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Um estudo sobre a adição ao Facebook em Portugal revela que os jovens com este problema apresentam níveis de saúde mental e de bem-estar psicológico "preocupantes e significativamente piores" do que os utilizadores regulares.

 

Será do interesse, em particular, do actual presidente do Sporting e da sua falange de apoiantes que projectam a ideia que o Facebook é uma actividade 24/7. Para o efeito, nota-se que existem três páginas: a do Clube, a do presidente e ainda a sua página pessoal.

 

Não sou amante das redes sociais, por vários motivos, e o único factor que me leva a ter a página de Facebook é por ser uma exigência associada à página do Camarote Leonino. Esta disposição permite-me observar o excesso de dependência de alguns amigos meus que, aparentemente, não conseguem viver sem este meio de comunicação. Falar ao telefone é prática "antiquada", substituída pelas mensagens (SMS) e posts nas redes sociais.

 

Segundo o estudo, coordenado pelo investigador português Halley Pontes, da Nothingham Trent University, no Reino Unido, "a adição ao Facebook está associada a maior preferência para interacção social online e níveis elevados de sintomas depressivos, ansiedade patológica e stress".

 

A investigação, publicada no 'International Journal of Mental Health and Addiction', decorreu em maio e Junho de 2015 e envolveu uma amostra de 547 jovens estudantes portugueses do 2º e 3º ciclo do ensino básico.

 

O estudo procurou avaliar a extensão dos problemas relacionados com a utilização excessiva e problemática do Facebook, entre outras adições, numa amostra exclusivamente portuguesa, disse à Lusa o investigador Halley Pontes.

 

"Dada a penetração da Internet e dos sites de redes sociais entre os jovens portugueses, juntamente com a necessidade de mais investigação sobre o uso contextualizado da Internet, tornou-se fundamental entender" os efeitos que o uso excessivo e viciante destas redes podem ter sobre a saúde mental dos adolescentes, refere o estudo.

 

A investigação verificou que "a adição ao Facebook estava presente em 3,6% da amostra total. Tendo em conta a população geral, esta percentagem poderia traduzir-se num total ligeiramente acima dos 380 mil indivíduos, o que é bastante significativo", disse Halley Pontes, que já publicou mais de 50 estudos científicos na área da adição à internet e videojogos.

 

Os resultados do estudo apontam que, "em termos do bem-estar psicológico e saúde mental, os indivíduos com problemas de adição ao Facebook apresentaram níveis preocupantes e significativamente piores, em comparação aos participantes que não apresentavam problemas de adição" a esta rede social.

 

Para Halley Pontes, estudar o problema da adição às redes sociais online é de extrema relevância no contexto da promoção da saúde mental nos indivíduos.

 

Vários estudos sugerem que o excessivo uso das redes sociais online, leva a que os indivíduos apresentem níveis de saúde mental bastante reduzido.

 

Um estudo recente realizado numa amostra representativa da população jovem do Canadá verificou que os jovens que costumavam utilizar as redes sociais online por mais de duas horas diárias, apresentaram piores níveis de saúde mental geral, maior incidência de problemas do foro psiquiátrico, aumento da ideação suicida, bem como uma maior necessidade de suporte a nível da saúde mental.

 

Segundo o Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2015, do Instituto Nacional de Estatística, a participação em redes sociais é mais frequente em Portugal do que na média dos países da União Europeia.

 

Em 2015, 70% dos utilizadores de Internet em Portugal participavam em redes sociais, ainda assim menos dois pontos percentuais do que em 2014, mas mais 13 pontos percentuais do que em 2011.

 

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publicado às 04:22

15 minutos "fatais"

Rui Gomes, em 06.04.15

 

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Alguém assumiu um estudo revendo as estatísticas de todos os jogos do Sporting da I Liga, para determinar o timing dos golos sofridos que acabaram por ser determinantes. Não me dei ao trabalho de verificar a exactidão dos dados apurados, vamos, portanto, partir do princípio que estão correctos.

 

Ainda bem fresco nas nossas memórias está o golo sofrido aos 75 minutos frente ao Paços de Ferreira no sábado passado, golo esse que acabaria por fazer com que o Sporting deixasse de ganhar mais dois pontos.

 

Neste contexto, o supracitado estudo indica que é precisamente entre os 75 e 90 minutos que o Sporting sofre golos que acabam por custar pontos preciosos, seis pontos para ser exacto.

 

Na primeira parte o Sporting sofreu até agora 11 golos: nos primeiros 15 minutos (2), entre os 15 e 29 minutos (5) e no quarto de hora final (4).

 

O pior registo surge no segundo tempo: entre os 45 e 60 minutos sofreu (5), entre os 60 e 75 minutos (1) e nos 15 minutos finais (7), para o total de 24.

 

Apesar de já ter marcado 17 golos nos 15 minutos finais de partidas, entre o deve e haver de pontos, o Sporting fica a ganhar por apenas dois pontos, pois os sete golos sofridos significaram seis pontos perdidos e os 17 marcados, apenas oito pontos ganhos.

 

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publicado às 17:36

Os jogadores mais rápidos do Mundo

Rui Gomes, em 29.03.15

 

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O clube mexicano Pachuca, em colaboração com a FIFA, elaborou um estudo para determinar quais os jogadores mais rápidos no Mundo com a bola nos pés. Eis os resultados apurados:

 

1.º Gareth Bale - 36.9 km/h

2.º Jurgen Damm - 35.23 km/h

3.º Antonio Valencia - 35.1 km/h

4. Aaron Lennon - 33.8 k/h

5.º Cristiano Ronaldo - 33.6 km/h

6.º Theo Walcott - 32.7 km/h

7.º Lionel Messi - 32.5 km/h

8.º Wayne Rooney - 31.2 km/h

9.º Franck Ribéry - 30.07 km/h

10.º Sergio Ramos -30.6 km/h

 

Os parâmetros do estudo não foram revelados e seria interessante saber a distância percorrida para o efeito. Partindo do princípio que a análise aplica-se ao presente, não surpreende verificar Gareth Bale a liderar a lista, embora, pese a minha parcialidade, não sei se teria superado Cristiano Ronaldo, com a mesma idade (25 anos). Por outro lado, não esperava ver Sergio Ramos neste grupo.

 

Para clarificação sobre alguns nomes, Jurgen Damm joga precisamente no Pachuca, Antonio Valencia é do Manchester United, Aaron Lennon é do Everton e Theo Walcott do Arsenal.

 

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publicado às 06:50

Os planteis mais caros do planeta

Rui Gomes, em 28.03.14
 

 

O Observatório do Futebol (CIES) revelou a lista dos 10 planteis mais caros do planeta. Não posso dizer que fui surpreendido por algum nome, nem a minha expectativa incluía qualquer emblema luso, como é perfeitamente lógico e natural, face às condições de Portugal e do futebol português. Quando muito, a ordem dos clubes não era a que eu esperava:

 

1.º Real Madrid - 642 milhões de euros

 

2.º Manchester City - 521 milhões de euros

 

3.º Manchester United - 473 milhões de euros

 

4.º Paris Saint-Germain - 465 milhões de euros

 

5.º Chelsea - 450 milhões de euros

 

6.º Tottenham - 299 milhões de euros

 

7.º Barcelona - 284 milhões de euros

 

8.º Bayern Munique - 278 milhões de euros

 

9.º Arsenal - 258 milhões de euros

 

10.º Juventus - 256 milhões de euros

 

Esperava ver o Barcelona e o Bayern Munique mais próximos do topo e o Tottenham muito mais baixo. Não possuo dados para refutar os resultados do estudo, mas sinto imensa dificuldade em acreditar que o plantel do Barcelona valha menos de metade do que o do Real Madrid, e significativamente menos dos 3.º, 4.º e 5.º classificados, até do Tottenham.

 

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publicado às 22:15

 

 

A empresa Deloitte publicou recentemente a sua 16.ª edição do seu estudo anual intitulado "Football Money League", em que indica os 20 clubes com as maiores receitas em 2013. Muito embora a lista seja liderada pelo Real Madrid e Barcelona - 512,6 e 483 milhões de euros, respectivamente - é de notar que são os únicos emblemas de Espanha na lista, enquanto que se verificam 7 da Inglaterra, 4 da Alemanha, 2 de França e, de algum modo surpreendente, pelo menos para este observador, 5 da Itália, liderados pelo AC Milan e Juventus.

 

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publicado às 04:27

A excelência da Academia Sporting

Rui Gomes, em 23.01.14
 

 

Dados ainda provenientes do estudo conduzido e publicado pelo "CIES, Observatório do Futebol", indicam que o Sporting Clube de Portugal é o quarto clube que fornece mais jogadores da sua formação às equipas de vários campeonatos europeus.

 

Verifica-se que nos 31 principais ligas europeias há neste momento 52 jogadores que passaram pelo menos três anos de formação (entre os 15 e os 21) ns escola do Sporting. O clube europeu que tem mais é o Ajax, com 69 futebolistas, seguindo-se o Partizan de Belgrado, com 66, e o Barcelona com 61.

 

Não deixa de surpreender, pasmar até, que depois de Estrela Vermelha, Sparta de Praga, Real Madrid, Feyenoord, Dínamo de Kiev, MTK, Shakhtar, Dínamo de Minsk, Osiejek e Slávia de Praga, encontra-se o FC Porto, com 37 jogadores. Para uma formação que poucos conhecem que existe, reflectindo-se no número de estrangeiros no plantel da equipa principal, este número é deveras surpreendente.

 

Mais expectável é o Benfica surgir na 28.ª posição, embora também com um número surpreendente de jogadores: 32. Em termos de clubes portugueses, segue o Marítimo em 176.º, o Guimarães em 192.º e o Belenenses e o SC Braga em 212.º, ambos com 12 jogadores de formação.

 

Com tudo isto, outro item vê Portugal numa das piores posições da Europa: o de percentagem de jogadores formados em Portugal a actuar na liga nacional: apenas 12 por cento, a quarta pior da Europa, superada negativamente somente pela Rússia (11 por cento), Turquia (9) e Itália (8).

 

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publicado às 04:29

 

Um estudo elaborado pela "European Club Association" (ECA) determinou o "ranking" das melhores academias do Mundo, com a Academia Sporting  a surgir em 2.º lugar, apenas superada pela do Barcelona. As restantes, em ordem: 3.º Ajax - 4.º São Paulo - 5.º Bayern Munique - 6.º Manchester United - 7.º Nínamo Zagreb - 8.º Santos - 9.º Partizan - 10.º Southampton - 11.º Real Madrid - 12.º Rennes - 13.º Feyenord - 14.º Anderlecht e 15.º Right to Dream Gana.

 

O relatório da ECA dá destaque aos jogadores mais conhecidos que "nasceram" em Alcochete: Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Nani, Miguel Veloso, Luís Figo, Paulo Futre, Beto, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma, sublinhando, ainda, que a Academia já formou mais de 100 jogadores que se tornaram profissionais e que representaram selecções nacionais. Em média, sete jogadores em cada uma das selecções portuguesas, com destaque para a selecção principal que se qualificou para o Euro 2012, com oito jogadores formados na Academia Sporting.

 

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publicado às 16:32

Deloitte - os valores do futebol

Rui Gomes, em 28.06.13

 

Deparei com um estudo muito interessante da consultoria "Deloitte" relativamente à indústria futebol na época de 2011/12. As conclusões apuradas quanto aos valores da indústria na Europa, em geral, e em Portugal, em particular - com significado colateral quanto ao Sporting - servem para desmistificar a irrelevância de conceitos do futebol de outrora no enquadramento moderno.

 

Começando pelo panorama nacional, o estudo aponta Portugal como o nono da Europa no que às receitas diz respeito, com os clubes da Liga a facturarem 298 milhões de euros, uma média de 16 milhões por cada um dos 16 clubes. Uma estatística muito ilusória, porque deste valor verifica-se que 204,2 milhões são da pertença dos três grandes: o Benfica lidera com 91,2 milhões, seguido pelo FC Porto com 72,2 milhões e, como era de esperar, o Sporting no terceiro lugar do pódio com somente 40,8 milhões, menos de metade do Benfica e 30 milhões abaixo do clube do Norte. Surge uma outra estatística muito relevante e reveladora, especialmente ao que ao Sporting concerne: somente 58 por cento das receitas dos clubes nacionais são gastas a pagar salários, uma das médias mais baixas da Europa. A maior fatia das receitas - 38 por cento/112 milhões - relacionam-se com proveitos comerciais - 25 por cento/75 milhões - com transmissões televisivas - 21 por cento/62 milhões - com patrocínios e publicidade e - 16 por cento/49 milhões - com receitas de bilheteira.

 

Especialmente quando comparado com outras ligas, o estudo aparenta confirmar os argumentos de muitos: primeiro, que os salários não são a causa principal do saldo negativo das SAD, e que o "segredo" do sucesso centra-se em investimento na equipa principal, não desinvestimento nem poupança. Isto não anula a imperativa necessidade de uma boa gestão que, por inerência, implica o redução de desperdícios em todos os sectores de uma SAD. Consequentemente, a insistência de que poupança, só por si, é insuficiente, e que para aumentar as receitas tem de se forçosamente aumentar o investimento. Neste contexto, nenhum dos dois exemplos que se verificam no Sporting representam a solução desejada: o actual desinvestimento e poupança e o superior investimento sustentado por uma péssima gestão dos últimos dois anos. Perante isto, é por de mais evidente que o sucesso reside no equilíbrio entre os extremos, mas será impossível ao Sporting aproximar-se dos valores dos dois rivais, sem apostar na maior competitividade do seu futebol profissional, que não será atingível sem investimento significativo. Mesmo que resultados moderados sejam concretizados com uma equipa de baixo investimento, os factores que movem a indústria e o mercado requerem muitíssimo mais.

 

Sem surpresa alguma, a liga de topo da Europa - e do Mundo - é a "English Premier League" com 2,9 mil milhões de euros de receitas, seguida pela "Bundesliga" com 1,8 mil milhões, "La Liga" com 1,7 mil milhões, "Série A" com 1,5 mil milhões e a encerrar o top 5, "Ligue 1" com 1,1 mil milhões. Tanto a Rússia, Turquia e a Holanda superam Portugal. A Ucrânia ocupa o 10.º lugar com 283 milhões de euros.  

   

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publicado às 08:16

 

Um recém-estudo mandatado pela Comissão Europeia recomendou que que o sistema de transferências seja reestruturado de modo a corrigir o que considera múltiplos excessos e abusos. As recomendações incluem baixar os acentuados altos níveis das transacções - considerados excessivamente inflacionados - e a imposição de uma taxa suplementar naquelas que excederem um determinado patamar, a fim de garantir que o futebol continue competitivo e visando deter o actual astronómico custo em adquirir jogadores.

As conclusões apuradas apontam para a avaliação de jogadores considerados "super estrelas", como um dos principais factores que estão a conduzir o futebol europeu para um enquadramento fechado e elitista, com evidente acréscimo de disparidade competitiva, tanto nas competições domésticas como nas internacionais, com menos de 2 por cento das verbas que transitam a beneficiarem os clubes de menor dimensão e o futebol amador. Tão ou mais oneroso nesta equação, a apreensão que subsiste no mercado relativamente a actividades ilegítimas nos processos.

As partes mais interessadas neste modelo de consulta incluem a FIFA, UEFA e a Associação de Futebol Europeu. Embora não se verifique grande determinação por parte destas entidades em quererem alterar o sistema vigente, foram identificados vários níveis de reconhecimento no sentido de irem ao encontro da reestruturação, com cautelas pontuais, pelo receio de que certas alterações possam vir a agravar os problemas existentes.

A empresa que efectuou o estudo - sita em Bruxelas - declarou: "Dezassete anos após a implementação da "lei Bosman" e 11 após o acordo informal entre a FIFA, UEFA e a Comissão Europeia sobre a transferência de jogadores, verifica-se que as regras desportivas têm vindo a contribuir para um maior movimento de jogadores profissionais sem, contudo, gerirem e controlarem devidamente os custos das transferências. Recomendamos que medidas sejam tomadas para estimular transferências baseadas em uma premissa mais equitativa e que promova paridade competitiva. Enquanto que a redistribuição de verbas que advêm de transferências pelos clubes formadores constituem uma das mais importantes justificações para o actual sistema, o impacto no todo do mercado continua limitado. Em facto, compensação pela formação e os mecanismos de solidariedade representam somente 1.84 por cento da soma das verbas de transferências na Europa."

O estudo recomenda inúmeras alterações ao actual sistema - extensas de mais para este limitado espaço - e sublinha a falta de transparência nas transacções que contribui para o agravamento competitivo. Considera, igualmente, que as regras de "fair-play" financeiro impostas pela UEFA constituem um factor determinante no desenvolvimento de um estado mais equilibrado e que obrigarão, com o passar do tempo, uma redução muito significativa nos abusos verificados no mercado actual.

É reconhecido o direito fundamental das entidades que superintendem o futebol europeu e mundial de especificarem as regras que governam transferências e muito embora não haja a necessidade de desmantelar o sistema por completo, vários níveis de reestruturação tornam-se imperativos se a indústria futebol pretende reduzir o "campo inclinado" em que o jogo é agora assente e um maior reconhecimento de todos os clubes - não apenas aqueles considerados ricos - e dos jogadores jovens.

Veremos o que o futuro providenciará neste sentido, mas torna-se evidente que as conclusões fulcrais do estudo impactam significativamente a existência e o funcionamento de clubes como o Sporting.

 

* Artigo publicado hoje no jornal "Sporting".

  

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publicado às 12:27

Estatísticas demográficas

Rui Gomes, em 21.01.13

O Estudo Demográfico elaborado anualmente pelo «CIES Football Observatory» - instituição suíça - indica que existem 173 futebolistas portugueses a actuar nas 31 primeiras divisões europeias - na época corrente - quase tantos como os que actuam em Portugal, 180. O número aumentou em relacção a 2011, quando havia 132. Desde 2009 que Portugal se mantem em quinto lugar neste «ranking», que é novamente liderado pelo Brasil, com 515 jogadores a actuar no velho continente, seguido pela França, com 269 atletas, a Sérvia com 205 e a Argentina com 188. 

 

O estudo também indica que os 16 clubes da I Liga portuguesa têm vindo a contratar cada vez menos jogadores: a média situa-se em 12 novos atletas por clube, menos do que em 2011 (12,9) e 2010 (13,3), mas acima da média europeia (9,7). No que diz respeito aos clubes nacionais, o Vitória de Setúbal lidera com 17 novos jogadores, seguindo-se o Olhanense com 15, sendo que apenas o Moreirense (9) e o Marítimo (7), estão a baixo da média europeia. Os plantéis da I Liga portuguesa são compostos por uma média de 24,4 jogadores, abaixo da média europeia, que se situa nos 24,6, enquanto que a média de idade é 25,92 anos, ligeiramente superior à do resto da Europa. 25, 9.

 

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publicado às 11:40

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