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Gostei muito de ler uma entrevista que Ryan Gauld concedeu recentemente ao jornal escocês Daily Record, na qual ele aborda com muita franqueza e, creio, realismo, a sua experiência em Portugal e no Sporting, até este momento, assim como a sua cedência ao Vitória de Setúbal.

 

Recorde-se que Ryan Gauld foi contratado ao Dundee United em Julho de 2014, e depois de duas épocas na equipa B, foi para a campanha em curso emprestado ao Vitória de Setúbal, que, por mera coincidência, é novamente orientado por José Couceiro.

 

O jovem de 20 anos faz algumas admissões algo surpreendentes e deixa bem vincado que o seu objectivo primordial é regressar ao Sporting, a fim de integrar a equipa principal. Demonstra muita maturidade pela forma como analisa a sua actual situação, assim como os objectivos pessoais que assumiu:

 

«Sinto que há pessoas na Escócia que estão à espera de me ver fracassar. Algumas destacam o facto de não ter ainda feito muitos jogos, mas esse tipo de críticas só me motiva ainda mais. O primeiro pensamento que me vem à cabeça é, 'bem, vou provar que estão errados'.

Desde que vim para Portugal aprendi dez vezes mais do que teria aprendido se tivesse ficado na Escócia. Cresci imenso como pessoa nos últimos dois anos. Amadureci muito e tive de aprender como é a vida. Meti na cabeça que se regressasse ao Reino Unido num empréstimo a um clube as pessoas veriam nisso o assumir do fracasso.

 

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A minha decisão de continuar em Portugal deve-se a estar convencido que é a melhor forma de ganhar o meu espaço no Sporting. Assim que soube que o Vitória estava interessado em mim, e que o Sporting aprovaria o empréstimo, fiquei muito interessado em ir para Setúbal. Tenho menos jogos do que todos os meus companheiros, por isso vai levar tempo a ganhar um lugar na equipa. Mas tive tempo de jogo na selecção sub-21, o que significou que me aproximei do nível desejado.

Continuo a ver-me ao serviço do Sporting no futuro. Este empréstimo vai dar-me tempo de jogo na liga e depois regressarei ao Sporting na próxima temporada para fazer a pré-época. No Vitória é diferente, mas a cidade é simpática e tem tudo o que preciso no que toca a lojas e restaurantes.

Em Portugal sou agora visto como um médio puro e não tanto como um '10'. O Sporting considera-me um 'box-to-box' e fico feliz por jogar com essa missão. Como é óbvio, sinto que a minha posição mais natural é no apoio ao ataque, mas estou a aprender este novo papel e estou a gostar.

Não quero perder criatividade no meu futebol. Foi por isso que o Sporting me contratou, por aquilo que posso fazer no último terço do terreno. Tenho de manter essa criatividade e usá-la quando estiver no ataque. Agora só preciso de evoluir na parte defensiva».

 

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publicado às 05:24




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