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Oportunidade a não desperdiçar

Rui Gomes, em 03.12.16

 

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Pela primeira derrota do Benfica no campeonato, diante do Marítimo, por 2-1, o Sporting tem agora uma oportunidade óbvia de recuperar terreno perdido e ficar apenas a dois pontos do líder, vencendo o Vitória de Setúbal.

 

Antes de quaisquer festejos prematuros, recorde-se que o Sporting tem o mau hábito, quase tradição, de desperdiçar estas ocasiões.

 

Para sublinhar a importância de uma vitória este sábado, lembramos que o «derby» entre os eternos rivais disputa-se na próxima jornada, a 11 de Dezembro.

 

Ainda sobre a visita dos "encarnados" à Madeira, o incomparável Alberto João Jardim afirmou:

 

«O Marítimo é uma nação, o Benfica é um clube de bairro»

 

Perante isto, nada mais a comentar.

 

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publicado às 05:02

O "olhómetro" hoje não funcionou

Rui Gomes, em 19.09.16

 

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Na realidade, nem valerá a pena micro analisar a performance do Sporting em Vila do Conde, dado que muito pouco ou nada se aproveitou. O único positivo que me vem à ideia, entre tanto de negativo, é a assistência de Gelson Martins no golo de Bas Dost.

 

Foi um Sporting muito mal organizado e nada eficaz, em todos os aspectos do jogo, que se viu este domingo diante do Rio Ave. Quando tentou "abrir os olhos" já perdia por três golos, em três oportunidades aproveitadas pelo adversário.

 

Pelos golos sofridos, é evidente que houve problemas defensivos, mas, a bem dizer, não da exclusividade dos defesas, uma vez que em determinadas alturas verificou-se um colapso geral da equipa.

 

São exibições destas que sublinham o meu desde sempre argumento que entre tantas contratações, continuamos a não ter laterais à altura do resto da equipa, nomeadamente do lado esquerdo. Bruno César não passa de um remendo e, hoje, esteve a léguas do seu melhor.

 

Jorge Jesus poderá explicar as mexidas no onze, depois do jogo a meio da semana. Não sei se foi apenas por aqui que a equipa esteve tão mal neste desafio e praticamente nunca se encontrou. Mas um aspecto continua em evidência, já comentado mesmo nas vitórias; dificuldades na construção de jogo e ineficácia gritante no último passe.

 

É verdade que não se ganha ou perde campeonatos à quinta jornada, mas hoje foi um alerta que não pode ser ignorado. Menos "paleio" e mais trabalho de qualidade.

 

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publicado às 08:14

 

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Dizer que foi uma exibição muito decepcionante por parte do Sporting, é dizer muitíssimo pouco, considerando que foi superado pelo FC Porto em todos os aspectos do jogo, do primeiro ao último minuto. Em abono da verdade, é impossível apontar um único positivo, salvo, porventura, só sofrer três golos.

 

É por de mais evidente que o Sporting não esteve à altura do desafio que o esperava no Dragão, e muito embora possam existir múltiplos factores para explicar o desaire, parece ser claro que um dos principais é, pura e simplesmente, que não tem um plantel com a profundidade qualitativa necessária para disputar dois jogos ao mais alto nível, em três dias, nesta altura da época.

 

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A equipa leonina nunca se impôs no meio campo, nunca controlou a bola, não existiu jogo de transição e muito menos ainda um ataque consistente. Quando o primeiro pontapé de canto - e salvo erro o único - apenas surge aos 37 minutos, e faz-se 4 remates no primeiro tempo, dispensa-se mais argumentos. A defesa, nomeadamente o lado esquerdo patrulhado por Tobias Figueiredo e Jonathan Silva, esteve nada menos do que desastroso, com o espanhol do Barcelona, Tello, a levar sempre a melhor e a registar um "hat-trick", em quatro remates.

 

Não vale a pena massacrar o tema. Foi um mau dia e um péssimo jogo, nada mais. É necessário agora olhar em frente, porque na próxima quinta-feira há um outro importante desafio, pela visita ao Nacional, em jogo das meias-finais da Taça de Portugal.

 

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Com este resultado, o Sporting fica a 12 pontos do líder Benfica e a 8 do 2.º classificado FC Porto. Será justo afirmar que a luta daqui em diante será para o terceiro lugar - que dá acesso à Liga dos Campeões - com o SC Braga a um mero ponto de distância.

 

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publicado às 21:38

Sporting B goleado pelo Aves

Rui Gomes, em 15.02.15

 

 

Depois de três vitórias consecutivas, a equipa B do Sporting visitou e foi goleada pelo Aves, por 4-0, em jogo da 27.ª jornada da II Liga. Os "leões" já perdiam por 2-0, ao intervalo, com um infeliz auto golo da Rami Rabia.

 

Com este resultado, o Sporting situa-se em 12.º lugar, com 39 pontos, a 11 do líder Tondela. O Aves, com 31 pontos, encontra-se em 18.º lugar.

 

João de Deus

 

«Esta atitude não é aceitável, estamos todos desiludidos. Temos de dar uma resposta diferente no jogo com o Beira-Mar e mostrar mais carácter, mais vontade e atitude.»

 

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publicado às 16:12

Alguma imaturidade ajuda a explicar

Rui Gomes, em 21.01.15

 

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Depois de estar a vencer por 2-0 e a praticar bom futebol, algum excesso de confiança e imaturidade terão contribuído para a quebra de rendimento e os golos que levaram à derrota.

 

A equipa do Sporting:

 

Marcelo Boeck; André Geraldes, Rami Rabia, Naby Sarr (Cristian Ponde, 88') e Jonathan Silva; Oriol Rosell, Wallyson (Sacko, 78') e Ryan Gauld; Daniel Podence (Gelson Martins, 78'), Ricardo Esgaio e Junya Tanaka.

 

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6' - golo de Ryan Gauld. Excelente combinação entre Daniel Podence e Tanaka, com este a "oferecer" o golo a Ryan Gauld à boca da baliza.

 

19' - golo de Ryan Gauld. Um remate bem colocado pelo médio escocês, e com o pé direito, ele que é esquerdino, sem defesa para o guarda-redes do Belenenses.

 

38' - golo de Camará. Se houve dúvidas no golo de Fredy Montero frente ao Rio Ave, este, na minha opinião, é bem claro. Camará comete falta sobre Rami Rabia, que caiu no relvado, para então se isolar perante Marcelo Boeck e rematar para golo.

 

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54' - golo de Dálcio. Boa jogada individual do avançado do Belenenses, com Marcelo Boeck a ser mal batido no remate.

 

61' - golo de Camará. Grande penalidade assinalada por mão de Sarr. O defesa do Sporting para a bola com o peito, junto ao relvado, e esta terá ido então à mão. Não é claro se o lance foi ajuizado pelo árbitro ou pelo auxiliar ou se a falta foi assinalada no contacto inicial ou no segundo.

 

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Notável quebra de rendimento por parte do Sporting na segunda parte. Oriol Rosell muito mal no passe; Sarr a confirmar que necessita de tempo e crescimento no seu jogo; algumas boas indicações por Rami Rabia, mas ainda não está à altura da equipa principal. Curioso que André Geraldes evidenciou-se muito menos hoje, a jogar no seu mais natural lado direito, do que nos outros dois jogos no lado esquerdo.

 

Em análise final, teremos também verificado algumas das razões que levaram a equipa B a ter uma época menos conseguida.

 

Fraca equipa de arbitragem.

 

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publicado às 21:21

 

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Reconheço que o Sporting defrontou um adversário muito superior, que erros foram cometidos - alguns bem infantis - como a falta para grande penalidade, logo aos 7 minutos, por Ricardo Esgaio, e que dois ou três jogadores esqueceram-se de comparecer - a exemplo de William Carvalho que fez o pior jogo que já se viu dele em dois anos.

 

Com tudo isto, aponto o dedo ao treinador, pelo seu sistema de jogo - um 4x3x3 que não conseguiu lidar com o meio campo do Chelsea, fazer pressão mais alta e muito menos ainda assumir algum controlo de jogo - e pelas suas opções. Quantos lances inconsequentes de Diego Capel ?... Quantas bolas perdidas nos pés de Slimani ? E onde estava o apoio ao eixo defensivo ? Uma coisa é não jogar para o empate, outra, muito diferente, é não tomar determinadas precauções perante um adversário chamado Chelsea.

 

 A perder por dois golos ao intervalo insistiu na mesma equipa para o segundo tempo. Se isto não é pura teimosia, não sei o que é. Desperdiçou cerca de 20 minutos - e já a perder por 3-1 - para então fazer entrar Montero e Carlos Mané, dois jogadores, ou pelo menos Montero, que deviam ter entrado de início.

 

Em análise final, o Sporting desperdiçou uma bela oportunidade para garantir mais uns milhões e continuar na Liga superior. O apuramento para a Liga Europa não compensa este desperdício.

 

P.S. Mesmo em derrota, os melhores jogadores em campo, na minha opinião, foram André Carrillo e Jonathan Silva. Pena que tantos outros tivessem ficado na "sombra da bananeira".

 

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publicado às 21:34

 

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Este jogo nem exige muito comentário: "apenas" o pior da época, em que tudo faltou do primeiro ao último minuto. Se Montero nem se viu num extremo do relvado, no outro, Cédric e Maurício estiveram simplesmente desastrosos. Pelo meio, uma linha média sem energia, sem dinâmica, acentuadamente inconsequente. É óbvio que estiveram duas equipas em campo e que há mérito por parte do V. Guimarães, mas a história do jogo centra-se, sobretudo, indiscutivelmente, na "ausência" do Sporting.

 

Se os jogadores têm andado a prestar atenção às manchetes noticiosas, que este jogo sirva para abrirem os olhos e reconhecerem que há muito futebol para jogar e que nada se consegue sem total entrega e trabalho.

 

Não altera a péssima exibição leonina, mas o segundo golo do V. Guimarães surge por um jogador em posição irregular e o lance que dá em grande penalidade ser assinalada é precedido por "jogo perigoso" por parte de um avançado vimaranense.

 

Ficamos, assim, com a primeira derrota da época na Liga.

 

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publicado às 20:01

 

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Não assisti ao jogo, mas quando uma equipa como a do Sporting sofre dois auto-golos, e ainda por cima em um "derby", só pode ser por enorme infelicidade.

 

Em jogo a contar para a 7.ª jornada do Campeonato Nacional, o Sporting foi vencido pelo Benfica, por 2-3, em jogo realizado no Pavilhão Multiusos de Odivelas.

 

Os auto-golos foram da autoria de Alex e Cristiano, enquanto que os "leões" a facturarem na baliza adversária foram Fábio Lima e Pedro Cary.

 

Com estes três pontos perdidos, o Sporting situa-se em 2.º lugar na classificação, um ponto atrás do rival do outro lado da Segunda Circular.

 

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publicado às 20:34

Grande injustiça !!!

Rui Gomes, em 21.10.14

 

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Nem sei bem como começar esta crónica, tal a minha indignação com aquela injusta decisão, aos 90'+2, que ofereceu - literalmente - a vitória ao Schalke 04, por 4-3, sobre o Sporting.

 

O "azar (?)" nunca anda sozinho e num jogo em que a equipa leonina liderava, por 1-0, com o golo de Nani,  aos 16', e sentia-se confortável no terreno, tudo mudou em apenas 10 minutos: a lesão de Slimani aos 24', que levou à sua substituição por Montero; a expulsão de Maurício - acho o segundo amarelo de critério excessivamente rigoroso, mas o defesa brasileiro devia ter tido mais cautela, sabendo que já jogava com um cartão; e, por fim, aos 34', o golo do empate do Schalke 04, num lance em que Rui Patrício foi mal batido, ao deixar a bola fugir-lhe das mãos para dentro da baliza.

 

Em situação de inferioridade numérica, o terceiro golo alemão acabaria por surgir num lance de bola parada, aos 51'; acho que foi Naby Sarr que foi batido pelo cabeceamento do capitão do Schalke 04. Mesmo em clara desvantagem, grande mérito para a equipa leonina que nunca baixou os braços e deixou de lutar pelo resultado, desempenho que acabaria por ser premiado quando falta para grande penalidade é sofrida por André Carrillo, para execução com perfeição por Adrien Silva, aos 64', para reduzir o marcador.

 

O bem merecido golo do empate surge pelo cabeceamento de Adrien Silva a excelente cruzamento de Cédric Soares, aos 78'. Ainda assim, o Sporting continuou a pressionar na procura do golo da vitória, quando aos 90+2 minutos é assinalada uma injusta grande penalidade por suposta infracção de Jonathan Silva. Corrigem-me se vi mal, mas fiquei com a ideia de que a bola vai à cara do defesa argentino e daí ressalta para o braço, sem movimento voluntário por parte deste. O árbitro nada assinala, mas o juiz de baliza decidiu intervir e indicar a falta para grande penalidade.

 

É verdade que alguns erros foram cometidos, mas no todo do jogo assistiu-se a uma clara demonstração da grande garra desta equipa do Sporting, que mesmo confrontada com diversas adversidades, nunca perdeu a concentração, a organização de jogo e o querer vencer. Merecia melhor sorte e uma arbitragem mais competente e imparcial.

 

Acho que não devemos individualizar num desafio em que prevaleceu o colectivo. Hoje, mais do que nunca, mesmo em derrota, Marco Silva convenceu-me quanto à qualidade do seu trabalho no Sporting.

 

Adenda: Já tive ocasião de rever o lance da grande penalidade, diversas vezes, e confirma-se, de modo esclarecido, que a bola não faz contacto algum com o braço de Jonathan Silva, somente com a cara.

 

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publicado às 21:43

 

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 Depois de vencer em casa o Sporta Hlohovec, no sábado passado, por 34-24, a equipa de andebol do Sporting deslocou-se ontem à Eslováquia, onde acabou por ser derrotada, por 33-28.

 

Mesmo assim, segue em frente na Taça EHF e irá agora disputar a terceira ronda.

 

Os melhores marcadores nesta partida foram Pedro Portela com 8 golos e Pedro Solha com 6.

 

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publicado às 07:58

Porquê mudar a tradição ?

Rui Gomes, em 08.09.14

 

 
 
Portugal tem entrado frequentemente nestas competições a perder pontos com equipas que tem a obrigação de vencer e poucas se algumas indicações foram dadas de se querer mudar esta quase tradição, especialmente sem Cristiano Ronaldo em campo. A muito propagada renovação de Paulo Bento resultou, pura e simplesmente, em mais do desagradável mesmo, senão ainda pior.
 
Muito sinceramente, até já se torna redundante analisar os quês e porquês deste estado das coisas que perdura já há algum tempo, mas se algumas ilações se podem apurar deste jogo com a Albânia - inevitavelmente a serem menosprezadas por quem de direito - é que a equipa das quinas necessita, urgentemente, de novas ideias, de uma outra filosofia de jogo e de quem lidere com convicção e carisma, exigências que não se limitam ao seleccionador nacional.
 
A fase de apuramento para o Euro 2016 só agora começou, mas, uma vez mais, já andamos com a calculadora na mão... 
 

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publicado às 01:24

Quem não marca sofre...

Rui Gomes, em 10.08.14
 

 

... sempre foi assim e sempre será ! O Sporting foi uma equipa claramente superior ao Sporting de Gijón, da segunda divisão espanhola, controlou a bola e o jogo uma boa parte dos 90+3', mas quando se chega ao último terço do terreno sem ideias e ainda menor eficácia, é muito provável que mais cedo ou mais tarde a factura pelos pobres serviços seja apresentada. E foi precisamente o que aconteceu: em duas jogadas de cobertura defensiva faltosa, uma delas de um lançamento da linha lateral, os espanhóis marcaram dois golos e o resto é história.

 

 

Correndo o risco de me tornar repetitivo, este 4x3x3 do Sporting é muito previsível e preocupante, com as jogadas sempre a serem conduzidas pelas alas, sem profundidade e criatividade pelo corredor central para criar desequilíbrios, perante um adversário sempre posicionado atrás da linha da bola. Terá de haver uma muito superior eficácia nos cruzamentos, inexistente hoje, penetração pelo miolo, também ausente, e uma outra dinâmica ofensiva.

 

Marco Silva tem ainda muito trabalho pela frente e com o campeonato a começar dentro de uma semana, o tempo é escasso.

 

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publicado às 03:30

Primeira derrota da pré-época

Rui Gomes, em 29.07.14
 

 

 

Apenas assisti aos derradeiros 25 minutos da derrota do Sporting frente ao Twente, por 0-2, pelo que só me é possível escrever um breve comentário para permitir uma troca de impressões entre leitores, caso desejarem. Cheguei a tempo, no entanto, para ver a jogada algo infantil de Mauricio ao tentar marcar um golo com a mão, que resultou na sua expulsão, por acumulação de amarelos.

 

Segundo as informações que me chegaram, foi um Sporting sem grandes ideias que entrou no relvado do "Sportpark Het Midden", em Vriezenveen, para o último particular do estágio na Holanda. Marco Silva efectuou algumas alterações relativamente ao último onze inicial, com André Geraldes no lugar de Cédric Soares, e ainda William Carvalho, Carlos Mané e Junya Tanaka. Pouca profundidade ofensiva e sem qualquer penetração pelo corredor central, uma já conhecida característica do Sporting da época passada que ainda perdura no início da nova temporada.

 

André Carrillo terá sido o "leão" mais dinâmico em campo, mas mal acompanhado neste jogo. William Carvalho ainda muito preso nas movimentações e Tanaka, a ponta de lança, sem oportunidade alguma para ameaçar a baliza adversária. Com a entrada de Rosell, Diego Capel e Fredy Montero na segunda parte, o Sporting apresentou-se mais destemido, mas não o suficiente para fazer a diferença no marcador.

 

Mais um jogo em que o jovem Ryan Gauld não entrou. Cada vez mais estou a ficar com a ideia de que é mais um para fazer estágio de longo prazo em Alvalade, antes de começar a jogar.

 

O Sporting regressa amanhã a Portugal, para se preparar para o jogo de apresentação aos sócios e adeptos, frente à Lazio, no dia 1 de Agosto.

 

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publicado às 03:16

 

 
Uma goleada, uma expulsão, uma grande penalidade, duas lesões e uma exibição para esquecer - ou talvez não. Podemos discutir a arbitragem - há alguma causa para isso - mas, sobretudo, podemos e devemos discutir a equipa portuguesa e uma estratégia de jogo difícil de identificar, especialmente depois do penálti aos 11 minutos.
 
Seja a referida estratégia, a superioridade do adversário ou o calor - ou a combinação de todos estes factores - fica-se com a ideia que Portugal nunca se encontrou e que tudo o que ocorreu foi simplesmente uma consequência inevitável.
 
É verdade que João Pereira puxou o avançado alemão pelo braço, mas é igualmente verdade que este também recorreu a falta para ganhar posição sobre o defesa português. O árbitro com rigor absoluto e com critérios discutíveis, não hesitou. A acção de Pepe foi uma infantilidade intolerável a este nivel de competição, mas será que há causa para cartão vermelho directo ?... O árbitro entendeu que sim e agiu novamente sem hesitação. Pela lesão de Hugo Almeida, Hummels apanhou tanto da bola como do homem, o árbitro exerceu os mesmos critérios e nem falta assinalou. O segundo golo é inadmissível: o avançado saltou e cabeceou entre Pepe e Bruno Alves, praticamente na pequena área. Salvo uma ou outra jogada esporádica, Portugal nunca assentou as suas manobras ofensivas e as oportunidades de perigo foram escassas. Em geral, uma equipa portuguesa com muito pouca dinâmica e organização de jogo e com o passar dos minutos a jogar com dez unidades e a sofrer golos, a força anímica desapareceu completamente.
 
Nada há agora a fazer em relação a este jogo, mas também nada está perdido, mas terá de haver uma enorme recuperação psicológica por parte dos portuguese para viabilizar a continuidade na competição além da fase de grupos.
 
Primeiro a Espanha e agora Portugal. Quem diria ?
 

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publicado às 04:50

 


Não era o que se esperava e desejava, mas o último jogo da época viu um Sporting muito combalido em campo, com (muita) falta de quase tudo do que seria necessário para evitar a primeira derrota em Alvalade da campanha de 2013/14. Perante um Estoril Praia a jogar em linhas baixas - o que já era expectável - e a limitar-se a povoar o meio campo e a atacar em transição, o Sporting demonstrou muito pouca intensidade de jogo e, sobretudo, falta de soluções no último terço do terreno, contribuindo para a ideia de que esta equipa já deu o que tinha para dar já há algumas semanas. A grande penalidade falhada por Adrien Silva, aos 17 minutos, apenas serviu para acentuar a insuficiência da equipa nesta altura.

Leonardo Jardim fez regressar Fredy Montero à titularidade, creio que com a clara intenção de moralizar o jogador com a próxima temporada em vista, mas salvo alguns pormenores que já se lhe são conhecidos, acabou por ser inconsequente onde mais conta: frente à baliza, em grande parte pela incapacidade de penetração pelo Sporting. A algo surpreendente substituição de André Carrillo aos 38 minutos, para fazer entrar Carlos Mané, terá dado mais alguma dinâmica ao jogo leonino pelo corredor central, mas insuficiente para permitir alterar o marcador.

Houve finalmente a oportunidade de ver Shikabala em campo - entrou aos 77 minutos em substituição de Diego Capel - mas é injusto fazer qualquer tipo de apreciação. Demonstrou de imediato os seus dotes técnicos - característica que já lhe era reconhecida - e velocidade, mas o verdadeiro teste só surgirá na próxim época.

Se algo de útil advém deste desafio, foi a clara indicação daquilo que muitos de nós já comentámos e que o próprio treinador sublinhou na conferência de antevisão à jornada: para objectivos competitivos mais elevados, será necessário melhores soluções. Ficamos agora na expectativa de ver as movimentações por parte do presidente e da SAD.

Se não ouvi mal, estiveram presentes em Alvalade 35,794 espectadores. Mais uma vez, falta de apoio não houve.

 

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publicado às 18:01

 

A ingrata realidade é que o Sporting ficou longe, mesmo muito longe, de fazer o que era necessário para poder ganhar este jogo. A equipa entrou muito nervosa em campo e passou os primeiros 45 minutos totalmente ao lado do jogo, em contexto, sem se conseguir impor minimamente no meio campo e com enormes dificuldades em reagir devidamente às jogadas de transição do Benfica. Em abono da verdade, o resultado ao intervalo pecou por escasso., dado que os "encarnados" tiveram diversas oportunidades para dilatar o marcador.

Verificou-se alguma melhoria na segunda parte por parte do Sporting, mas não o suficiente para conseguir contrariar o adversário que foi superior quase todo o desafio. Seja qual for o sistema de jogo que Leonardo Jardim apresente em campo, sem um médio criativo continuamos com os mesmos problemas de sempre em jogar no miolo, em penetrar a área defensiva dos adversários e em servir os avançados. Na realidade, a única ocasião que me vem à ideia que ofereceu a possibilidade de golo, foi o remate de Heldon por cima da trave.

Muitos jogadores a jogar significativamente abaixo do expectável, reflectindo-se em um colectivo muito inferior. Aliás, com o passar de cada jogo, tem-se evidenciado um decréscimo na intensidade da equipa, porventura pelo excesso de utilização dos mesmos 12 ou 13 jogadores ao longo da época. O meio campo acusou, e de que maneira, a ausência de William Carvalho, as investidas pela ala esquerda por Jefferson também fizeram muita falta, Slimani lutou no jogo aéreo mas foi inconsequente no resto e Heldon, na sua estreia de leão ao peito, sem deslumbrar de modo algum, deixou algumas boas indicações.

O Sporting desce assim para o terceiro lugar, um ponto atrás do FC Porto e a cinco do líder Benfica, com 12 jogos por jogar e 36 pontos por disputar.

Não posso deixar de comentar que gostaria de "ouvir" novamente as teorias daqueles que refutam a necessidade de fazer a gestão dos amarelos com jogadores importantes. William Carvalho não jogou hoje porque Leonardo Jardim também erra a pensar dessa maneira, argumentem o que desejarem. O treinador ainda mais me irritou pela sua afirmação na entrevista pós-jogo que William (e Jefferson) foi "uma baixa importante". Assim foi porque ele quis, porque recusou "limpar" os amarelos do médio no jogo com a Académica, não entendendo que era muito mais importante a sua disponibilidade contra o Benfica.

 

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publicado às 22:25

Sporting B 1 Desportivo das Aves 2

Rui Gomes, em 27.09.13

 

 

A equipa B do Sporting sofreu hoje a sua quinta derrota da campanha 2013/14, perdendo em Alvalade com o Desportivo das Aves por 2-1. O golo solitário dos leões foi marcado por Luka Stojanovic que entrou em campo aos 64 minutos.

O Sporting encontra-se agora provisoriamente em 14.º lugar com 9 pontos, assente em 3 vitórias a acompanhar as 5 derrotas, com apenas 7 golos marcados e 12 sofridos.

 

Não assisti ao jogo e, por isso, não o vou comentar, mas segundo as reportagens noticiosas houve muita ineficácia ofensiva por parte dos leões, com Cissé a ser apontado como "o mais perdulário".

 

Abel Ferreira que me desculpe mas a sua tese de que as dificuldades devem-se simplesmente ao aumento de exigências na passagem dos juniores para os seniores, fica longe de explicar tudo, especialmente considerando que a equipa ainda hoje alinhou com Welder, Rúben Semedo, Nuno Reis, João Mário, Edelino Ié, Filipe Chaby e Cissé, que não são jovens totalmente inexperientes.

 

Se dermos asas à imaginação - e não é preciso muita - contabilizando o potencial para produção ofensiva entre os não inscritos e os que foram emprestados, sem maior razão de ser, o cenário poderia ser muito mais agradável, tanto quanto ao colectivo como individualmente. E... não me vou dar ao trabalho de reiterar as minhas dúvidas sobre o que eu considero ser a promoção prematura do treinador.

 

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publicado às 21:35

Céu nebuloso...

Rui Gomes, em 18.08.13

 

 
com sinais de tempestade para os lados de Carnide.
 

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publicado às 20:30

Quem não marca sofre !

Rui Gomes, em 07.08.13

Uma muito boa primeira parte pelo Sporting onde só faltaram os golos nas diversas oportunidades criadas. Já o mesmo não se pode dizer dos segundos 45 minutos, a fluidez de jogo e alguns jogadores desapareceram e mais um má cobertura defensiva permitiu o único golo da partida.

 

A estreia a titular de Magrão no meio campo, dando claras indicações de ser um jogador experiente mas não é o 10 que o Sporting tanto precisa. Montero esteve mais envolvido nas acções deste jogo e poderia ter marcado, mas continua muito sozinho na frente do ataque. Wilson Eduardo bem nos primeiros 45 minutos mas muito menos influente na segunda parte. É evidente que este Sporting ainda está longe do que se pretende e Leonardo Jardim continua com muito trabalho pela frente.

 

Por fim, a questão que mais me incomodou durante o jogo: temos outro "caso" em Eric Dier ?... Como explicar a sua total ausência nos dois jogos do torneio no Algarve ?... Decerto que não é Maurício que lhe tira o lugar.

 

Uma situação que exige explicação.

 

Nota: Leonardo Jardim louvou a primeira parte da equipa e lamentou a finalização, confiante que esta vai aparecer. Entende que a equipa está a progredir, o que até pode ser o caso, mas os jogos têm 90 minutos e verificam-se muitas oscilações de rendimento.

 

Adien sofreu um entorse no pé que, em princípio, não aparenta ser grave e a única explicação sobre Eric Dier é que ficou fora "por precaução". Esperamos que seja apenas isso. 

  

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publicado às 23:08

Mundial sub-20: mais do eterno mesmo

Rui Gomes, em 03.07.13

 

Como quase sempre nestas provas internacionais, Portugal consegue fazer o mais difícil: ser derrotado por uma equipa perfeitamente ao alcance através de golos escandalosamente falhados e erros defensivos infantis. Começou logo no primeiro minuto com Aladje mesmo em cima da linha de golo a fazer o "impossível", rematar por cima da trave. No segundo golo de Gana, falhanços de marcação tanto de Tiago Ilori e Mica e no terceiro golo da equipa africana, de livre, a bola vai directa à barreira de dois homens e Edgar Ié desvia-se para permitir o esférico entrar na baliza portuguesa. Já nos descontos, Bruma, bem colocado na área, desperdiçou uma excelente oportunidade de igualar o marcador.

 

Parece que falta sempre aquela mentalidade ganhadora na hora da verdade, indiferente dos talentos à disposição. Esta equipa de sub-20 tem isso mesmo, muito talento, e tinha a obrigação de ir muito mais longe na competição e não ser eliminada pelos inferiores ganenses.

 

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publicado às 18:14

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