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Analisadas (infelizmente sem o pormenor que mereceriam) as Contas da SAD referentes ao 3º Trim. do Exercício corrente, temos de ter uma palavra de elogio para a actual Direcção. A recuperação económica do Clube está, efectivamente, a ser feita, não se tendo verificado quebra do nível de competitividade desportiva do Futebol do Sporting – antes pelo contrário.

 

Se ao nível dos Proveitos correntes não existe grande diferença face ao passado, já no que toca aos custos a redução verificada foi substancial. A redução dos Custos com Pessoal foi de 1/3, tal como aconteceu com os Fornecimentos e Serviços Externos e os Outros Custos Operacionais. A nível de Amortizações do Plantel, passou-se para metade do que se fazia há um ano atrás, em função dos menores valores investidos em contratações.

 

Não valendo muito a pena entrar em detalhes, mas apenas apontando para o futuro, que é o que realmente importa, teremos uma situação de final de Exercício próxima da seguinte:

 

Proveitos Obtidos (excluída a venda de jogadores): +32 ME

Custos Operacionais (excluída a amortização de jogadores): -40 ME

Amortização de jogadores: -8 ME

Custos Financeiros Líquidos: -4 ME

 

Ou seja, teremos um deficit corrente (excluindo vendas de jogadores, mas incluindo as necessárias amortizações do plantel) de, aproximadamente, -20 ME. Considerando que já foram realizados 18 ME em vendas de jogadores (Bruma, Ilori e outros), estaremos a cerca de 2ME de vendas de atingirmos o equilíbrio económico no Exercício - o que pode até já ter acontecido via «operação Leonardo Jardim».

 

No entanto, a significativa melhoria registada não significa que estejamos já em patamar desejável de performance económica. Um deficit operacional, antes de vendas de jogadores, de 20 ME é ainda extremamente oneroso para uma estrutura da dimensão da nossa SAD. Penso que será nesse sentido que se enquadra a notícia recente de que a Direcção pretende baixar (ainda mais!) os custos de pessoal para a próxima época.

 

Quanto à situação patrimonial, nada de relevante há a assinalar. Aumentaram os financiamentos bancários em contrapartida da diminuição de dívidas a fornecedores. Ou seja, deixámos de dever a uns apenas para passarmos a dever a outros, o que não sendo positivo, pois não se demonstra capacidade de gerar qualquer cash-flow para diminuir o Passivo, acaba por ser melhor do que o que se vinha fazendo até agora, em que se registavam consecutivos incrementos na massa devedora líquida...

 

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publicado às 19:17

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