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Considerações de Jorge Jesus após o encontro com o Astana desta quinta-feira:

 

O empate

 

"Em primeiro lugar, o objetivo foi alcançado, que era entrar nos oitavos da Liga Europa. Vínhamos de um resultado confortável, face aos dois dias que tivemos de interregno antes do jogo do Tondela. Eu mexi na equipa e pus sempre jogadores que não tinham jogado, jogadores mais frescos. Podia não ser uma equipa tão evoluída tecnicamente mas sabia que era uma equipa que neste momento estava em melhores condições para competir com o Astana, que é uma equipa que tem conteúdos de jogo. Depois de estar a ganhar 3-1 eu não me preocupei muito com o resultado. O Rafael Leão devia ter defendido um bocado mais o resultado, não estou a dizer que foi por causa disso mas ficámos um bocadinho desprotegidos e face ao cansaço também. Acabámos por ter momentos de jogo muito bons, foi um bom espectáculo, seis golos é bonito. Custa levar o golo nos últimos segundos de jogo, mas há três dias atrás foi o contrário. Ganhámos na última jogada, hoje empatámos na última jogada. O futebol é isto, mas estou satisfeito".

 

O que aí vem

 

"Jogámos na segunda-feira, hoje é quinta, segunda-feira jogamos de novo e sexta-feira também. Tenho de saber gerir o esforço da equipa da melhor maneira, correndo riscos. Hoje corri alguns riscos mas eu sabia quando meti sete jogadores novos e que não têm jogado tanto. Mas tem de ser assim, não há outra maneira".

 

Bas Dost

 

"Eu devia ter tirado o Bas Dost quando meti o Leão, para o proteger porque ele veio de uma paragem. Eu olho sempre muito para a frente e com o 3-1 achei que ele e o Rafael Leão pudessem fazer estragos no jogo aéreo, mas acabei por dar cabo do Bas Dost. Mas vamos ver o diagnóstico do Dr Varandas, ele é que sabe disso melhor que eu".

 

Rúben Semedo

 

"Não posso falar daquilo que não sei, o Rúben enquanto esteve connosco foi sempre um miúdo com princípios sociais e profissionais. Já tentei falar com ele mas não consegui. Não estou a dizer que não foi o que aconteceu mas acho tudo muito estranho. Só quando tiver dados concretos é que posso falar um pouco sobre isso".

 

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publicado às 11:43

 

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Não há como ter um bom professor...

 

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publicado às 12:17

Os factos, segundo Jorge Jesus

Rui Gomes, em 05.02.18

 

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"Perdemos num jogo com características especiais. O factor vento fez com que o Estoril, conhecendo melhor a sua casa, nos criasse muita dificuldade nos cantos. É aí que nasce o primeiro golo. Entrámos muito bem no jogo, mesmo contra o vento, criámos várias oportunidades de golo em todo o jogo e podíamos ter feito 1-1 num lance com o Bruno César. Depois levámos o 2-0 num lance em que a nossa última linha pensou que estava fora de jogo. Mas tudo isto são situações de um jogo em que não conseguimos parar estas jogadas do Estoril. Tentámos na segunda parte criar perigo a favor do vento e tivemos 10 cantos, mas não conseguimos ser perigosos. Acho que estivemos melhor na primeira parte, fomos mais equilibrados, com mais ideias. Na segunda parte foi mais no desespero e com coração, tentando virar o resultado de qualquer maneira e de qualquer maneira nem sempre se consegue. Não não era aqui que esperávamos perder, mas perdemos".

 

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publicado às 04:43

 

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Considerações de Jorge Jesus em conferência de imprensa de antevisão ao jogo deste domingo, a contar para a 21.ª jornada da I Liga, frente ao Estoril Praia. Especialmente hilariante é a comparação de Rúben Ribeiro a Laporte, jogador francês contratado no mercado de Inverno pelo Manchester City:

 

O momento da equipa e o adversário

 

"O Sporting quer continuar no topo da classificação, mas independentemente disso a pressão de ganhar é sempre igual. Tanto faz se estás em primeiro ou em segundo. Espero que a Amoreira esteja pintada de verde, para que a gente sinta o apoio dos nossos adeptos, que tem sido fundamental. Queremos sair de lá com os três pontos. Acho que o Estoril tem vindo a melhorar de jogo para jogo, aproveitou o mercado e contratou alguns jogadores. Está num período bom e tanto assim é que ganhou 3-0 no último jogo. Não sei qual é o melhor período do Sporting, mas sei que vai no 37.º jogo da época e tem vindo a fazer umas provas de muita qualidade e de muito saber. Para vencer o Estoril, o Sporting tem que estar ao melhor nível."

 

As ausências de Gelson Martins e Bas Dost

 

"Não há tempo para mudar alguma coisa na equipa sem o Bas Dost e o Gelson Martins. Praticamente não treinamos, jogamos de três em três dias. Esses são apenas o nosso melhor marcador e o jogador que mais assistências faz, mas temos outros jogadores. Só temos tempo de tirar jogador A e meter jogador B. Jogamos um bocadinho no escuro".

 

As alternativas na frente de ataque

 

"Bas Dost é um grande finalizador dentro da área, mas fora da área tem estado a crescer muito connosco. Tem um poder impressionante no jogo aéreo e sabe ganhar o espaço com muita facilidade, como poucas fazem. Tivemos que criar uma ideia para as características dele. Montero e Doumbia fazem mais ligação em ataque posicional e não têm as características de finalização que o Bas tem. Temos que lançar as nossas ideias no jogo para ver se dá. Se não tivéssemos ido buscar o Fredy, só teríamos o Doumbia. Acuña, Bruno César, Bryan Ruiz... Temos alguns recursos para corresponder a essa posição. Perdemos dois jogadores de alas, mas vão recuperar".

 

Os reforços de Janeiro

 

Misic, Wendel e Lumor são jogadores que requerem tempo de treino e de conhecimento das ideias do treinador. O Rúben Ribeiro é diferente, é um jogador a que damos muita liberdade táctica, por isso é que chegou aqui e jogou logo. Houve alguém que ficou muito surpreendido, porque não percebe. O Laporte chegou ao Manchester City e passados três ou quatro dias estava a jogar, e o Pep Guardiola é um dos melhores treinadores do mundo".

 

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publicado às 04:33

Capacidade financeira não há...

Rui Gomes, em 01.02.18

 

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Após o triunfo sobre o Vitória de Guimarães, Jorge Jesus, entre outras considerações, explicou a contratação do lateral esquerdo Lumor, ao Portimonense:

 

"O Sporting teve uma oportundiade de mercado fantástica. Jonathan não foi por muitos milhões, mas foi operado, não estava a jogar, não tem sido titular e rendeu seis milhões, foi o que me disseram. Uma operação muito bem feita. Tínhamos de ir buscar alguém. Capacidade financeira não há, temos de recorrer ao mercado nacional e aos jogadores que temos possibilidade de ir buscar".

 

Este breve post deve-se apenas a eu ter achado piada à referência de Jorge Jesus à incapacidade financeira do Sporting. Isto - muito além dos não sei quantos milhões que lhe pagam de salário - após a décima oitava contratação da época para a equipa principal. De facto, não sei o que seria se houvesse dinheiro...

 

E, já agora, o extremo de urgente necessidade ficou na gaveta ?

 

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publicado às 03:51

 

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Considerações de Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo desta quarta-feira, frente ao Vitória de Guimarães, a contar para a 20.ª jornada da Liga NOS:

 

"Estamos a jogar de três em três dias, mas quem quer estar em todas as competições está sujeito a isto mesmo, pagando 'aqui' e 'acolá'. Já tivemos dois problemas físicos, casos do Gelson Martins e do Daniel Podence, e agora há que arranjar soluções. No entanto, como é óbvio, estamos satisfeitos com o facto de termos um calendário 'apertado'. É bom sinal.
 
O Vitória é uma das boas formações do nosso campeonato. Não existem certezas quanto ao resultado, porque tenho a certeza de que vêm disputar os três pontos. Será uma partida difícil. Aliás, as equipas além dos três grandes têm crescido muito.
 
Amanhã, o Raphinha não é jogador do Sporting. É com os nossos que temos de contar. O que nos interessa é conhecer a qualidade individual dos atletas contrários e estarmos preparados.
 
O Daniel Podence ainda não recuperou, sendo que tanto Mathieu como Fábio Coentrão não voltaram a treinar. Amanhã iremos avaliar a equipa.
 
Antes de chegar ao Sporting, o Bruno jogava no corredor esquerdo ou no corredor direito [Sampdoria]. Só na selecção é que ocupava o corredor central. Não tenho certezas acerca do lugar onde rende mais, mas o importante é saber colocá-lo em benefício da equipa sem que perca o rendimento.
 
Quanto às minhas ideias de jogo, nem sempre consigo ter formações afirmativas e dominadoras. Este ano existem jogadores com características individuais que fazem com que o conjunto seja mais pragmático, à moda das equipas italianas". 
 
Jorge Jesus aparenta indicar que Raphinha já é jogador do Sporting, mas em termos futuros e não para já. Não deixa de ser surpreendente que ainda não tem a certeza da posição em que Bruno Fernandes rende mais, tendo em conta que, além da pré-época, o médio já participou em 33 jogos de "leão ao peito", 28 dos quais como titular, com 2583 minutos de jogo.
 
Deixo demais comentário com os leitores.
 

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publicado às 05:47

Quem brinca com fogo, queima-se !

Rui Gomes, em 25.01.18

 

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Jorge Jesus tanto insistiu em "brincar com fogo" que se queimou, ou melhor, queimou o jogador e por consequência também a equipa, considerando o seu valor para o colectivo.

 

O problema que confronta o Sporting a curto e provavelmente a médio prazo é Gelson Martins, cuja condição física já há umas semanas tem vindo a ser causa para preocupação. O jovem extremo saiu de campo frente ao FC Porto, esta quarta-feira, aos 43 minutos, com aparente lesão na coxa.

 

Será reavaliado nos próximo dias, mas tudo indica que não vai estar disponível para a final da Taça da Liga, a ser disputada no sábado, e que poderá ser obrigado a parar cerca de duas semanas. Confirmando-se esse cenário, está em risco de falhar o próximo clássico com o FC Porto, agendado para o dia 7 de Fevereiro, referente à primeira mão das meias-feinais da Taça de Portugal.

 

Entretanto, o Sporting ainda vai disputar dois jogos do campeonato: frente ao Vitória de Guimarães, na quarta-feira, e frente ao Estoril, a 4 de Fevereiro.

 

E a realidade nua e crua é que não há outro extremo no plantel, muito menos um da elevada qualidade de Gelson Martins. Há alternativas em género de adaptação; o que Acuña tem vindo a fazer desde o primeiro dia, ultimamente até não muito bem, Iuri Medeiros já foi para Itália e temos então Daniel Podence. Consta que Rúben Ribeiro também poderá ser adaptado.

 

Esta posição foi uma das lacunas identificadas na equipa, há muito. Esperava-se acção nesse sentido durante a abertura de Janeiro do mercado, mas até ao momento nada consta. Pity Martinez tem sido muito falado, mas é um jogador muito caro e poderá não estar ao alcance do Sporting. A outra alternativa é Raphinha. Tudo indica que já está assegurado contratualmente, mas só para chegar no Verão. É o melhor jogador do Vitória de Guimarães e o clube não aparenta estar disposto a prescindir dele nesta altura.

 

Veremos, então, o que Jorge Jesus vai inventar...

 

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publicado às 15:00

 

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Algumas considerações de Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo desta noite frente ao FC Porto:

 

"Os pontos que não sejam tão fortes vamos tentar explorar, tal como o FC Porto o vai fazer connosco. Vai ser um jogo muito táctico, com pouco espaço e pode acabar por ser decidido por alguma jogada individual. Ambas as equipas vão ter muita dificuldade, porque defendem muito bem.

 

O meu plantel tem todo o valor para levar a melhor sobre os dragões, mas recorde-se que são as duas únicas equipas que ainda não perderam para as competições nacionais. A intenção e o objectivo é de ficar até sábado.

 

Todos os plantéis onde tenho trabalhado foram sempre feitos à minha imagem, vaide acordo com os objectivos e possibilidades do clube. Fizemos uns ajustes de plantel como fazemos todos os anos, que se enquadra numa ideia técnico-tática. No meu primeiro ano também o fizemos, no segundo ano um pouco ao contrário e este ano já contratámos quatro jogadores e também já saíram três.

 

Bruno Fernandes é um jogador com uma polivalência no aspecto táctico, que conhece com muita facilidade. Conhece muito bem os aspectos do jogo e é um jogador que deixa o treinador sempre tranquilo, porque pode encaixá-lo onde quer e dá rendimento. Não pode ser um jogador muito preso às missões defensivas".

 

Para ser sincero, bem espero que o plantel do Sporting seja ligeiramente melhor do que a imagem de Jorge Jesus !

 

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Relativamente ao jogo, concordo que vai ser uma luta difícil para as duas equipas e não espero muitos golos. Conhecendo Jorge Jesus, é de esperar um meio campo reforçado com Battaglia e Bruno Fernandes em espaços mais próximos de Bas Dost. Há muito que Acuña não está bem, mas pela insistência do treinador e também pela sua combatividade vai preencher uma das alas. Muitas dúvidas sobre a condição física de Gelson Martins, mas é de esperar que seja titular. A defesa não vai sofrer alterações, com William a comandar as operações mais recuadas. Creio que desta vez Rúben Ribeiro vai começar o jogo no banco.

 

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publicado às 03:58

O "melhor" ficou por explicar !

Rui Gomes, em 20.01.18

 

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Para Bruno de Carvalho foi um "murro no estômago", para Jorge Jesus foi um "momento de desconcentração". Está tudo explicado, nem sei se vale a pena publicar as afirmações do treinador:

 

"Foi um golpe duro para todos. Numa jogada sem grande perigo tivemos um momento de desconcentração. O encontro foi praticamente todo dominado pelo Sporting, tivemos várias oportunidades para acabar com o jogo e não o fizemos. O V. Setúbal teve este penálti, mas ofensivamente não nos criou grandes problemas. O futebol é assim, não é quem joga mais, mas quem faz golos. Tivemos oportunidade para fazer o 2-0 e numa situação controlada acabámos por sofrer o golo.

 

Não é fácil empatar, ainda para mais quando acontece na última jogada do desafio. O Sporting é uma equipa muito experiente e deixou-se surpreender. O posicionamento foi mal feito na última linha, normalmente não acontece, os jogadores desconcentraram-se naquele momento".

 

Enfim... quarta-feira há mais. Esperamos que não seja mais... do mesmo !

 

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publicado às 02:48

 

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Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo deste domingo com o Aves:

 

"Se repararem há seis equipas neste momento na Europa com mais jogos. Seis da liga inglesa, mais duas que somos nós e o Real Madrid com 32 jogos. Ninguém tem tantos jogos como o Sporting em Portugal. Estamos em todas as frentes. Fizemos e estamos a fazer o equilíbrio das nossas exigências".

 

Jorge Jesus errou, nisto. O Sporting tem de facto 32 jogos oficiais realizados, mas é a segunda equipa com mais jogos, atrás do SC Braga, que tem 34.

 

"Wendel e Misic não são jogadores para o imediato. O Rúben Ribeiro conhece o Sporting e o campeonato português, os outros dois vieram praticamente de férias. O Wendel não jogava há quase um mês, o Misic na Croácia quase a mesma coisa. Não vou inventar nada, não vou meter o Rúben a guarda-redes. Vai jogar onde jogava no Rio Ave, como ala ou segundo avançado por aí. Está convocado".

 

Aqui, apenas um ligeiro exagero. O campeonato da Croácia parou para o intervalo de Inverno no dia 18 de Dezembro. Josip Misic alinhou pelo Rijeka, na última jornada dessa semana. Até esse ponto, realizou 31 jogos oficiais, 29 dos quais como titular, inclusive de 6 jogos na Liga dos Campeões e 4 na Liga Europa.

 

"Não sei se o plantel do Sporting é melhor ou pior que o do FC Porto. O que eu sei é que o Sporting tem um bom plantel, estamos a trabalhar para isso. O presidente tem estado em completa sintonia com a estrutura do futebol. Procuramos o melhor para o Sporting, dentro das nossas capacidades. Nos nossos rivais, os treinadores é que têm de saber o que têm. Eu estou muito feliz com o que tenho".

 

Está "muito feliz" com o que tem, mas está sempre a pedir mais. Não é segredo algum que o Sporting continua activo no mercado e não só no que diz respeito aos seus próprios excedentários. A realidade é que nunca houve na história do Clube um treinador com tantos jogadores à sua disposição. Desde que chegou a Alvalade no Verão de 2015, já foram contratados 40 jogadores para a equipa principal. Nem sequer referimos mais uns quantos cujo destino acabou por ser a equipa B. 

 

Nota: Não vai meter Rúben Ribeiro a guarda-redes. Acreditamos na sua palavra nisto, até porque esse "privilégio", caso algum dia haja uma emergência, está reservado para Bruno César.

 

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publicado às 03:48

 

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O que Jorge Jesus teve para dizer sobre Wendel, na conferência de imprensa de antevisão ao jogo desta quarta-feira com o Cova da Piedade:

 

"Burocraticamente não pode jogar e desportivamente muito menos, pelo menos comigo. Poder jogar numa equipa que eu trabalhe passado um dia ou dois, onde é fundamental conhecer as ideias da equipa, para mim é quase impossível, independentemente da qualidade. O Wendel tem 20 anos e tem muito que aprender. Vem de um futebol onde jogadores são muito evoluídos, dos melhores do mundo, mas tacticamente têm muito que aprender com o trabalho das equipas na Europa. Ele vai ter muita dificuldade para apanhar o comboio.

 

O PSG não tem o Wendel porque não quis. O Sporting não tem hipóteses de competir com o PSG. Isto surgiu numa situação com o presidente e quem devia investir na qualidade desse jogador. O melhor clube para o desenvolver era o Sporting e por isso é que está aqui".

 

Todos nós reconhecemos há muito que Jorge Jesus tem imensa dificuldade em comunicar as suas ideias. Por vezes, essas ideias também deixam muito a desejar, independentemente da fluidez do discurso.

 

No caso concreto de Wendel, não é surpresa alguma que o médio brasileiro vai necessitar de algum tempo para se adaptar ao futebol europeu e, em particular, ao futebol do Sporting. Daí que seja justo questionar, logo à partida, a razão para a sua contratação durante a janela de transferências de Janeiro, uma vez que esta visa, sobretudo, que as equipas se reforcem para a segunda metade da época.

 

Jorge Jesus quase que deixa a ideia que nem sequer está a contar com este jogador esta época. Sendo esse o caso, será que o intuito foi de evitar a possibilidade de clubes como o PSG mudarem de ideias no Verão ?

 

Não sei se o mesmo é inteiramente aplicável a Josip Misic, porque apesar de ser europeu, também vai exigir algum tempo para se adaptar às ideias do treinador do Sporting.

 

ADENDA:  Por alguns dos comentários, fui verificar e parece-me que a última jornada do Brasileirão Serie A foi no dia 3 de Dezembro. No caso concreto do Fluminense, empatou com o Atlético Goianiense, 1-1, e por mera coincidência foi Wendel que marcou o golo. Em termos competitivos, portanto, o jogador não está activo há cerca de 40 dias.

 

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publicado às 04:53

 

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Algumas considerações de Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo deste domingo, diante o Marítimo, a contar para a 17.ª jornada da I Liga:

 

Críticas de Rui Vitória aos árbitros

 

"As declarações do dérbi, que depois do jogo iam estar atentos ao percurso dos árbitros… Aconselho a olharem para o percurso dos árbitros do FC Porto-Benfica, o Benfica-Portimonense, Benfica- Sp. Braga, Aves-Benfica... Aconselho-os a olharem também para o percurso desses árbitros".

 

Importância do VAR

 

"Não tenho dúvidas de que veio para melhorar o futebol e para dar mais certezas e verdade desportiva. Num ou noutro jogo pode deixar algumas dúvidas, mas não tenho dúvidas de que o video-árbitro veio favorecer a verdade desportiva. É normal que tudo tenha uma aprendizagem, há coisas para melhorar, mas faz parte do processo da vida".

 

Reforços

 

"Enquadram-se naquilo que o Sporting achava importante para o equilíbrio do plantel. O nosso scouting viu Misic várias vezes, no princípio da época, é um jogador referenciado, o Rúben Ribeiro não precisa de scouting, joga em Portugal e o Wendel é um jovem que vem à procura do seu caminho e percurso, no qual vai encontrar obstáculos aos quais não está habituado".

 

Mais entradas? E saídas?

 

"Vão surgir muito nomes no Sporting e noutros clubes. Estamos atentos, o presidente está atento para o que a equipa quer. Tudo o que puder fazer para melhorar a quantidade e a qualidade da equipa, o Sporting vai fazer. O nosso foco é criarmos mais-valias pelas exigência que vamos ter: vamos jogar de 3 em 3 dias e temos de ter jogadores que possam fazer um roulement, para que a equipa tenha intensidade alta para atingirmos os nossos objectivos. Estamos preocupados com os que entram e não com os que saem".

 

Pressão aumenta?

 

"Não! Porque é que havia de aumentar? É o normal nesta janela de Janeiro: as equipas fazerem um equilíbrio do plantel. No primeiro ano metemos quatro ou cinco jogadores e no ano passado foi ao contrário. Neste ano tentámos fazer um equilíbrio, mas a responsabilidade é a mesma".

 

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publicado às 03:04

 

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Ainda antes do Natal Jorge Jesus fez saber que alimentava a esperança de receber duas ou três "prendas" de Bruno de Carvalho, numa clara alusão a reforços para a segunda metade da época em que o Sporting ainda disputa quatro competições: I Liga, Taça de Portugal, Taça da Liga e Liga Europa.

 

Muito embora ainda não haja confirmação oficial, tudo indica que três novas "caras" estão a caminho ou já chegaram a Alvalade: Rúben Ribeiro, proveniente do Rio Ave, Wendel, que actuava no Fluminense e o croata Josip Misic do Rijeka.

 

A chegada destes três eleva para 40 o número de jogadores contratados na era Jorge Jesus, desde que o técnico de 63 anos assinou com o Sporting no início da época de 2015-16, o que representa, para já, uma média superior a 13 reforços por temporada, um abaixo do recorde de 14 estabelecido logo no primeiro ano.

 

Da época 2015-16, a primeira de Jorge Jesus, apenas restam os reforços Sebastián Coates, Bruno César e Bryan Ruiz, visto que o costa-riquenho não fazia parte dos planos iniciais para esta temporada e só em Dezembro reintegrou o plantel principal. De 2016--17, continuam o goleador Bas Dost, o jovem Gelson Dala recentemente cedido ao Rio Ave, o médio Petrovic e o avançado Alan Ruiz, ambos com um pé na porta da saída durante o mês de Janeiro caso hajam clubes interessados e disponíveis para satisfazer as exigências financeiras do Sporting.

 

No que diz respeito ao actual plantel, é possível que dois dos onze futebolistas recrutados no último Verão possam abandonar Alvalade, são os casos do médio brasileiro Mattheus Oliveira e do avançado costa-marfinense Seydou Doumbia. O primeiro, aparenta ser uma certeza absoluta, em princípio por empréstimo, enquanto o segundo estará dependente de quem ainda chegar até ao final do mês.

 

Curiosamente, tendo em conta os dados estatísticos de cada um dos jogadores, a actual temporada é a que exibe maior taxa de sucesso no que diz respeito à actuação do Sporting no mercado, uma vez que Piccini, Mathieu, Fábio Coentrão, Bruno Fernandes e Acuña têm sido indiscutíveis para Jorge Jesus, que tem ainda em Battaglia um jogador muito utilizado até ao momento. E a prova disso é que todos eles registam, quando vamos com metade da temporada cumprida, mais de 1500 minutos realizados em todas as competições oficiais.

 

Em comparação com as duas épocas anteriores, verificamos que em 2015-16 foram seis os reforços que superaram os três mil minutos: Coates, Bryan Ruiz, João Pereira, Bruno César, Schelotto e Zeegelaar. Na temporada transata foram apenas dois entre 12 caras novas a ultrapassar essa barreira: Bas Dost e Alan Ruiz. Os restantes acabaram por ir deixando o clube ao longo do ano, uma vez que o avançado lituano Lukas Spalvis não efectuou qualquer minuto de leão ao peito, muito por causa de uma grave lesão. Apenas outro jogador passou por Alvalade nestas três épocas sem vestir a camisola verde e branca, é o caso do defesa-central francês Michaël Ciani, que só esteve cerca de um mês no início da temporada 2015-16.

 

Entre os reforços que maior taxa de sucesso têm tido no consulado Jorge Jesus, destacam-se Bas Dost com os 53 golos marcados em 68 jogos oficiais e o central Sebastián Coates com mais de sete mil minutos no eixo da defesa leonina. Neste rol, não são contabilizados os jogadores que chegaram esta época.

 

Em suma, o treinador mais caro na história do Sporting com o maior número de reforços jamais contratados, já para não evocar os milhões investidos, tanto com as contratações, directamente, como ainda com a folha salarial que neste momento quase que aterroriza. Se tudo isto ainda não for suficiente para a conquista da I Liga, entre outras provas, Bruno de Carvalho terá de repensar a sua estratégia, caso permaneça na cadeira da presidência.

 

***Texto, com referência ao artigo de Carlos Nogueira, Diário de Notícias.

 

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publicado às 11:58

 

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Existe no Sporting uma sina em tudo semelhante a qualquer étimo da famosa Lei de Murphy – na aparência de ventos que correm favoráveis, há sempre um sopro que leva a que tudo corra mal. Vêm à memória exemplos como em 2005 em Alvalade, perante o CSKA. Como em 2012, no Jamor, perante a Académica. Como em 2016, em Madrid perante o Real. Como nos jogos em que se perde o 1º lugar por se falharem golos à boca da baliza. Como nos jogos em que joga bem e se perde. Como no jogo de ontem, contra aquela que alguns afirmam ser a pior equipa do SLBenfica dos últimos 10 anos, contra a nossa melhor equipa dos últimos 10 anos. Ontem, a culpa não foi do Benfica. Foi nossa.

 

Na escolha de uma qualquer justificação aceitável, toda a circunstância levaria a evitarmos o faccioso exercício de profetizar desgraças por um mero empate à 18ª Jornada. O problema é que, em boa verdade, a partida de ontem valia muito mais dos que os 3 pontos em disputa. Com o rival a atravessar uma crise de identidade a diversos níveis – no que toca ao futebol que pratica como aos diversos casos de suspeição de corrupção que recaem sobre a instituição – esta seria uma oportunidade dourada para marcar uma posição forte perante todo o cenário competitivo português, mais do que apenas aos directos rivais. Infelizmente, são este tipo de jogos em que, não obstante de boas exibições que aqui e além se fazem, o Sporting manifesta a sua constante imaturidade competitiva. 

 

O enorme esforço financeiro que se tem feito no incremento na qualidade da nossa principal equipa de Futebol, assim como os revanchismos agrestes a qualquer conciliação necessária no Futebol Português – que nos levam a defender determinadas posições de um modo mais isolado do que aquele que seria expectável a um grande Clube como o nosso – não se compadecem com o não conseguir vencer este tipo de jogos perante adversários directos na sua pior fase. Para os adeptos do clube da Luz, celebrou-se como uma vitória. O FC Porto distanciou-se. E ainda se afirma que o resultado foi pior para o SL Benfica do que para nós? Então de que vale lutar pela validação de Títulos Nacionais na secretaria, se afinal ninguém se preocupa com os dois pontos perdidos para o actual 1º classificado? Isto demonstra uma total ausência de cultura de vitória no nosso Clube, porque aparentemente para este Sporting a obsessão continua a chamar-se Benfica.

 

Por muito que nos custe em aceitar, o Sporting não tem ainda a mentalidade vencedora exigida nos momentos cruciais. E não a terá tão cedo, enquanto persistir no topo da hierarquia este sentimento de sobrelevada grandiosidade e soberba tão comum aos tolos e aos maravilhados. Será culpa dos atletas? Obviamente que não. Para quê exercícios de fanfarronice como um Presidente a liderar triunfante uma parada de adeptos como quem se prepara para assaltar o território inimigo, e afinal sai de rabo-alçado da Luz? Não devia este estar junto da equipa na concentração, pelo menos? Jorge Jesus, uma espécie de Vinnie Jones das conferências de imprensa pós-jogo, é o exemplo óbvio de quem vive num universo paralelo. Desta vez, não foi aos “oitchenta e ocho”, mas andou lá perto, como de costume… e ainda se lamenta do Rui Patrício não ter tido trabalho?

 

Há muito campeonato pela frente. Nesta janela de mercado poderão ser já encontradas soluções para alguns pontos mais débeis do nosso plantel. Mas que não se procure no simples gastar de dinheiro o colmatar daquela que é a mais grave lacuna que nos assiste – a ausência de uma mentalidade mais coerente, humilde e assertiva. Algo que em lado nenhum se vende.

 

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publicado às 11:00

 

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"O Sporting marcou primeiro e teve uma segunda oportunidade de golo na cara do Varela. O Benfica teve mais ataque com bola, mas nunca criou nenhuma oportunidade. O Rui Patríco... Lembram-se de alguma defesa? Houve bolas à baliza, mas o Rui Patrício nunca foi posto à prova. A equipa esteve muito bem organizada defensivamente, a dupla de centrais fabulosa. Partimos para a segunda parte convictos que o jogo ia-nos ser mais fácil, o Benfica poderia começar a arriscar e assim o fez, com alguma anarquia táctica.

 

Faltou-nos alguma intensidade e um segundo avançado para sairmos com mais critério. Sofremos um golo numa grande penalidade sem discussão. Os jogadores do Benfica festejaram, até pareciam que tinham ganho, mas não ganharam. Empataram. Estão a cinco pontos. Nós estamos a dois do FC Porto. O que fica nisto é que acabas por não ganhar e o adversário também não. O Benfica e o Sporting estão na luta com o FC Porto. Não é preciso ir à China. Um fica a cinco, o outro a dois... Resultado é pior para quem?".

 

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publicado às 04:18

Antevisão Benfica vs Sporting

Rui Gomes, em 03.01.18

 

 

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publicado às 11:00

Ainda hoje não percebi...

Rui Gomes, em 17.12.17

 

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"O Sporting acredita que pode ser campeão. Esteve perto de ser campeão há dois anos porque disputou a liderança até Maio. Ser primeiro no final da primeira volta não é estar perto do título. Estamos topos, mas isso não é estar perto de ganhar. Estamos a competir com os melhores e somos um dos melhores. Como treinador, quantos mais anos mais experiência. A estrutura do Sporting tem vindo também a desenvolver-se e melhorando. Mesmo perdendo aqui e acolá alguns jogadores, estamos fortes e estaríamos mais fortes. Ainda hoje não percebi como perdemos um campeonato somando 86 pontos".

 

Uma das considerações de Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo deste domingo com o Portimonense.

 

Talvez seja mais ajustado analisar as causas do desperdício de sete pontos de vantagem. Mesmo com alguma ajuda do notório "pombo-correio" cá do burgo, o que vemos reflectido no espelho irá longe para explicar muita coisa.

 

A lembrar, de igual modo, a fanfarrice do presidente na altura (12-11-2015): "Aos nossos rivais... Costumo falar neles, sim. Já me disseram que não o devo fazer mas é um costume meu. Estamos em 1.º e quero desejar-lhes boa sorte e que vão olhando bem para nós porque não vamos sair do 1.º lugar".

 

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publicado às 03:44

 

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Pode faltar muita coisa a este Sporting, mas há uma garantia absoluta: entre presidente e treinador não faltam insultos, a tudo e a todos, mesmo que seja 'mensalmente'.

 

Eis o que o sempre modesto Jorge Jesus teve para dizer da vitória do Sporting no Bessa, entre mais umas "caneladas" na língua de Camões:

 

"O objectivo foi atingindo sabendo que não é fácil aqui ganhar. Começou a ser ganho em Barcelona. A estratégia que colocámos, os três melhores jogadores que não pus de início provou-o. O Gelson esteve endiabrado, se não fizesse o que fiz em Barcelona, não tinha ganho aqui. Estamos na corrida para o título e é fundamental ganhar. Sabendo que ganhas, continuas em primeiro. Foi fundamental para o foco e a equipa está com uma mentalidade de campeão. Somos mais realistas, mais pragmáticos.

 

Tenho a noção que as coisas ficaram mais fáceis ao chegarmos ao intervalo a ganhar por 1-0. Obrigámos o Boavista a ir à procura do resultado. Enquanto houve 0-0, o Boavista tirou uns cinco, seis minutos de jogo, com anti-jogo do guarda-redes. Mas isso também é uma arma que faz parte das equipas. É tudo normal. Ganhar aqui no Bessa não é fácil, tem que se ter qualidade defensiva e estar preparado para o jogo em todos os momentos.

 

Respondendo àqueles ‘atrasados mensais’... esta noite os melhores jogadores do Sporting foram só Gelson, Bas Dost e Fábio Coentrão, porque estiveram sem fadiga muscular, levezinhos e fizeram a diferença. Temos de ver as coisas de uma maneira diferente: os adeptos olham para o jogo e vêem que não joga o A e joga o B, mas não entendem o resto. Por isso é que nós somos treinadores. Foi nas minhas decisões em Barcelona que ganhámos hoje este jogo. Nós treinadores temos de ver estas coisas de uma maneira diferente. Os adeptos olham para os jogadores, não joga o A, joga o B, mas não atendem ao resto".

 

Já não tenho energia para debater este cavalheiro. Ou talvez seja paciência. Entre as muitas declarações bombásticas que tem feito ao longo dos anos, esta estará muito perto do topo: "Se não fizesse o que fiz em Barcelona, não tinha ganho aqui".

 

Fantástico !!!

 

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publicado às 03:27

 

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Considerações de Jorge Jesus em entrevista ao jornal Esporte Interativo sobre a Liga dos Campeões, em geral, e o jogo desta terça-feira com o Barcelona, em particular:

 

"É verdade que é um jogo muito difícil. Mas também é verdade que a Juventus tem um jogo na Grécia onde nós lá jogámos e sabemos que terão muita dificuldade. Com disse, não acredito que a Juventus ganhe na Grécia, sabendo que o Barça já esta apurado. Neste último jogo, mesmo com a Juventus, o Barça já não pôs o Messi a jogar. O Barça com o Messi é uma coisa, sem ele é outra. Se houver essa possibilidade, pois jogam passados três dias com o Villarreal, todos os treinadores protegem muito os melhores jogadores. Se o Messi não jogar, acredito cada vez mais que estejamos próximos de poder sonhar com um resultado positivo, que é ganhar.


Aquilo que o Sporting fez o ano passado na Champions, com o Real Madrid e o Borussia Dortmund, foi começar a alavancar, a criar um estatuto de cada vez mais ser uma equipa forte em todas as competições. Portanto, este ano temos na mesma Juventus e Barcelona, do meu ponto de vista duas das cinco equipas mais fortes do mundo, e podemos disputar esta fase de grupos como estás a disputar, vais até ao último jogo com essa possibilidade de te apurares. Se calhar, com um bocadinho de sorte, porque também é precisa no futebol, as posições estavam invertidas em relação ao Sporting e Juventus, porque nos dois jogos que tivemos com eles estivemos muito próximos de ganhar. Se temos ganho um dos dois jogos isto estava ao contrário.

Muito difícil um clube português ganhar a Liga dos Campeões, por questões financeiras. Mas mesmo assim, uma destas três equipas em Portugal pode chegar uma final se em três anos não vender os seus melhores jogadores, o que é extremamente difícil. Se o Sporting, Benfica e FC porto em três anos não vendessem os melhores jogadores, mesmo com esta diferença de orçamentos, teriam possibilidades de lá chegar. Não sendo assim, muito difícil, não vai ter hipótese."
 

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publicado às 09:41

A soma de A + B

Rui Gomes, em 06.11.17

 

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 Um exercício, em que vamos ter em conta o seguinte cenário para o efeito de debate:

 

Treinador A - ele treina uma equipa que vai no 4º lugar do campeonato com tiques de grandeza, fruto de um plantel que, segundo o presidente que nele manda e paga os salários a toda a gente, é o melhor que o clube teve na última década, ao ponto de o comparar ao que, há seis anos, chegou à final de uma Liga Europa, um feito importante na vida que se vive em Braga. O que talvez seja verdade, porque nessa equipa a que António Salvador repete elogios, há Xadas, Ricardo Horta, Danilo, Vukcevic ou Ricardo Ferreira, tipos que facilmente caberia no plantel de um dos grandes.

 

Treinador B - ele treina a equipa que é mesmo grande, tem mais dinheiro, mais opções e milhões para gastar, que bem gastou para estar em 2º lugar e andar a mostrar boa imagem na Liga dos Campeões, onde não ganha pontos mas colhe vitórias morais contra equipas maiores, bem maiores. O Sporting tem Dost, Bruno Fernandes, Gelson, Coates e Acuña, tipos tão bons que são sempre titulares e jogam sempre, evidência que este treinador gosta, com cautela, pois com tanto jogo e exigência eles “acabam por rasgar”. Palavras dele.

 

Se fizermos o A+B, uma soma em que os treinadores também chamam grande um ao outro e o A até diz do B que “é o melhor treinador dos últimos 15 anos” do Sporting, a que conclusão chegamos ?

 

Nota: Adaptação parcial de um texto de Diego Pombo, jornal Expresso.

 

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publicado às 04:37

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