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Futebol com humor à mistura

Rui Gomes, em 20.07.17

 

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Rogério Casanova, jornal Expresso, analisa com o seu já bem conhecido humor - sem deixar de dizer algumas verdades - a performance dos jogadores do Sporting no jogo de pré-época diante o Marselha:

 

Pedro Silva

Cumprido o ritual anual que consite em incinerar um esloveno na fogueira dos seus defeitos, oferecendo-o em humilde sacrifício a Estagius, o Deus das pré-épocas, chegou a altura de utilizar um guarda-redes à altura da história do clube, capaz de defender remates de longe (´4), sair bem fora da área para evitar contra-ataques (´19), e não ter culpas nos golos sofridos (´2 e ´52). De realçar também uma excelente mancha ao minuto 89, talvez a melhor interceção de um lance de perigo feita COM O PEITO por um atleta do Sporting chamado Pedro Silva desde março de 2009.

 

Piccini

Imaginemos então que o espelho retrovisor do lado direito da nossa viatura se partiu há uma carrada de anos. Que durante o último ano e meio andámos a prendê-lo ao sítio com fita adesiva, permitindo-nos assim cumprir os mínimos exigíveis em matéria de retrovisão, mas não deixando de ter imensos problemas na manobra, pois a fita adesiva foi comprada no Lidl por oitenta e nove cêntimos, e teima em descolar-se nas alturas mais inoportunas. Imaginemos agora que ao fim deste ano e meio de problemas compramos uma fita adesiva de qualidade obviamente superior, mais resistente, emborrachada, flexível e relativamente impermeável, tipo Flex Tape: uma fita adesiva com melhor aspecto, com maior conhecimento dos princípios gerais da adesividade, capaz de dominar o espelho retrovisor ao primeiro toque, de fornecer apoios, etc. A situação é claramente melhor, mas não deixa de sugerir a pergunta: PORQUE RAIO É QUE NÃO SE GASTOU DINHEIRO E SE COMPROU A PORRA DE UM RETROVISOR NOVO?

 

Coates

Deixou fugir Clinton N'Jie logo a abrir, tornando-se assim a única pessoa do mundo a perder uma corrida contra uma pessoa chamada Clinton nos últimos oito meses. De resto, sem estar mal, comportou-se um pouco como um monarca no exílio, que se vê rodeado de gente nova e sente a soberania transformar-se em clandestinidade de um dia para o outro.

 

Mathieu

Contratado para substituir o Rúben Semedo de 2016, revelou-se hoje um substituto à altura do Rúben Semedo de 2017: pouco ágil a resistir a momentos de pressão dos avançados, e com tendência para a perda de bola comprometedora, seja em passes aparentemente simples para o lateral (minuto 36), seja depois de incursões abortadas com a bola no pé (como aconteceu perto do intervalo). Ao contrário do que acontece com um ou dois outros reforços, há pelo menos a firme expectativa de que é (e vai voltar a ser) muito melhor do que isto.

 

Fábio Coentrão

Aquele ruído colossal registado ao minuto 17 pelos sismógrafos de todo o mundo? Não há motivo para preocupações: foi apenas o grito colectivo de seiscentos mil adeptos do Sporting e dois milhões e meio de adeptos do Benfica a gritar em simultâneo “aleijou-se, eu já sabia!” quando Coentrão caiu ao relvado agarrado ao joelho. Foi falso alarme. Há que levantar a cabeça e continuar à espera.

 

Petrovic

Tutelou a construção de jogo e a contenção defensiva a partir de um quadradinho de relva tão formal, limitado e opressivo como uma residência oficial. O combustível extra que a forma física lhe conferiu no primeiro jogo de preparação parece estar a esgotar-se, e a tornar as suas limitações mais visíveis.

 

Bruno Fernandes

Um lance ao minuto 31 demonstrou a utilidade dessa misteriosa característica chamada velocidade de reação: com uma simples recepção orientada no meio e um passe instantâneo para as costas da defesa critou numa fracção de segundos um desequilíbrio temporário em toda a organização defensiva do Marselha (temporário porque a bola chegou pouco depois a Alan Ruiz). Antes disso já tinha permitido o primeiro remate perigoso da equipa, amortecendo a bola para Battaglia. E até à entrada de Podence foi o único a tentar o transporte rápido de bola, mesmo que a definição nem sempre tenha saído bem. Num jogo em que até nem esteve particularmente inspirado, inventou os principais momentos de qualidade da primeira parte.

 

Battaglia

Como se esperava, e na linha do que mostrou no Braga, mostra uma tremenda utilidade sem bola: esfarrapa-se todo na pressão, farta-se de ganhar ressaltos e até protege bem a posse com o corpo quando a consegue recuperar. Quando tenta construir, especialmente ao recuar para trinco, notam-se as limitações conhecidas (em duas ou três ocasiões em que podia ter variado o flanco com rapidez com um passe mais longo, optou por bolas curtas e seguras aos centrais). Mas tê-lo no plantel continua, até provas em contrário, a parecer boa ideia.

 

Bruno César

Muito versátil e polivalente a perder sprints quando lançado em profundidade e a fazer faltas imediatas sobre o lateral adversário para evitar contra-ataques. Muito versátil e polivalente a marcar livres indirectos para as mãos do guarda-redes e a recuar logo para manter a forma táctica. Muito versátil e polivalente a perder bolas na meia-lua contrária e a pressionar de imediato. Como toda a sua versatilidade e polivalência é nesta altura como um cinto de castidade táctica, colocado em campo para garantir que ninguém se diverte, sejam colegas, adversários ou espectadores.

 

Alan Ruiz

Conseguiu fazer o seu número habitual ao minuto 32, recebendo na meia-direita, derivando para o meio e rematando de fora da área, tudo isto em menos de meia-hora. E manteve a sua já mítica abordagem voyeur à pressão alta, optando por não incomodar os adversários e limitando-se a bisbilhotar os seus movimentos a uma distância segura, como se tivesse receio de ser apanhado a espreitar. Continua a ser exasperante que tanto talento consiga ser tantas vezes problema e tão raras vezes solução, a não ser em câmara lenta. Mas é o que temos.

 

Bas Dost

Habituou-nos a finalizar no plural majestático: o golo é dele, mas ele diz que é nosso. É da mais elementar justiça retribuir a gentileza e explicar que hoje tivemos poucas oportunidades, que nem sempre soubemos ligar o jogo com o resto da equipa (fomos melhores na idealização do que na execução), e assumir que na única semi-ocasião que tivemos dentro da área, a bola nos bateu na cabeça em vez de ser a nossa cabeça a bater na bola. Com este, no entanto, não é preciso comprar água potável, conservas e munições: as coisas vão evidentemente regressar ao normal em breve.

 

Jonathan Silva

Fazendo as contas à distância a que eu me encontrava da televisão e à distância a que a câmara se encontrava da faixa que ocupou, a única coisa que é possível garantir com 100% de certeza é que Jonathan Silva não viu um cartão amarelo, estando por isso de parabéns.

 

Podence

Entrou com a missão de rejeitar a ordem burguesa e perturbar o regular funcionamento das instituições, tarefa que cumpriu com a vivacidade habitual.

 

Mattheus Oliveira

Atarefou-se com grande profissionalismo a gerir a correlação de forças no meio-campo: procurando isolar a facção x, neutralizar o opositor y, ou auxiliar o aliado z – não à custa de retórica inspiradora, mas de tacticismos parlamentares, mostrando sempre bom toque de bola, lucidez na distribuição, uma brilhante capacidade para ser inofensivo, e uma comovente esperança em ser útil no plantel actual.

 

Matheus Pereira

Seria extremamente curioso e extremamente engraçado emprestá-lo a outro clube. Extremamente curioso e extremamente engraçado.

 

Tobias Figueiredo

Continua a parecer uma sombra do central que chegou a parecer aos 17 anos, mas reconheça-se que não tem estado mal na pré-temporada.

 

Doumbia

Aguarda-se com algum frisson a altura em que consiga aliar o andamento para acompanhar as incursões-relâmpago de Podence e Bruno Fernandes com uma sintonia na mesma frequência – perderam-se dois contra-ataques promissores não por falta de pernas ou jeito, mas por terem todos pensado de maneiras diferentes. Marcou (bem) o penálti, e ainda podia ter bisado ao minuto 74, mas foi bem bloqueado pelo ex-futuro colega, Dória.

 

Palhinha

Mostrou, tal como o já tinha feito várias vezes no final da época anterior, alguma evolução com a bola no pé e uma agressividade e raio de acção a pressionar que poucos têm no plantel.

 

Francisco de Oliveira Geraldes

... Desprendeu-se a vontade de Francisco Sete-Sóis, mas ao relvado não subiu, pois ao banco pertencia, e à Barafunda”.

 

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publicado às 11:37

 

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Como sempre, não faltam desculpas ao nosso treinador de milhões numa tentativa de justificar o injustificável, face a mais uma pobre exibição a que assistimos. Mesmo tendo em conta esta fase "madrugadora" da época, devia-se ver alguns sinais de evolução na equipa, tanto em termos individuais como colectivos. Claramente, não é esse o caso. Continuamos com problemas defensivos gritantes que nos levou a sofrer nove golos em quatro jogos, e a construção de jogo ofensivo evidencia-se pela sua escassez. O pouco de positivo à vista tem vindo dos jovens, aqueles que Jorge Jesus pretere à primeira oportunidade. Eis algumas das suas declarações pós-jogo:

 

«O desgaste suplementar devido à longa viagem teve influência, foi uma viagem de duas horas até chegar ao jogo. Não aquecemos e entrámos completamente desconcentrados. Foi um estágio para aproximar as pessoas à equipa, conhecermo-nos uns aos outros porque há muitos jogadores novos. Claro que a organização não foi boa porque houve jogos em que tivemos de andar duas ou duas horas e meia de autocarro. Se já estávamos fatigados, ainda ficámos mais».

 

Neste contexto, seria necessário rever a organização interna do Sporting que programou este estágio, obviamente com a aprovação do treinador. Mas, mais para o caso, dois jogos consecutivos em que a equipa chega atrasada ao destino e ao jogo, por imprevistos no percurso que deviam ter sido antecipados. Quem é responsável por esta desorganização ?

 

«Trabalhámos sempre em cima de carga, os jogadores cada vez a responder melhor, hoje contra uma boa equipa. O resultado vale o que vale, porque o mais importante é estarmos preparados no dia 6, tendo mais alguma qualidade no dia 22 e 29. Mas o dia 6 é que é a valer. É aí que a equipa tem de corresponder a tudo aquilo que fizemos na pré-época».
 
O resultado "vale o que vale" por ter sido mais uma derrota, caso contrário não faltariam auto-elogios. É evidente que o mais importante está para vir, mas não pode ser uma boa indicação o que se tem visto até agora.

«Hoje tinha muitos jogadores de fora, com algumas mazelas, como o André, o Chico, o Ryan, o Iuri… o próprio Palhinha entrou com algumas dificuldades. O Pedro estreou-se e esteve muito bem. Surpreendeu-me pela positiva. O Tobias voltou a estar muito bem. O Piccini fez um jogo soberbo, independentemente de estar cansado, para ele não houve cansaço».
 
Não comento as supostas "mazelas" de André Geraldes e Iuri Medeiros, porque estes até têm jogado, mas fico perplexo perante as contrariedades sofridas por Francisco Geraldes e Ryan Gauld. Não deve ter sido pelos minutos de jogo, até porque o Ryan nunca calçou na Suíça, foi apenas um mero turista. Esta sua condição só pode derivar das "tareias" que têm levado dos adjuntos de Jesus, a treinar à parte do grupo e até num outro campo.
 
De qualquer modo, até dá para rir ele recorrer a esta justificação com jogadores, salvo o Iuri, que não fazem parte dos seus planos para a época. 
 
Piccini ter sido "soberbo" não merece comentário. Muito lutador, mas falta muito mais. Chegou a fazer algum cruzamento ?

«Foram 10 dias positivos. Quatro jogos em 10 dias que obrigou a que jogássemos carregados, pesados, as pernas pesam muito… Quatro jogos contra quatro boas equipas. Não quisemos treinar com equipas de menor dimensão, do campeonato suíço, mais fraco. Jogámos com o Basileia que normalmente é campeão. Tivemos de nos por à prova com equipas que nos obrigaram a correr mais, a trabalhar mais».
 
Sempre me constou, até por experiência própria, que o grau de dificuldade de jogos de pré-época deve ser gradual, de modo a acompanhar o desenvolvimento físico dos jogadores e a vertente técnica da equipa. A exemplo do que ele próprio programou na época passada, a sua filosofia é outra, e o resultado está à vista. E, no sábado, temos uma equipa que não deverá ser nada meiga.
 
Há muito mais para dizer, mas vou ficar por aqui para facilitar o debate dos leitores. Reconhece-se que o regresso dos internacionais, uma vez integrados, será uma importante mais-valia para a equipa. Isto, partindo do princípio que não serão vendidos. Se isso acontecer, ficamos ainda com menos razões para optimismo.
 

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publicado às 04:40

 

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Um mau começo para o Sporting neste jogo-treino com o Marselha, a sofrer um golo logo no primeiro minuto, num lance em que a falta de velocidade da defesa leonina esteve em evidência.

 

Jorge Jesus fez alinhar Pedro Silva, Piccini, Coates, Mathieu, Coentrão, Petrovic, Battaglia, Bruno Fernandes, Bruno César, Alan Ruiz e Bas Dost.

 

Será mais uma experiência do treinador, porque à primeira impressão não dá para compreender este onze, em que se verificam dois trincos - Battaglia e Petrovic -, Bruno Fernandes à frente deles, e sem extremos, salvo se considerarmos Bruno César. Alan Ruiz a jogar no espaço atrás de Bas Dost. Muita posse de bola neste primeiro período, mas falta de ideias e eficácia no último terço do terreno, sem que uma única oportunidade de golo tivesse sido criada.

 

Para começar a segunda parte entraram Jonathan Silva, Matheus Pereira, Matheus Oliveira e Daniel Podence, a substituirem Fábio Coentrão, Petrovic, Bruno César e Alan Ruiz.

 

A história repetiu-se e o Sporting sofreu o segundo golo na marca dos 50 minutos, mais uma vez com a defesa a ser batida em velocidade. Um problema, ou seja, um receio, que já referi em outras ocasiões.

 

A espaços, ainda se viu alguma produtividade do Sporting, muito pela influência de Matheus Pereira e Daniel Podence, com este a sofrer uma falta para grande penalidade, aos 70', convertida por Seydou Doumbia, que entretanto tinha entrado para o lugar de Bas Dost.

 

Gostava de ser mais simpático, mas, na realidade, continua-se a ver muito pouco deste Sporting. Não consigo apontar um único aspecto do jogo leonino que entusiasma.

 

Nota: Marcos Acuña, contrário ao que se esperava, não equipou para este jogo. A sua ausência foi comentada e leva a questionar, apesar de já estar integrado, se a sua transferência já foi oficializada. Curiosamente, a SAD ainda não emitiu um comunicado nesse sentido.

 

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publicado às 20:05

Temos o Marselha pela frente !

Rui Gomes, em 17.07.17

 

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É já esta terça-feira o próximo jogo de preparação do Sporting, desta vez com o Marselha como adversário, clube que na época passada classificou-se em 5.º lugar na Ligue 1 - 33 pontos atrás do campeão Mónaco - com um registo de 17 vitórias, 11 empates e 10 derrotas, 57 golos marcados e 41 golos sofridos.

 

O mehor marcador da equipa foi o ponta de lança francês Bafétimbi Gomis, com 20 golos, o quarto melhor da Liga francesa atrás de Cavani (35 golos), Lacazette (28) e Falcão (21).

 

O jogo terá início às 18h00 (Portugal), no Stade Camille Fournier, Évian-les-Bains, França.

 

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publicado às 18:30

O lado negro do futebol

Rui Gomes, em 12.06.16

 

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Cenas vergonhosas provocadas por arruaceiros idiotas

que se passam por adeptos de futebol

 

 

Em comunicado, o Comité Executivo da UEFA garante já ter avisado as federações de futebol dos dois países que, independentemente das conclusões dos inquéritos abertos aos incidentes, não hesitará em tomar medidas adicionais.

 

"Não hesitaremos em impor sanções adicionais à Federação Inglesa de Futebol (FA) e à União Russa de Futebol (RFU), incluindo a possível desqualificação das duas selecções do Euro2016, caso se verifiquem novos caso de violência", refere o comunicado.

 

O Comité Executivo agradece às forças de segurança francesas "todos os esforços que têm desenvolvido para garantir a segurança no torneio, algumas vezes em circunstâncias difíceis".

 

Depois de três dias de violência na zona do porto velho de Marselha, os incidentes alastraram-se no sábado, às imediações e ao interior do estádio Velodrome, palco do jogo entre ingleses e russos (1-1), da ronda inaugural do Grupo B, que já levou a UEFA a abrir um procedimento disciplinar contra a Federação Russa de Futebol.

 

Os adeptos russos vão ser investigados por "provocação de distúrbios, comportamento racista e uso de material pirotécnico" pelo Comité de Ética e Disciplina do organismo regulador do futebol europeu, que decidirá eventuais sanções durante uma reunião marcada para terça-feira.

 

A UEFA já tinha condenado veementemente os episódios de violência e esclarecido que só poderia actuar no perímetro dos recintos do Euro2016.

 

Durante a tarde de sábado, os tumultos na zona do porto velho provocaram 19 feridos, entre os quais um inglês em estado grave, enquanto já perto do estádio a polícia recorreu a gás lacrimogéneo e a um canhão de água para dispersar os adeptos.

 

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publicado às 16:02

 

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O "caso das botas" continua a dar que falar. Durante a manhã desta quinta-feira, surgiu a notícia de que as chuteiras dos jogadores do Sp. Braga tinham sido roubadas do Vélodrome, mais concretamente do balneário minhoto, o que motivou que a formação de Paulo Fonseca defrontasse o Marselha sob protesto - que terminou com o triunfo dos franceses (1-0). Agora, o site gaulês "RMC" revela que 25 pares de botas se encontravam no hotel dos guerreiros, algo que o clube português desmente.

 

A "RMC" publica inclusivamente uma fotografia com vários pares de chuteiras que alegadamente pertencem aos futebolistas do Sp. Braga. Mas os bracarenses afirmam que são apenas 15 os pares e que as botas pertencem, sim, a elementos da equipa técnica. Na imagem em questão, podem vislumbrar-se 22 pares...

 

A mesma publicação dá conta de uma alegada nega por parte dos responsáveis do Sp. Braga à polícia, que pretendia investigar os quartos onde se encontrava a comitiva, de forma a tentar solucionar o mistério das botas perdidas. Refira-se, porém, que após o encontro António Salvador revelou que "a polícia esteve no estádio, no hotel e viu o que se passou."

 

Fonte da polícia de Marselha revela ainda que as câmaras de vigilância mostraram pelo menos um jogador do Sp. Braga a chegar ao hotel, depois do treino de ontem, com um par de chuteiras na mão.

 

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publicado às 13:49

Diego Capel no mercado ?

Rui Gomes, em 03.08.13

 

 

Sempre constou que Diego Capel seria um dos alvos principais deste defeso, mas até agora nada de concreto surgiu. A exemplo de rumores que apareceram há uns tempos atrás, o Eurosport noticia hoje que o director desportivo do Marselha, José Anigo, considera o extremo espanhol um reforço ideal para as alas da equipa francesa.

 

Recorde-se que Diego Capel chegou ao Sporting em Julho de 2011, proveniente do Sevilha, por 3,5 milhões de euros e 20 por cento do lucro de uma futura venda. O jogador assinou então um contrato válido por cinco épocas (2016) e ficou com uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros. Em Setembro de 2011, o Sporting comunicou à CMVM a alienação de 20 por cento do seu passe ao Sporting Portugal Fund por 950 mil euros. O Relatório e Contas do 1.º semestre de 2012/13 indica que o Sporting detinha então 75 por cento do seu passe. Não foi encontrada explicação para a diferença de 5 por cento, embora seja admissível que se relacione com a Holdimo.

 

Em duas épocas de leão ao peito, Diego Capel participou em 85 jogos - 75 como titular e 10 como suplente utilizado - acumulando 5921 minutos de jogo (65,8 jogos) e marcando 12 golos. Será, porventura, o jogador mais popular entre os adeptos, do actual plantel do Sporting.

 

A questão que se apresenta é óbvia, mas talvez não muito simples: deve o Sporting transferir este jogador e por quanto ?

 

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publicado às 18:27

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