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Interessantes argumentos finais que decorreram esta terça-feira no Campus de Justiça, em Lisboa, no processo que coloca frente a frente Marco Silva e José Eduardo, a propósito das declarações proferidas em 2014, quando o segundo acusou o primeiro de se ligar “a interesses de gente que pretende destruir o Sporting".

 

Nélson Soares, advogado do ex-treinador do Sporting, argumentou que José Eduardo cometeu três crimes de difamação agravada: «Foram ataques de carácter e o arguido nunca mostrou arrependimento algum. Que seja uma pena que iniba o arguido de comportamentos semelhantes. Se não houver uma punição severa o arguido irá reincidir no comportamento».

 

Por seu lado, Jaime Cortesão, advogado de defesa, reafirmou: «Tudo o que José Eduardo disse tinha ouvido da administração do Sporting, pelo que tinha legitimidade para os comentários que proferiu. Marco Silva foi para o Sporting conhecedor do projecto, que passava muito pela aposta em jovens, mas no estágio da Holanda foi o presidente a incluir cinco ou seis jogadores jovens. O arguido não veio aqui passar por coitadinho e tinha consciência do que disse».

 

Muito interessante... tudo o que José Eduardo disse "tinha ouvido no Sporting", e foi Bruno de Carvalho que escolheu um determinado número de jogadores para irem para estágio na Holanda. Gostaria de saber se houve outras intervenções do género durante a época. Em abono da verdade, até não surpreende, tendo em conta que este presidente só não teve uma grande carreira como futebolista/treinador por mera infelicidade de circunstâncias de vida.

 

E ficam alguns leitores indignados quando eu afirmo que assistimos a um caso inédito no Sporting naquela época, com o presidente a passar uma boa parte do tempo a "cortar as pernas" ao seu próprio treinador.

 

Curiosamente - ou talvez não - desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade as coisas mudaram radicalmente. Agora é o treinador a fazer as exigências e o presidente a dar-lhe rédeas para mais. Isto, além dos milhões, claro.

 

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publicado às 04:42

 

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Teve início, esta quinta-feira, no Campus de Justiça, em Lisboa, o julgamento do processo que coloca frente a frente Marco Silva e José Eduardo.

 

O ex-treinador do Sporting acusa o empresário de três crimes de difamação agravada e exige uma indemnização no valor de 45 mil euros.

 

Na base do diferendo estão declarações de José Eduardo em 2014, quando acusou o então técnico leonino de ter “uma agenda própria, interesses próprios” alheios ao clube.

 

São os interesses de outras entidades, eventualmente do seu empresário”, disse, na altura, o comentador desportivo, à RTP Informação, considerando que Marco Silva se ligou “a interesses de gente que pretende destruir o Sporting”.

 

Espero que a decisão do Tribunal seja favorável a Marco Silva, mas acho a indemnização no valor de 45 mil euros muito baixa. A bem dizer, dando-se essa eventualidade, quem tem a obrigação de pagar até é Bruno de Carvalho, uma vez que o Zé dos Tachos apenas se limitou a fazer e a dizer o que lhe foi "encomendado" pelo presidente.

 

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Marco Silva considera que foi alvo de um ataque “bárbaro” que “teve consequências no seu bem-estar e da sua família".

 

«Não se fala em termos técnicos se é bom ou mau treinador. Entra por caminhos gravíssimos. Cheguei ao Sporting com muito trabalho, aos 37 anos, e ter alguém a dizer que estou ao serviço de entidades obscuras para destruir o Sporting e destituir o presidente é de uma gravidade tremenda. Foi tudo com a intenção de destruir o treinador Marco Silva. Algo foi combinado, porque não se fazem essas acusações à porta do aeroporto, não é muito normal».

 

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publicado às 13:21

A Casa 21 e o Zé dos Tachos

Rui Gomes, em 28.06.15

 

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José Eduardo - mais conhecido cá no burgo por "Zé dos Tachos" -, amigo e periodicista propagandista de Bruno de Carvalho, veio a público este domingo com um comunicado, através do qual alega que pretende esclarecer recém-notícias veiculadas sobre o Grupo Casa do Marquês, empresa que chefia e a que o seu restaurante "Casa XXI", sita Estádio José Alvalade, pertence:

 

1) Em 2003 a Casa 21 (pertencente ao Grupo Casa do Marquês) e o Sporting Clube de Portugal celebraram um contrato que obriga ao dever de confidencialidade. Sem  prejuízo disto e para pôr fim a especulações abusivas, a Casa do Marquês salienta:

 

a) Todas as actividades e negociações que envolvem o Grupo Casa do Marquês e o Sporting Clube de Portugal foram realizadas de uma forma transparente, que tem servido positivamente os interesses de ambas as partes;

 

b) Ao longo de 26 anos o Grupo Casa do Marquês tem tido uma actividade ética e comercialmente irrepreensível por todos os seus parceiros;

 

c) Face a estas especulações, baseadas em factos menos verdadeiros ou mesmo falsos, o Grupo Casa do Marquês reserva-se ao direito de tomar as medidas que entender adequadas.

 

Isto, a propósito de mais uma fuga de informação sobre os resultados da Auditoria de Gestão, em que é alegado que as contas apontam para um prejuízo para o Sporting de cerca de 3.250 milhões de euros relativos ao contrato celebrado entre a empresa citada e o Clube.

 

Não deixa de ser interessante a referência a "um acordo de confidencialidade" entre as partes, que, a julgar pelos seus escritos no diário «A Bola», não serão aplicáveis a múltiplas outras questões do foro interno do Sporting. Claro, nesse sentido, bem sabemos que opera sob a aquiescência, mandato até, do presidente Bruno de Carvalho, sem temer expulsão de sócio - ou até uma simples repreensão - ou ser alvo de um qualquer processo em tribunal, salvo por Marco Silva, claro.

 

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publicado às 16:25

A verdade, precisa-se...

Rui Gomes, em 24.01.15

 

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Quem desejar saber a verdade, toda a verdade, e nada menos do que a verdade, deve ler a crónica de hoje de José Eduardo, no jornal "A Bola", intitulada:

 

«História - A revolução no SCP (XLVII)»

 

(O acordo entre Ricciardi e Bruno de Carvalho)

 

Aparentemente, o "Zé dos Tachos" continua a ser o papagaio de serviço, mesmo com o "blackout" em vigor.

 

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Muito especial, apenas hoje, pode ler aqui a edição deste sábado do jornal "A Bola". Na realidade, não devia promover este diário e menos ainda o artigo do acima referido. Enfim...

 

 

 

 

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publicado às 04:06

A culpa é do roupeiro !

Rui Gomes, em 17.01.15

 

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Com todo o respeito e admiração que o nosso Paulinho me merecem, já cheguei à conclusão que deve ser ele o culpado do recém-conturbado período que o Sporting viveu. É por de mais óbvio que não é deste oblíquo personagem José Eduardo, nem do presidente Bruno de Carvalho, nem sequer de Eduardo Barroso ou de qualquer outro dirigente do Sporting. Em última análise, havendo equívoco em relação ao Paulinho, então a culpa é do cozinheiro, não pode haver outra hipótese, depois de anulados todos os inocentes !

 

Como não se cala, obriga-nos a falar, quando era nossa intenção e preferência não voltar a abordar a temática. Desta vez, mais "poeira" foi levantada em uma entrevista concedida hoje à CM TV - por sinal, um órgão de comunicação "muito partidário" ao Sporting - por mero acaso, a coincidir com a realização da Assembleia Geral:

 

«Queria e sempre quis que o treinador ficasse. Penso que essa ideia passou. Quis salvar uma situação»

 

«É público e notório que não fui eu que comecei esta crise, que já vinha de trás. Havia uma situação de partir a corda, eu procurei aguentar, porque senti que esse rapaz, este jovem treinador é um treinador com valor. Agora se calhar estava a precisar de perceber o que é o Sporting.»

 

«Não houve qualquer tipo de traição (à sua pessoa), isso seria inaceitável. As três partes deram um passo atrás.»

 

Mas quem é que o chamou a intervir em casa alheia para "salvar" uma situação que não lhe diz respeito ?

 

Mas quem é ele para se considerar uma das três "partes" desta equação - treinador/clube/presidente - se não apenas um mero sócio como tantos outros ?

 

Será que já está preocupado com a acção crime de que é alvo por parte de Marco Silva ?... Salvo ocorrer em Portugal, eu, no lugar dele, até estaria aterrorizado perante a perspectiva de ter de me apresentar em tribunal para comprovar todas as declarações/acusações de registo.

 

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publicado às 20:13

Boa Marco !!!

Rui Gomes, em 17.01.15

 

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Foi revelado durante a tarde de sexta-feira que deu entrada no Departamento de Investigação e Acção Penal a queixa-crime por difamação, por Marco Silva, contra o sócio do Sporting, José Eduardo.

 

Na base da queixa encontram-se as acusações do acima referido, contra o treinador, entre elas:

 

«Marco Silva é o rosto de um polvo que tenta asfixiar o Sporting de Bruno de Carvalho».

 

«Marco Silva tem agenda própria, seja com quem for, seja com o empresário, com o apoio de outras entidades. para arranjar forma para demitir este presidente.»

 

«Marco Silva não serve o Sporting, Serve-se, servindo quem lhe inculcou ideias e conceitos, obscuros, desonestos, inaceitáveis perante a ética de uma profissão fascinante como é a de treinador de futebol.»

 

E, isto, é apenas a ponta do "iceberg", uma vez que todas as declarações de José Eduardo foram gravadas "in loco" e publicadas no jornal "A Bola".

 

Uma lista impressionante de testemunhas submetida por Marco Silva:

 

Rui Patrício (como capitão do Sporting) - Fernando Santos (seleccionador nacional) - José Pereira (presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol) - Joaquim Evangelista (presidente do Sindicato dos Jogadores) - Carlos Daniel (jornalista) - Carlos Gonçalves (empresário) - Nicolau Santos (director adjunto do jornal "Expresso" e Tiago Ribeiro (presidente da Estoril SAD).

 

Outro interessante caso para acompanhar nos próximos tempos, com consequências imprevisíveis, para José Eduardo, e, quiçá, até para outros.

 

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publicado às 03:51

E quem foi o palhaço ?

Rui Gomes, em 06.01.15

 

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José Eduardo - agora popularmente conhecido por "José dos Tachos" - ainda sentiu a necessidade de agitar um pouco mais o machado de guerra, antes de o enterrar (esperamos que assim seja) com mais umas declarações à "Bola TV" esta segunda-feira:

 

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«Todas as partes deram um passo atrás e colocaram de lado os seus egos em prol do Sporting. Este circo acabou por agora, espero que não tenha mais capítulos. Foi uma circunstância necessária para que o Sporting tenha êxito, com jogadores, treinadores e dirigentes unidos. A discussão podia ter sido evitada, mas o importante é que chegámos todos à conclusão que tínhamos de dar um passo atrás e engolir uns sapos.»

 

Temos, portanto, a tão esperada explicação sobre a estratégia do mensageiro presidencial: tudo o que se passou em semanas recentes foi "necessário", entende-se até deliberado, para que os principais intervenientes do futebol do Sporting pudessem estar unidos.

 

E, segundo ele, o "circo" acabou, o que me leva a perguntar quem é/foi o palhaço no centro da arena.

 

Mas, antes das rendas do circo serem desmanteladas, ainda fomos privilegiados com o "savoir-faire" de um notável lampião, pela sua participação no programa "Prolongamento" da TVI24. Entre outras coisas, Fernando Seara disse isto:

 

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«Há divisões no órgãos sociais do Sporting. Não vale a pena escamotear. Houve pedidos de demissão apresentados e depois retirados e intenções de demissão pré-anunciados. É indiscutível que houve um certo momento em que Bruno de Carvalho quis despedir Marco Silva mas este não lhe deu nenhum argumento para a rescisão se efectuar. Esta só poderia fazer-se por justa causa.»

 

Prometi a mim próprio há muito que nunca mais assistiria a este ou a outros programas desportivos do género, mas neste caso concreto, gostaria de ter ouvido a resposta do representante sportinguista. Imagino que terá dado para fazer tremer as câmaras.

 

Bem... "enough is enough", como diz o meu vizinho, e salvo algo verdadeiramente extraordinário, este será o meu último escrito sobre esta temática. É o meu mais sincero desejo não ser obrigado a recuar deste meu propósito.

 

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publicado às 04:44

Bruno recuou hipocritamente

Rui Gomes, em 04.01.15

 

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Para ser sincero, nem sei bem por onde começar este escrito. Entre a hipocrisia patente de Bruno de Carvalho na mensagem que se fez ouvir na Sporting TV durante o dia de sábado, e a autêntica palhaçada do seu lacaio José Eduardo, na SIC Notícias, no final do jogo com o Estoril, é causa mais do que suficiente para qualquer observador ficar irritado e indignado.

 

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 Bruno de Carvalho recuou estratégica e hipocritamente no seu propósito de despedir Marco Silva, apenas e tão só porque foi confrontado com a oposição da esmagadora maioria de sportinguistas, situação inesperada por ele e que lhe causou grande angústia face à sua ambição de permanecer no trono do Sporting eternamente.

 

Afirmou que "todos nós, no Universo Sportinguista, deveremos orientar os nossos esforços, harmonizando interesses para que o grande vencedor seja sempre o Sporting Clube de Portugal". Aqui, a velha táctica de "não faças como eu faço, faz como eu digo", precisamente porque ele colocou o seu capricho pessoal à frente dos interesses superiores do Sporting, que, neste momento pelo menos, passam por apoiar o treinador da equipa principal de futebol.

 

Toda esta polémica começou com a sua "chicotada" no Facebook após a derrota em Guimarães, situação entretanto agravada significativamente com o surgimento do seu mandatado lacaio José Eduardo, cuja missão era denegrir a imagem e a reputação de Marco Silva, para viabilizar o seu despedimento de forma "agradável", ou seja, de forma a não comprometer a posição e o populismo do presidente.

 

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Quem teve ocasião de assistir ao acima referido programa, testemunhou uma performance repleta de falsidade por José Eduardo. O mesmo que insiste que foi autorizado, mas não mandatado, (???) por Bruno de Carvalho, para criar "uma ponte de ligação ao treinador para recuperar a situação e para tentar explicar o que era o projecto do Sporting". Se não fosse tão grave, até era caso para rir à gargalhada !!!

 

José Eduardo passou a maior parte do programa a dar o dito por não dito: "eu queria que Marco Silva continuasse no clube. A informação foi manipulada e puseram-me na boca palavras que eu não disse". Isto, referente a entrevistas concedidas por ele e crónicas da sua autoria publicadas no jornal "A Bola".

 

Enquanto o presidente lia a sua mensagem na televisão, a última "obra literária" de José Eduardo estava disponível nas bancas de jornais. Entre outras coisas, escreveu:

 

«(...) Termino revelando uma parte de um telefonema que recebi de uma grande figura do futebol português: "Zé, é só para te dizer que tudo o que dizes sobre o Marco é pouco. Sei-o por experiência. E ainda ontem encontrei (outra figura) que também trabalhou com ele e que me disse exactamente o mesmo. Ele é frio e calculista, não dá ponto sem nó». Respondo-lhe: «então porque não tornas pública  tua opinião ?» Como esperava, o meu ilustre amigo, recua imediatamente: «vou aguardar... »

 

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Como dedicou uma boa parte do seu escrito a esta temática, torna-se óbvio que não esperava que o seu amigo, o presidente do Sporting, viesse a público com uma mensagem de reconciliação. Confrontada com esta, declara o caro: "Isto é uma grande vitória para mim." Até tentou manipular a afirmação de Adrien Silva, no final do jogo: "A equipa está com o Sporting", como prova de que a equipa não está com o treinador.

 

Sérgio Abrantes Mendes, outro participante no programa, falou bem: "Temos por hábito dizer que tudo está bem, que acaba bem, mas neste caso não é bem assim. Demasiado silêncio durante demasiado tempo. Bruno de Carvalho falou hoje com humildade, mas fez apenas aquilo que devia ter feito há muito mais tempo."

 

Na sua mensagem, o presidente do Sporting afirmou que "os sócios têm o direito de exprimir as suas opiniões na forma, com a oportunidade e nos locais que entenderem, sendo essas da sua inteira responsabilidade. Por parte do Sporting Clube de Portugal, não há qualquer tipo de equívoco, só estão mandatados para exprimir as suas posições, os membros dos Órgãos Sociais do Clube, nos termos do mandato que lhes foi conferido."

 

Clara alusão a José Eduardo, embora ainda hoje se espere por um comunicado em defesa do treinador e das graves acusações de que foi alvo. Por outro lado, não faz sentido e não é minimamente conveniente confrontar quem se mandatou (autorizou) para essa exacta missão. É equivalente a dar ordens a um defesa para marcar golo na sua própria baliza.

 

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Por sua vez, Marco Silva falou à imprensa na conferência pós-jogo: "A primeira vez que ouvi pensei que se estivesse a falar de máfia, de algum filme do Padrinho. É tão ridículo que não vale a pena comentar. Todos estamos sujeitos à crítica e ao elogio, que é o que me faz trabalhar cada vez mais. O que tentou pôr em causa como cidadão, como homem, como pai, há que ser provado nos locais próprios, se não fugirem até lá."

 

Haverá quem possa achar curiosa esta nossa defesa de Marco Silva, mas na realidade poderia ser qualquer outro treinador. Marco Silva está hoje no Sporting, amanhã poderá não estar. A nossa posição é devida e inadvertidamente explicada por Augusto Inácio, quando afirmou - palavras para o efeito - que "isto é tudo poeira no ar". Tem razão, é tudo "poeira no ar", mas desconhecíamos nós, então, que esta "poeira" iria parar à cara de todos os sportinguistas.

 

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publicado às 05:30

 

 

Em declarações à RTP Informação, esta sexta-feira, Manuel José reiterou os seus já bem conhecidos sentimentos sobre José Eduardo:

 

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«Estas críticas deverão custar mais dinheiro em tribunal. Pouco mais tenho para dizer em relação a este indivíduo. Ele diz este tipo de coisas de um treinador como Marco Silva que tem um percurso quase imaculado, e tem uma imagem intacta a nível moral e ético. Esse senhor vai ter de provar todas estas coisas que diz. Ele devia era dizer o que sabe porque só fala em projectos sem dizer qual é. Não acredito que o presidente do Sporting o tenha mandatado para seja que for. Não quero comentar porque não quero dar-lhe protagonismo a qualquer preço que é o que ele quer. A este tipo de pessoas, temos de dar-lhes um chuto para o lixo. É o que se deve fazer.»

 

Não concordo inteiramente com Manuel José no que diz respeito ao papel do presidente do Sporting neste imbróglio. Se José Eduardo não foi mandatado por Bruno de Carvalho - o que é muito discutível - acho que, no mínimo, pela evidência claramente à vista, tem vindo a público com as suas notórias babosices com a sua anuência.

 

E aqui reside a essência da questão - parafraseando Manuel José -, qual a razão que Bruno de Carvalho não "dá o chuto para o lixo" a este personagem ?

 

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publicado às 04:07

Ainda não chegou de ordinarices ?

Rui Gomes, em 02.01.15

 

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Entrámos no novo ano mas, pelos vistos, nada mudou, face à ordinarice de José Eduardo em insistir em alimentar a polémica e a fomentar a destabilização do Sporting. Pior ainda, com a cumplicidade do presidente do Clube. Embora se desconheça os pareceres de cada um dos elementos do Conselho Directivo, a sua cumplicidade assenta-se no seu silêncio e na óbvia permissão que concedem a Bruno de Carvalho para agir e falar em nome de todos. Mais não são do que criados de libré ao serviço do presidente, sem voz activa sobre os destinos do Clube, contrário ao mandato que lhes foi confiado pelos sócios do Sporting.

 

Em nova entrevista à RTP Informação, no primeiro dia de 2015, José Eduardo surgiu a reafirmar as acusações que já tinha dirigido a Marco Silva:

 

«Continuo a achar que Marco Silva é um bom treinador, no campo, a nível desportivo. Há uma outra parte que faz parte do projecto do Sporting que Marco Silva não segue. O projecto do clube é claro que passa pela estabilidade financeira, fazendo o aproveitamento da Academia, apostando em jogadores sem serem de grande cartel. É esse o projecto. O que tem acontecido, é que sucessivamente, durante todas as semanas, têm surgido notícias sobre a necessidade de contratar novos jogadores. O Marco é bom treinador. Adorei o trabalho dele no Estoril. Fui um dos mais entusiastas aquando da vinda dele. Não gosto do projecto pessoal do Marco Silva, da agenda dele, que não tem nada a ver com o projecto do Sporting. O Marco Silva não pode ter um projecto antagónico ao do Sporting. Sei que tem pelas notícias que vão surgindo e pelas conferências de imprensa que dá.

 

ng3814215.jpgTive uma conversa com o presidente porque não podia fazer uma acusação destas sem falar com o presidente. E mais, até tentei falar com o Marco Silva. Sou independente. Não sou pau mandado de ninguém. Sou a favor de Bruno de Carvalho que tem feito um bom trabalho. No dia em que não estiver a fazê-lo, não serei. Há uma agenda própria de um treinador, seja com quem for, seja com o empresário, com apoio de outras entidades, para arranjar forma para demitir este presidente.»

 

Em tudo isto há uma questão que me fascina, pelo negativo, e que até não compreendo: mas, ao fim e ao cabo, quem é este insignificante personagem, no real contexto das coisas, para que a Direcção e o presidente do Sporting lhe concedam o palco, e o respectivo apoio, para fomentar a destabilização do Clube que passam por representar e defender ?

 

A insistir por este caminho, acho que se aproxima o momento de os sócios convocarem uma assembleia geral - e não aquela que o presidente disse que iria convocar - para exigir explicações satisfatórias. Há aqui algo que ultrapassa os melhores interesses do Sporting Clube de Portugal.   

 

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publicado às 04:15

Manuel José "sem papas na língua"

Rui Gomes, em 27.12.14

 

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Como nos habituou ao longo dos anos, não há ambiguidades no discurso do  ex-treinador do Sporting. Instado a comentar a actual situação do seu antigo clube, Manuel José não hesitou:

 

«José Eduardo não presta para nada, tem os interesses dele e Marco Silva é um excelente treinador, que merece a oportunidade que tem no Sporting. Espero que Bruno de Carvalho se deixe dessas coisas acessórias, até porque tem feito um trabalho positivo e os sportinguistas querem o Sporting lá em cima.»

 

Certo ou errado, sem ambiguidades...

 

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publicado às 17:14

 

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Já ando há algum tempo a tentar compreender o papel deste personagem que surge frequentemente com intervenções como esta de ontem, para a RTP Informação, através da qual ataca impiedosamente o ainda treinador do Sporting.

 

Palra com o à vontade de um porta-voz oficial do Clube e, curiosamente, não é confrontado, e muito menos silenciado, pelo presidente ou pela Direcção. Será justo assumir, então, que é mesmo mandatado para esta específica missão, uma espécie de "enviado especial" perante a media, do género que ao longo dos meses nos tem visitado aqui no Camarote Leonino ?

 

Frases como "Evitável seria quando contratámos Marco Silva. Acreditámos que era um projecto ideal para um treinador jovem, mas logo à partida deixou de ter essa condição", que nem sequer pretendo debater, mas que me deixa a pensar que a essência da mensagem só poder ter uma origem. 

 

"Devia ter sido antes (o hipotético despedimento), o Bruno de Carvalho até foi demasiado tolerante face aos dados que tenho. Estou a dizer isto de plena consciência." E que dados tão graves são estes que ele decerto terá partilhado com o presidente e a Direcção do Sporting - ou será que originou com estes ? - e que não precipitaram uma tomada de decisão há longo ?

 

E, por fim, "Chegámos ao fim da linha, não há condição nenhuma para continuar. Não tem a equipa com ele. Essa é uma falácia, a equipa está dividida, há problemas muito graves." Isto não se trata de uma mera opinião, ou, pelo menos, não é verbalizada com tal, mas sim como uma afirmação por quem tem conhecimento de causa ou, em um outro sentido, por quem foi mandatado para passar esta mensagem.

 

De qualquer forma, não vejo como este cenário contribui positivamente para o Sporting e para quem o lidera neste momento. 

 

Nota: Escrevi este artigo desconhecendo que o meu colega já tinha publicado um outro abordando a mesma temática. Espero não me tornar repetitivo.

 

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publicado às 04:17

Brunices

Ricardo Leão, em 27.12.14

 

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Quando se decreta um patético silêncio isso tem os seus custos. Quase tão grandes como o de ter de adiar por alguns dias o despedimento de Marco Silva, por força da pressão dos adeptos. Assim, nada como, nesta ocasião, ter um "insuspeito" fornecedor de refeições, como porta-voz da contra-informação, num infeliz papel de "idiota útil" de serviço. Claro que já teve a resposta adequada. Confesso que me faz pena ver um nosso antigo jogador, daqueles que à época até suavam a camisola, andar metido neste tipo de intrigas de bastidores.

 

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publicado às 01:25

Sindicato dos Pantomineiros

Rui Gomes, em 14.01.13
 
Um dos principais membros do «Sindicato dos Pantomineiros», José Eduardo, nem sequer permitiu 24 horas de paz e tranquilidade no universo Sporting, vindo prontamente à carga com a insistência na destituíção de Godinho Lopes e do Conselho Directivo, indicando que a pretendida Assembleia Geral deve ser realizada em Fevereiro «para importunar o menos possível a equipa de futebol.»

 

Além do mais, disse ainda: «Somos todos defensores da estabilidade, mas neste momento ela está perdida e estamos a viver numa instabilidade tremenda, com o clube dividido em dois blocos. Defendo uma comissão de gestão que prepare condições para um próximo presidente. Jesualdo Ferreira sozinho, com está agora, vai acabar submerso como já foram todos os outros treinadores até agora.» 

 

O indecoro da pessoa em evocar instabilidade e divisão, quando ele tem sido um dos principais responsáveis para este estado do Sporting. Esta «conversa» sobre uma comissão administrativa deve fazer parte de uma nova estratégia da oposição, já que foi hoje noticiado que o ignóbil Daniel Sampaio está a formar uma, a ser presidida por ele próprio, e que já conta com a colaboração de Vera Jardim, Rocha Vieira e Alexandre Patrício.

 

Os abutres sobrevoam e preparam-se para devorar a «presa».

 

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publicado às 21:09

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