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Comunicado do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol

 

 

1. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pela natureza das suas competências, tem por regra a não intervenção pública.

 

O exercício da função disciplinar, qualquer função disciplinar, quer-se serena e reservada.

 

Situações há, todavia, em que o órgão disciplinar do futebol português não só pode como deve pronunciar-se publicamente mediante a emissão de comunicado.

 

O Conselho de Disciplina, na época desportiva que se encontra a quinze dias do seu final, já o fez, embora, naturalmente, em casos contados.

 

2. A emissão de um comunicado como a que agora se efectiva sendo excepcional deve fundar-se em razões ponderosas e objectivas, que reclamem a tomada de uma posição pública junto de todos os operadores do futebol e, acima de tudo, perante aqueles que vêem nessa modalidade desportiva uma referência quase diária, isto é, os adeptos, os amantes do desporto e o público em geral.

 

3. Hoje toda a imprensa confere assinalável destaque a um conjunto de declarações e factos, de diversa natureza e origem.

 

Refere-se ainda a investigação do Ministério Público e do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Assim sendo, perante este retrato público, não pode o Conselho de Disciplina deixar de se exprimir, em nome da confiança que devem merecer as instituições desportivas que exercem o poder disciplinar junto de um, como vimos, vastíssimo universo de entidades e pessoas.

 

4. Na sequência das primeiras declarações e notícias sobre o mesmo objecto, que tiveram lugar a 6 e 7 do corrente mês, o Conselho de Disciplina determinou no dia 8, a abertura de um processo de inquérito para apurar a possibilidade de, a partir delas, se configurar ou não a prática de alguma infracção disciplinar.

 

Tal despacho foi, de imediato, remetido à entidade com poder instrutório disciplinar exclusivo, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

 

Ontem, perante novas declarações e notícias, foi determinado anexar esses elementos ao processo de inquérito.

 

O mesmo sucederá amanhã perante as notícias de hoje e sempre assim será quando o Conselho de Disciplina tomar conhecimento de elementos relativos ao objecto do inquérito.

 

Esclareça-se, aliás, que ao Conselho de Disciplina não chegou, até a este momento, qualquer denúncia, participação, queixa, seja de quem quer que seja ou mesmo anónima.

 

O Conselho de Disciplina agiu de imediato, perante as declarações e notícias públicas, como lhe impõe a lei e os regulamentos, não se demitindo das suas funções a coberto da necessidade do impulso de outros.

 

5. No momento em que nos encontramos a cerca de duas semanas do início de uma nova época desportiva, seria bom que os procedimentos disciplinares, relativos ao passado, se encontrassem a findar.

 

Não é assim e por diversas razões, muitas delas de natureza processual e erigidas em nome da garantia de defesa dos próprios agentes arguidos.

 

6. Tal, contudo, não deve ser um entrave a que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol e todos os operadores do futebol, desde logo, também, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, façam todos os esforços que são reclamados por todos aqueles que verdadeiramente amam o futebol como modalidade desportiva que se desenrola em conformidade com os valores desportivos.

 

Todos, no espaço das suas competências, devem isso ao futebol e, nesse sentido, apela-se a que todos tenham um empenhamento redobrado de molde a afastar de forma célere, não só o manto de suspeitas que escurece o universo das competições profissionais,  mas ainda para que todos os procedimentos disciplinares, independentemente da sua natureza ou objecto, venham a alcançar a mais rápida resposta final possível, de modo a que tais competições se disputem, desde o dealbar da época desportiva 2017/2018, num ambiente de regularidade e estabilidade.

 

O Conselho de Disciplina reafirma, uma vez mais, esse propósito de sempre.

 

Cidade do Futebol, 15 de Junho de 2017

 

José Manuel Meirim

 

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publicado às 19:28

 

A FPF tornou pública esta sexta-feira a sua proposta para um novo Regulamento Disciplinar, fruto do trabalho levado cabo pela Comissão de Reforma do Regulamento Disciplinar da FPF, presidida por Germano Marques da Silva desde final de 2016. Este RD, a ser aprovado, não é aplicável à I e II Liga, bem como a Taça da Liga.

 

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Por entre uma série de alterações, agora trazidas a discussão, a FPF é clara: é um documento para ser analisado, discutido e por isso ainda aberto a propostas. Sendo assim, a federação divulga mesmo uma morada de mail (conselho.disciplina@fpf.pt) para onde podem ser enviados "contributos" até 16 de Junho.

 

O regulamento disciplinar em causa, que não é válido para as provas profissionais organizadas pela Liga, encerra diversas novidades. Entre elas, a liberdade do Conselho de Disciplina da FPF passar a poder "abrir um processo sumarísismo em qualquer circunstância"; a redução para 200 euros do valor das ofertas aos árbitros - acima disso será corrupção -, valor abaixo dos 300 euros que são o limite em vigor na UEFA.

 

Para ser justo, devemos reconhecer que a campanha do Sporting liderada por Bruno de Carvalho sempre teve algum efeito, muito embora, a bem dizer, para ter impacte global, a Liga de Clubes deveria também adoptar a medida.

 

Este é mais um caso que serve de fundamento para o argumento de que esta ambiguidade de jurisdição devia ser eliminada no futebol português uma vez por todas. Não faz sentido algum existirem regras para as provas organizadas pela FPF e outras para as que são do domínio da Liga.

 

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publicado às 04:40

 

Hermínio Loureiro, vice-presidente da FPF, revelou que foram distribuídos 4,5 milhões pelos clubes na edição deste ano da Taça de Portugal, valor que constitui um recorde na competição.

 

O responsável da Federação Portuguesa de Futebol sublinhou que houve um reforço de um milhão de euros no valor dos prémios e que a alteração dos regulamentos permitiu aumentar o número de "jogos das equipas não profissionais".

 

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"Houve uma distribuição de 4,5 milhões de euros para os clubes e um reforço de um milhão de euros (em relação ao ano passado), que é o maior valor de sempre distribuído", referiu durante o evento de apresentação da final da Taça de Portugal, que decorreu esta terça-feira na Cidade do Futebol.

 

Em relação à distribuição do 'bolo' pelos clubes, o dirigente revelou que perto "de 40%" reverte a favor dos clubes "não profissionais", quando em 2012/2013 essa percentagem era de cerca de "14%".

 

Hermínio Loureiro destacou ainda o aumento do número das equipas não profissionais na prova.

 

"77,4 % de clubes que estiveram na prova que não são profissionais. Na 5ª eliminatória, 25% dos clubes eram do Campeonato de Portugal".

 

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publicado às 04:20

 

Era expectável Bruno de Carvalho andar preocupado nestes últimos dias por estar fora das luzes mediáticos que ele tanto adora, correndo o risco do protagonismo recair sobre outros personagens que ambulam pela praça futebolística portuguesa.

 

Consequentemente, como não podia deixar de ser, veio a "público" esta terça-feira através de uma carta enviada aos presidentes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), através da qual assume a perplexidade por estar a ser discutida publicamente a revisão dos regulamentos disciplinares, defendendo sanções exemplares:

 

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«O Sporting Clube de Portugal vem, em primeiro lugar e pela presente, manifestar perplexidade pelo facto de matéria que está a ser objecto de debate e análise em sede do grupo de trabalho com vista à revisão do Regulamento Disciplinar, estar em discussão na praça pública. Não nos parece que seja este o método mais adequado de obtenção de consensos e pacificação do futebol português que, como todos reconhecemos, devem ser uma prioridade de todos os agentes desportivos.

O Sporting Clube de Portugal tem sido portador de uma mensagem muito clara no que diz respeito ao normativo disciplinar que deve reger o futebol português. Sempre pugnámos, de há quatro anos a esta parte, pelo incremento de preceitos que visem a punição exemplar da corrupção, da opacidade, do incentivo ao ódio e à violência no fenómeno desportivo. Escrevemos-lhes por isso com a autoridade de quem tem consciência e convicção de que tem estado sempre na vanguarda das alterações e melhorias no futebol português.

Nesse sentido, o Sporting CP está inteiramente disponível para elevar ao extremo os mecanismos de sanção disciplinar de todos aqueles que, com responsabilidades, não cumpram os regulamentos em vigor.

Não podemos, no entanto, deixar de sublinhar algo que consideramos da máxima relevância. Nos últimos anos, o Sporting CP tem sido alvo preferencial das mais diversas ofensivas e invetivas que nos visam não apenas a nós, mas a toda a indústria do futebol. A este respeito, temos sido defensores intransigentes da aplicação de medidas que visem a promoção da verdade desportiva e da transparência no futebol português.

Foi precisamente nesse sentido que propusemos, entre outras medidas, aliás em linha com os programas de acção dos presidentes da FPF, da Liga e do Conselho de Arbitragem, a publicidade imediata dos relatórios dos delegados e dos árbitros, a introdução do vídeo-árbitro, a substituição imediata do responsável pela coordenação dos delegados da Liga, o fim dos observadores ou a punição exemplar de quem, por meios ilícitos, apoia material e financeiramente claques não legalizadas.

Temos, no entanto, absoluta consciência de que estas medidas não respondem na totalidade aos problemas prementes que enfrentamos hoje em dia. Desde logo porque o comportamento dos agentes desportivos, designadamente os dirigentes, é muitas vezes consequência de uma política de terrorismo comunicacional que alguns clubes entendem levar a cabo com resultados particularmente nefastos para a indústria do futebol e todos os que nela intervêm.

Nesse sentido, reafirmamos a nossa total disponibilidade para apoiar penas máximas para quem se exceda ou prevarique no exercício constitucional da liberdade de crítica e opinião, considerando, porém, que este quadro só é aplicável na circunstância em que nos sejam dadas condições para não termos que passar a vida a defender-nos do autêntico exército de caluniadores ao serviço de agendas clubísticas, que poluem o espaço mediático.

Atrevemo-nos inclusive a lançar o repto de que seja ponderada a introdução de um mecanismo de responsabilização objectiva dos Clubes pelas declarações proferidas por comentadores que lhes sejam manifestamente afectos, tal como já hoje sucede ao nível do comportamento incorrecto dos adeptos.

É pois neste contexto que propomos uma reunião ao mais alto nível com a presença dos Presidentes da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga Portugal, dos Clubes, do Governo e dos Operadores de Media que, como é público, têm sido utilizados, tantas vezes involuntariamente, para a prossecução de uma agenda de cartilha com matriz pirómana e incendiária que é devastadora para o desporto nacional.

Só através de um compromisso sério entre todos os intervenientes, e não podemos eximir ninguém desta responsabilidade, é que será possível a pacificação e descrispação tão necessárias ao futebol português».

 

É sempre uma "experiência" singular - não obstante o cansaço psicológico - ler/ouvir Bruno de Carvalho evocar os termos pacificação, descripação e ainda política de terrorismo comunicacional, recorrendo à sua teoria da indução por repetição, até se tornar credível vindo da sua pessoa. A sua recomendação de responsabilizar/punir os clubes pelas declarações proferidas por comentadores que lhes sejam manifestamente afectos, tal como já hoje sucede ao nível do comportamento incorrecto dos adeptos, é tão ridículo que não merece comentário da nossa parte. Até porque se a medida fosse aprovada e implementada, não dá para imaginar a punição de que o Sporting seria então alvo, pelo comportamento do seu presidente.

 

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publicado às 03:58

 

Segundo informações apuradas pela Agência Lusa, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai propor sanções mais pesadas para dirigentes, no âmbito do processo de revisão do seu regulamento disciplinar, iniciado em Dezembro de 2016 e que deverá entrar em vigor em Julho.

 

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Dr. José Manuel Meirim

 Presidente do Conselho de Disciplina da FPF

 

 

Questionada, fonte federativa assegurou que este documento, a apresentar em breve, "vai propor castigos muito mais pesados para os dirigentes infractores".

 

Desde Dezembro que o organismo está a proceder à revisão do quadro disciplinar, sob a liderança do jurista Germano Marques da Silva.

 

A mesma fonte da Federação reiterou o empenho federativo para que as novas normas disciplinares entrem em vigor na época desportiva de 2017/18.

 

Atenção Bruno de Carvalho !

 

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publicado às 18:33

Na realidade, mais da mesma "guerra"

Rui Gomes, em 20.04.17

 

Dando seguimento ao nosso outro post do dia sobre as queixas que Leixões e Freamunde apresentaram à FPF sobre as inscrições, pelo Sporting, de Ryan Gauld e André Geraldes, estamos perante uma outra edição desta "novela" que, na realidade, é apenas e tão só mais da mesma "guerra" entre Sporting e Benfica.

 

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Segundo avança o jornal O Jogo, a Sporting SAD, leia-se Bruno de Carvalho, acredita que esta queixa, motivada por Leixões e Freamunde, terá sido 'orquestrada' pelo Benfica para 'agitar as águas' em semana de «derby».

 

Os responsáveis leoninos acreditam que este processo é motivado pelo Benfica, visto que a queixa movida pela equipa de Matosinhos não acolheu a decisão unânime do Conselho de Administração, acabando por seguir o conselho do departamento jurídico e avançar com a participação. A informação terá sido partilhada por um elemento da estrutura accionista do Leixões. No entanto, a SAD leixonense considera este fundamento falso.

 

A administração do emblema de Matosinhos entende que os pontos perdidos frente ao Sporting B são essenciais para escapar à despromoção. Uma posição partilhada pelo Freamunde, que afirma ter feito a queixa sem o conhecimento da mesma intenção por parte de outros clubes. O Benfica, por outro lado, nega não só as ligações a estes dois clubes como a acusação por parte do Sporting.

 

Caso a Comissão de Instrutores da Liga, que vai receber o processo do Conselho de Disciplina, opte por sancionar o Sporting, a equipa B poderá ser punida com a derrota nos jogos em causa e a subtracção entre dois a cinco pontos na tabela classificativa.

 

Fundamentalmente, mais "lavagem de roupa suja" que em nada beneficia os clubes ou o futebol. Neste clima guerrilha em que se vive tudo é possível, mas, em princípio, não parece ser lógico argumentar que o clube da Luz orquestrou estas recém-acções dos clubes da Segunda Liga, muito em especial em relação ao «derby» de sábado. Por não existir qualquer ligação, não destabiliza de forma alguma os elementos da equipa principal que, decerto, terão entre mãos muitas outras preocupações relativamente ao importante embate que se aproxima.

 

Isto está a chegar a um extremo tão ridículo, que é justo questionar se ainda se joga futebol em Portugal, ou se a modalidade está emoldurada num lamaçal de egos e interesses obscuros, tornando o jogo, em si, secundário.

 

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publicado às 15:20

 

O Conselho de Disciplina da FPF anunciou esta quinta-feira a abertura de processo disciplinar ao treinador do Benfica - bem como ao vice-presidente Domingos Almeida Lima e ao director de comunicação Luís Bernardo - na sequência das queixas apresentadas pelo Sporting. Quanto às participações sobre o comportamento de Jonas e Samaris no clássico, o organismo federativo decidiu não avançar com qualquer processo.

 

Recorde-se que segundo a participação, o Sporting queixou-se de declarações de Rui Vitória de 18 de Fevereiro, antes do jogo com o Braga. Segundo a reclamação, o treinador do Benfica comete infracção ao expor que "ele será o vector de pacificação dos seis milhões de adeptos, avisando o árbitro que este deverá ser comedido, ameaçando-o que não deverá brincar com o trabalho dele e dos seus jogadores".

 

O vice-presidente Domingos Almeida Lima e o director de comunicação Luís Bernardo também foram alvo de queixas:

 

O primeiro por declarações a 23 de Março em que "questiona a parcialidade de Conselho de Disciplina, Comissão de Instrutores, FPF, LPFP";

 

O segundo por comunicado "onde por diversas vezes e em diversos termos se pronuncia sobre parcialidade da justiça desportiva, entidades decisórias e investigatórias".

 

Nuno Saraiva reagiu, publicando um longo texto na sua página de Facebook, onde deixou várias criticas ao presidente do Conselho de Disciplina (CD), José Manuel Meirim, e ao próprio organismo.

 

Entre outras acusações, afirma "No fundo, o que o professor Meirim está a promover é a cultura de que o douto Conselho não pode ser incomodado com pequenos delitos ou infracções - se assim for esses compensam -, porque o palco só deve ser ocupado pela grande criminalidade".

 

E termina... "Apetecia-me fazer um desabafo, mas porque não sei a cor do lápis do professor Meirim, o melhor é guardá-lo para mim".

 

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publicado às 04:55

 

 

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publicado às 17:00

 

Não é claro neste momento se Bruno de Carvalho já foi notificado do novo processo que lhe foi instaurado pelo Conselho de Disciplina da FPF, no entanto, a sua mais recente missiva do seu escritório favorito do Facebook aponta todos os "canhões" directamente ao organismo federativo:

 

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«O Conselho de Disciplina pode exercer o seu poder disciplinar no âmbito desportivo, mas não tem qualquer poder sobre mim como Presidente do Sporting CP nos planos societário ou associativo, e muito menos sobre mim enquanto cidadão.


O meu direito e dever de exprimir-me livremente, em defesa dos interesses do Sporting CP, não decorre dos regulamentos desportivos, decorre da Constituição.


Assim, o Conselho de Disciplina não tem poderes para limitar esse direito.


Podem proibir-me de entrar na zona técnica, de estar nas conferências de imprensa que a Liga organiza, etc, mas não me podem constranger fora do exercício das funções que decorrem dos regulamentos desportivos».


Se isto acontecer, irei até às últimas consequências em todas as instâncias, desde os tribunais civis, constitucional e, se for preciso, até ao Tribunal Europeu».

 

Entendo ser mais prudente nesta altura limitar comentários sobre as questões de Direito inerentes a este caso. Não só por serem bastante complexas, mas, também, porque não conhecemos as estipulações da decisão que levou à suspensão de Bruno de Carvalho por 113 dias.

 

Depreende-se, no entanto, que este novo processo disciplinar está exclusivamente ligado à entrevista de quarta-feira na TVI, em que Bruno de Carvalho participou não como cidadão, mas sim como presidente do Sporting Clube de Portugal e, em simultâneo, da Sporting SAD.

 

Não compreendo a referência aos planos "societário" e "associativo", quando uma grande parte da entrevista foi dedicada a questões do foro desportivo, nomeadamente do futebol.

 

Tudo isto não obstante, pelas ameaças de registo ficamos com a sensação que se está potencialmente perante um outro processo "Doyen" por outro nome, e atrevo-me a antever, com desfecho idêntico.

 

Reitero o que já afirmei num outro texto de ontem: gostava que me fosse explicado como é que os superiores interesses do Sporting são defendidos com estas acções do presidente. Além do mais, a acreditar na sua palavra, uma proposição sempre muito arriscada, caso a luta percorra todas as vias jurídicas ao alcance, quem vai assumir as despesas ?... Decerto, a exemplo do caso Doyen, que não será Bruno de Carvalho. Muito mais preocupante, quem vai sofrer as consequências e para que fim ?

 

Extraí a missiva directamente da página de Facebook e, pela primeira vez, a título de curiosidade, dei-me ao ingrato trabalho de ler meia dúzia de comentários da notória falange de devotos. Dizer que é incrível, é dizer pouco. Não ficam dúvidas algumas que estamos à porta da Terceira Grande Guerra, com o Bruno a liderar as "tropas".

 

Por fim, não posso deixar de reconhecer que se o todo desta "novela" obedece a uma deliberada estratégia, está a ter os efeitos desejados. Ninguém fala em futebol, o afastamento de todas as competições oficiais da época nem sequer é referido e o actual terceiro lugar na Liga torna-se questão menor. Mas, com quatro anos de mandato, não há causa alguma para desespero: temos pela frente muito mais do inglório mesmo !

 

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publicado às 04:20

 

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A Federação Portuguesa de Futebol anunciou esta segunda-feira que o jogo entre Sporting e SC Braga, a contar para Liga Allianz de futebol feminino, foi o programa mais visto nos canais por cabo. Segundo a FPF, mais de 200 mil pessoas estiveram diante do ecrã à espera do golo decisivo de Solange Carvalhas, obtido nos instantes finais da partida.

O jogo, transmitido simultaneamente na Sporting TV e na TVI 24, registou uma audiência média de 102 mil pessoas e ficou entre os programa mais vistos no cabo nesse dia, de acordo com a GFK, empresa que mede as audiências de televisão em Portugal. A vitória do Sporting garantiu um share de 4,4 por cento à TVI24, estação que transmitiu o jogo de Alvalade, presenciado ao vivo por 9263 espectadores.

O momento em que mais gente se ligou à emissão coincidiu com a marcação da grande penalidade. Na altura em que Solange Carvalhas rematou estavam ligadas na TVI24 213 mil pessoas. Às 16:37 o share da TVI24 era de 8,8 por cento. Ou seja, em 100 pessoas que estavam a ver televisão, nove seguiam o jogo da Liga Allianz.

O jogo liderou sempre entre os canais de cabo e nos últimos minutos aproximou-se mesmo dos canais generalistas TVI, SIC e RTP1.

Estes números não contabilizam as audiências que preferiram assistir ao encontro via Sporting TV.

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publicado às 03:40

 

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O portal da Federação Portugal de Futebol foi reestruturado recentemente e na secção referente às competições nacionais, o organismo que tutela o futebol português contabiliza os quatro Campeonato de Portugal conquistados pelo Sporting em 1922/1923, 1933/1934, 1934/1935 e 1937/1938 como Taças de Portugal ao contrário da tese defendida pela direcção de Bruno de Carvalho de que esses títulos deveriam contar como títulos de campeão nacional.

 

Esta actualização do palmarés dos vencedores da Taça de Portugal aparenta vir de forma indirecta reafirmar que o Sporting tem apenas 18 títulos de campeão nacional e não 22. Contrário a todas as manchetes noticiosas, a FPF não se pronunciou directamente sobre este assunto, além do que é acima referido.

 

Entretanto, Bruno de Carvalho já reagiu a esta ocorrência, e de forma muito agressiva, através do Facebook, acusando os dirigentes federativos de cobardia, incompetência e subserviência:

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publicado às 16:37

 

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O Conselho de Arbitragem da FPF quer lutar contra o anti-jogo e pede ajuda aos clubes para tentar acabar com a prática de perder tempo durante um jogo de futebol. O órgão federativo endereçou uma carta assinada por Fontela Gomes aos clubes do primeiro e segundo escalão do futebol português em que requisita uma sensibilização para o problema que “viola o espírito do jogo e respeito pelo espectador”.

 

Na carta enviada, o Presidente do Conselho de Arbitragem levanta questões sobre o aumento de casos em que se verificou uso de anti-jogo no campeonato português e afirma que os árbitros vão agir em resposta a essas práticas:

 

«Esta temporada temos detectado com preocupação o aumento do número de paragens e a crescente duração das mesmas. Vem deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo».

 

O plano de resposta do Conselho de Arbitragem passa por instruir os árbitros que se deparem com situações deste género em acrescentar mais tempo aos minutos de compensação ao jogos. As novas directivas impostas aos árbitros aparentam já estar em uso e estiveram presentes na última jornada do campeonato.

 

Na realidade, este é um problema global do futebol, mais evidente em alguns campeonatos como o português, e lamentamos a FIFA, que tem esse poder, não agir com mão mais pesada. No enquadramento nacional, entretanto, compete aos árbitros conceder o tempo adequado às circunstâncias de cada jogo. Em muito jogos quase que podemos pré-acertar o relógio para um minuto extra na primeira parte e três na segunda. Isto, obviamente, não corresponde à realidade do que assistimos dentro das quatro linhas e exige rectificação. 

 

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publicado às 17:42

 

 

A campanha ‘Não somos 11, somos 11 milhões’ da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), usada no Euro 2016, no qual Portugal se sagrou Campeão, é uma das finalistas nos prémios de marketing da UEFA.

De acordo com o organismo que superintende o futebol europeu, o ‘slogan’ da Selecção Nacional está nomeado na categoria de melhor activação de marca.

A concorrer com as federações francesa, norueguesa e turca, a FPF vai apresentar o projecto ao júri, em Atenas, a 24 de Novembro, dia em que se saberá também o vencedor.

A FPF já foi premiada na categoria de ‘criatividade e inovação’, por melhor campanha publicitária, em 2012, por uma campanha com uma cadeia de hipermercados para a venda de bilhetes.

 

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publicado às 18:06

 

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A Federação Portuguesa de Futebol aceita a decisão tomada pelo Tribunal Administrativo de Lisboa no sentido de reintegrar de imediato o Gil Vicente no quadro da Primeira Liga, na sequência do encerramento do polémico “Caso Mateus”, sem qualquer intenção de recorrer da mesma.

 

Em comunicado, o organismo presidido por Fernando Gomes anuncia a “disponibilidade para proceder de imediato à alteração do contrato existente com a LPFP, no sentido de permitir a alteração da sua cláusula 4ª, nº7, de molde a possibilitar, assim a LPFP o entenda, a execução da decisão judicial”. Ou seja, a promoção imediata dos minhotos ao principal escalão do futebol português, embora sem adiantar em que contexto é que essa alteração na secretaria se irá processar.

 

O que estará a ser equacionado - pelo menos é a ideia que o comunicado aparenta sugerir - é o alargamento do actual quadro de equipas da Primeira Liga, em 2016/17, possivelmente para 20 emblemas, com a repescagem do União da Madeira - primeira formação na zona de despromoção - havendo a contingência federativa de que o campeonato volte à fórmula original de 18 clubes a partir de 2017/18.

 

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publicado às 05:10

 

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Sporting e FC Porto foram dois dos quatro delegados que não subscreveram a recandidatura de Fernando Gomes à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), cujas eleições estão marcadas para o dia 4 de Junho na Cidade do Futebol, em Oeiras.

 

A lista de Fernando Gomes foi subscrita por 80 dos 84 delegados da Assembleia-Geral federativa, mas, pelos vistos, Sporting, FC Porto, Académica e AF Viana do Castelo não subscreveram o apoio ao antigo vice-presidente portista.

 

Fernando Gomes, foi o único candidato a apresentar listas concorrentes às eleições dos órgãos sociais da FPF e, tudo indica, irá cumprir o seu segundo mandato na cadeira da presidência do futebol português.

 

José Fontelas Gomes será o presidente do Conselho de Arbitragem e José Manuel Meirim assume a liderança do Conselho de Disciplina. A restante composição das listas deverá ser conhecida em breve.

 

Surpresa, para mim, pelo menos, a integração do Dr. José Manuel Meirim - especialista em Direito Desportivo - pessoa que colaborou com o Camarote Leonino em várias ocasiões. Consta que é adepto do Benfica, no entanto, queremos acreditar que esse factor não influenciará a sua imparcialidade e objectividade.

 

Há muito que insisto que a suposta oposição a Fernando Gomes por parte do clube portista é apenas para "inglês ver", que, na realidade, não passa de uma estratégia. No que ao Sporting concerne, confesso que desconheço a especificidade do seu descontentamento com o líder federativo. Mas este é um exemplo clássico do que é debatido aqui no blogue com alguma frequência; não basta ser da oposição, teria de se fazer um esforço para apresentar uma candidatura alternativa mais ao agrado.

 

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publicado às 03:52

Folclore vale multa irrisória

Rui Gomes, em 20.04.16

 

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O palrador oficial do Benfica foi multado pelo órgão disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol, no valor de 117,75 euros, por violação do n.º 1 do artigo 19.º do Regulamento Disciplinar da Liga de Clubes, relacionado com a obrigatoriedade de "manter conduta conforme aos princípios desportivos de lealdade, probidade, verdade e rectidão" por parte de todos os agentes envolvidos no futebol.

 

Na base da suspensão do dirigente "encarnado" está uma frase sua a 10 de Fevereiro de 2015, quando comentou o blackout do Sporting: "Acabou o blackout, começou o folclore".

 

Na realidade, além do "folclore" de João Gabriel temos igualmente de calibre carnavalesco o processamento disciplinar por parte do organismo federativo. Uma punição tão banal consequente de uma tomada de decisão cerca de 14 meses após o acto.

 

Apenas mais um caso de "Made in Portugal" !!!

 

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publicado às 05:19

 

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Como era de esperar, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou, esta terça-feira, a aplicação de uma suspensão preventiva de vinte dias a Bruno de Carvalho e a instauração de um processo disciplinar, em relação aos incidentes e consequente expulsão no jogo com o Tondela.

 

Esta decisão tem por base o relatório do árbitro Luís Ferreira e não se relaciona com a queixa apresentada por Vítor Pereira, presidente do organismo disciplinar, ou outras.

 

Este processo é semelhante ao que foi instaurado ao presidente do Sporting pela sua também expulsão no jogo com o Boavista da 6.ª jornada, que teve lugar no dia 26 de Setembro de 2015.

 

Bruno de Carvalho está acusado de infringir o ponto 1 do artigo 112 do Regulamento Disciplinar, que refere a lesão da honra e da reputação.

 

Esta primeira medida poderá ser apenas o início de um longo e potencialmente punitivo processo.

 

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publicado às 04:30

A queixa do Benfica é oficial...

Rui Gomes, em 23.11.15

 

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Mau perder, vingança e outras considerações menos louváveis vêm-me à ideia, ao ler a notícia de que o Benfica apresentou queixa formal junto da secção não-profissional do Conselho de Disciplina (CD) da FPF contra Slimani, por entender que o avançado do Sporting agrediu Samaris num lance do «derby» do último sábado. A queixa deverá agora levar à abertura de um processo, que seguirá os seus trâmites habituais.


Os "encarnados" alegam que o árbitro Jorge Sousa não julgou o lance no decorrer do encontro e, como não houve lugar a punição naquele instante, existem assim motivos para aplicar um castigo ao internacional argelino com base nas imagens televisivas.


De referir que a secção não-profissional do CD da FPF (responsável pela disciplina nos jogos da Taça de Portugal) apenas se reúne uma vez por semana, à sexta-feira, pelo que apenas nesse dia será.

 

Satisfazendo os respectivos prazos estipulados nos Regulamentos, acho que o Sporting devia reagir com queixas similares sobre outros lances não punidos por Jorge Sousa, em que jogadores do clube da Luz foram os agressores.

 

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publicado às 19:29

Matheus Pereira em equação...

Rui Gomes, em 12.11.15

 

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Humberto Coelho, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), foi questionado sobre Matheus Pereira à margem da Gala da Confederação do Desporto de Portugal, que teve lugar no Casino Estoril, esta quarta-feira. Em causa, rumores que a FPF exerceu pressão para a sua naturalização:

«Nós só sondamos os portugueses. A federação não tem como objectivo nacionalizar jogadores. Queremos chamar jogadores portugueses à selecção. Todos os que são portugueses, caso os seleccionadores assim o entendam, podem ser chamados.»

Confrontado com exemplos do passado como Pepe, Deco e Liedson, o primeiro dos quais ainda é um dos jogadores indiscutíveis da actual Selecção Nacional, Humberto Coelho não nega a possibilidade de Matheus Pereira vir a representar Portugal, mas que nada foi feito nesse sentido pelo órgão federativo:

«Nesta Direcção nunca nada foi feito no sentido de naturalizar jogadores. Não quero dizer que não vem, mas neste momento nada foi feito por nós para que isso aconteça. Na nossa cabeça continuamos a só pensar nos jogadores portugueses.»

 

Não há muitos dias, Rui Jorge foi também questionado sobre o jovem do Sporting, limitando-se a responder que não contava com  ele neste momento.

 

Matheus Pereira chegou a Portugal em 2008, deu os primeiros pontapés na bola em solo português pelo Trafaria e em 2009 juntou-se à formação leonina. Tem contrato com o Sporting até 2020. Naturalizando-se, o jovem terá eventualmente de decidir se pretende representar Portugal ou o Brasil.

 

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publicado às 04:24

 

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O Conselho de Disciplina da FPF anunciou esta terça-feira que instaurou um processo disciplinar a Naldo, resultado da sua expulsão no jogo com o Arouca, por ter empurrado Lito Vidigal.

 

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A acção do jogador é considerada uma "agressão" e o processo disciplinar é aberto segundo o artigo 145.1 alínea B do Regulamento Disciplinar: "Noutros casos de agressão, com a sanção de suspensão a fixar entre o mínimo de dois meses e o máximo de dois anos e, acessoriamente, com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 25 UC e o máximo de 125 UC."

 

Segundo parece, a partir do momento em que o Conselho de Disciplina da FPF remeteu o processo para a Liga de Clubes, Naldo ficou automaticamente suspenso pelo período de tempo enquanto corre o processo disciplinar e até é de admitir que possa falhar o jogo com o Benfica a contar para a Taça de Portugal.

 

Entretanto, numa tomada de decisão que só pode ser considerado "humor negro", Lito Vidigal, o instigador do incidente, foi multado 40 euros, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. Dizer que isto é incrível, é dizer muito pouco, mas será que há real causa para surpresa, considerando a podridão dos órgãos que superintendem o futebol português ?

 

Numa outra decisão do supracitado órgão federativo, Diogo Oliveira, membro da equipa médica do Arouca, igualmente expulso, foi punido pelo CD, mas de forma mais severa: suspensão de 20 dias e pagamento de 1.530 euros de multa por infringir o artigo relacionado com a "lesão da honra e da reputação" do Regulamento Disciplinar da Liga.

 

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Quem não tem memória curta, deve recordar vários dos nossos escritos em que referimos que Bruno de Carvalho nada resolveria a "gritar às quatro paredes". O problema  do futebol português, à raiz, é profundo e complexo e exige mudanças radicais nas suas estruturas, movidas de forma inteligente nos corredores do poder. Enquanto isso não acontecer, continuaremos a ter o indecoro displicente à vista.

 

Veremos, agora, que decisão será tomada relativamente a Naldo e quanto tempo vai levar para ser tomada.

 

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publicado às 05:14

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