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José Couceiro, treinador do Vitória de Setúbal, voltou a ser instado a comentar as saídas precoces de Ryan Gauld e André Geraldes do Bonfim e a postura do Sporting neste episódio:

 

«Houve uma falta de bom senso do Sporting. Estava preparado para que não jogassem. Na manhã antes do jogo, no nosso treino, perguntei aos dois se alguém tinha falado com eles ou se se sentiam em condições para jogar. Eles sabiam que até tinha preparado dois 'onze' diferentes. Só depois é que tive conhecimento do telefonema que tinha sido feito para não jogarem. Porque não me ligaram a mim? Nestes casos entendo que as relações e o bom senso devem prevalecer. Até porque é uma estupidez existir uma regra na Liga e outra na Federação diferente. Os grandes prejudicados foram os jogadores.

 

O Vitória e o Sporting sempre se deram bem. Pena que alguns não conheçam a história e tenham atitudes que não deviam tomar. O presidente do Vitória actuou no seu sentimento de razão. Mas é um conflito que não faz sentido algum na minha opinião. E lamento que a questão se agudize sem conhecerem a história entre os clubes».

 

José Couceiro tem cem por cento razão. Tudo isto foi completamente desnecessário, os grandes prejudicados foram os jogadores e, por inerência, o Sporting. Claro, para Bruno de Carvalho, o responsável pela decisão unilateral neste caso, estimular o seu já enorme ego sobrepõe-se aos superiores interesses do Sporting.

 

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publicado às 04:00

Transparência é uma mera palavra

Rui Gomes, em 02.02.17

 

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Comecei por escrever um longo texto sobre a incapacidade de Bruno de Carvalho de falar a verdade, mas após reflexão acabei por determinar que seria meramente redundante, por ser uma realidade já bem conhecida de todos nós.

 

Depois de tanta "tinta" que correu sobre as saídas de Ryan Gauld e André Geraldes do Vitória de Setúbal, eis a explicação do homem que tomou unilateralmente a decisão, por mero capricho. Nada mais explica a ilógica e a insensatez do episódio. Bruno de Carvalho, mais uma vez, alimentou o seu ego, irreflectidamente:

 

«Contratualmente, o Sporting tinha a possibilidade de fazer regressar os atletas. Muita tinta correu não sei para quê... Voltaram, são jogadores do Sporting e vão jogar pelo Sporting. Tal como o Coates, as pessoas precipitaram-se e falaram do que não sabiam. O Sporting fez o que estava sustentado no contrato e nos regulamentos».

 

Transparência, para Bruno de Carvalho, é uma mera palavra, sem consciência, para ser usada e abusada mediante a conveniência do momento, qualquer que este seja.

 

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publicado às 04:20

 

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Fernando Oliveira, presidente do Vitória de Setúbal, em declarações à Antena 1 esta terça-feira, não deixou dúvidas quanto à indisponibilidade do clube sadino para facilitar a vida ao Sporting, relativamente ao regresso de Ryan Gauld e André Geraldes:

  

«Os jogadores são nossos durante a época. Tiraram-nos daqui porque o árbitro marcou um penálti que não devia. Na minha óptica foi penálti. Se fosse para regressarem ao Sporting, nem retorquíamos. Fazíamos o que aconteceu com o Rúben Semedo, a quem fizeram um ultimato e no dia a seguir estava em Lisboa. Mas tudo bem, foi para jogar em Alvalade. Estes não. Tiraram-nos daqui para serem colocados no Chaves e achamos que foi uma ofensa. Quem não sente não é filho de boa gente.

 

Dizem que ficou um mal-estar por afirmações de pessoas do Vitória. Não concordo com esses argumentos. Chegaram a dizer que o nosso fisioterapeuta agrediu o médico do Sporting, que passou pelo nosso clube e tem a melhor relação com o nosso fisioterapeuta. Cumprimentaram-se, são amigos e trabalharam juntos. São coisas inexplicáveis. Nem sei como se argumentam coisas tão difíceis de engolir. É o futebol que temos e são as pessoas que temos».

 

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publicado às 04:17

 

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Não há mesmo outra maneira de descrever a situação de André Geraldes e Ryan Gauld, salvo como uma palhaçada tão típica da Direcção liderada por Bruno de Carvalho. Reagiram prematura e irresponsavelmente após o jogo no Bonfim e agora andam com emendas em cima do joelho a tentar resolver um problema que não tem razão alguma de ser.

 

Ainda ontem escrevi aqui um resumo do todo desta novela e não vale a pena repetir, mas é impossível ignorar completamente a incompetência destes dirigentes e a forma como estão a prejudicar activos do Sporting. Segundo o que está a ser reportado - e tudo indica que é verdade, por aquilo que o próprio Chaves já indicou - os dois jogadores estão literalmente escondidos no Forte de São Francisco Hotel - próximo do Castelo de Chaves - hospedados de forma anónima, enquanto aguardam um acordo entre o Sporting e o Vitória de Setúbal, com o clube flaviense, muito naturalmente, a recusar oficializar as transferências enquanto a contenda não for resolvida.

 

Óscar Santos, vice-presidente da SAD do Chaves, confirma esta informação: “Os jogadores estão em Chaves… Já conheceram as instalações do clube mas ainda não se podem treinar".

 

O escocês e o português passaram a última semana a treinar em Alcochete, de forma a não perderem o ritmo adquirido em Setúbal, mas, desde que se alojaram na referida unidade hoteleira, têm-se limitado ao trabalho de ginásio.

 

Incompetência total, resultado de uma tomada de decisão descabida e irresponsável, com o ego de Bruno de Carvalho mais uma vez a abrir caminho.

 

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publicado às 12:08

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