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Que se passa com o Pavilhão ?

Rui Gomes, em 22.08.17

 

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Tendo-se completado hoje dois meses após a sua (acinzentada) cerimónia inaugural, os sportinguistas – particularmente os sócios do Clube – interrogam-se, justificadamente, sobre o que, de concreto, se passa com o Pavilhão João Rocha. Sobretudo aqueles que contribuíram financeiramente para a sua construção.

 

Acaba por ser deveras intrigante o manto silencioso que se abateu sobre a inaugurada, e tão ambicionada, obra nestes já sessenta dias decorridos. O que acontece? Não estará ainda em condições, técnicas ou legais, de ser utilizado? Problemas com o empreiteiro ou a Câmara Municipal? O que falta? Quando abrirá efectivamente? Quando nele se iniciarão as competições, os treinos das modalidades ou a realização de outros eventos? Quando passará a ter vida?

 

A par das inelutáveis dúvidas, aumenta a compreensiva frustração dos sócios e adeptos – nomeadamente numerosas famílias residentes no estrangeiro – que se deslocam ao Estádio José Alvalade com o animado objectivo de visitar o novo Pavilhão, mas que apenas encontram portões encerrados e poeirada em torno do edifício, limitando-se a espreitar de fora, sem sucesso. 

 

E, enquanto a Direcção do Sporting mantiver este misterioso silêncio – não cumprindo o seu dever de informar ou esclarecer – também aumentará, obviamente, todo o tipo de especulações…  

 

 

Texto da autoria de Leão da Guia

 

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publicado às 04:12

 

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Agindo repetidamente como dono e senhor do Sporting, o megalómano presidente da Direcção decidiu, ditatorialmente, alterar a data da Gala Honoris – tradicionalmente realizada no primeiro dia de Julho, em comemoração do aniversário do Clube – antecipando-a para amanhã, 30 de Junho.

 

Motivo: a celebração do seu novo casamento! Um acto estritamente do foro privado, mas que, astuciosamente, o nubente arquitectou para, servindo-se do nome do Sporting, confundir, deliberadamente, um óbvio evento de carácter pessoal com a própria Instituição – procurando, desta forma, transformar o acontecimento num espectáculo de exibicionismo mediático para sua promoção social.

 

Perante mais este inqualificável abuso (na sequência directa da inapropriada gravação do seu nome, para a posteridade, no monumento inaugurado na nova Rotunda Visconde de Alvalade) não faltará, por certo, quem se interrogue se – em vez do dia da celebração do aniversário do Sporting Clube de Portugal – o primeiro de Julho não passará a ser, preferente e institucionalmente, o da comemoração do aniversário do matrimónio do sr. Bruno de Carvalho…

 

Que repudiante falta de senso comum deste presidente narcisista…

 

 

Texto da autoria de LEÃO DA GUIA

 

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publicado às 16:16

Foto do Dia

Rui Gomes, em 27.05.17

 

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A pedido de um nosso estimado leitor voltamos a exibir esta foto que serve para nos lembrar de uma fase do passado não muito distante do nosso Sporting. Eis o seu comentário, que surgiu a propósito na nossa publicação do palmarés da distinta carreira de José Mourinho como treinador de futebol:

 

«A propósito de mais esta notável conquista do famoso treinador português, parece oportuno relembrar, de novo, que José Mourinho deve ao Sporting, na realidade, o seu lançamento na arena internacional – quando, recomendado pelo nosso Manuel Fernandes, foi, nos princípios dos anos 90, admitido na equipa técnica de Bobby Robson, como intérprete e coadjuvante.

Tendo acompanhado o categorizado treinador britânico após o absurdo despedimento de Robson por Sousa Cintra – no rescaldo de uma imprevista derrota fora com o Casino de Salzburgo, quando o Sporting liderava o Campeonato Nacional (e numa altura em que o então presidente se enfeitiçara por Carlos Queiroz) – Mourinho tornou-se o indispensável e fiel “braço direito” e inteligente seguidor do antigo seleccionador da Inglaterra, que lhe transmitiria todo o seu saber. Grande senhor do futebol mundial, “Sir” Bobby Robson foi, efectivamente, o pai profissional do ambicioso técnico português desde que o descobriu no velho Alvalade.

Num “post” sobre as memórias do inesquecível Krasimir Balakov, o Camarote Leonino publicou no passado 19 de Abril uma interessante e histórica fotografia da equipa do Sporting, na qual – além de Robson e os seus adjuntos Manuel Fernandes e Juca – vemos, distintamente, um jovem José Mourinho acocorado na primeira fila (Talvez Rui Gomes a possa repetir).

Estranhamente, porém, não se recorda que alguma vez o hoje mundialmente celebrado treinador multi-campeão e multimilionário tenha manifestado publicamente o mais pequeno sentimento de gratidão, ou expressado, mesmo, qualquer referência, pela decisiva oportunidade de início da fabulosa carreira que o Sporting Clube de Portugal lhe proporcionou.

Será, talvez, por ressentimento de ter sido, de forma disparatada, recusado pela Juventude Leonina como treinador do Clube (a intolerável prepotência destrutiva das claques…)?».

 

Leitor: LEÃO DA GUIA

 

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publicado às 04:39

Debate ou cilada ?

Rui Gomes, em 23.02.17

 

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«Há quem suspeite tratar-se uma cilada… De o debate desta noite, no salão VIP do Estádio José Alvalade, ser mais uma artimanha engendrada pelo homem do “vale tudo” para se manter na presidência – na sequência directa de mais uma invenção (já desmascarada): a da sua “corajosa” recusa da oferta de quarenta milhões por Bas Dost supostamente apresentada por um clube chinês (servindo-se abusivamente do próprio jogador)…

 

Esperando-se, contudo, que o desenrolar do único confronto escolhido pelo presidente, e (assegura-se) nas suas exigidas condições, não venha a confirmar tais suspeitas – decorrendo, pois, com totais correcção e civismo – o debate não deixa de parecer, à partida, intrigantemente condicionado.

 

De facto – e ao contrário do anteriormente noticiado – o painel de jornalistas de diferentes orgãos de informação, previsto para questionar os candidatos, será, afinal, substituído por um único moderador, pertencente ao canal televisivo do próprio Clube e, portanto, funcionário do Sporting tutelado pelo actual presidente. 

 

Ora – não se questionando minimamente as suas reconhecidas idoneidade e competência – torna-se óbvia, porém, a extrema delicadeza da missão do moderador – susceptível de gerar suspeitas de parcialidade e/ou de falta de isenção. Um enquadramento deveras desconfortável e insensato que, em benefício das partes - e sobretudo para dar razão de ser à tão propagandeada transparência - deveria ser, evidentemente, evitada. Sendo assim, fica sempre suscitável a dúvidas quanto à (quiçá premeditada) intenção...

 

Outro ponto duvidoso relaciona-se com a rigorosa aplicação da equidade no tempo disponibilizado a ambos os candidatos para as suas intervenções – impedindo quaisquer truques tácticos que infectem um debate que se pretende livre, sério e esclarecedor. Exigência aumentada face à usual verborreia monopolizadora».

 

 

Leitor: Leão da Guia

 

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publicado às 14:00

 

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O Sporting Clube de Portugal que os nossos avós, os nossos pais e, até, os nossos filhos ou netos nos ensinaram a amar – e de que sempre nos orgulhámos pela sua marcante distinção – atravessa hoje um momento verdadeiramente crucial para a sua sobrevivência como Instituição cujos princípios, valores e ideais incutidos pelos seus fundadores determinaram a sua existência e que, ao longo de mais de um século têm sido apaixonadamente cultivados por muitas centenas de milhares de membros, atletas e dirigentes que – com a sua devoção, o seu esforço, a sua generosidade, o seu entusiasmo e a sua indestrutível lealdade – a tornaram grandiosa, histórica e unanimemente prestigiada e respeitada, no nosso país como em todos os cantos do mundo.

 

Perante a extrema gravidade da situação que actualmente enfrentamos, teremos de recorrer ao mais profundo da nossa consciência – libertos de preconceitos, pressões ou influências de qualquer espécie – para, livre, honesta e responsavelmente, decidir se aceitaremos que o nosso querido Sporting continue a ser presidido por quem, obstinada e ditatorialmente, o tem descaracterizado, desacreditado, isolado e desrespeitado. Desonrando a sua história e adulterando a sua identidade.

 

Alguém cujo espírito persecutório e vingativo provocou o maior divisionismo de sempre entre sportinguistas - muitos dos quais ameaçados com processos disciplinares ou judiciais e outros submetidos a julgamentos sumários em “tribunais” internos. Que desafia os críticos internos a sujeitarem-se a assembleias gerais convertidas em “circos romanos”. 

 

Alguém que, substituindo a humildade pela fanfarronice, nunca reconhece os seus próprios erros e não suporta nem admite a crítica – perseguindo odiosamente, difamando e ameaçando publicamente, rotulando-os de “inimigos”, todos aqueles que, no uso dos seus direitos democráticos, ousam manifestar opiniões ou ideias divergentes das suas – como se fosse magicamente dotado com o monopólio da razão e da verdade. Que instaurou o culto totalitário do “Querido Líder”. Que se resguarda por detrás das suas milícias. Que age como dono exclusivo, absoluto e perpétuo do Sporting – não se coibindo, mesmo, de violar as suas regras estatutárias.

 

Alguém de mentalidade descontroladamente egocêntrica, autoritária e conflituosa, que lançou o Sporting num desgastante estado permanente de turbulência e instabilidade – envolvendo-o em sucessivas polémicas e guerrilhas, internas e externas, além de onerosos processos judiciais, em Portugal e no estrangeiro. Que o isolou dos centros de decisão, nos quais perdeu, praticamente, toda a sua influência. Que fomentou o antagonismo generalizado contra o Clube. Que não consegue dominar o seu irracional ímpeto beligerante, causando constantes problemas à Instituição. “O Presidente sem Medo” que dispara alucinadamente em todas as direcções, como um vulgar pistoleiro hollywoodesco…

 

Alguém cuja repetitiva e enfadonha retórica demagógica e populista – habitualmente recheada de banais chavões sem conteúdo, de cinismo  e vocabulário do mais grosseiro nível – é cada vez menos lida e escutada, dentro e fora do universo leonino. Que privilegia a “selva” das redes sociais para difundir “oficialmente” os seus impulsivos estados de alma, incluindo humilhar publicamente a equipa de futebol do próprio Clube e atacar o carácter dos seus jogadores – desmotivando-os.

 

Alguém que busca, desesperadamente, esquivar-se à sua responsabilidade suprema pelo total e desastroso fracasso do futebol do Sporting nas competições nacionais e internacionais durante os quatro anos da sua presidência (nem a equipa B se salva…) – apesar da sensacionalista contratação milionária do actual treinador e da aquisição (“cirúrgica”…) de cerca de uma centena de futebolistas que (com duas ou três excepções) pouco ou nada acrescentaram (a não ser um substancial agravamento da situação financeira), em detrimento dos grandes talentos formados na nossa Academia – devendo-se os dois únicos troféus conquistados nos últimos anos ao magnífico trabalho de Marco Silva, vítima de uma ignóbil conspiração interna, e que agora está a evidenciar-se no exigente futebol inglês.

 

Alguém que descura, com manifesta incorrecção, as obrigações institucionais, representativas e protocolares inerentes ao seu estatuto presidencial – trocando-as, caprichosamente, pela infantil sedução de um lugar no banco dos suplentes, onde acumula as funções de presidente com as de chefe máximo do futebol, delegado ao jogo, subtreinador eventual e adepto frenético. Teimando em não compreender que a sua inapropriada presença no banco apenas provoca óbvio e indisfarçável desconforto a treinadores e jogadores – afectando negativamente o seu desempenho. 

 

Alguém que protagoniza insistentes cenas caricatas nos estádios, quer publicamente, em pleno relvado, quer no interior de balneários e corredores – as quais tanto nos envergonham – tornando-se um objecto apetecível e gratificante para os media (particularmente os televisivos e populistas) e um alvo crescente da jocosidade de adversários, comentadores e humoristas. Algo que não incomodará, por certo, um ávido exibicionista e sedento cultivador da sua promoção pessoal – valendo-se, para o efeito, do prestígio e dos recursos do Clube.

 

Alguém que – vitimizando-se - jura repetidamente trabalhar vinte e quatro horas diárias pelo Sporting – como se fosse humanamente possível decidir com ponderação, discernimento e sensatez sem dormir ou repousar – fazendo-nos relembrar a famosa fábula dos “homens sem sono” do PREC…

 

Alguém que é um comprovado vendedor de promessas não cumpridas, de objectivos falhados e de investimentos jamais confirmados. Que se contradiz continuadamente – nas palavras e nos actos. Exibindo, enfim, uma postura em que, seguramente, a esmagadora maioria dos sportinguistas se não revê.

 

Não tenhamos quaisquer ilusões. O homem – convicto da sua continuidade no trono tão ardentemente ambicionado “desde criancinha” – já garantiu (ou ameaçou), pública e solenemente, que não mudará o seu comportamento. Está-lhe, como soa dizer-se, na “massa do sangue”…

 

Sinceramente – é este o Sporting que queremos? É este, verdadeiramente, o Sporting Clube de Portugal que os seus fundadores idealizaram e os seus continuadores tornaram grandioso? Um Sporting saudoso da sua dignidade perdida?

 

Estaremos, realmente, dispostos – ou, irremediavelmente, condenados – a suportar mais do mesmo ?

 

 

Texto da autoria do leitor LEÃO DA GUIA

 

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publicado às 04:16

 

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A bombástica contratação milionária de Jorge Jesus – desviando-o do grande rival – constituiu um arriscado golpe populista e absurdamente dispendioso do jovem presidente do Sporting com o fim de galvanizar a rapaziada e procurar, de algum modo, sufocar a discordância, que já então grassava no universo sportinguista, sobre o estilo impetuoso do seu desempenho.

 

Desde logo, porém, os mais experientes e atentos não alimentaram ingénuas ilusões quanto ao que se esperaria do notório controverso treinador do “limpinho, limpinho”, intrinsecamente ligado à tão badalada conquista dos campeonatos do famoso “colinho” e ao contrastante fracasso benfiquista nas recentes competições europeias.

 

A despeito de Jorge Jesus ser, sem margem para dúvidas, um óptimo treinador, sucessivos factores vieram, contudo, comprovar que o sucessivo êxito de registo do Benfica se deve essencialmente a um conjunto de factores estranhos ao próprio jogo em si – do qual tem sistematicamente beneficiado e continua, descaradamente, a beneficiar – provenientes do sector da arbitragem, dos órgãos que regem e controlam o futebol nacional (dos quais o Sporting erradamente se ausentou), de actos de suspeitosa corrupção, do visível domínio benfiquista nos media, entre outros – sem esquecer, claro, o incentivo com que é flagrante e constantemente brindado pelas estéreis acções de guerrilha da actual presidência, originando consequentes retaliações vingativas.

 

Nada garantia, portanto, que viesse a ser coroado em sucesso a insólita substituição do promissor Marco Silva, que – suportando abjectas tramóias – realizou, em curto tempo, um excelente trabalho, granjeando o apreço e a simpatia da grande maioria dos adeptos leoninos, e cujo despedimento se revelou um capítulo vergonhosamente indigno da nobre história centenária do Sporting Clube de Portugal. 

 

Ora, não usufruindo o Sporting de tão determinante favorecimento – nem, sequer, de um tratamento imparcial por parte das instâncias envolvidas na obscura esfera futebolística portuguesa – era de toda a lógica admitir que essa evidente desigualdade dificultaria fatalmente a missão de Jorge Jesus, para a qual os seus inegáveis méritos não seriam, de facto, suficientes. Obstáculo decididamente agravado por uma acumulação de erros na onerosa aquisição de jogadores estrangeiros de discutível qualidade, em simultâneo com o desaproveitamento de jovens e ambiciosos talentos formados na Academia do Clube.

 

Não obstante a magnífica prestação da equipa do Sporting na primeira época do actual treinador – em que se verificou uma nítida falta de sorte, erros próprios e a manipulação de diversas arbitragens a impedir o alcance do justo prémio – a chocante derrocada a que presentemente temos assistido, tanto nas competições nacionais como nas internacionais, confirma plena e dolorosamente o irrealismo das eufóricas expectativas criadas pela cartada sensacionalista de Bruno de Carvalho. 

 

 

Um texto da autoria do leitor LEÃO DA GUIA, a quem agradecemos a gentileza da sua colaboração.

 

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publicado às 04:31

 

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Não foi somente mais uma jogada de mero populismo eleitoralista, num contexto visivelmente despropositado, como uma nova indicação de que o impulsivo presidente parece agir como se ele fosse o dono único do Sporting – ao ponto de, na sua ânsia de protagonismo, infringir até as normas estatutárias do Clube.

 

Pois – se entendi correctamente – o Senhor Eric Cantona não recebeu em mão do presidente apenas o cartão do sócio número 150.000 (quem será, aliás, a nova celebridade a receber o número 200.000?...), mas, simultaneamente, também a alta distinção de “Sócio de Mérito”.

 

Ora, determina o nº. 4 do Artigo 24º. dos Estatutos da nossa Instituição que o diploma de Sócio de Mérito “poderá ser concedido a pessoas individuais e colectivas em reconhecimento da sua idoneidade e pelos relevantes serviços prestados ao Sporting Clube de Portugal” – acentuando o nº. 1 do Artigo 25º. que “a atribuição e entrega de cada distinção ou galardão será acompanhada de uma fundamentação dos motivos determinantes da escolha”.

 

Portanto – e sem, como é óbvio, pôr minimamente em causa a idoneidade pessoal e o reconhecido imenso prestígio internacional do lendário e extraordinário futebolista que foi Eric Cantona, cuja adesão ao Sporting tanto nos honra e regozija – os sportinguistas fieis ao cumprimento dos Estatutos pretendem, simples e concretamente, conhecer quais os “relevantes serviços prestados ao Sporting Clube de Portugal” que fundamentaram, tão prontamente, o título de “Sócio de Mérito” que lhe foi atribuído.

 

Leão da Guia

 

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publicado às 05:02

Os tempos verdes de Pinto da Costa

Rui Gomes, em 25.08.16

 

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Pinto da Costa, guarda-redes do Sporting Clube de Coimbrões

 

 

Com mais um 'clássico' Sporting - FC Porto a bater à porta, esta interessante curiosidade, provavelmente conhecida de muitos dos sportinguistas mais antigos:

 
Como se testemunha fotograficamente, Jorge Nuno Pinto da Costa – o tão polémico e suspeitoso presidente portista – jogou, de 'leão ao peito', como guarda-redes do Sporting Clube de Coimbrões, uma colectividade de Vila Nova de Gaia, antiga filial do Sporting Clube de Portugal. Aconteceu no início da década de 70, tinha ele pouco mais de 30 anos.
 
E, segundo se dizia na altura, esteve quase a ser contratado – imagine-se! – pelo Sporting, numa aquisição conjunta com Pedroto. O que não se terá concretizado devido, como se especulava, a firme oposição pessoal de João Rocha, que iniciava então a sua longa e pródiga presidência do Sporting.
 
Talvez esta recusa sportinguista tenha contribuído para que Pinto da Costa cessasse definitivamente a sua carreira de futebolista e enveredado, aos 35 anos, pelo dirigismo desportivo – começando, por convite de um amigo, como chefe da secção de hóquei em patins do FC Porto.
 
Enfim, coisas bizarras da história mirabolante do futebol português...
 
 
Nota: Texto da autoria do nosso estimado leitor Leão da Guia, a quem agradecemos, desde já, a gentileza da sua colaboração.

 

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publicado às 05:09

 

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O triunfo de Portugal no Europeu de futebol foi festivamente celebrado em todos os cantos do Planeta - e não unicamente por portugueses e luso-descendentes. Contemple-se, por exemplo, estas imagens impressionantes e comoventes (não difundidas pelos jornais ou televisões do nosso país) da população de Malaca, nos confins do Mundo, vibrando de emoção com a grande conquista da Selecção do longínquo Portugal - que, apesar de nunca visitado pela esmagadora maioria do povo "malakiano", este se orgulha em cultivar intensamente, ao longo dos séculos, a sentimental herança histórica da portugalidade (como, aliás, estas fotos bem testemunham).

 

Com um abraço leonino,

 

Leão da Guia

 

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publicado às 17:01

 

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«Hoje, o dia 10 de Julho, é o centenário do nascimento do mítico e lendário JOÃO AZEVEDO, considerado o melhor guarda-redes de todos os tempos - do Sporting e de Portugal - sendo o jogador com o maior número títulos: 24 - 8 Campeonatos Nacionais, 2 Campeonatos de Portugal, 4 Taças de Portugal, 10 Campeonatos de Lisboa e, ainda, a Taça Império, na inauguração, em 1944, do Estádio Nacional.

 

Guardião da célebre equipa dos Cinco Violinos e apelidado de O Violino das Balizas, João Azevedo defendeu a baliza do nosso Clube durante 18 temporadas consecutivas - 1935 a 195 2 - e é, ainda, o recordista nacional do número de jogos sem sofrer golos - 159 - e também dos "clássicos" - 87, dos quais 29 seguidos.

 

Classificado nas décadas de 1930-1940 um dos melhores guarda-redes da Europa, celebrizou-se na histórica primeira vitória de Portugal sobre a Espanha - 1937 - como O Tigre Português e num surpreendente empate com a Alemanha como O Gato de Frankfurt.

 

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Na realidade, uma carreira e um registo absolutamente inigualáveis - mas, injusta e incompreesivelmente - pouco conhecidos, divulgados ou até enaltecidos entre as gerações mais recentes e actuais, por culpa do próprio Sporting.

 

 

Nos tempos actuais - em que tão espezinhados andam os valores, princípios que, há 108 anos, determinaram a existência do Sporting Clube de Portugal - temos todos, os leais e fieis sportinguistas, o dever de reavivar e honrar o seu fabuloso passado - homenageando e perpetuando a memória daqueles que, com o seu admirável exemplo, o glorificaram.

 

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 JOÃO AZEVEDO - definitivamente, um dos maiores símbolos e glórias do Sporting Clube de Portugal - tem, indiscutivelmente, jus à consagração digna que lhe é devida !

 

Porque não atribuir o seu nome à baliza Norte do nosso Estádio ?... Uma vez que à baliza Sul, além de uma rua, foi dado o de Vítor Damas - cujas carreira e currículo, embora notáveis, não se aproximam, nem de longe, aos de JOÃO AZEVEDO

 

 

Saudações Leoninas - LEÃO DA GUIA

 

 

*** Deixamos aqui o registo do nosso singelo apreço e agradecimento ao leitor LEÃO DA GUIA, tanto pela iniciativa de inspiração como pelo excelente texto. Não será desajustado esperar que quem da Direcção do Sporting visita este nosso espaço, tome nota da sugestão adiantada pelo nosso leitor e assuma o respectivo louvável empreendimento.

 

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publicado às 11:01

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