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A FIFA anunciou uma novidade para a segunda edição dos prémios The Best, que se realizará a 23 de Outubro deste ano: a partir de agora, o organismo que rege o futebol mundial vai passar a atribuir o prémio de melhor guarda-redes do mundo.

 

"O papel do guarda-redes no futebol é tão importante como especifico, apesar de nem sempre ter o reconhecimento que merece. Por essa razão estamos orgulhosos de introduzir esta categoria", referiu o secretário-geral da FIFA, a antiga estrela croata Zvonimir Boban. A escolha ficará a cargo de um grupo de lendas do futebol mundial, que incluirá antigos guarda-redes e também avançados.

 

Assim, serão nove os troféus a ser entregues na segunda edição dos prémios The Best: melhor jogador, melhor guarda-redes, melhor treinador, melhor golo, equipa do ano, melhor jogadora, melhor treinador de futebol feminino, prémio jogo limpo e prémio dos adeptos. O processo de eleição começa a 17 de Agosto, com a revelação dos 23 candidatos a jogador do ano, das 10 candidatas a jogadora do ano e dos dez candidatos a treinador do ano (masculino e feminino). Os três finalistas de cada categoria serão revelados em Setembro.

 

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publicado às 19:12

 

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Com algumas ideias a serem testadas actualmente, como o vídeo-árbitro, as quatro substituições e um novo sistema no desempate por grandes penalidades, a FIFA já estuda novas medidas a implementar no futebol de forma a torná-lo mais fluído e goleador.

 

O International Board, que gere as regras do jogo, tem seis propostas em mãos que serão analisadas em Março de 2018 e algumas delas configurariam uma autêntica revolução ao futebol que conhecemos, a começar pelo tempo de jogo.

 

1. Partidas de 60 minutos de tempo útil. Em vez dos actuais 45 minutos por cada parte do jogo, seriam contabilizados apenas 30 minutos, mas de tempo útil. Ou seja, o cronómetro estaria parado em cada interrupção do jogo, bolas fora, faltas ou golos, à semelhança do que acontece no hóquei em patins, por exemplo.

 

2. Fim ao tempo de compensação. Se a primeira medida for avante, deverá terminar o tempo de compensação. Assim que terminar o tempo cronometrado, o árbitro dará por terminada a partida à primeira interrupção no jogo, ou seja, quando houver uma falta, a bola sair de campo ou, eventualmente, um golo.

 

3. Golo em vez de penálti. Caso um defesa evitasse um golo certo ao cortar a bola com a mão dentro da área, o árbitro daria de imediato golo em vez de marcar penálti.

 

4. Penálti por atraso ao guarda-redes. Actualmente os atrasos ilegais ao guarda-redes são penalizados com livres indirectos. Nas novas regras, passariam a ser punidos com grandes penalidades.

 

5. Bola corrida nas faltas. Para a marcação de uma falta a bola deixaria de ter de estar parada, o que poderia aumentar a velocidade com que as faltas são marcadas e aumentar o efeito surpresa, criando jogadas perigosas.

 

6. Mudança na marcação das faltas ou cantos. Um jogador poderá sair a jogar numa marcação de faltas ou cantos. Acabaria a necessidade de passar a bola a um colega.

 

Por este caminho e com a introdução do vídeo-árbitro - que já está a dar que falar pela negativa - chegará o dia em que a essência do jogo será completamente alterada. Acho que é um autêntico exagero, até porque não faz sentido algum alterar o que funciona em pleno, há muitas décadas, pese algumas imperfeições.

 

A única potencial medida que subscrevo - e isto porque a argumento há muitos anos - é a paragem do cronómetro sempre que a bola estiver parada. Após um período experimental, se se chegar à conclusão que fazendo isto o jogo torna-se excessivamente longo, assente nos actuais 90 minutos, então ponderar reduzir para duas partes de 30 minutos cada. A realidade, já de há uns bons anos, é que o tempo útil de jogo, em média, raramente é superior a 45 minutos.

 

Todas as outras medidas aqui apresentadas não fazem sentido algum e só resultarão na adulteração do jogo.

 

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publicado às 14:22

 

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As selecções participantes na Taça das Confederações vão poder realizar 4 substituições caso os jogos cheguem a prolongamento, anunciou esta quinta-feira o director-geral de desenvolvimento da FIFA, Marco van Basten, em conferência de imprensa, em São Petersburgo:

"É o sítio ideal para testar a experiência da substituição de um quarto jogador durante o prolongamento".

 
A Taça das Confederações vai ser disputada entre sábado e 2 de julho, na Rússia, com Portugal, campeão da Europa, a integrar o Grupo A, juntamente com México, primeiro adversário da seleção lusa, no domingo, Rússia e Nova Zelândia.

Além da substituição suplementar, possível nas meias-finais, na final e na atribuição do terceiro lugar, Van Basten revelou ainda que os jogos da prova vão contar com mais tempo de compensação, tendo sido dadas ordens aos árbitros para maior controlo do tempo das interrupções e do anti-jogo.

"Habitualmente acrescenta-se um minuto na primeira parte e três na segunda. Mas os incidentes consomem mais tempo, incluindo as comemorações dos golos, e os adeptos querem jogos mais dinâmicos. A FIFA instou os árbitros a controlarem de forma mais rigorosa o tempo de compensação".

O holandês recordou o tempo limite de seis segundos para os guarda-redes deterem a bola, que é continuamente infringida, admitindo, por seu turno, que ainda não está na agenda, mas é uma questão de tempo, o fim do fora de jogo, ao qual Van Basten já se mostrou favorável.

Refira-se que o vídeo-árbitro também será testado nesta competição.
 
Nota: Coincidência curiosa, Van Basten ter mencionado o tempo limite de seis segundos que um guarda-fredes pode deter a bola. A única ocasião que me vem à memória - ou melhor, o único jogo a que eu assisti - em que o árbitro assinalou falta contra um guarda-redes por ter infringido esta regra, foi no Campeonato do Mundo de Sub-20 de 2007, realizado no Canadá, e o guarda-redes chama-se... Rui Patrício. Se não estou em erro, sucedeu no jogo contra a Argentina de Di Maria.
 

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publicado às 03:51

 

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A FIFA pretende levar a cabo um ‘play off entre seis equipas, para preencher os últimos dois lugares no modelo de 48 participantes, numa proposta que precisa de rectificação do Conselho do organismo.

 

No novo figurino de um Mundial alargado, proposto pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, a Europa terá 16 entradas directas, África nove, Ásia oito, América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF) seis, assim como a América do Sul, e Oceânia um, restando duas vagas, a serem definidas num mini-campeonato de seis.

 

A ampliação está prevista para o Mundial2026 e este ‘play-off’ deverá ser aprovado pelo Conselho da FIFA na sua próxima reunião, agendada para 09 de maio, no Bahrein, dois dias antes do congresso da FIFA.

 

No ‘play-off’ a seis, cada Confederação, com excepção da UEFA, terá direito a uma equipa, mais uma para a Confederação que organize o Mundial, cujo anfitrião ainda está por definir.

 

Na proposta está também previsto que nesse torneio dois países serão cabeças de série, de acordo com o ‘ranking’ mundial da FIFA, e jogarão com os vencedores dos outros dois jogos, com as restantes quatro equipas ‘repescadas’.

 

Este pequeno torneio irá disputar-se em Novembro de 2025, no ano que antecede o Mundial, e no país que o organizará, servindo de competição teste.

 

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publicado às 04:18

FIFA suspende Messi por quatro jogos

Rui Gomes, em 28.03.17

 

A FIFA suspendeu Lionel Messi por quatro jogos, devido aos insultos que o jogador dirigiu a um árbitro assistente brasileiro, durante o Argentina-Chile, jogo da fase de qualificação para o Mundial 2018 realizado na semana passada. Exemplo claro que nem os melhores do Mundo estão imunes a sanções disciplinares.

 

O episódio aconteceu quando o jogador reclamou uma falta assinalada pelo auxiliar, por ter empurrado um adversário, no meio-campo, junto à linha lateral. No final da partida, Messi repetiu a cena e não cumprimentou o assistente, Dewson Silva.

 

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O jogador não viu qualquer cartão, mas a FIFA recorreu às imagens para o punir com quatro jogos de suspensão. Isto significa que a Argentina não volta a contar com Messi na fase de qualificação sul-americana para o Mundial da Rússia. O castigo é relativo aos desafios da selecção. O jogador pode actuar pelo Barcelona.

 

Os argentinos estão no terceiro lugar, entre as dez equipas em prova, com apenas dois pontos de vantagem sobre o sexto classificado, o primeiro a ficar fora do Mundial. Os quatro primeiros colocados da qualificação têm acesso directo à fase final. O quinto classificado disputa um "play-off" com o vencedor da zona da Oceânia.

 

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publicado às 16:58

 

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O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) vai decidir se a FIFA deve tornar público o denominado 'Relatório García', documento que investigou presumíveis irregularidades nas concessões do Mundial de 2018 à Rússia e o de 2022 ao Qatar.

 

O pedido para publicar o documento inteiro é parte do apelo feito, há alguns dias, pelo ex-presidente da Federação Chilena de Futebol Harold Mayne-Nicholls, contra a sua sanção.

 

Depois de uma espera de quase dez meses, Mayne-Nicholls solicitou, na semana passada, ao TAS, a suspensão cautelar da sua sanção, por já ter cumprido 20 meses dos 36 impostos, e a publicação íntegra do ‘Relatório García’, do qual a FIFA só desvendou uma parte e no qual podem aparecer referências ao dirigente chileno.

 

Mayne-Nicholls presidiu a comissão que avaliou as nomeações para as duas competições e foi suspenso em Julho de 2015 pelo Comité de Ética por sete anos, por violação de confidencialidade e abuso de confiança.

 

O ex-presidente da Federação do Chile viu a sua suspensão ser reduzida para três anos pelo Comité de Apelo (Abril 2016) por considerar que o período imposto inicialmente "não era proporcional às infracções cometidas".

 

A publicação deste documento gerou uma crise na organização desportiva, que culminou com a histórica demissão do então presidente Joseph Blatter e com as detenções de alguns directores, em Maio de 2015.

 

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publicado às 04:49

 

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Portugal mantém o oitavo lugar no "ranking" de selecções da FIFA. Na mais recente actualização, não houve, aliás, qualquer alteração nos dez primeiros. A Argentina continua a liderar, seguida do Brasil e pela campeã mundial, a Alemanha.

 

Ranking da FIFA:

 

1. Argentina, 1.635 pontos - 2. Brasil, 1.529 - 3. Alemanha, 1.433 - 4. Chile, 1.386 - 5. Bélgica, 1.371 6. - França,1.313 - 7. Colômbia, 1.304 - 8. Portugal, 1.229 - 9. Uruguai, 1.195 - 10. Espanha, 1.168.

 

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publicado às 11:27

 

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Uma versão do onze do ano FIFA/FIFPro que já circula na Internet, muito embora os resultados oficiais só venham a ser revelados na Gala da FIFA, que se realizará no dia 9 de Janeiro.

A fazer fé nesta publicação, Real Madrid e Barcelona dominam as escolhas: juntos, os dois clubes espanhóis têm nove jogadores no onze, embora eu não concorde com Sergio Ramos a lateral direito, posição em que ele só desempenha muito raramente. O mundo do futebol tem jogadores de topo para essa posição que merecem consideração. Com um onze devidamente enquadrado, não poderiam alinhar três centrais, que é precisamente o que se verifica aqui.

 

Sem pretender desvalorizar Neuer, tendo em consideração todas as outras votações que já foram publicadas e a época coroada com a conquista do Campeonato da Europa, Rui Patrício merecia consideração para integrar este onze.

 
Eis o onze:

Guarda-redes: Manuel Neuer (Bayer Munique);

Defesas: Sergio Ramos (Real Madrid), Piqué (Barcelona), Thiago Silva (PSG) e Marcelo (Real Madrid);

Médios: Toni Kroos (Real Madrid), Luka Modric (Real Madrid) e Andrés Iniesta (Barcelona);

Avançados: Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Lionel Messi (Barcelona) e Neymar (Barcelona).
 

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publicado às 05:20

Em quem votava ?

Rui Gomes, em 24.12.16

 

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Eis a opinião do internacional português Ricardo Costa:

 

«O Cristiano (Ronaldo), pela época que fez, merece o prémio. É uma máquina. Adoraria tê-lo sempre na minha equipa. É um jogador que, de repente, resolve um jogo e esses são os melhores do mundo. Cristiano Ronaldo, pela capacidade que dá a cada jogo e à equipa, como encara o futebol e sua profissão, é um exemplo a seguir. Não basta fazer umas fintas e marcar golos para ser considerado o melhor do mundo. É um dos jogadores mais perfeitos da história do futebol. Os títulos colectivos que ganhou em 2016 serão muito importantes e representam o culminar da excelente época que fez pelo Real Madrid e pela Selecção. Cristiano Ronaldo tem tudo para ganhar».

 

«Fernando Santos também deveria ganhar. Fez um trabalho excelente no campeonato da Europa pela Selecção portuguesa. Fintou todas as adversidades que teve durante a prova e merece esse título de melhor treinador».

 

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publicado às 04:46

 

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O presidente da Associação de Clubes Europeus (ECA), Karl-Heinz Rummenigge, pediu esta quinta-feira ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para recuar na intenção de alargar o Mundial para 48 selecções.

 

Num comunicado publicado no site oficial, Rummenigge alertou que o número de jogos disputados por época “já atingiu um nível inaceitável”, acrescentando que “a política e a vertente comercial não devem ser prioridades exclusivas do futebol”.

 

“Temos de nos voltar a focar no futebol. No interesse de adeptos e jogadores, pedimos à FIFA que não aumente o número de selecções no Mundial”, escreveu Rummenigge no comunicado, que também será endereçado, por carta, ao presidente da FIFA.

 

Infantino pretende que o Campeonato do Mundo seja disputado por 48 selecções, num formato de 16 grupos de três equipas, e quer adoptar o novo modelo competitivo a partir da edição de 2026.

 

Entre 09 e 10 de Janeiro, em Zurique, na Suíça, o dirigente ítalo-suíço vai submeter a proposta de alteração na reunião do Comité Executivo.

 

Uma medida, na minha opinião, que sendo implementada, acentua ainda mais a vertente comercial da indústria futebol e menospreza o jogo em si. 16 grupos de três equipas não pode de algum ter como objectivo a vertente competitiva do Mundial, mas sim o aumento de receitas, sejam estas provenientes dos direitos televisivos ou outras.

 

Além do mais, como aliás indica Rummenigge, e bem, a capacidade humana tem limites e se os futebolistas já sentem dificuldades em se apresentarem ao seu melhor nível agora, dá para imaginar o decréscimo de performance com um maior número de jogos, numa altura da época em que a carga nas pernas já é significativa.

 

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publicado às 18:20

 

 

Fernando Santos é um dos três treinadores finalistas para o prémio FIFA de melhor treinador de 2016.O seleccionador nacional, que levou Portugal ao inédito título europeu em França, concorre com Zinedine Zidane, que venceu a Liga dos Campeões pelo Real Madrid, e Claudio Ranieri, autor de uma proeza inacreditável: campeão inglês pelo modesto Leicester.

 

A gala da FIFA está marcada para o dia 9 de Janeiro em Zurique, Suíça. Para a eleição são ponderados, em igual peso, os votos de capitães e selecionadores de equipas nacionais, jornalistas e votos de adeptos no site do organismo que tutela o futebol a nível internacional.

 

O prémio FIFA para o melhor treinador do ano é atribuído desde 2010. José Mourinho foi o primeiro técnico distinguido, tendo sido terceiro e segundo classificado, respectivamente, nos dois anos seguintes.

 

Lista de vencedores: 2010: José Mourinho (Inter) - 2011: Pep Guardiola (Barcelona) - 2012: Vicente del Bosque (Espanha) - 2013: Jupp Heynckes (Bayern Munique) - 2014: Joachim Low (Alemanha) - 2015: Luís Enrique (Barcelona)

 

Nunca concordei com seleccionadores e treinadores de clubes serem avaliados pelos mesmos critérios dado que considero que são cargos distintos, com desempenhos igualmente incomparáveis. Mas sendo este o formato, acho que seria mais uma grande honra para Portugal e para o futebol português Fernando Santos ser o vencedor. Creio que a concorrência não virá de Zidane mas sim de Claudio Ranieri, pela histórica conquista do título da English Premier League ao leme do Leicester, um feito tão inesperado como Portugal ser Campeão Europeu.

 

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publicado às 15:15

 

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Um relatório da FIFA, publicado esta quarta-feira pela Agência Lusa, revela que os clubes de futebol pagaram mais de mil milhões de euros a intermediários em transferências de jogadores desde Janeiro de 2013.

Segundo o documento, este valor (1.042 milhões de euros) não incluiu a verba que os próprios futebolistas pagaram aos seus agentes.

No que diz respeito a transferências mundiais, 19,7 por cento envolveram pelo menos um intermediário: quando as mesmas resultaram em pagamento de verbas entre clubes, a percentagem sobe para 47,9.

Os ‘terceiros’ elementos nas transferências representam, regra geral, os atletas, no caso em 8.018 mudanças de clube.

Já os clubes compradores recorreram a intermediários em 3.655 situações, sendo que os vendedores o fizeram em 836 ocasiões.

Os agentes têm conquistado um peso crescente nas transacções internacionais, já que em 2013 participaram em 726, crescendo anualmente para 843 (2014), 961 (2015) e 1.125 este ano, um aumento de 17,1 por cento face a 2015 quando faltam ainda cinco semanas para o fim.

Os clubes ingleses e os italianos são os que mais recorrem aos intermediários, num 'top 10' em que Portugal surge em quarto lugar, atrás da Alemanha e à frente da Espanha, França, País de Gales, Rússia e Croácia.

Neste sentido, a UEFA é claramente a confederação hegemónica com 1.014 dos 1.042 milhões de euros envolvidos, pelo que as restantes apresentam valores residuais, sendo que na Oceânia não se registaram transferências entre clubes com intermediários.

 

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publicado às 05:00

 

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Já há uns tempos que se tinha conhecimento que algo estava em curso, e tudo indica agora que a FIFA vai criar um novo modelo para a atribuição da Bola de Ouro, distinção que premeia o melhor futebolista do ano.

 

O novo formato será implementado após a parceria com a France Football ser desfeita, com o prémio a tornar-se completamente independente. Eis o comunicado da FIFA:

 

«O acordo contratual ente a FIFA e a France Football expirou. Dissemos à France Football, no início de Agosto, que o contrato não seria renovado. Os detalhes sobre o "novo" prémio serão revelados mais tarde.»

 

O que consta é que a atribuição será definida pela votação de um colégio de jornalistas, deixando de participar nesta eleição os capitães e técnicos das selecções nacionais. E, nada de errado com isto, desde que os jornalistas sejam justos e objectivos, disposição que nem sempre se verificou no passado.

 

Desde a criação do prémio conjunto, em 2010, Messi venceu por quatro vezes (2010, 2011, 2012 e 2015) e Cristiano Ronaldo duas (2013 e 2014). Pelo menos um dos prémios atribuídos a Messi foi injusto, sendo que um dos seus colegas do Barcelona, Xavi ou Iniesta, eram quem mais o mereciam.

 

Antes, os dois jogadores venceram o prémio exclusivo FIFA de melhor jogador do mundo: Cristiano Ronaldo em 2008 e Lionel Messi em 2009, troféus que, nesses dois anos, coincidiram com a Bola de Ouro da France Football.

 

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publicado às 20:10

Luís Figo eleito para cargo na FIFA

Rui Gomes, em 14.05.16

 

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O Congresso da FIFA, que tem vindo a decorrer no México, elegeu dois portugueses para cargos de relativa importância no seio do organismo.

 

Desde logo, Luís Figo, que chegou a ser candidato à presidência da FIFA, foi eleito para o posto de vice-presidente do Comité de Desenvolvimento.

 

Mais surpreendente, contudo, é o nome de Miguel Poiares Maduro. O antigo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional vai liderar o Comité de Governação da FIFA, que hoje é presidida pelo italo-suíço Gianni Infantino.

 

Só com o passar do tempo será possível verdadeiramente compreender a importância deste cargo que o antigo jogador do Sporting assumiu e o todo do seu envolvimento. No entanto, se ele alimenta aspirações a uma futura recandidatura à FIFA, esta nova experiência só pode ser benéfica.

 

Quanto a Miguel Poiares Maduro nada posso comentar. Não conheço a pessoa nem estou informado sobre o seu trajecto na vida pública. Direi, contudo, que sendo um político, para mim, não é bem vindo no futebol.

 

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publicado às 05:03

FIFA aprova quarta substituição

Rui Gomes, em 19.03.16

 

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A FIFA aprovou a introdução da quarta substituição, em caso de prolongamento, no torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil, a título experimental.

 

Na base desta inovação estão as recomendações do International Board, a associação responsável pelas Leis do Jogo. Além dos Jogos Olímpicos, a alteração será também experimentada no Campeonato do Mundo de Clubes em Dezembro, no Japão, e no mundial feminino de sub-20, a decorrer na Papua-Nova Guiné durante Novembro e Dezembro.

 

Não há indicações  algumas nesta altura, que a medida poderá vir a ser implementada a nível global, no que aos campeonatos domésticos diz respeito e às provas da UEFA.

 

Já participei em campeonatos onde era permitido cinco substituições, mas confesso que prefiro apenas três. A exigência é maior sobre as equipas e respectivos treinadores e também minimiza o desperdício de tempo de jogo que, como bem sabemos, nunca é devidamente compensado pelos árbitros. É um situação com prós e contras, e lamento que o International Board não tenha explanado as razões que levaram a esta introdução experimental.

 

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publicado às 05:00

 

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Gianni Infantino é novo presidente da FIFA depois de vencer as eleições, na segunda volta, conquistando 115 votos, sucedendo assim a Joseph Blatter para os próximo três anos.

 

O segundo classificado foi Salman Bin Al-Khalifa com 88 votos, tendo Ali Al-Hussein recebido quatro votos, enquanto Jérôme Champagne não obteve qualquer voto.

 

O ex-secretário geral da UEFA, teve isto para dizer após o acto eleitoral:

 

«Não consigo exprimir os meus sentimentos. Foi uma jornada longa. Muita gente merece que a FIFA seja respeitada e que seja restaurada a boa imagem da instituição. Conto com todos para melhorar o futuro. Quero ser o presidente de todos vós, é essa a minha missão.»

 

Alguns factos sobre este suíço de 45 anos, o nono presidente da história da FIFA, mais conhecido por ser o habitual rosto nos sorteios das provas europeias:

 

- É suíço, mas de origem italiana, tendo nascido em Brigue, a menos de 10 quilómetros de Viege, a terra natal do seu antecessor: Joseph Blatter.

 

- Fala fluentemente cinco línguas: inglês, francês, espanhol, italiano e alemão.

 

- Estudou Direito na Universidade de Fribourg, na Suíça.

 

- Antes de entrar para a UEFA, Gianni Infantino desempenhou as funções de secretário-geral do Centro Internacional para os Estudos do Desporto, na Universidade de Neuchatel.

 

- Integrou a UEFA em Agosto de 2000 e deteve vários cargos no organismo até atingir a posição de secretário-geral em Outubro de 2009, passando a ser o 'número dois' de Michel Platini.

 

- Só quando o presidente da UEFA, e inicialmente candidato à presidência da FIFA, Michel Platini, foi suspenso provisoriamente por 90 dias (posteriormente viu a suspensão ser fixada em seis anos), é que Infantino decidiu apresentar a sua candidatura para o organismo máximo do futebol mundial.

 

- O apoio unânime do Comité Executivo da UEFA convenceu-o a apresentar a candidatura à presidência da FIFA a 26 de Outubro de 2015, cumprindo-se assim quatro meses exactos desde a apresentação da candidatura até à eleição no congresso extraordinário desta tarde, em Zurique.

 

- Recebeu o apoio da Federação Portuguesa de Futebol e de outros portugueses ilustres, como José Mourinho ou Luís Figo.

 

- Propõe alargar o Campeonato do Mundo de futebol de 32 para 40 países.

 

- É adepto do Inter de Milão.

 

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publicado às 04:20

 

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A imagem ilustra o que frequentemente me dá vontade de fazer, ao ler algumas das asserções de Bruno de Carvalho - e são tantas. Não é segredo algum que o presidente do Sporting pratica o culto da sua própria pessoa, chamando atenção a si próprio, enaltecendo os seus supostos feitos, e mesmo quando se escuda com o nome do Clube, o foco é sempre ele.

 

Isto vem a propósito do quê ?... De mais uma investida sua no Facebook - como não podia deixar de ser - sobre uma recém-decisão do International Board da FIFA relativamente à suposta introdução do recurso de vídeo para rever lances no futebol. Nem a sua interpretação é inteiramente correcta, nem há causa para tão enorme reogozijo, muito menos ainda para a acentuada (e irritante) vanglória. Vejamos o seu texto:

«É a Razão que permite distinguir o capricho da teimosia da virtude da perseverança ! Hoje é um dia que pode vir a ser relembrado como histórico na vida do Futebol: o International Board abre as portas ao Século XXI no desporto Rei ! A notícia acabada de divulgar da aplicação das novas tecnologias (para já em fase de teste) não vem apenas dar razão ao que o Sporting Clube de Portugal defende , cada vez menos isoladamente ao longo destes três últimos anos , mas vem devolver a esperança a todos os que lutam pela verdade desportiva.

O dia de hoje abre ainda ao Futebol Português a extraordinária oportunidade de estar na vanguarda deste momento ,repetimos, histórico do desporto mundial : saibam os seus mais altos responsáveis estar à altura das responsabilidades e das expectativas inerentes a esta transformação . Sabem que, em prol da transparência e da verdade desportiva podem, hoje e sempre , contar com o Sporting Clube de Portugal !»


Na realidade, um  primeiro passo foi tomado pelo International Board,  mas muito preliminar e nada que justifique a euforia e auto-glorificação de Bruno de Carvalho. Em reunião anual (Annual Business Meeting) o organismo decidiu que vai recomendar o uso do vídeo, em uma fase inicial de experimentação, na próxima Assembleia Geral da FIFA, que terá lugar entre 4 e 6 de Março.
 
Mesmo partindo do princípio que a proposta será aprovada na reunião magna, temos pela frente anos de experiências em jogos de diversas federações por esse Mundo fora. Transcrevo, em inglês, um breve excerto do comunicado publicado pela FIFA:
 

«The International Football Association Board (The IFAB) has taken a major step forward towards experimentation with video assistance for match officials.

 

During its Annual Business Meeting (ABM) held at the Royal Garden Hotel in London on Thursday 7 January, the Board of Directors gave a strong recommendation for experiments to be given the green light at the 130th Annual General Meeting (AGM) to be held in Cardiff from 4 to 6 March.

 

The protocols for such experiments were analysed today and are set to be finalised before the AGM, which would pave the way for live trials to begin as soon as the framework and timelines have been confirmed. A number of football associations and competition organisers have already expressed an interest in running trials.

 

Critical to the development of the protocols was the feedback of the Football Advisory Panel and the Technical Advisory Panel, which were set up in 2014 to support The IFAB with greater expertise before decisions are taken in order to improve the way in which the global football community helps to shape the Laws of the Game.»

 

 

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Sempre fui e sempre serei contra a implementação do recurso de vídeo no futebol, por temer que prejudicará a essência do jogo irreparavelmente. Os argumentos são muitos e variados e consenso é uma impossibilidade, seja entre os intervenientes do jogo ou adeptos. Peço desculpa, desde já, por publicar o texto que segue em inglês. Acontece que escrevi esta breve opinião há longo para uma outra publicação e nunca me dei ao trabalho de a traduzir para português. Hoje já não tenho energia para mais:

  

The testing of video replay could potentially open up Pandora’s Box for more instant replay, a scenario that most traditionalist football fans fear.  No sport that has instituted instant replay has ever rescinded it later.  As seen in  American sports, a consequence of the introduction of instant replay is  an expansion of the types of plays which can be reviewed.  The same could be said for video replay in football. For most sports, video replay ensures the referee does not negatively impact the game and thus enhances the sport. Football is generally uninterrupted and reliant on referee interpretation on fouls. Football is a game of continuous action.  There are no huddles, times between pitches to a batter, or endless free throws to enable an official to go to a monitor to review a play.  Video replay would unnecessarily slow down the game, which is and will always be considered a sin by most traditionalists, affecting the essence of the sport as a whole, irreparably, I fear. 

 

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publicado às 05:10

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 24.12.15

 

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2015 foi um ano histórico para o organismo que superintende o futebol Mundial, por todas as razões que não devia ser. A ingrata realidade - ou talvez não - é que 2016 promete ainda muito mais do mesmo. A ter que se fazer uma "limpeza", que se faça completa e de uma vez por todas, para o bem do futebol e de todos os seus intervenientes, incluindo, como não pode deixar de ser, os adeptos. Sem eles (nós) não há futebol !

 

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publicado às 05:49

Pouco por onde escolher...

Rui Gomes, em 29.10.15

 

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 ... É uma simples questão de tentar determinar quem é o menos competente e o mais "mafioso". Michel Platini seria/será o "favorito", salvo pela investigação em curso às suas actividades. Entretanto, a Federação Portuguesa de Futebol já manifestou o seu apoio a Gianne Infantino, o actual secretário-geral da UEFA. É esperado, no entanto, que este retire a sua candidatura caso desapareçam os ares nebulosos sobre Platini.

 

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publicado às 13:13

 

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A expressão é da autoria do norte-americano Richard Blumenthal num sessão do Senado dos Estados Unidos em que estava a ser debatido o escândalo de corrupção que atingiu a FIFA:

 

Comparar a FIFA à Máfia é quase um insulto à Máfia, já que a corrupção desta organização nunca foi tão descarada, óbvia e arrogante como a que temos conhecido agora no seio de quem rege o futebol mundial. Foram muitos anos de contaminação e as investigações levaram-nos até ao ponto em que se descobriu a corrupção. E podemos vir a ter mais surpresas.

 

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publicado às 11:31

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