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Nada de novo nesta história, dado que se repete anualmente, apenas os números mudam mediante os contratos celebrados entre a English Premier League e a respectiva cadeia televisiva.

 

O Chelsea embolsou 173,5 milhões de euros relativos a direitos televisivos e prémio por vencer esta temporada a Premier League. Este valor é superior em quase dois terços em relação ao seu antecessor, o Leicester, uma vez que os blues beneficiaram de novos acordos televisivos. O Sunderland, que desceu de divisão, embolsou, ainda assim, 107,5 milhões de euros -  2,6 vezes mais do que o Benfica, campeão português, que encaixou cerca de 40 milhões.

 

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Os direitos comerciais e de transmissão internacional do campeonato inglês são divididos em partes iguais, garantindo a cada clube 45 milhões de euros. Metade dos proveitos com as transmissões em Inglaterra é igualmente dividida entre os 20 clubes, nomeadamente 40,5 milhões de euros. Um quarto do valor é distribuído mediante a posição final da equipa e o outro quarto depende do número de vezes que o jogo do clube é exibido na televisão nacional.

Estas regras explicam porque é que o Manchester City e o Liverpool receberam mais dinheiro do que o Tottenham, apesar deste ter sido vice-campeão.

 

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publicado às 05:00

 

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A Federação Inglesa de Futebol (F.A.: Football Association) aprovou, esta quinta-feira, a introdução de castigos a aplicar a jogadores que efectuem simulações com o intuito de conquistar grandes penalidades ou promover a expulsão de adversários. A medida foi carimbada no comité anual do organismo.

 

Desta forma, as suspensões podem ir até dois jogos de inactividade, sendo que a decisão final será tomada por um painel constituído por um ex-árbitro, um antigo jogador e um antigo treinador. Todavia, os castigos só serão aplicados sempre e quando haja uma votação unânime entre os três agentes da F.A..

 

Pela explicação disponibilizada, não é claro se o lance a punir terá primeiro de ser alvo de acção disciplinar do árbitro, designadamente através de cartão amarelo.

 

Uma medida inovadora a ponderar para aplicação no futebol português, muito embora seja algo surpreendente que a F.A. venha a implementar esta introdução disciplinar sem o selo de aprovação da FIFA, nomeadamente do International Board.

 

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publicado às 04:22

 

A Federação inglesa (FA) irá testar, na próxima temporada, castigos de dez minutos nas divisões inferiores, numa medida radical que visa colocar ponto final nos abusos à contestação aos árbitros por parte dos jogadores.

 

De acordo com o jornal britânico The Sun, qualquer jogador que incorra em linguagem abusiva para com os juízes de jogo, irá receber um cartão amarelo e será afastado temporariamente do jogo, à semelhança do que já sucede no râguebi.

 

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A medida já tinha sido discutida pelo IFAB – The International Football Association Board – mas sem qualquer solução à vista, pelo que será usada, de forma experimental, nas últimas divisões do futebol inglês.

 

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publicado às 16:30

As coisas simples da vida

Drake Wilson, em 06.02.17

 

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Coisas que não se esquecem

 

Inglaterra, Dezembro de 1987. O tímido Sol londrino tardava em raiar, depois de uma noite em branco na qual as horas desfilavam por entre o diagnóstico de papéis e relatórios. Aquele seria o dia mais importante da minha vida profissional até então – se algo falhasse… bem, não podia falhar mesmo. Felizmente que naquele dia de chuva intensa tudo acabaria por correr bem, não apenas em Londres como também em Lisboa – o Sporting nessa noite derrotava o Benfica por 3-0 em pleno Estádio da Luz, num jogo a contar para o troféu Supertaça. Apraz-me recordar a camisola do Sporting que me acompanhava na mala de viagem (superstição suponho), assim como o telefonema do meu irmão a dar notícia do acontecimento. Paulinho Cascavel, que tinha sido contratado ao Guimarães, marcou um dos referidos tentos. Burkinshaw era o nosso treinador, e João Amado de Freitas o Presidente – injustamente um dos mais “underrated” Presidentes do Sporting. Outros tempos, velhos problemas, outras conversas.

 

Naquele período, o sistema financeiro em Inglaterra estava num saco de gatos, em contraste com a prosperidade especulativa do início desse ano, um pouco por todo o Mundo – interessante que ao inverso, no Sporting a contenção estava na ordem do dia. As exportações atingiam níveis como nunca, o consumo estava em alta. Em Londres, todo o milionário abria um restaurante de luxo, e até o “jovial” Richard Branson lançava uma marca de preservativos(!). No início do último trimestre porém, uma macro depressão global – com origem no conhecido problema da bolha especulativa que ninguém se preocupou – provocaria o descalabro na Bolsa de Londres (e outras Internacionais), com o mercado de Capitais a entrar num autêntico frenesim. Em consequência, negócios em ruína, preços a cair, com o Governo a impor uma super inflação para suster a crise, sem efeito. Obviamente, um período fértil para as divisas de Oriente e Médio Oriente surgirem. Curiosamente, foi este o início de grandes investimentos na indústria do futebol em terras de Sua-Majestade por parte de investidores não-britânicos. Outras conversas.

 

Pequenas coisas da vida, simples, que nos marcam

 

Voltando ao dito dia de Dezembro. Naquela noite, para celebrar (por dois motivos, recorde-se), fui jantar a um dos mais hipster-restaurant do momento, cuja propriedade estava dividida entre o empresário Nigel Martin e um inarrável famoso Chef de cozinha e ferrenho adepto de um clube de Manchester – naquele momento, até os Chef’s de cozinha eram quase milionários. Em virtude do comum interesse pelo desporto-rei, acabei por oferecer ao Chef o referido jersey do Sporting, recebido de modo muito apreciado pelo excêntrico profissional. Ficámos amigos. Uns anos mais tarde (25 mais propriamente), em Manchester, assistimos os dois a uma das maiores efemérides desportivas internacionais do Sporting – o leitor deve lembrar-se qual. Ele trazia a dita camisola vestida, por fair-play à nossa amizade. Um acto que me surpreendeu, que muito apreciei. Uma camisola que me “deu” sorte, uma vez mais. Pequenas coisas da vida.

 

Coisas do costume

 

A vida é uma coisa simples, acessível. Sempre desconfiei daqueles que muito teorizam sobre o que sabem, sobre o que alcançaram por mérito próprio, sem que daí consigam explicar o óbvio dos seus infortúnios. Acredito que quem usa e abusa da voz para explicar com cientologia coisas triviais, nada mais deseja do que promover intencionalmente a inércia e apatia de quem escuta. O discurso, baseado no inimigo invisível ou num infame sistema, afim de promover a desresponsabilização por ausência de competência, nada mais serve do que para enganar as pessoas que ficam convencidas, viram costas, acreditando que está tudo bem. E nem sempre está, como se regista nesta época. Para mim, olhando para o quadro geral, uma das mais frustrantes de sempre.

 

Jorge Jesus e Bruno de Carvalho são os dois, num imaculado conjunto, o maior biscate que poderia ter acontecido ao Sporting. O treinador mais uma vez se revela meretriz de Pinto da Costa e do FC Porto, para geral indiferença de quem já pouco se importa. Um abraço a Casillas e uma palmada a Palhinha é o simbolismo de um frete de quem anda a ganhar milhões e não consegue provar que sabe mais de “bola” do que um Vitor Pereira, Vilas-Boas ou Nuno Espírito Santo. Tem de haver uma explicação simples para isto, tal como para um índice de aproveitamento de 55% no Campeonato – que a alguns pouco preocupa, pois está ainda distante dos 36% de 2013. É disto que o Sporting tem de viver?

 

E depois, é nas pequenas coisas simples se vê a diferença. André ou Castaignos, como Barcos ou Teo. No convento de Alvalade, qualquer alma perdida tem salvação. Depois, lá surgem os Tiquinhos Soares desta vida. Dono de fisionomia singular de um qualquer mercenário sul-americano, sem pescoço, ombros largos e de olhar assustado sempre que a bola está na mira, a confirmar que o Sporting tem mesmo um fetiche – é o único Clube no mundo que tem sempre duas pré-épocas na mesma temporada. A primeira, recheada de ingredientes e ilusões, serve para entreter a soberba. A segunda, serve sempre para preparar o futuro. Fica uma equipa de retalhos, impreparada, mas cheia de futuro... O problema, é que com o biscate do costume, nem vale a pena falar de futuro, pois o presente é o que se vê.

 

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publicado às 11:00

Quem diria ?

Rui Gomes, em 27.06.16

 

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publicado às 21:54

 

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O Comité Executivo da UEFA vai decidir, esta quinta-feira, a possibilidade de desqualificação da Rússia e da Inglaterra do Euro 2016.

 

De acordo com o que adianta o diário desportivo Mundo Deportivo, o organismo que tutela o futebol europeu vai debruçar-se sobre os dois casos, com o processo russo em claro destaque, na sequência dos graves incidentes protagonizados pelos adeptos daquele país nas ruas e estádios franceses.

 

Após a pena suspensa de afastamento do Europeu aplicada à Rússia, a informação de novos confrontos protagonizados por cidadãos de nacionalidade russa levará a UEFA a ponderar aplicar mesmo a pena de desqualificação à selecção comandada por Leonid Slutsky.

 

Ora, a Rússia poderá não ser a única visada. E isto porque, devido ao envolvimento de vários adeptos ingleses em autênticas “batalhas campais”, a selecção britânica pode também ser punida.

 

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publicado às 04:51

Treinadores gostam de inventar

Rui Gomes, em 12.06.16

 

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O treinador de futebol, com o seu omnipresente ego e apetência pelo protagonismo via tomadas decisão algo descomunais, sempre gostou de inventar. Por vezes, as "invenções" até resultam, e é nessas ocasiões que se eleva o treinador a "bestial". Contudo, quando o inverso ocorre, na realidade mais vezes do que é desejável, "besta" é o termo do dia.

 

Assistindo ao Inglaterra - Rússia, no sábado, reparei numa coisa muito estranha e, não por mera coincidência, hoje é alvo de enorme controvérsia em terras de Sua Majestade, especialmente depois do empate concedido pela turma inglesa, nos descontos, depois de se ter adiantado no marcador através de um livre directo executado de forma brilhante por Eric Dier, aos 73 minutos.

 

A polémica até é muito simples: ninguém compreende o raciocínio do seleccionador Roy Hodgson em delegar a marcação de pontapés de canto a Harry Kane, ponta de lança do Tottenham que foi apenas o melhor marcador da English Premier League com 25 golos. Durante o jogou de ontem executou seis cantos, em vez de estar na área à procura de fazer aquilo que faz melhor: marcar golos.

 

Uma decisão que foi tomada nos encontros de preparação para a fase final e que Roy Hodgson acredita ser a melhor solução: "Não tenho de pedir desculpas por isto, principalmente quando na equipa não tenho ninguém com a qualidade dele a levantar a bola."


Em declarações à 'Sky Sports', Jamie Redknapp, antigo internacional inglês e ex-jogador do Liverpool, mostrou incompreensão: "Temos bons jogadores tecnicamente - Dele Alli, Rooney -, por isso, por que motivo deixamos Kane marcar os cantos? Ele cruza bem mas de certeza que há outros jogadores que também o fazem. Precisamos de Kane é na área."
 
Alan Shearer, lendário goleador inglês, teve isto para dizer: "Se um treinador me tivesse pedido para marcar cantos, teria de lhe responder para pedir a outro".
 
Disse ainda uma outra figura do futebol inglês: "Pedir a Harry Kane para marcar cantos é equivalente a pedir a Cristiano Ronaldo para jogar a defesa-central".
 
Há quem diga que isto faz parte da beleza do futebol, e até se admite que assim seja, mas quando o resultado final não é favorável, há consequências para todos.
 

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publicado às 18:13

"Sou sportinguista"

Rui Gomes, em 03.06.16

 

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«Claro que gostava que o Sporting fosse campeão. Sou sportinguista. Sou inglês, mas considero que Portugal é a minha casa e quando me retirar o mais provável é que volte para lá».

 

Declarações de Eric Dier após o embate entre a Inglaterra e Portugal, em que ele foi titular como médio-defensivo, a posição que lhe foi originalmente apresentada por Jesualdo Ferreira, durante a estada do técnico em Alvalade.

 

Depois de 24 internacionalizações pelos escalões jovens ingleses, Eric registou ontem, diante de Portugal, a sua 7.ª presença na selecção principal.

 

O jornal Daily Mirror, na sua edição desta sexta-feira, publicou uma observação interessante: "Eric Dier é o menos 'inglês' do plantel, mas tornou-se imprescindível para Roy Hodgson."

 

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publicado às 14:40

Foto do Dia

Rui Gomes, em 03.06.16

 

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 Acto imponderado e irresponsável.

 

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publicado às 04:59

Foto do Dia

Rui Gomes, em 02.06.16

 

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 Portugal prepara-se para a Inglaterra - Hoje às 19h45

 

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publicado às 06:21

Foto do Dia

Rui Gomes, em 27.03.16

 

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 Golo de ERIC DIER, aos 90', que deu a vitória à

Inglaterra diante da Alemanha, por 3-2

 

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publicado às 10:51

 

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Para o encontro particular da Selecção Nacional de sub-21 com a Inglaterra, em Burnley, no próximo dia 17, Rui Jorge convocou quatro "leões": Paulo Oliveira, Tobias Figueiredo, Ricardo Esgaio e Carlos Mané. Fico especialmente satisfeito por ver Tobias na convocatória.

 

Guarda-redes: Bruno Varela, Daniel Fernandes e Rui Silva

 

Defesas: Frederico Venâncio, Bruno Gaspar, Rafa Soares, João Cancelo e Rúben Vezo

 

Médios: Bernardo Silva, Fábio Sturgeon, Rafa, Bruno Fernandes, Rúben Pinto, Rúben Neves, João Carlos e João Teixeira

 

Avançados: Bruma, Ricardo Horta e Ricardo Pereira

 

Esta lista inclui cinco estreantes: João Teixeira (Benfica), João Cancelo (Valência), Fábio Sturgeon (Belenenses), Rafa Soares (FC Porto) e Bruno Gaspar (V. Guimarães).

 

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publicado às 23:57

 

 

 

Layla Anna-Lee, de 31 anos, natural de Londres, Inglaterra, apresentadora das cerimónias de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, apresentadora do programa "The Munch Box" da ITV e CITV, exerceu semelhante função para a Sky Sports, apresentadora do programa "Goal Line" e de um outro intitulado "Kick TV" para a MLS.

 

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publicado às 04:51

Eric Dier: uma distinção honrosa

Rui Gomes, em 04.10.13

 

 
Uma distinção honrosa para Eric Dier - e para o Sporting - pela convocatória para a selecção inglesa de sub-21 para os dois embates de apuramento do Europeu 2015, contra São Marino e Lituânia, agendados para os dias 10 e 15 de Outubro. O jovem defesa leonino é o único de 24 jogadores convocados pelo seleccionador Gareth Southgate que não joga em Inglaterra. As suas décima quinta e décima sexta internacionalizações.
Antes de juntar aos seus colegas de selecção no domingo, no centro de estágio de "St. George's Park", Eric Dier ainda poderá vir a ter um papel importante a desempenhar no sábado, pela recepção em Alvalade ao Vitória de Setúbal.
 

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publicado às 02:56

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