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A Associação de Futebol de Lisboa reuniu-se esta quarta-feira na sede da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol para se "solidarizar" com a classe da arbitragem e para vincar que a "mudança de opinião operada desde há cinco anos tem de ser acompanhada por actos e posturas concretas".

 

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Nuno Lobo - presidente da Associação de Futebol de Lisboa

 
«Como em 2012, a AFL mantém que o policiamento deve ser obrigatório em todos os campos e pavilhões do país. Hoje, todos concordam com aquilo que defendemos na altura. O futebol português não pode esperar mais. Há um silêncio absolutamente lamentável da parte do Secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo. O que é que já fez para acabar com este ambiente hostil perante os árbitros e perante a arbitragem? Recorda-se que o policiamento obrigatório apenas é válido até ao final da presente época, em Julho, algo instaurado pela Federação Portuguesa de Futebol no início do mês de Abril com o escalar de situações de violência em campos de futebol.

 

Recandidatei-me a mais um mandato na AF Lisboa com a missão de assinar um tratado de paz entre Benfica e Sporting, mas este não é o momento próprio para conversarem. Haverá um momento em que não será a AF Lisboa a pedir para que os dois clubes se sentem. Será o futebol português a exigir para o bem da indústria. É essencial que os dois clubes se sentem à mesa».

 

 
Luciano Gonçalves - presidente da APAF
 
«Registamos com agrado a presença de um parceiro na luta pelo policiamento obrigatório. Teremos mais esclarecimentos após haver conclusões extraídas do grupo de trabalho que envolve as mais representativas entidades do futebol nacional. Vamos aguardar por tudo o que está a ser feito, com o futuro em vista e não só no curto prazo.
 
Não haverá boicote algum pré-anunciado pela arbitragem. Acreditamos que agentes e instituições irão agilizar da melhor forma todas as ferramentas para que tenhamos um início de campeonatos muito mais tranquilo do que o transacto».
 

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publicado às 03:52

 

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Perante a avalanche de críticas dos maus perdedores do Norte, a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) sentiu a necessidade de vir a público comentar a arbitragem de Tiago Martins no 'clássico' de domingo, entre o Sporting e FC Porto.

 

Eis o que Luciano Gonçalves - presidente do organismo - teve para dizer:

 

«Não faz sentido, semana após semana, este tipo de críticas à arbitragem. Na nossa opinião, o Tiago Martins fez uma grande arbitragem no seu primeiro clássico.

 

A arbitragem deve estar orgulhosa pelo trabalho que o Tiago Martins realizou e que os árbitros têm realizado, no global, nestas primeiras três jornadas. A arbitragem tem estado a bom nível. É óbvio que os erros acontecem mas, ao contrário das críticas, estamos muito satisfeitos com os resultados. Queríamos não errar, claro mas, sabendo que os árbitros vão sempre errar, temos estado a gostar do seu desempenho.

 

Não é que os árbitros não possam ser alvo de críticas. A crítica faz parte. Colocar em causa a competência do árbitro faz parte do jogo. O árbitro também não queria errar e isso acontece. Agora, quando se levanta suspeições sobre as arbitragens e se coloca em causa a seriedade das pessoas, isso é inaceitável. Criticar, sim, porque faz parte, mas vamos com calma. Não há necessidade nenhuma deste tipo de crítica barata. Porque é apenas crítica barata».

 

Óbvia campanha do FC Porto para assegurar o benefício da dúvida numa próxima ocasião conveniente, mas, em abono da verdade, todos os clubes recorrem a estas lamentáveis tácticas quando não conseguem resolver as coisas a seu favor dentro das quatro linhas.

 

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publicado às 05:15

 

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A APAF, através de Luciano Gonçalves, um dos elementos da Direcção do organismo, não demorou a reagir às recém-acusações de Octávio Machado sobre a arbitragem portuguesa, com destaque para a nomeação de João Capela para o encontro entre a Académica e Benfica do próximo sábado: 

«Não podemos pactuar com este tipo de acusações, que levantam suspeição e não são nada benéficas nesta fase final do campeonato. É preciso alguém pôr uma mão nisto. Há que alterar o regulamento de disciplina, porque declarações destas, vindas de pessoas deste clube ou de outro qualquer, têm de ser punidas. As multas que os profissionais pagam são inferiores aos dos distritais e assim não pode ser. Se há alguma suspeita, então prove-se. Senão, é preferível não dizer nada.

Está a ser criado um clima de instabilidade à volta da arbitragem, que infelizmente já tem tido reflexos no número de agressões nas provas distritais. Há que deixar as pessoas fazerem o seu trabalho. Temos os melhores jogadores e treinadores do mundo, temos dos melhores árbitros do Mundo, temos bons dirigentes. Se nem todos quiserem o bem do futebol, destrói-se tudo o que de bom tem sido feito no futebol português.

 

João Capela e todos os que sofrem este tipo de pressão não vão deixar de estar tranquilos nos seus jogos, como sempre. Certamente estará lá para valorizar o espectáculo».

 

Bem esperamos que o trabalho de João Capela, em Coimbra, no sábado, venha a valorizar o espectáculo e não a ter uma influência no jogo e no resultado, pela negativa. Nada mais se pode exigir a um árbitro de futebol.

 

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publicado às 17:25

 

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José Fontelas Gomes emitiu um comunicado esta segunda-feira que visa inteiramente o Sporting. Enquanto que até poderemos concordar que Bruno de Carvalho se tem excedido em alguns aspectos, no que à essência da questão diz respeito, a oratória do presidente da APAF não passa de hipocrisia patente e até desonestidade intelectual. Pior ainda, é deixar no ar a hipótese dos árbitros virem a boicotar os jogos do Sporting, a exemplo do que fizeram num passado não muito distante.

Não deixamos de acompanhar as crescentes insinuações, comentários e opiniões no que a árbitros e à arbitragem diz respeito. A APAF e os árbitros têm pautado a sua postura pela discrição, distanciamento e neutralidade, de forma a evitar conflitos, o aumento do ruído e a especulação mediática. Se o clima de terrorismo verbal se mantiver, claro que nos reservaremos ao direito de tomar as medidas a acções que entendermos mais justas. Pede-se ainda aos agentes disciplinares que façam cumprir o que está regulamentado, para defenderem efectivamente a valorização do futebol, gerindo o futebol de forma firme e clara.

 

 

É absolutamente fascinante, pela negativa, que comunicações de suposta indignação por parte da APAF e de outros organismos e/ou personagens do futebol português só chegam à praça pública mediante a identidade dos eventuais interlocutores queixosos.

 

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publicado às 09:53

A invulgar razão de José Gomes

Rui Gomes, em 08.04.14
 

 

José Gomes - presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) - surgiu com invulgar razão quando disse que "os castigos a dirigentes, por críticas a juizes, deveriam ser mais pesados, como medida dissuasora", admitindo até que poderia haver lugar à perda de pontos para os clubes desses dirigentes. Esta última medida é de improvável, para não dizer impossível, implementação no futebol português, mas o princípio de aumentar as penas mínimas previstas nos regulamentos faz sentido. Salvo as multas pecuniárias, as suspensões actualmente aplicadas não têm consequência alguma prática. O cartoon que publicamos visa o humor, mas, a bem dizer, reflecte a realidade. Talvez a única excepção a esta disposição, seria uma suspensão a Bruno de Carvalho, que o impediria de ocupar o seu lugar favorito durante jogos.

 

Isto surgiu a propósito dos castigos aplicados a Luís Filipe Vieira - dois meses de suspensão e 1530 euros de multa - em relação às suas críticas do jogo com o Belenenses em Setembro de 2013, e a Jorge Nuno Pinto da Costa - um mês de suspensão e 765 euros de multa - pelas críticas do jogo com o Estoril, também em Setembro de 2013.

 

Curiosamente - ou talvez não - nenhum castigo foi aplicado a António Salvador pelas suas ainda mais graves declarações após a meia-final da Taça da Liga. Igualmente curioso, é que os presidentes do Benfica e do FC Porto se tenham dado ao trabalho, e à despesa, de recorrer dos castigos. Deve ser uma tentativa de manter o "cadastro" limpo, não obstante os precedentes de registo.

 

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publicado às 19:35

Vasco Santos e as ameaças

Rui Gomes, em 11.03.14
 


Em declarações a Bola Branca - Rádio Renascença - o presidente da APAF, José Gomes, denunciou ameaças de morte a Vasco Santos e à sua família, na sequência da polémica arbitragem no jogo entre o Sporting e o V. Setúbal. As "ameaças" têm surgido por parte de anónimos com chamadas durante a noite e também por "sms". Admitiu que Vasco Santos se sente incomodado com esta situação - ainda que os árbitros sejam preparados para este tipo de acontecimentos - que está a criar problemas pessoais e familiares.

Devo confessar que o meu primeiro instinto foi dizer cá com os meus botões: "tens aquilo que mereces", mas em boa consciência, não posso de modo algum concordar com este tipo de actos, especialmente quando também visam os familiares. Acredito até que o intuito único por parte de quem chamou a si a iniciativa é de fazer sentir a sua indignação pela escandalosa ocorrência do passado domingo no Estádio do Bonfim e obrigar o juiz a reflectir nas suas acções, sejam elas assentes meramente em erros humanos, ou outras mais obscuras, mas nada justifica esta conduta em uma sociedade que se preza por ser civilizada.

Instado a comentar a conferência de imprensa de Bruno de Carvalho, José Gomes considera-a uma mera estratégia por parte do presidente do Sporting.

 

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publicado às 16:16

 

 

Palavras de José Fontela Gomes, presidente da Associação Portuguesa de Árbitro de Futebol (APAF), que esta terça-feira voltou a abordar o tema da arbitragem em Portugal, em geral, e a actuação de Duarte Gomes no "derby" da Luz, em particular.

 

As suas considerações podem ser lidas aqui, no entanto, damos destaque a algumas das mais relevantes:

 

A APAF defende a introdução de medidas disciplinares mais gravosas nos regulamentos das provas organizadas pela Liga de Clubes e pela Federação Portuguesa de Futebol. Afirmou José Gomes: "Um primeiro passo podia ser uma punição exemplar da parte do Conselho de Disciplina de quem tem este tipo de atitudes."

 

Teoricamente, certíssimo, mas será que esta "fantástica" inspiração só surgiu agora pelas manifestações do Sporting, ou já está na agenda há algum tempo, face a situações muito mais graves que surgiram pelas acções de quem no sábado foi tão escandalosamente beneficiado ?

 

"Depois criar formas de sensibilização, como se fez em Inglaterra, para que as pessoas consigam conviver com o erro do árbitro, que é um erro normalíssimo no futebol, como em todas as profissões, nenhum de nós deixa de cometer erros."

 

Novamente certíssimo, mas será que o senhor presidente da APAF nos poderá explicar como se deve conviver com "erros normalíssimos" que beneficiam quase sempre os mesmos ? E... poderia também revelar se conhece árbitros em Inglaterra que "envergam" a camisola do seu clube de maior simpatia por debaixo do equipamento oficial ?

 

Lamentando que a arbitragem de Duarte Gomes no "derby" continue a estar na ordem do dia: "Foi um resultado que há muito que não se via, foi um grande espectáculo de futebol, mas no que se fala no dia seguinte é dos erros dos árbitros."

 

E porque é que o senhor presidente não nos explica, se sabe, a razão da retirada à última da hora do juiz originalmente nomeado para o jogo, para dar lugar a outro que tem um polémico histórico com o Sporting, registo de contenciosos e que, inclusive, participou na greve que os elementos da arbitragem fizeram contra este Clube, além de ser um devoto adepto do adversário ? E que... ao fim e ao cabo, torna a ter uma actuação bastante prejudicial para o Sporting, ignorando duas faltas flagrantes para grandes penalidades !

 

"Não falamos dos erros dos jogadores, não falamos dos erros dos técnicos, voltamos a falar do árbitro. É isto que temos de afastar do futebol português para que se torne mais vendável lá fora."

 

O senhor presidente tem as suas prioridades invertidas. Antes de se preocupar em tornar o futebol português "mais vendável lá fora", deve tomar as medidas necessárias para o tornar mais credível no País, eliminando de uma vez por todas as manobras obscuras dos bastidores cujo singular objectivo é violar a integridade do futebol de todos, em benefício somente de alguns.

 

Em Portugal toda a gente fala, quem sabe e quem não sabe. (...) Os árbitros não escondem os erros que cometem, não têm é liberdade para poder dizer se erraram ou se não erraram."

 

Mais certeiro é que os árbitros - pelo menos alguns e incluindo o órgão que os superintende - não se preocupam minimamente com que todo o mundo saiba os erros que cometem porque, para eles, as consequências dos seus erros são quase nulas e, mesmo que os quisessem esconder, televisão e a tecnologia moderna impossibilita essa disposição.

 

Era para dizer que não deixa de ser curioso, mas até não é, que os "donos" da arbitragem portuguesa marquem presença imediata na praça pública com a clave justiceira erguida quando o Sporting se insurge, e mesmo quando não o faz, qualquer pretexto satisfaz para tentar amedrontar. A inegável verdade é que Duarte Gomes nunca deveria ter sido nomeado para dirigir o "derby" da Taça e uma vez que foi, e da forma como foi - à última da hora em substituição inexplicável de um colega - era inevitável que erros seus em benefício do clube da sua simpatia e em detrimento de quem já prejudicou em grande no passado, viessem a precipitar o actual clima de polémica e contestação. 

  

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publicado às 03:30

O que dizem eles

Rui Gomes, em 30.09.13

 

 

«Não estou preocupado com as críticas que os árbitros têm sido alvo. Recebo-as com algum desagrado, porque entendo que é o futebol português que sai prejudicado, e noto que a nível internacional os clubes portugueses não se queixam das arbitragens como fazem em Portugal. Se o objectivo é condicionarem e pressionarem os árbitros, é algo que não vale a pena, porque os árbitros estão imunes a isso. Erros sempre existiram e vão continuar a acontecer. No futuro os árbitros vão querer ser mais fortes psicologicamente, e tentar melhorar as suas prestações. Ninguém sofre tanto como os árbitros pelos erros cometidos.»

 

-    José Gomes - Presidente da APAF    -

 

Observação:Por um variado leque de motivos, entre os quais a conduta da própria APAF ao longo dos anos, em Portugal discute-se tanto ou mais os homens do apito do que o futebol,  disposição desagradável e contraproducente, tanto para o desporto como para a indústria. Espera-se o profissionalismo destes elementos e que essa condição venha a melhorar significativamente o sector, mas não será apenas por isso que deixará totalmente de ser alvo de críticas e tema de controvérsia.

 

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publicado às 18:37

 

Como era de esperar, o presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, José Fontela Gomes, surgiu em defesa de João Capela, afimando que falou com ele e que o juiz de Lisboa está de «consciência tranquilíssima» em relação ao trabalho que fez no derby: «deu o seu melhor e está com o espiríto de missão cumprida.» Fontela Gomes dá-se à «gentileza» de admitir que há lances duvidosos, mas apressa-se a qualificar a situação, descrevendo-a como mais um caso em que os clubes atiram para cima da arbitragem o que não conseguem fazer em campo.

 

Até há causa para acreditar que João Capela esteja com o «espírito de missão cumprida» mas essa missão, de certo, e pela evidência à vista ,não incorporou fazer uma arbitragem competente e imparcial, bem em contrário. Era escusado o presidente da APAF vir a público defender o indefensável e, no processo, atirar areia para os olhos de todos aqueles que assistiram ao jogo da Luz, tentando dissimular o malicioso trabalho de João Capela. Com tudo isto, não supreenderá, minimamente, que o seu indecoroso desempenho receba nota positiva. É o que a «casa» gasta !

 

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publicado às 19:28

O «campo inclinado» da APAF

Rui Gomes, em 15.11.12

 

José Gomes, presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), foi, para ser simpático, infeliz com a sua afirmação de que « o Sporting não tem razões de queixa das arbitragens ». Enquanto que o Clube não deve usar este argumento para desculpar o ínicio de época desastroso, a por de mais evidente disparidade de critérios, nomeadamente quanto à amostragem de cartões amarelos na Liga,  é um cenário que dá justa causa às queixas. Segundo as estatísticas de registo, até à 9.ª jornada, o Sporting já viu 38 cartões amarelos, mais 9 que a segunda equipa mais penalizada, o Olhanense, mais 27 que o FC Porto, 22 que o Benfica e 14 que o SC Braga. Paradoxalmente, o Sporting é a equipa com menos faltas sofridas - pelo menos assinaladas - o que disponibiliza outra preponderante consideração quanto à disposição criteriosa.

Como é usual cá no burgo, surge o argumento à conveniência de que equipas que não estão a jogar bem não se podem queixar, como se as Leis do Jogo da FIFA apenas existam para ser aplicadas a quem joga melhor ou é mais forte. Entretanto, com acrescida conflituosidade em um outro sentido, o presidente da APAF apenas «contestou» as declarações de António Salvador sobre a actuação de Pedro Proença no recém embate em Alvalade entre os dois clubes. Bem sabemos o que foi imposto ao Sporting, por muito menos, o que, em última análise, precipita ampla razão para pensar sobre o «campo inclinado» que é aplicável ao nosso Clube, hoje e já há uns tempos a esta parte.

 

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publicado às 03:18

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