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Foi abordado no primeiro texto desta série, a proximidade existente a nível global entre os parceiros de sponsor e os clubes na Europa, nomeadamente o investimento que as marcas têm feito em interacção com os emblemas. Procurámos aprofundar as razões pelas quais o Sporting tem revelado manifestas dificuldades nesse campo. 

 

As opiniões dos leitores PSousa e m1950 foram unânimes: é fundamental voltar a ganhar títulos com a regularidade de outrora, assim como uma maior frequência nas competições internacionais, afim de permitir maior visibilidade ao nosso clube. Leão 1906 levanta uma importante questão: qual a verdadeira ligação dos adeptos ao clube? Reconhece ainda a fraca exploração da “marca Sporting”, lançando uma necessária reflexão não apenas sobre o trabalho da actual direcção, assim como de anteriores. A diferente génese de natureza associativa dos emblemas, nomeadamente a respeito dos nossos associados, mereceu a pertinente abordagem de Ricardo Rodrigues, que salientou a necessidade do Sporting fortalecer a sua matriz identitária. E para finalizar, mas não menos importante, o “nosso” Leão Zargo debruçou-se sobre dois aspectos essenciais: os constrangimentos de natureza económica do futebol nacional, assim como a reconhecida dificuldade que tem assistido à Direcção em tal materializar com necessário profissionalismo que se exige a uma Direcção, que amiúde revela dificuldades de abordagem ao “negócio” do futebol.

 

Para finalizar esta sequência Clube/Sponsors, até porque as preciosas intervenções dos acima citados foram esclarecedoras, remeto ao leitor um último desafio, em dois passos:

 

Passo #1) Aceda ao site do nosso clube. No imediato, identifique alguma marca presente na Home Page. É necessário percorrer o site todo para finalmente encontrar, de um modo completamente tímido, as referências ao nossos parceiros. Uma questão se eleva: estarão estas marcas ali colocadas de modo gratuito, para uma tão fraca retribuição de exposição por parte do Sporting no seu site oficial?

 

Passo #2) Aceda ao site do clube Manchester United. Proceda à comparação…

 

Assim meu querido Sporting, é difícil…

Vamos então analisar uma diferente matéria, mas igualmente importante: a dinâmica que existe na relação Futebol/Clube/Adeptos.

 

A verdadeira ligação dos adeptos ao clube

 

De acordo com um estudo global de análise estatística levado a cabo em 2015, por uma consultora norte-americana em conjunto com uma empresa europeia de recolha de dados, revelou-se que 19% da população portuguesa não gosta de futebol. Conforme apresentado pelo contrário, podemos constatar que 33% dos Portugueses são efectivamente “bastante interessados” no desporto-rei, enquanto 48% manifestam “algum interesse” numa escala de participação e contribuição ao clube nacional que mais apreciam. Deste modo, e tendo em conta que a população portuguesa anunciada pelos últimos censos em Portugal foi de 10,46 milhões de habitantes, podemos assegurar que existem em Portugal cerca de 3.45 milhões de adeptos que acompanham com elevada regularidade o seu clube. O que para a dimensão do nosso país, até é um indicador positivo. Vejamos noutros países a exemplo, quanto "vale" o mercado de adeptos de futebol:

 

Estados Unidos: 11% “bastante interessados” – 35 milhões de adeptos 

Inglaterra: 19% " – 10 milhões “

Japão: 14% " – 17,8 milhões “

Holanda: 24% " – 4 milhões “

Itália: 26% " – 15,5 milhões “

Grécia: 23% " – 2,5 milhões “

Alemanha: 27% " – 21,8 milhões “

Rússia: 24% " – 34,4 milhões “

Espanha: 41% " – 19,2 milhões “

Brasil: 40% " – 80 milhões “

Coreia do Sul: 24% " – 12 milhões “

Argentina: 40% " – 16.6 milhões “

Colômbia: 50% " – 24.2 milhões “

Recorde-se que estes valores acima descritos não representam a globalidade de adeptos de futebol no país, mas sim os considerados "adeptos com elevado interesse” neste desporto.

 

Nesse mesmo ano de 2015, um outro estudo elaborado por três distintas entidades – uma agência financeira alemã, uma marca desportiva também alemã e uma consultora inglesa – revelou-nos uma interessante demografia clubística nos vários países de toda a Europa. De acordo com os resultados, consideram-se uma percentagem de 30% de adeptos do nosso Sporting em Portugal. Em análise conjunta aos dois estudos, poderemos concluir a quantidade de adeptos efectivamente “consumidores” da marca Sporting: 1,035 milhões. Este valor é o resultado dos dois estudos independentes, mas seguramente muito valioso como suporte de análise de viabilidade económica a potenciais investidores.

 

Em conclusão: a nível interno (Portugal), existe cerca de 1 milhão de habitantes de norte a sul, que revelam elevado interesse em aplicar parte das suas economias com o Sporting, seja através das quotizações de sócio, compra de equipamentos oficiais, bilhetes de jogos, deslocações, entre outros. Com maior ou menor margem de erro, consideremos então o número "1 milhão de adeptos" como referência.

 

Denominador Investimento por Adepto

 

Imaginemos a possibilidade de todos os adeptos mais envolvidos com o nosso clube (os tais "muito interessados") aplicarem um valor anual em qualquer tipo de produto associado ao Sporting. ex: merchandising, bilheteira, entre outros. Tendo em conta as diferentes possibilidades de aplicabilidade económica da população portuguesa, vamos determinar o valor médio de 100€ por cada adepto.

(Escalão A) 1 milhão de adeptos X 100€ investidos/ano no clube = 100 milhões/ano

(Escalão B) 500 mil adeptos X 100€ investidos/ano no clube = 50 milhões/ano

(Escalão C) 100 mil adeptos X 100€ investidos/ano no clube = 10 milhões/ano

 

Consideremos então o Escalão B para a nossa análise. Cada adepto "mais ferrenho" – um universo de 500 mil – contribui em média com 100€/ano para o clube, o que representa um global de 50 000 000 €.

 

De acordo com os indicadores apresentados no relatório e contas disponibilizado no site do clube (1º Trimestre 2015/2016), a previsão de income por parte de adeptos e associados, aponta para o seguinte valor anual (previsão): 17 672 000 €...

 

Verificamos, infelizmente, um valor bruto estimado de exploração na categoria “associados” na ordem de de 17.67 milhões/ano, que de acordo com o potencial máximo de exploração do denominador “Investimento de Adeptos”, representa uns meros 18% de capacidade de exploração, perante os cerca de 1.035 milhões de consumidores da marca Sporting. O que significa que actualmente, cada adepto (do universo 1.035 milhões) gasta cerca de 17.67€ (dezassete euros e sessenta e sete cêntimos) com o clube/ano?

 

Contamos com a contribuição dos leitores do nosso Camarote a apresentarem as soluções/razões que considerem fundamentais aos seguintes factos:

 

1) Porque razão estará o Sporting a rentabilizar apenas 18% nas denominadas receitas com os adeptos, enquanto as médias de assistências da temporada transacta foram bastante elevadas? Se os adeptos "estão com o clube", porque não consegue esta Direcção do Sporting aumentar a percentagem de income?

 

2) Se Portugal tem uma das maiores percentagens de adeptos no mundo  "manifestamente interessados" em futebol – logo representa consumo –, e tendo em conta que a época terminou recentemente, porque não surgiram ainda outros parceiros a revelar Investment Appeal no nosso Sporting?

 

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publicado às 10:00

 

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O Sporting é um clube grande. Mas tal afirmação é efémera, se não-sustentada em factos: temos cerca de 3 milhões de adeptos, dos quais 136 mil são associados. Neste momento, somos mesmo o quinto maior clube do mundo, no que respeita à medição de adeptos pelo pagamento de quotas, de acordo com uma listagem recentemente divulgada, mas que não refere clubes como Manchester United ou Liverpool, dois dos maiores emblemas no que respeita a seguidores pelo mundo. Mesmo assim, um valor bem superior ao apresentado pelo Real Madrid. Um facto de interessante reflexão. Que no mínimo nos afasta qualquer possibilidade de nos considerarmos "pequenos", em qualquer circunstância.

 

Esta impressionante amostra de associados do clube, procede a comparações de natureza dimensional; ao longo dos últimos anos, temos assistido a um aumento de espectadores a cada jornada, reflexo da identificação dos adeptos com o momento do clube, assim como com a expectativa gerada pelos resultados da equipa de futebol. Mérito do presidente, dos jogadores, e principalmente de Jesus.

 

As prestações desportivas do Sporting, no que respeita ao futebol, não reflectiram durante décadas a nossa verdadeira dimensão. Foram demasiados anos em que se apresentou como pálida e antagónica imagem, desproporcional mesmo no que diz respeito à nossa história e aos nossos adeptos. Talvez este definhar temporal se tenha revelado como um dos maiores inconvenientes à exploração da imagem do Sporting actual, nomeadamente ao chamado Sponsorship. Ou talvez existam outros motivos por detrás da dificuldade em o nosso clube alcançar bons negócios no que respeita a este tema. Iremos então meditar sobre alguns exemplos ao nível de clubes da Europa, na época de 2015/2016. Irei referir o rival, como mera comparação nacional à nossa escala

 

Main Sponsorship (Principal Patrocinador Oficial)

 

O interesse de uma marca em apostar como Main Sponsorship num determinado clube, não está directamente relacionada com a prática desportiva, mas sim com a visibilidade do próprio clube no seu mercado regional, permitindo deste modo acompanhar o investimento e desenvolvimento de branding (marca) do respectivo patrocinador neste país. Vejamos o caso do Benfica, em que o negócio operado entre o clube português e a Fly Emirates, não foi mais do que fortalecer a presença da marca em Portugal, que desde 2012 opera voos com frequência entre Dubai e Lisboa. Não se tratou directamente com a exposição do clube nas provas europeias, embora indirectamente sim.

 

Na Europa:

 

Manchester United (Chevrolet): 69 milhões de Euros/Ano

Bayern Munique (Deutsche Telekom): 33 milhões de Euros/Ano

Real Madrid e PSG (Fly Emirates): 26.3 milhões de Euros/Ano

Ac Milan (Fly Emirates): 19.7 milhões de Euros/Ano

Juventus (Jeep): 15.8 milhões de Euros/Ano

Ajax (Ziggo): 6.6 milhões de Euros Ano

PSV (Phillips): 4.6 milhões de Euros/Ano

Benfica (Fly Emirates):10* milhões de Euros/Ano (*5,5M/base + objectivos renegociáveis)

 

Sports Equipment Sponsorship (Patrocinador Oficial de Equipamento Desportivo)

 

A aposta das marcas desportivas é interpretada de outro modo. Porque essencialmente se trata do desporto em si, estas procuram um domínio não apenas territorial, como também global. A frequência com que se adquire um veículo ou mesmo uma viagem de avião, não é seguramente a mesma com que compra qualquer tipo de equipamento desportivo, seja com propósitos de utilização, ou mesmo de coleccionismo. O comportamento dos adeptos, a nível social e financeiro, é a principal razão do sucesso das marcas desportivas. São seguidores das marcas que patrocinam os seus clubes; são compradores por excelência do merchandising associado às camisolas e demais equipamentos desportivos.

 

Real Madrid (Adidas): 140 milhões de Euros/Ano

Manchester United (Adidas): 98 milhões de Euros/Ano

Bayern Munique (Adidas): 82 milhões de Euros/Ano

Liverpool (New Balance): 35 milhões de Euros/Ano

Barcelona (Nike): 32 milhões de Euros/Ano

Juventus (Adidas): 26 milhões de Euros/Ano

AC Milan (Adidas): 23 milhões de Euros/Ano

SL Benfica (Adidas) 7 milhões de Euros/Ano (renegociados)

Sporting (Makron) 1,78 milhões de Euros/Ano

 

A realidade do nosso clube

 

Mas existe um campo onde o Sporting se revela posicionalmente débil à escala nacional e internacional: trata-se do modo como explora a sua auto-sustentabilidade. Porque razão o Sporting teve dificuldades em alcançar acordos com novos patrocinadores principais para a época de 2015/2016? E mais importante, porque continua a manifestar, ano após ano, as mesmas dificuldades de financiamento junto de parceiros que não a Banca ou operadores de broadcast ? Os números apresentados acima, temos de assumir, são constrangedores. Principalmente no que respeita ao valor negociado com a Makron.

 

Porque este tema é do interesse global de todos nós, tal como não se pretende retirar da sua discussão qualquer intuito de campanha contra o clube, gostaríamos de saber quais são as razões, para o leitor, do Sporting não ter alcançado qualquer acordo de Main Sponsorship (camisolas) em 2015/2016? Como se justifica, para o leitor a disparidade de receitas no que concerne ao negócio dos equipamentos desportivos ?

 

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publicado às 06:31

 

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Um facto axiomático revela-nos hoje que os recursos financeiros são um dos principais responsáveis pelo lançamento ou relançamento dos clubes na cimeira do desporto. A nível mediático, casos como do Manchester City são um dos exemplos-modelo. O clube inglês alcançou no decorrer da última década um elevado sucesso interno, que lhe permitiu a triplicação do número de títulos face aos seus mais de 130 anos de legado. Publicamente reconhecida, a aproximação à holding City Football Group, financiada pelo Abu Dhabi United Group, apresentou-se esta como uma rápida e eficaz fórmula de crescimento pelo investimento estrutural efectuado no clube.

 

Em Portugal, dificilmente um emblema consegue proximidade aos atentos mercados internacionais, principalmente quando não são verificadas na sua dúbia gestão, medidas concretas no planeamento estratégico ao seu desenvolvimento. Assim, verificamos que todos os actos de gestão de um clube podem atrair ou repelir investidores. O que pode o Sporting fazer no imediato para aumentar o interesse internacional sobre a sua própria marca, e daí retirar dividendos como nunca? Tentarei, de modo pouco cansativo ao leitor, dar alguns exemplos, perfeitamente alcançáveis.

 

Resolução #1 - Aproximação ao "Blue Chip"

 

"Blue Chip" é o termo que designa empresas que se destacam pela operacionalidade positiva e fiabilidade, mesmo em períodos de profundas crises económicas. São as empresas consideradas pelo sector financeiro como as mais apetecíveis para investir, que geralmente se tornam visíveis na frequência de financiamentos publicitários a grandes competições desportivas. Adidas e Flying Emirates são dois desses casos. Gazprom ou a Nike representam outro exemplo. O Sporting tem de "piscar o olho" urgentemente à natureza de tão importantes parcerias. "New Balance" e "Hyundai" estão disponíveis. O Sporting estará?

 

Resolução #2 - Imagem do Alvalade XXI

 

Estádios inovadores, confortáveis e multidisciplinares permitem a atracção não apenas de mais adeptos, mas também de parceiros interessados em promover serviços ou publicitar campanhas nas respectivas instalações. O Sporting neste campo tem urgentemente de encontrar solução para três pontos fundamentais: melhorar os serviços prestados nos camarotes, melhorar definitivamente o triste palco verde malhado que apresenta a todo o mundo, e acima de tudo, criar conteúdos de marketing e informação, acessíveis aos adeptos em plenas bancadas.

 

As crianças gostam da mascote assim como os graúdos apreciam Sinatra, mas a todos assiste o interesse em dados estatísticos e informação on-demand. São quase 60 anos de quiosques de food & beverage a vender donuts nos períodos de intervalo do jogo – não estará na altura de aproveitar tal período para rentabilizar outros serviços directamente ligados ao clube? Urge melhorar a experiência proporcionada ao espectador, motivando a frequência da mobilização ao estádio, assim como a interacção do mesmo com novas tecnologias no decorrer do jogo.

 

Resolução #3 - Está na altura da FPF compensar o Sporting

 

A FIFA investe todos os anos cerca de 1 bilião de dólares na criação de infra-estruturas de desenvolvimento ao desporto pelo mundo, verba entregue à responsabilidade das federações. A posição ocupada por Portugal no ranking FIFA permite-nos obter – à FPF – valor proporcional. Se os clubes negoceiam valores de transmissões televisivas de acordo com o grau de relevância que detêm no mercado nacional, onde está o apoio prestado pela Federação ao Sporting pelos serviços prestados – sem retorno financeiro – à nação? Fundamentação nada demagógica, facilmente apoiada no plano jurídico.

 

Quando se lança no mundo do futebol nomes como C.Ronaldo, Figo e Nani, não se pode fazer uso do complexo de timidez na consequente exploração do clube em tal benefício nacional. Por outro lado, as federações de futebol são o maior pilar de aproximação às instâncias financeiras internacionais, proveito que o Sporting bem pode apelar a si, por toda a sua contribuição histórica que como clube indirectamente proporcionou à FPF, através de contratos milionários de exploração de imagem que esta usufruiu.

 

Resolução #4 - Renato Sanches vale 10 milhões. As tranças valem 25. Quanto vale Semedo, Matheus e João Mário, Sporting ?

 

35 milhões de euros foi a soma proporcionada ao Benfica por um dos maiores negócios envolvendo jogadores portugueses ao clubes de origem. O Sporting conta neste momento com uma diversidade de activos que permite sorrir perante futuros negócios. Porém, inexplicavelmente o clube na sua história não consegue incrementar "Hype Factor" em nenhuma das suas vendas. Ruben Semedo, Matheus Pereira e João Mário são neste momento os jogadores que apresentam maior potencial de exploração de imagem, por factores essencialmente focados na sua estética/idade/irreverência, e por último, rendimento – Hype é marketing. Que proveito retira o Sporting da exploração dos direitos de imagem dos principais activos? Pablo Osvaldo no Boca Juniors, nos últimos 7 meses, proporcionou o equivalente a 7 milhões de euros em exploração de imagem, aos dois clubes que representou...

 

Os milhões de seguidores acedem a milhares de conteúdos dos seus ídolos, sendo actualmente Neymar numa escala naturalmente superior, o jogador que actualmente mais proveitos de tal factor retira. Muito mais que Messi ou Ronaldo. Sabia o leitor que no Sporting, era Carrillo o jogador com maior potencial gerado nesse campo ?

 

Resolução #5 - Ampliar tecto salarial, baixar volume de investimento

 

Não visíveis, mas bem reais, são os encargos inerentes a impostos e comissões que o Sporting tem pago nos últimos anos a Estado e privados. Acrescentado as verbas relacionadas aos valores de transacção de passes, o desgaste de tesouraria é enorme face à urgência de retorno imediato que assiste ao clube. O Sporting tem de comprar muito menos, e por muito que nos custe, vender muito mais e melhor. William e Slimani são o melhor negócio que podemos realizar para breve. A sua importância no plantel naturalmente que se opõe à emocionalidade da perca dos mesmos, mas se verificarmos, são estas as posições onde o mercado nacional e internacional nos podem oferecer mais soluções de substituição de qualidade.

 

Em Portugal, existem bons médios defensivos. Em Inglaterra, existe um invulgar número de avançados de diversas nacionalidades, que fruto da idade ou da competitividade nos seus plantéis, não lhes garante a frequente titularidade. Por outro lado, uma batalha muito minha, relacionada com Coates. Inquestionável a sua qualidade. Mas tamanha dimensão, não apenas física mas de estatuto, pode retirar a possibilidade a Ruben Semedo, Tobias e Oliveira (pelo menos a dois destes) de se destacarem. Como Bruno César a Mané ou Mateus Pereira. Temos de interpretar determinadas contratações, não permitindo efeito-pinheiro que inibam a valorização no mercado dos nossos jovens activos.

 

 

P.S.: A ilustração por mim escolhida para figurar neste Post, é da autoria de Jacopo d'Antonio Negretti, intitulada "St. Lawrence distribuindo riqueza aos pobres".

 

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publicado às 09:23

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