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A FPF anunciou uma alteração de última hora na lista de convocados da Selecção Nacional para os compromissos com as Ihas Faroé e Hungria: Bruno Fernandes assume a vaga de Pizzi.

 

"Bruno Fernandes foi esta segunda-feira chamado por Fernando Santos, Selecionador Nacional, para integrar o estágio da Seleção A [...] Pizzi, médio do SL Benfica, apresentou-se na concentração da equipa nacional mas foi dado como inapto pelos especialistas da Unidade de Saúde e Performance e não fará parte do grupo escolhido para estes dois desafios de apuramento para o Mundial-2018".

 

Bruno Fernandes estreia-se assim na principal selecção de Portugal, ele que este Verão trocou a Sampdória, da Serie A, pelo Sporting. O médio tem vindo a destacar-se no meio-campo leonino e, em especial, pelos golos que tem marcado, todos eles de belo efeito.

 

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publicado às 03:53

 

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Enquanto o futuro de alguns jogadores já foi definido, no que à próxima temporada diz respeito, existem vários à espera de uma resolução. Depois, ainda temos aqueles que integraram o plantel principal na época passada e que não fazem agora parte dos planos do treinador. Casos que terão de ser resolvidos em breve dado que o mercado fecha no dia 31 de Agosto, que é já na próxima quinta-feira.

 

Jogadores já emprestados:

 

- Jefferson (SC Braga)

- Lukas Spalvis (Kaiserslautern)

- Domingos Duarte (Chaves)

- Mama Baldé (Desportivo das Aves)

- Carlos Mané (Estugarda)

- Ryan Gauld (Desportivo das Aves)

- Leonardo Ruiz (Boavista)

- Matheus Pereira (Chaves)

- Francisco Geraldes (Rio Ave)

- Luc Castaignos (Vitesse)

- André Geraldes (Belenenses)

- Bruno Paulista (Vasco da Gama)

- Pedo Empis (Académica de Coimbra)

- Ricardo Guimarães (Guima) (Académica de Coimbra)

- Fábio Martins (Sp. Covilhã)

- Luis Miguel Elói (Sintrense)

- Oriol Rosell (Portimonense)

 

Jogadores cujo empréstimo está a ser equacionado/negociado:

 

- Pedro Silva (Não foi inscrito para a Champions, mas poderá integrar a lista B)

- Gelson Dala (continua a treinar com a equipa principal e está inscrito para a Champions)

- Cristian Ponde (está na equipa B de momento)

- Azbe Jug (por definir - não foi inscrito para a Champions)

- Federico Ruiz (por definir - não tem lugar em nenhuma equipa do Sporting)

 

Jogadores considerados "excedentários" que procuram colocação:

 

- Bryan Ruiz (rumores sobre vários clubes, mas nada de concreto)

- Ezequiel Schelotto (Ida para o Alavés ainda não confirmada)

- Douglas (nada consta)

- Marvin Zeegelaar (Ida para o Alavés ainda não confirmada)

- Ary Papel (está na equipa B de momento)

- Heldon (nada consta)

- Fabrice Fokobo (nada consta)

- Sambinha (nada consta)

- Simeon Slavchev (regresso ao Lechia Gdansk, por empréstimo, ainda por confirmar)

- Aya Diouf (por definir, nada consta)

- Bruno Miguel Fernandes (por definir, nada consta)

 

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publicado às 03:52

 

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O Sporting foi esta segunda-feira eliminado da Liga dos Campeões feminina, mesmo depois da vitória por 4-1 frente ao KF Hajvalia, na 3.ª e última jornada da fase de grupos. A vitória do FC BIIK sobre o MTK acabou por dar o apuramento à equipa do Cazaquistão, como vencedora do Grupo 8.

Quanto ao jogo, as leoas entraram melhor e chegaram à vantagem com um golo de Diana Silva aos 11 minutos. A equipa do Kosovo alcançou o empate aos 17', por Blerta Shala, mas Ana Leite devolveu a vantagem ao Sporting aos 40 minutos. Na segunda parte, dois golos de Tatiana Pinto (aos 62' de penálti e aos 64') fixaram o resultado final.

 
O Sporting conclui assim a sua primeira participação na Liga dos Campeões feminina com um segundo lugar no Grupo 8 (6 pontos), a três do FC BIIK que se apurou para os 16 avos de final da competição. O MTK foi terceiro com três pontos, enquanto o FK Havjalia termina só com derrotas e sem pontos.
 
 

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As "leoas" também poderiam apurar-se como as melhores dos segundos classificados - contabilizando apenas os resultados contra o primeiro e terceiro de cada grupo -, mas esta vaga seria preenchida pelas suíças do FC Zurich, que somaram quatro pontos, contra apenas três do Sporting, averbados com o triunfo sobre o MTK na ronda anterior.

Assim, o Sporting despede-se desta edição da Liga dos Campeões de futebol feminino sem ter conseguido igualar o feito do Atlético Ouriense, que, em 2014/15, conseguiu, de forma inédita, chegar à fase a eliminar desta prova.

Nesta fase apuraram-se Gintra Universitetas (Lituânia), Olimpia Cluj (Roménia), Ajax (Holanda), Medyk Konin (Polónia), Apollon (Chipre), Minsk (Bielorrússia), FC Zurich (Suíça), Stjarnan (Islândia), BIIK-Kazygurt (Cazaquistão), Avaldsnes (Noruega) e PAOK (Grécia), que se juntam aos 21 clubes que apenas entram em competição nos 16 avos-de-final.

SPORTING - Inês Pereira, Matilde Fidalgo, Matilde Figueiras, Carole Costa, Joana Marchão, Nadine Cordeiro, Fátima Pinto (Carolina Venegas, 71), Tatiana Pinto, Ana Borges (Constança Silva, 71), Ana Leite e Diana Silva (Solange Carvalhas, 65).

Treinador: Nuno Cristóvão.

Árbitro: Galiya Echeva (Bulgária).

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publicado às 03:51

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 28.08.17

 

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publicado às 22:00

A "guerra" das queixas e queixinhas

Rui Gomes, em 28.08.17

 

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O Benfica pondera avançar com queixas contra Battaglia (Sporting) e Brahimi (FC Porto). Em causa estão dois lances que envolvem o argentino e o argelino, nos jogos de domingo em Alvalade e em Braga, respectivamente.

 

Os encarnados consideram que Battaglia e Brahimi deveriam ter sido expulsos e por isso podem avançar com participações contra o sportinguista e portista. Aos 35 minutos, Battaglia teve uma entrada dura – de sola – sobre o estorilista Duarte valente e viu o cartão amarelo. Na Pedreira, aos 47 minutos, Brahimi atingiu o tornozelo de Fransérgio sem sanção disciplinar.

 

Esta intenção do Benfica surge como resposta ao processo aberto a Eliseu na semana passada, após falta grosseira cometida sobre Diogo Viana e não sancionada pelo árbitro Rui Costa, após participação do Sporting. A decisão do Conselho de Disciplina será conhecida esta terça-feira.

 

Caso os encarnados avancem para as referidas participações, e estas sejam aceites pela Comissão de Instrutores, Battaglia e Brahimi arriscam suspensão.

 

O futebol português em todo o seu esplendor...

 

 

ADENDA: É notícia recente que o Sporting vai apresentar nova queixa à Comissão de Instrutores (CI) contra o benfiquista Eliseu. Os leões defendem que o lateral-esquerdo dos encarnados deveria ter visto o cartão vermelho em três situações do jogo de sábado com o Rio Ave, todas ocorridas na fase inicial da partida.

 

O primeiro lance ocorreu logo no primeiro minuto de jogo e envolveu também Francisco Geraldes, médio leonino emprestado esta época à equipa de Vila do Conde. Aos 4' e aos 17', o Sporting defende que Eliseu agrediu Nadjack e Barreto, respectivamente.

 

Caso a CI assim o entenda, então será aberto novo processo sumário com base em auto por flagrante delito ao lateral-esquerdo do Benfica. Depois, será o Conselho de Disciplina a decidir se haverá ou não castigo.

 

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publicado às 15:19

 

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Em Janeiro, Augusto Inácio tornou-se no último treinador a vencer uma prova nacional sem ser nos três grandes (na Taça da Liga, eliminou FC Porto e Benfica e ganhou a final ao Braga). Ao comando do Moreirense, mostrou que é possível bater o pé aos poderosos ao serviço dos pequenos, pelo que contesta as recentes queixas do... actual técnico dos cónegos.

 

Concorda com as palavras de Manuel Machado, que falou em "campeonato dos três grandes", sendo o resto "carne para canhão"?

 

Nesta época, o primeiro a falar da diferença de orçamentos até foi o Abel, quando o Braga visitou o Benfica. Depois, sim, foi o Manuel Machado. Desde que ando no futebol sempre foi assim. Obviamente o que se vai exigir a um Moreirense é que fique na Liga, não que seja campeão. Não concordo com a expressão porque já treinei pequenos. O Moreirense ganhar a Taça da Liga é uma excepção, mas pode acontecer. Acho que essas palavras são mais no contexto de alguma frustração por querer ter mais jogadores, mais qualidade... O campeonato português está bom, mais competitivo, mas cada um com os seus objectivos. Na Taça da Liga ganhámos ao FC Porto e ao Benfica porque eles facilitaram, deixaram andar. Porque ganhamos um jogo em dez, certamente. É possível moer o juízo aos grandes e às vezes há surpresas.

 

Que medidas se poderia tomar para dar equilíbrio?

 

Para o campeonato ser mais competitivo não há dúvida que o melhor era a centralização dos direitos televisivos. E acho que se podia limitar o número de inscrições por clube: em vez de Benfica, Sporting e FC Porto estarem a emprestar vinte jogadores a clubes da Liga, sobrariam muitos jogadores para alimentar as equipas pequenas. Há muitos emprestados por interesse de quem empresta e não de quem os recebe. Essas equipas teriam mais qualidade e com jogadores seus.

 

Essa política dos grandes de excesso de jogadores nos quadros e muitos empréstimos a clubes da Liga gera subserviência e dependência?

 

Claro. É uma bola de neve. É um jogo de interesses que depois tem impacto nos votos e decisões em sede da Liga, por exemplo - se votam contra não recebem emprestados... Seja que clube for, o vício é tanto que quando se empresta é a clubes "amigos".

 

E qual é a razão que leva os pequenos a não se libertar dessa teia e a começar a valorizar activos próprios?

 

Aos pequenos falta-lhes tomates. Basta ver a polémica do cigarro electrónico: o Benfica propôs o tema a votação, contra Bruno de Carvalho, e os pequenos não votaram. Ninguém tem voz para dizer se concorda ou não? Se isto não é subserviência e medo, o que é? Por isso digo que faltam tomates ao dirigismo dos pequenos. Têm medo, comem a sua sopinha e por isso as coisas andam como andam. Os pequenos seguem a voz dos grandes, ninguém sabe o que eles sentem genuinamente, têm medo de represálias.

 

Torna-se repetitivo usarem sempre o mesmo argumento? Há intenção de desculpabilização?

 

Quando se assina por qualquer clube, já se sabe a realidade. O Abel falou da diferença do orçamento entre Braga e Benfica, mas acontece o mesmo entre o Braga e o Portimonense e custou-lhe ganhar! O futebol é bonito porque a surpresa pode estar ao virar da esquina. E o futebol mudou, quem tem dinheiro realmente tem os melhores jogadores, mas isso não significa que tenha a melhor equipa.

 

Com boa gestão, os pequenos podem dar um salto e equilibrar, apesar do histórico e dos orçamentos díspares?

 

O orçamento não ganha os jogos, são os jogadores. Não acredito em nenhum projecto no futebol português. Porque quando se faz um projecto para três anos, ao fim de duas ou três derrotas o projecto já foi e o treinador vai para a rua. Claro que tem a ver com o dirigismo. O Braga tem uma visão fantástica, mas não consegue chegar ao título. Sem vender e ainda a reforçar-se, podia ter equipa para lutar pelo título. Mas tem de vender e assim não vai chegar ao topo. Para a sua dimensão, é um exemplo. Consegue chatear os grandes, fazer gracinhas, mas não consegue aguentar jogadores. Até o Benfica teve de vender. E orçamentos maiores dá em despesas maiores. Temos de vender. Chega cá um West Ham qualquer e leva o William Carvalho. E ele não merece melhor? Se até os grandes têm de vender, imagine os pequenos. É um ciclo vicioso. Nós, treinadores, vamos vivendo com o resultado de cada domingo para ver se conseguimos manter o emprego.

 

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publicado às 12:32

 

A equipa principal de futebol de praia do Sporting deixou cair este domingo a conquista do bicampeonato nacional ao perder, nos penáltis (3-2), frente ao SC Braga, aós o empate no tempo regulamentar e no prolongamento a quatro bolas.

 

A equipa que entrou melhor no jogo foi a dos minhotos, que fizeram o 1-0 no primeiro tempo, mas com os leões a reagir de imediato e a virarem o marcador ainda antes do fim do primeiro período, por Ozu e Nelito, respectivamente. A equipa verde e branca manteve-se a bom nível e, não satisfeitos com a vantagem mínima, prosseguiram na procura de mais golos, que chegaram por Duarte Vivo e por António, chegando mesmo ao 4-1.

 

 

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Já numa altura em que se perspectivava a vitória leonina, o SC Braga não desistiu e conseguiu a igualdade no tempo regulamentar, o que forçou a ida para o prolongamento. Com nada alterado nesse período, o título foi decidido na marca de grandes penalidades, com a equipa bracarense a sair vitoriosa por 3-2.

 

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publicado às 10:00

 

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Quebra da equipa

“Sabia que a equipa não tinha capacidade para ser uma equipa com velocidade de jogo e intensidade defensiva. Além dos jogos que temos tido foi viagens, mudanças de horários e os jogadores não são máquinas. Entrámos muito fortes, fizemos dois golos e a equipa continuou com essa vantagem até ao intervalo. Na 2.ª parte fui jogando com o cansaço dos jogadores, que davam sinais para sair: a uns fingi que não ouvia, a outros que não via. Foi um mês de Agosto diabólico sempre com vitórias, felizmente”.

 

Vídeo-árbitro

“Acabámos por ganhar este jogo com um final cardíaco. Marcámos o 3-1 e não vale, depois o 2-2. O lance do Piccini, do 3-1, está fora de jogo um palmo. Agora o que era o 2-2, onde há vários jogadores do Estoril e o fiscal de linha não vê... Estão dois jogadores um metro fora de jogo e o fiscal de linha não vê? Tem de haver video-árbitro, mas os árbitros assistentes têm de ser chamados à responsabilidade. São coisas fáceis. Não viu, tem de começar a treinar mais, como os meus avançados: tem de ver melhor as coisas”.

 

William

“Não foi só o Wiliam. O Adrien também. Sim, tem uma fractura nas costelas, parece. Parece não: tem. Ausência de William? Esteve lesionado, não tem treinado tanto quanto eu achava que era importante. Achei que não estava em condições físicas para poder jogar”.

 

Mercado

“Enquanto não houver nada concreto, o William estará pronto para o próximo jogo. Também é depois de 31 de agosto. Espero que quinta-feira chegue rápido para termos mais equilíbrio. Parece que não tem importância, mas isto mexe com o grupo”.

 

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publicado às 04:07

 

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Rogério Casanova, jornal Expresso, brinda-nos com a sua usual análise humorística à performance dos jogadores do Sporting nesta 4.ª jornada da Liga NOS, frente ao Estoril Praia.

 

O autor dá nota máxima ao vídeo-árbitro pela capacidade para criar dois momentos Alkmaar no espaço emocional normalmente reservado a bocejar, mas confessa que ia tendo uma síncope cardíaca no final do jogo. Mesmo assim, ainda teve ocasião de apreciar as chuteiras "extremamente cor-de-rosa" de Fábio Coentrão e uma recuperação de bola de Bruno Fernandes que foi, ao mesmo tempo, uma finta.

 

Rui Patrício

Tocou na bola com as mãos pela primeira vez mais cedo do que o costume (logo aos 3 minutos). Por outro lado, o tradicional golo em que não teve quaisquer culpas surgiu na altura habitual: demasiado perto do fim para não parecer um presságio bíblico, acompanhado por cascatas de sangue e pragas de gafanhotos. Fora isso, um jogo descansadíssimo, em que a intervenção mais decisiva aconteceu a meio da primeira parte, quando saiu apressadamente da área para pontapear a bola na direcção da bancada. O que na altura pareceu um gesto democrático - permitindo ao público recrear-se também com o esférico - pode ser retroactivamente interpretado como uma profecia: tirem-me a bola do campo, o jogo está resolvido, nada de bom pode surgir daqui para a frente.

 

Piccini

O seu pior erro defensivo aconteceu discretamente ao minuto 23, quando se deixou antecipar num pontapé de canto e viu um jogador do Estoril falhar o cabeceamento decisivo. O alívio que acabou por se transformar numa assistência para o golaço de Evangelista não se pode sequer considerar um erro, pois é o tipo de coisas que aconteceria até ao Baresi caso ele jogasse no Sporting. De resto fez um jogo bastante razoável, e continua a mostrar uma condição física impressionante: um sprint de vinte metros em recuperação defensiva ao minuto 79 surpreendeu o próprio Coates, que vinha a correr para o dobrar, mas acabou por chegar depois dele.

 

Coates

Conseguiu jogar melhor do que na Roménia, proeza que estaria ao seu alcance mesmo se tivesse entrado em campo com os olhos vendados e numa cadeira de rodas. Na primeira parte e em quase toda a segunda, foi mais trinco do que central, acumulando cortes e intercepções, recorrendo ao seu expediente habitual de se posicionar entre a bola e o sítio para onde a bola tencionava deslocar-se, como o torniquete mais bem penteado do mundo.

 

Mathieu

Muitos defesas centrais jogam "de cabeça levantada", o que é boa ideia para toda a gente, até porque jogar de cabeça levantada é uma das formas mais seguras de evitar chegar ao fim do jogo a ter de levantar a cabeça. Quando observada em defesas centrais, a característica costuma ser prontamente aplicada à sua categorização enquanto defesas centrais: tornam-se "defesas centrais que jogam de cabeça levantada". Mas há muitas maneiras de jogar de cabeça levantada. Alguns centrais jogam de cabeça levantada porque não querem que aconteçam coisas más. Mathieu joga de cabeça levantada porque quer que aconteçam coisas más: ao adversário. E depressa. Já a seguir, de preferência. Esteve impecável a defender, mas a mais-valia que representa nota-se mesmo é quando a equipa ataca.

 

Fábio Coentrão

Mais discreto e resguardado nas peripécias atacantes do que nos jogos anteriores, não saíram grandes ocasiões de perigo das suas chuteiras EXTREMAMENTE COR-DE-ROSA. Esteve, no entanto, sempre presente para travar qualquer iniciativa do Estoril, bloqueando as trajectórias de inúmeros passes e cruzamentos com uma das suas chuteiras EXTREMAMENTE COR-DE-ROSA.

 

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Battaglia

Não lhe podem pedir para "pensar" o jogo, porque Battaglia não é um pensador. O que ele é, bem vistas as coisas, é um catalogador, ou arquivista: anda por ali com paciência de santo a compilar as boas ideias do adversário e a arrumá-las todas numa cave escura, junto de outros resíduos tóxicos. Não se pode depender dele para mostrar o que deve ser feito; mas estará sempre lá para enumerar o que quase aconteceu, mas acabou por ser cancelado, temos pena (se necessário à bofetada). Com a entrada de Petrovic, avançou uns metros, alargou o raio de acção, e teve um par de boas investidas ofensivas, fortalecido pela confiança de quem pode aplicar o seu estilo muito peculiar de 1x1 (que consiste menos em fintas do que em micro-acelerações agressivas) sem a preocupação de perder a bola - como lhe aconteceu uma ou duas vezes hoje, em zonas proibidas.

 

Gelson Martins

Ao minuto 55 ganhou um canto. Quinze segundos mais tarde, chegou no momento certo, e antes de toda a gente, ao meio círculo, para cortar o contra-ataque do Estoril resultante desse mesmo canto. Foi um índice da sua exibição: tal como todas as pessoas obsessivamente pontuais, parece quase omnipresente, mas é muitas vezes obrigado a esperar pelos que não são pontuais. Com o tempo, tem aprendido a ganhar tempo, e a fazer tempo, artes que domina cada vez melhor.

 

Bruno Fernandes

Tem sido comovente este seu esforço para nos mostrar um truquezinho novo de cada vez, insinuando-se às prestações no nosso peito, ao invés de despejar o reportório todo à primeira oportunidade. Hoje, além de mostrar que os livres directos podem ter outro destino que não as barreiras ou Telheiras, também acumulou um número impressionante de recuperações de bola, uma das quais através de uma finta. Exacto: Bruno Fernandes fez uma recuperação de bola fintando o adversário que a tinha. Não sei explicar o incidente melhor do que isto, portanto remeto-vos para o minuto 43.

 

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Acuña

Versão 1: Atravessa um péssimo momento de forma, como demonstrou logo numa das suas primeiras intervenções na partida: recebeu um passe de Coentrão com um mau primeiro toque, adiantou demasiado a bola, e depois tentou cruzar para Dost - mas mais uma vez o toque foi demasiado pesado e a bola só parou nos pés surpreendidos de Gelson. Enfim, um desperdício.

 

Versão 2: Continua a não parecer um perito em inventar espaços vazios sozinho; mas sabe como poucos descobrir os espaços vazios que já existem, mesmo quando não são óbvios para mais ninguém. Pode não ser um atributo tão impressionante para o espectador como a capacidade para ser consistentemente implacável no 1x1 - mas o certo é que já lá vão quatro assistências, um golo, várias oportunidades criadas, e um defesa-esquerdo que pode quase sempre sentir-se protegido.

 

Alan Ruiz

Em comparação com o início da época passada está inquestionavelmente mais magro. E mais baixo. E mais lento. E mais transparente. Deve ter sido uma dieta radical, daquelas que elimina não apenas os lípidos e hidratos de carbono, mas também as proteínas, vitaminas, oxigénio e água potável.

 

Conseguiu ganhar faltas com o seu truque mais fiável: transportar a bola em zonas vagamente ameaçadoras com tamanha lentidão que alguém acaba por derrubá-lo em falta, num acesso de frustração (normalmente um adversário, mas um dia destes pode bem ser um colega, o treinador, ou até um espectador). Uma dessas faltas deu o 2-0. E teve alguns outros bons momentos, a isolar Piccini na área, ou a combinar ao primeiro toque com Fernandes e Acuña. Terá sempre bons momentos, pois é bom jogador. Mas continua a mover-se com aquele jeito de desorganização física, como se os membros inferiores falassem um dialecto diferente do seu sistema nervoso central. E a mostrar a mesma incapacidade em girar sobre o próprio eixo a uma velocidade plausível. Se fosse um corpo celeste, um dia de Alan Ruiz duraria seiscentas horas. Até pode brilhar imenso, ao fim desse longo ciclo, mas é provável que os astrónomos já tenham todos adormecido ao telescópio.

 

Bas Dost

Foi um daqueles dias. Foi tanto um daqueles dias, aliás, que a dada altura (pouco depois do início da segunda parte) começou a aplaudir entusiasticamente boas ideias dos colegas - no caso, um cruzamento demasiado curto de Alan Ruiz - em vez de, como costuma fazer, aplaudir entusiasticamente apenas as boas ideias que são bem sucedidas. Ninguém fica satisfeito com medalhas de participação, portanto é esperar que depressa voltem oportunidades para distribuir abraços a sério.

 

Bruno César

Meia-hora de razoável competência a lateral-esquerdo, que incluiu fôlego e optimismo suficientes para várias investidas lá na frente, uma das quais foi quase uma réplica do lance de Acuña no 1-0, mas que Gelson desta vez não concretizou.

 

Petrovic

Entrou bem, e mostrou um conforto no transporte de bola que nem sempre se lhe viu no passado. Ao minuto 88 (ainda antes do delírio que foram os minutos finais) safou um contra-ataque perigoso do Estoril com bom posicionamento, um bom desarme e, suspeita-se, alguma sorte à mistura. E nunca são demais, os jogadores com sorte. São sempre bem vindos.

 

Iuri Medeiros

Sei que jogou os últimos minutos, mas confesso que na altura, a braços com uma tentativa de assassinato por parte das incidências do jogo, não prestei muita atenção.

 

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publicado às 04:06

 

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Tristan Hammond a executar a grande penalidade

 

É sempre agradável começar o campeonato a vencer, melhor ainda quando é a golear. E foi precisamente a marcar golos que a equipa de iniciados do Sporting inaugurou a época de 2017/18, vencendo o Belenenses por 4-0.

 

No Estádio Aurélio Pereira, os golos leoninos foram apontados por Joelson Fernandes (3'), Tristan Hammond (9') e Armando Silva (45'). Um auto-golo, fechou o marcador aos 60 minutos

 

A equipa leonina jogou toda a segunda parte em desvatagem numérica, pela expulsão de Joelson Fernandes, por palavras dirigidas ao juiz da partida, mesmo a terminar o primeiro período.

 

Na próxima jornada, o Sporting visita o CAC (03/09), que saiu derrotado pelo Oeiras por 4-1 nesta ronda inaugural. 

 

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publicado às 04:05

 

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O Sporting foi derrotado na Supertaça de andebol sénior, por 26-21, diante do vencedor da Taça de Portugal de 2017, o ABC.

 

Os leões só estiveram na frente por uma vez e acabaram fortemente penalizados por cinco exclusões e uma série de erros ofensivos. A equipa verde e branca discutiu o resultado durante 50 minutos, mas, nos últimos dez, apenas conseguiu um golo, o que causou a diferença expressiva no resultado final.

 

O ABC somou 6 golos sem resposta, avolumando o placard até 26-21, muito devido a uma intranquilidade em todas as acções do Sporting, especialmente em termos ofensivos, com perdas de bola, passes errados e faltas ofensivas. O ABC é agora o clube mais titulado nesta competição (sete). O Sporting conquistou a prova três vezes. 

 

O Sporting defronta na próxima semana o Cocks na meia-final de acesso à Fase de Grupos da EHF Champions League.

 

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publicado às 04:04

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 27.08.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

1953 Jaguar XK120-C - Leilão 2015 - 13,3 milhões de dólares

 

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publicado às 23:00

 

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O Sporting está atravessar um bom momento em que é notável que respira confiança, em alguns momentos até talvez excessiva, contudo, foi com este estado de espírito que a equipa entrou no jogo desta tarde, bem vincado com os dois golos em cerca de 7 minutos. Gelson Martins, muito oportuno, abriu o marcador aos 4', seguido por Buno Fernandes, com mais um golaço, de livre directo, aos 11 minutos.

 

A equipa leonina iniciou o jogo com Rui Patrício; Cristiano Piccini, Sebastián Coates, Jérémy Mathieu, Fábio Coentrão; Rodrigo Battaglia, Bruno Fernandes, Gelson Martins, Marcus Acuña; Alan Ruiz e Bas Dost.

 

No banco de suplentes estiveram Salin, Stefan Ristovski, Tobias Figueiredo, Bruno César, Petrovic, Iuri Medeiros e Doumbia.

 

Sem Adrien Silva, lesionado, e William Carvalho, em gestão, o Sporting posicionou-se no favorito 4x2x4 de Jorge Jesus, com Battaglia e Bruno Fernandes no miolo, Gelson e Acuña nas alas, Alan Ruiz em zonas mais avançadas em apoio ao ponta de lança Bas Dost.

 

 

Se há alguma coisa a apontar recai sobre a menor intensidade e criatividade de jogo na segunda parte. Sei por experiência própria que o 2-0 é o resultado mais ilusório no futebol e quase que traiu o Sporting, mesmo ao cair do pano, com um golo do Estoril (bem) anulado por fora de jogo, creio que por indicação do vídeo-árbitro. Minutos antes, Bas Dost marcou o que teria sido o terceiro da partida para o Sporting, entretanto também anulado pela posição irregular de Piccini no início do lance, pareceu-me por indicação do árbitro auxiliar sem envolvimento do VAR.

 

A defesa leonina esteve muito bem, apesar da baliza de Rui Patrício ter sido violada pela primeira vez esta época na I Liga. Soberbo remate de Lucas Evangelista aos 85', sem quaisquer hipóteses para o guarda-redes verde e branco.

 

Confesso que com o passar de cada jogo a minha admiração por Jérémy Mathieu aumenta consideravelmente. É de facto um grande jogador que indica claramente que fará a diferença nesta equipa leonina. Com a sua idade, é possível que venha a acusar o desgaste mais adiante no campeonato, mas a sua contribuição nesta altura é notável.

 

Continua o grande apoio à equipa, com 45 367 espectadores no Estádio José Alvalade.

 

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publicado às 19:48

"Bês" deixam-se empatar na Madeira

Rui Gomes, em 27.08.17

 

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Em jogo da 5.ª jornada da Liga Ledman Pro, a equipa B do Sporting visitou e empatou (2-2) com o União da Madeira este domingo.

 

Na realidade, os "leões" deixaram-se empatar depois de estarem a vencer por 2-0, ao intervalo, com dois golos de Rafael Leão, aos 9 e 34 minutos.

 

A alteração no marcador sucedeu na segunda-parte do encontro com golos de Betinho (54') - lembram-se dele ? - e de Abreu aos 67 minutos.

 

Com este resultado o Sporting situa-se no 4.º lugar da tabela classificativa, com 10 pontos, fruto de 3 vitórias e um empate.

 

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publicado às 18:17

Francisco Geraldes em destaque

Rui Gomes, em 27.08.17

 

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Breve apontamento jornalístico sobre a performance de Francisco Geraldes no jogo deste sábado contra o Benfica:

 

"O médio emprestado pelo Sporting assume-se cada vez mais como pêndulo no onze de Miguel Cardoso. O jogo ofensivo do Rio Ave girou à volta do n.º12. Entre passes deliciosos, a ponderação no saber atacar e ajudar a defender".

 

Esperamos que continue esta sua evolução para eventualmente poder integrar a equipa do Sporting, porventura, contudo, sem que Jorge Jesus esteja ao leme da mesma, já que com ele as hipóteses são mínimas, se algumas.

 

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publicado às 15:37

Fotografia com história dentro (61)

Leão Zargo, em 27.08.17

 

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O jovem José Júlio

 

A fotografia refere-se a uma equipa de juniores do Sporting, na época de 1980-81. Reconhecem-se alguns jogadores, nomeadamente José Júlio, Caeiro ‘Calminhas’ (guarda-redes), Damas, Fernando Marques, Morato, Carlos José ‘Fininho’…

 

José Júlio, o primeiro em cima à esquerda, observa o ambiente de frente e de queixo bem levantado. Revela confiança e algum espírito de desafio. Isso é certo. Chamando-lhe José Júlio poucos saberão de quem se trata, mas se acrescentar que o nome completo do jogador leonino é José Júlio de Carvalho Peyroteo Martins Couceiro aposto que ninguém ficará com dúvidas.

 

Na realidade, o sobrinho-neto do mítico goleador Fernando Peyroteo, jogou nos juniores do Sporting como defesa central, era conhecido por José Júlio, e só na época seguinte, no Montijo, é que passou a chamar-se José Couceiro. Até hoje!

 

A fotografia e a informação relevante foram retiradas do “Armazém Leonino”, um notável ponto de encontro na blogosfera sportinguista.

 

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publicado às 12:30

 

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A equipa de juniores do Sporting repetiu o 2-0 da primeira jornada (Caldas), desta feita frente à Naval 1.º de Maio. Os dois golos só apareceram nos últimos 15 minutos da partida e bem seguidos, por intermédio de Bernardo Sousa e Elves Baldé.

 

O Sporting começou a partida com três defesas, mas abdicou da ideia no segundo tempo, declarando os laterais como potenciais municiadores do ataque. Ainda assim, o privilégio foi dado ao jogo interior, condicionado por um bloco muito baixo da Naval. Elves Baldé falhou um golo 'cantado' aos 57', após cruzamento de João Oliveira. 

 

Aos 72', Gonçalo, médio-centro contrário, foi expulso por acumulação de amarelos e o bloco adversário ruiu. Aos 76', Daniel Bragança encontrou o lateral-esquerdo Gonçalo Costa que, ao ganhar espaço da esquerda até à área, só teve de servir Bernardo Sousa para o toque final.Três minutos volvidos e Elves Baldé quis entrar no livro dos golos bonitos do Campeonato Nacional, desferindo um pontapé que ainda embate no poste antes de entrar.

 

Ficou assim confirmado o segundo triunfo na Liga, numa altura em que o Sporting é o  classificado, com os mesmos pontos da Uinião de Leiria.

 

A 10 de Setembro, os leões recebem a Académica.

 

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publicado às 12:20

Exemplos (também) vêm de cima

Naçao Valente, em 27.08.17

 

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Achei interessante escrever aqui uma breves linhas sobre uma notícia que li na imprensa escrita e que me parece merecer alguma reflexão, no fim de mais um dia.Trata-se da mensagem colocada no Twitter,pelo Sporting, para os seus rivais directos, saudando-os pela sua participação na Liga dos Campeões, e desejando que todas as equipas participantes representem com êxito o desporto nacional.


Considerei o acto digno de referência, porque além de pouco usual, aparece como um exemplo de um são relacionamento entre colectividades rivais, e sobretudo porque vem de cima. Por outro lado, surge um pouco ao arrepio do fundamentalismo, presente em muitos adeptos, que confundem a natural rivalidade desportiva com guerra de vida ou de morte. Neste sentido, congratulam-se com os desaires dos adversários a nível internacional, mesmo quando não colidem com os nossos interesses competitivos. No papel de adepto confesso já ter passado por essa fase, mas hoje, em função do conhecimento da relativização das coisas, já não penso assim.


O conceito de rival em inimigo a abater tem sido muitas vezes alimentado pelos poderes instalados nas colectividades. O corte de relações, por dá cá aquela palha, surge muitas vezes, como forma de ultrapassar debilidades internas e é uma fonte de apelo ao ódio. É uma atitude contrária ao espírito desportivo e a sua total deturpação. Por isso, a posição tomada, neste caso, pelo Sporting, merece-me grandes elogios. Espero que não seja apenas um fogacho, mas uma prática a seguir. O desporto agradece.

 

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publicado às 04:09

 

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«Tem sido falado para os dois clubes de Lisboa, mas neste momento, como é normal e natural, só posso de quem tenho. Estou extremamente satisfeito com o plantel que o Sporting formou e equilibrou ao longo desta pré-temporada. Como é óbvio, até ao mercado fechar não sei o que vai acontecer. É mais fácil perder do que adquirir jogadores, pois há vários futebolistas do Sporting ainda pretendidos por algumas equipas, infelizmente para mim, enquanto os nossos rivais estão sossegadinhos. Eu ainda sofro com essa situação, sem saber o que pode acontecer, mas faz parte do jogo e tenho de estar preparado para o que possa suceder. Os clubes deixam sempre o último dia para atacar os seus alvos e às vezes não dão hipótese de ter alternativas. Espero que não aconteça isso... Quanto ao Gabriel Barbosa, não vou falar, porque não é meu jogador».

Se pudesse escolher, entre manter William Carvalho ou contratar o avançado que já admitiu querer, o que escolheria Jesus? A resposta foi... assim: «Tenho de contar com quem tenho. Se puder ficar com os que tenho - sabendo que são jogadores que estão na órbita de equipas com capacidade financeira... - já ficava satisfeito. Mas isso faz parte da dinâmica financeira, para o clube ter uma estabilidade segundo aquilo que o presidente acaha que é o mais correto para o clube. Aí já não passa por mim».

 

Instado a comentar Piccini e o novo lateral direito, ainda por jogar, Stefan Ristovski:

 

«O Ristovski é um jogador que contratámos para fazer face a um lugar no qual apenas tínhamos o Piccini. Está a aprender as rotinas da equipa, a adaptar-se a Portugal e ao Sporting. O Piccini nestes jogos tem feito os 90 minutos e, na fase final na Roménia, deu a entender algum cansaço. É um jogador que, na minha opinião, é muito forte a defender. É muito difícil batê-lo a defender. O Ristovski é uma alternativa para o que possa suceder. Pode ser convocado amanhã. Estou a pensar nisso, mas só amanhã vou definir».

 

Quanto à primeira parte do comentário, Jorge Jesus a fazer o papel de vítima, exagerando, diga-se, porque se é verdade que poderá perder algum jogador até ao fecho do mercado, é igualmente factual que lhe foi dado uma mão cheia de reforços - dez ou onze, salvo erro - para melhor enfrentar a época e porventura conseguir concretizar alguns dos objectivos delienados. Não tem razão de queixa, indiferente do que ocorre com os rivais.

 

A segunda parte do comentário até é interessante, uma vez que nos permite compreender o que ele pensa de Piccini, sublinhando as características defensivas do jogador italiano. Quanto a Ristovski, não há muito para dizer por enquanto, uma vez que ainda não tivemos a oportunidade de o ver jogar. É natural, no entanto, que necessita de algum tempo para se adaptar ao seu novo milieu.

 

Só conheço do jogador macedónio aquilo que está disponível nos vídeos, e bem sabemos que essas imagens podem ser muito ilusórias. Creio, contudo, por aquilo que se viu, que se for razoavelmente a defender poderá "roubar" a titularidade a Piccini devido à vertente ofensiva do seu jogo, uma área em que o italiano é muito limitado.

 

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publicado às 04:08

 

 

... E, pelos vistos, com o vídeo-árbitro a "aplaudir" a performance do avançado brasileiro do Benfica. O mau da fita foi Marcão, claro. Tocar no actor, na área, implica correr graves riscos. Ainda por cima, o livre que levou ao lance do "puxão" que Hugo Miguel "viu", foi mal assinalado. Siga...

 

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publicado às 04:07

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