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O conto de fadas que chega ao fim

Ricardo Leão, em 18.08.17

 

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Para um presidente que se arroga de ter saneado as contas do clube o qual, afirma repetidamente, vive uma fantástica saúde financeira, a revelação do incumprimento do pagamento da dívida para com o Sporting Clube de Braga, de quase 2 milhões de euros, já confirmada, aliás, foi o desmascarar (mais um...) do conto de fadas com que Azevedo de Carvalho tem tentado (até agora com parcial sucesso) enredar os associados do clube.

 

São estes episódios, todavia (é verdade, já pagaram à Doyen?), que contribuem para revelar a verdadeira face do "gestor de sucesso" de Alvalade, habituado que está em empurrar com a barriga tudo o que são as inúmeras dívidas contraídas durante o seu consulado.

 

Desde a desastrosa gestão da pré-época (uma vez mais...), até aos episódios de desvalorização de jogadores do plantel, passando pela absurda tentativa de inclusão de cláusulas anti-rivais em contratos de jogadores que quer vender (se não os quer por Alvalade porque não são bons qual é o problema de eles irem parar aos rivais, ficam melhores!?), desta forma inviabilizando negócios, o mandato de Carvalho não deixará, quando acabar, de ser analisado em sede, também, de uma administração que lesou gravemente os interesses desportivos e financeiros do Sporting. Por isso, e por muito mais, Bruno terá e irá responder.

 

Isto já para não falar dos números de outro tipo de ilusionismo que tem protagonizado. O da saída do banco então é de "bradar aos céus". Para quem não tenha ainda entendido o que se passou, aqui vai uma explicação: Bruno estava farto do banco e, fundamentalmente, o banco estava farto dele e disso recebeu inúmeros testemunhos por muito que Jesus afirme o contrário. O casamento, com a necessidade familiar de o ter por perto e a comodidade da tribuna, onde toda a família se pode reunir, fizeram o resto. De permeio convinha que fosse, diplomaticamente, é certo, marcando distância em relação a Jesus o que facilitará o despedimento se e quando ele surgir em breve, momento em que, aliás, o deveria de imediato acompanhar. Depois foi só arranjar uma explicação absurda para "tótós" que "o ramalhete já estava composto".

 

Para terminar aguarda-se o pedido de desculpas aos sócios pela atitude que tomou no tristíssimo e lamentável incidente com o presidente do Arouca. Bruno era o anfitrião e como "dono de espaço" (não é ele que em Alvalade é Deus?) estava sobremaneira obrigado a ter uma postura diferente e não responder da mesma forma grosseira do adversário. Não o teve e foi o se viu. Foi castigado e foi-o bem. Só que, em vez de ter prometido aos sportinguistas que igual atitude não se repetiria, que era o mínimo que se esperava de alguém que se diz "diferente", veio com balelas de honra lesada, promessa de recursos, etc, etc. A mesma cantiga de sempre, no fundo, de quem no seu íntimo sabe que não tem qualquer razão.

 

Bruno Azevedo de Carvalho, vê se cresces. Já tens idade para isso!

 

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publicado às 12:25

Despudor levado ao limite

Ricardo Leão, em 30.03.17

 

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Senti-me enojado quando assisti. Pelo formato (o Sporting comprou ou patrocinou o espaço televisivo?), que até o condenado pela justiça José Eduardo incluía como se nada se tivesse passado. Pelos "isenção" dos paineleiros intervenientes. Pela postura subserviente do jornalista. Pela falta de rigor jurídico do causídico interveniente (roubo, Dr. Dias Ferreira? Não queria antes dizer furto?). E, por último, que não em último lugar, por Azevedo de Carvalho a responder (?), nada dizendo como sempre, a um conjunto de apaniguados.

 

Tomei boa nota do seguinte: há 4 anos Carvalho, segundo o próprio, só lia "as gordas dos jornais". Quiçá por falta de orçamento... Mas, independentemente disso,  particularmente revelador da suspeita ausência de cultura geral, e desportiva em particular. E uma contradição fantástica com o que nos tem revelado. No fundo o mesmo Bruno que, aos 5 anos, queria ser presidente do Sporting é aquele que, aos 40, se limitava as ver as manchetes... Sem palavras.

 

Um momento televisivo deplorável em que apenas se safa o invisível assessor de comunicação. Desta vez Saraiva trabalhou bem. Ficou-se pela TVI 24 mas tentará ainda o prime time do canal principal. Porque o antigamente apelidado "Rascord", ontem tão proficuamente exibido, se transformou no órgão oficioso do clube. 

 

Pobre TVI. Pobre Sporting. Ambos nas ruas da amargura.

 

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publicado às 10:27

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