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Madeira não é Carvalho

Rui Gomes, em 29.01.17

 

O candidato da oposição às eleições do Sporting fala tão baixo que praticamente não se consegue ouvir.

 

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A favor de Pedro Madeira Rodrigues, é justo dizer que não é fácil fazer oposição no Sporting. Trata-se de uma questão conceptual: não se pode ser alternativa a Bruno de Carvalho e usar o mesmo tipo de discurso belicista, destemperado e de confronto que o actual presidente reclamou como assinatura desde os tempos em que era, ele próprio, pretendente ao trono. A questão é que, depois de quatro anos com a pulsação a disparar a cada provocação dirigida aos rivais publicada no Facebook, não é fácil chegar aos ouvidos e ainda menos ao coração dos sportinguistas pelo lado da moderação, da sensibilidade e do bom senso.

 

Ora, a contenção, que Madeira Rodrigues é obrigado a usar para se distinguir de Bruno de Carvalho é uma desvantagem provavelmente inultrapassável para o candidato da oposição que, apesar de se desmultiplicar em entrevistas e não obstante a razoabilidade de algumas posições - é evidente que Jesus não podia tomar partido por nenhuma das candidaturas, especialmente considerando que o respectivo contrato vai para além do mandato do actual presidente - continua a ser pouco mais do que uma nota de rodapé. Um pequeno drama, especialmente se considerarmos todos os problemas que a actual gestão do clube tem enfrentado nos últimos tempos.

 

Uma época perdida, contratações milionárias falhadas, um treinador tão caro que não pode ser despedido, dívidas de milhões criadas a rasgar contratos: há inúmeras pontas por onde um candidato diferente podia pegar. Um candidato como Bruno de Carvalho já foi, por exemplo, havia de fazer a vida num inferno ao presidente responsável por um cenário destes.

 

 

Jorge Maia, jornalista O Jogo

 

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publicado às 11:27

Cartoon do Dia

Rui Gomes, em 29.01.17

 

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publicado às 11:07

 

  

Acho que este jogo com o Paços de Ferreira, mais do que alguns outros, reflecte o real estado desta equipa do Sporting, tendo em consideração que jogou em casa contra o 14.º classificado da I Liga.

 

Fez sentir a sua superioridade na primeira parte, alimentada por um golo logo aos 12 minutos através de uma grande penalidade convertida por Adrien Silva, e chega ao intervalo a vencer confortavelmente por 3-0. Destaque para o golo de grande pormenor técnico de Gelson Martins.

 

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No segundo período assistimos a uma história diferente - sem ser novidade - com vincada dificuldade em matar definitivamente o jogo. Sofre dois golos para reduzir o marcador para 3-2 e valeu Rui Patrício para evitar outros desgostos. Apesar do sofrimento, surgiu eventualmente o quarto golo, o segundo da partida de Bas Dost.

 

Jorge Jesus arriscou Adrien Silva, William Carvalho e Bruno César, todos com quatro amarelos. Só perdeu William para o embate com o FC Porto, muito embora Adrien tenha ficado em campo até aos 60 minutos e Bruno César apenas saiu ao cair do pano.

 

Alguns aspectos positivos, mas ainda muito distante do que é desejado. É impossível não questionar se os jogadores estão a corresponder às exigências do treinador ou se este está a conseguir extrair o melhor rendimento deles. Mais dois golos sofridos - um de bola parada - para o total de 20 na época, precisamente o dobro dos rivais. Aliás, mais dois do que o 12.º classificado Belenenses.

 

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publicado às 04:35

 

 

Consta ter sido um grande jogo de hóquei em patins entre os eternos rivais de Lisboa, mas não sem polémica da arbitragem, a exemplo deste lance que apresentamos aqui no vídeo, em que o jogador do Benfica leva as mãos à cara e vai ao chão sem ninguém lhe tocar, com o árbitro a marcar livre directo e a mostrar o cartão azul ao guarda-redes Girão.

 

O Sporting chegou a estar a vencer por 2-0, mas acabou derrotado por 5-4, no jogo realizado no Pavilhão da Luz a contar para a 13.ª jornada do Campeonato Nacional. Sérgio Miras, Daniel Oliveira, Tuco e Pedro Gil apontaram os golos leoninos.


Com este triunfo a encerrar a primeira volta da prova, o Benfica mantém a liderança, com 36 pontos. O Sporting está no 4.º lugar, com 28.

 

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publicado às 04:34

Foto do Dia

Rui Gomes, em 29.01.17

 

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Festa de homenagem a Aurélio Pereira - Câmara Municipal de Lisboa

Na foto, com antigos jogadores. Consegue identificá-los ?

 

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publicado às 04:33

Patrícia Mamona vence em Boston

Rui Gomes, em 29.01.17

 

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A atleta do Sporting, Patrícia Mamona, venceu este sábado a prova de triplo salto do Grande Prémio de atletismo de Boston, nos Estados Unidos, com a marca de 14,01 metros.

Numa prova em que competiram quatro atletas, a saltadora leonina foi clara dominadora, tendo os seus quatro saltos superado os da concorrência.

No final, valeu o quarto e último salto de Mamona (14,01 metros), contra 13,46 da ganesa Nadia Eke, 12,99 da sueca Erika Kinsey e 11,78 da norte-americana Tanasia Lea.

 

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publicado às 04:32

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 29.01.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

Aston Martin Lagonda Taraf - 1 milhão de dólares

 

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publicado às 01:18

Fafe 2 – Sporting B 0

Leão Zargo, em 28.01.17

 

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O Sporting B foi derrotado por 2-0 na deslocação a Amarante para defrontar o Fafe. Com este resultado, a equipa B desceu para o 20.º lugar, o antepenúltimo da classificação, em zona de descida de divisão.

 

O Fafe assumiu desde logo o controlo da partida e praticamente começou o jogo ganhar. Amorim Samu marcou aos 3 minutos e Dmytro Lytvyn aos 16 minutos, o que permitiu à equipa fafense fazer uma gestão atenta do marcador. Os leões procuraram remar contra a maré, mas quase sem criar perigo para a baliza de Ricardo Fernandes.

 

O Sporting B entrou melhor na segunda parte, foi sempre mais perigoso, podia ter reduzido a desvantagem, mas as jogadas terminavam sempre nas mãos do guarda-redes ou a bola perdia-se pela linha de fundo. O Fafe, estrategicamente defensivo durante os segundos 45 minutos, limitou-se quase a jogar no seu meio campo e isso acabou por ser o suficiente para garantir a conquista dos três pontos.

 

A situação classificativa do Sporting B tornou-se deveras preocupante, exigindo um grande esforço de superação, pois o perigo de descida de divisão é real. Na próxima jornada, em 5 de Fevereiro, os leões recebem o Famalicão em Alcochete.

 

Ficha de jogo:

 

Campeonato de 2ª Liga (24ª jornada)

Fafe 2 - Sporting B 0

Estádio Municipal de Amarante, 20 de Janeiro de 2017

Árbitro: Carlos Macedo (AF Braga)

 

Fafe: Ricardo Fernandes, Vasco Cruz, Materazzi, Dmytro Lytvyn, Reinildo, Ricardo André, Landinho, Amorim Samu (Edmund Hottor, 88), Digas, Evandro (Pedro Pereira, 57) e Alan Júnior (Oliver Sarkic, 78)

 

Treinador: António Dias da Silva ‘Tonau’

 

Golos: Amorim Samu (3m) e Dmytro Lytvyn (16m)

 

Sporting B: Pedro Silva, Kiki Kouyaté, Ivanildo Fernandes, Pedro Empis, Abdu Conté, Pedro Delgado, Budag Nasyrov, Ary Papel, Gelson Dala (Leonardo Ruiz, 56), Bilel Aouacheria (David Sualehe, 71) e Ronaldo Tavares (Fábio Martins, 46)

 

Treinador: João de Deus

 

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publicado às 18:54

 

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Aurélio Pereira, Coordenador de Recrutamento e Futebol do Sporting Clube de Portugal, recebeu este sábado a Medalha da Mérito Desportivo da Câmara Municipal de Lisboa, numa cerimónia realizada no Estádio Universitário.

 

Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, participou na cerimónia e justificou a distinção com os serviços prestados por Aurélio Pereira ao futebol nacional: "É uma distinção justa e merecida para uma das mais importantes figuras do futebol português. O seu nome é sinónimo de sucesso e qualidade, não só desportiva como humana."

 

Reconhecido por décadas de trabalho a liderar o trabalho de prospecção do Sporting, o responsável pela descoberta de muitos dos maiores talentos de sempre do futebol português mostrou-se feliz pela homenagem: "Foi uma festa bonita. Fiquei muito contente com esta iniciativa, até porque aqui estiveram alguns dos jovens com quem trabalho diariamente. É na formação que os miúdos têm todo o tempo para aprender".

 

Parabéns Senhor Aurélio Pereira !

 

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publicado às 14:40

Regresso de Jonathan Silva travado

Rui Gomes, em 28.01.17

 

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A acreditar no que está a ser noticiado, e não há razões neste momento para duvidar, mais uma clara indicação do planeamento "em cima do joelho" desta época, com a tentativa de "remendos" para de algum modo tentar corrigir os erros que foram cometidos pelas contratações do Verão, e... não foram poucos.

 

O Sporting pretendia que Jonathan Silva regressasse a Alvalade durante a abertura do mercado de Janeiro, mas foi negado pelo Boca Juniors. O clube argentino acordou com o Sporting o empréstimo até ao final da temporada e não quis agora quebrar esse acordo, mesmo tendo em conta que o lateral esquerdo não está a realizar uma época muito feliz, tendo sido utilizado apenas 10 minutos nos últimos cinco jogos.

 

Mais um "caso" que se junta ao diferendo em curso com o Vitória de Setúbal relativamente a Ryan Gauld e André Geraldes. Não é claro neste momento se o Moreirense já concordou com o resgate de Francisco Geraldes e Daniel Podence.

 

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publicado às 13:00

"Um erro admissível" !

Rui Gomes, em 28.01.17

 

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Esta sexta-feira, o Conselho de Arbitragem (CA) esteve reunido com a imprensa e analisou 12 casos referentes às últimas jornadas do campeonato. O CA transmitiu depois as análises a árbitros, observadores e, pela primeira vez, aos clubes, em nome da transparência.

 

Entre boas e más decisões, destaque para o reconhecimento de que o golo anulado a Alan Ruiz foi mal anulado, que poderia ter assegurado a vitória ao Sporting no jogo da última jornada diante do Marítimo.

 

"A última jornada foi a menos conseguida pelos assistentes. Importante é não terem impacto no vencedor e, como há uma média de um jogo por jornada decidido por mais do que um golo, assim os erros têm mais impacto. Na Madeira, a rapidez do lance justifica um erro admissível", disse Bertino Miranda, vogal do CA, que esteve a prestar declarações juntamente com José Fontelas Gomes, presidente do CA, João Ferreira, vice-presidente.

 

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publicado às 12:43

 

O candidato único da Oposição à actual presidência do Sporting, Pedro Madeira Rodrigues, deu uma longa e interessante entrevista, de cerca de hora e meia, ao canal Sporting 160. Oiça o que o candidato pensa clicando na imagem acima. Sempre na frente !

 

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publicado às 10:01

 

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Sempre que alguém não concorda com as minhas criticas, observações, propostas, meras análises de factos ou cenários, há sempre uma tendência para se meterem com a minha estatura física. Já levei com indignados de 1,85m e 1,90m, mas, se bem me lembro, como diria o Nemésio, ainda não tinha levado com a indignação de um ser mais baixo do que eu.

 

Aconteceu agora com o Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting, que me dedicou um post na sua página do Facebook, a propósito de uma passagem do meu comentário no último Tempo Extra, da Sic Notícias. Há sempre uma primeira vez para tudo.


Era mais ou menos inevitável e já explicarei porquê (“amebas com trela”). Fiquei a saber que há uma nova classe de pigmeus: os pigmeus grandes. Nuno Saraiva considera-se um grande pigmeu grande e isso é sinal de uma ENORME dose de confiança em si próprio, mas é também sinal de que não tem espelhos em casa. Compre um, se Bruno de Carvalho deixar.

 

Fiquei a saber — estamos sempre a aprender — que esta classe de grandes pigmeus grandes tem propensão para mentir e sofre de lapsos de memória.

 

Diz o grande pigmeu grande que lhe telefonei ‘tantas vezes’ a pedir-lhe informação. Quero recordar ao grande pigmeu grande as palavras elogiosas com que me brindou na fase inicial do seu arranque como director de comunicação do Sporting, que conferem com a designação agora utilizada neste post publicado na página do Facebook, segundo a qual sou a “luminária do comentário desportivo”. Na verdade, luminária — para quem não sabe — quer dizer ‘tudo o que alumia” e “pessoa de grande ilustração e competência” e, sem ironia, foi exactamente isso que me disse no nosso primeiro diálogo, uma vez que até aí não tínhamos tido, enquanto oficiais do mesmo ofício, qualquer tipo de conversa: “você, Rui Santos, distingue-se porque construiu uma carreira com base na sua independência e é uma voz ouvida e respeitada”. Como percebi agora que os grandes pigmeus grandes mentem, talvez nesse primeiro amistoso telefonema os elogios já fossem uma construção oportunística, conjuntural e mentirosa.

 

Depois, estes grandes pigmeus grandes têm de se decidir: por um lado, querem que se lhes ligue a confirmar informação; por outro lado, queixam-se de “tantas vezes” receberem chamadas. Primeiro: o Saraiva é pago para, entre outras coisas, responder às questões colocadas pelos jornalistas; segundo: as ‘tantas vezes’ que o grande pigmeu grande refere contam-se através dos dedos de uma mão. Em 8 meses, são assim “tantas vezes”?

 

Saraiva insinua que tenho agenda ou interesses (de outrém) a defender. O facto de saber que não tenho nem agenda nem defendo interesses de facções (nem de sportinguistas, nem de benfiquistas, nem de portistas, nem de outra colectividade, seja grande, média ou pequena) é que irrita os protagonistas da bola. É exactamente por não me deixar capturar (apesar de todas as tentativas nesse sentido) que, ciclicamente, sou atacado e visado. Estou habituado e é precisamente neste momentos que se conhecem os homens. Não me interessa a estatura física. Interessa-me mais a ‘dimensão’ dos miolos. E preocupa-me que alguns tenham os miolos ligados (por canais) ao intestino grosso.

 

Quando Saraiva me chama de paladino da verdade desportiva está a arriscar-se. Não lhe quero chamar fraude, para não baixar ao nível do director de comunicação do Sporting, mas menos ético, no mínimo, é alguém tentar passar a ideia de ter sido o patrono da defesa da Verdade Desportiva, nomeadamente através da introdução das novas tecnologias no futebol. Lamento informar mas ainda ninguém sabia, em Portugal, quem era Bruno de Carvalho e já tentávamos sensibilizar a opinião pública para essa necessidade. A luta pela transparência no futebol português não começou há 4 anos.

 

Vamos ao que importa:


Saraiva está hoje no Sporting em razão das boas relações que o seu patrão sempre teve com esse grupo de comunicação, o que não tem nada de negativo. Mas é assim.

 

Ainda Saraiva estava no DN e já o Jogo tinha acesso a tratamento de excepção por parte do “Sporting de Bruno de Carvalho”. Através de outros canais. O que também não tem nada de negativo. Mas também é assim.


Saraiva faz um elogio à Global Media mas critica-a por não ter publicado o desmentido sobre as notícias de segunda-feira. Onde fica o elogio e onde fica a crítica? Notícias que dão conta da construção de um Sporting de futuro sem Jesus, na véspera de um jogo crucial, não deveriam ser desmentidas de uma forma tão veemente que esse desmentido se ouvisse na China?!…


Pergunto a Saraiva se sabe por que razão o seu presidente fez a viagem de regresso de carro, após a eliminação da Taça de Portugal, e não juntamente com a equipa? Terá sido para apanhar, mais descontraídamente, o fresquinho da madrugada?


Sabe Saraiva o motivo pelo qual, ainda estava eu em antena na terça-feira, já havia um grande reboliço na redacção do Jogo, com movimentações no sentido de se apurar quando e em que condições se iria fazer a rescisão do contrato de Jorge Jesus?


Não saberá Saraiva, esse grande pigmeu grande, a razão pela qual, ao mesmo tempo que eu analisava o momento ‘leonino’ no Tempo Extra, havia figuras ligadas ao Sporting e conhecidas por serem indefectíveis apoiantes de BdC, a defender a tese de que Jorge Jesus devia pedir a demissão?

 

Acha Saraiva que estou a dormir? As notícias de esvaziamento dos poderes de Jorge Jesus e a saída de Octávio são coincidências? E eu pergunto: quem é que deu esses poderes a Jorge Jesus? Quem é que lhe aumentou as condições salariais já depois de entrar em Alvalade? Querem fazer de Jorge Jesus um novo Marco Silva? Querem meter-se com o fato de treino de Jorge Jesus e das vezes que não foi para o banco com fato oficial e deu entrevistas sem autorização? O treinador do Sporting pode ter (e tem) algumas responsabilidades na má época que o Sporting está a realizar. Mas sejam homenzinhos. Não se fazem contratos até 2019 para, à primeira contrariedade, se tentar achar e construir internamente um bode expiatório.

 

No meio do desespero, tenho pena deste papelinho que Saraiva está a fazer, um papel pouco higiénico, mas os ex-jornalistas sabem, ou pelo menos deviam percepcionar, que quem vai para o futebol para ser a voz do dono corre o risco de se transformar numa ameba. Já imaginaram uma ameba com trela? Daria um excelente ‘cartoon’.

 

Cresçam !
 
                                                                                  Rui Santos
 

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publicado às 10:00

Elias no Atlético de Mineiro

Rui Gomes, em 28.01.17

 

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Elias já não é jogador do Sporting. O médio está de volta ao Brasil onde vai representar o Atlético Mineiro. Tanto o Sporting como o clube de Minas Gerais já oficializaram a transferência.

 

O negócio ficou fechado por uma verba de 2,5 milhões de euros por 70 por cento do passe, mais um milhão de euros mediante a concretização de objectivos no Brasileirão e na Copa Libertadores.

 

De recordar que no início da presente temporada, o Sporting pagou 2,5 milhões de euros por 50% do passe do jogador brasileiro - a outra metade já pertencia ao Sporting.

 

Elias deixa Alvalade seis meses depois de ter voltado ao clube. Em 16 jogos oficiais, fez dois golos.

 

 

***Em nota separada, o Sporting fez outra "vassourada", chegando a acordo com o Club Atlético Boca Juniors para a cessação do contrato de empréstimo de Marcelo Meli.

 

Uma tomada de decisão com duas faces - a do Verão e a de agora - que eu até agradecia que me fosse explicada em linguagem simples e compreensível, dado que se contrata um jogador para o devolver passado seis meses sem praticamente o ver jogar. Meli alinhou 9 minutos contra o Arouca a contar para a Taça da Liga e 7 minutos contra o Praiense para a Taça de Portugal. Nada menos do que incrível !

 

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publicado às 09:59

Quem é o preferido do SLB, quem é ?

Ricardo Leão, em 28.01.17

 

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Ainda há dúvidas?

 

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publicado às 09:58

Leoas são elas

Rui Gomes, em 28.01.17

 

 

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 Ana Sofia

 

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publicado às 03:56

"Os outros não nos deixam ganhar"

Rui Gomes, em 28.01.17

 

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Vamos passar a vida nisto, a apontar a responsabilidade exclusivamente a terceiros para desculpar as nossas insuficiências ?

 

Parece que Jorge Jesus não sabe outro discurso, ou melhor, o seu enorme ego não me permite interiorizar as frustrações pessoais e analisar com maior objectividade o todo de uma época mal concebida por ele e pelo presidente. Os dois principais responsáveis pelo paupérrimo planeamento da campanha em curso.

 

Durante este mês de Janeiro, em vez de nos preocuparmos com revigorar as "tropas" e coordenar esforços para enfrentar o resto da temporada, passamos os dias a tentar transferir flops que chegaram a Alvalade por obra destes dois pseudo-líderes e, em simultâneo, culpar tudo e todos menos a nós próprios pelos insucessos à vista.

 

Eis o que o treinador teve para dizer na usual conferência de imprensa pré-jogo:

 

«As derrotas não favorecem ninguém. Também vimos de algumas, vimos de um empate na Madeira em que a equipa de arbitragem nos tirou a vitória. Não é a mesma coisa quando se ganha, as vitórias moralizam. A equipa de arbitragem não nos deixou ganhar e isso deixa os jogadores intranquilos e afecta emocionalmente a equipa. Estamos emocionalmente pior porque não estamos a ganhar, porque os outros não nos deixam ganhar.

 

Não me posso esquecer que o Sporting andou até à 13ª jornada na frente e na luta pelo primeiro lugar. Depois as coisas não correram bem, mas não passa só pelo William e pelo Adrien, passa por todos. Quando não se ganha perdes confiança e é natural que as equipas e os jogadores tenham menor rendimento. Quando não vais ganhando e muitas vezes por culpa de terceiros vais atravessando uma fase menor em termos de confiança».

 

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publicado às 03:53

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 27.01.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

Spyker C9 Prelator - 350 mil dólares

 

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publicado às 21:56

 

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Augusto Inácio, Daniel Podence e Franciso Geraldes foram alvo de diversas manifestações de sportinguistas por terem estado na origem da eliminação do Benfica da Taça da Liga. Ribeiro e Castro -antigo vice-presidente do Benfica - desvaloriza todas as declarações públicas associadas à rivalidade existente entre os dois emblemas, mas não fica por aqui, alimentando-a à sua medida:

 

"O Sporting está muito longe. Isso faz parte das piadas de segunda-feira, quando o futebol se jogava ao domingo. São prémios de consolação, nada mais que isso. O Sporting tem outros problemas para resolver. É sempre limitativo aqueles que se alegram com o mal dos outros, é porque não têm bem próprio para se contentarem. Lembro os adeptos do Sporting que o rival mais perto é o FC Porto e é o adversário que mais pressiona na Liga.

 

Havia até uma grande piada de que o Inácio não via a Benfica TV, quando era comentador, e isso até deu uma grande polémica (Não sejas Inácio). Eu acho que ele viu muito a BTV, conhecia bem o estilo de jogo do Benfica e naturalmente planeou bem o jogo e acho que a vitória de ontem tem muito mérito dele».

 

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publicado às 17:56

O sportinguista tem medo de ter sucesso

Drake Wilson, em 27.01.17

 

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*Recentemente, o meu estimado colega Ricardo Leão escreveu um artigo onde destacou uma frase do célebre filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Original, de facto, e nem a propósito...

 

Desconheço se a maioria dos leitores partilham da minha opinião, mas amiúde dou por mim a pensar que nós, adeptos do Sporting, somos provavelmente os adeptos de Futebol mais complicados deste planeta. Talvez por responsabilidade da génese de Alvalade ou pelos moldes como desenvolvemos a nossa militância clubística perante expectativas e fracassos constantes. Talvez mesmo pela incessante imprescindibilidade de identificar responsáveis por crises auto-infligidas, em que a culpa é sempre “daqueles que por cá passaram”. Por vezes, personificamos dilemas semelhantes à ambição de Infante Dom Henrique como da obra non-sense de Friedrich Nietzsche – ora somos progressistas e inovadores ao nível do Quinto Império, ora colapsamos tragicamente agarrados a um cavalo, pela demência dos diversos dogmas que acreditamos serem reais. Infelizmente, tanto a glória dos feitos do Infante fazem parte de um passado, como a obra do filósofo alemão inflige a demência do autor a quem a tenta compreender. Um, realizou e alguém por ele relatou. O outro, relatou como realidade aquilo que nunca foi realizável, nem muito menos real – triste sina de quem alguma vez tentou compreender Nietzsche.

 

O Sporting já vive cheio de dogmas. De doutrinas. De prescrições. O passado glorioso da década de 50 é um dogma. Os Campeonatos de Portugal são um dogma. A formação e o seu real aproveitamento é um dogma. A equipa B é um dogma. Comparar Sporting com Barcelona é um dogma. Treinador “7 Milhões” é um dogma. As cadeiras e o relvado do Estádio são um dogma. A recuperação financeira é um dogma. José Eduardo é um dogma. Dogmas para dar e vender, que tanto entretenimento como mediocridade nos confunde e nos embebeda. O Sporting transformou-se no Clube da discórdia porque religiosamente deixámos que o Dogma se alimentasse ao longo destes anos, perante o inebriamento da palavra do papagaio no poleiro que sabe o que diz, mas não sabe como fazer. Toda esta classe de dirigismo a que o Sporting se tem entregue ao longo das últimas duas décadas, surgiu envergando um manto de grandeza. A verdade, é que com eles ou sem eles, o Sporting continua exactamente igual – perante a falência de um trajecto delineado, percebe-se que afinal não existia consistência alguma, ou projecto algum. Existiam um conjunto de ideias – uma série de Dogmas e problemas de puberdade mal resolvidos – e nada mais. Parafraseando aquele que eu gostaria de um dia ver à frente dos destinos do meu Clube, estes dirigentes foram e são “um nojo de A a Z”.

 

Waterloo, e a teoria de como o Sporting nunca aprende.

 

Perdoa-se Elias. Faz-se um cortejo no aeroporto a Markovic. Despreza-se a formação. Louva-se a Jesus. Uma pré-época do mais amador que poderia haver. Tudo isto ao som da balada de André, com o adorno orgásmico da poesia de Carvalho e a prosa desatinada de Saraiva. Renovam-se os lugares anuais. Eleva-se a esperança. Épico, como o desembarque na Normadia. Afinal, nada mais do que uma espécie de Napoleão em Waterloo, em que tudo apontava para a tragédia mesmo antes de esta acontecer. Não funcionou? Ok, vamos desfazer e voltar a fazer, exactamente ao contrário. Rua Elias, rua Markovic, bem-vinda rapaziada da formação que tanta felicidade proporcionou a quem de vós usufruiu. Pode ser que assim funcione… Em Setembro de 2016, lá dizia eu algumas coisas a este respeito. A resposta foi esta: “…o projecto actual pode não ser ao gosto do Drake Wilson, mas os sportinguistas o que querem é vitórias. É difícil construir um projecto melhor que este.” Afinal, estimado leitor, o que nos trouxe este projecto?

 

Ninguém percebe porque corre tudo mal no Sporting?

 

Tudo corre mal porque o Sporting tem sido gerido por um tal feudo de amigalhaços solidários entre si, alimentados pela esperança de uma massa adepta que não tem culpa de ter escolhido ser sportinguista. Estes feudais, colocam os dogmas em cima da mesa para que o debate entre adeptos se circunscreva em torno de assuntos para os quais não existe resposta, ou assuntos que simplesmente não têm qualquer tipo de interesse. Os adeptos não entendem, mas ficam felizes porque aparenta que “quem de direito diz que é bom”. Não se discute o futuro do Clube, mas discute-se o passado. Ninguém percebe. Somos fantásticos na formação onde coleccionamos títulos, mas poucos são aproveitados para o plantel sénior, exceptuando quando uma época corre mal. Ninguém percebe. Não se discute uma liderança actual, porque simplesmente as anteriores eram piores. Ninguém percebe. A reestruturação financeira é óptima, mas nada mais reduziu do que encargos de tesouraria imediatos. Ninguém percebe. Em Março de 2016 existiam cerca de €134 Milhões em financiamentos a curto e longo prazo, com reservas  acumuladas de €194 Milhões negativos. Ninguém percebe. Constrói-se um pavilhão, com um Director de Encargos que faz parte da Comissão de Honra da actual presidência. Ninguém percebe. Em 2008, o Passivo situava-se nos €150 Milhões, em 2016 apresentou-se a descoberto não-consolidado nos €390 Milhões. Ninguém percebe. 

 

O problema, estimado leitor, não é Bruno de Carvalho. É tudo isto, que ninguém muda. O actual presidente inclusivé.

 

A disciplina do Dogma

 

Tal como em diversas disciplinas da nossa sociedade e da própria vida, é a servidão de um adepto por um Dogma que torna irrealizável qualquer possibilidade de vanguarda. O indivíduo que vive envolvido dogmaticamente com o que acredita, apenas discute o que é periférico. Inibe toda a sua capacidade intelectual e torna-se refém do obsoleto fora-de-prazo. A vanguarda está presente diariamente na vida de todos nós, e é inversamente proporcional à capacidade de um ser humano comum em se adaptar a circunstâncias e progredir – por esse motivo, e por ser esta tão bem explorada por quem a desenvolve, a vanguarda se torna, de facto, cara. Porque para além de depender da genialidade de quem a materializa, é inclusivamente rara.

 

As minhas confidências com o estimado leitor, terminam com algo que defendo há alguns anos: para colocar o Sporting no mapa, o Sporting tem de chamar a si não apenas aqueles que têm desenhado o mapa do Futebol nos últimos anos, como aqueles que têm dado provas na sua vida profissional por este mundo fora, e que são tão sportinguistas quanto nós. Acabar com a esta clandestinidade promovida por actores incompetentes, rasgar o papel de “ser tão grandes quanto os maiores da Europa” e definir uma estratégia autónoma de redimensionamento, afim de promover a discussão contínua de títulos num prazo dos próximos 10 anos, não ano a ano. Se tivermos de perder a maioria do Capital Social, e como tal, sermos geridos por Administradores competentes umbilicalmente ligados ao desenvolvimento e sucesso da marca Sporting, por mim seria já.

 

Portugal foi uma grande nação no passado. Hoje, divaga no podium do País mais pobre da Europa. Temos de acabar definitivamente com este tal encorajamento de vitória por encomenda e grandiosidade do passado, senão um dia, sem percebermos, o Sporting também acaba.

 

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publicado às 14:00

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