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UEFA 2020 - 19 candidaturas

Rui Gomes, em 27.04.14
 

 

A UEFA anunciou no sábado que recebeu 19 candidaturas à organização do Euro 2020 que vai ser disputado em 13 cidades. Como já é do conhecimento público, as cidades de Lisboa e do Porto decidiram não se candidatarem à realização de quaisquer jogos da prova. Entre as 19, Londres e Munique são as únicas que ambicionam o pacote de meias-finais e final, que obriga à existência de um estádio com capacidade para, pelo menos, 70.000 espectadores. Caso as cidades portuguesas tivessem apresentado candidaturas, não estariam elegíveis para esta fase da competição. 

 

As restantes 17 cidades candidatas são as seguintes:

 

Amesterdão (Holanda) - Baku (Azerbaijão) - Bilbau (Espanha) - Bruxelas (Bélgica) - Bucareste (Roménia) - Budapeste (Hungria) - Cardiff (País de Gales) - Copenhaga (Dinamarca) - Dublin (República da Irlanda) - Estocolmo (Suécia) - Glasgow (Escócia) - Jerusalém (Israel) - Minsk (Bielorrússia) - Roma (Itália) - São Petersburgo (Rússia) - Sófia (Bulgária) - Skopje (Macedónia).

 

Devo admitir que não averiguei muito sobre esta questão, mas não deixo de ficar intrigado pela decisão lusa. Em princípio, especialmente pela crise económica que ainda se poderá fazer sentir em 2020,  quer-me parecer que as cidades de Lisboa e Porto só beneficiariam pela participação. Ou será que foi uma decisão meramente política para não colocar as duas cidades em confronto directo ?

 

Gostaria de saber a opinião dos leitores sobre o (de) mérito da decisão lusa.

 

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publicado às 04:08

Platini "O Revolucionário"

Rui Gomes, em 06.10.13

 

 

O jornal britânico "The Independent" surge a reportar que o president da UEFA - Michel Platini - intenta "revolucionar" - há quem diga descaracterizar - ainda mais o futebol europeu. Já com o processo em curso para o Euro 2020 vir a ser realizado em diversas cidades europeias, o antigo jogador francês tem em mente convidar as selecções do Brasil e da Argentina, e talvez também as do México e do Japão, para participarem nesse mesmo Campeonato da Europa.

 

Muito indica que esta ideia inovadora visa somente tornar o Europeu numa prova concorrente do Mundial e à imagem do que acontece na Copa América, que convida sempre selecções de outras confederações.

 

Pode ser isso também, de facto, mas é sobretudo mais uma prova evidente do domínio do futebol indústria sobre o futebol desporto, a exemplo da "Champions League", que foi criada para apurar o campeão entre campeões da Europa e agora - e já há alguns anos - permite a participação de terceiros e quarto classificados.

 

Não obstante a histórica magnificência do futebol brasileiro e argentino - e em tempos de outrora também o do Uruguai - o centro nuclear do futebol mundial é e sempre foi a Europa, e admitir um eventual campeão europeu do Brasil, Argentina, México ou Japão não é mais do que desvirtuar - espoliar até - uma realidade histórica e geográfica.

 

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publicado às 16:29

UEFA anuncia cidades para o Euro 2016

Rui Gomes, em 26.01.13

 

O Comité Executivo da UEFA anunciou hoje as dez cidades francesas que irão receber os jogos do Euro 2016: Bordéus, Lens, Lille, Lyon, Marselha, Nice, Paris, Saint-Denia (Stade de France), Saint-Etienne e Toulouse. A fase de qualificação inicia em setembro de 2014, com o sorteio dos grupos a decorrer na Primavera anterior. O sorteio da fase final realiza-se em dezembro de 2015.

 

Relativamente aos direitos de transmissão, foi decidida a centralização de todos os jogos de qualificação a partir de 2014, visando ajudar as federações a gerarem mais estáveis receitas, sem dependência na sorte do sorteio.

 

Além do acima referido e dando seguimento à ideia proposta já há algum tempo por Michel Platini, o órgão superintendente continua a deliberar sobre o cenário que verá o torneio de 2012 distribuido por diversas cidades europeias e não num só país. O conceito, em si, já foi aprovado, faltando agora definir o exacto formato da competição.

 

Pela inédita experiência, é muito difícil, neste momento, prever o impacto que esta reformulação poderá ter na maior competição europeia entre selecções. De certo que afastará a euforia ligada à organização por um só país, uma espécie de bandeira nacional como se verificou em Portugal em 2004. É de admitir que poderá gerar mais receitas com redução de custos, já que só serão necessários um ou dois dos existentes estádios, por país, para realizar a competição e ao que marketing concerne, o impacto será inevitavelmente superior e mais rentável, pela descentralização. No fundo, é mais uma medida a ser assumida pelo futebol indústria, com menor consideração pelo futebol desporto.

 

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publicado às 03:54

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