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«Tenho a certeza de que os jogadores e a equipa técnica não vão baixar os braços. Com todo o respeito pelo Benfica, o meu desejo é que o Sporting ganhe. Espero bem que continue assim este sábado. Ainda por cima, eu faço anos e a vitória será uma prenda para o meu aniversário. Vou fazer 49 anos e a vitória vai ser a melhor prenda».

 

Com um registo de 11 presenças em dérbis para o campeonato nacional, o Iordanov somou também quatro golos e um cartão vermelho, por sinal, o único que viu no seu percurso de dez anos no futebol em Portugal. A 17 de Outubro de 1992, a equipa leonina impôs-se por 2-0, com o avançado a apontar o segundo golo.

 

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«Nunca vou esquecer esse jogo. O árbitro era o Carlos Valente. Foi um dos únicos cartões vermelhos que vi na minha carreira: tive dois, esse aqui contra o Benfica e outro pela minha selecção num jogo particular. No primeiro cartão mandei a bola para fora e no segundo fui em direcção ao guarda-redes, não ouvi o apito e ainda marquei o golo. O árbitro expulsou-me».

 

Instado a escolher um dérbi de eleição na sua carreira, Iordanov é taxativo: «Todos menos o 6-3, porque naquele jogo perdemos o campeonato em nossa casa. Não me vou arrepender de nada na minha vida. Foi um jogo em que estivemos bem, mas o Benfica foi melhor e marcou mais golos. Fiquei triste por ter perdido o jogo e por não poder ter sido campeão mais cedo».

 

O dérbi é visto ainda hoje pelo ex-jogador como um jogo à margem do resto do calendário, um encontro "especial" e que assume um significado diferente para os futebolistas que entram em acção no duelo de Lisboa.

 

«Não tenho palavras para explicar o que sente um jogador quando pisa o relvado para jogar aquele jogo. São duas grandes equipas, com um historial enorme e é sempre um privilégio para um jogador jogar um jogo destes».

 

 

Declarações de Iordanov à Agência Lusa.

 

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publicado às 05:25

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2 comentários

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De Sérgio Palhas a 21.04.2017 às 10:04

Grande Iordanov um exemplo de atleta profissional e de ser humano.

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