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Luís Duque reagiu às notícias de que uma acção contra ele e outros antigos dirigentes do Sporting deu entrada esta sexta-feira na Procuradoria da Comarca de Lisboa, Tribunal de Instância Central (1.ª Secção do Comércio), sem dirigir qualquer palavra à especificidade das acusações, como era de esperar, aliás, e até se desconhece se nesta altura já foi notificado das mesmas. O alvo principal da sua reacção foi Bruno de Carvalho, como não podia deixar de ser:

 

«O actual presidente do Sporting anda a gastar dinheiro do Clube para pagar a tribunais e advogados. É por isso natural que continue a promover processos sempre com um sentimento de vingança. O dinheiro não é dele, é do Clube.

 

Quanto ao resto, não lhe reconheço idoneidade para avaliar o trabalho que fiz no Sporting. Tal como ele, fui presidente da SAD, mas em menos de um terço do tempo já tinha ganho um campeonato».

 

Não pretendemos avançar com muito comentário nesta altura, até porque desconhecemos o teor das acusações, mas dá para imaginar que, à raiz, assenta-se naquele termo de Direito, tão complexo como populista, denominado gestão danosa. Muito fácil de invocar, extremamente difícil de provar, independente de neste caso envolver o Sporting.

 

Neste sentido e em termos abreviados, o Capítulo V do Código Penal indica o seguinte, sobre crimes contra o sector público ou cooperativo agravados pela qualidade do agente:

 

Artigo 234.º - Apropriação ilegítima

 

1 - Quem, por força do cargo que desempenha, detiver a administração, gerência ou simples capacidade de dispor de bens do sector público ou cooperativo, e por qualquer forma deles se apropriar ilegitimamente ou permitir intencionalmente que outra pessoa ilegitimamente se aproprie, é punido com a pena que ao respectivo crime corresponder agravada de um terço nos seus limites mínimo e máximo.


2 - A tentativa é punível.

 

Artigo 235.º - Administração danosa

 

1 - Quem, infringindo intencionalmente normas de controlo ou regras económicas de uma gestão racional, provocar dano patrimonial importante em unidade económica do sector público ou cooperativo é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias.


2 - A punição não tem lugar se o dano se verificar contra a expectativa fundada do agente.

 

Concordamos com esta acção, indubitavelmente, se de facto existirem comprovativos de crime, seja este gestão danosa, fraude ou outros. Suspeitamos, no entanto, que acabará por ser mais um exercício em futilidade, mas não menos consequente e dispendioso por isso, que servirá fundamentalmente para satisfazer mais uma estratégia populista e interesseira de Bruno de Carvalho , a léguas de defender os melhores interesses do Sporting.

 

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publicado às 06:10

 

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Bruno Carvalho quer entregar a Liga de Clubes a um árbitro, benfiquista e amigo do Porto numas eleições contra um sportinguista. E há quem aplauda!

 

Luís Duque é um bom homem e sportinguista. Esteve na génese da nossa vitória em 2000, mas infelizmente depois também em tempos de "esbanjamento" e mais tarde com Godinho Lopes. Com Godinho revelou, para além dessa tendência despesista algum desfasamento em relação à realidade do futebol porque esteve fora do mesmo durante largos anos, mas ainda assim mexia-se bem nos "bastidores". 

 

Mais tarde e talvez um bocado motivado pela perseguição que lhe foi movida pela actual Direcção do Sporting foi parar à liderança da Liga de Clubes, tendo feito um trabalho globalmente reconhecido por todos como positivo e aceitou recandidatar-se.

 

Agora surgiu um adversário na corrida, o que é sempre saudável até para que haja debate de ideias e programas.

 

O Bruno Carvalho tem mostrado uma enorme vontade em correr com este sócio (suspenso) do Sporting da presidência da Liga e apoia entusiasticamente um homem que apesar de ter méritos, consegue fazer parte dos 3 grupos que mais mal têm feito ao Sporting nos últimos anos:

 

1. Os árbitros, começando no próprio e não me esqueço de autênticos roubos inteligentes que nos fez em jogos como o Estoril fora, o Marítimo em casa e Porto fora, entre outros, com erros inadmissíveis para árbitros com a sua categoria. A que propósito é que essa classe que tanto mal tem feito ao nosso clube passa a ter um representante a liderar os clubes??

 

2. Os benfiquistas, que em caso de dúvida e ao contrário dos sportinguistas (a tal nossa tendência para a auto-flagelação e vontade de sermos justos) beneficiam sempre o seu clube do coração.

 

3. Os amigos do FC Porto. Enoja-me esta nossa aproximação ao Porto (ou vice-versa) que representa o pior que há no futebol. Este árbitro dragão de ouro e participante em homenagens ao Pinto da Costa tem sido um grande amigo do Porto e nunca me esquecerei daquele jogo vergonhoso que assisti ao vivo no Dragão, no qual estendeu a passadeira azul para o Porto ser campeão contra nós (entre outros).

 

O Bruno Carvalho pouco conhecido no mundo do futebol até chegar ao Sporting, conheceu o Pedro Proença na faculdade e isso hoje em dia é mais importante que tudo o resto ??

 

Acredito que o Pedro Proença tenha qualidades mas não acredito que deva ser o próximo presidente da Liga e muito menos com o apoio do Sporting e espero que o meu consócio (mesmo que suspenso) Luís Duque saia vencedor.

 

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publicado às 10:22

Frase da Semana

Rui Gomes, em 24.10.14

 

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«Luís Duque é um gestor com imensa experiência no futebol e, nesse sentido, é um bom nome para gerir a Liga de Clubes. A auditoria de gestão do Sporting demonstrou que não houve nada de fraudulento numa série de compra e vendas de jogadores, por isso não sei porque haveria de se tornar "persona non grata" no Clube.

 

A única coisa que o presidente do Sporting faz bem é gerir a parte desportiva, de resto, pela forma como se está a comportar em relação aos dirigentes que o antecederam, a vergonha de ter levado à Assembleia Geral a auditoria de gestão, é uma profunda demagogia. Ao contrário de servir o propósito que ele diz que procura servir, que é unir todos os sportinguistas, está sim a criar um Sporting rasca por preconceito em relação aos dirigentes que o antecederam.»

 

-    António Dias da Cunha    .

 

Observação: Sempre sem "papas na língua", o antigo presidente do Sporting, em entrevista à Antena 1. Ainda comentou o jogo com o Schalke 04, descrevendo-o como "completamente cozinhado", e que os russos "foram pagos para fazerem aquilo".

 

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publicado às 05:37

 

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Impacientes, alguns leitores, que abordaram esta temática sob um outro post, antes de termos oportunidade de nos informarmos devidamente sobre os acontecimentos desta segunda-feira.

 

Começo por admitir que é uma pessoa e um cenário que nunca me surgiram, em contexto, e ainda não tenho ideias totalmente formadas neste sentido.

 

Na reunião entre clubes, que decorreu hoje em Coimbra, com a participação de 14 emblemas da I Liga (inclusive do Benfica e FC Porto) e outros tantos da II - nota de relevo para a ausência do Sporting que, segundo informações, não terá recebido a convocatória - foi determinado que a eleição dos respectivos órgãos sociais terá lugar no próximo dia 27 de Outubro e, também, por unanimidade, que vão dar o seu apoio à apresentação de listas encabeçadas pelos seguintes:

 

Luís Duque para presidente da Liga; José Mendes para a Assembleia Geral e Carlos Carvalho para  a presidência do Conselho Fiscal. Referiu Tiago Ribeiro:

 

«Luís Duque é uma pessoa com vasta experiência no futebol e tem tudo para conduzir, de maneira pacífica, as mudanças que terão de ser feitas na Liga, a começar na alteração estatutária. Aliás, depois de ter aceite o convite, Luís Duque comprometeu-se a marcar, de imediato, uma Assembleia Geral para se alterar os estatutos.

 

O todo deste processo da Liga Portugal é nada menos do que uma enorme luta pelo poder, muito assente nos direitos de transmissão televisiva dos jogos pela Olivedesportos de Joaquim Oliveira.  

 

Não vou conjecturar sobre a posição oficial do Sporting no que diz respeito a Luís Duque, mas é de esperar que hajam sportinguistas que não vejam de bons olhos a liderança da Liga a seu cargo. Para ser sincero, sinto-me dividido, porque enquanto não sou fã de Luís Duque, também não vejo, neste momento, tendo em conta o nebuloso clima em que o futebol português vive, qualquer outra figura cem por cento desejável e, sobretudo, disponível para assumir a posição. 

 

Não há dúvida alguma que Luís Duque é uma pessoa muito experiente - foi durante anos presidente da Associação de Futebol de Lisboa, além de dirigente do Sporting - e conhece como poucos os meandros do futebol nacional. Se a sua postura vai ser uma de submissão aos interesses vigentes, só o passar do tempo esclarecerá. De qualquer modo, não vejo a sua nomeação como uma ameaça directa ao Sporting. Que ele não anda de braço dado com Bruno de Carvalho é facto, mas quero crer que nunca agirá deliberadamente em detrimento do Clube.

 

Poderá ser alegado um qualquer conflito de interesse pelo processo em curso perante o Tribunal. Sinto que uma coisa não deve ser associada à outra e que não terá influência alguma na sua condução dos destinos da Liga. Além do mais, há apenas um processo e não uma decisão e esta poderá levar alguns anos a ser pronunciada.

 

Por fim, reitero o que já disse em comentário: o Sporting é membro da Liga e deve participar em todas as suas actividades, indiferente da sua posição para com os diversos assuntos sobre a mesa. Não tenho conhecimento de causa, por conseguinte, não comento a alegada causa da sua ausência na reunião desta segunda-feira em Coimbra. Também é de admitir que o presidente tenha viajado com a equipa para a Alemanha.

 

Adenda: Sem ser surpresa alguma, pela conhecida postura de Bruno de Carvalho, a Sporting SAD emitiu um comunicado através do qual manifesta a sua oposição à nomeação de Luís Duque a candidato à presidência da Liga.

 

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publicado às 06:17

A entrevista de Luís Duque

Desert Lion, em 15.09.13

 

Ouvi com atenção a entrevista de Luís Duque à Bola TV. Não com agrado, diga-se. Duque é extremamente infeliz nesta entrevista e ao querer afastar a água do capote, afirma-se como uma autêntica nulidade, que se ia deixando ultrapassar em todas as matérias, incluindo as que directamente lhe diziam respeito. O administrador da SAD que não sabe qual a situação financeira e que nunca reuniu com um empresário de um único jogador (é ele que o diz...) é tão surreal que custa a imaginar que o homem realmente lá estivesse.

 

E depois há o que é dito de Godinho Lopes. Godinho Lopes é apresentado bem... como um gestor acossado e sem capacidade de reacção.

 

É óbvio que Godinho ouvia toda a gente porque tinha medo de desagradar a alguém. Tendo entrado com a legitimidade ferida depois da "cena" da noite das eleições, pensou que o melhor seria agradar a toda a gente, em vez de gerir o Clube com mão firme. Prova evidente deste temor foi a carta de desculpas enviada aos sócios depois da derrota no jogo de apresentação. Só um homem acossado e em perda de confiança tomaria tal atitude. E ele fê-lo logo no início do mandato, o que seria um prelúdio do que estava para vir.

 

Depois foi sempre por aí abaixo, desde não mexer na estrutura e empregar novas pessoas, criando redundâncias sem sentido ; a despedir o Domingos por indicação de umas pessoas que eu cá sei (mas que não digo...) ; a dar o lugar ao Sá Pinto para satisfazer certos sectores do Clube ; a ter contratado o Elias por causa de um acordo de cavalheiros?!? ; até nunca ter confrontado, com clareza, o Dr. Barroso, que para além de se movimentar junto dos jogadores do Sporting, certamente com aquela peculiar subtileza que lhe é reconhecida, parece que ainda meteu água ao operar o Luís Aguiar à perna errada (e este é mesmo o tipo de coisa que só acontece no Sporting: o médico opera o jogador à perna errada mas o jogador é que é despachado para o estrangeiro, porque só pensava em acertar contas com o médico que lhe colocou a carreira em risco...).

 

A propósito desta entrevista posso agora contar uma pequena história que se passou comigo. Estava um dirigente do Sporting a jantar na minha casa, pouco depois de terem vencido as eleições, quando recebe um telefonema do Duque a dizer que queria sair da SAD. De imediato este dirigente liga a Godinho Lopes e fica em telefonemas para um e para outro, durante mais de uma hora. A história acaba com os três a irem para casa do Godinho Lopes e por lá resolverem as suas divergências.

 

Lá pelo meio diz-se que Godinho colocou o seu património ao serviço do Clube. É apenas uma frase. Mas diz muito do que foi este presidente do Sporting. É preciso mais do que boas intenções para se conseguir o sucesso. E se lhe faltaram as condições externas, com alguns dos nossos de maior notoriedade em guerra notória, pública e permanente contra aquela que era a Direcção eleita, também esta não soube gerir e dar-se ao respeito internamente. Foi uma pena e uma oportunidade que todos perdemos. 

 

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publicado às 21:37




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