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O Sporting juntou-se ao FC Porto nos quartos de final da Liga Europeia de hóquei em patins, com Benfica e Oliveirense a terem que esperar pela sexta jornada da fase de grupos. Os leões venceram na visita aos franceses do Quevert por 1-0, com um golo do internacional espanhol Pedro Gil, e passaram a somar 10 pontos, a uma jornada do final, mais três do que os italianos do Lodi, sobre o qual tem vantagem no confronto directo.

 

Na sexta e última jornada o Sporting recebe o Liceo da Corunha.

 

O já apurado FC Porto segue na liderança do grupo B, com inalcançáveis 13 pontos, apesar do empate na visita ao Vic (4-4).

 

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publicado às 03:36

Foto do dia

Rui Gomes, em 18.02.18

 

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Adeptos do Sporting insultam e tentam agredir jornalistas à saída da

Assembleia Geral. Valeu a intervenção da PSP. Deve fazer

parte integral da cultura do "novo" Sporting.

 

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publicado às 03:35

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 17.02.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

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Oferta de 1 milhão de dólares em leilão de 2017 recusada

 

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publicado às 23:59

Ruptura total !

Ricardo Leão, em 17.02.18

 

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Como antes aqui escrevera as eleições de hoje apenas confirmaram um cenário de ruptura total no Sporting entre os verdadeiros Sportinguistas e os arrivistas brunistas.

 

Este cenário traz de novo à colação a saída de milhares de associados do clube já por mim antes aventada.

 

As próximas semanas serão ricas em novidades. O Sporting vive uma ruptura histórica e nada ficará como antes.

 

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publicado às 22:51

Os sportinguistas merecem o que têm

Rui Gomes, em 17.02.18

 

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A frase que serve como título deste post, na realidade, não é mais do que um desabafo meu, uma vez que os sócios que marcaram presença na Assembleia Geral deste sábado, ou em qualquer outra, aliás, não representam o universo leonino, este constituído por alguns milhões, mas sim e somente os votantes do dia. Nunca saberemos o verdadeiro querer da real maioria de sportinguistas.

 

O desfecho da reunião magna só será surpresa para os mais distraídos. A partir do momento em que Bruno de Carvalho abandonou a última sessão, ardilosamente, quando viu o mau andamento das coisas, ficou-se logo a saber que a pausa não era mais do que uma estratégia para lhe permitir o tempo necessário para reunir a sua falange sectária e mais alguns por arrasto.

 

Um momento turbulento e completamente desnecessário na vida secular do Sporting Clube de Portugal, servindo apenas para satisfazer o egocentrismo de um único homem e a sua insaciabilidade pelo poder absoluto. Ironicamente, a maioria de sócios votantes na Assembleia terão decidido conceder-lhe esse poder, sem a mínima consideração pelos eventuais danos ao Clube. Estes sócios, na óptica perversa de Bruno de Carvalho, são os verdadeiros sportinguistas, sendo que os restantes não passam de meros 'sportingados' que recusaram aderir à vontade suprema do "messias".

 

Muito embora o todo do cenário seja deveras transparente, não deixa de ser um caso para estupefacção, por as coisas terem acontecido como aconteceram, com a anuência dos associados a um oportunista de momento que não merece o mínimo de consideração e respeito. A realidade nua e crua é que este presidente foi reeleito há menos de um ano e única e exclusivamente para saciar os seus interesses pessoais, não hesitou, nem por um minuto, em destabilizar a família leonina. O Sporting deveria estar em primeiro lugar, mas não está, e o futuro encarregar-se-á de demonstrar isso mesmo. Nada ocorreu por mero acaso, no entanto, haverão razões por detrás das acções de Bruno de Carvalho que carecem de mais amplo esclarecimento. Vamos esperar para ver e compreender.

 

Bruno de Carvalho viu-se no poder - e com mais ao alcance - e entendeu que o Clube tem de estar moldado à sua personalidade e servir as suas ambições narcisistas e ditatoriais, sem considerações morais ou constitucionais. Que passo a passo esteja a conseguir isso mesmo com aprovação associativa, é deveras chocante e não menos espectacular.

 

Vamos ficar aqui por hoje, numa altura que ainda nem sequer se sabe os números oficiais da votação.

 

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publicado às 21:29

Parabéns Bruno Miguel !

Ricardo Leão, em 17.02.18

 

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Uma grande "vitória" !

 

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publicado às 21:28

A caminho do abismo

Ricardo Leão, em 17.02.18

 

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Insultos, polícia, agressões. Críticas a tudo e a todos e, de forma inacreditável, até ao ex-presidente João Rocha. Eis o Sporting criado por Azevedo de Carvalho.

 

Estamos perante "novo" Sporting. Rasca, ordinário, lampiónico. Perigosamente próximo de se transformar num espaço de convívio impossível. O abismo ali mesmo ao lado.

 

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publicado às 18:23

A Assembleia Geral

Leão Zargo, em 17.02.18

 

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Num artigo na revista Harper’s, “Me, Myself, and Id”, Laura Kipnis escreveu que o narcisista “vive como se estivesse rodeado de espelhos, mas não gosta do que vê”. Como centraliza em si mesmo a realidade por se imaginar o único actor dos acontecimentos, desenvolve hipersensibilidade à avaliação dos outros e revela sentimentos excessivos de autoridade. Encaixa que nem uma luva em Bruno de Carvalho.

 

Rob Riemen definiu o tipo de relacionamento que o narcisista estabelece com o próprio ego: “O meu ego torna-se a medida de tudo e só interessa o que eu sinto, o que eu penso. Eu exijo que o meu gosto, a minha opinião e a minha maneira de ser sejam respeitados, senão eu ficarei ofendido. Um ego sensível como medida de todas as coisas não suporta qualquer crítica e ignora a autocrítica.” Não suporta, por exemplo, aquilo que imagina ser falta de “reconhecimento”, de “confiança” ou de “gratidão”. Bruno de Carvalho “dixit”.

 

O “leitmotiv” da Assembleia Geral de hoje é o narcisismo do actual presidente do Sporting associado a uma surpreendente instabilidade emocional. Por estes dias, os acontecimentos deslizam mais rapidamente do que convém e ele procura monitorizar as circunstâncias, pois receia pelo futuro. Há o risco do tempo se tornar desfavorável, e Bruno de Carvalho consumiu-se numa superexposição mediática. Na vida nada é permanente e no futebol pouco ou nada é previsível.

 

É este o contexto da Assembleia Geral. Rogério Alves explicou de forma cristalina o paradoxo da situação. De facto, o estado de alerta permanente e o prolongamento da conflitualidade com tudo e com todos tiveram consequências nefastas. A encruzilhada passou a ter um sentido único. Mesmo que as propostas de Regulamento Disciplinar e de revisão dos Estatutos sejam aprovadas como Bruno de Carvalho exige, verificar-se-à apenas um breve adiamento: daqui a alguns meses, os sportinguistas estarão novamente confrontados com outro tipo de chantagem.

  

(Há coisas que se dizem que não podem ser esquecidas. Bruno de Carvalho, em 4 de Dezembro de 2012, afirmou o seguinte em entrevista ao programa Dia Seguinte, na SIC Notícias: “A estabilidade não é um meio: é uma consequência. Isto é o que Sporting tem de perceber de uma vez por todas: no dia em que tiver liderança e um modelo, terá estabilidade”. Ainda tem esta opinião?)

  

(Fotografia de Yves Lecocq, High Pressure)

 

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publicado às 11:55

 

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Problemas de posicionamento do ainda presidente do Sporting: primeiro põe a cabeça no cepo, a seguir lamenta a possibilidade de ir para o desemprego porque não faz mais nada na vida, depois aproveita uma vitória internacional para pressionar os sócios em modo Calimero. Por fim, zanga-se por lhe chamarem palhaço e chantagista.

 

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publicado às 10:30

Leoas são elas

Rui Gomes, em 17.02.18

 

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Patrícia Cabral

 

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publicado às 03:36

Entre a espada e a parede

Rui Gomes, em 17.02.18

 

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Texto de NAÇÃO VALENTE

 

Esta cegada que começou com a alteração dos estatutos e quejandos, coincidiu com o período do carnaval. Houve desfiles, matrafonas, gente mascarada. Foi uma diversão. Este período terminou na terça-feira de acordo com o calendário. Porque razão se teima em o prolongar,uma espécie de 'remake', a época carnavalesca.?

Agora estamos na quaresma. Tempo de reflexão, de moderação, de entendimento. Por outras palavras é isso que diz Rogério Alves. Se o presidente se for embora o Sporting continuará. Sejamos claros, entre os críticos do presidente ninguém pôs em causa o cumprimento do seu mandato. Não há nenhum movimento organizado para o derrubar. Quem pôs a questão foi o próprio presidente, sem nenhuma necessidade. Durante o seu mandato não houve qualquer limitação ao exercício do seu poder. Então porque razão este braço de ferro de tudo ou nada?

O presidente convive mal com a crítica e não admite que alguém ponha em causa o que pretende fazer. Daí que não tenha a humildade de ceder um milímetro nesta guerra dos Estatutos. Na minha perspectiva, está convencido, talvez com razão, que os associados, colocados entre a espada e a parede, aprovem tudo o que pretende. Entre o anunciado caos e a continuidade do presidente a qualquer preço, preferem a segurança. Mas não haverá alternativa?

Há sempre alternativas. No ponto em que as coisas estão a solução mais sensata, seria, como muito bem refere Rogério Alves, encontrar uma solução de compromisso, que salve a face de todos os intervenientes. E a solução é simples: adiar a questão dos Estatutos para o final da época. Creio que a própria Assembleia Geral tem condições para fazer esse adiamento. Em nome dos interesses e da estabilidade no clube, e no futebol em particular. Não será um acto de inteligência?

Sou crítico do presidente e apesar de medidas positivas que tomou, não embarco no exagero de considerar que foi o salvador do Sporting. Em muitos aspectos, como agora, tem sido um factor de instabilidade. É altura de parar. Porque mesmo que ganhe na Assembleia, não é assim que irá contribuir para a necessária pacificação no Sporting. Reitero o meu apelo: parem este processo suicida. Adiem a discussão em causa para o fim da época. O Sporting merece !

 

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publicado às 03:35

A divergência de opiniões

Rui Gomes, em 17.02.18

 

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Dr. Manuel Pinto Coelho, que em 1981/82 era o médico da equipa principal do Sporting que conquistou a Taça de Portugal e a Supertaça:

 

"A Assembleia Geral vem no pior momento. Numa altura em que o Sporting está a lutar pelo título e está em mais duas frentes, devia haver concentração e paz de espírito para a equipa fazer o seu trabalho.

Sendo os Estatutos que estão em jogo, recordo uma frase do folósofo Karl Popper, que diz que  'o crescimento do conhecimento depende inteiramente do desacordo'. Vivendo num país democrático e livre, não é compaginável que os estatutos encerrem tiques de autoritarismo ou sinais de presidencialismo exacerbado. Não se podem alienar direitos fundamentais. O meu clube é o Sporting e não o Sporting da Venezuela. Não podemos aceitar que qualquer sistema ponha em causa a liberdade e os direitos fundamentais".

 

 

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Vítor Ferreira, antigo vice-presidente do Conselho Directivo e ex-administrador da SAD sob Bruno de Carvalho:

 

"Em relação às alterações previstas, elas têm uma filosofia que é a concentração de poderes no presidente e no Conselho Directivo. Nesse aspecto, acho errado, porque sendo o Sporting um clube democrático isso vai reforçar a natureza dos tiques ditatoriais do presidente. No futuro, acho que não devemos defender isso, mas sim que a instituição seja o mais democrática possível. Embora, em relação ao Conselho Leonino, esteja de acordo com uma reestruturação: reduzindo o número de elementos e ao mesmo tempo dotando esse órgão de pessoas com competências nos vários sectores da nossa sociedade, que poderiam ser eleitas em assembleia geral. Ter um Conselho Leonino com pouca expressão não interessa ao Sporting.

 

É indubitável que o novo regulamento disciplinar coloca em causa a liberdade crítica dos sócios. Basta ler o tipo de sanções previstas para os adeptos que discordem disto ou daquilo. Devemos respeitar as opiniões e procurar não criar divisões entre sócios. Não se pode limitar o direito à associação e reunião. Sou absolutamente contrário a essa proposta.

Na minha opinião, a questão central não é a continuidade dos órgãos sociais. Tem sido feito algum trabalho meritório no Clube, mas o grande problema não está no trabalho, mas sim noutra área de acção, sobre a qual não me vou pronunciar. Veja-se a atitude da UEFA em relação ao presidente, o que é penoso para o clube".
 
 

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Bernardo Dinis, antigo conselheiro leonino e ex-presidente do Núcleo Sportinguista de Leiria:

 

"Concordo em absoluto com as alterações propostas. Os Estatutos valem o que valem, mas há uma coisa que é certa: ninguém liga. Mais importante que os estatutos é ter estabilidade diretiva para depois haver estabilidade desportiva. Este conselho diretivo, que espero que continue com coesão e firmeza, é meio caminho andado para o Sporting se tornar campeão. Porque isso é algo que vai acontecer por força das circunstâncias. O Sporting praticamente não tinha ecletismo e agora é dos clubes mais fortes da Europa. Veja-se os dois títulos de corta-mato. Precisamos de unidade, é hora de acabar com o masoquismo, pois já pagámos faturas elevadas. Bruno de Carvalho merece o meu total e incondicional apoio.

 

Acho que o novo regulamento disciplinar não vai colocar em causa a liberdade crítica dos sócios. Se as pessoas fizerem as suas críticas com elevação, não precisam de ter receio de ser penalizadas. Quem não deve, não teme. O Sporting é um clube democrático e essa questão não me preocupa minimamente.

 

Vou votar na continuidade do Conselho Directivo e quem não o fizer só está a penalizar o Sporting. Acho que tem feito um trabalho notável que as palavras não traduzem. Quem estiver atento, tem de ficar completamente rendido. Não conhecia nenhuma pessoa desta direção, mas passei a admirá-las e respeitá-las. A luta pelos quatro títulos nacionais é de louvar".

 

Não era minha intenção adicionar um comentário a este post, mas depois de transcrever as absurdas declarações de Bernardo Dinis, não resisti. Não sei qual é o maior disparate; afirmar que os Estatutos do Clube "valem o que valem" ou declarar que o Sporting "praticamente não tinha ecletismo" antes de Bruno de Carvalho. Se a estupidez fosse música, este sujeito constituiria uma orquestra completa.
 
Ainda bem que recuei no meu propósito de citar Daniel Sampaio, um dos líderes do coup d'état que levou o actual presidente ao trono.
 

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publicado às 03:34

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 16.02.18

 

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publicado às 23:00

 

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Em declarações à Rádio Renascença esta sexta-feira, Jaime Marta Soares mais uma vez sentiu a necessidade de vir em defesa de Bruno de Carvalho, destacando as suas supostas "qualidade humanas":

 

"Tem grande sentimento humano, posso dizê-lo à vontade. Sei o que passa, o que sente e o que sofre pelos insultos e enxovalhos que lhe dirigem. Bruno de Carvalho é injustiçado por muita gente que não mostrou nada para ser capaz de fazer mais ou melhor, ou, porventura, igual. Quanto à Assembleia Geral, tudo farei para criar as condições de funcionamento democrático".

 

Não me vou alongar em comentário, até porque isto não é mais do que um novo episódio de propaganda avulsa na véspera de uma reunião magna que, de uma forma ou outra, promete estrondear o universo leonino.

 

Caso tivesse a oportunidade, faria uma única pergunta ao senhor presidente da Mesa da Assembleia Geral: 'Se de facto Bruno de Carvalho sofre com os insultos e enxovalhos que lhe são dirigidos, o que dizer dos sentimentos de todos aqueles que ele próprio tem insultado e enxovalhado, em alguns casos, vezes sem conta ?'.

 

Esta por de mais transparente estratégia de querer fazer um mártir de Bruno de Carvalho só pode resultar com os meros incautos.

 

P.S.: O "bombeiro" ainda arranjou inspiração para dizer que José Roquette "tinha feito melhor ficar calado". De uma forma ou outra voltamos sempre ao epicentro do folhetim em curso: ninguém que discorda do ainda presidente pode falar e os seus vassalos de serviço defendem a proposição rigorosamente.

 

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publicado às 19:22

 

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O Sporting publicou esta sexta-feira no site oficial um comunicado que visa esclarecer o processo de votação que irá decorrer na Assembleia Geral Extraordinária a realizar-se este sábado, no Pavilhão João Rocha, pelas 14h00.

 
Comunicado na íntegra:

"Por forma a dissipar dúvidas que muitos Sócios do Sporting CP têm levantado nos últimos dias, em relação às votações na Assembleia Geral Extraordinária de amanhã, 17 de Fevereiro, esclarece-se:

- Os pontos 1 e 2 necessitam de 75 por cento de votos favoráveis dos presentes por forma a serem aprovados;

- Os votos nulos e brancos, bem como a abstenção, terão o mesmo efeito de um voto contra;
 
Recordamos que a AG decorrerá no Pavilhão João Rocha (14 horas) e que o processo de credenciação dos Sócios será feito a partir das 12 horas".
 
O que fica por esclarecer, é eloquentemente citado por Rogério Alves no seu artigo que publicámos hoje no blogue. Passamos a reiterar as questões que carecem de clarificação e que a Mesa da Assembleia Geral aparenta não dar muita importância:
 
"A convocatória é seca, não desvendando alguns aspectos relevantíssimos. Por exemplo: como se processará a votação? Por voto secreto ou por braço no ar? As alterações aos estatutos serão votadas ponto por ponto, como manda a boa técnica, ou sê-lo-ão em bloco? Poderão ser formuladas propostas concretas sobre pontos específicos, o que remete para a tal votação casuística. O mesmo se dirá quanto ao regulamento disciplinar. À exigência de dois terços dos votos a que aludem os estatutos, junta-se, ou não, a exigência do voto favorável de três quartos do número dos associados presentes, imposta pelo Código Civil no seu artigo 175, n.º 3? Trata-se de uma questão fulcral, tendo em conta que os associados têm número diferenciado de votos. Para que haja votação, terá de haver propostas. Qual é a proposta colocada à votação no âmbito do ponto 3? Não se sabe se as votações serão feitas no final, ou se irão sendo feitas com o encerramento de cada ponto (da ordem de trabalhos e dos dos documentos em apreço). Imaginemos que os pontos 1 e 2 são aprovados: para que servirá o ponto 3? Mas, sendo posto à votação o ponto 3, com uma proposta que entretanto surja, imaginemos que se vota num sentido favorável aos órgãos sociais em percentagem de 60 por cento. Ainda assim renunciarão? Mas a razão da renúncia não consiste, basicamente, na falta de aprovação dos dois primeiros pontos? Desaparecendo os motivos geradores da renúncia, poderá esta, ainda assim, verificar-se? Qual é o enquadramento do ponto 3 da OT, quando é certo que a AG só pode revogar os mandatos dos órgãos socais ocorrendo justa causa (artigo 40, n.º 2, dos Estatutos)? Caso haja renúncia em bloco dos órgãos sociais que a anunciaram, poderá, por amarga ironia, manter-se apenas o Conselho Leonino em funções?".
 

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publicado às 15:31

O sentimento dum sportinguista

Rui Gomes, em 16.02.18

 

Um artigo da autoria de ROGÉRIO ALVES - o homem que muitos sportinguistas gostariam de ver assumir a presidência do Sporting - no jornal A Bola, muito interessante e pertinente, tendo em consideração as circunstâncias de momento do nosso Clube.

 

Antes de mais, aproveitamos o ensejo para agradecer a simpatia e a amabilidade do nosso estimado leitor HUGO, que se deu à incómoda tarefa de nos referenciar este escrito. É pela gentileza deste e de muitos outros leitores, que encontramos a motivação para dar continuidade a este nosso trabalho. Bem hajam !

 

Rogerio_Alves.jpg"Não foi pelo facto de o Cesário ser verde que escolhi o título para esta crónica. O momento que o Sporting Clube de Portugal atravessa, suscita, infelizmente, bem mais do que a soturnidade e a melancolia, conhecidos ingredientes primeiros do poema. Subitamente, caímos num rebuliço interno, que, a meu ver, não encontra justificação. Ficámos perante a hipótese de colapso directivo, quando ainda não decorreu, sequer, um ano, contado da eleição dos órgãos em funções. Tal qual escrevi na semana passada, precisamente quando os nossos adversários gozavam, com todo o merecimento e basicamente por más razões, do monopólio das atenções mediáticas, eis que nós lhes servimos, de bandeja, aquilo que nem a mais competente agência de comunicação do planeta conseguiria. Retirámo-los da ribalta, ocupando nós agora, com todo o vigor, o espaço público da refrega. O clube está dividido, os adeptos estão perplexos e, neste contexto, os sócios são chamados, no próximo dia 17, a uma escolha que seria inimaginável há uma mão cheia de dias. O momento é delicado. Exige muita objectividade, serenidade e ponderação. A quaresma começou ontem. Dá-nos uma oportunidade abençoada para moderarmos a linguagem, mantermos a cabeça fria e procurarmos, a bem do Sporting, consensos, que nos recoloquem na unidade possível e na paz desejada. 

O pecado original desta Assembleia Geral

A Assembleia Geral do próximo dia 17 tem um problema congénito, fácil de diagnosticar: O que estará em causa, não será tanto o que consta da ordem de trabalhos mas sim a continuidade dos órgãos sociais. Ou, pelo menos, de alguns, pois não sei se, em função do resultado das votações, também os membros do Conselho Leonino renunciarão. Mais do que a votar nas propostas de alteração de estatutos e na aprovação do regulamento, os sócios estarão, de facto, a votar na dita continuidade. Um sócio que discorde das alterações propostas, terá de escolher, não só, entre os actuais estatutos e a versão posta a sufrágio, mas, sobretudo, se quererá ou não eleições antecipadas. Ora uma crise directiva e a marcação de eleições antecipadas, são, nesta altura do campeonato (passe a expressão), tudo o que o Sporting menos precisa. A interpretação da vontade dos sócios ficará irremediavelmente comprometida, tendo em conta a dualidade entre o que se está a votar e a consequência anunciada do resultado da votação. A que acresce o facto de, para a generalidade dos sócios, ser bem mais importante a estabilidade do clube, do que umas alterações estatutárias avulsas e um regulamento disciplinar. Poderemos ter quem concorde com os documentos, mas, ainda assim, vote contra, para ver se os órgãos sociais renunciam e, ao invés, quem não concorde com os documentos, mas os vote favoravelmente, para preservar os ditos órgãos. Prevalecerá uma utilidade marginal da votação, que se solta e desprende da que deveria ser a sua lídima motivação. Estaremos a votar em alhos, mas pensando em bugalhos.

A súbita mudança de cenário. Problemas que se suscitam

Na preparação da Assembleia Geral designada para o dia 3, não havia, penso, qualquer anúncio de renúncia. A alteração estatutária passaria ou reprovaria, o regulamento disciplinar também e a vida continuaria conformada com os resultados. Admito a minha falta de informação mas não entendo o que se haja alterado desde o dia 3 até ao dia 17, para se associar o prolongamento da vida dos órgãos sociais recém-eleitos, à votação favorável dos dois documentos. Mas o acrescento de um ponto 3, «deliberar sobre a continuidade do mandato dos actuais órgãos sociais», suscita também outros problemas jurídicos e factuais, que se associam às dúvidas que afectam os pontos 1 e 2. Vejamo-los de corrida: a conhecida convocatória é seca, não desvendando alguns aspectos relevantíssimos. Por exemplo: como se processará a votação? Por voto secreto ou por braço no ar? As alterações aos estatutos serão votadas ponto por ponto, como manda a boa técnica, ou sê-lo-ão em bloco? Poderão ser formuladas propostas concretas sobre pontos específicos, o que remete para a tal votação casuística. O mesmo se dirá quanto ao regulamento disciplinar. À exigência de dois terços dos votos a que aludem os estatutos, junta-se, ou não, a exigência do voto favorável de três quartos do número dos associados presentes, imposta pelo Código Civil no seu artigo 175, n.º 3? Trata-se de uma questão fulcral, tendo em conta que os associados têm número diferenciado de votos. Para que haja votação, terá de haver propostas. Qual é a proposta colocada à votação no âmbito do ponto 3? Não se sabe se as votações serão feitas no final, ou se irão sendo feitas com o encerramento de cada ponto (da ordem de trabalhos e dos dos documentos em apreço). Imaginemos que os pontos 1 e 2 são aprovados: para que servirá o ponto 3? Mas, sendo posto à votação o ponto 3, com uma proposta que entretanto surja, imaginemos que se vota num sentido favorável aos órgãos sociais em percentagem de 60 por cento. Ainda assim renunciarão? Mas a razão da renúncia não consiste, basicamente, na falta de aprovação dos dois primeiros pontos? Desaparecendo os motivos geradores da renúncia, poderá esta, ainda assim, verificar-se? Qual é o enquadramento do ponto 3 da OT, quando é certo que a AG só pode revogar os mandatos dos órgãos socais ocorrendo justa causa (artigo 40, n.º 2, dos Estatutos)? Caso haja renúncia em bloco dos órgãos sociais que a anunciaram, poderá, por amarga ironia, manter-se apenas o Conselho Leonino em funções?

Nesta encruzilhada

Não me interessa muita a vertente jurídica da coisa. Mas ela é relevante, independentemente da medida em que nos interessa. Por isso suscitei os tópicos precedentes. Concordo com algumas das alterações aos estatutos e discordo de várias outras. Não vejo a necessidade premente de termos um regulamento disciplinar, nem me parece obrigatório que seja aprovado em AG (não consta do elenco de competências estatutárias, embora reconheça que o assunto é discutível). Vários pontos do regulamento também não merecem o meu acordo. Mas nada disto deveria ser o essencial. No naipe de preocupações dos sportinguistas, as matérias disciplinares e estatutárias não são prioritárias e, a meu ver, teriam um tempo oportuno para serem discutidas logo após o final da época. Os estatutos em vigor são claros no que é essencial: os sócios devem honrar o clube e defender o seu nome e prestígio. Os eleitos devem exercer os cargos com exemplar conduta moral e cívica e em conformidade com a orientação definida pelos órgãos sociais do clube. Os sócios devem ainda zelar pela coesão interna do clube, cabendo aos membros dos órgãos sociais exercer os respectivos cargos com a maior dedicação e exemplar comportamento cívico e moral. Compete ainda aos sócios, sob pena da aplicação de sanções disciplinares, não injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do clube ou qualquer dos seus membros, como lhes compete abster-se de proferir expressões ou cometer actos (...,...) ofensivos da moral pública. Quem não proceder assim, sendo sócio ou (também) dirigente, fica sob a alçada disciplinar. Podem sempre melhorar-se as normas, mas, neste momento, a questão é de somenos, tendo em conta os combates desportivos em que estamos envolvidos e, sendo de somenos, em nada deveria poder determinar a abertura de uma crise directiva. Demissões nascidas de alterações aos estatutos, só mesmo se quisessem alterar os elementos do nosso ADN, que ali se abrigam, tais como a denominação, os símbolos ou as cores. É o que penso de tudo isto. Tenho esperança de que ainda se arrepie caminho."

 

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publicado às 11:00

Respeito, educação, maturidade

Naçao Valente, em 16.02.18

 

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"A UEFA aproveita a oportunidade para reiterar que o respeito é um princípio chave do futebol, incluindo o respeito pelo jogo, pela integridade, pela diversidade, pela saúde dos jogadores, pelas normas, pelos árbitros, pelos adversários e pelos adeptos", pode ler-se na página daquele organismo na Internet." (Copiado de um texto do Camarote Leonino)

 

Respeito é um princípio base nas relações entre todos os seres humanos e até destes com todos os seres vivos. O respeito marca a diferença entre a barbárie e a civilização. E quando a barbárie, escondida no recôndito da natureza humana vem à superfície, é porque o respeito foi desrespeitado. Não há nenhum grande ditador, responsável por exploração, massacres e  genocídios que tenha respeitado o seu semelhante. 

 

O respeito no futebol devia ser um princípio base, mas de facto não é. Mesmo pessoas que pautam a sua vida por princípios e valores, esquecem-nos perante a cegueira clubista. Essa, expressa no calor das emoções, não sendo justificável e até condenável é compreensível. Mas mais grave é ser alimentada por quem, no futebol, a devia combater, isto é a classe dirigente. Mais grave ainda é quando o adepto confunde a cegueira pelo clube, pela cegueira por uma personalidade.Como é que o adepto respeita o adversário transmutado em inimigo, quando o presidente do seu clube, usa, abusa e fomenta a falta de respeito?

 

Sei que é uma utopia, um pensamento à margem da realidade, mas quem exerce altas funções de chefia, devia ser sujeito a avaliação sobre a sua formação ética. No que diz respeito ao futebol, onde os dirigentes são eleitos por um universo de adeptos, estes deviam assentar a sua escolha não nas suas  promessas vagas e demagógicas que não cumprem, mas na sua idoneidade. Não se devia escolher um presidente, sem considerar a sua capacidade para se respeitar a si próprio e aos outros. Outro factor fundamental é a educação.Depois  devia-se considerar a maturidade e a responsabilidade, sem as quais não é possível levar a bom porto qualquer projecto com segurança e solidez. Sem estes princípios básicos, não há competência que possa vingar, nem justificar a concordância de cidadãos plenos, a troco de qualquer" prato de lentilhas".

 

No futebol, ao contrário da pretensão da UEFA, não há respeito, nem pelo jogo, nem pelos seus intervenientes, nem pelos adversários, nem pelas regras. Só interessam os resultados a qualquer custo. Em Portugal, os presidentes, com relevo para os chamados grandes, não respeitam, nem se dão ao respeito. Julgam-se acima da lei, e como tal agem.

 

Os adeptos, na generalidade, bajulam-nos se conseguirem bons resultados, seja a que preço for. Podem insultar e vilipendiar adversários,  desrespeitar os seus antecessores e o próprio clube, perseguir e banir os críticos, que são sempre considerados inimputáveis. Os adeptos apoiam-nos e escolhem-nos pela demagogia e pelo populismo. Aos princípios, aos valores, dizem nada. Os grandes demagogos são oportunistas que conhecem os truques para enganar as massas, sabem o que estas querem ouvir  e estas gostam de ser enganadas.

 

Respeito no futebol só existirá quando este for dirigido por pessoas com formação ética, o que não é o caso. Estes fogem do futebol como o diabo da cruz. Não estão para se sujeitar à irracionalidade do adepto. O campo está livre para oportunistas de todo o jaze. Uns mais polidos, outros mais rudes, alguns obtusos. Que interessa o respeito?  Era verde e um burro comeu-o. Bem pode a UEFA pregar no deserto. 

 

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publicado às 03:00

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 16.02.18

 

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publicado às 02:59

Foto do Dia

Rui Gomes, em 16.02.18

 

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"Na primeira parte Gelson foi, com Piccini, o único elemento da equipa que não achou má ideia passar alguns segundos consecutivos em posse de bola no meio-campo do Astana. Criou imensos desequilíbrios, uma vezes em velocidade, outras, como na jogada do minuto 21, fintando lenta e metodicamente uma pessoa de cada vez. Marcou o segundo golo e ainda teve outro nos pés. Comportou-se, em suma, como se fosse vítima de uma daquelas bizarras disfunções neurológicas popularizadas pelos livros de Oliver Sacks: O Homem Quem Confundiu um Piso Sintético no Fim do Mundo Com Uma Porra Exactamente Igual Às Outras".

 

                                                                           Rogério Casanova, jornal Expresso

 

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publicado às 02:58

 

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Fábio Coentrão vai falhar o encontro com o Tondela, na próxima segunda-feira, após suspensão por um jogo por cuspir na direcção dos espectadores do FC Porto, já na zona de acesso aos balneários do Estádio do Dragão.

 

O defesa leonino foi castigado pela secção não profissional do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, uma vez que o jogo em causa diz respeito às meias-finais da Taça de Portugal frente ao FC Porto, no dia 7 de Fevereiro.

O castigo surgiu não por aquilo que foi escrito no relatório do árbitro, João Pinheiro, mas sim devido aos relatos do observador do jogo, que também indicam que Fábio Coentrão foi provocado pelos adeptos com cânticos ofensivos, cuspidelas e arremesso de isqueiros. Os dragões foram, por isso, multados em 1428 euros.

 

Bom jogador, mas excessivamente temperamental.

 

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publicado às 02:57

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