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As frases mais marcantes do debate

Rui Gomes, em 20.03.13

 

«Ao longo deste tempo o Sporting tem alterado constantemente a sua liderança. Por isso as lideranças são o que são. A chave dos sucessos ou insucessos está aqui, a meu ver. E enquanto os sportinguistas não entenderem isto e se auto responsabilizarem, sócios incluídos, os ciclos virtuosos convertir-se-ão sempre em ciclos viciosos.» 

 

«O Sporting precisa de uma estratégia. Não é só dizer que se vai apostar na formação. O Sporting precisa de apostar na Academia, de ter um recrutamento bom, o que implica um scouting bom. O que é fácil é chegar com dinheiro e comprar jogadores. Tem de haver identidade dentro da equipa.»

 

«Só deverá ter conversa com Jesualdo Ferreira quem for eleito, mas estamos satisfeitos com a evolução recente. Quando formos eleitos vamos ter uma conversa, mas há confiança nele. Ele também tem de mostrar vontade em ficar e fazer parte do projecto. Temos alterado constantemente as lideranças e é preciso estabilidade. Treinador tem de ter estabilidade.»

 

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publicado às 06:51

Teatro de Operações Eleitorais (55)

Rui Gomes, em 16.03.13

 

Durante a sua visita ao Museu do Sporting em Leiria, José Couceiro reagiu às declarações de Bruno de Carvalho, logo após a chegada deste de Moçambique, em que o acusou de andar a falar mais sobre si do que sobre o Sporting: «Ele anda desatento. Eu vim falar de propostas para o Sporting, dele não nouvi nenhuma. Ouvi-o criticar-me e a falar de mim. Eu falei de propostas.»... Sobre a campanha, afirmou estar muito satisfeito pelo apoio fantástico dos adeptos e dos sócios sportinguistas, sentido-se cada vez mais confiante. No entanto lembrou que «quem está no desporto sabe que os jogos não são como começam, mas como acabam, portanto, até ao fim há jogo.» Além destas considerações, José Couceiro indicou, sem revelar as suas intenções, que Pedro Barbosa é «um excelente nome para director desportivo.»

 

Além do que já aqui referimos num prévio post, o candidato da lista B envergou por mais uma expedição de diabolização, totalmente irrelevante a esta campanha eleitoral e ainda mais distante do desenrolamento de soluções para o futuro do Sporting. Alegou este que documentos relacionados com as eleições de 2011 foram destruídos antes do tempo previsto, que é de um ano, insistindo que estes agora não existentes documentos comprovariam tudo aquilo que ele disse sobre essas eleições.

 

Esta acusação, baseada somente no «ele disse», nem merece qualquer comentário, sobretudo, porque é de impossivel ligação a este acto eleitoral em andamento e não apresenta seja o que for sobre as suas intenções para a liderança do clube. Inclusive, acho que é uma atitude impudente para com todos os sportinguistas que estão seriamente preocupados com o estado do seu clube e, deste candidato, só ouvem palavreado estéril. Muito por isto, mas não só, dá para compreender a verdadeira razão que o tem levado a fugir aos debates televisivos, mesmo depois de ter sido desafiado para o efeito, tanto por José Couceiro como por Carlos Severino.

 

Esta minha posição é totalmente desinteressada, em que não tenho qualquer ligação aos candidatos e a única consideração é o bem estar do Sporting. Compreendo que todos nós andamos à procura das pessoas certas e dos meios mais adequados para resolver toda a instabilidade que afecta a sobrevivência do Sporting, mas por amor a esta Instituição, não consigo compreender como é possível considerar apoiar um candidato à sua presidência, que exibe menos consciência dos seus actos do que um catraio no recreio da escola à zaragata com o resto da rapaziada.

 

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publicado às 03:11

Teatro de Operações Eleitorais (53)

Rui Gomes, em 14.03.13

 

Os candidatos Carlos Severino e José Couceiro participaram ontem num debate a dois em Mafra, organizado pelo Núcleo Sportinguista local, onde foram convidados a esclarecer as suas posições relativamente às suas principais ideias para o futuro do Clube. Segundo as informações, a audiência não era numerosa, mas muito interessada e participante, apresentando diversas perguntas aos candidatos.

 

A sessão encontrou um ponto comum nas críticas a Bruno de Carvalho por andar a esconder-se da participação em debates televisivos. Isto vem ao encontro das informações - com conhecimento de causa - que me foram dadas já há uns dias e reiteradas mais recentemente. Contrário ao que tem propagado por outros meios, Bruno de Carvalho tem vindo a impedir a realização deste fórum de diálogo entre candidatos por recear que «in loco» e com confrontação directa, a sua imagem de vendedor da «banha da cobra» venha a ser confirmada perante uma audiência nacional. Atrevo-me a sugerir que a sua viagem a Moçambique esta semana, a (simulado) pretexto de «estabelecer contactos com possíveis parceiros económicos» serve uma estratégia cuidadosamente elaborada em que um dos objectivos é impossibilitar a realização de debates. A sua zona de maior conforto é enunciar a sua demagogia através da comunicação social e perante pequenos aglomerados de sócios e adeptos sportinguistas, onde nunca lhe será exigido respostas difíceis para a resolução dos problemas do Sporting. 

 

A exemplo da entrevista hoje publicada no Jornal do Sporting - ao qual facultámos o acesso aos leitores no prévio post - as mesmas 30 perguntas foram apresentadas aos três candidatos:

 

P: Sendo todos defensores da aposta na formação, como será possível conciliar essa aposta com a ambição de conquistar títulos ?

 

BdC: Sim, sem dúvida. É necessário incutir uma nova mentalidade vencedora, rigor e ambição, muito querer, organização e uma liderança competente e forte.

 

P: Haverá alterações à estrutura do nosso futebol de formação e qual o papel da Academia no seu projecto ?

 

BdC: A Academia terá um papel reforçado, bem como a aposta na formação e as alterações decorrem do modelo enunciado em pergunta anterior.

 

Duas perguntas directas e claras com respostas demagogicamente bem adornadas mas sem explicação concreta alguma. E, em resposta à segunda, refere o entrevistador - e o leitor - à primeira, ficando todos a saber o mesmo, absolutamente nada.

 

Se estou a ser excessivamente crítico com esta minha análise, agradeço que me apontem onde estou equivocado.

 

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publicado às 02:47

Teatro de Operações Eleitorais (50)

Rui Gomes, em 10.03.13

 

Como já nos habituou, Bruno de Carvalho passa mais tempo de campanha eleitoral a diabilizar pessoas - presente e passado - do que na apresentação dos seus planos concretos para o futuro do Sporting: «Eu acho que um candidato que foi pressionado, que diz 48 horas antes que está a ser pressionado, só por milagre é que poderia operar uma mudança. Um candidato precisa de ter pessoas, ter projectos, ter ideias, conhecer, ter um passado de defesa do clube. Um passado activo. E isso eu tenho demonstrado aos sportinguistas.»

 

José Couceiro respondeu: «Nem me merece comentário. Quem não tem passado no desporto não merece que lhe responda. Aliás, nem sei qual é o passado dele. Se conseguimos fazer uma lista em 48 horas, como alega, imaginem o que faremos em anos. Eles tiveram anos para fazer uma e nem conseguiram escolher um sócio para *presidente da Comissão de Honra. Quando se entra por este tipo de diálogos é porque não se tem argumentos convicentes.»

 

* O presidente da Comissão de Honra de Bruno de Carvalho, Fernando Ruas, não é sócio do Sporting.

 

E assim andamos, e sem ainda ouvir algo concreto quanto ao agendamento de debates televisivos entre os candidatos. O único comentário adequado à supracitada troca de «mimos», é que também eu desconheço qual é o passado de Bruno de Carvalho de «defesa do clube». Só se define, nesse contexto, o que andou a fazer nestes últimos dois anos.

 

 

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publicado às 22:36

Ainda a questão dos debates e afins

Rui Gomes, em 04.03.13

 

Até parece que as equipas de candidatura andam a ler o blogue ou, então, no mínimo, serve para confirmar a informação que me chegou relativamente à dúvida sobre os debates. Depois de Carlos Severino, surgiu agora José Couceiro:

 

«As indicações que dei à minha candidatura é que estou disponível para todos os debates entre candidatos que possam esclarecer os sportinguistas.»

 

Ainda questionado sobre um rumor que alega a existência de um pré-acordo entre Jorge Jesus e um dos outros candidatos, José Couceiro respondeu:

 

«Isso é especulação e não vou falar de treinador durante esta campanha. O treinador do Sporting é Jesualdo Ferreira».

 

Este alegado rumor, com ou sem fundamento, não serve os interesses do Sporting neste delicado momento da época e dá para perceber que quem o divulgou na praça pública - jornalista ou outros - também não pretende ajudar a causa. Espero que o treinador do clube da Luz venha a desmentir esta informação e que, mesmo sem corresponder à verdade, não a use para reforçar a hipotética renovação do seu contrato com os encarnados.

 

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publicado às 20:49

A verdade inconveniente

Rui Gomes, em 26.02.13

 

Acho que a abordagem de José Couceiro aos problemas principais do Sporting, no seu discurso inaugural, foi honesta, realística e sensata. Não serve ninguém, muito menos o Sporting, elaborar adornos florais que não correspondem à realidade do momento. É de admitir que o fervor futebolístico entra em colusão com a contenção financeira, mas por esta não ser tão agradável e conveniente, não deixa de ser menos verdadeira.

 

Disse José Couceiro: «A má gestão desportiva levou ao desastre financeiro. Haverá uma redução significativa dos custos salariais e amortizações da equipa de futebol, o que implica apostar nos jogadores da formação e que a equipa tem de ser competitiva com menos.»

 

Sustentando o seu raciocínio e clarividência, temos de ter em consideração que o Sporting tem 375 milhões de passivo consolidado - anunciado há um ano - e 220 milhões de passivo na SAD, comunicados à CMVM em Setembro de 2012. O cenário financeiro piorou imenso com o investimento na equipa de futebol - 26 jogadores - a trazer um aumento de 43 por cento nos custos com pessoal, que dispararam de 29 milhões para 42,5 em apenas um ano. Daí, a maior causa do prejuízo de 46 milhões de euros, relativamente ao exercício de 2011/12 e a necessidade de baixar a folha salarial através da saída de oito jogadores durante o mercado de inverno.

 

O Sporting está ainda a lutar (matematicamente) por um lugar de acesso às provas europeias, circunstância que terá enorme impacto na nova administração. Mas, mesmo assim, e partindo do princípio que Jesualdo Ferreira se manterá na liderança técnica da equipa e no desenvolvimento de tantos jovens talentos - Couceiro e o professor já trabalharam juntos em Alverca - o novo líder terá, muito indica, um rumo traçado para a equipa principal que facilitará a sua missão.

 

Assente na premissa que o caminho para a recuperação financeira do Clube passa, forçosamente, pelo melhoramento da gestão desportiva, torna-se imprescendível, hoje mais do que nunca, ter pessoas na liderança com vastos conhecimentos de futebol e que se identificam perfeitamente com a modalidade, à raiz. Neste contexto, é indiscutível que José Couceiro supera significativamente os outros dois candidatos.

 

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publicado às 22:40

Insinuação mal disfarçada

Rui Gomes, em 26.02.13

Publica hoje o Diário de Notícias que soube, por «fonte próxima do candidato» que «José Couceiro conta com os apoios de José Roquette, José Eduardo Bettencourt e Godinho Lopes», inferindo óbvia ironia sobre a declarada intenção do candidato em querer romper com o passado e fazer o seu caminho sem influência de gestões anteriores.

A questão que surge é muito simples: José Couceiro para ser um bom presidente terá de deixar de falar com pessoas da sua convivência ?... A sua intenção de fazer o seu próprio caminho na liderança do Sporting é automaticamente negado pelo hipotético apoio destes sócios do Clube?... Os mesmos têm menos direitos do que quaisquer outros sócios e não lhes é permitida uma escolha livre ?

Tudo manobras finórias de campanha que, assente na proverbial fonte anónima, pode ser assumida como tendo originado com um dos outros candidatos, com as implicações à vista. O certo é que o rumor - e pior ainda, a insinuação - surge por iniciativa da dita fonte, daí é transportada por mãos amigas para um jornal, deste aparece nos espaços noticiosos online e, inevitalmente, é aproveitada cinicamente pelos escribas da blogosfera que apoiam os outros candidatos, nomeadamente Bruno de Carvalho. É um círculo vicioso que ocorre diariamente, sem responsabilização alguma.

 

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publicado às 19:25

Teatro de Operações Eleitorais (36)

Rui Gomes, em 26.02.13

 

- José Couceiro, sem revelar apoios, parcerias financeiras ou investidores, admitiu a abertura do capital da SAD com uma comissão económico-financeira formada por João Duque, Vinhais da Silva, Carlos Duarte de Almeida e João Pedro da Silva para salvaguardar os interesses do Sporting.

 

- Carlos Severino fez uma declaração/acusação de tão enorme gravidade que deixa qualquer um boquiaberto: «O presidente Godinho Lopes pediu e eu sou obediente: já me reuni com os bancos que apoiam a nossa lista e se ganhar as eleições levarei 25 milhões de euros para o Sporting. Mas também levarei a Polícia Judiciária para investigar as contas do clube. Quero saber como é possível que se chegue a quatro meses do final da temporada e se acrescente mais um défice de 25 milhões às contas do Sporting. Quero descobrir o que aconteceu. Por isso, preciso de levar os peritos da Polícia Judiciária.»

 

Ou o homem sabe algo que mais ninguém tem conhecimento ou, então, está completamente louco, ao fazer uma afirmação desta grave natureza. Por outro lado, isto é Portugal, onde tudo e mais alguma vale e onde não se olha a meios para atingir fins, com regularidade. Não se pode dizer o que ele disse sem factos comprovativos e, se os tem em seu poder, é sua obrigação divulgá-los às autoridades imediatamente.

 

Se o Sporting já está numa situação muito degradada, este acto eleitoral tem todo o potencial para o conduzir à ruína total. Ao ponto que se chegou!

 

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publicado às 04:18

Teatro de Operações Eleitorais (35)

Rui Gomes, em 25.02.13

 

Em resposta às críticas de Bruno de Carvalho, José Couceiro disse ao jornal A Bola que «A nossa campanha será pelo Sporting. Nós recusamos fazer uma campanha contra alguém, queremos fazer uma campanha pelo Sporting. Não há receitas milagrosas e o problema tem de ser resolvido por todos os sportinguistas. É importante o novo presidente devolver o orgulho aos sportinguistas. Agradeço a preocupação de Bruno de Carvalho. è um sinal de que somos uma boa equipa, estamos no caminho certo e quem está de facto no caminho da mudança somos nós. Quem não está habituado à competição fica nervoso muito cedo.»

 

Entretanto, Bruno de Carvalho fez mais algumas declarações interessantes: «Reuni-me com os bancos e tenho parcerias com bancos que estão disponíveis para avançar, mas que sabem perfeitamente que quem manda sou eu.»

 

Depreende-se, portanto, que não há investidores, mas sim mais bancos. A título de curiosidade, e não só, os sócios do Sporting gostariam de saber quais são os bancos que formaram parcerias com Bruno de Carvalho.

 

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publicado às 11:17

Teatro de Operações Eleitorais (20)

Rui Gomes, em 18.02.13

 

É a semana dos esclarecimentos e o primeiro do dia foi por Pedro Baltazar, anunciando que não se vai candidatar: «O cenário é negro. Reflecti, aguardei serenamente mas não entendo ser o momento ideia para liderar um projecto para o nosso clube. Porém, estou disponível para contribuir para ajudar o clube a ter uma melhor gestão e mais sucesso, num cenário de candidatura credível e que dê garantias de credibilidade e honestidade a todos os sportinguistas.» Rraduzido em linguagem clara, esta asserção de Pedro Baltazar limita-se a sublinhar que apesar do seu maior desejo, não tem uma base de apoio que lhe permita avançar com uma candidatura que lhe proporcione oportunidade mínima de vencer as eleições. Por conseguinte, assente nesse seu mesmo desejo, está receptivo a inclusão em uma lista com probabilidades superiores de sucesso. Esta disposição do ex-candidato não surpreende, ficando agora a expectiva sobre qual vai ser o candidato que lhe proporcionará essa participação.

 

Numa outra frente do teatro de operações, é hoje alargamente noticiado que José Couceiro vai mesmo avançar com a sua candidatura e que está agora a recolher as necessárias assinaturas. Sendo verdade - e muito indica que é - deixa alguma expectativa no ar quanto à sua base de apoio, inclusive da banca, e ainda relativamente à sua equipa de colaboradores, já que se deve antecipar que José Couceiro pretenderá assumir controlo sobre o todo do futebol leonino, além da presidência do Conselho Directivo.

 

Por outro lado, o jornal «A Bola» noticia que Bruno de Carvalho já tem uma lista, onde se afigura Jaime Marta Soares - actual presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses e da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, que fez parte do demissionário Conselho Leonino - como presidente da Mesa da Assembleia Geral e Jorge Bacelar Gouveia - antigo deputado do PSD - como presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar. A chamada «Comissão de Honra» - ultrapassa-me a necessidade desta -  será encabeçada por Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, e incluirá o ex-avançado Jorge Cadete, o jogador de futebol de Praia Madjer e a fadista Maria Armanda. Manuel Pedro Gomes também aparenta estar incluido na lista de considerações para uma qualquer posição, assim com o também antigo futebolista Virgílio Lopes, que já apoiou Bruno de Carvalho no último acto eleitoral. Este, para uma eventual posição na estrutura do futebol, especialmente considerando a ausência de Augusto Inácio. O actual treinador do Moreirense torna-se num caso algo intrigante, já que era o homem forte do futebol de BdC nas última eleições e tem vindo a acompanhá-lo nestes últimos dois anos de campanha contínua. No entanto, aceitou ir para Moreira de Cónegos com o cenário de eleições antecipadas já bem à vista.

 

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publicado às 15:59

Candidato José Couceiro ?

Rui Gomes, em 05.02.13

 

José Couceiro aparenta estar receptivo a uma condidatura, mas fez uma declaração algo ambígua: «Ter uma equipa de gestão com competência, em que haja solidariedade entre todos os elementos. Não é o futebol como uma ilha e depois a Direcção financeira como outra ilha. Tem de haver essa coesão interna. Tem de haver solidariedade instituicional, se não houver torna-se tudo mais complicado. Essa é uma questão que eu não abdico. A segunda, evidentemente, tem a ver com as questões de ordem financeira. Não há ninguém que consiga enfrentar esta situação se os problemas de tesouraria lhe surgirem todos os dias.»

 

Subscrevo, na íntegra, as palavras de José Couceiro, por fazerem perfeito sentido, embora a sua receptividade para assumir a presidência não seja bem esclarecida. O artigo noticioso visa introduzir a sua potencial candidatura no próximo acto eleitoral, no entanto, as suas palavras dão indicações de serem mais dirigidas à sua disponibilidade para ocupar o cargo do momem forte do futebol, sob um Conselho Directivo não por si liderado. Isto, porque ele é uma pessoa inteligente e bem formada e sabe muitíssimo bem que as questões de ordem financeira estão mais ligadas ao presidente do clube do que, até, o próprio futebol e que assumindo a presidência ele teria de lidar e tentar resolver essa complexa disposição e não depender de terceiros para o efeito. Teremos de aguardar uma explanação mais definida da sua posição.

 

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publicado às 20:58

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