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A cadeira da presidência do COP

Rui Gomes, em 25.08.13

 

A cadeira da presidência do Comité Olímpico de Portugal parece ser prolífera na introdução de "papagaios" na praça pública. O Sporting teve lá um dos mais ruidosos durante alguns anos - actual membro do Conselho Directivo - e, agora, é a vez do Benfica através de José Manuel Constantino. Na realidade, é uma disposição que não me diz respeito por não se relacionar com o meu clube, todavia, não deixei de reconhecer alguma ironia nestas suas recém-afirmações:

 

«Um bom treinador será sempre penalizado num clube com deficiências organizativas. Mas um mau treinador não vence por melhor que seja a organização. O problema do futebol do Benfica é de ambos os domínios. Vive de memórias. E chegou tarde ao comboio dos tempos actuais e das exigências que a organização desportiva requer. Não procurou a qualidade, o conhecimento e a organização. Pensou que bastaria ter instalações, história, glórias, museu, massa associativa, uma águia amestrada, kits para sócios, construção civil, merchandising e o Eusébio. E começou a sobrar em discurso, em pose, o que faltava em êxitos desportivos. Perante as dificuldades optou sempre por um arrogante populismo. E num cenário de crise de resultados pelo anúncio de uma nova contratação. O resto - a ambição, a organização, a capacidade e competência de dirigentes e de treinadores - faria parte do seu código genético. Não era preciso seleccionar, nem investir na escolha dos melhores. O resultado está à vista. E era previsível.»

 

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publicado às 17:05

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2 comentários

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De Lion81 a 26.08.2013 às 20:57

Além de adepto de futebol e do Sporting sou adepto do desporto em geral e concordo com as suas afirmações respeitantes ao anterior presidente do Comité Olímpico. Não basta ser-se "papagaio" para se ser competente e nesse aspecto Vicente Moura deixou muito a desejar. Como se não bastasse foi presidente por mais de 15 anos. Portugal não tem bases Olímpicas para os seus atletas que, tenham valor ou não, acabam por abandonar as respectivas modalidades e em casos extremos, como foi o caso do Fernando Pimenta, pondera mudar de nacionalidade.
Espero que à parte de já estar a usar a cadeira que lhe dá visibilidade para mandar umas "farpas", que o novo Presidente do COP, faça alguma coisa pelo desporto português que bem precisa e que seja bem mais competente.
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De Rui Gomes a 26.08.2013 às 22:07

Meu caro, penso que o protagonismo que o palco que esta posição disponibiliza a estas pessoas dá-lhes um falso sentido de importância e relevância na sociedade.

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