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Jogo a lembrar a época passada

Rui Gomes, em 12.08.17

 

sporting-vs-vsetubal-liga-zon-2016.jpg

 

A equipa do Sporting hoje fez-me lembrar a da época passada, porventura apenas com um Bas Dost não tão apurado como nos habituou. De resto, muito previsível nas manobras ofensivas, total ausência de construção de jogo pelo corredor central e preocupante ineficácia de último passe, com o agravante de se ter dois laterais, especialmente Piccini, incapazes de finalizar a vasta maioria de lances pelas alas.

 

Jorge Jesus fez alinhar de início Rui Patrício; Piccini, Coates, Mathieu e Jonathan Silva; Battaglia, Adrien Silva, Gelson Martins e Marcus Acuña; Daniel Podence e Bas Dost.

 

No banco de suplentes estavam Salin, André Pinto, João Palhinha, Bruno Fernandes, Bruno César, Iuri Medeiros e Doumbia estão no banco com Jorge Jesus.

 

Com quase quatro dias de descanso, e sem ter de viajar, a não utilização de Fábio Coentrão é discutível, partindo do princípio que estava apto para jogar. O caso de William é diferente, uma vez que está impedido de alinhar na terça-feira devido a castigo, mas há uma grande diferença entre ele e Battaglia. Que o jogo de hoje servisse para integrar este novo jogador na equipa, compreende-se, mas não sem algumas dúvidas.

 

O Vitória de Setúbal fez o que se esperava; linhas baixas e fechadas e aposta exclusiva no contra-ataque. O controlo de jogo do Sporting e a eficácia da defesa não permitiu qualquer real perigo para a baliza de Rui Patrício.

 

Hoje gostei muito de Jérémy Mathieu, talvez o melhor em campo. Sólido defensivamente, rápido a subir e muito interventivo em zonas ofensivas, até com remates. Começo a acreditar que poderá ser muito influente neste Sporting.

 

Tanto Bas Dost como Doumbia precisam urgentemente de afinar a pontaria e acreditar no golo. Houve oportunidades que noutras circunstâncias teriam um fim mais feliz.

 

Veremos agora o que a equipa faz na Europa e espero que não hajam invenções da parte de Jorge Jesus.

 

P.S.: Não passou despercebido que com Iuri Medeiros no banco, Jorge Jesus optou pelo "indispensável" Bruno César. O "disco" não mudou, por muito riscado que esteja.

 

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publicado às 04:58

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35 comentários

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De Chico Rã a 12.08.2017 às 00:31

E ao 3o ano do "cientista da bola", onde as "rotinas e automatismos" (como diria Gabriel Alves) deveriam estar muito perto da perfeição, (se o homem fosse mesmo um cientista) eis que estão aquilo que ele próprio é - Paupérrimas !
Porqué?
Porque este "mister" do "eu ganho, vocês perdem" é um mito urbano, um fiasco e um enorme logro!
E também porque... o "MBA em gestão desportiva" lhe dá várias dezenas de contratações cirúrgicas, que... impedem as ditas ROTINAS!!!!!!

Este ano, as consequências serão devastadoras...o 3o lugar não "dá" Champions!

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