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Cristiano Ronaldo marcou o seu nono golo em seis jogos da Liga dos Campeões, esta quarta-feira, na vitória do Real Madrid sobre o Borussia Dortmund, por 3-2, tornando-o no primeiro jogador em toda a história da competição a marcar em todas as seis jornadas de uma fase de grupos.

 

Nesta fase, o jogador formado no Sporting e capitão da Selecção Nacional, bisou por três vezes; nos dois jogos com o APOEL e no primeiro frente ao Borussia Dortmund, e marcou nos dois encontros com o Tottenham.

Este nono golo da campanha, também lhe permitiu igualar Lionel Messi, com 60 golos em fases de grupos.

 

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publicado às 03:04

 

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Para ser sincero, nem me apetece comentar este jogo. Aceito perder, hoje e sempre, mas com os nossos melhores em campo a dar o tudo por tudo, e não com uma equipa significativamente condicionada pelas estratégias de teóricos - e até temos alguns aqui no blogue.

 

A ideia, se a compreendo correctamente, era de desgastar a equipa do Barcelona e, então, fazer entrar as "armas secretas" na segunda parte, para dar o "golpe de misericórdia". Entretanto, abdicou-se deliberadamente de 45 minutos da partida - só por milagre teríamos conseguido marcar um golo - com o agravante adicional de que jogámos com dez unidades em campo. Nem vale a pena nomear quem esteve dentro das quatro linhas apenas como mero corpo presente. Outra ideia genial de Jorge Jesus!

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Piccini, Coates, Mathieu, Ristovski, William Carvalho, Battaglia, Acuña, Bruno César, Bruno Fernandes e Alan Ruiz.

 

Suplentes: Romain Salin, Fábio Coentrão, André Pinto, Palhinha, Gelson, Bas Dost e Podence. Ficaram de fora Pedro Silva, Tobias Figueiredo, Petrovic, Mattheus Oliveira, Iuri Medeiros e Rafael Leão.

 

Barcelona: Cilessen, Semedo, Vermaelen, Piqué, Denis Suárez, Aleix Vidal, André Gomes, Rakitic, Digne, Paco Alcácer e Luis Suárez.

 

Suplentes:  Ter Stegen, Busquets, Lionel Messi, Paulinho, Deulofeu, Jordi Alba e Sergi Roberto.

 

Segundo a tese acima referida, entraram Gelson Martins e Bas Dost logo a seguir ao intervalo. Tudo bem... passado uns quantos minutos Ernesto Valverde responde a Jorge Jesus com Lionel Messi e Sergio Busquets. Como ficamos ?

 

A realidade é que salvo a grande oportunidade de Bas Dost, com defesa à "queima roupa" de Jasper Cilessen, e de mais uma ou outra jogada de algum perigo, o Sporting nunca verdadeiramente se encontrou, em termos de construção de jogo e de eficácia no último terço do terreno, e com diversos jogadores a acusarem o desgaste. A entrada de Fábio Coentrão nada resolveu.

 

Bruno Fernandes foi de longe o melhor "leão" em campo. Nem sei onde encontrou energia para tanto, mas o cansaço era por de mais evidente.

 

Para o caso, não interessa que uma vitória em Camp Nou teria sido em vão, uma vez que a Juventus, como se esperava, aliás, foi a Atenas vencer o Olympiacos por 2-0. Venha a Liga Europa !

 

Nota: Quando publiquei o post, não comentei mais uma grande exibição de Rui Patrício, sem culpas algumas nos golos sofridos e deixando um registo de excelentes intervenções. Dito isto, fico logo com a sensação de causa perdida sempre que vejo um jogo com ele a pontapear frequentemente a bola.

 

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publicado às 04:21

Convocatória para o Barcelona

Rui Gomes, em 04.12.17

 

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O Sporting treinou esta segunda-feira antes da partida para Barcelona, onde amanhã, no Camp Nou, vai disputar a sexta e última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

 

Duas novidades no treino: o regresso de Doumbia, após lesão, e a integração do jovem Rafael Leão. Este acabou por também integrar a lista de convocados, uma vez que o avançado costa-marfinense ainda não está em condições de jogo, tendo estado afastado dos relvados durante três semanas.

 

O segredo mais bem conhecido é que o Sporting precisa de conquistar os três pontos na deslocação a Barcelona e ainda esperar que a Juventus não leve a melhor sobre o Olympiacos, em Atenas, para poder seguir para os oitavos da prova.

 

Convocatória:

 

Guarda-redes: Rui Patrício, Romain Salin e Pedro Silva;

 

Defesas: Mathieu, Tobias Figueiredo, Fábio Coentrão, André Pinto, Piccini, Ristovski e Coates;

 

Médios: Mattheus Oliveira, Bruno Fernandes, William Carvalho, Bruno César, João Palhinha, Battaglia, Petrovic e Marcus Acuña;

 

Avançados: Gelson Martins, Iuri Medeiros, Bas Dost, Rafael Leão, Alan Ruiz e Daniel Podence.

 

Surpreendente a presença de Iuri Medeiros, depois de estar afastado das preferências de Jorge Jesus já há algum tempo. No entanto, com 24 jogadores convocados, é muito provável que vá assistir ao jogo na bancada.

 

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publicado às 19:14

 

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Considerações de Jorge Jesus em entrevista ao jornal Esporte Interativo sobre a Liga dos Campeões, em geral, e o jogo desta terça-feira com o Barcelona, em particular:

 

"É verdade que é um jogo muito difícil. Mas também é verdade que a Juventus tem um jogo na Grécia onde nós lá jogámos e sabemos que terão muita dificuldade. Com disse, não acredito que a Juventus ganhe na Grécia, sabendo que o Barça já esta apurado. Neste último jogo, mesmo com a Juventus, o Barça já não pôs o Messi a jogar. O Barça com o Messi é uma coisa, sem ele é outra. Se houver essa possibilidade, pois jogam passados três dias com o Villarreal, todos os treinadores protegem muito os melhores jogadores. Se o Messi não jogar, acredito cada vez mais que estejamos próximos de poder sonhar com um resultado positivo, que é ganhar.


Aquilo que o Sporting fez o ano passado na Champions, com o Real Madrid e o Borussia Dortmund, foi começar a alavancar, a criar um estatuto de cada vez mais ser uma equipa forte em todas as competições. Portanto, este ano temos na mesma Juventus e Barcelona, do meu ponto de vista duas das cinco equipas mais fortes do mundo, e podemos disputar esta fase de grupos como estás a disputar, vais até ao último jogo com essa possibilidade de te apurares. Se calhar, com um bocadinho de sorte, porque também é precisa no futebol, as posições estavam invertidas em relação ao Sporting e Juventus, porque nos dois jogos que tivemos com eles estivemos muito próximos de ganhar. Se temos ganho um dos dois jogos isto estava ao contrário.

Muito difícil um clube português ganhar a Liga dos Campeões, por questões financeiras. Mas mesmo assim, uma destas três equipas em Portugal pode chegar uma final se em três anos não vender os seus melhores jogadores, o que é extremamente difícil. Se o Sporting, Benfica e FC porto em três anos não vendessem os melhores jogadores, mesmo com esta diferença de orçamentos, teriam possibilidades de lá chegar. Não sendo assim, muito difícil, não vai ter hipótese."
 

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publicado às 09:41

 

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Gelson Martins tem estado em evidência no Sporting na campanha europeia. O jogador tem-se destacado no capítulo das assistências, sendo mesmo um dos melhores de todas as equipas que estão a disputar a Liga dos Campeões.

 

O jovem "leão" é o segundo jogador com mais passes para golo, com três assistências, integrando um grupo composto por Alberto Moreno (Liverpool), Sabitzer (Leipzig), Mbappé (PSG), Dries Mertens (Nápoles), Anthony Martial (Manchester United), De Bruyne (Manchester City) e Ricardo Quaresma (Besiktas).

 

Aliás, à frente de Gelson Martins, só encontramos mesmo Neymar, do PSG. O avançado brasileiro conta com quatro assistências para golo nesta edição da prova milionária.

 

Em ternos de equipa, há um "duelo" particular com... Bruno Fernandes, seu concorrente dentro do Sporting. Se nos dermos à tarefa de contabilizar todas as provas, verificaremos que o médio que chegou esta época a Alvalade é quem leva a melhor, pois soma seis passes para golo, com Gelson a ter menos dois.

 

Na vitória sobre o Olympiacos, foram mesmo estes dois jogadores que providenciaram as assistências para o bis de Bas Dost, não esquecendo a jogada de Piccini que levou ao primeiro golo da partida.

 

Gelson Martins, um jovem ainda com muito futuro pela frente.

 

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publicado às 19:30

 

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A equipa do Sporting foi sempre superior à do Olympiacos e embora tardio no primeiro período, os golos começaram por aparecer natural e merecidamente. O golo "grego" quase ao cair do pano foi inconsequente e até concordo com Rui Patrício em que o avançado que estava em posição irregular, mesmo sem tocar na bola, interferiu na jogada.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Piccini, Mathieu, André Pinto, Coentrão, William, Battaglia, Bruno César, Gelson Martins, Bruno Fernandes e Bas Dost.

 

Suplentes: Romain Salin, Alan Ruiz, Stefan Ristovski, Daniel Podence, Matheus, Tobias Figueiredo e João Palhinha.

 

Na realidade, não há nada a apontar. Jorge Jesus não surpreendeu com o onze inicial, embora eu esperasse que Piccini só entrasse mais tarde no jogo. A defesa esteve impecácel e Mathieu não acusou a sua ausência. Já o mesmo não se pode dizer de William Carvalho, que esteve a um excelente nível defensivamente, mas algo errático com os seus passes.

 

Bruno Fernandes jogou na sua posição natural e registou uma excelente exibição. Bas Dost fez "apenas" o que faz melhor: marcar golos. Nem todos nós "amamos" Bruno César, mas é de reconhecer que tem os seus bons momentos e este jogo frente ao Olympiacos, foi um deles.

 

Com este resultado, o Sporting garantiu a Liga Europa e o empate da Juventus frente ao Barcelona, ainda lhe permite sonhar com os oitavos da Champions.

 

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publicado às 21:36

Convocatória para o Olympiacos

Rui Gomes, em 22.11.17

 

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O Sporting revelou a lista dos 18 convocados por Jorge Jesus para o embate desta noite frente ao Olympiacos, a contar para a fase de Grupos da Liga dos Campeões.

 

Não se verifica quaisquer surpresas. Já se sabia que William Carvalho, Mathieu e Piccini estariam de regresso e à disposição de Jorge Jesus. Com a ausência de Coates, por castigo, é muito provável que o central francês seja integrado no onze inicial. Se ainda houver alguns cuidados com a sua condição física, teremos, então, André Pinto e Tobias Figueiredo a preencher o eixo da defesa leonina. Apesar de Piccini estar de volta, creio que Ristovski continuará a lateral direito. Fábio Coentrão completará o quarteto defensivo.

 

No meio-campo é expectável ver novamente William Carvalho e Battaglia, com Bruno Fernandes mais avançado no terreno em apoio mais directo a Bas Dost. Pelo menos, é nesta posição que ele rende mais, mas o treinador nem sempre concorda com esta realidade à vista.

 

Na linha da frente gostaria de ver Gelson Martins numa ala e Daniel Podence na outra, com Bas Dost, muito naturalmente, a ponta de lança. Doumbia ainda não recuperou da lesão sofrida ao serviço da sua selecção.

 

Sendo Jorge Jesus, Jorge Jesus, não surpreenderá ver Podence no banco e Bruno César numa qualquer posição.

 

Recorde-se as "contas" do Sporting relativamente à próxima fase da Liga dos Campeões, assim como a passagem à Liga Europa, o mais provável cenário:

 

As contas de apuramento do Sporting implicam a entrada de terceiros na equação. Os ‘leões’ somam quatro pontos na fase de grupos (uma vitória, duas derrotas e um empate), menos três do que a Juventus. Os italianos têm ainda vantagem no confronto directo, primeiro factor de desempate, uma vez que venceram em Turim e empataram em Alvalade.

 

Para passar, os ‘leões’ têm dois cenários que dão acesso à próxima fase. O primeiro cenário implica duas vitórias leoninas nos próximos dois jogos e esperar que a Juventus some apenas mais um ponto nas últimas duas jornadas da fase de grupos (Barcelona e Olympiacos).

 

O segundo cenário que dá a passagem do Sporting é mais complicado e depende de duas derrotas da Juventus. Para se apurar, o clube leonino precisaria de vencer um dos seus encontros e empatar o outro enquanto a Juventus precisaria de perder os restantes encontros.

 

As contas para os oitavos de final da Champions não são fáceis, mas a Liga Europa está a apenas um ponto de distância. Caso empate com o Olympiacos, o Sporting garante que não fica arredado das provas europeias e que segue para a Liga Europa.

 

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publicado às 16:25

 

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Estão a chegar os jogos determinantes para definir que equipas seguem para a próxima fase da Liga dos Campeões. As três equipas portuguesas em prova continuam a ter oportunidades de passar, mas não será fácil para FC Porto, Sporting e Benfica seguirem em frente.

 

Os ‘dragões’ são os primeiros a entrar em campo nesta quinta jornada da fase de grupos e são também o clube luso com o caminho mais ‘espinho’ dos três. O conjunto orientado por Sérgio Conceição vai à Turquia enfrentar o Besiktas antes de receber o Mónaco no Estádio do Dragão.

 

Em termos de apuramento, os ‘azuis e brancos’ podem garantir a presença nos oitavos de final já esta terça-feira. Caso vençam na Turquia e o RB Leipzig não vá além de um empate, os ‘dragões’ asseguram já a presença na próxima fase da Champions.

 

No entanto, um triunfo dos germânicos sobre o Mónaco deixa todas as decisões para a última jornada (excepto para os monegascos que ficariam já de fora dos lugares de apuramento). Em caso de empate, a equipa de Sérgio Conceição garante a presença nas competições europeias (Liga Europa) ficando a decisão sobre o apuramento para a Liga dos Campeões para a última jornada.

 

‘Leões’ já não dependem apenas de si.

 

As contas de apuramento do Sporting implicam a entrada de terceiros na equação. Os ‘leões’ somam quatro pontos na fase de grupos (uma vitória, duas derrotas e um empate), menos três do que a Juventus. Os italianos têm ainda vantagem no confronto directo, primeiro fautor de desempate, uma vez que venceram em Turim e empataram em Alvalade.

 

Para passar, os ‘leões’ têm dois cenários que dão acesso à próxima fase. O primeiro cenário implica duas vitórias leoninas nos próximos dois jogos e esperar que a Juventus some apenas mais um ponto nas duas jornadas que ainda de jogar na fase de grupos (Barcelona e Olympiacos).

 

O segundo cenário que dá a passagem do Sporting é mais complicado e depende de duas derrotas da Juventus. Para se apurar, o clube leonino precisaria de vencer um dos seus encontros e empatar o outro enquanto a Juventus precisaria de perder os restantes encontros.

 

As contas para os oitavos de final da Champions não são fáceis, mas a Liga Europa está a apenas um ponto de distância. Caso empate com o Olympiacos, o Sporting garante que não fica arredado das provas europeias e que segue para a Liga Europa.

 

‘Águias’ jogam a última cartada na Rússia

 

O apuramento do Benfica é o cenário mais complicado entre as três formações lusas. Os ‘encarnados’ estão obrigados a vencer os dois encontros que faltam na fase de grupos e precisam que tanto o CSKA como o Basileia percam os respectivos encontros.

 

Tantos os russos como os suíços vão enfrentar o Manchester United e o Benfica nas duas jornadas que faltam. Caso se verifique o cenário ideal para o Benfica, ficariam três equipas com seis pontos (CSKA, Basileia e Benfica) e os critérios da UEFA indicam um minicampeonato.

 

Um minicampeonato é o segundo critério de desempate onde os golos marcados e sofridos fazem a diferença. Como as três equipas terão somado seis pontos nos jogos entre si, a decisão seguirá para a diferença entre golos marcados e sofridos.

 

O Benfica tem, neste momento, nove golos negativos fruto de um golo marcador e dez sofridos nos quatro jogos já disputados. Em sentido inverso, o Basileia soma um saldo de três golos positivos (oito golos marcados menos os cinco golos sofridos). O CSKA, por sua vez, apresenta um registo de três tentos negativos. Os russos marcaram cinco golos nesta fase de grupos e sofreram oito tentos.

 

Recuperar a diferença de golos é uma tarefa hercúlea, mas que continua a acalentar a esperança ‘encarnada’ num apuramento para os oitavos de final. Actualmente, mesmo o apuramento para a Liga Europa está em risco nas contas do Benfica.

 

Recorde-se de que as três equipas lusas entram em campo entre terça (FC Porto) e quarta-feira ( Benfica e Sporting). Os ‘dragões’ vão a casa do Besiktas enquanto os ‘encarnados’ já viajaram para a Rússia. Em Alvalade, os ‘leões’ recebem o Olympiacos.

 

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publicado às 12:22

As "novas" contas do Sporting

Rui Gomes, em 01.11.17

 

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Aliás, as "contas" são praticamente as mesmas que publicámos recentemente num outro post, com a diferença que hoje já se sabe os resultados da ronda desta terça-feira da fase de Grupos da Liga dos Campeões.

 

Com o empate (1-1) frente à Juventus, o Sporting ficou com a vida mais difícil, porque além da diferença pontual da Juventus (3 pontos), ficou ainda em desvantagem no confronto directo, que é o primeiro factor de desempate.


Desta forma, o objectivo de chegar aos oitavos-de-final da competição já não depende só do Sporting, pois terá, pelo menos, de vencer um e empatar outro dos dois jogos que lhe falta disputar no Grupo D - recebe o Olympiacos a 22 de Novembro e visita o Barcelona a 5 de Dezembro -, precisando ainda que a Juve saia derrotada nos dois encontros, igualmente diante dos catalães (em casa) e gregos (fora).

 
Caso a equipa leonina ganhe os dois encontros que faltam, garantiria o apuramento para a próxima fase se a Juventus perdesse um dos seus jogos e empatasse o outro, ou se o Barcelona perdesse os dois encontros, ficando ainda em desvantagem no confronto directo com o Sporting - para isso, a turma de Alvalade precisaria de vencer por pelo menos dois golos de diferença em Camp Nou, pois perdeu por 1-0, em casa, na primeira volta.

Em caso extremo poderá até ser necessário um desempate a três, se Barcelona, Juventus e Sporting terminarem com 10 pontos. Mas, então, seria a equipa verde-e-branca a ficar de fora. Isto, porque este cenário significaria que está em desvantagem perante os outros dois nos confrontos directos.

Por outro lado, a equipa leonina pode selar já na próxima jornada, diante do Olympiacos, a qualificação para a Liga Europa, bastando para isso um empate na recepção aos campeões helénicos, que empataram ontem com o Barça, um resultado muito inesperado.
 

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publicado às 13:31

 

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Rogério Casanova, jornal Expresso, com a sua análise humorística à performance dos jogadores do Sporting no embate desta terça-feira da Liga dos Campeões, frente à Juventus. A "brincar", diz-se muitas verdades...

 

Rui Patrício

 

Uma noite atípica, mas apenas na medida em que se viu rodeado de caras pouco familiares, como naquelas festas em casa do amigo de um amigo, em que não conhecemos praticamente ninguém. Fora isso, tudo dentro da normalidade, tanto no golo sofrido, como no punhado de defesas seguras, como na quantidade de passes longos precisos (com superior taxa de acerto aos de Anderson Polga), como na discrição com que voltou a lembrar-nos que, algures nos últimos dois anos, por um qualquer processo misterioso, deixou de ser um bom guarda-redes e passou a ser um grande guarda-redes - ou pelo menos o mais próximo que é possível chegar a ser um grande guarda-redes e ainda assim passar a carreira inteira em Portugal.
 
Stefan Ristovski
 
A saída de bola da Juventus após o apito inicial confirmou que os olheiros italianos não brincam em serviço; podem não ter tido oportunidade prévia de observar Ristovski, mas observaram certamente todos os laterais-direitos do Sporting na última década e fizeram recomendações em conformidade: despejar-lhes bolas para as costas. Com Schelotto, com João Pereira (e, nos piores dias, até com Cedric) era quase sempre o plano A do adversário, e quase nunca era preciso um plano B. Bastou uma verba acumulada de 5,2 milhões de euros para os obrigar a pensar noutras letras do alfabeto. Fez um grande jogo, e teve até direito ao seu baptismo oficial: ao minuto 23 fez um cruzamento completamente disparatado que saiu perto da bandeirola de canto. Levantou o braço e pediu desculpa aos adeptos, que, num gesto de grande cumplicidade, lhe dedicaram uma salva de palmas, como quem diz: "escusas de estar com merdas que já percebemos que és um achado".
 
Sebastián Coates
 
Está em tão boa forma, e interpreta de tal maneira à letra o conceito de consistência, que transformou as suas acções em campo num repertório, limitando-se a reproduzir o mesmo material de palco em palco. A ousada intercepção de um cruzamento de frente para a baliza e com a sola do pé, cedendo um canto quando muitos marcariam um auto-golo? Hoje surgiu ao minuto 16. O habitual truque de fintar o primeiro adversário, entusiasmar-se, passar por mais dois, galopar até à área contrária, e só perder a bola para o quarto? Hoje veio ao minuto 28. O cartão amarelo que o afasta da recepção ao Olympiacos, e que viu por protestos, de forma a compensar o seu desejo secreto de enforcar Higuain com os atacadores das próprias chuteiras, rasgar-lhe o abdómen de alto a baixo com uma unha pontiaguda, e brandir o seu coração ainda palpitante à luz dos holofotes, gritando "ARE YOU NOT ENTERTAINED?" Tudo isso foi ao minuto 79.
 
André Pinto
 
Foi já por volta do minuto 60 que me ocorreu subitamente que ainda não tinha pensado uma única vez em Mathieu, sussurrando o seu nome com um sorriso melancólico e o olhar perdido no horizonte de pixels ensaboados e pop-ups de sites de apostas. Não fez um jogo perfeito: uma falha de coordenação com Coates na primeira parte permitiu a Khedira cabecear isolado na área, e por uma ou outra ocasião não tratou a bola com a devida serenidade gaulesa (apesar de, nesse aspecto específico, ser um claro upgrade em relação a Paulo Oliveira). Mas esteve sóbrio, certinho e, até pela oposição que encontrou, terá deixado muita gente mais descansada com a qualidade do plantel.
 
Jonathan Silva
 
Entrou cheio de confiança e estreou-se logo aos 35 segundos com um passe triunfante e inesperado para os pés de um colega de equipa. Foi o mote para uma noite repleta de novidades em que chegou até a fazer um cruzamento bastante razoável para Dost (minuto 32) e a ganhar dois ou três lances no um-para-um com Cuadrado. Não descartou por completo (era o que faltava) os cortes erráticos, os passes absurdos e as más decisões ofensivas, mas, acima de tudo, conseguiu não ser um desastre de proporções Bíblicas, o que é desde logo uma vitória. Soube, grande parte do tempo, refugiar-se nos hábitos e formalismos da posição, e guiar-se pela regra básica de poupar esforços e não arranjar sarilhos, talvez o antídoto mais eficaz ao seu estilo de jogo instintivo - que é um estilo de jogo essencialmente histérico.
 

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Rodrigo Battaglia
 
Representa um interessante desafio técnico aos responsáveis por agregar estatísticas sobre "posse de bola". Porque a "posse de bola", quando Battaglia está envolvido, ou apenas nas imediações, será sempre um conceito problemático e contestado. Estará a equipa adversária verdadeiramente "em posse de bola" com Battaglia por perto? Duvidoso. Por outro lado, estará a sua equipa em "posse de bola" quando é Battaglia a conduzi-la? Não por muito tempo (e hoje até esteve melhor no passe do que é habitual). Porque Battaglia parece alimentar profundas objecções de princípio a que alguém tenha "a posse de bola" e dedica todo o seu esforço a este meritório combate filosófico: demonstrar a precariedade básica de um conceito que, tal como o gato de Schrödinger e a localização do material de Tancos, é mais uma sobreposição quântica do que uma condição estável e observável.
 
Gelson Martins
 
Tal como inteligentemente se explicou neste espaço nas últimas semanas, Gelson encontra-se num mau momento de forma, incapaz de criar desequilíbrios ofensivos, e propenso a tomar más decisões. Por conseguinte, criou o golo num lance individual, fartou-se de desenhar boas combinações (especialmente com Bruno Fernandes) e foi dos que mais lutou para esticar o jogo na pior fase da equipa, entre os 60 e os 85 minutos.
 
Bruno César
 
Depois de algumas experiências entre o inconclusivo e o penoso a médio-ala e a lateral, recuperou finalmente a posição onde fez as exibições mais agradáveis ao serviço do clube, e a única onde ainda pode ser útil (em particular contra este tipo de oposição): terceiro homem do meio-campo, mas a subir até à linha de Dost quando a equipa perdia a posse. Inaugurou o marcador com o seu polivalente remate de pé esquerdo (hoje adaptado a pé direito), viu outros dois passarem perto dos ferros, e não deu descanso a ninguém. Até pode ser coincidência, mas é depois da sua saída que a equipa recua 10 metros e que a Juventus parte para os minutos de maior sufoco. Belo jogo.
 
Mascus Acuña
 
Continua a implementar a sua abordagem revolucionária à pressão alta: correr do ponto a ao ponto b à mesma velocidade com que a bola é trocada entre o adversário no ponto a e o adversário no ponto b, de forma a conseguir pressioná-los alternadamente, mas, na prática, ao mesmo tempo. É um processo tão contra-intuitivo e, por um par de ocasiões, deixou os jogadores da Juventus tão incrédulos que acabaram por entregar a bola a Acunã e foram reflectir um bocadinho. Terá jogos mais influentes ofensivamente, marcará mais golos, fará mais assistências, mas suspeita-se que os seus lances paradigmáticos serão sempre parecidos com o do minuto 49, quando veio fechar ao meio, recuperou uma bola na meia-lua, passou por Pjanic em velocidade e desmarcou Dost, tudo em menos tempo do que demora a dizer "nove milhões extremamente bem gastos".
 
Bruno Fernandes
 
Estreou um novo penteado, respondendo assim às dúvidas de todos aqueles que um dia perguntaram qual seria o aspecto de um contabilista da Gestapo que decidisse integrar uma boys band. Fez uma excelente primeira parte, cheia de rodopios e recepções orientadas para ganhar tempo e espaço, e sempre com boas ideias para aproveitar o tempo e espaço que conseguia ganhar. Hibernou por meia-hora depois do intervalo, deixou de conseguir segurar a bola, e a equipa ressentiu-se. Voltou a sair da toca ao minuto 88, livrando-se de um adversário no corredor central e rematando de longe, por cima da trave: reagiu como se tivesse falhado um penalty, o que, no seu caso, até se compreende.
 
Bas Dost
 
Não marcou, mas fez um daqueles grandes jogos que aprendeu a fazer nestas ocasiões: ágil a mover-se e a pensar, e exímio a encontrar uma solução ao primeiro toque, mesmo quando essa solução estava nas suas costas. Foi assim que isolou Gelson na primeira jogada da 2ª parte, e que assistiu Bruno César para dois remates perigosos. Falhou, salvo erro, um único passe: uma devolução demasiado curta no círculo de meio-campo ao minuto 47, que o fez levar imediatamente as mãos à cabeça em desespero. (Se Jonathan Silva reagisse da mesma forma sempre que comete um erro semelhante, já estaria careca). Antes de sair, viu um amarelo justíssimo, que mais não seja porque, presenteado com a oportunidade de desfazer as trombas de Chiellini à cotovelada, não a soube aproveitar.
 
João Palhinha
 
Conseguiu trazer ao meio-campo alguma da agressividade de Bruno César, mas vários metros atrás, ou seja, viu-se mais a bloquear remates do que a recuperar bolas. Sempre que tentou subir no terreno cometeu faltas, algumas das quais até foram bem assinaladas.
 
Doumbia
 
Hoje não resultou.
 
Petrovic
 
Muito bem a fazer exercícios de aquecimento antes de entrar, mostrando que merece novas oportunidades para dar saltinhos intensos e vigorosos na linha lateral a um minuto dos noventa.
 

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publicado às 11:50

 

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 ... Mas, para isso, era necessário fazer uma segunda parte mais ao nível da primeira. Apesar de ter defendido muito bem e não ter permitido à Juventus grandes oportunidades de golo, o Sporting cedeu terreno a mais e abdicou de qualquer iniciativa de jogo, salvo nos lances de contra ataque.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício; Ristovsky, André Pinto, Coates e Jonathan Silva; Battaglia, Bruno Fernandes e Bruno César; Gelson, Bas Dost e Marcus Acuña.

 

Suplentes: Romain Salin, Tobias Figueiredo, João Palhinha, Mattheus Oliveira, Petrovic, Daniel Podence e Doumbia.

 

Juventus: Buffon; De Sciglio, Barzagli, Chiellini e Alex Sandro; Pjanic, Dybala e Khedira; Cuadrado, Higuaín e Mandzukic.

 

Suplentes: Szczesny, Marchisio, Douglas Costa, Matuidi, Kwadwo Asamoah, Rugani e Bernadeschi.

 

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Confesso que fiquei irritado quando vi Bruno César a titular, mas não deixo de reconhecer que o jogador brasileiro deu tudo o que tinha até "arrebentar" e marcou aquele precioso golo, na sequência da bela jogada e remate de Gelson Martins que obrigou Buffon a uma defesa muito apertada e permitiu o remate letal que inaugurou o marcador.

 

Não sei, muito sinceramente, se este Sporting tem capacidade para mais - com o actual treinador ou com outro - perante um adversário com um leque de talentos à sua disposição muito superior. Assistimos a uma partida tacticamente rigorosa e disciplinada, embora se desejasse mais criatividade ofensiva e penetração na área dos italianos.

 

Por uma questão de mera justiça, não posso deixar de salientar as excelentes exibições de Stefan Ristosvi e André Pinto, dois jogadores com poucos minutos de jogo nas pernas que encararam a responsabilidade deste embate da Champions como verdadeiros "leões". Parabéns a ambos !

 

O empate deixa o Sporting ainda com hipóteses na luta pela Champions, mas a depender de terceiros, pois precisará de ganhar quatro pontos à Juventus nos dois últimos jogos. No que diz respeito à Liga Europa, o nulo em Atenas pelo Barcelona também não favorece os interesses leoninos.

 

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publicado às 21:40

Dia de jogo

Rui Gomes, em 31.10.17

 

 

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publicado às 14:17

A mão pesada da UEFA

Rui Gomes, em 21.10.17

 

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O Sporting foi punido pelo Comité Disciplinar da UEFA com uma multa de 31 mil euros devido a incidentes ocorridos na recepção ao Barcelona, em jogo da 2.ª jornada do Grupo D da Liga dos Campeões, anunciou o organismo esta sexta-feira.

Em causa está a invasão do relvado por parte de um adepto, o bloqueio das escadas no recinto, que vai contra as normas de segurança da UEFA, além do facto de a equipa leonina ter visto cinco cartões ou mais no decorrer do jogo que o Barça venceu por 1-0. 

 

Sobre a entrada do adepto em campo não há nada a dizer, mas a questão dos cartões parece-me muito injusta, dado que está totalmente dependente dos critérios do árbitro e, neste caso em particular, o juiz exagerou imenso com as suas decisões disciplinares contra o Sporting.

 

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publicado às 05:18

 

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Não é que o Sporting nos tenha deslumbrado com um espectáculo de futebol ofensivo, mas perante um adversário que chama a si um bom número de talentos excepcionais, não será exagero algum afirmar que a equipa leonina lutou muito e bem e fez por merecer um resultado que não a derrota, especialmente ao cair do pano.

 

Jorge Jesus não surpreendeu com o onze inicial e foi precisamente essa unidade que esteve em campo até perto dos minutos finais da partida, com Rui Patrício; Piccini, Coates, Mathieu e Fábio Coentrão; Gelson Martins, Bataglia, William Carvalho e Acuña; Bruno Fernandes e Bas Dost.

 

Suplentes: Romain Salin, Jonathan Silva, André Pinto, João Palhinha, Bruno César, Daniel Podence e Doumbia.

 

O Sporting sentiu mais dificuldades no primeiro período do jogo, nomeadamente em tentar impor-se perante a linha média da Juventus. Daí, que os italianos tenham tido um maior pronúncio nessa fase, embora sem criar muitas oportunidades de golo. Alguns ajustamentos ao intervalo fizeram com que a segunda parte fosse muito mais equilibrada, com quase idêntica posse de bola e diferença mínima nos ataques e remates.

 

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Este foi um jogo sem nenhum jogador a destacar-se de forma espectacular, mas todos a trabalhar a um nível elevado, num sentido de missão única. Em termos defensivos, praticamente impecáveis do primeiro ao último apito.

 

Não duvido que as substituições de Jorge Jesus serão alvo de discussão. A entrada de João Palhinha visou reforçar o meio campo, embora se tenha abdicado de um arma ofensiva em Gelson Martins. À distância é impossível saber até que ponto o desgaste físico do avançado leonino foi um factor preponderante na decisão. A saída de Fábio Coentrão é mais perplexa. O lateral esteve muito bem até esse ponto e apesar da queda aparatosa que sofreu, deu indicações que estava apto para continuar em jogo. Aliás, a sua reacção à decisão de Jesus deixa a ideia de ter sido apanhado de surpresa. Logo por azar, foi o homem da responsabilidade de Jonathan Silva que marcou o golo da vitória.

 

Por fim, temos Doumbia. Compreende-se que o timing deve-se ao marcador, mas após reflexão talvez seja justo clamar que devia ter entrado mais cedo. Teve o golo do empate na ponta de bota e falhou por milímetros.

 

Tudo isto não obstante, uma derrota é sempre desagradável, mas a exibição do Sporting no campo do adversário promete muito para quando se encontrarem novamente, em Alvalade, no dia 31 de Outubro.

 

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publicado às 21:39

Vem aí outro grande jogo !

Rui Gomes, em 13.10.17

 

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Neste momento, o Grupo D da Liga dos Campeões é liderado pelo Barcelona, com duas vitória em dois jogos realizados. Segue o Sporting, com três pontos, com o registo de uma vitória e uma derrota, num empate pontual com a Juventus, embora com vantagem na diferença de golos. O último lugar é ocupado pelo Olympiacos, que ainda não pontuou.

 

Não será exagero algum adiantar que o Sporting precisa de pontuar na casa da "Viecchia Signora" se alimenta ambições de chegar pelo menos ao segundo lugar no Grupo. Isto, partindo do princípio que o Barça não irá abdicar da posição de topo. Missão esta que apresenta um grau elevado de dificuldade, sem ser impossível.

 

Na próxima quarta-feira veremos se os "pupilos" de Jorge Jesus estão à altura do desafio.

 

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publicado às 16:52

 

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O Sporting venceu em casa os polacos do KS Dartom Bogoria Grodzisk Mazowiecki por 3-1, em jogo da segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões em ténis de mesa, mantendo-se na liderança do Grupo A.

 

Os leões, que na primeira ronda haviam vencido por idêntico resultado no reduto dos franceses do Pointoise, até começaram a perder, face ao desaire de Ganiyat Aruna perante Chanxi Han por 1-3 (11-9, 8-11, 9-11 e 6-11).

 

Mas, o Sporting venceu os restantes embates, com João Monteiro a bater Pavel Sirucek por 9-11, 11-8, 11-7, 12-14 e 11-9, Diogo Carvalho a superar Daniel Gorak por 16-14, 9-11, 14-16, 11-4 e 12-10 e Aruna a ganhar a Sirucek por 11-3, 12-10 e 11-5.

 

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publicado às 03:39

Sporting venceu Medved na Champions

Rui Gomes, em 05.10.17

 

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Após uma vitória e duas derrotas, o Sporting (que não pôde contar com alguns jogadores por lesão) voltou a ganhar na Champions, derrotando o Medvedi, último classificado do grupo, por 31-30.

 

Na partida realizada no pavilhão João Rocha, Frankis Karol foi o melhor marcador dos leões, com sete golos, seguido de Ivan Nikcevic, com seis.

 

Hugo Canela, treinador leonino, teve isto para dizer sobre o jogo:

 

"Este jogo foi muito difícil de vencer diante de uma boa equipa. Estivemos mais calmos na primeira parte e por isso conseguimos ganhar vantagem. Chegámos a ter cinco golos de vantagem. O Chekhovskie Medvedi esteve sempre focado no jogo e no final dificultou-nos a vida.

 

A sensação que tenho é que o Chekhovskie Medvedi fez contra-ataque cada vez que perdíamos a bola no nosso contra-ataque. Eles jogam sempre muito pausadamente no ataque. Na segunda parte cometemos erros que não cometemos na primeira. Estivemos mais precipitados e isso levou a que perdêssemos a bola. O segredo da vitória foi a calma".

 

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publicado às 07:26

 

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O jogo terminou há instantes e eu não sei bem por onde iniciar esta crónica. Talvez, afirmando, antes do mais, que o Sporting realizou uma excelente exibição frente a uma das melhores equipas do Mundo e, havendo justiça, não merecia sair derrotado de Alvalade, ainda por cima, através de um muito infeliz autogolo.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Piccini, Coates, Mathieu, Fábio Coentrão, William, Battaglia, Bruno Fernandes, Marcus Acuña, Gelson Martins e Doumbia.

 

Suplentes: Romain Salin, Jonathan Silva, Alan Ruiz, Bruno César, Petrovic, Tobias e Bas Dost.

 

O Barcelona: Ter Stegen, Semedo, Piqué, Umtiti, Jordi Alba, Busquets, Rakitic, Iniesta, Sergi Roberto, Lionel Messi e Suárez.

 

 Suplentes: Cillessen, Denis Suárez, Mascherano, Paulinho, Digne, André Gomes e Vidal.

 

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Este é daqueles jogos em que prevaleceu o colectivo, com praticamente todos os jogadores a distinguirem-se pela excelência do seu desempenho. Enquanto que sentiram alguma dificuldade na construção ofensiva, não inesperada, diga-se, defensivamente foram nada menos do que soberbos. Mathieu com uma exibição espectacular, Piccini, que tanto temos criticado, fez o seu melhor jogo de "leão ao peito", deixando nada por apontar. E muito embora não pretenda individualizar - que já estou a fazer - Battaglia excedeu-se de forma magnífica e fez com que Lionel Messi não tivesse sido um factor predominante.

 

Neste jogo, Jorge Jesus também esteve muito bem, tanto no que diz respeito às suas opções como em termos tácticos. Entrou com o onze que fazia mais sentido e preparou a equipa como compete para um adversário do nível da equipa catalã. Recorreu ao banco apenas quando alguns dos titulares já davam sinais evidentes de exaustão.

 

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Contra uma equipa que tem um orçamento cinco vezes superior e diante de alguns dos melhores jogadores do Mundo, não se pode exigir muito mais, salvo a "senhora" sorte que nos abandonou em alguns momentos do jogo, com pernas a travar remates potentes e a conceder um autogolo que veio do inferno.

 

Não vou perder tempo a comentar o árbitro romeno e os seus critérios "inclinados". Seis cartões amarelos para o Sporting, salvo erro, alguns deles ridículos. A Champions merece melhor qualidade de arbitragem, especialmente do tipo que não influencia resultados.

 

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publicado às 21:42

Uma simples pergunta...

Rui Gomes, em 27.09.17

 

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Acha que é possível o Sporting vencer o Barcelona ?

 

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publicado às 03:42

"Sporting é muito rápido no ataque"

Rui Gomes, em 27.09.17

 

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O discurso de Ernesto Valverde - treinador do Barcelona - relativamente à equipa do Sporting, que mesmo com algum grau de sinceridade é, fundamentalmente, politicamente correcto, tendo em consideração que nenhum técnico sensato vai desafiar o seu próximo adversário na praça pública:

 

"São uma equipa muito forte, estão a fazer uma grande temporada e tiveram agora o seu primeiro empate na liga. No jogo com o Olympiacos - primeira jornada do grupo - fizeram um jogo muito bom, muito rápidos no ataque e temos que ter cuidado com os seus jogadores da frente. Temos que estar atentos.

 

Temos em conta o Gelson, o Acuña e o Bruno Fernandes com os seus remates de fora de área e que faz golos impressionantes. É uma equipa que joga com bloco organizado, mantêm a ordem no meio campo com o William Carvalho e a defesa não varia muito. Depois têm o Doumbia que é rápido e o Bas Dost é um jogador altíssimo".

 

Alguma ansiedade em saber o 'onze' que Jorge Jesus vai lançar nesta noite europeia. A defesa será constituída por Piccini, Coates, Mathieu e Fábio Coentrão. Com William Carvalho garantido no meio-campo "6",  parece-me lógico posicionar Battaglia à sua frente, como "8", possivelmente com a missão de prestar alguma atenção extra a Lionel Messi.

 

Poucas ou nenhumas dúvidas sobre Gelson Martins e Marcus Acuña nas alas, com Bruno Fernandes a "10", no apoio ao ponta de lança, se a equipa alinhar no 4x2x4 que é frequentemente favorecido por Jesus.

 

Para ser sincero, preferia ver Bas Dost como ponta de lança, mas suspeito que a aposta vai recair sobre a velocidade de Doumbia.

 

Não quero acreditar que mesmo o casmurro Jorge Jesus ousará integrar Alan Ruiz no 'onze' de hoje.

 

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publicado às 03:41

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