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A ausência de noção do ridículo

Rui Gomes, em 19.01.17

 

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Para acentuar a sua noção de "fair-play" - sem ser surpresa alguma - Bruno de Carvalho esperou pelo dia da apresentação do programa e da equipa do candidato Pedro Madeira Rodrigues para, do seu escritório do Facebook, lançar mais uma missiva que consta, supostamente, de 111 medidas integradas no seu programa eleitoral. Não uma dúzia ou duas, mas 111, uma autêntica enciclopédia propagandista que faz lembrar semelhante disparate do processo contra Marco Silva de 400 páginas. Este homem não tem a mínima noção do ridículo e, pior do que isso, não quer saber. Comunicação na forma de "banha da cobra" é a ordem do dia, todos os dias. Tudo vale, ou vale tudo, para garantir o poder e a  posição privilegiada que não lhe estão ao alcance em nenhum outro enquadramento da sociedade portuguesa.

 

Confesso que não perdi muito tempo a ler, e ainda menos a ponderar, esta nominata de pseudo-medidas do ainda presidente do Sporting, mas a primeira questão que me ocorreu foi questionar onde andou ele nestes últimos quatro anos para durante esse período não implementar estas ideias, que, em princípio, serão para o benefício do Clube.

 

Dito isto, a minha atenção desdobrou-se prontamente sobre a sua declaração que vai assumir a liderança directa do futebol e da Academia. O que é que ele tem feito se não isso, até em exagero patente, por perceber pouco ou nada da matéria ?... Mas, dirão os incautos a quem esta missiva é dirigida, que com o Bruno a tomar as decisões, o sucesso do futebol do Sporting está garantido por muitos anos. E, neste contexto, poupem-me o usual "disco" de comparação entre negativos.

 

A outra sua ideia genial centra-se na criação de uma rádio oficial do Clube. Meu Deus... será que ele não tem meios de comunicação suficientes ao seu dispor - a maioria dos quais a deixar muito a desejar - que agora necessitamos de ouvir a sua propaganda na rádio ?... Está-se mesmo a ver que entre a "hora do presidente" na Sporting TV, "hora do presidente" no portal do Sporting, "hora do presidente" no Facebook e afins,e ainda "hora do presidente" na Sporting Rádio, o dia não vai ter horas suficientes para tanto presidente.

 

Bruno de Carvalho aponta ainda para a possibilidade de serem vendidos os direitos dos nomes do Estádio José Alvalade, Academia e Pavilhão João Rocha, assim como a realização de concertos e grandes eventos nas instalações do Clube. Mais do inconsequente mesmo... desde que a Puma se desligou da Academia, nem sequer conseguiu outro patrocinador, mas agora, perante um novo acto eleitoral, já é uma meta realizável. O "naming" do Estádio, é um assunto que promete ser muito debatido entre sportinguistas e, salvo erro, exige aprovação em Assembleia Geral. Não creio que aconteça num futuro próximo.

 

A realização de concertos e grandes eventos nas instalações do Clube não passa de um mito. Na realidade, a ideia era precisamente essa pela construção do novo estádio, para dar continuidade ao que já acontecia no antigo, que era de facto uma grande fonte de receita para o Sporting. Daí, a edificação do muito falado fosso, cuja razão de ser acabou por ser anulada pelos notórios problemas com o relvado.

 

O leitor, se desejar, poderá agora abordar as restantes "105 medidas" que eu optei por não comentar. Depois de quase quatro anos a ler e a ouvir a propaganda de Bruno de Carvalho, a paciência esgota-se com muita facilidade.

 

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publicado às 18:58

 

No seu escritório favorito do Facebook, Bruno de Carvalho continua a insistir na tanga de um "projecto" que por toda a evidência à vista não é mais do que imaginário. Não sabe ou recusa fazer a distinção entre a ambição que o moveu e a existência de um projecto, no verdadeiro sentido do termo, no que diz respeito ao futebol do Sporting. Com o intuito único de defender os seus interesses pessoais, toda e qualquer demagogia serve, daí mais uma edição da sua já notória "banha da cobra".

 

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publicado às 10:20

 

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De visita ao Núcleo Sportinguista das Caldas da Rainha, Bruno de Carvalho abordou a questão da arbitragem, como não podia deixar de ser, mas, fundamentalmente, com o tipo de discurso que já ouvimos dele em várias ocasiões, ou seja, mais do inconsequente mesmo. A única diferença que se verifica, recai sobre a sua nova cínica estratégia de se posicionar como vítima. Esta sua afirmação acentua essa estratégia: "Espero que os árbitros se lembrem que também serei alvo de violência se não formos campeões. O problema da segurança é genérico, todos sofremos".

 

Nem sequer exijo uma explicação sobre a violência que ele espera sobre a sua pessoa, mas gostaria de saber o que é que pretende fazer para dar seguimento à sua ameaça: "Não vamos aturar mais isto". Mais palavras vazias para o ar, porque ele não tem acesso ao real poder que possa alterar o estado das coisas, e gritar na praça ou nas linhas laterais não produzirá o efeito necessário e desejado.

 

Eis o que ele teve para dizer:

 

«O Sporting não pode continuar a olhar e a ver-se prejudicado. Não compreendo o facto de estarmos a oito pontos da liderança, com o investimento que realizámos. Falhámos muitos golos, as exibições não têm sido fantásticas, mas a arbitragem teve peso. Esta foi a última vez que o clube fez intervenções ponderadas, porque não vamos aturar mais isto.

 

Foi decidida a despenalização da marcação errada de penáltis nas classificações dos jogos, estratégia que revela falta de preparação dos árbitros. Despenalizar o erro de um lance decisivo como uma grande penalidade é como despenalizar um crime dos mais graves na sociedade.

 

Foram feitas propostas internas, tanto à FIFA como à UEFA, muitas delas aproveitadas pelas instituições nacionais e internacionais. O vídeo-árbitro é fundamental. Depois de cinco anos de testes na Holanda a verificar os pormenores, é finfamental aproveitar o estudo e implementá-lo definitivamente.

 

O Sporting condena qualquer ato de violência, mas que não acredito que o discurso mais acertado seja dizer que está tudo bem. Espero que os árbitros se lembrem que também serei alvo de violência se não formos campeões. O problema da segurança é genérico, todos sofremos. Fazem um caso maior quando se referem à arbitragem.

 

Houve muita coisa na arbitragem que não foi devidamente preparada. A preocupação com as quotas internacionais levou a que se tenha apostado em árbitros sem experiência, que, ainda para mais, continuam absolutamente condicionados, tanto pelos critérios de quem os observa como pelas suas classificações».

 

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publicado às 12:55

Duas simples perguntas...

Rui Gomes, em 08.01.17

 

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1.ª - É esta a postura que se pretende de um presidente do Sporting Clube de Portugal ?

 

2.ª - É através desta postura - gritar aos árbitros das linhas laterais - que os interesses do Sporting podem ser defendidos ?

 

Talvez há tantos anos quanto Bruno de Carvalho tem de vida que eu insisto nesta questão e que mesmo em conversa particular com dirigentes do Sporting, sempre ficou tudo no ar à procura de resolução.

 

O real problema do Sporting, no futebol português, é e sempre foi não ter quem pode e sabe movimentar-se nos corredores do poder, não para ursurpar as autoridades instituídas ou para corromper a verdade desportiva, mas sim para salvaguardar os seus interesses, garantido que estes, em si, não serão marginalizados a favor de terceiros.

 

O Sporting tem e sempre teve pessoas poderosas e de enorme influência no seu universo, idealmente posicionadas na sociedade portuguesa. O problema é e sempre foi que é difícil motivar estas pessoas nesse sentido, porque não querem e/ou não estão disponíveis para se introduzirem nesse degradado lamaçal. Enquanto este passo não for dado, o Sporting continuará, inevitavelmente, a ser ultrapassado e falseado.

 

No todo deste enquadramento, o Sporting raramente tem conseguido dar a si próprio suficiente margem de conforto dentro das quatro linhas, para não se deixar afectar pelas imprevisibilidades que originam nesses mesmos corredores do poder. É um círculo vicioso, ininterrupto e infinito.

 

Numa outra ocasião, tentarei explicar porque é que este curso de acção não está e nunca estará ao alcance de Bruno de Carvalho. Creio, no entento, que para um bom entendedor meia palavra basta.

 

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publicado às 04:20

 

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"Bruno de Carvalho reúne de emergência com estrutura do futebol"... Achei alguma piada a esta notícia, consciente que a chamada "estrutura", no que ao futebol profissional diz respeito, tem duas vozes de comando: Bruno de Carvalho e Jorge Jesus, e o técnico, segundo consta, nem sequer foi convidado. Porventura, porque ele próprio será tema de discussão, mas não tenhamos ilusões algumas, nada vai acontecer com Jorge Jesus num futuro próximo.

 

A acreditar no jornalista, Bruno de Carvalho pretende analisar em profundidade o momento do clube, considerando que há várias razões de queixa dos árbitros, que estarão a condicionar os resultados desportivos da equipa de futebol.

 

Se o foco do presidente for exclusivamente a arbitragem, a fim de declarar mais uma frente de batalha, será um erro, mais um, entre os muitos da sua responsabilidade relativamente ao futebol profissional.

 

Não é que esse enquadramento não deva ser analisado e, se necessário, debatido perante os órgãos que superintendem o futebol português, mas na minha modesta opinião, o problema principal reside em casa e é por aí que se deve começar qualquer análise. 

 

A parte mais ingrata desta equação é que já será muito pouco, muito tarde, para salvar a época, atendendo ao leque de factores e circunstâncias inerentes à equipa principal. Já o disse aqui e reitero: tudo começa com um plantel e uma época mal planeados e quando assim é, o desfecho é inevitável.

 

Indiferente das exigências que Jorge Jesus terá ou não apresentado como condição da sua contratação, nunca se devia conceder-lhe o poder abrangente que ele goza dentro dos parâmetros da estrutura. O outro problema é o próprio Bruno de Carvalho, que apesar ser o presidente da SAD e, como tal, ter a palavra final no que ao planeamento de uma época diz respeito, inclusive de activos, e, sobretudo, no que refere aos aspectos financeiros, nunca, pela sua inexperiência nesta área, devia tomar parte no dia-a-dia do futebol profissional. Para esse fim, devia existir uma pessoa devidamente credenciada para exercer o cargo de director técnico (manager), que actualmente não existe.

 

Por estas e outras razões, não há causa lógica alguma para sentir qualquer optimismo sobre o balanço geral da época de 2016/17.

 

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publicado às 14:22

E o Bruno continua na capa...

Rui Gomes, em 03.01.17

 

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Nem vale a pena revisitar este assunto. Deve existir um entendimento muito especial para tão extensa cobertura aos afazeres, histórias e afins de Bruno de Carvalho. Esperamos que não seja o Sporting a pagar a factura !

 

Não há nada melhor do que um fórum onde se relata eventos e critica-se pessoas como muito bem entendemos,e ninguém presente para nos contrariar. Tendo em conta o espírito de ditador do ainda presidente, já para não referir o seu enorme ego, este é indiscutivelmente o cenário ideal.

 

Entretanto, não satisfeito com o "circo" que lançou na praça, continua a adicionar nomes à notória comissão de "vão das escadas". Nem dá para imaginar a que extremos ele pretende levar esta palhaçada.

 

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publicado às 04:08

 

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Curioso este recente e inesperado interesse do Record em Bruno de Carvalho. Gostaria de dizer que o interesse é no Sporting, mas a evidência à vista contraria essa proposição. Capa de jornal, várias páginas com uma entrevista que é distribuída por várias edições, não sendo bem claro quantas, com o intuito óbvio de dar uma maior visibilidade diária à sua perseguição a mais um mandato no 'trono' do Sporting. Maior interesse, só de figuras associadas ao PSD na tal lista de "vão das escadas".

 

É somente lógico que se questione as razões desta atracção e até se esta surge a troco de uma qualquer contrapartida ainda não revelada. Claro, temos o factor Álvaro Sobrinho da Holdimo, "shareholder" substancial da Sporting SAD e, não por mera coincidência, com ligações à Cofina.

 

Neste nosso Mundo, pouco ou nada acontece por mero acaso e interesses partidários são a ordem do dia, todos os dias. Será necessário mais algum tempo para verdadeiramente compreender o que está sobre, ou debaixo, da mesa nesta situação.

 

Como disse um nosso leitor aqui, com algum humor, creio, "Mais de 80% das notícias sobre o Sporting fazem referência a Bruno de Carvalho. O Record deixou de ser um jornal sobre desporto, mas sim um jornal de gajas descascadas e Bruno de Carvalho".

 

Com o devido respeito, eu até sou grande apreciador das "gajas descasdadas" !

 

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publicado às 17:30

 

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Depois de ter apresentado os primeiros 85 nomes da sua "comissão" de campanha eleitoral - aquela que eu apelido de "vão das escadas", por várias razões, entre as quais o número de "croquetes" tão diabolizados por Bruno de Carvalho e o seu "exército" de devotos - o ainda presidente do Sporting acrescentou mas 54 nomes à lista.

 

Mais alguns antigos atletas, empresários, gestores, os inevitáveis políticos e até um benfiquista no misto a adornar o "vão das escadas". Mas a maior surpresa será... Augusto Inácio. Surpresa óbvia, por não ter sido integrado no primeiro capítulo da lista.

 

E o "circo" continua... em todo o seu esplendor. Um dia alguém terá de me explicar o que é que esta concentração de favores tem a ver com a subsistência do Sporting e, sobretudo, o que diz, sobre a real essência do candidato.

 

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publicado às 04:09

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 02.01.17

 

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  «Desde que quis ser candidato passei a ser tudo: trafulha, vigarista...»

 

Bruno de Carvalho deveria ser mais sensato e evitar este tipo de discurso que poderá abrir portas indesejáveis. Não está em questão o que ele terá passado a ser nas "bocas da praça pública" depois de se assumir como candidato à presidência do Sporting, pela primeira vez. A realidade é que ele - como qualquer outro na mesma situação - já era o que era, indiferente do que seja, muito antes desse ponto da sua vida, e nada poderá alterar isso. 

 

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publicado às 04:08

 

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Começo por questionar a necessidade da chamada "Comissão de Honra" que eu considero um autêntico circo, mas há dois aspectos do anúncio por parte de Bruno de Carvalho deveras hilariantes.

 

Primeiro, para um homem que há meros dois dias ainda não tinha decidido recandidatar-se, há causa agora para se ficar boquiaberto pela sua apresentação de uma lista com, salvo erro, 85 nomes, sim, é verdade, 85. Fica a ideia que ninguém foi à cama nas últimas 48 horas só para contactar este vasto elenco de pessoas.

 

Segundo, qual o meu espanto ao ver um bom número dos apelidados "croquetes" (é a primeira vez que escrevo o termo), notáveis bem identificados com o passado do Sporting, passado esse que o presidente e o seu exército de "minions" criticam diariamente. Quase que não dormi perante a expectativa de ler as explicações para este espectacular fenómeno.

 

Entretanto, Pedro Madeira Rodrigues, candidato à presidência do Sporting, também reparou no mesmo fenómeno:

 

«Ainda ontem (quinta-feira) o ouvi dizer que não estava a pensar em eleições e de repente aparece uma Comissão de Honra. Mas, mais do que haver uma Comissão de Honra, surpreendem-me alguns nomes que lá estão. São pessoas claramente ligadas ao passado, que eu achava que já tinham saído do Sporting e que, afinal, não saíram».

 

Enfim, com Bruno de Carvalho nada surpreende. O que hoje é verdade ontem era mentira e o que ontem era verdade hoje é mentira, à conveniência do freguês.

 

Mas com tudo isto, ele tem muito com que se preocupar. Com a equipa a insistir em jogar aquele "futebolzinho" a que assistimos ontem diante do Varzim, 9.º classificado da II Liga, corre o grande risco de ter muitos dissabores pela frente. No entanto, no desespero, até é de admitir que poderá chegar mais uma carrada de "craques" em Janeiro.

 

P.S.: Nota de relevo para Paulo Paiva dos Santos, que, segundo consta, foi adicionado à lista como apoiante de Bruno de Carvalho. Para perceber... anuncia a sua candidatura, alegadamente a família é alvo de ameaças e ele retira o seu nome. Muito bem, este Sporting é cada vez mais credível e transparente. Ausência de princípios e carácter é a ordem do dia, a começar pelos líderes.

 

Adenda: Não deixa de ser interessante que JOÃO BENEDITO partilhou este post e até me deixou uma mensagem, que não vou revelar. Esta comissão de "vão da escada" está a ter o seu impacte, pela negativa, constando do que se pode apelidar de uma concentração de favores com muito do PSD na mistura.

 

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publicado às 11:58

Ouvi dizer...

Rui Gomes, em 29.12.16

 

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... Que Bruno de Carvalho anunciou a sua recandidatura esta quinta-feira. Deixa-me rir !

 

Peço desculpa, mas o riso não visa ser desrespeitoso, mas nas circunstâncias era quase impossível de evitar. Ele ou algum dos que o rodeiam terão finalmente chegado à conclusão que a pausa teatral até agora em curso não estava a dar o resultado desejado. Primeiro, porque não criou suspense algum, tendo sido, em boa medida, o segredo mais conhecido da terra. Segundo, o ego do Bruno estava a travar uma enorme luta com o seu proprietário e, como era inevitável, ganhou a batalha.

 

Confesso que ainda não tive ocasião para ler o que ele teve para dizer, mas não havendo surpresas 'bombásticas', sinto-me confortado pelo reconhecimento que já li/ouvi tudo a respeito das "proezas" do ainda presidente do Sporting.

 

E... se me esqueci de algum dos seus feitos, decerto que os seus devotos me vão recordar... repetidamente.

 

Bem haja o Bruno !?!

 

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publicado às 14:29

Tão perto e tão longe...

Ricardo Leão, em 28.12.16

 

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A foto é elucidativa. A expressão corporal e, sobretudo, a cara, dizem tudo. Um misto de sobranceria, arrogância e altivez. Para quem se diz próximo dos adeptos, os olhos no além não mentem. Pertíssimo dos adeptos, longíssimo dos mesmos, transformados estes, hoje como no passado, em meros instrumentos de manutenção no poder. Custe o que custar.

 

Eis a postura clássica de Bruno Azevedo de Carvalho.

 

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publicado às 13:07

 

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Os tribunais portugueses já analisaram o uso da expressão "palhaço" contra cidadãos e não a consideraram ofensiva da honra e dignidade. A jurisprudência portuguesa vai no sentido de afirmar que "a expressão palhaço não excede o âmbito da mera falta de educação, nem tem aptidão para ofender a honra e consideração do visado”. Dito isto, o termo acaba por ser indiferente para quem, ao fim e ao cabo, não tem honra nem dignidade.

 

Minutos depois do anúncio oficial da candidatura de Pedro Madeira Rodrigues, Bruno de Carvalho reagiu, como já era esperado, com uma sorumbática performance de circo, cujo objectivo só pode ter sido de satisfazer questões de ego... o seu. Isso e o cumprimento da estratégia delineada de manter o suspense da sua recandidatura até ao último minuto.

 

Entretanto, os seus lacaios de intelecto reduzido e princípios nulos contaminam tudo quanto é espaço relevante nas redes sociais e blogosfera, ao ponto de um pseudo-blogue publicar uma foto da família de Pedro Madeira Rodrigues e a sua genealogia completa, inclusive de pais, mulher e filhos. O facto da informação estar disponível em portais especializados, não anula a total nojice destas acções. Lamenta-se que os répteis cobardes que operam este espaço o façam ao abrigo do anonimato, tal o nível primitivo do seu rastejamento.

 

Eis o que o ainda presidente do Sporting teve para dizer, numa mera indicação preliminar do que promete ser a campanha eleitoral mais sórdida da história do Clube:

 

«Enquanto presidente, e sem paternalismos, quero dar as boas-vindas ao dr. Pedro Madeira Rodrigues. Conforme sempre disse e prometi, não quero que ninguém volte a passar neste clube aquilo que eu passei quando concorri às eleições.

 

As pessoas que se querem candidatar, que não tenham receio nenhum. Se acharem que têm o perfil, avancem, sigam os seus sonhos, sigam as suas emoções, que o Sporting cá estará de braços abertos para os receber. Quem quiser tem aqui o auditório, não precisa de alugar salas em hotéis.

 

É muito distinto ser candidato ou ser presidente. As pessoas não têm a noção do quão diferente é. Mas há uma coisa de que tenho certeza absoluta: o choque é muito menor o que foi há quatro anos. Neste momento há um clube respeitado, com mais de 150 mil sócios, reconhecido pelo mundo inteiro, que tem voz, que é candidato ao título em tudo aquilo que faz.

 

Vai ser muito mais fácil agora, pois quando entrei não tinha um único centavo na conta. Não é fácil ser presidente de uma instituição desta dimensão, mas um é orgulho, uma honra e um privilégio imenso. Neste momento, é um clube forte, dos três grandes é o que deve menos, que cumpre fair-play financeiro e a reestruturação financeira.

 

Já disse que estou aqui como presidente e estou, desde o primeiro dia, em reflexão constante. Tem de ser uma das regras fundamentais da liderança e de termos a noção clara da grandeza da instituição que servimos. É lógico que a cada dia que passa estou numa reflexão constante enquanto presidente do Sporting e não mais do que isso.

Mais uma vez vou dizer que não estou aqui para dizer se estou a hesitar ou não. Estou aqui como presidente do Sporting, não é o momento nem o local exacto para estar a dizer se estou ou não a hesitar. Volto a dizer que estou a saudar aquilo que é a democracia. Algo que sei o difícil que foi construir.

O Sporting não está naquele lugar que era expectável e Março será uma altura crítica. Não por causa das eleições, antes porque nessa altura estar-se-á muito perto do final do campeonato.

Gostava de dizer que as eleições calham num momento crítico. Quando digo que Março é um momento muito importante, não estou a falar apenas das eleições, mas porque começamos a aproximar-nos vertiginosamente do fim do campeonato. Ainda há muito campeonato, eu já tinha dito o ano passado, quando estávamos à frente nesta altura, que não tinha prazer nenhum em ser campeão de inverno, até prefiro muito mais sol do que o frio».
 

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publicado às 04:36

 

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... Com expressão angélica para acentuar o momento, Bruno de Carvalho está a surgir aos poucos com a sua estratégia eleitoral, nomeadamente com mais do mesmo que nos confrontou no passado recente, ou seja, 'tenham pena de mim,, não me deixem cair, estou muito sozinho'.

 

Para quem não é facilmente seduzido por meras coincidências, especialmente no mesmo dia em que um candidato à presidência do Sporting vai apresentar a sua candidatura, surgem estes artigos no jornal Record. O bem conhecido vendedor da 'banha da cobra' no seu milieu natural:

 

1 - Em conversa com elementos próximos do presidente dos leões, percebe-se que este não dá nada como garantido. Um exemplo dado a Record reside numa das assembleias realizadas no ano passado, a tal que muitos pensaram estar relacionada com o caso Marco Silva, e que nos dizem ter sido uma forma de Bruno de Carvalho sentir se os sócios estavam a compreender o seu trabalho.

Não se tratava de voltar a sentir-se legitimado, pois o seu projecto havia sido devidamente sufragado; tratava-se, antes, de uma forma de ouvir os adeptos e perceber se estes estavam a compreender o difícil caminho traçado. No fundo, é disso que se trata nesta altura. Bruno de Carvalho tenta ouvir sportinguistas de todos os quadrantes, pois foram muitos os ataques que sofreu, o isolamento que sentiu. A solidão no comando do clube pode tornar-se insuportável, afirmam elementos da estrutura.

 

2 - Bruno de Carvalho sente-se cansado das manobras de bastidores do futebol português. Fonte próxima do presidente do Sporting diz a Record que este ama o desporto em si e o clube que representa, mas que está algo cansado daquilo que entende como os vícios do futebol nacional.

O líder leonino lamenta a influência que estes jogos de bastidores assumem junto de federação, liga e até de instâncias decisórias, as quais entende que deveriam estar imunes a intromissões.

No fundo, Bruno de Carvalho começa a pensar se valerão realmente a pena tantas guerras, sabendo que os sportinguistas poderão estar cansados das mesmas, por verem o presidente demasiado sozinho.

Mas a verdade é que as mesmas fontes nos garantem que, nisso, o líder do clube não está disponível para mudar. Entende que só construindo um Sporting respeitado e que lute por valores e ideais presentes desde a fundação, poderá respeitar verdadeiramente o cargo para o qual foi mandatado em Março de 2013.

 

3 - Bruno de Carvalho (BdC) entende que não deve entregar os destinos do clube a uma candidatura incompetente, sobretudo por existir um plano de crescimento sustentando e negociado com a banca até 2025. Para além disto, o actual líder dos leões sente-se mal por defraudar a enorme onda verde que criou em torno do clube.

Segundo fonte próxima de BdC, este é um dos seus maiores orgulhos. Mais: não desiludir os sportinguistas é algo que o mantém na rota da continuidade. Um ‘pró’ dos mais fortes, aliás.

O jogo de Belém, o último disputado antes do Natal, foi mais uma prova sentida ‘in loco’ do apoio dos sportinguistas, que ‘invadiram’ o Restelo para apoiar a equipa quando esta se encontrava a 11 pontos do primeiro lugar à hora do jogo.

Record sabe que foram centenas as demonstrações de carinho dos adeptos. Como dizer que não a estas pessoas é algo que atormenta o líder mas que não trava o perceber que precisa de mais do que isto para defender o Sporting.

 

Chamem-lhe recados encomendados ou a proverbial venda da banha da cobra, Bruno de Carvalho está em plena campanha eleitoral, campanha esta que visa seduzir os sócios votantes com lastimas do seu comando, sozinho no Mundo.

 

Assunto à parte mas mesmo assim relevante, fui informado por fonte fiel que observadores de scouting têm vindo a ser gradualmente substituidos por elementos das claques. Será verdade ?

 

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publicado às 15:04

É mesmo caso para rir...

Rui Gomes, em 27.12.16

 

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Ainda nem sequer li o corpo da notícia, mas esta manchete na capa da edição do jornal A Bola, esta terça-feira, é uma obra muito criativa de ficção  que é mesmo caso para rir.

 

Confesso que esperava muitas jogadas "fora do baralho" por Bruno de Carvalho, mas não esta simulação de suspense sobre a sua recandidatura. Questiono a mim próprio o que é que ele pensa que ganha com isto, mas considerando a personalidade e carácter da pessoa, é de admitir que ele verá alguma vantagem.

 

Enquanto esta fantasia ocupa espaço neste jornal, outros meios de comunicação circulam a informação que Bruno de Carvalho vai granjeando novos apoios e que há dois nomes bem conhecidos na praça que estão, alegadamente, ao lado do actual presidente: Paulo de Andrade e Dias Ferreira. Por mera coincidência não relacionada com Bruno de Carvalho, duas figuras que já passaram pelo Clube e que nunca me impressionaram. O primeiro, se a memória não falha, assumiu as funções de administrador executivo da Sporting SAD no Verão de 2004, demitindo-se do cargo cerca de um ano mais tarde. O segundo, com uma história mais longa no Clube, foi candidato à presidência em 2011 e já há algum tempo que vem a dar sinais de uma maior aproximação a Bruno de Carvalho, não sendo surpresa, portanto.

 

Sendo verdade que ambos estão em sintonia com o presidente e admitindo até que estará a ser ponderada a sua inclusão na respectiva lista de candidatura, será interessante verificar os cargos e as responsabilidades que lhes serão delegadas.

 

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publicado às 05:06

As manipulações de Bruno

Rui Gomes, em 24.12.16

 

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«O balanço caberá aos sportinguistas, a decisão de prosseguir a mim. Decida o que decidir, aconteça o que acontecer, saibam que nunca deixarei de estar ao vosso lado, que nunca deixarei de amar este Clube que faz parte de mim, do meu carácter, da minha personalidade. Obrigado por tudo. Que honra vos ter servido e ao nosso Clube nestes últimos 4 anos!"».

 

Tentativa manipuladora e algo acriançada de Bruno de Carvalho, em proveito próprio, de criar suspense sobre a sua recandidatura, quando, na realidade, é um facto mais que consumado.

 

"Este Clube faz parte de mim, do meu carácter, da minha personalidade"... Please !!!

 

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publicado às 04:47

Já recebi o meu presente de Natal !

Rui Gomes, em 23.12.16

 

"V A M O S   S E R   C A M P E Õ E S"

 

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Recém-mensagem de Bruno de Carvalho através do seu "brinquedo" favorito, o Facebook. Com as inúmeras e praticamente diárias missivas do presidente, é impossível determinar se esta afirmação reflecte a sua convicção ou se é mais da sua usual "banha da cobra".

 

De qualquer modo, como o presidente nunca falha com a sua palavra, fico grato por este inesperado presente de Natal.

 

*Nas circunstâncias, decerto que me vão perdoar o inevitável cepticismo.

 

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publicado às 20:19

O «Messias»

Ricardo Leão, em 22.12.16

 

"O Homem que chegou para nos salvar"

 

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O Sporting e o seu presidente correm o risco de desbaratar o talento e a riqueza da obra já feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
Bruno de Carvalho todos os dias e a todas as horas. Veste-se com as roupas bélicas de um cavaleiro que monta um leão e traz a boa nova ao futebol português. Grita que o império está podre e que ele, enfim, chegou para nos salvar. Quem dele discorda quer destruir o seu reino de deus e é pertença ou lacaio da orla dos infiéis do exército vermelho.
Há sempre uma imagem do dia com Bruno de Carvalho rodeado de microfones e câmaras de televisão e, quando assim se apresenta, o seu rosto ilumina-se de um contentamento juvenil. Nada lhe dará mais prazer do que ser visto pelo mundo. Infelizmente, ainda é apenas o pequeno mundo pacóvio e um tanto bruto de um Portugal pequenino e desleixado do entendimento da devida proporção das gentes e das coisas, bloqueado na lucidez pela chuva implacável da informação sem filtro. Nada desinforma mais do que o excesso de informação que hoje em dia nos chega por todos os meios, formais e informais.
 
Bruno de Carvalho, a isso, dá também um importante contributo. Mete no mesmo saco de gatos o supremo tribunal suíço, onde, como se sabe, apenas pontificam descarados benfiquistas, o Conselho de Disciplina da FPF, os juízes do TAD, os comentadores de imprensa, das rádios e das cassetes piratas, os empresários e os fundos.
 
Por ele e contra eles Bruno de Carvalho é o principal autor de uma saga terrível, usando o seu temível Facebook, ou o Facebook de um dos seus fiéis escudeiros como infalíveis armas de arremesso. O pequeno universo da pasmaceira nacional excita-se com tão fantásticas proclamações. Ouve, muitas vezes sem perceber o assunto; vê, só raras vezes entendendo a que respeita a metralha de impropérios.
 
Bruno de Carvalho não estremece, uma única vez, sequer, com a possibilidade de já estar a ser ouvido, no sentido do entendimento do que diz, mas apenas a ser visto como um factor de entretenimento popular. Parece sempre confiar na sua dimensão de Messias que traz a verdade iluminada e que se predispõe a expulsar os vendilhões do templo. Não repara nos preocupantes sorrisos em seu redor.
 
Bruno de Carvalho tem um Jesus a comandar os seus discípulos, mas é ele quem encarna a figura do redentor, do Homem que veio ao mundo para nos salvar da desgraça de um futebol de benfiquistas e de portistas corruptos. O problema da palavra que tão energicamente anuncia é que ela se desacredita pelo desgaste do uso. Ou seja: o problema maior de Bruno de Carvalho é o da credibilidade do que diz, por culpa de como e quando o diz.
 
Bruno de Carvalho acha-se um mestre na arte de comunicar e dá a si próprio o direito de julgar os outros. «O presidente do Benfica fala pouco e não diz nada de jeito» - acusou, recentemente, sem pestanejar. Não percebe que quem fala de mais não é ouvido e não entende que já ninguém verdadeiramente o ouve com atenção e respeito.
 
O lado dramático da coisa é que nem tudo o que Bruno de Carvalho diz é disparatado e desproporcionado. Há, no meio do caos, assuntos importantes, ideias relevantes e uma lucidez perdida na irresistível tentação do conflito. Tal como há obra no Sporting. Há trabalho realizado, há um povo leonino mobilizado para os combates desportivos do presente e do futuro, regressado a um orgulho que se julgava perdido. Há um candidato de corpo inteiro regressado à luta, indisponível para continuar a ser conformado e paciente.
 
O problema do Sporting e dos sportinguistas é que o seu presidente corre realmente o risco de desbaratar o talento e a arte da obra bem feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
 
Vítor Serpa - jornal A Bola
 

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publicado às 17:00

Foto do Dia

Rui Gomes, em 22.12.16

 

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 Espero que não se estejam a rir do paupérrimo

planeamento do plantel e da época !

 

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publicado às 09:50

 

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Bruno de Carvalho deu fortes indicações esta segunda-feira do muito (e pior) que está para vir na sua perseguição de um segundo mandato à frente do Sporting, criticando (para ser simpático) tudo e todos que possam ameaçar esta sua incontornável ambição.

 

Não surpreenderá, minimamente, que ele recorra a todos os meios ao seu alcance, uma vez que ele entende que os fins (os seus) justificam essas medidas. Veremos, entretanto, até que ponto ele estará disposto a ir.

 

Entre o muito que disse ontem, escolhi esta sua afirmação, não por ser a mais grave ou importante, mas sim porque me indignou com a mentira descarada. Isto, em reacção à contestação proveniente da praça sportinguista após o desaire diante do SC Braga e à acusação (factual, na realidade) que ele abandonou o terreno assim que o árbitro terminou a partida, como aliás já fez noutras ocasiões em que as circunstâncias não lhe eram ao agrado. Por outras, palavras, não houve conveniência para voltas olímpicas em Alvalade:

 

«Eu cá estarei para ser o primeiro a exigir empenho e devoção máxima. Mas nunca virarei as costas à minha família que são os meus treinadores e atletas. Juntos, seremos responsáveis pelos bons e pelos maus momentos. Juntos seremos sempre mais fortes e consistentes. Eu quero ser campeão em todas as modalidades e nada me fará alterar esse objectivo! Está mais difícil? É um facto, mas saberá muito melhor!».

 

A mentira descarada centra-se no facto incontestável - salvo para os seus mais devotos apoiantes - de ele ter virado as costas ao seu treinador Marco Silva, e por inerência à equipa, durante a época de 2014/15, ressurgindo apenas pela conquista da Taça de Portugal.

 

Bem espero que não apareçam pedidos ingénuos para eu dar explicações em detalhe, quando já referi esta questão vezes sem conta em outros escritos neste espaço. Ainda, para evitar a maligna redundância, esta minha contestação em nada se relaciona com pretender colocar o treinador num qualquer fantasista patamar de excelência, nem sequer minimizar algumas das demonstradas insuficiências do seu trabalho técnico na época em que esteve ao leme.

 

Confesso que achei (pouca) piada a uma outra crítica sua, esta dirigida a Sérgio Abrantes Mendes, sublinhando o tradicional argumento que os seus devotos repetem vezes sem conta, nomeadamente que só quem marca presença em assembleias gerais do Clube tem o direito de questionar ou criticar seja o que for. "Desgraçados" são os muitos milhares de sportinguistas que têm a sua residência longe de Lisboa e até fora fronteiras, condenados que estão ao silêncio eterno, à sombra de Bruno de Carvalho.

 

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publicado às 05:02




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