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Evito de visitar as caixas de comentários dos sites noticiosos e alguns espaços na blogosfera, por saber, antecipadamente, que vou agravar o meu estado de espírito. A ignorância e a maleficência de alguns dos autores e comentadores são tão evidentes e grosseiras, que causam alarmante níveis de assombro e exaspero, mesmo aos mais pacifistas.  

 

Um autor desta exacta casta, questionou há dias a razão para a qual a camisola número 5 não era envergada no Sporting desde os tempos de Laranjeira. Isto, para os mais atentos, refere-se ao ex-defesa central leonino que saiu de Alvalade em 1979, portanto, há 33 anos. E este «ávido conhecedor» da vida Sporting nunca mais viu - pelo menos sete ou oito outros jogadores - ao longo de mais de três décadas com a camisola n.º 5, nem sequer, por incrível que pareça, Onyewu que a envergou a época passada. Relembra um programa televisivo: «Ver para acreditar»!

 

Não por coincidência, este mesmo notório autor da blogosfera, surgiu esta manhã a comentar (criticar impiedosamente) a noticiada hipótese de Jesualdo Ferreira vir a ser o «Manager» do futebol do Sporting. Se e quando for confirmado pelo Clube, farei pública a minha opinião sobre esta temática, até lá reservo comentário. Mas o referido bloguista, assente na sua ignorância dos factos, mas ansioso por publicar a sua maledicência, não hesitou logo em criticar a eventualidade - mesmo sem perceber patavina da matéria - dando-se ao desplante de afirmar que só há um «manager» no Mundo, por nome de Alex Ferguson. Requere que alguém lhe explique o significado do termo e da disposição associada ao desempenho da função, que eu não tenho disposição para fazer neste momento. Só existem duas modalidades desportivas no Mundo que usam o termo «manager» relativamente a treinadores: o basebol norte-americano e o futebol na Inglaterra, e em nenhum destes dois casos o desempenho da pessoa e os parâmetros dos seus poderes, corresponde, necessariamente, àquilo que se entende ser um gerente, administrador, director, etc., de uma qualquer empresa. Talvez por casos desta natureza, o Marquês de Sade é conhecido por ter afirmado: «Não há outro inferno para o homem além da estupidez ou da maldade dos seus semelhantes.»

 

 

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publicado às 18:07

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