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Antes de me dirigir ao ponto fulcral deste escrito, vejamos uma declaração por um "ilustre" sportinguista, datada 8 de Junho de 2015, relativamente ao processo e respectivas circunstâncias em torno da demissão de Marco Silva:

 

«Assistimos a uma fuga para a frente. Acusa tudo e todos de serem agentes dos rivais, essa é para ficar no anedotário nacional. Também já disse há tempos que prefere ser odiado pelos adversários do que ser estimado e que não tem adversários, tem inimigos. Ele inventa atritos, é um caso de psiquiatria. Os fins não justificam os meios. Não me revejo nada na forma como tem dirigido o Sporting.

 

Deviam dizer-lhe [a Marco Silva] que terminava a sua função no Sporting e tentar chegar a acordo para a saída, algo normal para pessoas e instituições civilizadas. Não inventar coisas para sermos o bobo da corte com acusações ridículas para justificar o despedimento por justa causa, nada dignas e nada de acordo com a tradição do Sporting.

 

Dá a sensação que descobriram petróleo em Alvalade ou que o dinheiro do Sporting passa a ser fêmea em vez de ser macho. Só espero que não nos estejam a levar para situações muito complicadas. Não acredito nada no que o presidente do Sporting veio dizer, desconfio e fico de pé atrás para ver o que vai acontecer».

 

Esta, a declaração do antigo Conselheiro Leonino Vasco Lourenço, em resposta a uma "alfinetada" acusatória de Bruno de Carvalho. Sublinhamos, em especial, esta frase: "Ele inventa atritos, é um caso de psiquiatria. Os fins não justificam os meios. Não me revejo nada na forma como tem dirigido o Sporting".

 

Como é do conhecimento geral, o actual presidente criou uma comissão de apoio à sua recandidatura à presidência do Sporting - a tal que eu apelido de "comissão de vão das escadas", pela concentração de favores que representa - com uma longa lista de nomes que tem vindo a ser aumentada quase diariamente, às dezenas.

 

Vejamos esta com 40 nomes, do passado dia 4 do corrente, com atenção especial para o 39.º nome... Vasco Lourenço !

 

É bem verdade que o Mundo dá muitas voltas, nem todas ao alcance intelectual de meros mortais.

 

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publicado às 04:56

 

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Depois de ter apresentado os primeiros 85 nomes da sua "comissão" de campanha eleitoral - aquela que eu apelido de "vão das escadas", por várias razões, entre as quais o número de "croquetes" tão diabolizados por Bruno de Carvalho e o seu "exército" de devotos - o ainda presidente do Sporting acrescentou mas 54 nomes à lista.

 

Mais alguns antigos atletas, empresários, gestores, os inevitáveis políticos e até um benfiquista no misto a adornar o "vão das escadas". Mas a maior surpresa será... Augusto Inácio. Surpresa óbvia, por não ter sido integrado no primeiro capítulo da lista.

 

E o "circo" continua... em todo o seu esplendor. Um dia alguém terá de me explicar o que é que esta concentração de favores tem a ver com a subsistência do Sporting e, sobretudo, o que diz, sobre a real essência do candidato.

 

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publicado às 04:09

 

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Tribunal popular ou colectivo de Alvalade. Começou com Roquette, acompanhado do seu advogado. A provecta idade do ex-presidente retirou-lhe lucidez e fê-lo satisfazer-se com pouco. Uma audiência sem história.

 

Depois foi o dia de presença de José Eduardo Bettencourt e de Luiz Godinho Lopes na travestida "comissão". Se a primeira presença se esperava, já a última apenas se compreende pelo facto do engenheiro querer "por os pontos nos is" junto de adeptos, isto para quem, como ele, processou Azevedo de Carvalho, sede em que Bruno terá de prestar contas. Ainda assim eu não o teria feito.

 

Bettencourt não foi só. Acompanhavam-no 3 (!) advogados 3, um dos quais um ilustre sportinguista. Quando se chegou ao tema "comissões" Bruno começou a não gostar da história tais foram os números comparativos que foram esgrimidos pela outra parte a este propósito.

 

Nesse dia, em que Godinho Lopes também foi ouvido, marcaram presença, pelo Sporting, entre outros, Azevedo de Carvalho, Marta Soares, jovens membros das emudecidas claques e o único personagem que dominava os dossiers em questão, Nuno Silvério Marques, este quiçá lembrado dos seus velhos tempos de Colégio Militar.

 

Ausência notada a de Bacelar Gouveia, presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar, a contas com o processo que Godinho lhe moveu e com crescente afastamento da entourage de Bruno.

 

O bombeiro de Vila Nova de Poiares teve (mais) um dia negro. Confrontado, na audição deste, com o facto de ter sido um entusiástico adepto de Godinho Lopes,  o comendador Marta Soares tremeu e, à falta de outros argumentos,e  perante o olhar desconfiado da plateia, saiu-se com a única estirada possível: a de que se tinha enganado quando havia tecido públicas loas a Godinho, perguntando, em voz alta, e visivelmente incomodado, se não tinha direito ao erro.

 

Foi o começo do incêndio que antes ameaçara já pegar com Bettencourt.

 

E o fogo alastrou mas para o lado menos esperado tal a força do vento na sala. Da parte do Sporting, Bruno, qual delegado do Ministério Público, abre o libelo acusatório e dispara balas contra o seu antecessor, falando, essencialmente, dos gastos por época. Godinho, que chegara sozinho e sem advogado, e revelando um apreciável domínio dos dossiers e dos números, mesmo os actuais, respondeu-lhe à altura e demonstrou-lhe que os gastos do consulado de Carvalho eram, afinal, bem superiores aos seus. Carvalho, atordoado, afinou e nunca mais se recompôs. Visivelmente agastado e não esperando estar a ser derrotado em casa, precisamente na área em que, supostamente, "dá cartas", abandonou o recinto de jogo. E, quando se esperaria que retornasse nem que fosse para uma tentativa de "faena final", de Bruno nem mais uma sombra se viu. Partira para não mais regressar deixando os seus pares órfãos do "Querido Líder"!. O desapontamento entre os seus apaniguados era já indisfarçável...

 

No final de 7 horas de tribunal com Godinho, a que se somaram as 4 de Bettencourt, o plano de Bruno falhara. No momento final em que se esperava que as coisas ficassem por aí, eis que o ausente Bruno teve de "engolir novo sapo". Virando-se para Godinho Lopes, dois associados representativos de sectores do clube, envergonhados com tudo o que se passara e afirmando não se rever naquele tipo de postura, pediram-lhe desculpa.

 

Era o fim de festa e o porquê de Godinho Lopes ter publicamente declarado "sair mais aliviado de Alvalade". Bruno, esse, ainda não acredita que o tribunal de "faz de conta" que resolvera criar lhe trouxesse, afinal, tanta dose de arrependimento.                                    

 

Há dias em que nem Nuno Saraiva o safa. Nessa noite Bruno dormiu atormentado. 

 

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publicado às 11:39

 

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Depois de José Eduardo Bettencourt ter sido ouvido pela denominada "Comissão" durante quatro horas, foi a vez de Godinho Lopes também dar explicações sobre os seus seis anos de mandato, processo que durou cerca de sete horas, esta quarta-feira.

 

No final da sessão, teve isto para dizer.

 

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publicado às 05:02

 

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José Roquette foi ouvido esta terça-feira, durante cerca de três horas, no âmbito da denominada "Comissão" constituída pela Direcção de Bruno de Carvalho e, à saída da sessão, foi muito breve nos comentários, defendendo-se com a obrigatoriedade de "confidencialidade para com o trabalho da Comissão".

 

"O Sporting tem os seus interesses a serem tratados. Sempre que se caminhe para o entendimento, todos os sportinguistas se podem dar como satisfeitos." As suas palavras finais.

 

Confesso que a sua participação neste processo surpreendeu-me. No lugar dele não teria aderido à chamada, uma vez que na altura própria e perante os profissionais a conduzir a Auditoria de Gestão foi ignorado, ele e todos os outros antigos presidentes do Sporting.

 

Não altero o meu desde sempre parecer que este processo não é mais que uma jogada de campanha eleitoral de Bruno de Carvalho.

 

Eis o que Rogério Alves teve para dizer sobre a ocorrência:

  

«Acho que esta comissão nasce de uma boa ideia, nasce de uma boa intenção e poderá ter um bom resultado. Foram feitas as auditorias e uma das falhas que foi assacada às auditorias, e eu próprio disse, reiteradamente, consiste na circunstância das pessoas visadas não terem sido ouvidas. Isso é um pecado original do qual às auditorias padeceram. Só se consegue apurar a verdade ouvindo os visados. A verdade não se esgota naquilo que os visados dizem. Mas, a verdade que é apurada sem se ouvir as pessoas relativamente a cujos mandatos onde se está a proceder ao apuramento de factos é uma verdade manca, é uma verdade coxa e o procedimento consagrado neste tipo de casos é o de ouvir as pessoas».

 

Um discurso muito "diplomático" do antigo dirigente leonino, nomeadamente o parágrafo de abertura. No entanto, e terá sido essa a sua real intenção, acaba por sublinhar aquilo que qualquer pessoa sensata reconheceu logo à partida. Um processo - a Auditoria - que pretendia apurar a verdade da gestão do passado do Sporting, sem ouvir os principais responsáveis por essa gestão. Meramente anedótico !!!

 

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publicado às 14:09

 

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O comunicado do Sporting assinado por Nuno Saraiva é exemplar no que se refere a uma estratégia antiga utilizada na área da Comunicação: baralha e volta a baralhar para evitar esclarecer sobre o que os adeptos pretendem conhecer. Na realidade, não se fica a saber o que quer que seja para além do que já se sabia anteriormente. Mistura algumas banalidades com meias verdades. Não mente, mas também não esclarece.

 

Bruno de Carvalho está obcecado com as eleições para os órgãos sociais em 2017 e procura garantir uma maior base de apoio. Receia que a sua base de apoio tradicional não chegue para lhe garantir a vitória eleitoral. Agora, procura desesperadamente apagar clivagens que criou entre sportinguistas e pretende pôr uma pedra em cima de um erro estratégico: o seu modelo de abordagem às auditorias com ameaças aos quatro ventos de recurso aos tribunais. 

 

Em 2013 e 2014 o presidente do Sporting dizia com pretensa ironia que “se calhar o Sporting é clube mais azarado do Mundo se tudo o que de mal lhe aconteceu foi azar". Afinal, ninguém foi para a prisão, a montanha pariu um rato e Bruno de Carvalho, em determinado momento, entendeu que o melhor era meter o assunto numa gaveta através de um “Tribunal Arbitral” interno. Isso permitir-lhe-ia lavar as mãos como Pilatos. Levou o assunto a uma Assembleia Geral para se conseguir livrar dele. 

 

No fim de contas, seria por aqui que se deveria ter começado, visando resolver os problemas dentro do Clube. Agora poderá ser tarde. Mas, inebriado com a vitória eleitoral, Bruno de Carvalho sucumbiu à tentação de surgir como que um super-herói que com uma espada e uma belíssima voz rouca que de modo intrépido iria meter na ordem e castigar os “maus” sportinguistas que tinham dirigido o Clube com doses industriais de egoísmo e de ganância.

 

                                                                                                                 Leão Zargo

 

 

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Na minha opinião a constituição desta Comissão é uma aberração. Primeiro acusam-se os visados sem serem ouvidos. Depois chamam-se a uma Comissão para serem ouvidos à posteriori. É como dar a oportunidade a um condenado sem direito a defesa, de se pronunciar sobre a sua condenação.

 

Primeiro divide-se a família sportinguista. Depois procura-se uni-la numa espécie de "lavagem de roupa suja", onde os inquiridos têm que se sujeitar a perguntas colocadas por membros da Comissão, onde se incluem representantes das ditas claques.Mas que é isto? A justiça não pertence aos Tribunais quando há indícios de práticas ilícitas? Se não as há o assunto não deve ser encerrado? Neste caso o que se pretende? Criar uma espécie de Tribunal Privado? Voltamos à justiça feudal?

 

Apesar das justificações dadas no Comunicado eu não consigo entender o sentido que isto tem. Numa determinada vertente faz-me lembrar um certo programa televisivo chamado "perdoa-me". É verdade, primeiro atira-se a pedra, a seguir bate-se na mão (ou no peito). Enfim, e parafraseando um ditado, em versão adaptada, "quanto mais se mexe na porcaria, mais ela incomoda as narinas". Não há necessidade. Deixem-se as feridas sarar. E o tempo é o melhor remédio.

 

                                                                                                                Nação Valente

 

 

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"Se havia a queixa dos antigos dirigentes de não terem sido ouvidos esta é a forma de dar resposta a esse anseio demonstrado e de fomentar cada vez mais a união e solidez da família sportinguista em torno de um projecto de crescimento e grandeza que é por todos vislumbrado."

Se pudesse categorizar todo este cenário sórdido de hipocrisia promovido pela Direcção do Sporting, classificava-o simplesmente como:

Nojento...

 

                                                                                                               Drake Wilson

 

 

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Já referi aqui em vários escritos que Bruno de Carvalho projecta a imagem - através das suas acções e tomadas de decisão - de ser o tipo de homem que não olha a meios para atingir fins, por vezes com o Sporting a sair beneficiado, outras vezes prejudicado. Deixou essa sua característica bem vincada no processo que o levou ao trono de Alvalade e, desde essa data, com o poder entre mãos, temos amplo conhecimento de vários incidentes de cariz nebuloso que só servem para acentuar esta realidade.

 

A Auditoria de Gestão não foi mais do que uma "caça às bruxas", visando, sobretudo, apontar culpabilidades a dirigentes do passado e, eventualmente, enaltecer a sua pessoa. Porventura por não ter produzido o efeito desejado e com a campanha eleitoral em curso, Bruno de Carvalho sentiu-se inspirado a criar esta Comissão para ouvir - na realidade julgar - antigos presidentes do Sporting. Que haja quem esteja disposto a subjugar-se a esta indignidade, é inacreditável.

 

Nuno Saraiva, ou qualquer outro responsável do Sporting, pode vir com os comunicados que desejar, porque só os mais ingénuos, ou em alguns casos, os mais devotos ao "Sporting é nosso outra vez", é que acreditarão que este processo é algo menos do que um Tribunal popular, através do qual é pretendido o "linchamento" dos presidentes em questão.

 

Que elementos das claques, entre outros "comendadores", venham a constituir a Comissão, é apenas um acto carnavalesco do mais baixo nível, só possível pela iniciativa de um narcisista como Bruno de Carvalho.

 

Mas não deixamos de reconhecer que tudo isto é de pouca consequência para a maioria de sportinguistas. Desde que vejam a bola rolar ao domingo e os resultados sejam agradáveis, tudo está perfeito no Mundo.

 

                                                                                                               Rui Gomes

 

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publicado às 04:02

 

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Dando seguimento ao post do meu colega Ricardo Leão, intitulado "Querido líder" cria Tribunal Popular, relacionado com as notícias do jornal i, desta quarta-feira, sobre uma Comissão que, alegadamente, visa ouvir antigos presidentes do Clube, publicamos a explicação entretanto divulgada por Nuno Saraiva - director de comunicação do Sporting - na página de Facebook. Entre outras questões, sempre parece ser verdade que elementos das claques irão constituir a referida Comissão, criada pelo presidente Bruno de Carvalho:

 

«Lançar "lixo" na Praça Pública para evitar que as pessoas se apercebam das grandes transformações que estão a suceder no futebol português.

 

Hoje o Jornal i elabora um título de manchete que, além de não ser honesto na insinuação que pretende, enferma de falta de rigor jornalístico e factual e significa uma truncagem inaceitável da realidade. A mensagem que querem passar é a de que o Presidente, Dr. Bruno de Carvalho, vai colocar as claques a ouvir os antigos Presidentes.

 

A comissão constituída para ouvir antigos Presidentes do Sporting CP decorre de uma decisão do Presidente do Clube. A sua constituição foi inspirada e adaptada da proposta aprovada pelos Sócios em Assembleia Geral para o acompanhamento dos Tribunais Arbitrais, que foram decididos autorizar caso fossem solicitados pelos antigos dirigentes.

 

Do que se trata é de dar a oportunidade aos antigos Presidentes de, em sede de auditoria, darem as informações/esclarecimentos que considerem pertinentes e responderem a questões colocadas pelos membros da Comissão relativas aos dados retirados da auditoria. Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer, não estamos perante qualquer tribunal plenário ou popular.

 

A referida Comissão, que, repito, foi inspirada na equipa de acompanhamento do Tribunal Arbitral sufragada em Assembleia Geral, é constituída por representantes das múltiplas correntes e sensibilidades que compõem o Universo Sporting. E, nesse sentido, os Grupos Organizados de Adeptos, que pejorativamente são designados por claques, e porque são também eles representativos da Família Sportinguista, terão assento nesta Comissão. Tal como o Grupo Stromp, os Leões de Portugal, o Conselho Leonino, a Direcção, o Conselho Fiscal, a Mesa da Assembleia Geral, e tantas outras correntes e sensibilidades que constituem e formam um Clube com a grandeza do Sporting CP.

 

Esta Comissão será presidida pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, o Comendador Jaime Marta Soares. O resultado destas sessões será anexo à auditoria realizada.

 

Se havia a queixa dos antigos dirigentes de não terem sido ouvidos esta é a forma de dar resposta a esse anseio demonstrado e de fomentar cada vez mais a união e solidez da família sportinguista em torno de um projecto de crescimento e grandeza que é por todos vislumbrado.

 

Podem terceiros tentar dividir-nos e desestabilizar-nos. Podem tentar esconder os seus problemas e insucessos lançando "lixo", mentiras, calúnias e difamações para o "ar". Mas há uma garantia que podemos dar: essa estratégia de jogo sujo não passará !».

 

Deixamos com os leitores a interpretação deste comunicado de Nuno Saraiva.

 

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publicado às 18:34

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 16.02.16

 

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Sporting pagou a Costa Aguiar comissão de 1,3 milhões

de euros por Bruno César, revela Football Leaks.

 

 

O pagamento de comissões não era suposto ser uma prática

da exclusividade de Direcções anteriores ?

 

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publicado às 05:22




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