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O portal da Federação Portugal de Futebol foi reestruturado recentemente e na secção referente às competições nacionais, o organismo que tutela o futebol português contabiliza os quatro Campeonato de Portugal conquistados pelo Sporting em 1922/1923, 1933/1934, 1934/1935 e 1937/1938 como Taças de Portugal ao contrário da tese defendida pela direcção de Bruno de Carvalho de que esses títulos deveriam contar como títulos de campeão nacional.

 

Esta actualização do palmarés dos vencedores da Taça de Portugal aparenta vir de forma indirecta reafirmar que o Sporting tem apenas 18 títulos de campeão nacional e não 22. Contrário a todas as manchetes noticiosas, a FPF não se pronunciou directamente sobre este assunto, além do que é acima referido.

 

Entretanto, Bruno de Carvalho já reagiu a esta ocorrência, e de forma muito agressiva, através do Facebook, acusando os dirigentes federativos de cobardia, incompetência e subserviência:

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publicado às 16:37

 

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O Conselho de Arbitragem da FPF quer lutar contra o anti-jogo e pede ajuda aos clubes para tentar acabar com a prática de perder tempo durante um jogo de futebol. O órgão federativo endereçou uma carta assinada por Fontela Gomes aos clubes do primeiro e segundo escalão do futebol português em que requisita uma sensibilização para o problema que “viola o espírito do jogo e respeito pelo espectador”.

 

Na carta enviada, o Presidente do Conselho de Arbitragem levanta questões sobre o aumento de casos em que se verificou uso de anti-jogo no campeonato português e afirma que os árbitros vão agir em resposta a essas práticas:

 

«Esta temporada temos detectado com preocupação o aumento do número de paragens e a crescente duração das mesmas. Vem deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo».

 

O plano de resposta do Conselho de Arbitragem passa por instruir os árbitros que se deparem com situações deste género em acrescentar mais tempo aos minutos de compensação ao jogos. As novas directivas impostas aos árbitros aparentam já estar em uso e estiveram presentes na última jornada do campeonato.

 

Na realidade, este é um problema global do futebol, mais evidente em alguns campeonatos como o português, e lamentamos a FIFA, que tem esse poder, não agir com mão mais pesada. No enquadramento nacional, entretanto, compete aos árbitros conceder o tempo adequado às circunstâncias de cada jogo. Em muito jogos quase que podemos pré-acertar o relógio para um minuto extra na primeira parte e três na segunda. Isto, obviamente, não corresponde à realidade do que assistimos dentro das quatro linhas e exige rectificação. 

 

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publicado às 17:42

 

 

A campanha ‘Não somos 11, somos 11 milhões’ da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), usada no Euro 2016, no qual Portugal se sagrou Campeão, é uma das finalistas nos prémios de marketing da UEFA.

De acordo com o organismo que superintende o futebol europeu, o ‘slogan’ da Selecção Nacional está nomeado na categoria de melhor activação de marca.

A concorrer com as federações francesa, norueguesa e turca, a FPF vai apresentar o projecto ao júri, em Atenas, a 24 de Novembro, dia em que se saberá também o vencedor.

A FPF já foi premiada na categoria de ‘criatividade e inovação’, por melhor campanha publicitária, em 2012, por uma campanha com uma cadeia de hipermercados para a venda de bilhetes.

 

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publicado às 18:06

 

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A Federação Portuguesa de Futebol aceita a decisão tomada pelo Tribunal Administrativo de Lisboa no sentido de reintegrar de imediato o Gil Vicente no quadro da Primeira Liga, na sequência do encerramento do polémico “Caso Mateus”, sem qualquer intenção de recorrer da mesma.

 

Em comunicado, o organismo presidido por Fernando Gomes anuncia a “disponibilidade para proceder de imediato à alteração do contrato existente com a LPFP, no sentido de permitir a alteração da sua cláusula 4ª, nº7, de molde a possibilitar, assim a LPFP o entenda, a execução da decisão judicial”. Ou seja, a promoção imediata dos minhotos ao principal escalão do futebol português, embora sem adiantar em que contexto é que essa alteração na secretaria se irá processar.

 

O que estará a ser equacionado - pelo menos é a ideia que o comunicado aparenta sugerir - é o alargamento do actual quadro de equipas da Primeira Liga, em 2016/17, possivelmente para 20 emblemas, com a repescagem do União da Madeira - primeira formação na zona de despromoção - havendo a contingência federativa de que o campeonato volte à fórmula original de 18 clubes a partir de 2017/18.

 

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publicado às 05:10

 

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Sporting e FC Porto foram dois dos quatro delegados que não subscreveram a recandidatura de Fernando Gomes à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), cujas eleições estão marcadas para o dia 4 de Junho na Cidade do Futebol, em Oeiras.

 

A lista de Fernando Gomes foi subscrita por 80 dos 84 delegados da Assembleia-Geral federativa, mas, pelos vistos, Sporting, FC Porto, Académica e AF Viana do Castelo não subscreveram o apoio ao antigo vice-presidente portista.

 

Fernando Gomes, foi o único candidato a apresentar listas concorrentes às eleições dos órgãos sociais da FPF e, tudo indica, irá cumprir o seu segundo mandato na cadeira da presidência do futebol português.

 

José Fontelas Gomes será o presidente do Conselho de Arbitragem e José Manuel Meirim assume a liderança do Conselho de Disciplina. A restante composição das listas deverá ser conhecida em breve.

 

Surpresa, para mim, pelo menos, a integração do Dr. José Manuel Meirim - especialista em Direito Desportivo - pessoa que colaborou com o Camarote Leonino em várias ocasiões. Consta que é adepto do Benfica, no entanto, queremos acreditar que esse factor não influenciará a sua imparcialidade e objectividade.

 

Há muito que insisto que a suposta oposição a Fernando Gomes por parte do clube portista é apenas para "inglês ver", que, na realidade, não passa de uma estratégia. No que ao Sporting concerne, confesso que desconheço a especificidade do seu descontentamento com o líder federativo. Mas este é um exemplo clássico do que é debatido aqui no blogue com alguma frequência; não basta ser da oposição, teria de se fazer um esforço para apresentar uma candidatura alternativa mais ao agrado.

 

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publicado às 03:52

Folclore vale multa irrisória

Rui Gomes, em 20.04.16

 

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O palrador oficial do Benfica foi multado pelo órgão disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol, no valor de 117,75 euros, por violação do n.º 1 do artigo 19.º do Regulamento Disciplinar da Liga de Clubes, relacionado com a obrigatoriedade de "manter conduta conforme aos princípios desportivos de lealdade, probidade, verdade e rectidão" por parte de todos os agentes envolvidos no futebol.

 

Na base da suspensão do dirigente "encarnado" está uma frase sua a 10 de Fevereiro de 2015, quando comentou o blackout do Sporting: "Acabou o blackout, começou o folclore".

 

Na realidade, além do "folclore" de João Gabriel temos igualmente de calibre carnavalesco o processamento disciplinar por parte do organismo federativo. Uma punição tão banal consequente de uma tomada de decisão cerca de 14 meses após o acto.

 

Apenas mais um caso de "Made in Portugal" !!!

 

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publicado às 05:19

 

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Como era de esperar, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou, esta terça-feira, a aplicação de uma suspensão preventiva de vinte dias a Bruno de Carvalho e a instauração de um processo disciplinar, em relação aos incidentes e consequente expulsão no jogo com o Tondela.

 

Esta decisão tem por base o relatório do árbitro Luís Ferreira e não se relaciona com a queixa apresentada por Vítor Pereira, presidente do organismo disciplinar, ou outras.

 

Este processo é semelhante ao que foi instaurado ao presidente do Sporting pela sua também expulsão no jogo com o Boavista da 6.ª jornada, que teve lugar no dia 26 de Setembro de 2015.

 

Bruno de Carvalho está acusado de infringir o ponto 1 do artigo 112 do Regulamento Disciplinar, que refere a lesão da honra e da reputação.

 

Esta primeira medida poderá ser apenas o início de um longo e potencialmente punitivo processo.

 

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publicado às 04:30

A queixa do Benfica é oficial...

Rui Gomes, em 23.11.15

 

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Mau perder, vingança e outras considerações menos louváveis vêm-me à ideia, ao ler a notícia de que o Benfica apresentou queixa formal junto da secção não-profissional do Conselho de Disciplina (CD) da FPF contra Slimani, por entender que o avançado do Sporting agrediu Samaris num lance do «derby» do último sábado. A queixa deverá agora levar à abertura de um processo, que seguirá os seus trâmites habituais.


Os "encarnados" alegam que o árbitro Jorge Sousa não julgou o lance no decorrer do encontro e, como não houve lugar a punição naquele instante, existem assim motivos para aplicar um castigo ao internacional argelino com base nas imagens televisivas.


De referir que a secção não-profissional do CD da FPF (responsável pela disciplina nos jogos da Taça de Portugal) apenas se reúne uma vez por semana, à sexta-feira, pelo que apenas nesse dia será.

 

Satisfazendo os respectivos prazos estipulados nos Regulamentos, acho que o Sporting devia reagir com queixas similares sobre outros lances não punidos por Jorge Sousa, em que jogadores do clube da Luz foram os agressores.

 

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publicado às 19:29

Matheus Pereira em equação...

Rui Gomes, em 12.11.15

 

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Humberto Coelho, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), foi questionado sobre Matheus Pereira à margem da Gala da Confederação do Desporto de Portugal, que teve lugar no Casino Estoril, esta quarta-feira. Em causa, rumores que a FPF exerceu pressão para a sua naturalização:

«Nós só sondamos os portugueses. A federação não tem como objectivo nacionalizar jogadores. Queremos chamar jogadores portugueses à selecção. Todos os que são portugueses, caso os seleccionadores assim o entendam, podem ser chamados.»

Confrontado com exemplos do passado como Pepe, Deco e Liedson, o primeiro dos quais ainda é um dos jogadores indiscutíveis da actual Selecção Nacional, Humberto Coelho não nega a possibilidade de Matheus Pereira vir a representar Portugal, mas que nada foi feito nesse sentido pelo órgão federativo:

«Nesta Direcção nunca nada foi feito no sentido de naturalizar jogadores. Não quero dizer que não vem, mas neste momento nada foi feito por nós para que isso aconteça. Na nossa cabeça continuamos a só pensar nos jogadores portugueses.»

 

Não há muitos dias, Rui Jorge foi também questionado sobre o jovem do Sporting, limitando-se a responder que não contava com  ele neste momento.

 

Matheus Pereira chegou a Portugal em 2008, deu os primeiros pontapés na bola em solo português pelo Trafaria e em 2009 juntou-se à formação leonina. Tem contrato com o Sporting até 2020. Naturalizando-se, o jovem terá eventualmente de decidir se pretende representar Portugal ou o Brasil.

 

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publicado às 04:24

 

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O Conselho de Disciplina da FPF anunciou esta terça-feira que instaurou um processo disciplinar a Naldo, resultado da sua expulsão no jogo com o Arouca, por ter empurrado Lito Vidigal.

 

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A acção do jogador é considerada uma "agressão" e o processo disciplinar é aberto segundo o artigo 145.1 alínea B do Regulamento Disciplinar: "Noutros casos de agressão, com a sanção de suspensão a fixar entre o mínimo de dois meses e o máximo de dois anos e, acessoriamente, com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 25 UC e o máximo de 125 UC."

 

Segundo parece, a partir do momento em que o Conselho de Disciplina da FPF remeteu o processo para a Liga de Clubes, Naldo ficou automaticamente suspenso pelo período de tempo enquanto corre o processo disciplinar e até é de admitir que possa falhar o jogo com o Benfica a contar para a Taça de Portugal.

 

Entretanto, numa tomada de decisão que só pode ser considerado "humor negro", Lito Vidigal, o instigador do incidente, foi multado 40 euros, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. Dizer que isto é incrível, é dizer muito pouco, mas será que há real causa para surpresa, considerando a podridão dos órgãos que superintendem o futebol português ?

 

Numa outra decisão do supracitado órgão federativo, Diogo Oliveira, membro da equipa médica do Arouca, igualmente expulso, foi punido pelo CD, mas de forma mais severa: suspensão de 20 dias e pagamento de 1.530 euros de multa por infringir o artigo relacionado com a "lesão da honra e da reputação" do Regulamento Disciplinar da Liga.

 

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Quem não tem memória curta, deve recordar vários dos nossos escritos em que referimos que Bruno de Carvalho nada resolveria a "gritar às quatro paredes". O problema  do futebol português, à raiz, é profundo e complexo e exige mudanças radicais nas suas estruturas, movidas de forma inteligente nos corredores do poder. Enquanto isso não acontecer, continuaremos a ter o indecoro displicente à vista.

 

Veremos, agora, que decisão será tomada relativamente a Naldo e quanto tempo vai levar para ser tomada.

 

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publicado às 05:14

 

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Claramente frustrado e a dar chama à sua animosidade para com Luís Duque, Bruno de Carvalho reagiu impetuosa e irracionalmente a culpar o presidente da Liga de Clubes pela decisão da Assembleia Geral da FPF, ao chumbar o sorteio dos árbitros em competições oficiais. Recorde-se que 53 delegados votaram contra a medida, 17 a favor e houve uma abstenção:

A decisão é sobretudo um golpe para os clubes depois de uma decisão largamente maioria ficamos a perceber que Luís Duque e os seus pares não foram capazes de defender os nossos interesses. Estamos no Cabo da Boa Esperança, onde se falava de monstros e onde muitas pessoas morreram, mas um dia um português passou e mudou tudo. Estamos envoltos num Mundo de incompetência e de hipocrisia, verificámos existirem uns delegados que não faziam ideia do que se estava a falar e não houve capacidade da Liga em informá-los sobre as virtudes do sorteio e o regulamento com as alterações pensadas. Vamos ter de continuar nesta luta, mas fica a impressão que a FPF continua de costas voltas para os clubes e os clubes não têm pessoas que as defendam devidamente. É bom que os clubes entendam o que significa este chumbo. Isto não é um revés para o Sporting, mas para o futebol.

 

É preciso ter um presidente da Liga que nos defenda, que não se deixe ser eliminado numas votações depois de os clubes terem decidido outra coisa. (...) Temos de continuar a pugnar por um futebol diferente e os clubes têm de tentar fazer ouvir a sua voz. Se não houver clubes não há futebol, nem selecções, nem negócio. Temos de ser serenos, perceber o que é o futebol, os interesses que estão à volta e lutar todos juntos por votar num presidente da Liga que não tenha medo de defender os clubes.

 

 

À margem de um jogo de preparação entre o Atlético e Olhanense, Luís Duque reagiu às declarações de Bruno de Carvalho:

 

 

Quem esteve lá viu que é falso. Defendi sempre a vontade dos clubes no sentido do que foi decidido na AG da Liga. Publicamente sempre defendi a vontade desses clubes, independente daquilo que possa ou não pensar. Ficou na evidência de todos os que ouviram as minhas declarações que a posição da Liga foi uma e de forma inequívoca, inclusivamente recorrendo a pareceres para suportar a posição dos clubes. Se a proposta não teve acolhimento, pelo menos ficou a mensagem dos clubes de que as coisas não estão bem e têm de ser mudadas. A Liga tem apenas um voto. Nem faço comentários, é de alguém que não acompanhou, ou está completamente desfasado da realidade e não tem a mínima noção do que está a dizer. Se a própria proposta do Sporting foi admitida na AG, foi porque eu disse que todas tinham de ser ouvidas. É um perfeito disparate de alguém que é um perfeito ignorante nesta matéria e que não tem o mínimo de experiência nestas questões.

 

 

Além do ataque directo a Luís Duque, fica-se com a sensação de que o discurso do presidente do Sporting foi um de campanha eleitoral em prol de Pedro Proença. Curiosamente, Bruno de Carvalho não se incomodou a estar presente nas duas sessões da Assembleia Geral da Liga, em que a proposta do Sporting foi debatida e eventualmente aprovada pelos clubes.

 

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publicado às 04:04

Não é surpresa alguma !

Rui Gomes, em 25.07.15

 

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A Assembleia Geral extraordinária da Federação Portuguesa de Futebol não ratificou a proposta da Liga de Clubes de regressar ao sorteio dos árbitros para as competições oficiais.

 

Os delegados presentes deixaram uma ideia clara da sua oposição à medida, com 53 votos contra, 17 a favor e uma abstenção.

 

Tive ocasião de escrever neste espaço que o sorteio não passaria de um penso rápido, ignorando a causa à raiz do problema. Teria, a curto prazo, providenciado uma ilusão de melhoria, mas enquanto as estruturas, e as pessoas que nelas navegam, não forem alteradas, o problema será sempre o mesmo.

 

Na realidade, o futebol português tem o "sistema" que merece, apenas e tão só porque a vasta maioria de clubes e seus dirigentes recusam enfrentar e corrigir o que está mal. Por essa perversa óptica, é melhor, portanto, andar a competir sob uma ordem nebulosa, vir a público constantemente arejar as já tradicionais queixas e desculpas para tentar justificar as insuficiências competitivas e deixar tudo na mesma. Seja bem vindo a Portugal !

 

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publicado às 13:39

 

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Como já é do conhecimento geral, as alterações ao Regulamento de Arbitragem e Disciplina - que inclui o sorteio de árbitros - aprovadas pelos clubes na Assembleia Geral da Liga no dia 29 de Junho, têm de ser ratificadas em Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol. Esta está agendada para 25 de Julho.

 

Para o efeito, José Luís Arnault, presidente da Assembleia Geral da FPF, procurou junto de especialistas um suporte jurídico à tomada de decisão e, segundo o que está a ser noticiado, estes pareceres apontam para a ilegalidade das ditas alterações que pode incorrer riscos de sanção, inclusivamente ao nível da reapreciação do Estatuto de Utilidade Pública.

 

Face às dúvidas jurídicas que o assunto suscitou, os pareceres dos especialistas será partilhado com os sócios da FPF antes da discussão e votação que terá lugar no próximo sábado.

 

Promete ser uma Assembleia Geral muito animada...

 

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publicado às 12:32

Oficial de Ligação aos Adeptos

Rui Gomes, em 05.03.15

 

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Devo começar por admitir que desconhecia que existia no futebol português "Oficiais de Ligação aos Adeptos" (OLA) do Órgão de Gestão e Licenciamento de clubes da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Como indica este interessante artigo que recomendo ao leitor, é uma nova figura do futebol profissional, a fazer a ponte entre o clube e os adeptos no ponto de vista de segurança e do conforto.

 

O Oficial de Ligação aos Adeptos é obrigatório na UEFA para os clubes que participam nas provas europeias. Segundo revela Jorge Silvério, coordenador dos OLA, "em Portugal ainda não é obrigatório mas os 18 clubes da 1.ª Liga já têm esta figura".

 

Segundo as informações disponíveis, ao longo de duas épocas e meia - o período de existência deste organismo - as multas por comportamento incorrecto dos adeptos já baixaram mais de 200 mil euros e as sanções para os prevaricadores nos estádios estão a ser aplicadas com eficácia, existindo, neste momento, três dezenas de adeptos impedidos de frequentar recintos de futebol em Portugal.

 

Adianta ainda Jorge Silvério que este processo é "um bom exemplo para o futuro e que pode ser importante para atrair mais público, nomeadamente famílias."

 

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publicado às 03:08

Processo instaurado ao Sporting

Rui Gomes, em 15.02.15

 

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A secção não profissional do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo ao Sporting, devido aos incidentes que ocorreram no "derby" de futsal do passado sábado, no Pavilhão da Luz.

 

Em princípio, esta decisão do referido organismo fundamenta-se no derrubar da rede que separa a bancada do campo, levado a cabo por elementos das claques leoninas, que acabou por gerar muita tensão no pavilhão.

 

Em resposta, o Sporting fez chegar ao Conselho de Disciplina da FPF, esta sexta-feira, uma participação relativa ao comportamento dos adeptos encarnados, sendo o seu ponto fulcral a lamentável exibição de uma tarja com a inscrição "Very Light 1996".

 

O Benfica já foi condenado ao pagamento de uma multa no valor de 1.326 euros, mas parece óbvio que este caso ainda está muito longe de ser definitivamente resolvido.

 

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publicado às 08:32

Interessante decisão da FPF

Rui Gomes, em 16.01.15

 

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Como bem sabemos, a queixa do Sporting no caso da não utilização, pelo Belenenses, de Miguel Rosa e Deyverson frente ao Benfica, foi arquivada pela Comissão de Instrução e Inquérito da Liga (CII).

 

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Surgiu um inesperado e muito interessante comunicado da FPF, esta sexta-feira, a participar que a referida decisão foi revogada e a obrigar a Liga a reabrir o processo, em seguimento da Reclamação apresentada pelo Sporting. Vejamos o teor da missiva:

 

«OBJECTO: Reclamação do participante SPORTING CLUBE DE PORTUGAL - FUTEBOL, SAD contra a decisão de arquivamento tomado pela CII, a 17 de Dezembro de 2014, no procedimento desencadeado pela participação apresentada pelo ora Reclamante contra a Sport Lisboa e Benfica, Futebol, SAD, a que foi atribuída o n.º 6-14/15, com base no facto dos jogadores Miguel Rosa e Deyverson não terem sido utilizados no jogo disputado a 06/12/2014, entre a Sporting Lisboa e Benfica, Futebol, SAD e o Os Belenenses - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD.

 

DECISÃO: Ao abrigo do disposto no art.º 235º, n.º 4-b) do RD, decide-se:

 

1 - Julgar procedente a presente Reclamação.

2 - Revogar a Decisão reclamada.»

 

Um caso para acompanhar nos próximos tempos. Não se espera "milagres", mas não deixa de ser motivo para alguma satisfação ver a Liga a ser obrigada a reabrir o processo e a reconsiderar o mérito da queixa original apresentada pelo Sporting.

 

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publicado às 23:15

A polarização da luta pelo poder

Rui Gomes, em 11.10.14

 

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Mário Figueiredo está sob a alçada disciplinar do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, pelas declarações proferidas numa entrevista à RTP Informação, a 8 de Setembro, sobre uma candidatura à FPF em 2010, que precipitaram a Federação a instaurar um processo disciplinar por participações feitas pelo Conselho de Arbitragem, por membros da direcção da FPF e pelo próprio presidente Fernando Gomes: 

 

«Quando a arbitragem mudou para a Federação, esse presidente mudou-se de armas e bagagens para a Federação. As pessoas que estão à frente dos destinos do futebol fizeram-no para perpetuar um sistema que dura há muitos anos.»

 

Subscrevo, na íntegra, esta afirmação de Mário Figueiredo, porque creio que corresponde à verdade e assim escrevi, por outras palavras, em Setembro de 2011, na minha então coluna semanal no jornal "Sporting". Eis um breve extracto de dois parágrafos desse meu artigo:

 

«(...) Recuando nos tempos, se alguma coisa o nosso historial futebolístico nos ensina, é que é sempre prudente reservar um boa dose de cepticismo, até prova em contrário, sobre qualquer "maquinação" que abrange a cúpula portista liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa. É por de mais evidente que este emblema, com este líder, nunca aprova nada nem ninguém que não avance os interesses singulares do FC Porto. Muito por esta consternação, foi sempre difícil aceitar a fidedignidade das alegadas incompatibilidades sobre contratações de jogadores, como a causa que levou Fernando Gomes à renúncia ao cargo de dirigente do clube nortenho, após cerca de dez anos de comunhão de esforços e associação íntima com o presidente. Na realidade, não será desajuizado inferir, que a terem existido inconciliabilidades incitadas pelo transpor da autoridade e idoneidade institucional, precipitando a então anunciada ruptura, esta deveria ter emergido, lógica e moralmente, pese arriscar o paradoxo, antes ou durante o degradante o notório processo "Apito Dourado". A preeminente incoerência só pode nutrir suspeitas consideráveis.»

 

«(...) A premissa de raiz é que o versátil "savoir-faire" do líder portista nunca deve ser subestimado, por conseguinte, não injuria a sisudez de ninguém - não obstante o Barão de Montesquieu a considerar a "armadura dos parvos" - admitir que o afastamento do então vice-presidente tenha sido idealizado precisamente para posicionar uma figura da sua total confiança no assento soberano do futebol profissional. Com os poderes estatutários a serem devolvidos à Federação, faz sentido que o actual escopo veemente seja a recolocação dessa mesma individualidade. Salvo existir algo muito significativo que ilude o domínio público, esta asserção entoa noções esclarecidamente indiciadas pelo estado das coisas (...).

 

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publicado às 03:02

Suspensões infrutíferas !

Rui Gomes, em 25.06.14
 

 

A Federação Portuguesa de Futebol anunciou esta quarta-feira que o Conselho de Disciplina do organismo suspendeu Bruno de Carvalho por 45 dias e multou-o no montante de 1.148 euros, por causa das suas declarações de 19 de Março de 2014, a Bola Branca da Rádio Renascença, sobre uma conversa sua com Luís Filipe Vieira.

O Sporting foi ainda multado 2.733 euros por causa de uma reportagem no jornal "Sporting", intitulada "Quem é quem no Conselho de Arbitragem".

 Acho sempre uma certa piada quando este tipo de suspensão é aplicada a dirigentes porque, na realidade, salvo pela multa que até não é elevada, não tem consequências algumas práticas. Fundamentalmente, o dirigente suspenso não pode frequentar certas instalações durante jogos de futebol e fica impedido de participar em funções oficiais tanto da Federação Portuguesa de Futebol como da Liga de Clubes. No caso do presidente do Sporting, tem o incómodo adicional de o impedir de assistir a jogos do clube no banco de suplentes e, na Tribuna, não poderá ocupar a cadeira presidencial. 

É evidente que estes castigos para serem verdadeiramente sentidos e obrigar reflexão por parte dos infractores das regras, as multas teriam de ser muitíssimo mais elevadas, a exemplo do que sucede em outras Ligas e em outras modalidades desportivas.

Não li nada sobre a reacção de Bruno de Carvalho, mas é plausível que recorra das decisões.

Nota: Também por declarações prestadas, António Salvador - presidente do SC Braga - foi suspenso por três meses e multado 2.295 euros.

 

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publicado às 21:51

O Desporto que os Tribunais Praticam

Rui Gomes, em 14.05.14

 

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publicado às 11:49

Veto da FIFA sobre Fernando

Rui Gomes, em 03.05.14
 

 

Apenas duas ou três breves observações sobre a decisão da FIFA que eu sinto alguma dificuldade em compreender, indiferente do impacte desta na Selecção Nacional. Devo admitir, desde já, que será a minha interpretação dos pertinentes Estatutos da FIFA que está incorrecta, porque afronta a lógica e a sensatez que o organismo que superintende o futebol mundial tenha errado na sua deliberação.

Antes de mais, esclarecer que a supracitada decisão subscreve, alegadamente, ao que se encontra estipulado na alínea a) do nº 1 do Artigo 8 Anexo III dos Estatutos da FIFA, em que Fernando foi considerado inelegível para representar Portugal por já ter representado a Selecção de Sub-20 do Brasil no apuramento para o Campeonato do Mundo desse escalão, e que na altura ainda não era detentor da nacionalidade portuguesa.

1. Se o Regulamento é assim tão explícito - em relação à inelegibilidade - não faz grande sentido a FPF pedir autorização à FIFA para inscrever o jogador, dado que o organismo não iria abrir um precedente excepcional para Portugal. Além do mais, os Estatutos indicam que o pedido para alterar a representação federativa só deve ser submetido ao respectivo Comité da FIFA em situações em que o jogador tem esse direito. Isto aparenta indicar que a FPF entendeu que esse direito existia.

2. De uma forma ou outra, qual a razão que levou cerca de cinco semanas para a FIFA revelar a sua deliberação sobre um processo que apenas envolve rever o registo internacional do jogador e, mediante este, determinar a sua elegibilidade de acordo com os Regulamentos vigentes ? 

3. O Regulamento explicita que o jogador é elegível desde que não tenha participado em um jogo de um prova oficial ao nível internacional "A" em representação da Federação a que está associado (Brasil), e caso tenha participado em um jogo dessas características por essa mesma Federação, já era detentor da nacionalidade da Federação que deseja agora representar.

No caso de Fernando, ele não participou em um jogo oficial ao nível internacional "A", mas sim de sub-20, disposição que logicamente aparenta negar o requisito de já ser detentor de uma outra nacionalidade na altura, neste caso a portuguesa. Tenho uma vaga ideia sobre a existência de precedentes em casos semelhantes, mas não me lembro do nome de nenhum jogador neste momento e não tive disponibilidade suficiente para averiguar a contenda. Admito, também, que esta ocorrência se tenha dado ao abrigo de Regulamentos antigos. A exemplo - pouco conhecido - Michel Platini representou o Kuwait em um amistoso, já depois de representar a França.

Quero crer que com tudo isto, a pessoa mais aliviada é Paulo Bento. Caso Fernando tivesse sido considerado elegível para representar Portugal, a decisão do seleccionador nacional seria muito difícil e sempre controversa. No contexto Sporting, não vislumbro esta disposição "abrir a porta" para um jogador leonino.

Por fim, deixo aqui um desafio ao leitor:... E se a Federação Portuguesa de Futebol nem sequer tentou inscrever Fernando ?

 

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publicado às 06:21




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