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Não era minha intenção voltar a abordar o despedimento colectivo no jornal "Sporting", mas depois de reflectir conscienciosamente determinadas informações que me chegaram, há dois ou três dias, decidi que valeria a pena um comentário adicional, que se não tiver outra utilidade, servirá para acentuar que este assunto foi mal e impiedosamente gerido pelo Conselho Directivo e, sobretudo, em contraste com a transparência que é constantemente apregoada, nem tudo é o que aparenta, caso existissem dúvidas.

 

As suspeitas sobre diversos aspectos desta decisão dos responsáveis do Sporting surgiram logo no primeiro minuto, pela informação que foi divulgada pela comunicação social , em nada atenuadas pelo tardio comunicado do Clube, que eu então denominei o proverbial "atirar areia para os olhos". Soube-se, então, que foram despedidos oito funcionários do jornal, homens e mulheres, alguns com décadas de serviço no Clube. Um dos rumores que então surgiram foi-me possível agora confirmar: que apenas ficaram dois fotógrafos, possivelmente porque o "YoungNetwork" Grupo não tem profissionais da especialidade no seu quadro.

 

Entretanto, através de fonte directa e fidedigna - nomeadamente um dos funcionários despedidos - foi possível apurar um pouco mais sobre o processo e a forma como este foi gerido por quem de direito. Este funcionário, que por uma questão de respeito e sem a exigência da pessoa, vou manter anónimo, depois de décadas na função, apresentou-se ao serviço na terça-feira, dia 22 de Abril, e quando tentou dar início ao seu trabalho verificou que o acesso ao seu computador estava bloqueado. Dirigiu-se então a um colega que o informou do despedimento colectivo e que também ele descobriu a situação do mesmo modo. Para não entrar em mais detalhes, será suficiente indicar que o referido funcionário dirigiu-se a um dirigente e perguntou-lhe se a Direcção não sentia o dever e se não dispunha de cinco minutos para informar as pessoas directa e pessoalmente. Não recebeu resposta !

 

Ainda através de uma outra fonte, também esta fidedigna, um vogal da Direcção foi questionado sobre a situação. Como resposta, limitou-se a dizer que o processo "já estava a ser planeado há algum tempo, porque estavam a ser cometidos muitos erros" (com a publicação do jornal).

 

Caso à parte, quero deixar aqui o meu apreço por Rúben Coelho - director-adjunto do jornal - o real "motor" da publicação com cerca de 25 anos de casa e, salvo erro, distinguido com o Prémio Stromp, em mais do que uma ocasião. Pessoa com quem eu tive o prazer de lidar durante os meus anos de colaboração com o jornal. Não tive ocasião de falar com ele, mas creio que visita o blogue. Desejo-lhe as maiores felicidades.

 

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publicado às 07:57

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37 comentários

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De Anti-brunetes a 30.04.2014 às 09:05

Creio que o caro teve a felicidade na sua vida de nunca ser despedido com contornos semelhantes aos que relata aqui.

Isto Rui é infelizmente uma realidade em vários sectores da nossa sociedade.

A história que conta não é por isso uma novidade ou uma grande "furo" que esta a dar,já vi a acontecer é variadíssimos momentos nas mais mais diversas profissões.


Ficamos agora á espera para ver a melhorada e grandiosa nova publicação do jornal Sporting...

Vamos lá ver quantos meses demora ate ser anunciado o fim da publicação(porque é isso que esta em causa,esta é apenas a primeira fase).
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 09:23

Enquanto jovem e ainda estudante, cheguei a ser despedido, mas não nos mesmos moldes. Daí até ao presente, nunca mais aconteceu, também porque há mais de 30 anos que trabalho por conta própria.

Este power-play " da Direcção, faz-me lembrar o que ocorre na Wall Steet ", onde acções inescrupulosas do género são comuns.

Cada um tirará as suas próprias ilações, mas o que isto representa para mim, que há longo suspeito, é que estamos a lidar com indivíduos que não olham a meios para atingir fins, e isto funciona nos dois sentidos. Se hoje, supostamente em defesa dos interesses do Sporting, amanhã veremos.

Essa de chegar ao serviço depois de décadas na "casa" e encontrar o acesso ao computador bloqueado é surreal, mas identifica-se bem com o perfil de Bruno de Carvalho e do lacaio José Quintela.
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De Anti-godinhetes a 30.04.2014 às 09:28

"Vamos lá ver quantos meses demora ate ser anunciado o fim da publicação(porque é isso que esta em causa,esta é apenas a primeira fase)."

Esta afirmação vem na sequência do "o Bruno nem 3 meses lá dura", que depois passaram para 6 meses e entretanto não houve "update" de prazo?!

Não se aborreça com a resposta, que o que você quer já todos estão fartos de saber... Vá lá procurar pelo vice que até já se tinha demitido e etc. e tal...
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De L a 30.04.2014 às 10:13


Realmente dizer mais o quê? Canalhada e canalhices! Medidas como esta conduzem sempre ao se faz algum sentido mas o que nunca fez sentido nenhum e desde o início do processo foi afastar grandes sportinguistas, colaboradores de muitos anos por pura carolice e amor ao clube para entregar o nosso jornal aos amigos. Ainda a fazer lembrar os que passam a vida a queixar-se dos jornais, deviam estar todos de férias quando esta direcção os usou como muito bem entendeu para difamar todos aqueles que queria muito simplesmente ver pelas costas, que só por coincidência ganhavam todos 20 mil.

Num país com muitos poucos anos de práticas democráticas acha-se perfeitamente normal que cada nova liderança traga uma vassoura sem olhar a nada, inclusive qualquer mérito, sempre sob a capa da confiança que melhor cobre as amizades. São novos, ainda não têm acesso a bebidas alcoólicas e nem nunca ouviram falar de uma bebida como o conhaque de certeza. Um exemplo, entre muitos da vida real portuguesa, porque nada justifica tanto o atraso a que Portugal sempre esteve condenado, às vezes chamam-lhe tráfico de influências e corrupção. O autarca com a maior divida às Aguas de Portugal, últimas eleições volvidas e entrou precisamente na Administração das Aguas de Portugal porque por acaso também tem um cartão. E depois também aqui o défice é uma chatice do caraças que alguém vai ter que pagar. Claro que as autoridades também podiam começar a recrutar ladrões para ajudarem nas investigações.
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De Marco Silva a 30.04.2014 às 10:32

Com todo o respeito, isto parece mais uma história de alcoviteiros do que qualquer outra coisa.
Sem conhecer os contornos do caso em questão mas por analogia com muitos outros casos similares em que predomina a apologia do queixinhas versus coitadinho, estou deveras inclinado a dar razão a quem tomou a decisão de dar um novo rumo ao Jornal do Sporting ao qual, nos meus mais de 60 anos de idade e 40 de sócio, nunca lhe reconheci grande mérito ou utilidade.
Já agora (e mérito lhe seja reconhecido) não conheci nenhum presidente do Sporting que tenha publicitado mais o Jornal do Sporting do que o Dr. Bruno de Carvalho. Só quem estiver de má fé, tenha uma agenda de bota-abaixo ou quem se esconde atrás dos arbustos, é que não lhe reconhece isso.
Tanta treta em redor do Jornal do Sporting mas ninguém se questiona por que é o site do Sporting é, desde a primeira hora, gerido pela Sportinveste . Nesta questão não entra também o sportinguismo e os seus valores?
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 10:37

E já há muito que se reconhece a falta de qualidade do site...

A comparação entre o jornal e o site não tem fundamento algum, técnica e historicamente.

Bruno de Carvalho é Doutor de quê ?... A título de curiosidade.
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De Marco Silva a 30.04.2014 às 11:08

Do que lhe disse só lhe mereceu observção as habilitações do Dr. BdC o que significa que a defesa que faz do assunto é muito débil ou então concorda comigo no essencial.

No CV de BdC, pode ler-se:

"A sua formação de base a nível académico (primeiro ciclo) é o Curso Superior de
Gestão tendo lhe sido conferida a licenciatura pelo ISG - Instituto Superior de
Gestão que veio posteriormente a completar com os estudos do segundo ciclo do
ensino superior, com o Mestrado em Gestão do Desporto de Organizações
Desportivas, pela Faculdade de Motricidade Humana e pelo ISEG -Instituto Superior de Economia e Gestão"

Segundo julgo saber, é(ou foi) Professor no ISEG.

Mas mais de que tudo isso é o Presidente do meu clube de coração que num ano de gestão devolveu-me o orgulho de ser sportinguista e, em particular, afastou de mim o pesadelo do absimo ao mesmo tempo que me faz acreditar que (afinal) ainda podemos retomar o caminho da glória
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 12:12

Sim, tem razão, ele quase toda a Direcção do Sporting são professores no ISEG.

Respondi-lhe a três questões diferentes, mas como isso não o satisfez, ainda poderia ter dito que ainda "bem" que considera a perda de empregos pelas oito pessos despedidas "histórias de alcoviteiros".

Quanto ao resto da sua demagogia, o disco já está bastante gasto.
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De L a 30.04.2014 às 12:51


É favor não comparar a estrada da Beira com a beira da Estrada. O ISEG, ex-ISE e ex-Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras da Universidade Técnica de Lisboa, em São Bento, ao Quelhas, é só a Faculdade de Economia mais antiga do país, quase tão antiga como o SCP. Aliás até deriva de duas escolas ainda mais antigas.

Já este Sporting está em força é no ISG (Business and Economic School), instituto onde trabalham vários elementos ligados à Universidade Lusófona, caso de Manuel Damásio, que é presidente de ambos os conselhos de administração (CA). Outro nome comum é Carlos Vieira, ‘vice' do Sporting, que é o responsável pelas Relações Internacionais da Lusófona e vogal do CA da Ensinus, empresa a que pertence o ISG, onde trabalham ainda Bruno de Carvalho e os ‘vices' leoninos Vicente Moura e José Quintela. Também o antigo dirigente verde e-branco Dias Ferreira está entre os docentes do instituto. No ISG, o "mestre" Bruno de Carvalho é o responsável pela coordenação científica do curso de pós-graduação em Gestão Desportiva. Além disso, é docente na Unidade Curricular Gestão e Exploração de Recintos Desportivos, e Organização e Desenvolvimento Desportivo, com Bento Valente. Nesse mesmo curso, Dias Ferreira é o "mestre" em Direito no Desporto; o "comandante" Vicente Moura ficou com a unidade Aprendizagem, Sustentabilidade e Responsabilidade Social no Desporto; e o "mestre" José Quintela com Relações Públicas no Desporto, aparecendo ainda como docente em Workshop Gestão de Crises na disciplina Comunicação de Crise.

Claro que é uma mera coincidência, naturalmente que haverá pessoas com amizades comuns diz Manuel Damásio, presidente do conselho de administração do ISG, sobre o facto de no instituto trabalharem vários elementos da direção do Sporting, como Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, José Quintela e Vicente Moura.

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De Anónimo a 30.04.2014 às 19:16

Será porventura uma explicação semelhante à que o mesmo Manuel Damásio daria se lhe perguntassem sobre o facto de ser sócio do Godinho Lopes na Estoril Sol Residence.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 21:58

Não acha que é comparar "alhos" com bugalhos " ?
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De sloct a 01.05.2014 às 08:27

O caro L tem toda a razão. O ISEG (no meu tempo era ISE) é uma instituição séria, não tem nada a ver com os ISG's que por aí pululam....
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De Marco Silva a 30.04.2014 às 18:51

Meu caro Dr Rui Gomes
Com esta resposta(?) concluo uma de duas: ou está em baixo de forma por quaisquer razões que por vezes atingem o comum dos mortais ao que, se for verdade, formulo sinceros votos para que sejam rapidamente ultrapassadas, ou então, o seu ódio/obessão pelo Dr Bruno de Carvalho fá-lo perder alguma clarividência levando-o, muitas vezes, a ser injusto/incorrecto.
Ao invés do que escrveu, não me respondeu a três questões. Questionou as habilitações académicas do Dr. Bruno de Carvalho. Reconheceu que era mau o site do Sporting e que o site e o jornal não eram comparáveis como se isso fosse a questão.
Quanto ao grau académico parece que ficámos esclarecidos. Em nota de rodapé e do que li por aqui, parece que o facto de vários membros de Direcção do Sporting darem aulas juntos no tal Instituto é quase crime e menos valorativo das suas funções.
Quanto aos empregados despedidos, lamento dizer-lhe mas não vejo nisso nenhum drama desde que as pessoas em questão sejam tratadas com a devida urbanidade e recebam as indemnizações a que têm direito. No resto é um processo normal na vida das empresas que dão prejuízo
Antecipando-me ao que irá escrever (nas costas dos outros vejo as minhas) quero desde já dizer-lhe que não deixarei de visitar diariamente o seu blogue. Como diz o escritor, alegoricamente falando, até nos pântanos nascem flores e algumas das que tenho visto por aqui, são das mais belas que colhi e é dessas que continuarei a vir à procura
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 22:20

Meu caro Marco Silva,

Em primeiro lugar permita-me esclarecer que não uso "Dr.".

Segundo, não reconheço as credenciais académicas de Bruno de Carvalho para ser tratado por "Doutor", tão simples como isso. O facto de ser "Mestre" no ISEG em gestão desportiva, é um caso irrisório que nem justifica mais discussão.

Porque é que não se aprova o "Bruno" tem de ser devido a "ódio" ou qualquer outro sentimento tão degradado ? Já expliquei neste espaço inúmeras vezes as razões que me levaram a não acreditar na pessoa. De resto, Bruno de Carvalho tem tanta influência na minha vida como um mosquito, salvo por ser o presidente do meu clube.

Foi o caro que fez referência ao site do Sporting, ou fui eu ? A operação de um qualquer site que na realidade não envolve jornalismo, é muito diferente da publicação de um jornal. Uma das razões que permitem e até exigem que seja contratado no exterior. Isto, não obstante, há muito que é reconhecido que a plataforma do site do Sporting é muito pobre.

Ainda bem que não acha nenhum drama no despedimento de pessoas que exerciam uma função há muitos anos, e especialmente da forma como foi. Fico grato por não necessitar da sua compaixão !
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De L a 30.04.2014 às 22:56


Caro Rui,

Desculpe a insistência, mas para quem preza vários amigos entre o corpo docente do ISEG chega mesmo a arrepiar, neste caso o caro persistir no erro, como estou certo por puro engano. Aliás como pensei que tivesse ficado mais que evidente logo na minha primeira chamada de atenção, onde só sou responsável pelo primeiro parágrafo referente ao ISEG, tudo o resto é peça jornalística no google à distância de Sporting e Lusófona, com toda a certeza uma nota de imprensa enviada pela seita em causa. Como julgo inclusive que já abordei aqui uma vez a questão desta maralha de mestres que se enchem à custa de muitos pais que não fazem a mais pequena ideia do que devia ser sempre a educação e o ensino, no caso superior e claro do erário público.

Respondendo ainda ao outro utilizador, claro que é sempre mais conveniente associarmos o crime organizado a actividades ilegais no lugar de necessidades mais básicas a qualquer ser humano e em boa verdade até à data ainda só se consegui desmantelar dois lobbies do mesmo género com o rótulo de crime organizado, as Universidades Modernas e Independente. Tudo a seu tempo, por enquanto a Lusófona é mais conhecida por licenciaturas fraudulentas e logo por ironia a envolver outro ministro da propaganda.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 23:14

Não refuto que assim seja. Não fiz pesquisa sobre a matéria e limitei-me a evocar a informação mais disponível, aliás, já há algum tempo.
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De L a 30.04.2014 às 23:27


Só pretendi mesmo salvaguardar aqui o ISEG. Quanto ao que se passa no ISG vinculado na imprensa não sei nem quero saber e a última coisa que ainda pretendi foi vir para aqui dissertar sobre os grandes monumentos que alguma politica portuguesa decidiu erigir numa democracia muito peculiar à portuguesa.
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De Petinga a 30.04.2014 às 11:25

"Já agora (e mérito lhe seja reconhecido) não conheci nenhum presidente do Sporting que tenha publicitado mais o Jornal do Sporting do que (...) Bruno de Carvalho."

Nesta frase temos que admitir que Marco Silva levanta uma questao fulcral.
Penso que ouvimos falar do Jornal Sporting durante esta temporada mais vezes do que na década que passou, sobretudo pela boca do presidente. Mais de uma vez o ouvi dizer "nao comprem os jornais desportivos mainstream, comprem o Jornal Sporting porque é lá que vamos publicar as informacoes fidedignas sobre o clube".

Os meios utilizados para o despedimento que a sua fonte relata, a corresponderem a TODA a verdade (e todos sabemos que nestas histórias há sempre pelo menos duas versoes da verdade...), nao sao nada de bom e rocam o amoral.
Mas pressagiar "o fim do jornal Sporting" às maos de quem se fartou de lhe fazer propaganda e o utilizou como nenhuma Direccao anterior para comunicar com os sócios e adeptos faz muito pouco sentido.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 12:24

O Marco Silva "levanta uma questão fulcral" !!!

Primeiro, a sua afirmação é muito subjectiva, já que teríamos de rever os quse 100 anos do jornal para analisar o seu uso por presidentes.

Segundo, o que ele (e o Petinga) considera publicitar. Creio que o que melhor descreve a situação é que nunca na história do Sporting houve um presidente tão mediático, com entrevistas em fio, que inclui, muito naturalmente, o jornal.

Terceiro, o que escrevi são factos e não uma versão da história. No contexto que referi não há versões, e se tem dúvidas aconselho que pergunte ao seu presidente. E não disse tudo o que sei, para não "lavar muita roupa suja".

O presságio do fim do jornal não é meu, embora admita essa forte possibilidade.

Por fim, o discurso neste tipo de situações é sempre mais ou menos o mesmo: tal como o Clube, parece que o jornal só existe há um ano.

Nota à parte, aconselho-o a rever outros posts onde comenta e a responder a perguntas que lhe são dirigidas. Ou será que é inconveniente ?
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De Petinga a 30.04.2014 às 14:14

"Primeiro, a sua afirmação é muito subjectiva, já que teríamos de rever os quse 100 anos do jornal para analisar o seu uso por presidentes"

De acordo; mas boa sorte para conseguir encontrar um presidente de um clube desportivo, em Portugal, que publique contas detalhadas do clube no Jornal afecto ao mesmo.

"Terceiro, o que escrevi são factos e não uma versão da história."

Caro Rui, o que escreveu sao os factos que lhe foram relatados. Sem querer colocar em causa a fonte, em casos de despedimento dificilmente convencerá quem quer que seja que toda a verdade possa ser encontrada com o depoimento de apenas uma das partes. O leitor abaixo escreve o mesmo e é uma questao de bom senso.

Repito: no primeiro relato que fez pareceu-me manter a objectividade e concordei com tudo quanto tinha escrito. Neste post penso que talvez o seu apreco pessoal pela sua fonte combinado com o desprezo que nutre pela direccao do Sporting o leva a uma perca de objectividade. Nada disto invalida que o Sporting (e qualquer outra instituicao de bem) deve aos seus funcionários respeito sobretudo na hora da cessacao de contratos. E que, neste caso, há razoes para presumir que tal nao existiu.

Sobre o profetizado fim do jornal, acho que é uma piada de (muito) mau gosto. E deixo uma reflexao, ainda que nao directamente relacionada com o post, mas na sequencia: os mesmos sócios que votaram de cruz, sob pressao de anteriores direccoes, a extincao de modalidades históricas num clube que se gaba de ser ecléctico e de ser o 2o. mais titulado do Mundo, estariam à altura de evitar a extincao do jornal do clube? Dá que pensar.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 15:44

Vamos por partes meu caro:

Não sei se lê o jornal e há quanto tempo, mas se for para trás deverá verificar que a publicação das contas não é inédito.

Segundo, eu já indiquei que optei por não relatar tudo o que sei sobre este assunto. Eu citei um único funcionário, mas sei por outras fontes que o lhe aconteceu foi o mesmo que aconteceu com todos, salvo um, pela sua posição de maior autoridade.

Acho estranho, no entanto, ou talvez não, que o benefício da dúvida não seja concedido a estas pessoas, só porque não é à conveniência dos dirigentes. Para si, que está distante, o cenário é diferente, mas para quem está perto e para quem tem acesso ao foro interno, isto não é segredo algum.

Este processo deve-se a muita coisa menos redução de custos, não só sei isso como até é aparente pelo comunicado da Direcção. Por conseguinte, veremos qual vai ser o futuro do jornal. Uma disposição é indiscutível: foi entregue a uma empresa não relacionada com jornalismo e sem experiência alguma na publicação de jornais.

Por fim, não tenho relação íntima alguma com as duas fontes que refiro no post . Conheço-os e eles a mim, mas é meramente casual. Aliás, a informação também surgiu de forma casual por ligação a outras questões. Há de facto pessoas, como o citado Rúben Coelho, que não contactei, com quem eu mantenho uma relação mais próxima, e quem diz ele mais dois ou três.

A hipotética extinção do jornal nunca antes veio a debate.

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De Petinga a 30.04.2014 às 16:32

"Não sei se lê o jornal e há quanto tempo, mas se for para trás deverá verificar que a publicação das contas não é inédito."

Com o mesmo detalhe que surgiu agora? Se for o caso, mea culpa.

"Acho estranho, no entanto, ou talvez não, que o benefício da dúvida não seja concedido a estas pessoas, só porque não é à conveniência dos dirigentes."

Eu concedo o benefício da dúvida a ambas as partes. Isto é, aceito que o tratamento dado pelo Sporting aos funcionários do Jornal nao foi apropriado; tenho opiniao mais reservada em relacao a "quao inapropriado" terá sido porque nao tenho acesso aos dois lados da história.
Que fique claro: mesmo na versao mais "soft", o que o Sporting fez a estes funcionários nao é algo que eu ache correcto e roca o amoral. Nao é assim que se trata quem trabalha durante anos numa instituicao, seja no jornal Sporting ou na tasca da esquina.

"Uma disposição é indiscutível: foi entregue a uma empresa não relacionada com jornalismo e sem experiência alguma na publicação de jornais."

100% de acordo. E o que me faz confusao é que ainda nao consegui perceber "porque^".
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 16:46

É precisamente esse "porquê" que suscita suspeitas. Penso que o passar de mais algum tempo esclarecerá melhor a contenda.

Apenas a título informativo, sei que um dos revisores despedidos já tinha 40 + anos de casa.
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De Petinga a 30.04.2014 às 17:11

Por cada razao "obscura" que se possa aventar existe uma que faz sentido. Portanto nao nos resta muito mais do que esperar.
Já escrevi anteriormente: veria como muito mais "manipulador" da opiniao dos adeptos se a direccao obtivesse o controlo editorial do Correio da Manha do que do Jornal Sporting.

E como mencionei antes: o colaborador que menciona merece respeito pela antiguidade. Mas em toda a verdade nao é por se ter 40+ anos de casa que era o melhor profissional possível no seu lugar. Tal como nao é por se ser sportinguista que se vai ser necessariamente o melhor funcionário no jornal Sporting. As premissas nao sao (de todo) mutuamente exclusivas, mas uma também nao implica necessariamente a outra. Percebe o meu ponto de vista? Uma coisa é, em termos humanos, ser difícil de aceitar demitir alguém com tanto tempo de casa de forma totalmente desrespeitosa (como a versao dos factos que relata sugere); outra coisa é gritar "aqui d'El Rei" porque se demitiu alguém com 40+ anos de casa para o substituir por um jovem inexperiente. Salvo o "jovem inexperiente" nao ter qualquer competencia para o cargo ou ser familiar do chefe, a medida em si pode ser perfeitamente justificada do ponto de vista técnico. Eu diria que a virtude de gestao deve estar algures no meio.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 17:30

Eu não disse que o funcionário que referi no post tem 40 anos de casa, mas sim outro. No entanto, quero crer, que ao longo de tantos anos e de tantas Direcções, se não fosse competente não estaria lá.

Quanto ao resto que cita, o jornal, entre revisores, editores, jornalistas e fotógrafos, tinha lá de todas as idades.

Quanto ao objectivo deste processo, cada um terá a sua opinião. Eu suspeito as intenções, até provas em contrário, porque não confio no "Bruno" nem no Quintela, neste contexto, entre alguns outros. Mas isto sou eu e ninguém é obrigado a concordar, nem eu espero isso.
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 17:48

P.S. É a primeira vez que refiro isto, mas este processo, com contornos e implicações diferentes, foi tratado da mesma forma como a "desmotivação" dos diversos colaboradores que contribuiram durante muitos anos, desinteressadamente, para o jornal e que acabou por os afastar. Alguns, com mais de 20 anos de envolvimento.

Até hoje, nem uma palavra nos dirigiram, nem uma. Não guardo rancor por isso porque não sou esse tipo de pessoa, mas não seria humano se não reparasse.

Nunca beneficiei seja o que for deste meu envolvimento. O convívio social que sempre tive em Alvalade já vem de longa data - décadas de 70 e 80 - e nada relacionado com o jornal. Na realidade, preza-me dizer que fui sempre muito bem recebido e até não me lembro da última vez que paguei ingresso para assistir a um jogo. Claro, acabei sempre por despender muitíssimo mais por outras vias. Curiosamente, o mesmo ocorrerá se me deslocar à Luz ou ao Dragão - entre outros locais do futebol português - e aí decerto que não tenho interesses.
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De iorda9 a 30.04.2014 às 12:58

Eu não sei dos contornos desses despedimento, mas não podemos tomar como 100% verdadeiros os depoimentos de apenas um dos lados, ou parte de um dos lados, principalmente quando estamos a falar de pessoas que seguramente estão magoadas por perderem os postos de trabalho

O processo seguramente não será tão limpo e transparente como a direcção anuncia, mas não me parece que seja algo tão rocambolesco que mereça a realização de um filme de Holliwood, com Wall Street como pano de fundo.

Uma das grandes diferenças das criticas que se faziam à anterior direcção e se fazem a esta é que antes criticava-se a situação em que GL estava a deixar o clube e agora critica-se com base na futurologia:

è a hecatombe que será se não conseguirmos segurar Jesualdo
é a humilhação que as nossas modalidades passarão com o desinvestimento de mais de 50%
é não haver dinheiro para pagar ordenados e sucederem-se rescisões atrás de rescisões
é o que o porto nos fará (coitados) por andarmos a afrontar esses corruptos
é agora o fim do jornal do Sporting, etc, etc, etc
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 16:01

Muito breve meu caro, para não me tornar repetitivo.

A informação que publiquei corresponde à realidade e não advém somente de uma fonte. Aliás, isto não é segredo algum em Alvalade.

Estas pessoas que foram despedidas têm plena razão para estarem magoadas, até porque entre outras disposições, foram sempre os mais penalizados com salários em atraso, ocorrência frequente de há uns anos a esta parte. No entanto, nenhuma delas veio para a praça pública com queixinhas, e merecem o nosso respeito.

O processo não é literalmente à Wall Street , salvo pela inconsideração humana, por quem age com poder absoluto sem compaixão alguma.

É por de mais injusto que ao opinar sobre o presente sejamos invariavelmente confrontados com o passado, especialmente o de Godinho Lopes. Primeiro, opinar/criticar algo do presente não implica defesa do passado, assim como os erros do passado não servem para justificar/desculpar potenciais erros do presente.

Não vejo futurologia alguma em debater os prós e contras do presente. É inevitável que decisões tomadas hoje venham a ter impacte amanhã. No caso concreto do jornal, o receio deve-se apenas e tão só por ter sido entregue a uma agência que nem sequer emprega jornalistas, no verdadeiro sentido da arte, e não tem experiência alguma na publicação de jornais.

Por fim, este processo nada se relaciona com poupança ou redução de custos e até a Direcção não teve a ousadia de clamar isso, por saber que não corresponde aos factos. Na realidade, a despesa vai ainda ser superior, mas segundo a Direcção, oferece "uma maior racionalização dos custos".
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De Zargo a 30.04.2014 às 13:44

A decisão do Conselho Directivo do Sporting relativamente ao jornal Sporting e à gestão das redes sociais suscita-me alguns comentários e sérias preocupações.
Incomoda-me que não exista uma palavra de apreço e reconhecimento para quem serviu o clube durante anos consecutivos. Alguns dos escorraçados já entravam pela porta 10ª quando o Bruno substituía os cueiros por outra peça de roupa. É importante sublinhar que estes profissionais tiveram os salários revistos há pouco menos de um ano. Agora, alguns deles estão confrontados com o desemprego e a BdC essa fatalidade não aquece nem arrefece.
A YoungNetwork está intimamente ligada a ascensão de BdC ao poder no Sporting e tem assessorado a direcção do clube. Torna-se óbvio que estamos perante uma recompensa por serviços prestados. Por outro lado, não existe qualquer informação objectiva relativamente a futuros custos financeiros.
A comunicação no Sporting, nas suas diversas vertentes (jornal, site, redes sociais, etc.), deve ser feita internamente. Isso requer liderança e trabalho. A liderança e a gestão comunicacional realiza-se em permanência desde que exista alguém capaz e disponível para o fazer. Pelos vistos, no Sporting não existe.
Finalmente, sobre o trabalho do director do jornal Sporting não existe uma apreciação, uma palavrinha que seja. Com grande estrondo, o Quintela tomou a direcção do jornal para a abandonar alguns meses depois. Saída de sendeiro… que de leão a entrada não teve absolutamente nada!

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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 16:08

Alguns dos "escorraçados" já entravam pela Porta 10-A ainda o Bruno não tinha chegado a este Mundo.

Por tudo quanto me foi possível apurar, não há qulquer redução de custos com este processo, em encontrário. E se ler cuidadosamente o comunicado da Direcção, nem esta teve a ousadia de clamar isso, adornando a questão como "uma maior racionalização dos custos".
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De Fernando Albuquerque a 30.04.2014 às 16:36

Prezado Amigo Rui Gomes
Como já aqui escrevi no seu blogue não comento assuntos que me passam ao lado, pois o que sabemos deste assunto do despedimento colectivo dos funcionários do jornal do SCP , a ser verdade , é muito triste, pois como o Rui Gomes escreveu há trabalhadores que durante vários anos estiveram ao serviço do nosso clube. Serem despedidos dessa forma não dignifica quem tem a responsabilidade de gerir o nosso clube. Espero que esse assunto seja esclarecido numa próxima oportunidade por quem de direito, pois só assim poderemos avaliar o que se passou.

Uma coisa a mim me perturba é ouvir dizer a adeptos do SCP que o jornal nada representa para eles. Possivelmente, essas pessoas, não estão longe como eu que não tenho idade para ir para Lisboa de automóvel, , pois os transportes públicos fazem, a última viagem para esta zona pelas 18,30 horas.

Como não compro jornais desportivos, e isso deveria ser uma opção de todos os Sportinguistas, pela forma negativa como nos tratam, nesta circunstância, fico sempre ansioso pela chegada do nosso jornal para ler as notícias sobre todas as modalidades que se praticam na maior instituição nacional deste País.

E fiquei mais uma vez satisfeito por saber que o SCP foi pela terceira vez consecutiva campeão e vice em natação masculina e feminina. Que os nossos miúdos ganharam o torneio da Pontinha, que o SCP ganhou ao FCP em hóquei em patins e que na maioria dos casos a comunicação social branqueiam os nossos sucessos, pois só focam os êxitos dos outros, pois miseravelmente até omitem o nome do SCP quando um ou uma atleta se sagram campeões da Europa ou do Mundo, como por exemplo a atleta SÍLVIA SAIOTE que foi campeã europeia em ginástica.

Acabar com o jornal do SCP é esquecer milhares de Sportinguistas que por várias razões estão longe do Estádio José Alvalade e que necessitam todas as semanas de saber o que se passa com as actividades do nosso clube, pois a nível de informação ninguém como o nosso jornal nos transmite o que desejamos saber.

Acredito que poderão haver falhas na sua gestão, e seria muito mais agradável os Sportinguistas darem sugestões para que o jornal do SCP seja o nosso principal ponto de leitura e que se acharem que tem de haver alterações as apontem com intenções positivas e não queiram destruir o que faz falta para alguns milhares de adeptos que gostam do seu órgão informativo.

Um abraço Fernando Albuquerque
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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 17:03

Caro Amigo,

Essas opinião a diminuir a importância e a qualidade do jornal é em insignificante minoria e invariavelmente por quem nem sequer o assina e/ou lê.

Concordo consigo que é o melhor meio de informação detalhada sobre tudo quanto é Sporting, nomeadamente as modalidades.

Eu também conheço pessoas que dependem inteiramente no jornal para as informações sobre o Sporting. Além do mais, mesmo nos dias de hoje, ainda há pessoas que não recorrem ao computador, especialmente em Portugal.

Queremos crer que o jornal não vai acabar, mas este processo levado a cabo pela Direcção levanta dúvidas nesse sentido, até porque ainda não se compreendeu a real intenção de entregar a sua publicação uma agência de comunicação sem experiência alguma na área.
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De Anti-Tripas a 30.04.2014 às 17:29

É triste que situações como estas se passem no nosso clube, mas infelizmente é o "pão nosso de cada dia" do nosso país...

O que me foi dado a conhecer e até pelo que leio aqui nada no despedimento destes funcionários foi ilegal, segundo soube tudo foi feito utilizando as leis que este (des)governo adotou como forma de "melhorar" o mercado de trabalho. Mas é triste que hajam situações destas no nosso clube, já que se não gostamos que nos façam a nós ou a familiares nossos algo deste género (e muitos de nós têm casos destes na família) também não é bom vermos no nosso clube.

Como alguns de vocês sabem sou apoiante desta direção, mas algo que me deixa algo preocupado é a facilidade com que se permitem actualmente certas coisas que em outras alturas seriam logo criticadas severamente. Acho que devemos apoiar quem gostamos, mas não branquear todas as suas ações sob o risco de um dia sermos nós os atingidos... Para alguns críticos do "roquetismo" lembro que no inicio e durante muito tempo, também eram só promessas de amor eterno, odes de aprovação e juras de amor ao dito projeto e suas caras... e que se viu depois?

Não podemos deixar de ser carneiros de uns e passar a ser de outros, regimes absolutistas é lá para o norte e no clube do "L", nós no Sporting, até por termos passado o que passamos, devemos ser sempre criticos de algo que não seja correcto... que parece ser este caso...

Algo que tb me parece feio é o nome para diretor do "novo" jornal do Sporting... acima de tudo porque essa mesma pessoa acaba de lançar um livro.... uma espécie de ode ao seu novo patrão....

Isso não quero no meu Sporting, se não o quis antes não seria agora que o quereria... como se costuma dizer...“À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta..."

SL

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De Rui Gomes a 30.04.2014 às 17:51

Concordo na íntegra, meu caro. Disse muito do que precisava ser dito.
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De Leão da estrela a 01.05.2014 às 00:13

Discordo da opção tomada pela Direcção mas, o meu comentário não vai abordar essa vertente mas sim a vertente humana.
Temos de pensar que o que está em causa são pessoas (jornalistas) e não máquinas.
Se estamos a falar de máquinas, vendem-se as mesmas ou mandam-se para a sucata e a situação acaba aí. Nesse caso, pode concordar-se ou discordar-se mas, são objectos que estão a ser descontinuados/alienados.
Mas, repito, não são máquinas mas sim pessoas (seres humanos) e, atendendo a isso, deve haver uma preocupação em tratar bem as mesmas. Essas pessoas possuem famílias e, não podemos esquecer que um processo destes é sempre doloroso para a pessoa e para a sua família.
Num caso destes, deve haver uma enorme sensibilidade em todo o processo, acompanhando o processo de saída das pessoas e, procurando ajudar na sua recolocação no mercado de trabalho, até porque sabemos que voltar ao mercado de trabalho é muito complicado nos dias de hoje.
Na minha opinião, quando foi dita a frase "Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa", pensava-se não apenas em resultados desportivos mas, também na questão ética e de valores e, por isso mesmo, isso deve estar sempre presente nas opções que são tomadas diariamente por quem representa este que é o maior clube do mundo
Saudações leoninas
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De Rui Gomes a 01.05.2014 às 00:40

Bem dito, caro Leão da Estrela. Concordo na íntegra.
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De Desert Lion a 01.05.2014 às 10:33

Garotagem, caro Rui, garotagem e da mais mal educada...

Aqueles que antes andaram ai' pelos cantos, totalmente falidos e na "pedincha" do subsidio, agora que chegaram ao poleiro acham-se no direito de tratar mal trabalhadores sérios e pessoas de família , com 40 anos de casa Sportinguista...

O mesmo foi feito com o "nosso" Manuel Fernandes, e e' o que será feito com outros, quando as suas posições obstaculizarem, de algum modo, os interesses de quem manda. Pagam-se as indemnizações a quem sai (valores, certamente, capazes de pagar os RH do Jornal por vários anos, dada a antiguidade de alguns funcionários) e acresce-se o custo dos serviços a pagar 'a empresa dos amigos - ou seja, paga-se duas vezes para se ter um serviço e se retribuir um favor!

Nao me parece que este seja o Sporting que "e' nosso outra vez". Parece-me, isso sim, que se estão a alienar pedaços do Sporting, e neste caso especifico, sem sequer haver qualquer racional financeiro que justifique a decisão. Bom, pelo menos temos de reconhecer que demonstra gratidão para quem o ajudou - só e' pena que tenha de ser o Sporting a pagar custos que são de campanha eleitoral...

Entretanto, a Fundação já se fundiu, a Comunicação já se fundiu, e tenho cá um feeling que outras destas "fusões", envolvendo pessoas e posições na estrutura, já aconteceram sem nosso conhecimento, ou estarão ai' para acontecer. Pelo que penso que isto será só o principio, caro amigo - preparemo-nos que o pior ainda estará para vir...
SL

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