sozinhos. Isso não tem interesse para os sportinguistas.»

 

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publicado às 20:27

Teatro de Operações Eleitorais (39)

Rui Gomes, em 28.02.13

 

Qualquer um de nós, como adeptos, teremos a nossa opinião sobre as recém-declarações do prof. Jesualdo Ferreira ou as de qualquer outro treinador, em qualquer momento. Do nosso posicionamento da bancada até poderemos expressar publicamente essas opiniões, o que é muito diferente de um candidato à presidência do Clube optar por esse curso, em plena campanha eleitoral e mesmo em cima de um jogo muito importante. Carlos Severino, lamentavelmente, voltou a verbalizar o seu parecer sobre a forma como o treinador do Sporting lida com os seus comandos. Não lhe diz respeito e deveria reconhecer o bom senso de manter a equipa - atletas e técnicos - distanciada dos movimentos eleitorais. Não o reconhece, evidentemente. Não beneficia o Sporting nem a sua própria causa.

 

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publicado às 20:06

É elementar meu caro Watson

Rui Gomes, em 28.02.13

 

É deveras inidóneo que se exija transparência - moral e material - a outros e que não se ordena esse mesmo decoro a nós próprios. Uns considerarão esta condição uma desonestidade, outros uma hipocrisia à conveniência, eu prefiro considerá-la, meramente, como uma disposição «au naturel» para quem subsiste na sociedade apenas pelo sustento das aparências e incongruências.

Estamos perante três candidaturas distintas à presidência do Sporting; proclamamos uma postura objectiva e desinteressada, não apoiando qualquer uma, entretanto, por todos os meios disponíveis, fazemos, frequente e repetidamente, alvo contencioso de duas, deixando omissa a terceira, mesmo face aos seus componentes mais destituidos de predicados e exigiveis de crítica. Como diria Sherlock Holmes: «É elementar meu caro Watson»... se temos três e subtraímos duas, ficamos com uma. E, assim, prosseguimos o nosso curso, insistindo, com a pompa d'el Rei, na nossa «transparência».

 

Como já aqui escrevi, era a minha esperança termos um leque de candidaturas mais qualitativamente alargado. Como não surgiu, teremos de nos contentar com as três que nos confrontam. Bruno de Carvalho há muito que desconsidero das minhas opções, pela sua conduta indigna e oposicionária, alguns diriam até conspiratória, de há dois anos a esta parte, inclusive da sua ostentosa obcecação pelo poder. Por conseguinte, não posso apoiar, em boa consciência, quem não respeito e em quem não deposito o mínimo de confiança para liderar o Sporting. Dando-se a remota eventualidade de ele me provar errado, ficarei feliz, pelo Clube. Carlos Severino, não vindo do obscuro, surgiu de modo algo inesperado, quase como um «outsider», alimentando alguma expectativa pela imprevisibilidade. Consta que é um bom homem, mas será missão espinhosa atribuir-lhe o perfil e o «peso» estrutural para liderar uma instituição da dimensão do Sporting, especialmente neste tão crítico momento da sua história. Além do mais, os seus primeiros avanços nesta ainda jovem campanha, não têm sido muito promissores. Pelo processo de eliminação e pelas qualidades que lhe reconhecemos, a nossa escolha recai sobre José Couceiro. É, na nossa opinião, o candidato mais consensual, o mais ponderado e o que mais promete conseguir unir a tão dividida família sportinguista. Apresenta, inevitavelmente, ligações ao passado recente e distante, mas apresenta-se com o definido intuito de romper com os procedimentos danosos que se têm proliferado nas gestões instituicionais de há uns anos a esta parte e que conduziram o Sporting ao seu actual estado. Concordo e identifico-me, perfeitamente, com a sua análise de que a crise do Clube foi provocada, essencialmente, pela péssima gestão desportiva e que a sua recuperação e reestruturação terá de começar por aí. Pelas suas habilitações e experiência, em contexto, supera avantajadamente os outros dois candidatos para levar a cabo este empreendimento. Pela sua credibilidade, sinto que se vai rodear com pessoas competentes e visionárias e que terá a confiança tanto da banca como dos eventuais investidores que terão de ser assegurados.

Não pretendemos persuadir outros sportinguistas a seguir a nossa escolha - até porque isso seria desrespeitoso à sua capacidade intelectual de saber decidir por si próprios - mas tentaremos, com o passar dos dias e dos eventos associados à campanha eleitoral - transmitir os valores que sustentam a nossa preferência, desinteressadamente e em prol do Sporting Clube de Portugal.

    

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publicado às 18:26

Homens sem vergonha na cara

Rui Gomes, em 28.02.13
 

Não vou adiantar pormenores, porque não vale a pena, mas não deixei de reconhecer a ironia pelo surgimento de Paulo Futre e Fernando Mendes a comentar o regresso de Marat Izmailov e Liedson a Alvalade. Todos têm uma zona de «conforto» em comum. O caso de Liedson até talvez não seja tão pertinente ao título, mas os outros três certamente que são, já para não evocar o quarto...uma tal maçã podre. Até me admira um dos periódicos desportivos não ter aparecido com a manchete: «O jogo dos traidores».

 

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publicado às 13:09

A estratégia económico-financeira

Rui Gomes, em 28.02.13

 

Extraí este parágrafo do escrito semanal de Carlos Barbosa da Cruz no Record, que me parece muito pertinente ao momento e que, por outras palavras, já referi na minha coluna no Jornal do Sporting: «As candidaturas devem, em matéria financeira - como em todas, aliás - assumir uma especial clareza e transparência. É preciso que expliquem aos sportinguistas se têm o dinheiro ou o crédito, quanto podem dispor, de onde porvém, quais os ónus ou pessoas associados, qual a estratégia de governance, quais as prioridades, qual a estratégia.»

 

A única dúvida com este importante aspecto das coisas sobre o estado do Sporting do momento, é quantos sportinguistas estarão verdadeiramente interessados em discutir matéria que não o futebol, as pessoas ligadas ao mesmo e os projectos dos candidatos nexte exclusivo contexto. É por de mais reconhecido que há uma falange - aquela mais militante que apoia Bruno de Carvalho - que não vacilará nesse apoio indiferente do eventual superior mérito de qualquer outro candidato. A fixação desta é com a pessoa e não com a qualidade do programa apresentado. Recairá, portanto, sobre a restante maioria, o ónus de tentar compreender e avaliar tudo o que se relaciona com quaisquer medidas de melhoramento que sejam apresentadas.

  

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publicado às 12:51

Teatro de Operações Eleitorais (38)

Rui Gomes, em 28.02.13

 

José Couceiro respondeu ao comunicado de Bruno de Carvalho e lamentou que o outro concorrente à presidência se mostre mais preocupado com a candidatura adversária do que em explanar o seu leque de ideias e medidas que visam ser solução para os graves problemas que afectam o Clube. Esperamos que a clarividente alerta de José Couceiro sirva para eliminar o disparar em todas as direcções do ex-candidato derrotado e que permitam uma campanha eleitoral que esclareça completamente o sócio quanto às acções vislumbradas para o melhoramento do Sporting.

 

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publicado às 03:54

O auge da absurdidade

Rui Gomes, em 28.02.13

 

 Já vi. li e ouvi muitas coisas absurdas na minha vida, mas esta deve atingir o topo da lista.  «Notícia» gentileza do jornal A Bola - inevitável - através, alegadamente, da Sky Sport Italia, que Diego Maradona é o nome escolhido para treinador do Sporting na próxima época por um dos candidatos à presidência do Clube. Inclusive, dizem eles, o lendário argentino deverá reunir-se nas próximas horas em Espanha com o dito candidato, para o efeito.

 

Até não sei bem o que é mais ridículo; a escolha do treinador, em si, ou por ser para o Sporting. Espero não ter que «engolir» estas palavras, mas não me passa pela imaginação que um dos candidatos seja louco a este extremo. Nem me vou dar ao trabalho de adiantar conjecturas.

 

P.S. Isto, por mera «coincidência», não estará ligado a um certo jogo de sábado ?

 

 

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publicado às 03:27

Atirar areia para os olhos

Rui Gomes, em 27.02.13

 

Dá para pensar que Paulo Barbosa é fã de Homar Simpson. Em reacção, de certo, às afirmações de Domingos Paciência, o empresário de Izmailov apressou-se a vir a público «atirar areia para os olhos»: «O Marat saiu de Alvalade não por sua própria vontade, mas porque nos foi comunicado que, por razões de carácter financeiro, não havia condições para que ele continuasse... Não vale a pena tentar criar bodes espiatórios, porque o Marat nunca tomou a iniciativa de dizer que se queria ir embora do Sporting... As pessoas têm consciência que ele foi sempre um grande profissional e que enquanto esteve disponível deu tudo o que tinha para dar em campo.»

 

Sim...pois. O problema é que enquanto esteve no Sporting só se disponibilizou para entrar em campo pouco mais de 30 por cento dos seus seis anos. Até Franky Vercauteren, que não o conhecia, ficou estupefacto por o jogador alegar que não se sentia em condições para treinar depois de ter jogado cerca de 15 minutos no dia anterior. O mesmo técnico, pela recém-visita ao Dragão como comentador televisivo no embate da Champions com o Málaga, expressou enorme surpresa pela súbita recuperação física do russo. Até é de admitir que ele se sentia bem no Sporting, a ser bem pago para não jogar. Espero que seja recebido em Alvalade com os assobios que ele mais do que merece.

 

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publicado às 19:57

Jornal do Sporting - Bruma optimista

Rui Gomes, em 27.02.13

 

Apesar das menos do que ideias circunstâncias do Sporting - a ser simpático - e o indiscutível favoritismo do FC Porto para o «clássico» em Alvalade, é sempre bom sinal sentir o optismismo dos jovens talentos «leoninos».

 

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publicado às 18:23

Alerta aos sócios

Rui Gomes, em 27.02.13

 

O Sporting emitiu hoje uma nova alerta aos sócios que para exercerem o direito a voto nas eleições, deverão ter a sua quotização regularizada, no limite, até ao próximo dia 3 de Março.

 

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publicado às 17:48

O que dizem eles

Rui Gomes, em 27.02.13

 

«Se as coisas se complicarem muito, eu estarei cá para ajudar a resolver os problemas do Sporting. A situação é muito difícil e parece-me que a probabilidade das coisas correrem mal é maior do que as de correrem bem. Há forte possibilidade do novo presidente não ter condições para governar o Sporting. Estou preparado para ajudar, se necessário. Quanto à actuais candidaturas, o José Couceiro é um homem do futebol. Foi dirigente, treinador, seleccionador e pode trazer importantes conhecimentos sobre a modalidade, para o Sporting. O Bruno de Carvalho até pode ter tirado um curso de treinador, mas não é homem do futebol. Carlos Severino é uma boa pessoa e um homem da comunicação.»

 

-    António Menezes Rodrigues    -

 

Observação: A análise do antigo vice-presidente do Sporting - salvo erro com a pasta dos núcleos e filiais - do tempo de Filipe Soares Franco. Entende ele que a renúncia ao mandato pelos órgãos sociais foi um «assomo de bom senso no meio do furacão» que estava agendado para o dia 9 de Fevereiro, mas que considerando a crise instalada na gestão do Clube, as eleições nesta altura poderão nada resolver face à «embrulhada de problemas» que espera o novo presidente. Nada serve, agora, insisir nesta tese, mas muitos são aqueles que pensam que teria sido melhor ter dado mais três meses a Godinho Lopes para ele poder melhorar tudo quanto possível antes da sua saída, designadamente a reestruturação financeira que estava em curso e que se encontra agora congelada.

 

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publicado às 17:26

Uma questão de honestidade

Rui Gomes, em 27.02.13

 

Continuo a pensar que mais dia menos dia Izmailov vai «arrebentar», mas esta observação por Domingos Paciência não deixa de ser pertinente:

 

«A questão do Izmailov é uma questão de honestidade ou se calhar eu não soube tirar tudo dele. Olhando à intensidade com que joga actualmente, alguém estava mal; ou o departamento médico ou o departamento técnico ou então o profissionalismo dele.»

 

A lembrar que enquanto o técnico orientou o Sporting, o jogador russo esteve indisponível durante muito tempo devido a alegados problemas físicos que, por agora, desapareceram milagrosamente.

 

Costinha foi o único que verdadeiramente reconheceu o estado das coisas e que confrontou o caso frontalmente. As consequências: acabou por ser mal tratado pelos próprios sportinguistas que se aliaram ao jogador.

 

 

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publicado às 13:16

Teatro de Operações Eleitorais (37)

Rui Gomes, em 27.02.13

 

No dia em que a campanha eleitoral começou, oficialmente, nada de maior relevo surgiu. Bruno de Carvalho deixa a distinta sensação de que pensa que está em campanha polítíca, privilegiando a demagogia populista. Primeiro afirmou que quer «maioria absoluta», como se isso fosse relevante ao evento e agora emitiu um comunicado de «metro» sob o lema «Jogos e acordos de bastidores nas outras listas», que não aborda uma única questão de interesse ao Sporting, salvo a sua evidente preocupação com José Couceiro e com o facto de este ter tido a sensatez de ter nomeado uma comissão económico-financeira para colaborar com o Conselho Directivo no sentido de tentar resolver o grave estado financeiro do Clube. A estratégia do candidato derrotado no último acto eleitoral continua a evidenciar-se pela ausência de soluções e uma atenção imprópria e improdutiva sobre maledicências e manobras finórias. 

 

Carlos Severino também continua a disparar em todas as direcções, sem nexo. Começou com a Polícia Judiciária e, mais recente, com críticas a Jesualdo Ferreira por o treinador ter tido a «ousadia» de falar sobre os seus comandos. Alguém deveria alertar este candidato que, além de não lhe ser reconhecido o mínimo de conhecimentos sobre futebol, a equipa é matéria que não lhe diz respeito e que deve ser mantida à distância da campanha eleitoral, por motivos óbvios. Terá sido com isto em mente que o Conselho Directivo emitiu hoje um comunicado, sublinhando «a necessidade de recato e tranquilidade para todos os atletas e técnicos do Clube.»

 

Este, um dos motivos principais por que tenho vindo a insistir de que estas eleições só deveriam ter sido realizadas no final da época. Por necessária que mudança seja, não faz sentido ainda mais esta turbulência eleitoral enquanto que ainda se luta pelos preciosos pontos no relvado. Os sportinguistas não se cansam de dar tiros nos pés e... munição não falta.

 

Como nota final, a lista de José Couceiro cumpre com as exigências estatutárias e, por isso, foi validada pela Mesa da Assembleia Geral. Bruno de Carvalho deve deixar-se de manobras de destabilização e deve-se focar no que ele tem de apresentar aos sócios quanto ao hipotético mérito da sua própria candidatura.

  

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publicado às 13:02

A verdade inconveniente

Rui Gomes, em 26.02.13

 

Acho que a abordagem de José Couceiro aos problemas principais do Sporting, no seu discurso inaugural, foi honesta, realística e sensata. Não serve ninguém, muito menos o Sporting, elaborar adornos florais que não correspondem à realidade do momento. É de admitir que o fervor futebolístico entra em colusão com a contenção financeira, mas por esta não ser tão agradável e conveniente, não deixa de ser menos verdadeira.

 

Disse José Couceiro: «A má gestão desportiva levou ao desastre financeiro. Haverá uma redução significativa dos custos salariais e amortizações da equipa de futebol, o que implica apostar nos jogadores da formação e que a equipa tem de ser competitiva com menos.»

 

Sustentando o seu raciocínio e clarividência, temos de ter em consideração que o Sporting tem 375 milhões de passivo consolidado - anunciado há um ano - e 220 milhões de passivo na SAD, comunicados à CMVM em Setembro de 2012. O cenário financeiro piorou imenso com o investimento na equipa de futebol - 26 jogadores - a trazer um aumento de 43 por cento nos custos com pessoal, que dispararam de 29 milhões para 42,5 em apenas um ano. Daí, a maior causa do prejuízo de 46 milhões de euros, relativamente ao exercício de 2011/12 e a necessidade de baixar a folha salarial através da saída de oito jogadores durante o mercado de inverno.

 

O Sporting está ainda a lutar (matematicamente) por um lugar de acesso às provas europeias, circunstância que terá enorme impacto na nova administração. Mas, mesmo assim, e partindo do princípio que Jesualdo Ferreira se manterá na liderança técnica da equipa e no desenvolvimento de tantos jovens talentos - Couceiro e o professor já trabalharam juntos em Alverca - o novo líder terá, muito indica, um rumo traçado para a equipa principal que facilitará a sua missão.

 

Assente na premissa que o caminho para a recuperação financeira do Clube passa, forçosamente, pelo melhoramento da gestão desportiva, torna-se imprescendível, hoje mais do que nunca, ter pessoas na liderança com vastos conhecimentos de futebol e que se identificam perfeitamente com a modalidade, à raiz. Neste contexto, é indiscutível que José Couceiro supera significativamente os outros dois candidatos.

 

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publicado às 22:40

 
 

 

Qualquer simpatia que eu sinto pelo Real Madrid deve-se somente à influência dos elementos portugueses na equipa, jogadores e técnicos. José Mourinho terá hoje orquestrado e liderado o jogo mais perfeito da sua carreira contra o seu rival da Catalunha, com apenas um erro de algum relevo, pelo lapso defensivo de Sérgio Ramos que permitiu ao Barça o seu único golo da partida aos 89 minutos, com o resultado final de 1-3, que permite aos «merengues» avançarem para a final da Taça do Rei. Com o sistema de jogo delineado por Mourinho, o Barcelona foi anulado ao ponto que é realístico anular uma equipa da sua magnitude. Lionel Messi, salvo um remate perigoso logo no ínicio da partida, não teve a sua usual influência.

O «nosso» Cristiano Ronaldo no centro da actividade e das atenções com dois golos, aos 13 e 57 minutos, o seu sexto jogo consecutivo a marcar em Camp Nou, com um total de 8 golos. Nada menos do que fantástico !... Já disse e repetirei as vezes que for necessário: é o jogador mais completo do Mundo.

 

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publicado às 22:11

Insinuação mal disfarçada

Rui Gomes, em 26.02.13

Publica hoje o Diário de Notícias que soube, por «fonte próxima do candidato» que «José Couceiro conta com os apoios de José Roquette, José Eduardo Bettencourt e Godinho Lopes», inferindo óbvia ironia sobre a declarada intenção do candidato em querer romper com o passado e fazer o seu caminho sem influência de gestões anteriores.

A questão que surge é muito simples: José Couceiro para ser um bom presidente terá de deixar de falar com pessoas da sua convivência ?... A sua intenção de fazer o seu próprio caminho na liderança do Sporting é automaticamente negado pelo hipotético apoio destes sócios do Clube?... Os mesmos têm menos direitos do que quaisquer outros sócios e não lhes é permitida uma escolha livre ?

Tudo manobras finórias de campanha que, assente na proverbial fonte anónima, pode ser assumida como tendo originado com um dos outros candidatos, com as implicações à vista. O certo é que o rumor - e pior ainda, a insinuação - surge por iniciativa da dita fonte, daí é transportada por mãos amigas para um jornal, deste aparece nos espaços noticiosos online e, inevitalmente, é aproveitada cinicamente pelos escribas da blogosfera que apoiam os outros candidatos, nomeadamente Bruno de Carvalho. É um círculo vicioso que ocorre diariamente, sem responsabilização alguma.

 

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publicado às 19:25

As aparências iludem

Rui Gomes, em 26.02.13

 

Não se pretende, com isto, desviar atenções do actual estado do Sporting, mas sem ser novidade alguma, confirma-se a semelhante situação do clube da Luz, que vai conseguindo minimizar os danos através do seu mais elevado patamar de competitividade, mesmo sem ganhar nada.

 

A SAD do Benfica participou hoje à CMVM a convocação de uma Assembleia Geral extraordinária de accionistas para a emissão de obrigações no montante máximo de 80 milhões de euros, a ser realizada a 19 de Março. O FC Porto fez os mesmo no passado recente, salvo erro em fins de Novembro de 2012, no montante de 30 milhões de euros. A medida do primeiro não obstante os cerca de 200 milhões de euros que recebeu pela venda de activos nos últimos quatro anos e, o segundo, também por transferências envolvendo verbas elevadas, a sua constante participação na Champions e os títulos conquistados. Conclusão: todos sobrevivem navegando águas muito turbulentas, com a crise do Sporting a evidenciar-se mais pela ausência de resultados desportivos e o constante clima de guerra entre sportinguistas. 

 

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publicado às 18:46

O som da bancada

Rui Gomes, em 26.02.13

 

Temos aqui um adepto sportinguista - por inferência, talvez até sócio - identificado por «zé lagarto», com uma imaginação muito fértil ou um grande senso de humor:

 

«Programas dos candidatos e promessas eleitorais contidas nos programas. O Conselho Leonino devia ter o poder de destituir qualquer presidente que falhe a uma promessa eleitoral, por mais pequena que seja.»

 

«Outra coisa, sugiro que os treinos dos jogadores sejam filmados e esse vídeo seja colocado no site do clube para que os sócios possam ver os jogadores nos treinos. O vídeo seria sempre referente aos treinos de duas semanas atrás para não beneficiar a observação da equipa pelos adversários.»

 

«Na minha opinião, os sócios deviam ter mais participação na gestão do clube, eu acho que podiam ser criados mecanismos enfermáticos que permitissem aos sócios votar algumas decisões. Que acham desta ideia ?»

 

«Devia ser criado um regulamento que só poderia ser-se presidente dando uma garantia bancária para as despesas do clube durante o mandato. E outro regulamento que impedisse o presidente de aumentar o passivo do clube, se o fizesse teria de indemnizar o clube.» 

 

«Eu não vou apoiar nenhum dos candidatos, a pessoa que eu gostava que se candidatasse a presidente, não se candidatou. E destas actuais candidaturas não me identifico com nenhuma. Vou dar o meu apoio ao SCP e aos seus adeptos, independentemente de quem for eleito. Será um mandato muito difícil.»

 

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publicado às 18:22

Eliminar a retórica maliciosa

Rui Gomes, em 26.02.13

Acho que os candidatos, nomeadamente Bruno de Carvalho e Carlos Severino, deveriam elevar o tom do discurso e fazer uma abordagem compreensível à especificidade dos seus planos para o Sporting e eliminar a retórica agressiva e maliciosa que não os dignifica nem esclarece os sócios, e muito menos ainda beneficia o Clube. Este encontra-se numa situação, no mínimo caricata, e precisam-se ideias e medidas concretas para facultar a sua recuperação estrutural, financeira e desportiva. Se nos vamos limitar aos insultos, à demagogia populista e à diabolização de terceiros, este acto eleitoral pouco servirá para definir o futuro, salvo pelo negativo. Se os candidatos não compreenderem esta disposição, então tudo é apenas e tão só uma enorme perda de tempo e energias, com o Sporting a cair num vazio de liderança. 

 

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publicado às 13:16

Teatro de Operações Eleitorais (36)

Rui Gomes, em 26.02.13

 

- José Couceiro, sem revelar apoios, parcerias financeiras ou investidores, admitiu a abertura do capital da SAD com uma comissão económico-financeira formada por João Duque, Vinhais da Silva, Carlos Duarte de Almeida e João Pedro da Silva para salvaguardar os interesses do Sporting.

 

- Carlos Severino fez uma declaração/acusação de tão enorme gravidade que deixa qualquer um boquiaberto: «O presidente Godinho Lopes pediu e eu sou obediente: já me reuni com os bancos que apoiam a nossa lista e se ganhar as eleições levarei 25 milhões de euros para o Sporting. Mas também levarei a Polícia Judiciária para investigar as contas do clube. Quero saber como é possível que se chegue a quatro meses do final da temporada e se acrescente mais um défice de 25 milhões às contas do Sporting. Quero descobrir o que aconteceu. Por isso, preciso de levar os peritos da Polícia Judiciária.»

 

Ou o homem sabe algo que mais ninguém tem conhecimento ou, então, está completamente louco, ao fazer uma afirmação desta grave natureza. Por outro lado, isto é Portugal, onde tudo e mais alguma vale e onde não se olha a meios para atingir fins, com regularidade. Não se pode dizer o que ele disse sem factos comprovativos e, se os tem em seu poder, é sua obrigação divulgá-los às autoridades imediatamente.

 

Se o Sporting já está numa situação muito degradada, este acto eleitoral tem todo o potencial para o conduzir à ruína total. Ao ponto que se chegou!

 

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publicado às 04:18

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