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Breves do Sporting

Rui Gomes, em 02.08.17

 

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- O processo negocial que pode levar Bryan Ruiz para o Al-Ahli, da Arábia Saudita, tem vindo a conhecer complicações inerentes às exigências do internacional costa-riquenho, que tem torcido o nariz à possibilidade de prosseguir a sua carreira no Médio Oriente. Tudo porque Bryan Ruiz entende que ainda pode efectuar mais uma ou duas temporadas na Europa e só então equacionar uma mudança para a referida parte do globo.

 

- Marvin Zeegelaar está de saída do Sporting, mas tal processo não está a revelar-se simples, muito embora  Surgiu um novo interessado no lateral-esquerdo: o Hull City, já encetou contactos com a SAD, mas ainda não há entendimento à vista. As informações apuradas apontam para uma diferença de base sobre os moldes da transferência. Os ingleses pretendem adquirir Marvin por empréstimo, ao passo que o Sporting admite negociar o defesa holandês somente a título definitivo. Contudo, haverá uma nova ronda de negociações, sem esquecer que o canhoto tem mais mercado não só em Inglaterra, mas também noutras ligas europeias. O preço estipulado pelo Sporting é de cinco milhões de euros.

 

- William Carvalho cedeu a braçadeira de capitão a Rui Patrício no Troféu Cinco Violinos, contra a Fiorentina, sábado passado, e adensou o mistério sobre a possibilidade de o médio e o seu habitual parceiro, Adrien, deixarem o Sporting nas próximas semanas e forçarem à reformulação do lote de três capitães. Desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade, a dupla do miolo tem envergado a braçadeira, pois o técnico não gosta que seja um guarda-redes a fazê-lo, mas com os italianos e com William no onze, coube a honra a Rui Patrício.

 

- Sporting estará em negociações com o Boca Juniors pelo avançado argentino Cristian Pavón. O empresário do jogador confirmou que não houve acordo com o Zenit e com o Nápoles e que agora há conversações com o Sporting. O problema principal é que o clube argentino continua a exigir o valor da cláusula, fixo em 18 milhões de euros. Por sua vez, o Sporting tenta baixar esse valor incluindo Jonathan Silva nas negociações.

 

- Esta quarta-feira pode revelar-se decisiva relativamete ao processo que poderá fazer Ristovski o décimo primeiro reforço do Sporting para a época 2017/2018. O Rijeka, clube detentor do passe do lateral-direito internacional pela Macedónia, recebe esta noite o Red Bull Salzburg, na 2.ª mão da 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, e se é verdade que até traz um resultado positivo da primeira mão (1-1), na realidade um afastamento precoce da Champions, com consequente passagem ao play off da Liga Europa, deverá ditar uma mudança no comportamento do campeão croata, desportiva e financeiramente falando. Na primeira abordagem entre clubes, o Rijeka exigiu 3.5 milhões pelo passe do extremo.

 

- Segundo o jornal Birmingham Mail, Simeon Slavchev não convenceu o treinador do Birmingham City, Harry Redknapp, e foi devolvido ao Sporting após um período à experiência no clube da segunda divisão de Inglaterra.

 

- O Sporting revelou que 27 mil GAMEBOXES já foram vendidas e que faltam vender as últimas 3000 unidades para o limite máximo de 30 mil.

 

BANCADA A: CENTRAL | disponível - LATERAL | disponível - SUPERIOR | apenas norte

 

BANCADA B: CENTRAL | disponível - LATERAL | últimos lugares - SUPERIOR | esgotado

 

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publicado às 14:42

Lei interditada

Rui Gomes, em 02.08.17

 

O processo é este: viola-se a lei durante 13 anos, manda-se o IPDJ pentear macacos, muda-se umas linhas num regulamento e, pronto, caso encerrado.

 

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Uma pergunta ingénua para o Sr. secretário de Estado da Juventude e do Desporto. Imaginemos que, amanhã, um clube profissional permite que se forme, lá dentro de casa, uma claque. Essa claque recusa legalizar-se. Apesar disso, e violando a lei, o clube permite-lhe que entre no estádio com toda a parafernália das claques: bandeiras, bombos, lonas, panos, etc. Vão repetir-se alegações de que até lhe fornece dinheiro e géneros. Isto vai repetir-se todos os jogos, durante os próximos 13 anos, de maneira franca e aberta, comprovável a olho nu por qualquer pessoa com acesso a um televisor. No fim desse tempo, o ruído já vai alto e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) chama o clube ao lado, para lhe sussurrar: "Faz lá umas mudanças no regulamento do estádio, que estes gajos são muito chatos."

 

À terceira ou quarta insistência, o clube lá aceita rasurar o papelito e, pronto, o executor da lei fez o seu trabalho. É mesmo assim que funciona? É assim que se aplicam as leis de segurança no desporto? Mesmo quando está em causa a claque-fantasma que, segundo os registos da polícia (revista "Sábado" de 4 de Maio último), é responsável pelo maior número de incidentes no desporto nacional, a uma larga distância das outras? A partir do momento em que o IPDJ decidiu estabelecer estes recordes olímpicos da paciência e da compreensão no caso Benfica, por que diabo hão de os clubes preocupar-se em respeitar a lei? Qual será a justificação do IPDJ para lhes interditar um estádio?

 

E da próxima vez que um ministro vier anunciar um novo pacote legislativo para garantir a segurança no desporto - talvez por ocasião da morte de mais um adepto -, esperemos que posicionem um caixote de lixo perto. Para haver um ganho de eficiência.

 

 

José Manuel Ribeiro, jornal O Jogo

 

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publicado às 10:01

 

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"Este gajo só inventa". Se conhecer um adepto que nunca proferiu a frase anterior, esqueça - não é um verdadeiro adepto. Faz parte do futebol (bom, na realidade, da natureza do ser humano) a aversão à mudança, especialmente a que rompe radicalmente com o que está estabelecido.

 

Mas, se olharmos bem para o assunto, o que é um treinador se não um inventor? Vejamos: do zero, ou perante o que existia na época anterior, tem de inventar na sua cabeça um modelo de jogo, com dezenas de posicionamentos e referências de um qualquer sistema, para depois passá-lo para a cabeça de 20 e tal jogadores que irão colocá-lo em prática, nos treinos e nos jogos. É ou não é “inventar”?

 

Nesta pré-época, a grande invenção surgiu, como habitualmente, da cabeça de Jorge Jesus. Contra o Basileia e contra o V. Guimarães, o Sporting tentou o 1-3-4-3 (às vezes é ignorado, mas o guarda-redes também faz parte dos números), um sistema que não era visto em Portugal (tirando uma ou outra utilização esporádica, na Liga dos Campeões da época passada, pelo mesmo Sporting) desde 2005/06, quando o holandês Co Adriaanse o implementou (às vezes até 1-3-3-4) no FC Porto e foi campeão, apesar da — claro está — contestação dos adeptos.

 

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A verdade é que, ultimamente, o 1-3-4-3 de influência holandesa tem ressurgido em força. Johan Cruyff foi o primeiro a implementá-lo no Barcelona (onde as camadas jovens são ensinadas a jogar primeiro em 1-3-4-3 e só depois em 1-4-3-3), nos anos 90, e Pep Guardiola seguiu a tendência, ainda que de forma menos regular, na Catalunha e em Munique, tal como o rival Thomas Tuchel, no Borussia de Dortmund.

 

Mas o grande impulso para o ressurgimento do sistema (ainda que com algumas nuances diferentes, incluindo um espírito bem mais defensivo) foi outro: o Chelsea de António Conte. Depois de um início de época desastroso, o treinador italiano — que já tinha utilizado o 1-3-5-2 na Juventus — aproveitou uma derrota contra o Arsenal, no final de Setembro, para introduzir o novo alinhamento e... vencer o campeonato inglês. “Não é o meu preferido. O meu sistema preferido é o que permita que a minha equipa vença”, explicou o italiano, pouco dado a “romantismos” ideológicos.

 

Desde então, uma vez que é difícil contrariá-lo, muitas equipas procuraram replicá-lo: Tottenham (foi assim que Pochettino conseguiu derrotar o Chelsea), West Ham e até o Manchester United de Mourinho.

 

E, em Portugal, Jorge Jesus, que tem sido um influenciador do (nosso) jogo e que disse isto: “O 4-3-3 é o sistema mais fácil de anular.” Culturalmente, o 1-4-3-3 sempre foi mais utilizado em Portugal, até por permitir uma ocupação mais racional do espaço, mesmo que o treinador não imprima grande grau de pormenor aos posicionamentos.

 

Mas, actualmente, quantas equipas jogam em 1-4-4-2, depois de Jesus o ter introduzido no Benfica? Inúmeras. E, agora, Jesus tenta voltar a um sistema que utilizou em 1995/96, no Felgueiras, depois de ter ido a Barcelona perceber as ideias de Cruyff — “uma equipa que me apaixonou”, explicou mais tarde. Porquê? Talvez porque, na verdade, em termos estratégicos, quanto mais vezes se joga contra determinado sistema e equipa, mais eficaz se é a anulá-lo, especialmente quando os praticantes não diferem muito de nível (aliás, no futebol moderno, há estrategas de classe mundial - como Mourinho, claro) - ou seja, tudo tem de evoluir.

 

O 1-3-4-3 é um sistema perfeito para quem quer mandar no jogo, porque permite, em organização ofensiva, ter muitos jogadores no corredor central, entre os sectores adversários, pelo que as opções de passe para o portador são sempre maiores e diversas — com a largura a ser proporcionada pelos alas, que tanto são falsos laterais como falsos extremos — no Felgueiras, Jesus chamava-lhes “flanqueadores” (um deles era... Sérgio Conceição).

 

Mais: uma vez que há poucas equipas a jogar assim, é sempre mais difícil para o adversário adaptar-se a defender contra uma equipa que ataque assim, porque as referências são outras e os problemas são necessariamente novos.

 

E, em organização defensiva, o sistema tanto permite efectuar uma pressão mais alta no campo, com os "flanqueadores" a integrarem o sector intermédio; ou mais moderada, com apenas um dos "flanqueadores" (do lado da bola) a subir e o outro a fazer de lateral, formando um sector defensivo de quatro jogadores; ou até bem mais cautelosa, com a formação de uma defesa de cinco jogadores, um meio-campo de quatro e apenas um avançado mais à frente, por exemplo, assumindo claramente um bloco baixo (como fazia o Chelsea de Conte).

 

Mas, como em todas as invenções... é preciso tempo de adaptação.

 

 

Mariana Cabral, jornal Expresso

 

 

Nota: Muito interessante este artigo de Mariana Cabral sobre sistemas de jogo e o leque de preferências dos vários treinadores da actualidade, embora, inevitavelmente, também muito subjectivo. O problema fundamental com isto, e já se arrasta há muito tempo, é que a vasta maioria de treinadores trai a "regra sagrada" do futebol, ou seja: um treinador deve recorrer a um sistema de jogo adequado às características dos jogadores à sua disposição.

 

Mais vezes do que não, acontece precisamente o inverso. O treinador pré-determina o sistema de jogo que quer ver na equipa que lidera e os jogadores, independente das suas características físicas e técnicas, terão de encaixar nesse sistema.

 

O exemplo clássico mais à mão é o Sporting de Jorge Jesus, muito na época passada e provavelmente também esta época. O técnico insiste impiedosamente no 4x2x4, ocasionalmente no variável 4x2x3x1 (demonstrado na foto), para o qual a equipa leonina não tem jogadores à altura do desafio. Prova evidente os golos sofridos em 2016/17 e na pré-época que terminou há poucos dias. Creio, no entanto, que a evidência à vista não irá mudar de ideias a um treinador reconhecidamente teimoso.

 

Nem me vou dar ao trabalho de comentar o sistema dos três centrais, especialmente tendo em consideração os que temos à disposição neste momento.

 

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publicado às 03:31

 

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Sporting, Benfica, Águas Santas e os dinamarqueses do GOG são os protagonistas do Torneio Internacional de Andebol de Viseu, cuja 19.ª edição se realiza nos dias 19 e 20 de Agosto. A prova que assinala a ‘rentrée’ andebolística e permite avaliar os primeiros duelos diretos entre candidatos aos melhores lugares no Andebol 1 não deverá ser excepção este ano.

Sábado, 19 de Agosto de 2017


15.00h – Sporting -GOG (DIN)
17.00h –Benfica - Águas Santas Milaneza


Domingo, 20 de Agosto de 2017


15.30h – 3.º/4.º classificados
17.30h - Final

 

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publicado às 03:30

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 01.08.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

Lotus Esprit S1 do filme James Bond "The Spy Who Loved Me" 1977

Custou 100 mil dólares a fabricar para o filme

Leiloado em Londres em 2013 por 730 mil dólares

 

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publicado às 22:00

 

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Segundo avançou a Federação Saudita de Futebol (KSA) através das redes sociais, Bryan Ruiz poderá deixar o Sporting para assinar pelo Al Ahli Jeddah, que alinha no primeiro escalão da Arábia Saudita.

 

De acordo com a mesma fonte, os dois clubes já terão chegado a acordo, e o negócio deverá render dois milhões de euros aos cofres do Sporting. O atacante costa-riquenho, 32 anos, também é pretendido por Levante e Standard Liège.

 

Recorde-se que Bryan Ruiz chegou ao Sporting em Julho de 2015, proveniente do Fulham, a um custo de cerca de 1,5 milhões de euros, tendo então assinado um vínculo válido até Junho de 2018.

 

Um dos vários activos na lista de excedentários de Jorge Jesus para esta época. Nestas circunstâncias, mesmo por valores relativamente modestos, a transferência a título definitivo é a melhor opção.

 

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publicado às 17:25

 

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FC Porto reagiu, em comunicado, às recém-declarações de Luís Filipe Vieira sobre as claques do Benfica, que ele contende, ridícula e indecorosamente, que desconhece.

 

Comunicado do FC Porto


No futebol português há umas regras para todos os clubes e uma bolha de excepção para o Benfica, que permite ao clube viver em permanente regime alternativo, submetendo-se às regras e aos regulamentos da forma que lhe apetece e mais convém. Isto acontece devido à cumplicidade de várias entidades, desportivas e não desportivas, mas agora atingimos um nível de sublimação com o presidente do clube a afirmar sem se rir que desconhece a existência de claques no clube.

Mais do que uma forma ardilosa de procurar eximir-se às responsabilidades de apoiar duas claques ilegais, como são os No Name e os Diabos Vermelhos, Luís Filipe Vieira goza com todos os adeptos de futebol, com as autoridades desportivas e com a polícia, que ainda na última época levantou dezenas de autos devido a incidentes protagonizados pelas duas claques. Aliás, esta situação é conhecida ao mais alto nível, designadamente pelo primeiro-ministro e outros membros do governo, que nos últimos anos assistem a jogos no Estádio da Luz.

E não, não se trata de uma questão semântica, entre grupo organizado de adeptos ou de sócios, as claques do Benfica existem, Luís Filipe Vieira sabe disso perfeitamente, sabe-o tão bem que o Benfica até paga o aluguer de carrinhas para transportar esses adeptos, sabe-o tão bem que o treinador da equipa principal dá os parabéns em conferência de imprensa quando as claques fazem anos. Sabe-o tão bem que cede instalações no estádio às claques, sabe-o tão bem que as claques beneficiam de bilhetes a preços reduzidos…Pior, muito pior, sabe-o muito bem, pois certamente não se esqueceu de que em Abril deste ano a claque No Name foi mais uma vez responsável por uma morte de um adepto. Infelizmente, nem este género de tragédias faz esta gente ter um pouco mais de decoro e responsabilidade. E que só acontecem devido à cumplicidade dos sucessivos governos, incapazes de fazer cumprir as leis.

 

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publicado às 14:35

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 01.08.17

 

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Alguém terá dito, algures, que "o ridículo cresce

na proporção que se depende dele".

 

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publicado às 11:20

 

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Bruno de Carvalho voltou a "falar" através do seu irresistível Facebook. Sim, a mesma rede social que em tempos ele prometeu abandonar. Promessa vazia, obviamente, como tantas outras. Começou por explicar que vai manter esta página pessoal pois esta "não está contaminada por links colocados em blogues de clubes rivais que inundam a página de comentários ao nível da sua pouca inteligência, e livre também de sportinguenses que, em vez de mostrarem militância, destilam azia e veneno".

 

Mais um termo para o novo dicionário. Pelos vistos, sportinguistas que ousam criticar, nomeadamente a sua pessoa, deixaram de o ser e são agora "sportinguenses". Não sei se estou incluído neste grupo, mas a insistir nesta "doutrina", ainda vou ficar extremamente complexado. 

 

Eis algumas das suas outras declarações mais relevantes:

 

«Depois de uma pré-temporada, que alguns ainda não perceberam para que serve, mas que felizmente demonstrou uma Onda Verde tremenda na Suíça apesar dos resultados, e dois jogos em Alvalade com excelentes "casas" e ambientes fantásticos - associados a boas exibições e vitórias na apresentação e no Troféu 5 Violinos que, apesar de fazerem parte do tempo de treino são sempre jogos que gostamos de vencer e demonstrar a nossa qualidade -, estamos perto de iniciar um novo campeonato.

 

Soubemos analisar o que se fez menos bem. Soubemos perceber qual o plantel que deveríamos ter para podermos lutar para cumprir os nossos objectivos. Soubemos organizar esse plantel a tempo de terem uma preparação equilibrada, eficaz e eficiente. Soubemos interiorizar as palavras atitude e compromisso, como palavras de ordem desta época.

 

Mas também, muito importante, mantemos todos a consciência que estamos aqui para servir o Sporting Clube de Portugal e os seus Sócios e Adeptos e não para o contrário.

 

A partir do próximo fim de semana, que no jogo contra o Desportivo das Aves o Estádio se encha e que nos façam sentir em casa como aconteceu nas últimas épocas. Que juntos possamos viver uma época de alegrias e que nunca nos esqueçamos de que temos sempre de fazer mais e melhor e de querer vencer mais do que todos os outros. Que juntos tenhamos uma atitude de campeões e que juntos consigamos manter e elevar ao máximo o nosso compromisso que é o de alcançar a Glória!».

 

Como sempre, não consegue falar sem alvejar alguém, directa ou indirectamente. Neste caso concreto, além da proverbial "pedrada", atirou também muita areia para os olhos de todos nós.

 

Ainda bem que temos um presidente que apesar de nunca ter visto uma bola à frente do nariz até chegar ao Sporting, nos vai agora ensinar o propósito de uma pré-temporada. Ficamos tranquilos, conscientes de que o "nosso" líder percebe da matéria.

 

Também temos causa para enorme satisfação por saber que "alguém" soube analisar o que se fez menos bem e percebeu qual o plantel que deveríamos ter. Deve ser precisamente por isso que chegou mais uma carrada de jogadores a Alvalade e se vendeu ou emprestou outros que porventura deveriam ter ficado. Que o treinador dos milhõe$ ainda ocupa o lugar, é assunto para outra ocasião.

 

Por fim, ainda bem que temos um presidente que está "aqui" para servir o Sporting Clube de Portugal e que sente a necessidade de o afirmar, vezes sem conta, caso haja alguma má interpretação da nossa parte. Ao fim e ao cabo, alguns (muitos) de nós somos apenas "sportinguenses" !

 

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publicado às 04:28

Mensagem emotiva de Beto

Rui Gomes, em 01.08.17

 

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Beto Pimparel esteve um ano em Alvalade e está agora de saída para o Goztepe Spor. A sua passagem pelo Sporting foi marcante e foi “um sonho cumprido”, como escreveu o jogador na sua página de Facebook:

 

 

«Como junto um ano de emoções, sonhos e paixões num texto? É difícil, mas vou arriscar. Demorei mas consegui cumprir o sonho. Meu e da minha família. Não foi em Alvalade, mas sim em Famalicão. Um jogo da Taça da Liga que para mim foi uma final da UEFA Champions League. E foi assim que encarei todos os jogos pelo Sporting Clube de Portugal. Dentro ou fora do relvado. Seja no banco ou a voar para os remates adversários... sei que cada um dos Sportinguistas sentiu o que eu senti: esta paixão ardente de representar tamanha instituição, tamanha cultura.

 

Era um miúdo quando vos abracei... cheguei um homem quando comecei a cantar O Mundo Sabe Que ali, ao vosso lado. Espero que sintam nas vossas mãos o aperto da minha mão, em sinal de agradecimento. Não me esqueço de vocês e nunca me esquecerei de todos os momentos que me ofereceram, seja a mim ou aos meus».

 

Boa sorte Beto... és um verdadeiro "leão" !

 

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publicado às 04:27

 

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Em recém-entrevista ao Diário de Notícias, Nelson Évora comenta a sua saída do Benfica em Outubro de 2016 e lamenta a forma como os "encarnados" abordaram a situação:

«O Benfica tratou mal um símbolo do clube e tentou tapar buracos a qualquer custo. Tenho pena de que o estejam a fazer porque existem valores. Não estou a falar do clube, mas de uma pessoa, mas cada um faz o que sabe e o que pode.

 

Passei os momentos mais importantes da minha carreira no Benfica, sou um atleta formado no Benfica e que foi campeão olímpico. Podemos ter muitos campeões olímpicos comprados, mas sendo eu da formação e ter atingido o que atingi, era um símbolo do clube. Não se deixa um símbolo fugir da forma como aconteceu. Tenho muitos bons momentos no Benfica, mas vivi esse momento com grande tristeza, por não ser tratado como achava que devia ter sido.
 
Quero terminar a carreira no Sporting. Estou muito feliz nesta família e surpreendido pela positiva com a grande organização e preocupação para com os atletas, são tratados como seres humanos».
 

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publicado às 04:26

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