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"Soltem o Leão"

Rui Gomes, em 26.12.13

 

 
"Soltem o Leão" é a manchete de principal destaque na capa do jornal «Sporting" desta semana, acompanhada por três outras manchetes que, tudo indica, visam complementar e reforçar a temática do dia:
 
"Quem é quem no Conselho de Arbitragem"
"Quando o telefone toca"
"Liderança isolada foi de mota"
 
É óbvio que a abordagem não surgiu ao acaso e que obedece a uma estratégia por parte do Conselho Directivo sobre o que considerará ser uma "política" obscura no futebol português que visa a sua bipolarização, centrada no Benfica e FC Porto, relegando o Sporting para um papel subalterno que aliás já vem a assumir, inadvertidamente, de há uns anos a esta parte.
 
Admitindo que é este o caso e não obstante desconhecer a minuciosidade do que os dirigentes têm em mente, não será totalmente descabido questionar os efeitos pragmáticos da estratégia, dado que o impacto global do jornal do Clube é limitado e, mesmo que não fosse, não deixa de ser discutível até que ponto este "veículo" perturbará os principais responsáveis por esta "política" vigente. 
 
Alguém terá dito algures que palavras são só palavras se não forem reforçadas por poder e acção. 
 

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publicado às 05:59

As contas que contam

Rui Gomes, em 04.12.13

 

 
O Jornal Sporting desta quinta-feira faz uma exposição sobre a manha do insólito João Querido Manha em relação à classificação da I Liga e os critérios que neste momento colocam o Sporting em 1.º lugar. Embora já não seja novidade, é justo dar relevo à falta de ética e profissionalismo de quem se intitula jornalista e ainda director de um dos diários dos benfiquistas da família Cofina.
 
Caso haja interesse dos leitores, o artigo do acima referido personagem a explicar a sua leitura desta contenda pode ser lido aqui.
 

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publicado às 20:42

O teste do pato

Rui Gomes, em 30.05.13

 

O "teste do pato" é um termo, ou se desejar, um provérbio, cunhado há séculos, que serve perfeitamente para contrariar argumentos abstrusos de que algo não é o que parece ser: "Se se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então provavelmente é um pato". Este, o raciocínio indutivo aplicável às ironias vazias do presidente do FC Porto pela sua fútil tentativa de desviar atenções do que "só" é uma conclusão lógica e universal sobre a negociata envolvente da transferência de João Moutinho e James Rodriguez para o AS Mónaco por 70 milhões de euros, atribuindo a menor "fatia" - 25 milhões - ao formado do Sporting.

A bem dizer, não é inesperado, já que o líder portista é bem conhecido por favorecer este modelo de negociatas, em que havendo conivência da outra parte, nunca se chega a saber o real valor de uma transferência de um jogador. A venda ao Atlético de Madrid de de Radamel Falcão e Rúbem Micael é outro exemplo do género. Não está, ou pelo menos não devia estar, em discussão os contornos da venda do jogador, pelo Sporting, em 2010. Esse processo é uma outra "novela", ou melhor, um "complot", que merece dissecação à parte. A realidade é que um componente integral desse acordo concedeu ao Sporting 25 por cento das mais-valias de uma futura transferência. É por de mais evidente que quanto mais baixa for a verba declarada dessa transferência, menor é a parte que compete ao Sporting receber. Por isto, não convém ao clube do Norte - hoje e sempre, efectuar uma venda singular em que o espaço de "manobra" é limitado e a possibilidade de dissimular as verbas envolvidas nula. Só esta disposição explica a recusa ao Tottenham, no Verão passado, por cerca de 30 milhões de euros.

Em três época no Dragão, João Moutinho foi nada menos do que o alicerce fulcral e indispensável da equipa portista, com participação em 140 jogos, 10760 minutos de jogo e ainda contribuindo com 10 golos. Com estas credenciais e ainda com 26 anos de idade, foi desvalorizado em 20 milhões de euros perante um colega de equipa apenas quatro anos mais jovem e ainda com muito por provar, não obstante o seu reconhecido potencial. É bem verdade, se se parece com pato, nada com um pato...

Pela ausência de comprovativos e mecanismos que permitam ao Sporting contestar este negócio, não ofende a ideia de fazer uma exposição do caso a quem de direito, seja a CMVM, a UEFA ou a FIFA. Por fim, e para que fique claro o parecer deste sportinguista, nada de tudo isto altera, minimamente, o comportamento, a indignidade, a desonestidade e a ingratidão do jogador para com quem lhe proporcionou a oportunidade de crescer para o futebol, indiferente se houve ou não maior ou menor capacidade negocial do então presidente do Sporting. Sendo um excelente futebolista, é e sempre será, como homem, uma "maçã podre", o legado, que um dia deixará aos seus filhos.

 

Publicado hoje no jornal "Sporting".

 

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publicado às 05:36

 

Todo o jornalista e, por extensão, editorialista e comentador, quer seja na imprensa escrita, rádio ou televisão, deve ter um senso de ética e responsabilidade - uma bússula moral. Enquanto que a independência é requisito básico da comunicação de massa,  a pedra angular da sua confiabilidade, a fonte da sua credibilidade, ainda é a sua precisão, honestidade intelectual e capacidade de informar - não a sua devoção a um determinado grupo ou resultado. Mesmo em um mundo de expansão de vozes, a precisão é o alicerce sobre o qual tudo é construido - contexto, interpretação, comentário, análise, crítica e debate. A verdade ao longo do tempo, surge a partir deste fórum.

Não sendo novidade de relevo, isto vem a propósito da aleivosia de que o Sporting é frequentemente alvo pelo comentário desportivo de massa, numa incessante tentativa de desprestigiar e infamar a sua constituição centenária. Um prezado amigo meu - devoto sportinguista - não teve a disponibilidade para assistir pela televisão ao recém-embate em Paços de Ferreira mas, pelo seu fervor leonino, foi ouvindo o relato da Rádio Renascença. A uma certa altura (61 minutos de jogo) foi alertado para um lance polémico que pelas iniciais expressões audíveis deixou-lhe a distinta sensação de ter existido uma situação de grande penalidade a favor do Sporting. Quem relatava o jogo não tardou a afirmar que não era penálti e o comentador "in loco" disse que foi um lance "limpinho, limpinho, limpinho" - em clara alusão à notória expressão do treinador do Benfica após o "derby" da Luz. Um terceiro elemento desta equipa técnica, o que se encontrava no estúdio, não hesitou em também confirmar que não era penálti, e o meu amigo, perante tanto testemunho, aceitou a fiabilidade e a precisão da comunicação radiofónica. Qual o seu espanto, e irritação, quando mais tarde teve ocasião de ver as imagens na televisão e ouvir as opiniões unânimes quando à existência de uma falta para grande penalidade que ficou por assinalar pelo árbitro Pedro Proença. Perante esta oblíqua circunstância, não é só lógico mas também justo, questionar o profissionalismo e a capacidade intelectual não apenas de um, nem dois, mas de três comentadores da Rádio Renascença sob a incontornável obrigatoriedade de informar com precisão e objectividade, muito além, ainda, do comentário sibilino com referência a uma frase que deturpa a verdade desportiva e desrespeita o Sporting e os seus três milhões de adeptos. Lamento que o meu amigo não tenha captado os nomes destes "ilustres" fincionários desta emissora, para permitir a sua publicação neste espaço, no entanto, ele já teve o cuidado de enviar uma carta a quem de direito a exigir uma explicação. 

O comentário informativo pode não perseguir a verdade em um sentido filosófico, mas pode - e deve - procurar fazê-lo em um sentido prático, um exercício que requere disciplina profissional e lealdade aos cidadãos. É por de mais evidente que estes preceitos morais e funcionais infrequentemente são aplicáveis a tudo quanto é Sporting, porventura, na defesa da "verdade desportiva portuguesa" à conveniência.

 

* Texto publicado hoje no Jornal do Sporting

 

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publicado às 06:10

Daniel Sampaio escreve

Rui Gomes, em 26.04.13

 

Surpreendentemente - ou talvez não - Daniel Sampaio surgiu esta semana a escrever no Jornal do Sporting e tudo indica que é para continuar. Um artigo fundamentalmente focado em criticar (ainda) o Conselho Directivo de Godinho Lopes, em que dou destaque a três frases, para registo:

 

«Qualquer associação só sobreviverá se a palavra dos sócios, em Assembleia Geral ou em eleições, for integralmente cumprida.»

 

«A hora é de conter custos, falar verdade, não prometer em vão.»

 

«O Sporting precisa de voltar à sua matriz popular e deixar de ser governado por uma vintena de «notáveis», que tudo decidiam em jantares secretos e conspirações de bastidores.»

 

Gostaria, apenas, de lhe dirigir três perguntas:

 

1. O seu predilecto está a cumprir com a palavra dada durante as eleições ?

 

2. O seu predilecto falou verdade e não prometeu em vão ?

 

3. Mesmo admitindo que o que diz sobre os «notáveis» corresponde à verdade, o que é que andou ele, Eduardo Barroso e os restantes elementos da cessante Mesa da Assembleia Geral a fazer durante dois anos, se não a tomar decisões em jantares secretos e conspirações de bastidores ?... Inclusive, foi precisamente num desses jantares secretos que ele próprio decidiu formar uma lista de candidatura à presidência do Sporting - e não a convite de José Maria Ricciardi - só para a retirar posteriormente.

 

Recorre-se ao velho e popular ditado: «Quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras.»

 

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publicado às 01:21

O todo é mais forte do que a parte

Rui Gomes, em 18.04.13

 

A liberdade de expressão como o veículo da transmissão de informações e ideias por quaisquer meios independentemente de fronteiras, é o alicerce fundamental em uma democracia. Os poderes democráticos, quer sejam governamentais ou institucionais, não controlam o conteúdo dos discursos escritos ou verbais, garantindo, por esses princípios, que as democracias tenham muitas vozes exprimindo ideias e opiniões diferentes e até contrárias, resultando num debate livre e aberto - deveras salutar - como a melhor opção a oferecer mais probabilidades do melhoramento da sua existência. A liberdade de expressão é um direito fundamental consagrado em democracia que depende de uma sociedade civil, educada e bem informada, cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível no seu enquadramento público.

A censura é tão antiga quanto a sociedade humana, sendo a Grécia antiga a primeira sociedade a elaborar uma justificativa para a censura, com base no princípio de que o governo da Pólis (cidade - estado) constituía a expressão dos desejos dos cidadãos e que, portanto, podia reprimir todo aquele que tentasse contestá-lo. Na sociedade moderna, censura é usada por qualquer grupo de poder ou até fracções individuais da sociedade, no sentido de controlar e suprimir informação, certos pontos de vista e opiniões divergentes, constrangindo-os pelo impedimento da sua divulgação ou através de comentário ameaçador à opinião contrária, de forma punitiva ou repressiva.

Conheço a História do Sporting e tenho muito orgulho em ser sportinguista. Os métodos de pressão e censura à opinião contrária que se verificam hoje em dia nas redes sociais, na blogosfera e em outros espaços da Internet - assentes na estéril premissa do «nós» e «eles» - contrastam com os preceitos morais e educacionais da sociedade livre, em que prepondera o sentimento de comunidade, em geral, e o espírito de ser Sporting, em particular. Pelo rejuvenado sentido de reestruturar e recuperar o nosso Clube, esta desadequada, quase pré-histórica noção, tende desunir, não unir, gera divergências, não consensos e, em geral, prescreve um clima de antagonismo imprudente, indesejável e improdutivo. O todo é sempre mais forte do que a parte e julgo ser essa a mensagem que foi enunciada pela nova liderança. O Sporting Clube de Portugal é um clube muito grande, tão grande quantos os seus cerca de três milhões de sócios, adeptos e simpatizantes desejam, e se não é da pertença exclusiva de um pequeno grupo de outrora, também não é de um pequeno grupo do presente. Parafraseando o Marquês de Sade: «Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem perigo.»

 

Artigo da minha autoria publicado hoje no Jornal do Sporting.

 

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publicado às 17:37

Ignóbil censura

Rui Gomes, em 10.04.13

 

Comecei hoje a sentir o efeito das chamadas reformas e outras medidas que a nova liderança está a implementar no Sporting. Pela primeira vez desde que colaboro com o Jornal do Sporting com um artigo de opinião semanal - e já lá vão uns anos - o escrito foi ignobilmente censurado pela directoria e, para o agravamento da ofensa, nem se deram à mera urbanidade da mais pequena satisfação. Esta acção, no mínimo, serve de exemplo do desrespeito pela liberdade de expressão pelos novos líders do Sporting, inevitavelmente com o intento de tentar calar quem lhes é inconveniente. Neste contexto, já tive ocasião de manifestar o meu apreço pela dignidade do ex-presidente Luiz Godinho Lopes, pois muita embora eu lhe tenha dirigido críticas directas sobre a sua gestão e algumas das suas decisões, nunca, mas nunca mesmo, uma única palavra minha foi censurada durante o seu consulado de dois anos à frente do Clube.

 

A censura deve-se ao facto de eu ter tido a ousadia de criticar a alarvada entrevista de Daniel Sampaio e a sua decrépita perspectiva da História do meu Clube, algo, aparentemente, merecedor da aprovação de quem agora lidera. Se a intenção é de me afastar do jornal, homens de respeito e dignidade teriam tido a delicadeza mínima de me confrontar com a disposição. Tudo indica que as prioridades em voga rumam para outros horizontes. 

 

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publicado às 23:38

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 03.04.13

Entrevistas com a D. Maria de Lourdes Borges de Castro que completa este sábado 90 anos de filiação, e é a sócia mais antiga de qualquer clube em Portugal - com Cédric Soares e Carlos Pereira e, ainda, o editorial inaugural do novo director do Jornal, José Quintela.

 

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publicado às 23:40

 

O título do post não é da minha autoria mas sim da do meu colega do jornal do «Sporting», José Manuel Barroso, pelo seu escrito desta semana, do qual eu me dou ao atrevimento (sem sua permissão) de transcrever este parágrafo que me parece muito pertinente ao momento:

 

«Uma das esperanças que tenho, eu sócio, é que o presidente Bruno de Carvalho possa fazer um discurso agregador e mande calar alguns dos seus adeptos mais radicais, que enchem os blogues e a net de comentários perigosamente vingativos, como se mudar fosse conquistar território. Esse discurso é perigoso e só conduzirá à manutenção do estado de guerra. Bruno de Carvalho, agora o presidente de todos os sportinguistas, sabe (e eu sei que ele sabe!) que o Sporting não é apenas 53 por cento dos votos, a maioria que o elegeu. Ele sabe que o Sporting é os 53, mais os 45, mais os quase 2 por cento dos votos expressos nas eleições. Ele tem de domar, directa e indirectamente, os cavalos de guera de alguns adeptos.É tempo de construção.»

 

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publicado às 21:52

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 13.03.13

 

GLÓRIA, GLÓRIA A JOÃO ROCHA... O ETERNO PRESIDENTE !

 

Também nesta edição, entrevista aos três candidatos a presidente do Conselho Directivo. Trinta (30) perguntas que abordam as temáticas de maior interesse ao momento do Sporting.

 

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publicado às 23:59

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 07.03.13

 

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publicado às 04:10

Jornal do Sporting - Bruma optimista

Rui Gomes, em 27.02.13

 

Apesar das menos do que ideias circunstâncias do Sporting - a ser simpático - e o indiscutível favoritismo do FC Porto para o «clássico» em Alvalade, é sempre bom sinal sentir o optismismo dos jovens talentos «leoninos».

 

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publicado às 18:23

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 21.02.13

 

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publicado às 00:40

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 13.02.13

 

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publicado às 21:23

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 23.01.13

 

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publicado às 22:52

O Décimo Segundo Elemento

Rui Gomes, em 18.01.13

 

Extracto do último parágrafo da minha coluna usual do Jornal do Sporting - O Décimo Segundo Elemento - em género de «carta aberta» a Luiz Godinho Lopes.

 

«Não presumo saber ou sentir o que lhe vai na mente e na alma neste momento, mas deixo-lhe aqui o singelo parecer deste devoto sportinguista: Por sua própria admissão e pela evidência à vista, erros diversos têm sido cometidos, designadamente na gestão desportiva, no entanto, entendo que nem o mais cínico opositor, em boa consciência, deve duvidar da sinceridade do seu desempenho em prol do Sporting. Na soma dos erros, o maior de todos será o presidente sucumbir às ignóbeis pressões dos elementos da Mesa da Assembleia Geral e afins, e demitir-se prematuramente do cargo. Este seu hipotético acto não dignificará a sua pessoa e muito menos servirá os interesses do Sporting Clube de Portugal, pelo menos no curto prazo, e terá o efeito único de satisfazer os objectivos estratégicos da indigna oposição, pela sua procura do poder, a qualquer preço, a exemplo do que o presidente e vice-presidente da referida Mesa têm vindo a demonstrar, diariamente.

Foi o cantor e compositor Bob Marley que disse: «Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se ama. Eu desisti. Mas não se pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer.» Manter a coragem de lutar dignifica a nossa essência de vida e regista o nosso legado perante gerações, senhor presidente !»

 

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publicado às 00:46

Jornal do Sporting - José Serrano

Rui Gomes, em 18.01.13

 

«Estamos cansados de saber quais os principais motivos que levaram a nossa principal equipa de futebol à situação em que se encontra. Algumas más aquisições, dispensas infelizes e precipitadas de fundamentais jogadores e ainda pouca paciência, quer de dirigentes, quer de adeptos, para esperar que os treinadores conseguissem ter sucesso, formando uma equipa com muitos jogadores novos. Depois, aparecem candidatos à presidência do Clube que tudo têm feito para conquistar o poder aproveitando-se da situação. De permeio, o presidente da AG e o seu vice-presidente, envolvem-se numa série de movimentos no sentido de mudanças na gestão do Clube, que obviamente agitam os adeptos e causam efervescência na comunicação social. Aparecem comentários e desmentidos, todo um abrir de conflitos a que o Sporting não estava habituado, porque era um exemplo de unidade, tornando-se assim no único Clube nacional, e talvez da Europa, com este tipo de problemas. A comunicação social, afecta ao Benfica, arrasa diariamente o Clube, a equipa, os jogadores e treinadores. Finalmente, preocupados e influenciados com tudo isto, os adeptos começavam a assobiar a equipa logo que esta entrava em campo e só paravam quando, completamente atordoada, a mesma regressava aos balneários, obviamente depois de mais uma má exibição. Tudo uma autêntica bola de neve, com resultados imprevisíveis.

Resta-nos pedir a todos os adeptos para que se mantenham unidos e esqueçam divergências internas, como, infelizmente, fazem os políticos nos seus partidos. Há que manter a calma, ter esperança em que tudo vai melhorar e saber honrar os nobres pergaminhos do nosso Clube, que, desde a sua fundação, foi sempre tido como exemplo e nós, sportinguistas, considerados diferentes no bom sentido do comportamento cívico e educacional.

 

* Extracto do artigo da autoria de José Serrano no Jornal do Sporting «Com permanentes conflitos não há hipóteses»

 

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publicado às 00:37

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 16.01.13

 

 

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publicado às 20:20

Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 09.01.13

 

Relevo para a entrevista concedida por Nani, enquanto em visita por Alvalade, onde, entre outras coisas, ele afirma: «Gostaria muito de ainda poder dar alegrias aos sportinguistas.»

 

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publicado às 23:05

José Serrano - Jornal do Sporting

Rui Gomes, em 09.01.13

Transcrevo no Camarote Leonino um breve extracto do artigo publicado recentemente no Jornal do Sporting, da autoria do meu colega e ilustre colaborador do Jornal há mais de 25 anos, José Serrano:

«Gostaria de deixar bem claro que nada em particular me prende, em termos de fidelização, à actual Direcção, a não ser o respeito que todas nos devem merecer, enquanto no desempenho do mandato que os sócios lhes conferiram por eleição.»

«Estamos cientes que o Sporting atravessa talvez a maior crise na sua brilhante história. Para reverter a situação, o presidente deverá ter a sorte de se fazer rodear de grandes colaboradores e ter o apoio incondicional dos adeptos.»

«Não sou apologista da queda dos responsáveis (pelos erros), antes de lhes dar novas oportunidades dentro do período para que foram eleitos. Aliás, quem nos garante que, quem vier de novo, traz consigo uma varinha mágica?»

«Nestes tempos maus que vamos passando, quanto nos custa ver os risos alarves dos benfiquistas de mais baixo nível educacional, os risos cínicos dos de melhor postura e também o olhar piedoso dos portistas. Por outro lado, ir lendo nos jornais e vendo nos canais de televisão, o autêntico massacre dos escribas e opinadores que por lá pululam.  Jornalitas, benfiquistas fundamentalistas, tais como Nuno Farinha e João Querido Manha, do Record, ou Rui Santos, um autêntico massacre, contribuem decisivamente para o nosso mal estar.»

«Não tenhamos dúvidas, mas com a comunicação social, arbitragens e muitos sportinguistas, entre os quais altos responsáveis, como o nosso próprio presidente da AG e outros, sedentos pelo poder a qualquer preço, só uma grande força colectiva, dos que, de facto,querem ajudar a combater e fazer erguer o Sporting, se pode conseguir tal objectivo.»

                                                                                                      José Serrano

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publicado às 17:22

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