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publicado às 23:55

Últimas do mercado

Rui Gomes, em 31.01.17

 

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- O Standard Liège decidiu terminar mais cedo o empréstimo de Wallyson e devolver o brasileiro ao Sporting, que o tinha emprestado no início da temporada. Recorde-se que o clube belga tinha opção de compra sobre o médio mas decidiu não só não activá-la, mas terminar a cedência mais cedo. Wallyson rescindiu então com o Sporting e assinou por época e meia com o Moreirense, como jogador livre. Refira-se, no entanto, que o Sporting ficou com uma cláusula de recompra do brasileiro. O Moreirense, por seu turno, fica com a totalidade dos direitos desportivos e ainda 30 por cento dos direitos económicos.

 

- Radosav Petrovic foi emprestado pelo Sporting ao Rio Ave, até final da temporada - sem opção de compra. As condições da cedência não foram reveladas, mas considerando que ele tem um salário elevado, é de esperar que o Sporting fica a pagar uma boa fatia.

 

- O Racing Avellaneda anunciou a contratação de Marcelo Meli, com o médio a assinar um contrato de quatro anos e meio. O médio, de 24 anos, chegou ao Sporting no início da temporada, por empréstimo dos também argentinos do Boca Juniors, mas nunca foi opção para Jorge Jesus.

 

- O comunicado no que diz respeito ao Moreirense: "A Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD informa que chegou a acordo com o Moreirense para o regresso dos jogadores Daniel Podence e Francisco Geraldes e a transferência para o Moreirense, a título de empréstimo, do atleta Ary Papel até final da presente época desportiva".

 

- O comunicado no que diz respeito ao V. Setúbal: "A Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD informa que decidiu reintegrar no seu plantel de Futebol Profissional os jogadores André Geraldes e Ryan Gauld".

 

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publicado às 22:31

 

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Por muito que eu pondere a questão, sinto imensa dificuldade em compreender a lógica e o bom senso de fazer regressar cinco jovens ao Sporting nesta altura da época. Sem pretender revisitar a polémica com o Vitória de Setúbal, o único que é de admitir que faz algum sentido é João Palhinha, por ser talvez a alternativa mais viável no plantel a William Carvalho, especialmente depois da saída de Elias.

 

Adorava saber quem tomou estas decisões. Sobre os dois que estavam com o clube sadino, sabemos que foi Bruno de Carvalho, disso não há dúvidas. Já com os restantes três ficamos na dúvida. Jorge Jesus foi consultado no contexto decisório ou será que apenas lhe foi apresentada a imposição do presidente perante uma nova "política" do futebol leonino ?

 

De qualquer modo, salvo possivelmente Palhinha, como já referi, não concordo com os restantes "resgates". Todos estavam a jogar com regularidade e, tudo indica, a progredir, daí que faça total sentido ter permitido que terminassem a temporada nos seus respectivos clubes de empréstimo.

 

Isto, acrescido pelo facto que o actual treinador do Sporting é Jorge Jesus, pessoa com pouca apetência para dar a oportunidade a jovens, não obstante a retórica recorrente. Com a equipa matematicamente ainda na luta pelo título e decisivamente por um lugar de acesso directo à Liga dos Campeões, veremos, portanto, quantos minutos estes jovens irão "calçar" o resto da época.

 

Este, o seu registo de utilização durante os respectivos períodos de empréstimo:

 

André Geraldes (V. Setúbal) - 20 jogos titular, 1830 minutos de jogo, média de 91.5 minutos por jogo.

 

Ryan Gauld (V. Setúbal) - 8 jogos titular, 2 suplente utilizado, 682 minutos de jogo, média de 68.2 M/J.

 

Francisco Geraldes (Moreirense) - 19 jogos titular, 1 suplente utilizado, 1554 minutos de jogo, média de 77.7 M/J.

 

Daniel Podence (Moreirense) - 17 jogos titular, 1 suplente utilizado, 1409 minutos de jogo, média de 78.3 M/J.

 

João Palhinha (Belenenses) - 17 jogos titular, 1 suplente utilizado, 1515 minutos de jogo, média de 84.2 M/J.

 

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publicado às 19:35

 

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Em declarações a jornalistas, esta terça-feira, Pedro Madeira Rodrigues comentou a generalidade de acusações que Bruno de Carvalho transmitiu na sua missiva de Facebook:

 

«Não foi nada que nos tenha deixado admirados. Tenho na minha equipa algumas pessoas que estiveram nas últimas eleições com Bruno de Carvalho e sabiam perfeitamente o que me esperava. Até me tinha surpreendido não ter havido até agora ainda esses ataques directos - só houve por via indirecta, emissários... - e é bom sermos agora os dois a discutir. Prefiro falar cara a cara num debate. Na questão de dizer que eu era o desestabilizador da equipa... só pode ser brincadeira. O grande desestabilizador da nossa equipa, não só esta época, mas na de Marco Silva... Lembro-me também do que aconteceu em Chaves... Tem de olhar para o espelho quando fala de desestabilizador.

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publicado às 14:00

As flores de retórica do Bruno

Rui Gomes, em 31.01.17

 

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A imagem é do livro intitulado ON BULLSHIT, da autoria de Harry Gordon Frankfurt, filósofo norte-americano e professor de filosofia na prestigiosa Universidade de Princeton, que é na sua maior parte dedicado a casos como o de Bruno de Carvalho, ou seja, pessoas que procuram projectar uma imagem de si próprios sem o mínimo de preocupação se corresponde à verdade. Pessoas que têm a levidade para manipular factos, diálogos ou eventos de tal maneira, que a distinção entre o que é verdade e o que é falso acaba por ser irrelevante.

 

Daí, o título do post "As flores de retórica do Bruno", um termo até relativamente elegante na língua de Camões, que, traduzido em inglês, surge em linguagem que exala menos perfume... BULLSHIT !

 

Ontem, do seu escritório favorito do Facebook, o ainda presidente do Sporting escreveu uma muito extensa narrativa cujo objectivo fulcral é atacar e denegrir Pedro Madeira Rodrigues. O escopo da missiva não me incomoda no que ao candidato diz respeito - decerto que ele saberá defender-se e responder ao que merece resposta - mas repugna-me mais uma demonstração de retórica da "banha da cobra" com muita hipocrisia à mistura, de Bruno de Carvalho.

 

Não me vou dar ao trabalho de transcrever o todo da missiva, mas não posso deixar de dar destaque a estas suas frases que ilustram o carácter deste personagem e quão agarrado ao poder ele está. Porquê, pode perguntar o leitor... porque este poder representa a sua sobrevivência numa sociedade - mesmo carente de muitos valores, materiais e morais - em que ele não era mais do que um mero naufragante até chegar ao trono da presidência do Sporting:

 

«Na vida não vale tudo e, por enquanto, não existem candidatos, apenas o Presidente. E, porque coloco o Clube acima de qualquer outra agenda, não abdico do meu mandato em toda a sua plenitude até ao dia que, por vontade dos Sócios, deixe de o ser».

«Sendo assim, e tendo esperado muito tempo para ver se estas intervenções caluniosas e prejudiciais paravam ou, no mínimo, diminuíam, fui estando calado. Agora, não posso mais. O Sporting CP não pode ser prejudicado por este tipo de intervenções absurdas e sem respeito institucional, reveladoras de total falta de noção da realidade e que apenas têm servido para prejudicar, de forma factual, o Clube. E diminui-lo perante os nossos rivais e parceiros».

«Ser candidato deve significar um debate sério e elevado de ideias e projectos e não um ataque, vil e calunioso, que prejudica exclusivamente o Clube mostrando a falta de apego ao Sporting CP de quem o desfere, revelando apenas a sede do poder pelo poder»

 

A clássica "banha da cobra" que o Bruno é tão hábil a propagar e que, infelizmente para o Clube, serve para eludir um número suficiente de sportinguistas votantes para lhe garantir o assento que ele procura preservar tão desesperadamente. O cúmulo desavergonhado da acusação a terceiros de terem a "sede do poder pelo poder", assim como a sua outra hipócrita enunciação "Na vida não vale tudo", que nem merece comentário.

 

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publicado às 04:32

 

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A bombástica contratação milionária de Jorge Jesus – desviando-o do grande rival – constituiu um arriscado golpe populista e absurdamente dispendioso do jovem presidente do Sporting com o fim de galvanizar a rapaziada e procurar, de algum modo, sufocar a discordância, que já então grassava no universo sportinguista, sobre o estilo impetuoso do seu desempenho.

 

Desde logo, porém, os mais experientes e atentos não alimentaram ingénuas ilusões quanto ao que se esperaria do notório controverso treinador do “limpinho, limpinho”, intrinsecamente ligado à tão badalada conquista dos campeonatos do famoso “colinho” e ao contrastante fracasso benfiquista nas recentes competições europeias.

 

A despeito de Jorge Jesus ser, sem margem para dúvidas, um óptimo treinador, sucessivos factores vieram, contudo, comprovar que o sucessivo êxito de registo do Benfica se deve essencialmente a um conjunto de factores estranhos ao próprio jogo em si – do qual tem sistematicamente beneficiado e continua, descaradamente, a beneficiar – provenientes do sector da arbitragem, dos órgãos que regem e controlam o futebol nacional (dos quais o Sporting erradamente se ausentou), de actos de suspeitosa corrupção, do visível domínio benfiquista nos media, entre outros – sem esquecer, claro, o incentivo com que é flagrante e constantemente brindado pelas estéreis acções de guerrilha da actual presidência, originando consequentes retaliações vingativas.

 

Nada garantia, portanto, que viesse a ser coroado em sucesso a insólita substituição do promissor Marco Silva, que – suportando abjectas tramóias – realizou, em curto tempo, um excelente trabalho, granjeando o apreço e a simpatia da grande maioria dos adeptos leoninos, e cujo despedimento se revelou um capítulo vergonhosamente indigno da nobre história centenária do Sporting Clube de Portugal. 

 

Ora, não usufruindo o Sporting de tão determinante favorecimento – nem, sequer, de um tratamento imparcial por parte das instâncias envolvidas na obscura esfera futebolística portuguesa – era de toda a lógica admitir que essa evidente desigualdade dificultaria fatalmente a missão de Jorge Jesus, para a qual os seus inegáveis méritos não seriam, de facto, suficientes. Obstáculo decididamente agravado por uma acumulação de erros na onerosa aquisição de jogadores estrangeiros de discutível qualidade, em simultâneo com o desaproveitamento de jovens e ambiciosos talentos formados na Academia do Clube.

 

Não obstante a magnífica prestação da equipa do Sporting na primeira época do actual treinador – em que se verificou uma nítida falta de sorte, erros próprios e a manipulação de diversas arbitragens a impedir o alcance do justo prémio – a chocante derrocada a que presentemente temos assistido, tanto nas competições nacionais como nas internacionais, confirma plena e dolorosamente o irrealismo das eufóricas expectativas criadas pela cartada sensacionalista de Bruno de Carvalho. 

 

 

Um texto da autoria do leitor LEÃO DA GUIA, a quem agradecemos a gentileza da sua colaboração.

 

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publicado às 04:31

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 31.01.17

 

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Entre outras considerações, João Benedito, na entrevista que foi publicada esta segunda-feira, sugeriu que o acto eleitoral agendado para o dia 4 de Março deveria ser adiado para o final da época afim de evitar a instabilidade.

 

Se a memória não me falha, esta mesma questão foi muito debatida pelas eleições de 2013, sem que a Assembleia Geral tivesse então sofrido qualquer alteração.

 

Eis a resposta - esperada e em tom paternalista, diga-se - de Marta Soares, à sugestão de João Benedito:

 

«É uma opinião respeitável de um sócio, mas não vejo qualquer necessidade de adiar as eleições. O clube está bem e tudo está a correr dentro do mais elementar funcionamento democrático».

 

Qual é a opinião do leitor ?

 

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publicado às 04:30

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Rui Gomes, em 30.01.17

 

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publicado às 22:22

"Quero muito ser presidente"

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Em entrevista concedida ao jornal RecordJoão Benedito explicou porque é que rejeitou o convite do actual líder do Sporting para fazer parte da Direcção:

 

«Dei uma ‘nega’ ao presidente Bruno de Carvalho? Nem pensar. Fico muito lisonjeado que me tenha enviado uma mensagem, mas não posso participar, nem pelo lado da actual Direcção, nem por outras candidaturas.

 

Quero muito ser presidente. É o meu objectivo de vida profissional. Estou em crer que tenho muito para dar ao clube. Já trabalhei como funcionário, estava no departamento financeiro quando rebentou a crise. Tinha a gestão de terceiros e as pessoas ligavam para lá e diziam: ‘Se as facturas se atrasam, vou para trás da sua baliza’ (…) À semelhança do Bayern Munique, onde aqueles que estiveram no campo dirigem, eu também estive dentro de campo.

 

Não o conheço profundamente. Madeira Rodrigues parece-me uma pessoa carregada de princípios, com ideias boas para o clube. Mas não tenho qualquer outra opinião a nível pessoal».

 

Reconhece-se que João Benedito é uma figura muito popular entre sportinguistas, como atleta e até como homem, mas acho que foi uma decisão prudente da sua parte não se candidatar neste acto eleitoral. Até acredito que estava tentado, mas alguém o terá aconselhado a dar tempo ao tempo.

 

A experiência no desempenho de outro cargo directivo até lhe seria benéfica, mas tendo em consideração a sua ambição, não quis arriscar ficar marcado pelo consulado de outro líder. Compreende-se o raciocínio.

 

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publicado às 18:45

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Temo que estejamos de novo a entrar numa fase negra a nível de maus comportamentos no nosso futebol. Este fim de semana já houve duas situações em que me pareceu estar a voltar a um passado não muito distante. No Estoril, a claque do FC Porto após o intervalo arremessou petardos contra o guarda redes Moreira e contra o árbitro do encontro. Após um golo bem invalidado ao FC Porto foram arremessados mais petardos e tochas para dentro do campo. Tudo vindo da bancada onde estava a claque dos FC Porto. Ontem no Algarve, a claque do SC Braga arremessou petardos para cima dos jogadores do Moreirense que estavam a festejar o seu golo.

 

O clima de guerrilha constante em que vive o nosso futebol propicia este tipo de situações. Os principais culpados são todos aqueles que alimentam este clima. Começa nos dirigentes, passa pelos blogues e páginas de Facebook, pelos programas de "comentário" desportivo (alguns apenas destilar de ódio) e vai desembocar nos adeptos mais radicais. A tendência é para se instalar um clima de medo em que quem não se portar de acordo com as nossas ideias, sofrerá as consequências. Não é nada de novo, já por cá existiu nos anos 90 e nos princípios deste século.

 

Atenção ao que vem de lá de cima. A pouco e pouco a "máquina" vai despertando de novo e espalhando a sua influência. A reunião de Pinto da Costa com o Conselho de Arbitragem um dia antes da reunião que juntaria todos os clubes, tem e terá efeitos no resto da competição. No próximo fim de semana o Sporting vai jogar ao Dragão. Uma derrota deixa o clube afastado de vez do título e com poucas hipóteses de chegar ao segundo ou até ao terceiro lugar. O FC Porto sabe que ganhando tem pelo menos o segundo lugar praticamente assegurado. E esse lugar vale muitos milhões. Não digo que vá valer tudo mas atenção ao que se vai passar nesse jogo. A maioria dos adeptos do Sporting prefere mil vezes que o FC Porto ganhe o campeonato do que o Benfica. Vejam é se percebem que o clima de intimidação e de queixas constantes que se vai vivendo pode ser mais prejudicial para o Sporting do que para qualquer um dos outros dois grandes...

 

 

Leitor: JOÃO GONÇALVES

 

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publicado às 15:23

Foto do Dia

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Francisco Geraldes e Daniel Podence tiveram a oportunidade de

conquistar uma Taça enquanto ao serviço do Moreirense, algo

que, não por mera ironia, não teria acontecido caso

tivessem permanecido no Sporting esta época.

 

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publicado às 15:21

 

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A ser verdade, e tudo indica que é, mais um exemplo do deplorável clima que se vive em torno do Sporting de momento sob a liderança de um presidente que só está bem a fomentar "guerras" e frentes de batalha, com tudo e com todos. Afronta qualquer sentido de sensatez que hajam sportinguistas que se revêem neste tipo de liderança, mas é o Sporting que temos e que provavelmente vamos ter ainda por mais algum tempo.

 

Um dos dirigentes do Vitória de Setúbal está a ser ameaçado de morte através de vários telefonemas e mensagens na sequência do diferendo entre o emblema sadino e o Sporting por causa do empréstimo de Ryan Gauld e André Geraldes. Paulo Grencho já apresentou queixa na PSP contra os elementos desconhecidos.

 

Segundo as reportagens desta segunda-feira, uma das chamadas realizada pelo suspeito das ameaças de morte terá sido feita a partir de um número identificado de telemóvel, que se encontra já na posse das autoridades para dar seguimento à investigação.

 

O dirigente do Vitória de Setúbal confirmou as ameaças de morte de que foi alvo, tal como a queixa que apresentou na PSP de Setúbal. "É de lamentar que um assunto relacionado com o futebol chegue a tal situação. Espero que a direcção do Sporting Clube de Portugal nada tenha a ver com as ameaças de que tenho sido avo. E não fui só eu - também ameaçaram a minha família. Chegaram-me a dizer que eu e a minha família iremos aparecer mortos um destes dias".

 

Estas declarações já provocaram a uma reacção do Sporting, que está a ponderar avançar judicialmente face às suspeitas levantadas pelo dirigente Paulo Grencho. "Entendemos as declarações do senhor Paulo Grencho como o levantamento de uma suspeição grave. Por isso, uma vez publicadas essas declarações, o departamento jurídico da SAD agirá em conformidade", afirmou uma fonte oficial do Sporting.

 

As ameaças ao director desportivo dos sadinos começaram depois da eliminação do Sporting da Taça da Liga frente ao emblema do Bonfim e da exigência do Sporting em revogar os empréstimos de Ryan Gauld e André Geraldes, emprestados ao emblema de Setúbal.

 

O V. Setúbal opôs-se a este pedido do Sporting, por entender que isso não respeitava o acordo firmado pelos dois clubes no início da época. Os jogadores, porém, acabaram mesmo por sair de Setúbal e regressar ao plantel orientado por Jorge Jesus, para serem de novo emprestados, desta feita ao Chaves, algo que poderá vir a não acontecer uma vez que o Sporting necessita obrigatoriamente da assinatura do Vitória de Setúbal para poder emprestar novamente os jogadores.

 

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publicado às 13:26

 

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O número de "casos" e "flops" que Bruno de Carvalho tem contratado durante o seu consulado é deveras espectacular. Em tempos mais recentes, ou seja nos últimos dois anos, pela iniciativa e/ou com o aval de Jorge Jesus.

 

O Sporting acaba de fazer queixa à FIFA contra Fidel Escobar, central panamiano da equipa B que deveria ter-se apresentado depois da pausa natalícia, mas ainda não o fez. O cenário foi confirmado por Pedro Blasco, director desportivo do San Miguelito, clube que emprestou Escobar, de 22 anos, ao Sporting, em declarações ao canal de televisão TVMax:

 

"Iniciaram um processo com o seu advogado e Virgílio Lopes para sancionar e inibir Escobar de competir em qualquer tipo de competições".

 

Fidel Escobar, que tem oito jogos esta época, afirmou recentemente a intenção de rescindir contrato, razão que levou o Sporting a avançar com o processo na FIFA. Agora, e perante a possibilidade de ser castigado, o panamiano viajou para Portugal para resolver o diferendo.

 

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publicado às 11:08

Pedro Madeira Rodrigues em campanha

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Considerações de Pedro Madeira Rodrigues, durante uma visita ao Núcleo Sportinguista da Quinta do Conde:

 

- "Não nos façam de estúpidos. Não podemos dizer que temos 43 mil pessoas no estádio quando isso é algo que não é verdade".

 

- "Vamos ter um treinador melhor do que este. Lembro-me de não dormir quando Jesus disse que uma arbitragem vergonhosa tinha sido 'limpinho, limpinho'".

 

- "O Benfica é o tema número um da comunicação do Sporting. Vamos combatê-los mas falando de nós."

 

- "Vamos voltar a liderar o futebol português. Perguntam-me muitas vezes se vou aliar-me a FC Porto e Benfica. Não vamos fazer nenhuma aliança, vamos respeitá-los como adversários".

 

- "Markovic vai mesmo explodir, mas com um treinador que vai potenciar as suas qualidades e que também saiu a mal do Sporting. Quanto ao Elias, só alguém que não percebe de futebol é que voltaria a apostar nele".

 

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publicado às 04:14

Há aqui algo que me ultrapassa

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Tenho andado intrigado com esta questão, mas não duvido que hajam leitores que me possam elucidar. No sábado passado, a Câmara Municipal de Lisboa realizou uma cerimónia no Estádio Universitário de Lisboa na qual atribuiu a Aurélio Pereira a Medalha de Mérito Desportivo da cidade.

 

Esta parte compreendi bem e até publiquei um post dando destaque ao evento e, muito naturalmente, à pessoa homenageada. Só comecei a ficar confuso quando deparei com a extensa cobertura do jornal Record, não a Aurélio Pereira, mas sim a Bruno de Carvalho. O jornal publicou nada menos do que ONZE fotografias do ainda presidente do Sporting no acima referido evento, sendo esta neste post apenas uma delas.

 

Verifica-se que há aqui uma intenção deliberada de promover Bruno de Carvalho e tendo em consideração que o jornal não é uma obra de caridade, pergunto a mim próprio quais serão as contrapartidas que receberá por tão distinto trabalho.

 

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publicado às 04:12

 

 

A equipa de juvenis do Sporting derrotou este sábado o Benfica por 6-5 no pavilhão José Gouveia, em São João da Talha, em jogo a contar para a 14.ª jornada da 1.ª fase de apuramento do Campeonato Nacional de futsal.

 

Ricardo Pinto, Frederico Lopes (3), Célio Coque e Tomás Veríssimo foram os marcadores leoninos. Do lado do Benfica, Wilson Cabral, Bruno Sá, Marco Santos, Iuri Barros e Tiago Correia apontaram os golos.

 

Com este resultado, o Sporting termina a primeira fase da competição em primeiro lugar, só com vitórias.

 

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publicado às 04:11

 

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A equipa de juvenis do Sporting deslocou-se ao Municipal de Oeiras este domingo para disputar a partida referente à 8.ª jornada do Campeonato Nacional, 2.ª fase, Série Sul, e venceu a equipa da casa por 4-0.

 

Os golos leoninos foram apontados por Edmílson Santos (29' e 78'), Bavikson Biai (25') e Sérgio Velosa (76').

 
Depois de conferidos todos os resultados da 8.ª jornada, e porque o Benfica também foi ao campo do Belenenses vencer por 3-0, os eternos rivais continuam a partilhar o primeiro lugar da classificação com os mesmos 20 pontos. Na próxima jornada, os campeões nacionais recebem o Real na Academia Sporting, em Alcochete. 
 

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publicado às 04:10

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Rui Gomes, em 29.01.17

 

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publicado às 23:04

Debate com o leitor

Rui Gomes, em 29.01.17

 

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Já temos a "Ponte de ligação aos leitores" e a Opinião do leitor" e agora vamos dar início ao "Debate com o leitor", que é precisamente isso: uma troca de opiniões, por norma, entre um redactor e um leitor, ou, ocasionalmente, entre dois leitores.

 

Para esta edição inaugural, vou eu próprio debater com o leitor Angelo Pereira, a razão ou a causa do apoio dos adeptos nos jogos do Sporting:

 

«Caro Rui, conheço o Sporting desde os 5 anos de idade, desde essa altura há 53 anos vi tudo no clube os grandes e os maus momentos vi Damas a ser maltratado depois de um jogo com a Académica vi fazerem a mesma coisa a Manuel Fernandes, vi a úlcera do presidente João Rocha e vi presidentes a não aguentarem a pressão perante maus resultados. Imagina que se os sócios não estivessem com esta Direcção após estes maus resultados todos já não tinham sido aviados?. Na verdade estão a ver o mal que a máquina de propaganda dos adversários está a fazer e estão do lado da Direcção nessa luta. Essa é a verdade e alguns amigos sportinguistas meus amigos foram ao estádio para dizer presente e não deixarem cair os números para baixo dos 40000. Isto não é estar com a Direcção?. Nós sabemos que se os resultados continuarem a ser negativos os adeptos não resistem mas noutros tempos já tinham deixado de lutar».

 

A isto eu respondi que na minha opinião esta postura dos adeptos representa estar com o SPORTING.

 

«Sim isso é verdade e com o Sr.João Rocha e a muitos treinadores despedidos que era quem pagavam a factura e ao Sr. António Dias da Cunha e a muitos mais Dr. José Eduardo Bettencourt, etc,etc. A verdade é que os sócios independentemente dos resultados acreditam nas pessoas, mais uma vez eu digo se os resultados e as más exibições continuarem tenho a certeza que os laços se quebrarão mas nunca se deu uma margem tão grande a uma Direcção como agora, porque os simpatizantes do Sporting vêem que há forças estranhas ao clube a quererem derrubar a Direcção».

 

A minha consideração final:

 

Até concordo que por vezes os sócios/adeptos reagem por simpatizar com as pessoas que lideram o Clube e até admitirei que hajam "forças estranhas ao Clube a querer derrubar a Direcção", mas não vejo que a causa seja a que o Angelo Pereira indica nas suas considerações, e passo a explicar a minha opinião.

 

É por de mais evidente que o alvo é Bruno de Carvalho, não necessariamente o todo do Conselho Directivo, e não por ele ser temido pelos rivais ou pelos poderes instalados. É verdade que se faz notar com os seus constantes ruídos na praça, mas não passa disso mesmo: muito barulho que incomoda, provoca até, mas que não causa quaisquer reais danos.

O que eu acho é que ele afronta pela sua postura arrogante, discurso belicista e por ter o seu ego estampado na testa. Daí que ele seja o tipo de pessoa que leva terceiros a pensar, à boa portuguesa, "Este gajo está a precisar de levar umas boas «chapadas» (sem luva branca)", "Este gajo está a pedir uma lição de uma vez por todas", e outros pensamentos do género que, confesso, até eu tenho tido. "Este gajo, na escola, nos velhos tempos, tinha levado muita porrada", etc..

O inevitável resultado de tudo isto é que o Sporting paga por tabela. Ter um treinador com postura semelhante, não contribui de modo algum para moderar a animosidade. E, com isto, não pretendo indicar que uma postura passiva é a ideal, mas há muitos meios de chegar a "Roma" sem criar inimigos a cada minuto e lutar batalhas a cada passo.

 

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publicado às 15:15

Fotografia com história dentro (32)

Leão Zargo, em 29.01.17

 

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Quando Oceano foi à baliza

 

FC Porto e Sporting encontraram-se nas Antas, em 23 de Agosto de 1995, para o jogo da 2ª mão da final da Supertaça. Aos 82 minutos de jogo, o defesa Naybet fez falta sobre Domingos… mas, o árbitro António Rola expulsou o guarda-redes Costinha. O treinador Carlos Queirós mandou Oceano para a baliza.

 

A verdade é que Oceano não sofreu nem sequer um golo e perto do final do jogo fez uma defesa a um remate de fora da grande área. Com ironia, alguns sportinguistas disseram que deu maior confiança do que Costinha. E redimiu-se da grande penalidade que cometeu aos 53 minutos por rasteirar o portista José Carlos.

 

Houve empate nos dois jogos, 0-0 em Lisboa e 2-2 no Porto, e a Supertaça decidiu-se numa finalíssima no Parque dos Príncipes, em Paris, que os leões venceram (3-0). Nesta finalíssima, Oceano voltou a jogar na sua posição habitual de médio defensivo, mas ficou para a história o dia em que nas Antas calçou as luvas de guarda-redes.

 

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publicado às 13:09

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