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Alguns dos que já sairam de Alvalade poderão ainda valer mais uns milhões ao Sporting, em conjunto, devido a cláusulas de performance nos seus contratos de transferência. No total, cerca de 2,25 milhões de euros:

 

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Leonardo Jardim - 250 mil euros pela conquista da Ligue 1 e 500 mil pela Liga dos Campeões.

 

Cédric Soares - a cada 15 jogos como titular rende 250 mil euros, sendo que neste momento já realizou 30 partidas.

 

Islam Slimani - a cada 15 jogos como titular rende 500 mil euros, sendo que neste momento já realizou precisamente 15 partidas nessa condição.

 

***Pela informação disponível não é claro se as cláusulas de Cédric e Slimani especificam participação como titular ou ainda como suplente utilizado. Neste último cenário, os números de Slimani vão para o dobro. Contudo, creio que a condição implica titularidade.

 

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publicado às 05:32

 

A missão é difícil, mas o Tottenham não parece disposto a desistir. Este domingo, no sempre complicado dérbi com o eterno rival Arsenal, os Spurs venceram por 2-0 e continuam a 4 pontos do líder Chelsea, isto quando faltam disputar quatro jogos até ao final da Premier League.

Um triunfo justo dos Spurs, conseguido com dois golos no espaço de três minutos, por intermédio dos 'suspeitos do costume' para os lados de White Hart Lane. Dele Alli abriu a contenda aos 55', tendo Harry Kane ampliado e fixado o resultado final aos 58', na conversão de uma grande penalidade.

 

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Este dérbi, diga-se, teve um sabor duplamente especial para os spurs, já que, para lá de terem conseguido ultrapassar o rival, também se despedem da melhor forma de White Hart Lane nesta intensa rivalidade. É que este foi o derradeiro dérbi do norte de Londres no atual reduto, que no final do ano irá ser 'abandonado' pelo Tottenham. Por outro lado, pela primeira vez em 22 anos, os Spurs conseguem terminar a Premier League à frente do Arsenal, colocando o ponto final numa sequência que há muito perdurava no futebol da capital.
 
O Tottenham regista a defesa menos batida da Premier, com apenas 22 golos sofridos nos 34 jogos realizados até ao momento. Ofensivamente, com 71 golos marcados, situa-se apenas a um do líder Chelsea.
 
Indubitável, é a valorosa contribuição de Eric Dier, que em todas as competições regista 42 jogos como titular e 2 como suplente utilizado, acumulando 3748 minutos de jogo (média de 85,2 minutos por jogo), com 2 golos marcados.
 
Exclusivamente na Liga inglesa, verificam-se 30 jogos como titular e 2 como suplente utilizado, acumulando 2701 minutos de jogo (média de 84,4 minutos por jogo), com 2 golos marcados.
 
Não surpreende minimamente que, entre outros, o Manchester United de José Mourinho esteja interessado em contratar o jovem formado no Sporting este Verão, negócio, que se vier a concretizar, nunca será por menos de 40 milhões de euros.
 

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publicado às 05:31

Futebol com humor à mistura (20)

Rui Gomes, em 02.05.17

 

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A segunda edição de comentários humorísticos de Rogério Casanova, jornal Expresso, sobre a performance dos jogadores do Sporting no jogo contra o SC Braga:

 

William Carvalho


Fernando Pessoa (bom começo de texto, muito promissor; vamos ver o que nos guarda o resto do parágrafo), Fernando Pessoa, dizia, definiu a sátira como a capacidade para traduzir um objecto, sem erro de tradução, para algo que, mantendo as propriedades intactas, é inferior a si próprio. O audacioso projecto estético de William Carvalho na primeira parte do jogo de hoje foi isto: mimetizar acrobaticamente a incompetência em tarefas especializadas - como Chaplin (bom parêntesis, este, muito pertinente) - apresentando-nos uma versão atenuada de faculdades ainda assim reconhecíveis como as suas. Veja-se por exemplo, a maneira como substituiu os seus rodopios episcopais pelos gestos típicos de quem ficou com a bengala presa entre duas pedras da calçada! Ou a maneira versátil como divulgou passes longos na primeira parte: alguns foram parar a adversários; outros a colegas, mas em posição de fora-de-jogo; outros ainda à linha lateral, ou à bandeirola de canto. Na segunda parte sentiu a exaustão própria dos projectos avant-garde e jogou melhor; mas a obra fica, para sempre.

 

Gelson Martins


Criou praticamente todos os desequilíbrios da equipa: ganhou as costas à defesa do Braga inúmeras vezes, sofreu o penalty, obrigou Schelotto a cruzar bem no lance do golo decisivo e mostrou, no geral, uma indisfarçável incapacidade para esgotar a pilha, como uma daquelas sondas da NASA cujo prazo de validade devia expirar a seguir a Júpiter, mas que por motivos misteriosos continuam a funcionar até à Cintura de Kuiper, já depois de o programa ter sido encerrado, transmitindo informação específica sobre a percentagem de metano e amónio nos tornozelos de laterais-esquerdos distantes.

 

Adrien


A energia e a vontade estão lá (a espaços); o esclarecimento em alta rotação é que só aparece de vez em quando. Por muito que nos custe (e em grande parte pela sucessão de lesões), foi o principal impulsionador do processo de gentrificação ocorrido no meio-campo do Sporting: o bairro tradicional da época anterior é agora uma realidade com dinâmicas sociais tão alteradas que qualquer turista se sente mais confortável que os antigos moradores. De jogos em que Adrien parecia liderar a orquestra na Cavalgada das Valquíria, passámos a vê-lo sozinho em casa a martelar num xilofone. Não é que tenha feito um jogo péssimo (como fez há duas semanas); é só que, para isto funcionar, precisamos dele a um nível sobrenatural.

 

Bruno César


Foi o marcador de cantos de serviço - o que nos primeiros 45 minutos foi um emprego a tempo inteiro. Conseguiu marcá-los todos bem e ao mesmo tempo não criar qualquer perigo com nenhum, no fundo um bom resumo da sua exibição. Numa época em que a sua versatilidade competente foi testada até aos limites do absurdo, não seria má ideia enviá-lo uns tempos para o Luso.

 

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publicado às 05:30

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 01.05.17

 

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 Um dos carros mais caros do Mundo

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publicado às 22:30

Ponto de vista nortenho

Rui Gomes, em 01.05.17

 

Estava escrito nos editoriais que aos broncos nortenhos estava destinada a autoria do primeiro acto trágico do futebol português.

 

Os ingleses chamam-lhe "bias". Significa influenciar o modo de contar uma história, distorcê-la para favorecer um ponto de vista ou reforçar um preconceito. "Bias" é parente do viés português, que quer dizer esguelha, soslaio, enviesar, mas o verbo manipular é o que mais se aproxima do tal "bias", embora sem a mesma leveza. Vem isto a propósito da morte do adepto do Sporting nas imediações do Estádio da Luz.

 

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Durante anos, desde que há Imprensa livre e sobretudo desde que há televisão privada, a opinião pública foi sendo preparada para a eventualidade de a primeira morte entre adeptos acontecer às mãos dum adepto do Porto. Cada escaramuça, cada distúrbio numa estação de serviço da A1 continha em si o eco premonitório da tragédia, ao passo que os mesmos factos a Sul eram objecto de tratamento menos histérico.

 

Nos anos noventa havia quem jurasse em Lisboa que Pinto da Costa se movimentava escoltado por capangas de Kalashnikov, e que a polícia fechava os olhos por medo. A ideia duma violência cega, exclusiva do Porto, enquanto a de outros se situava no limite do desmando tolerável, encontrou terreno fértil e ascendeu ao tabuleiro do mito urbano. Como se trezentos quilómetros bastassem para criar o abominável grunho do norte e o inócuo grunho do sul, mais concretamente da Segunda Circular. Ou como se o grunho do futebol não fosse uma categoria sociológica universal, de Buenos Aires a Moscovo, mas uma bizarria indígena que medra a norte do sistema Montejunto-Estrela, como um cardo bravio.

 

Estava escrito nos editoriais que aos broncos nortenhos estava destinada a autoria do primeiro acto trágico do futebol português. Mas, por ironia macabra, ele aconteceu numa final de Taça entre Benfica e Sporting. Lisboa indignou-se, desdobrou-se em condenações e votos de pedagogia, mas, lá no fundo, essa Lisboa remoeu a perplexidade de não ter sido um grunho do Norte a lançar a primeira tocha. Recentemente, quando um árbitro foi agredido sem dó num jogo do Canelas, a cena passou em "loop" na televisão até à náusea - por certo com fins profiláticos. Ou talvez não se tratasse de profilaxia, nem de defesa da arbitragem, nem de responsabilização dos clubes, mas de cupidez noticiosa pela ligação do agressor a uma claque do Porto. Agora, perante a morte deste adepto, o país jornalístico, ciente do peso da sua clientela maioritária, exibe uma espécie de embaraço etnocêntrico e remete-se a uma contenção responsável.

 

Estivesse um grunho do Porto sob suspeita num caso semelhante e quase aposto que circulariam já imagens provenientes de misteriosas fugas na investigação policial. Lembrei-me daquela senhora de Oeiras num qualquer telejornal, quando os jovens finalistas causaram estragos em Torremolinos. Dizia ela, com a distinção de que só as damas da Linha são capazes, que tinha falado com o filho ao telefone, tendo ele garantido que tudo aquilo era obra dum pequeno grupo do Norte. E por causa desses pecadores pagavam os justos do Sul. Ah, o Norte, esse grosseirão sem emenda.

 

 

Artigo da autoria de Carlos Tê, jornal O Jogo

 

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publicado às 17:38

Futebol com humor à mistura (19)

Rui Gomes, em 01.05.17

 

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Mais uma edição de comentários humorísticos da autoria de Rogério Casanova, jornal Expresso, sobre a performance dos jogadores do Sporting na última jornada, diante o SC Braga:

 
 

Rui Patrício


Imbatível, mais uma vez, a efectuar os gestos necessários para recuperar a bola do fundo das redes e devolvê-la ao centro do terreno. Insuperável, como sempre, no esporádico resgate aéreo de bolas inofensivas. Inactivo, como é habitual, durante grande parte do jogo. Isento, para não variar, de quaisquer culpas em ambos os golos sofridos. Imutável - demonstravelmente imutável - este estado de coisas (e de parágrafos), pelo menos a curto prazo.

 

Schelotto


É um cenário muito comum na época estival. Imaginem uma mosca a desenhar as suas parábolas contra uma parede branca. Procuramos acertar-lhe furtivamente com um exemplar enrolado da Dica da Semana; falhamos; voltamos a tentar; a mosca elude quatro ou cinco ataques; a nossa exasperação aumenta - e a violência das tentativas também, até ao ponto em que a Dica da Semana já retém poucas das propriedades essenciais de um objecto sólido, ao contrário da mosca, cujos ziguezagues erráticos são agora ainda mais enérgicos. À medida que este ciclo progride, a mosca terá consciência de participar num "ciclo"? Será capaz de monitorizar o comportamento repetitivo do agressor? De sentir a ameaça de uma conspiração organizada contra os seus melhores interesses? De formular e/ou assimilar conceitos como "potência hostil" ou "ataque concertado"? Mudando de assunto: Schelotto fez a assistência para o golo da vitória.

 

Coates


Os centrais, como os agentes da autoridade em filmes policiais, avaliam-se enquanto duplas e não isoladamente. Coates é claramente um protagonista, e o ideal seria ter um sidekick fiável e discreto, que se contentasse em ter as provas já todas recolhidas num saquinho de plástico quando ele chega à cena do crime, ainda despenteado e com o hálito a cheirar a whisky - razão pela qual sentimos intuitivamente que Paulo Oliveira é um melhor parceiro do que esse Mel Gibson em Arma Mortífera chamado Ruben Semedo. Hoje, no entanto, Coates foi forçado a cumprir várias tarefas administrativas sozinho, quase sempre bem, mas by the book - e sem tempo livre para avarias extra-curriculares.

 

Paulo Oliveira


A característica mais notável nos cortes ou desarmes de Coates é que os adversários parecem ir direitos a ele. O mesmo nunca acontece com Paulo Oliveira: cada desarme é uma transpiradíssimia espargata em carrinho, a decepar folhas de relva à sua frente, até a bomba ser desactivada no último segundo. É um jogador cuja competência floresce em esforço. E é também um jogador demonstravelmente sem sorte nenhuma. Não é o único, e até é possível fazer boas carreiras internacionais com este problema. Jamie Carragher, por exemplo, era um jogador com pouca sorte, e teve uma carreira digna. Foi-se safando, Jamie Carragher. Pode ser que Paulo Oliveira tenha a mesma sorte, dentro do azar que o acompanhará para sempre.

 

Zeegelaar


É forte, é ágil, tem poder atlético, é veloz, joga razoavelmente com os dois pés. Esteve geralmente bem a controlar a profundidade na defesa. Fez pelo menos dois cortes importantes. No lance do golo, ganhou a bola sozinho, na persistência, a dois adversários, progrediu uns metros e fez um cruzamento tecnicamente perfeito para Dost. Deve, em suma, ser dispensado o mais depressa possível, de preferência ainda esta semana.

 

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publicado às 15:25

 

 

Manuel Fernandes revelou pormenores dos incidentes no túnel de Alvalade entre o árbitro Artur Soares Dias e dirigentes do Benfica. O comentador da SIC disse no programa "Play-Off" que Rui Costa foi violento com a equipa de arbitragem.

 

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publicado às 12:55

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 01.05.17

 

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publicado às 12:36

Os homens da bola (26)

Rui Gomes, em 01.05.17

 

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«Se o Conselho de Arbitragem não faz nada para os erros que se fazem por esses campos fora, eu pedia ao Ministério Público, às entidades judiciais, para verem o que se passa no jogo. Ou os árbitros erram e têm de ser punidos pelo Conselho de Arbitragem, ou se deixa passar, e têm de entrar as entidades judiciais, e, de facto, apurar o que se passa para tanto erro. Peço ao Ministério Público que entre em campo, porque esta é uma liga desvirtuada.

Acredito que há bons árbitros, mas se há bons árbitros e aqueles que não cumprem, o Conselho de Arbitragem tem de fazer alguma coisa. Se não o fizer algo está mal e então é desvirtuada a Liga. Esta classificação é uma mentira. Hoje em dia, os jogos são muitas das vezes decididos não tanto pelos árbitros, mas pelos assistentes.
 
O SC Braga tem sido prejudicado ao longo desta segunda volta em 10 pontos subtraídos. Nos últimos seis jogos, tivemos cinco penáltis contra nós. Ainda na semana passada [no jogo contra o Paços de Ferreira, que o Sporting de Braga perdeu por 3-1], tivemos um penálti marcado um metro e meio fora da área. Ontem (sábado), em Guimarães, no jogo da equipa B (derrota por 2-1) tivemos um penálti que deve ser para os 'apanhados da televisão'».
 
 
António Salvador - presidente do SC Braga - após o jogo com o Sporting.
 
 
Ainda sobre o tema de arbitragem, eis o que Vítor Oliveira - treinador do Portimonense que já garantiu a promoção à I Liga - teve para dizer sobre a nomeação de Hélder Malheiro para o Portimonense-Leixões de sábado. O árbitro lisboeta dirigiu o Freamunde-Penafiel da última jornada, jogo que está a ser investigado por eventual combinação de resultados e no qual o árbitro foi visado:
 
 «Toda a gente ficou surpreendida, não fui só eu. Numa semana em que está a decorrer um inquérito na Polícia Judiciária... não entendo o critério. Não temos nada contra Hélder Malheiro ou outro árbitro, mas se isto acontecesse com Benfica, Sporting ou FC Porto, é certo que íamos ver vídeos e mesas-redondas toda a semana».
 

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publicado às 05:26

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 01.05.17

 

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«O problema (defensivo) não é o sistema de jogo, o problema é a falta de equilíbrio na equipa. O ano passado tínhamos um Slimani e João Mário no onze, com um Brian que vindo da Liga inglesa tinha ritmo. Portanto, em dez jogadores de campo, apenas Teo não ajudava a recuperar bolas e o William é lento.

 

Este ano temos um Brian que se arrasta, um Dost que é um jogdor pesado, lento, o William, e o Alan Ruiz. Sobra o Adrien e o Gelson. Este último, como está sempre a ser solicitado para o ataque, poucas vezes tem tempo para vir ajudar a defesa. Ou seja, de 6 jogadores que não fazem parte da defesa, só Adrien tem ritmo para ajudar no processo defensivo.

 

Para atacar, incluindo os laterais, são 8 jogadores disponíveis, para defender temos 5 mais o William. É pouco. Por isso Alan Ruiz não me convence no onze, apesar dos golos que marca. Se tivesse vindo o ano passado teria sido brilhante pois era o companheiro que Slimani precisava. Mas este ano, face à falta de ritmo dos outros jogadores do onze, era necessário um jogador com mais intensidade que Alan Ruiz. Brian é bom jogador, mas pelo mesmo motivo que Alan, não se enquadra neste onze. Acho Bruno César um jogador esforçado, mas com pouca qualidade técnica para ser titular se se quer ser campeão. Como costumo dizer, é um bom suplente.


Depois falta um jogador que saiba marcar livres directos no Onze! Vamos terminar o campeonato sem ter um golo marcado de livre directo. O último que me lembro foi do Tanaka.Se dúvidas houvesse sobre como um livre pode dar pontos ou desbloquear jogos, vimos como o Benfica se safou em Alvalade. Portanto, em suma, falta um plantel equilibrado».

 

 

Leitor: SMCM no post "Hat-trick" de Bas Dost resolve.

 

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publicado às 05:25

 

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A selecção portuguesa de futebol de praia ficou em situação mais difícil para renovar o título de campeã do mundo, após a derrota por 5-3 ante o Paraguai, na segunda jornada do Grupo C do Mundial, a decorrer nas Bahamas.

 

Portugal, que nunca esteve em vantagem, terminou o primeiro período empatado 1-1 e o segundo 2-2, sofrendo depois um parcial de 3-1.

 

Na estreia, na sexta-feira, Portugal goleou o Panamá por 7-0, e na terça-feira terá um decisivo jogo com os Emirados Árabes Unidos, que bateram o Paraguai, por 3-2. Os dois primeiros de cada grupo passam aos quartos-de-final.

 

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publicado às 05:24

Sporting vence Juventude de Viana

Rui Gomes, em 01.05.17

 

Com uma vitória este domingo sobre a Juventude de Viana, por 5-3, a equipa de hóquei em patins do Sporting cimentou o quarto lugar no campeonato nacional, ainda com cinco jogos por disputar.

 

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Em Alverca, os comandos de Paulo Freitas fizeram funcionar o marcador através de Sergi Miras (5'), Poka (7' e 43') e Pedro Gil (37' e 48'). Na próxima jornada, a 22.ª da prova, o Sporting visita o reduto do FC Porto.

 

A Oliveirense lidera a classificação, com 57 pontos, seguida pelo Benfica, com 56 e FC Porto com 55. O Sporting soma 48 pontos.

 

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publicado às 05:23

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