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O absurdo extrai-se da relação do homem com o mundo. Não se encontra exclusivamente no plano das coisas nem está totalmente no lado humano. Destaca-se da relação do homem com o seu próximo, consigo mesmo e com a vida. O homem sente-se absurdo enquanto ser “lançado” no palco da existência. O absurdo é, por isso, um “divórcio”, um “exílio”, uma inadequação fundamental entre um actor (o homem) e o seu palco (o mundo).

 

Duvido muito que Bruno de Carvalho tenha a honestidade moral e intelectual de sentir-se absurdo, o que não impede, no entanto, que a sua postura e algumas das suas tomadas de decisão não o levem a ser assim categorizado.

 

Isto, especificamente a propósito de uma situação que nunca foi verdadeiramente esclarecida e compreendida e que agora volta à praça através de uma queixa apresentada pelo Leixões e Freamunde, contra o Sporting, pela alegada irregular utilização de Ryan Gauld e André Geraldes na Segunda Liga, e que levou o Conselho de Disciplina da FPF a instaurar um processo com aparente base na quebra de contrato unilateral com o Vitória de Setúbal, clube a que os jogadores estiveram emprestados até Janeiro.

 

RG AG.jpg

 

Na sequência desta notícia, surge outra, em que é reportado que o Sporting terá em sua posse um parecer da directora-executiva da Liga, subscrito em Janeiro por um consultor jurídico da mesma entidade, que diz que os jogadores André Geraldes e Ryan Gauld podiam jogar pelo Sporting e por mais nenhum clube no restante da temporada.

 

Não podemos de modo algum contrariar esta disposição, admitindo até que terá sido o único instrumento que permitiu a inscrição dos jogadores pelo Sporting, na inexistência de qualquer regulamento oficial nesse sentido. Sendo assim, é muito provável que o todo deste caso, por absurdo e desnecessário que seja, à raiz, não venha a precipitar mais danos.

 

Tudo isto provocado pelo oblíquo ego de Bruno de Carvalho, que mais uma vez raciocinou e agiu de modo a não ser possível identificar os benefícios para o Sporting. Depois ainda surgem adeptos indignados com as críticas ao presidente.

 

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publicado às 03:47

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71 comentários

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De Leão Zargo a 20.04.2017 às 09:17

Bruno de Carvalho achou por bem reagir a este processo com mais uma das suas ironias infantis. "Ó ‘faxavor’ sai um processo para a mesa do canto!", foi como ele reagiu. Julga-se muito engraçadinho, mas como vai tendo saída entre muitos sportinguistas…

Por mim, preferia que ele explicasse as vantagens que decorrem para Ryan Gauld e André Geraldes terem sido retirados ao V. Setúbal e colocados a jogar na 2ª Liga, pela equipa B do Sporting.

E continua a haver omissão e falta de esclarecimento sobre a verdadeira situação contratual dos dois jogadores. Nomeadamente, se já estavam registados na Liga pelo Sporting antes de serem emprestados ao Setúbal.
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De Diogo a 20.04.2017 às 10:43

Bom dia Leão Zargo,

Mas qual é a sua dúvida? Os jogadores foram emprestados ao Vitória de Setúbal e reinscritos no Sporting no final da janela de Janeiro. A cedência a uma terceira equipa carecia do acordo com o Vitória de Setúbal, que não o concedeu. Os jogadores são do Sporting, estão inscritos pelo Sporting e jogam pelo Sporting. Qual é a dúvida?

Uma coisa é discordar da decisão, sendo que muitos discordam e concordam sem ter toda a informação sobre o que aconteceu, motivo pelo qual, no que me toca, sou neutro, ainda que se tenha tornado evidente como o Vitória se voltou para o Benfica ultimamente.

SL
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De Leão Zargo a 20.04.2017 às 13:48

Viva, Diogo!

Na realidade tenho algumas dúvidas. E algumas certezas, também.
As dúvidas são naturais neste tipo de processos, que implicam sempre alguma confidencialidade, acrescidas das cortinas de fumo que Bruno de Carvalho se encarregou de espalhar.

Desconhece-se, por exemplo:
- se os jogadores estavam inscritos pelo Sporting antes do empréstimo;
- se houve acordo com o Vitória no momento da cessação do empréstimo;
- se estamos perante uma rescisão unilateral feita pelo Sporting.

Estas dúvidas, são acrescidas do receio de mau funcionamento da assessoria jurídica do Clube. A novela dos jogadores em Chaves e a tentativa do empréstimo de Gauld a um clube suíço, revelam que o Sporting agiu de acordo com os humores do presidente.

As certezas:
- Ryan Gauld e André Geraldes foram prejudicados na sua evolução competitiva;
- outros clubes vão ocupar o lugar que o Sporting deixou vago no Vitória;
- a imagem do Sporting enquanto clube cumpridor dos seus contratos ficou na lama.

Creio que este breve enunciado de razões não permite qualquer tipo de neutralidade neste caso. Bruno de Carvalho patrocinou uma decisão que lesou o Sporting.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 15:00

Caro Leão Zargo,

Na minha opinião, pela informação disponível, não há e nunca houve acordo com o V. Setúbal para a rescisão do contrato de empréstimo. Tentaram colocar os jogadores no Chaves e precisamente por essa disposição, não foi permitido.

De seguida, aparentemente, o Sporting agarrou-se à supracitada opinião da directora da Liga e os jogadores foram inscritos no Sporting. É óbvio que a Liga partilha de responsabilidade uma vez que validou as inscrições. Como o V. Setúbal não se queixou, a coisa passou... até agora.

Veremos o parecer da FPF perante esta muito oblíqua situação. A realidade é que não há regulamento algum que permita as inscrições dos jogadores no Sporting sem haver acordo com o clube com quem tinham contrato de empréstimo.

Tudo passou em branco, ou seja, sem ser verdadeiramente explicado e contestado, até surgir estas queixas do Leixões e Freamunde, que lutam pela manutenção. O primeiro está em 19.º lugar e o outro em 20.º.
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De Leão Zargo a 20.04.2017 às 15:45

Caro Rui Gomes

Li agora mesmo o seu segundo post sobre esta matéria. Claríssimo! Na realidade, em tudo isto, perdem o Sporting e o futebol português.
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De Diogo a 20.04.2017 às 16:08

Caro Leão Zargo,

Cito Bruno de Carvalho:
"Contratualmente, o Sporting tinha a possibilidade de fazer regressar os atletas. As partes assim o entenderam, voltaram, são do Sporting, vão jogar pelo Sporting"

É esta a cortina de fumo? É porque foi tudo o que ele disse sobre isto.

Mesmo o presidente do Setúbal não obstou ao regresso ao Sporting, mas sim o ingresso em Chaves, face às normas regulamentares em vigor.

Recordo que o Acordo de Cedência previa a possibilidade de rescisão unilateral pelo Sporting. Se a Liga aceitou a inscrição, não há muito a dizer.

--

Caro Rui, o Sporting não se agarrou à opinião da diretora... O Sporting cumpriu o regulamento. Leia-o. Nada tem de oblíquo. Por exemplo:

"A realidade é que não há regulamento algum que permita as inscrições dos jogadores no Sporting sem haver acordo com o clube com quem tinham contrato de empréstimo."

Isso não é assim. O acordo do cessionário só é necessário para que seja possível emprestar a um terceiro, não para reinscrição pelo Sporting.

SL
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De Leão Zargo a 20.04.2017 às 16:34

Caro Diogo

No seu comentário refere-se apenas às minhas dúvidas. Na verdade, continuo com elas. E as minhas certezas continuam certezas.

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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 18:06

Caro Diogo,

Por outras palavras, um contrato de empréstimo vale pouco ou nada.

Em qualquer caso, agradeço que transcreva aqui esse Regulamento que refere e quaisquer outras alíneas pertinentes ao mesmo.
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De Diogo a 20.04.2017 às 18:28

Rui,

Em qualquer contrato, se está previsto que uma parte pode pôr termo ao contrato livremente... Qual a questão?

Artigo 78.º - Cedência temporária e transferências
4. O jogador cedido só poderá voltar a ser inscrito e representar, na mesma época, o
clube cedente, em caso de cessação do contrato de cedência por:
a) caducidade;
b) incumprimento do contrato de cedência pelo clube cessionário;
c) mútuo acordo das partes.
5. Para efeitos do disposto na alínea c) do número anterior, não são admissíveis
quaisquer cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do
clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência
antes do prazo contratualmente fixado.
7. O jogador cedido poderá voltar a ser inscrito na mesma época por um terceiro
clube nos seguintes casos:
a) contrato de subcedência do qual resulte a concordância expressa do jogador
e do clube cedente;
b) rescisão unilateral pelo jogador, sob invocação de justa causa, devidamente
reconhecida pela Comissão Arbitral Paritária do contrato coletivo de trabalho
dos jogadores profissionais de futebol, do contrato de trabalho com o clube
cedente
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 18:49

Meu caro Diogo,

Este Regulamento já era do nosso conhecimento. Recomendo que leia novamente e me diga onde está explícito que o jogador pode voltar ao clube cedente sem haver acordo mútuo das partes.

Esta é a essência da questão desde o primeiro dia. Não houve acordo entre o V. Setúbal e o Sporting, apesar do primeiro ter optado por não protestar, salvo no caso do Chaves.

Por fim, se houvesse um Regulamento a dizer isso, porque é que o Sporting precisava da opinião da directora do executivo da Liga ?

O Diogo está a querer negar o que está à vista, desde sempre.
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De Diogo a 20.04.2017 às 19:06

Rui,

Um aditamento ao contrato previa a possibilidade do Sporting denunciar o contrato de cedência se, até ao dia 15 de Janeiro, comunicasse tal facto ao Vitória de Setúbal.

Assim, a livre denúncia pelo Sporting estava prevista onde tinha que estar, no contrato de cedência, pelo que não havia a necessidade de haver mútuo acordo para revogação do empréstimo. Isto é uma matéria contratual, não tem que estar prevista no Regulamento.

Outra questão, bem diferente e essa sim de cariz administrativo, é a da reinscrição dos jogadores no Sporting. Caso o Setúbal se negasse a cumprir o que estava acordado, então aplicava-se o disposto no artigo 78.º, n.º 4, alínea b) do Regulamento, porquanto o Vitória se encontrava numa situação de incumprimento contratual, além de que o artigo 78.º, n.º 5 do Regulamento se aplica às situações do artigo 78.º, n.º 4, alínea c) do Regulamento ("para efeitos do disposto na alínea c) do artigo anterior").

Pelo que ou o Sporting invocou o artigo 78.º, n.º 4, alínea b) do Regulamento ou chegou a acordo com o Vitória, nos termos do artigo 78.º, n.º 4, alínea c) do Regulamento. Em qualquer caso, a Liga validou a posição do Sporting e aceitou a inscrição dos jogadores.

SL
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De Luis Vicente a 20.04.2017 às 20:03

Um aditamento ao contrato previa a possibilidade do Sporting denunciar o contrato de cedência se, até ao dia 15 de Janeiro, comunicasse tal facto ao Vitória de Setúbal.

Se este aditamento existe,é ilegal!!!
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 20:45

Caro Diogo,

Que a Liga validou as inscrições dos jogadores e, por inerência, partilha da responsabilidade, é facto de registo e não se disputa.

Essa do "aditamento" é fruto da fértil imaginação de alguém para fazer o que o Diogo está aqui a tentar fazer: defender o indefensável.

Não há e nunca houve aditamento e se existisse não seria legal.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 20:57

Acho isto fantástico !!!

Debatemos estes assunto há meses e só agora surge a história de um aditamento !!!

Quem é que inventou isto ?... Faz parte da usual estratégia de recorrer a todos e quaisquer meios para encobrir os erros do Bruno ???
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De Anónimo a 20.04.2017 às 21:05

Pelo amor de Deus caro Diogo:

5. Para efeitos do disposto na alínea c) do número anterior, não são admissíveis
quaisquer cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do
clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência
antes do prazo contratualmente fixado.

Unilateral, unilateral. O espírito da Lei é claro. Se não há concordância do clube cessionário é nulo e ponto final!
Aditamento, essa é boa.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 21:07

Não se identificou...
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De NN a 20.04.2017 às 21:25

Sorry, o comentário é meu. Pelos vistos, não é difícil suceder o lapso.
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De ALM a 20.04.2017 às 23:23

Cessionário não é cedente.
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De NN a 20.04.2017 às 20:56

Não demorei nem 10 minutos:

http://www.ligaportugal.pt/media/5913/rc.pdf

Artigo 78.º
Cedência temporária e transferências

4. O jogador cedido só poderá voltar a ser inscrito e representar, na mesma época, o
clube cedente, em caso de cessação do contrato de cedência por:
a) caducidade;
b) incumprimento do contrato de cedência pelo clube cessionário;
c) mútuo acordo das partes

Não parece haver mesmo dúvida nenhuma :) agora se quiserem tentar inventar, torçam-se aí mas pelo menos que sejam da área do Direito.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 20:59

Isto já foi citado há muito e novamente hoje, mas parece que há quem esteja interessado em alterar o estado das coisas e os próprios Regulamentos.
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De NN a 20.04.2017 às 21:19

Sim, apercebi-me depois que já o tinham feito.
O Direito é assim mesmo, podes olhar para o que está escrito de muitas formas e tentar interpretar puxando a brasa à tua sardinha, mas a lei, neste caso, parece ser crystal clear. Só lendo o que dizem os defensores que acham que o não é. Mas a intenção da lei, no caso dos empréstimos, foi clara: Não poder o clube cedente, unilateralmente, fazer regressar o jogador sem a concordância do clube cessionário, sob pena do jogador não poder jogar mais nessa época. O aditamento, a existir (o que eu duvido daqui até à lua, a própria palavra aditamento - coisa que foi aditada, se calhar aditada depois do caso :D suceder não? - sugere uma pura e simples intrujice) é nulo pois contraria o espírito da lei de proteger o clube cessionário do livre arbítrio do clube cedente.
O SCP fez regressar os jogadores sem acordo do clube cessionáio? Pois muito bem. Não poderiam mais jogar neste época e ponto final. Pelos vistos, algum iluminado achou que os podia fazer jogar pela equipa B possivelmente sem ninguém se queixar.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 21:34

O Sporting, diga-se Bruno de Carvalho, tomou a decisão conhecida unilateral e o Vitória de Setúbal só reagiu perante a tentativa de empréstimo ao Chaves. Quando eles foram para Alvalade, deixaram andar sem protesto, mas nunca houve acordo entre as partes e o próprio Sporting nunca fez referência alguma a esse acordo.

Entretanto, surgem os usuais acólitos com invenções de última hora, para defender a imagem do Bruno.
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De Ricardo Miguel Magalhães Silva a 20.04.2017 às 21:38

Boa noite
É que neste caso nem sequer poderá haver qualquer dúvida em termos de interpretação da disposição legal em causa... Não se verificando nenhuma das 3 situações previstas no nº. 4 do art. 78º (e penso que nem o caríssimo Diogo se prestará a tentar enquadrar a situação vertente em nenhuma dessas alíneas) os jogadores em causa não poderiam jogar mais na época em causa, seja pelo clube cedente, seja por 3º clube.
Há assim uma infração clara a esse art. 78º cuja sanção vem igualmente prevista no art. 78º., desta vez do regulamento: perda de dois a cinco pontos por cada jogo em que o jogador tenha sido irregularmente utilizado.
Concordo com o Rui que, a haver um qualquer parecer da liga no sentido da utilização dos jogadores (e não da sua inscrição, pois nada obsta a essa mesma inscrição ou, melhor dizendo, nenhuma penalização poderá ser levada a cabo pela mera inscrição dos jogadores, mas apenas pela sua utilização), isso poderá servir, eventualmente, de atenuante na sanção a aplicar pela utilização irregular dos mesmos, mas nunca para eliminar a responsabilidade do clube em causa, o qual tem de saber as regras que regulamentam as competições onde está inserido (o desconhecimento da lei não é causa de exclusão, nem da ilicitude nem da culpa, pelo que não afeta a punibilidade da conduta).
No fundo, toda esta situação só vem reforçar aquilo que o Rui já tinha avançado (quase premonitoriamente) nos dias imediatamente a seguir à decisão de retorno dos jogadores (e que muitos leitores se apressaram a tentar, contra todas as evidências, justificar): péssimo ato de gestão e revelador do amadorismo com que algumas decisões são atualmente tomadas no SCP.
Ricardo Silva
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De Diogo a 21.04.2017 às 09:22

Caros,

Há aqui várias informações incorrectas, que vou tentar responder uma por uma e por comentador.

@ Luis Vicente - Qual é a base legal para ser ilegal?

@ Rui Gomes - Falei do aditamento porque é público. E só é aditamento porque, erroneamente, não foi previsto no primeiro contrato.

Ora partilho link do Record com o texto do aditamento: http://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/detalhe/v-setubal-complica-regressos-de-gauld-e-geraldes-ao-sporting.html.

Sendo que o Rui fala do mesmo em post datado de 11/01/2017.

"Fértil imaginação"; "defender o indefensável"...

Pergunto o mesmo: qual a base jurídica para dizer que o mesmo é ilegal? Volto a frisar que o Regulamento da Liga trata de matéria administrativa (leia-se, a inscrição dos jogadores na liga profissional de futebol), mas não regula a matéria dos contratos de cedência em si, sujeitos à Lei n.º 28/98. A prática de cláusulas como a prevista no aditamento referido é amplamente conhecida no Direito Desportivo, nacional e europeu.

@ NN - Volto a frisar, quanto ao n.º 5 do artigo 78.º, que "Para efeitos do disposto na alínea c) do número anterior.". O que não implica que o Sporting invoque o incumprimento do contrato (alínea b), à qual não se aplica esta proibição) ou que haja efetivo acordo entre as partes. O Regulamento da liga não pode regular contratos privados entre sociedades anónimas desportivas...

@Ricardo - Reforço o dito supra.

Estou a apresentar argumentos estritamente objetivos e jurídicos, com base em dados conhecidos e na legislação aplicável.

SL
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De Diogo a 21.04.2017 às 10:36

Em complemento, reforço que há aqui três questões jurídicas diferentes:

-> Podia o Sporting cessar unilateralmente o contrato de cedência?

Quanto a este ponto, ninguém põe em causa: nem Sporting, nem Vitória, nem Leixões, nem liga. O que o Sporting fez está perfeitamente legitimado pelo contrato celebrado e pela lei.

As únicas pessoas que, neste momento, põem em causa a legalidade da denúncia do contrato são os comentadores deste post. Entristece-me a facilidade com que se diz que o nosso próprio Clube viola a lei e que o nosso Departamento Jurídico é incompetente, sem ter pleno conhecimento do assunto...

-> Podia o Sporting voltar a ceder os jogadores?

Só com a concordância do Vitória, que não aconteceu.

-> Podia o Sporting reinscrever os jogadores?

Essa discussão admito que possa ser mais aberta, atendendo ao que se encontra plasmado no Regulamento. Seja como for, a Liga admitiu a inscrição dos jogadores, quer pela via do 78.º, n.º 4, al. b), quer por mútuo acordo.

SL
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De Rui Gomes a 21.04.2017 às 10:49

Dá mil e uma voltas e vai parar ao mesmo. Pretende ensinar de Direito a quem, afinal de contas ?

Enfim... pode ficar com a sua.
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De Diogo a 21.04.2017 às 11:09

Rui, eu estou a explicar o assunto e a posição que assumi, agora é livre de tirar as suas conclusões. Pelo seu post, percebo que não retirou conclusão nenhuma: nem que esteve errado ao pôr-me em causa nos moldes que fez, nem em admitir que a denúncia do contrato é legal.

SL
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De Diogo a 21.04.2017 às 12:00

Venho eu aqui perder preciosos minutos do meu dia para expôr, de forma objetiva e informativa, a legislação aplicável a este caso, para enquadrar todos os sportinguistas que por aqui passam a ter uma opinião informada sobre o assunto, sem dar a razão a A, B ou C, e V.Exa., ao invés de agradecer o meu tempo e opinião, limita-se ao "bota abaixo".

E nem sequer tem a humildade de pedir desculpa e assumir o erro... Enfim.

Saudações Leoninas
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De Rui Gomes a 21.04.2017 às 12:36

Mas que comentário mais idiótico !!!

Eu agradecer a si, ou o caro é que me deve agradecer por lhe proporcionar este meio para debater o Sporting e outros assuntos ? Isto é trabalho voluntário e mais vezes do que não, nem sequer recebemos a gratidão do leitor.

Pedir-lhe desculpa e assumir o erro ??? Deve estar a brincar !

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De Diogo a 21.04.2017 às 13:16

Bom, que curiosa maneira de pôr as coisas: o dono do blog não tem de estar grato aos seus leitores por utilizar, discutirem e debaterem neste espaço, os leitores é que têm de estar gratos ao dono do blog por tê-lo criado...

"Essa do "aditamento" é fruto da fértil imaginação de alguém para fazer o que o Diogo está aqui a tentar fazer: defender o indefensável."
"Não há e nunca houve aditamento e se existisse não seria legal."
"Debatemos estes assunto há meses e só agora surge a história de um aditamento !!!"
"Quem é que inventou isto ?... Faz parte da usual estratégia de recorrer a todos e quaisquer meios para encobrir os erros do Bruno ???"
"Entretanto, surgem os usuais acólitos com invenções de última hora, para defender a imagem do Bruno."

Face a todas estas suas declarações, é evidente que errou ao assumir não havia aditamento e que errou ao dizer que este aditamento é ilegal. É tão simples como isto.

SL
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De Ricardo Miguel Magalhães Silva a 21.04.2017 às 14:03

Diogo
Sem querer fazer a defesa do Rui (que sabe, como já o demonstrou, neste post inclusivé, fazê-la sozinho) a verdade é que é evidente que uma qualquer cláusula inserida num contrato (ou num aditamento) que preveja a possibilidade de quebra unilateral (rescisão unilateral) de um acordo de cedência de jogador é, ao abrigo do regulamento, ilegal e, por isso mesmo, tem-se como não escrita.
"...não são admissíveis quaisquer cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência antes do prazo contratualmente fixado."
Ora, penso ser unânime que o V. Setubal, em momento algum, acordou na revogação do contrato de cedência dos jogadores em causa, pelo que a decisão do SCP em fazê-los retornar antes do terminus do contrato de cedência viola a norma acima transcrita e, nessa medida, tal como o Rui referiu é absolutamente ilegal.
O Diogo é que insiste em legalizar uma prática que taxativamente é proibida pelos regulamentos e então tentar enquadrar a utilização dos atletas por parte do SCP num qualquer incumprimento do contrato de cedência por parte do V. Setúbal (al. b)) ou, mais incrível ainda, num mútuo acordo dos clubes (al. c)), é que não lembra ao diabo.
A verdade é que o SCP (na pessoa do seu presidente) se precipitou na resolução unilateral do acordo de cedência e, não tendo conseguido colocar os jogadores em mais qualquer clube, tentou ver se passava a sua utilização na equipa B, não tendo sequer arriscado a sua utilização na equipa A, por saber, certamente, os riscos de perda de pontos que tal utilização acarretaria.
Ricardo Silva
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De Diogo a 21.04.2017 às 23:56

Ricardo,

O que está a dizer não está correcto e desafio-o a comprovar o oposto.

Como já expliquei, o Regulamento da Liga regula a relação entre Clubes, Jogadores e Liga. É uma norma de Direito Administrativo. São as normas pelas quais se rege a competição desportiva. O contrato / aditamento entre Sporting e Vitória de Setúbal é um contrato privado. Está ao abrigo do Direito Privado. É um negócio jurídico, como é a compra e venda de jogadores. A estas situações, aplica-se normas de Direito Privado.

São coisas estruturalmente diferentes. Admito que possa não ter conhecimento jurídicos que lhe permitam compreender esta distinção, mas a legalidade do aditamento não é posto por absolutamente ninguém. O problema é a inscrição.

Se o Sporting emprestasse um jogador ao Real Madrid, a lei que regularia o contrato de empréstimo era o Regulamento da Liga Portuguesa? É evidente que não. Aplicavam-se as normas relativas aos contratos privados em Espanha / Portugal, e aplicava-se o regulamento da Liga Espanhola para a inscrição do jogador. É a mesma coisa aqui.

Isto é ou não verdade?

Além disso, não cite a norma sem a parte do "para efeitos do disposto na alínea c) do artigo anterior", porque este prelúdio restringe significativamente o âmbito de aplicação da proibição que invoca, e isto aqui já é evidente para qualquer um.

Isto é ou não é verdade?

O Setúbal nunca pôs em causa a revogação, porquanto não se queixou a nenhuma instância competente.

Isto é ou não é verdade?

O Sporting usou a mesma norma contratual para revogar os empréstimos de Podence, Geraldes, Ruben Semedo e João Mário noutros anos... É prática reiterada em qualquer país da Europa.

SL
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De Gonçalo a 20.04.2017 às 10:44

A razão pela qual Gauld e Geraldes foram tirados ao Setúbal só não é óbvia para os soldadinhos do costume. Foi uma birra. Esses mesmos soldadinhos, caso isto tivesse acontecido num rival, discorriam aqui certezas absolutas sobre a óbvia lógica de favorecimento que do caso se pode especular: "ou facilitas ou ficas sem os nossos jogadores". O Setúbal não facilitou e o resto é história. E é isto que BdC nos fez, substitui-nos os telhados únicos que tínhamos por telhados de vidro iguaizinhos aos que tapam os chico-espertos vermelhos e azuis. Hoje, lá e cá, o vidro é fino como papel. E é por nos ter baixado a esse nível que não consigo perdoar a BdC. Mas dizem os acólitos: "para ganhar tem de ser assim, fartos de croquetes bem-educados andávamos nós". Ora, como demonstram os resultados desportivos dos últimos 4 anos (e os financeiros também, mas isso é um assunto mais complexo), para ganhar não basta ter manha. Os atalhos para o sucesso só servem aqueles que sabem exactamente de onde vêm e sobretudo para onde vão. Aí sim, um atalho é um encurtar de distância. Mas BdC não faz ideia para onde vai, nem sequer onde está. Limita-se a correr em todas as direcções, numa navegação à vista incompetente e infantil. É por isso que ao meter-se em atalhos, BdC mais não faz do que "meter-se em trabalhos".
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De Diogo a 20.04.2017 às 11:05

Sendo birra porque o Setúbal não facilitou, porque o Sporting não fez o mesmo com outros clubes que empataram / venceram ao Sporting com jogadores emprestados no plantel nos últimos anos?

SL
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De Gonçalo a 20.04.2017 às 11:39

Se em vez de vir tão nobremente a galope em defesa "do seu donzelo", tivesse lido com calma o que escrevi, tinha percebido que essa não é a minha conclusão. É sim aquilo que acredito que os fanáticos do costume diriam caso esta exacta situação tivesse acontecido para os lados de carnide.
Em que se baseia esta minha convicção? Olhe, por exemplo num comentário deixado aqui mais acima em que, claro, se faz a menção do costume ao inimigo externo na tentativa de tapar o sol com a peneira. Diz assim um seu homónimo: "evidente como o Vitória se voltou para o Benfica ultimamente".
Ora vejamos então: tiramos jogadores a um clube no dia em que perdemos com esse mesmo clube, jogadores esses que acabam na 2ª divisão porque nunca foram equacionados para o plantel principal e porque os regulamentos impedem a inscrição noutro emblema da 1º liga. Conclusão do seu homónimo: tudo normalíssimo, nada a apontar, gestão perfeita da situação, tudo perfeitamente pensado e planeado. Mais: "se fosse por termos perdido tínhamos já feito isso mais vezes". Pronto, está resolvido. Vamos fingir que o ter sido imediatamente a seguir à derrota foi com certeza coincidência, foi para aproveitar a boleia no autocarro para Lisboa, só por isso não foi terminado o empréstimo no 1º dia de Janeiro caso a situação estivesse prevista anteriormente. Aliás, somos tão bonzinhos que já estava tudo pensado, mas deixámo-los ser opção contra nós, não fosse o adversário ficar mais fraco. Tudo normal, inteligente, competente.
Mas calma, isto não chega. Falta lançar a insinuação do costume sobre o inimigo externo. Então não é que o benfica emprestou um jogador ao Setúbal nesse mesmo período de transferências!? Isto sim merece ser visto com atenção, estamos perante uma situação insólita, uma vergonhosa promiscuidade entre o setúbal e o benfica. Nunca tal coisa foi vista, as autoridades que investiguem, isso sim é o verdadeiro caso! Chega de falar na gestão imaculada de BdC só para tentar branquear esta vergonha que é ter outros clubes que não o nosso a emprestar jogadores a outros clubes!!
Haja paciência.
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De Diogo a 20.04.2017 às 12:26

Bom dia Gonçalo,

Agradeço a honra de ter um post tão longo da sua parte.

Noto que não respondeu à minha pergunta.

Por outro lado, quando referia que é "evidente como o Vitória se voltou para o Benfica ultimamente", não estou a dizer que o Vitória faz "favores ao Benfica". Não os faz, simplesmente a aproximação entre direções é evidente. Não disse que tal situação era vergonhosa, promíscua ou indecente. É, aliás, perfeitamente normal.

Também não disse que a situação era normal, nada tinha a apontar, houve uma gestão perfeita, foi planeada e foi pensada.

O Gonçalo é livre de ter a sua opinião, como é livre de não responder às perguntas que lhe faço. Agradeço, porém, é que não coloque palavras na minha boca, nem venha dar palpites sobre o meu pensamento e a minha opinião.

SL
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De Gonçalo a 20.04.2017 às 13:09

É o caro amigo que o assume: ao fim e ao cabo não disse nada, veio apenas tentar desdizer. Fica assim por debater e reflectir a génese da questão: o romper unilateral de um contracto de empréstimo e a ausência de benefícios quer para o clube, quer para os jogadores. E fica por perceber a razão pela qual lança o nome do rival externo para a conversa quando afinal considera que nada há de anormal no comportamento do dito. Mas vamos então ao que para si realmente importa: a minha resposta a uma pergunta que parte do princípio errado de que eu próprio partilho das teorias da conspiração dos fanáticos.

Cá vai: pessoalmente não acredito que tenha sido numa lógica de "como não abriste as pernas ficas sem os jogadores". Acredito numa decisão birrenta no sentido de, como já disse, não ter sido em benefício do clube ou dos jogadores em causa, mas sim por retaliação a uma direcção setubalense com quem as relações já não eram pacíficas desde os tempos do João Mário (isto segundo se diz). A azia da derrota terá precipitado esta decisão extemporânea do nosso querido líder e é por isso para mim óbvio que, nesse e apenas nesse sentido, o resultado do jogo está ligado ao desfecho da situação.

Quanto ao resto, percebo de onde vem essa sua inquietação relativamente ao tamanho da resposta anterior - e talvez desta - mas não se preocupe, eu não sou pago ao carácter. Debato o Sporting por carolice e paixão, apesar de lutar contra "adversários" com outros recursos.
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De Diogo a 20.04.2017 às 16:28

Caro Gonçalo,

Eu nunca vim dizer nada. Só pedi para me esclarecer um ponto do seu comentário, que nunca esclareceu. Não vim comentar ou debater o assunto em concreto consigo.

SL
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 10:46

Os jogadores foram reintegrados em Janeiro defrontaram os queixosos em Março e só em Abril é que os mesmos se lembraram de avançar com a participação.

O SCP estará salvaguardado com os pareceres de pessoas responsáveis da Liga de clubes, quem fica em xeque acaba por ser a Liga.

A razão das participações é óbvia tratam-se de clubes em risco de descida de divisão, poderá ter sido tb devidamente apoiada por o suspeito do costume.

O timing em cima do Derby tb certamente será mais uma coincidência.

Sobre a razão dos jogadores terem sido resgatados ao Setúbal tal já aqui foi mais do que debatido, querem repetir os argumentos todos +1 força.
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 11:29

É claro que a culpa só pode ser do Benfica...
Ou como diz o Miguel Esteves Cardoso... "se se tirasse o Benfica ao Sporting, o Sporting deixava de existir". Pelo menos para alguns sportinguistas, digo eu.
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 11:41

Não estou habituado a sacudir a agua do capote como vocês tão bem sabem fazer.

Estamos nesta situação porque para isso contribuímos, dito isto as noticias de Janeiro sobre:

"Benfica faz participação à Liga contra o Sporting. Os casos de Ryan Gauld e André Geraldes continuam a dar que falar, desde que o Sporting ..."

Seriam ficção certamente.
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 11:53

Devia informar-se melhor sobre os títulos da imprensa e, em especial ler as notícias completas. Porque emprenhar pelos títulos pode ser ainda pior que emprenhar pelos ouvidos.
O que o SLB fez na altura e não tem nada a ver a queixa feita agora por outros, foi pedir a clarificação da interpretação do regulamento aplicável, coisa que interessa a TODOS os clubes com jogadores emprestados.
Não foi uma queixa, não deu origem à abertura de qualquer processo, foi apenas um pedido de clarificação da interpretação jurídica, se é que consegue ver a diferença entre uma coisa e outra.

O que duvido.

Mas, veja lá, até parece que o SCP fez a mesma coisa que o SLB, um pedido de interpretação jurídica do regulamento, uma vez que alega agora que tem um parecer jurídico dum responsável da Liga sobre o assunto, que lhe dá razão.
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De Jorge a 20.04.2017 às 12:17

Portanto, conclui-se que ,apesar de não ter nenhum jogador em condições similares ás de Gauld e Geraldes, o Benfica, pensando em TODOS os clubes da 1ª Liga, decidiu poupar-lhes o trabalho e os custos de pedir um esclarecimento à liga, que no seu caso particular até nem teria qualquer utilidade.

Dá para incluir o Vieira no processo de canonização dos pastorinhos?

Tudo muito giro mas não tem nada a ver com as noticias da altura:

https://www.noticiasaominuto.com/desporto/731381/caso-geraldes-e-gauld-leva-benfica-a-fazer-participacao-a-liga

(peço desculpa pelo link mas aqui é necessário)
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 12:34

Quem lhe disse a si que o SLB não tem jogadores nas mesmas condições?
O SLB tem 41 jogadores emprestados... a única diferença é que cumpre os contratos de empréstimo com os clubes que recebem os jogadores.

E bem pode publicar links à vontade, todos com a mesma e única fonte: uma "notícia" do jornal A Bola que nem sequer refere uma única fonte do Benfica, nem da Liga nem da FPF.

Para vender papel é preciso falar do SLB...
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 12:41

Desconversando mas ao mesmo tempo mostrando a preocupação que SLB tem perante as regras e as competições onde está inserido:

O SLB devia era o ano passado ter avisado o Farense que não deveria jogar com jogadores por si emprestados num jogo contra a sua equipa B, claro que deu jeito para manter a B na 2ª liga ... isso e a arbitragem do Bruno Paixão na última jornada no jogo da equipa B do SLB.
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 13:21

As suas teorias da conspiração são fantásticas, parece que o mundo inteiro se uniu para vos tramar... como se isso fosse preciso. O que fazem tão bem em causa própria.
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:27

É só teorias de conspiração:

- São os vouchers!
- São as cartilhas!

Estou a ver que o caro Francisco ainda está na fase 1 ... a negação!
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:31

Estou mais na fase da celebração, coisa que você não faz há 15 anos...
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:35

A fuga habitual força nisso continue a festejar eu com espero que com um bocado de sorte e se deixarem possa festejar no sabado em Alvalade uma singela vitória do SCP .
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:45

Pois é a única esperança que lhe resta... para mim é só um dos 5 jogos que faltam.
Como sempre as contas fazem-se no fim, embora o SCP já não nelas há muito tempo.
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De Jorge a 20.04.2017 às 13:51

Veja lá não parta alguma coisa com tanto contorcionismo.

Mandou regressar algum? não, pois não? Então não tem nenhum nas mesmas condições, e o parecer não tem qualquer utilidade para o Benfica , excepto "chatear" o Sporting...

Noticia do Jornal ABola que vocês acusa o SP de não ter lido correctamente.
Mas já percebi, você quando disse que o Sergio não tinha lido bem a noticia, estava a falar da Mistica...



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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:16

Pode chamar toda a sua claque em defesa do SP. Pelos vistos não confia que ele se saiba defender sozinho.

Disse e reafirmo: "notícia" d'A Bola que nem sequer refere fontes do SLB, Liga ou FPF não é jornalismo, é propaganda de sarjeta para vender papel.

Disse e reafirmo: o SLB CUMPRE os contratos de cedência de jogadores que assina, não os rasga a meio duma birra... mas os regulamentos são para todos e todos estão obrigados ao seu cumprimento.

Mas então diga-me, lá do alto da sua inteligência: se existiu queixa do SLB, onde está o processo aberto, onde está a decisão?
Ou A Bola esqueceu-se de "noticiar"?
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De Jorge a 20.04.2017 às 15:06

Continua o contorcionismo.

Primeiro o problema era só ter lido o titulo, depois era o jornal, depois só interessa se for de fonte oficial SLB e pede-me a mim para lhe provar não sei o quê? não posso, não leio nada das fontes que você considera válidas.

O Sérgio não precisa que eu o defenda. Diga-se de passagem que só mesmo tipos como você (já agora, não é por ser benfiquista) é que nos conseguem pôr de acordo, porque no que diz respeito ao Sporting, não é muito normal



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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:28

Não Jorge não era a mística era Cartilha do Al Carnidão .. ele sabe que tb tive acesso à mesma.
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:32

Pelo menos aprenda a geografia de Lisboa, sempre evita expor tanta ignorância...
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:37

Ignorância calha a todos ... uns mais que outros, desculpe a minha ignorancia e peço lhe encarecidamente que me esclareça donde advém a questão geográfica!?
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:46

Vá ver o mapa... vá ver o mapa...
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:50

O mapa de castigos só tem o Brahimi o Samaris está de fora ... fala melhor português que muito portugueses ... é o que lhe vale :).
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De Francisco Maria a 20.04.2017 às 14:52

Já recebeu a nova máscara do Brahimi???
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De Salgado a 20.04.2017 às 15:00

Ai Maria, Maria....
As Marias andam doidas de todo.

Quanto tempo demorará a ser apagado este comentário?

As "Marias" dizem tudo o que lhes apetece, mas os Sportinguistas são amiudadamente censurados.
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 18:08

Se é só isso que tem para oferecer, perdeu uma boa oportunidade para ficar calado.
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De Tecaneles a 20.04.2017 às 14:18

A única coisa que sei é que nenhum dos dois jogadores jogou este fim de semana.
Para quem diz ter autorização da liga. ....
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De Sérgio Palhas a 20.04.2017 às 14:43

O André Geraldes jogou!
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De Pochete a 20.04.2017 às 15:33

Este tipo, como presidente dos nossos rivais, seria execrado de tão miserável que é. Ao nosso serviço é incensado diariamente pela corte.

Nós fomos ao Setúbal retirar dois jogadores que estavam a jogar e a evoluir para os mandar para a B ou para a bancada.

Entretanto o Al-Carnidão, para usar as palavras do assimétrico consócio Pallhas, colocou lá um dos seus miúdos que, por acaso, foi destacado como o jovem de março, salvo erro.

Uns trabalham, outros escrevem no facebook para delírio do curral de carneiros.
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De Anónimo a 20.04.2017 às 20:58

http://www.ligaportugal.pt/media/5913/rc.pdf

Artigo 78.º
Cedência temporária e transferências

4. O jogador cedido só poderá voltar a ser inscrito e representar, na mesma época, o
clube cedente, em caso de cessação do contrato de cedência por:
a) caducidade;
b) incumprimento do contrato de cedência pelo clube cessionário;
c) mútuo acordo das partes

Venha esse Parecer.
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De NN a 20.04.2017 às 20:58

O comentário é meu.
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De Carlinha MR a 20.04.2017 às 21:39

Caro Rui e Camarote Leonino,

Sigo atentamente o Camarote Leonino, considerando-me parte desta família! Mas há algum tempo, ando a evitar participar porque a minha tolerância a bruno-adoradores, está 'zerada'...!

Acho absolutamente inacreditável que depois de tantos e tantos sinais claros de que BdC não é quem mostra ser, de tantos tiros nos pés que tem dado ao longo do seu consulado, de achincalhar seja quem for, rivais ou sportinguistas que incomodem a ele...muito mais que ao SCP em si, que consigam defendê-lo na mesma linha, ou seja, colocando o homem acima da instituição.

Bem sei que a sua capacidade para manipular com aquela retórica à Edir Macedo da IURD, é muito forte, mas haja um mínimo de bom senso!! Tal como diz o Rui no título, se BdC está divorciado do mesmo, eu não quero estar!!

No caso deste post, é claro que foi birra, basta ver-se o timing desta ocorrência.
BdC não perde uma oportunidade para ser protagonista de algo, para bem raras vezes, para mal, vezes demais!

Penso que quem se queixou não é tolinho...terá feito com bases para tal!
Quem não tem problemas em transgredir, em fazer o bem lhe apetece, é o senhor Bruno! Um exemplo é falar e falar seja onde seja, estando castigado, o que não entendo!

Se um rival der um passo em falso, disser algo, este homem cai em cima como se não houvesse amanhã...E ele pode tudo?? Pode também manipular as normas a seu bel-prazer??

Certo é o seguinte: há muito para nos preocuparmos com o Sporting, a Instituição.

Pessoalmente?? A cada dia, detesto mais e mais a figura que preside o clube! Foi dos que mais selvagens criou por metro quadrado no Sporting Clube de Portugal que depressa se tornou num Sporting de Bruno de Carvalho!

Isso combaterei enquanto me restarem forças.

SL ao Camorote
grande abraço ao Rui Gomes e a todos redactores, a quem mais uma vez, gabo a paciência!
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De Rui Gomes a 20.04.2017 às 21:57

Obrigado pelas simpáticas palavras Carlinha. Tentamos debater as questões pontualmente e esta já é debatida desde Janeiro. Foi uma decisão absurdamente caprichosa de Bruno de Carvalho, em que os superiores interesses dos jogadores e do Sporting não fizeram parte da equação.

As queixas dos dois clubes foram de facto uma surpresa, muito embora, como indico no post, o caso nunca foi verdadeiramente explicado e compreendido.

Que haja quem pretenda defender o indefensável, é uma atitude que me ultrapassa.

Um abraço amigo

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