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Nuno Saraiva "ataca" Rui Vitória

Rui Gomes, em 20.02.17

 

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Nuno Saraiva deixou duras críticas a Rui Vitória via Facebook, depois da recém-conferência de imprensa em que o treinador "encarnado" proferiu o seguinte:

 

"Não brinquem comigo! Eu sei que se tiver uma atitude acicatada aqui ou dentro do campo, tenho 6 milhões de pessoas atrás de mim que se revêem muito naquilo que eu digo. E se eu tenho uma postura cautelosa, também sei que 6 milhões de pessoas têm posturas cautelosas".

 

«Este é o discurso de um treinador que, dizem, nunca fala de arbitragens. Este é o discurso de um treinador que parece estar eivado de raiva e que pode ser interpretado como de alguém que não hesita em ameaçar com um pretenso exército mitológico, que só existe nas fábulas de La Fontaine. Este é o discurso de um treinador que pode ser entendido como de alguém que parece seguir uma linha de intimidação e de condicionamento dos agentes do futebol. No entanto, e sem que nunca tenham tido esta conduta, quem está com processos às costas são o presidente do Sporting Clube de Portugal e Octávio Machado. Aguardemos pois pela intervenção do Conselho de Disciplina, tão célere e diligente quando se trata de outros protagonistas».

 

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publicado às 04:14

 

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Nuno Saraiva esteve uns dias calado, mas foi "sol de pouca dura", lamentavelmente. Depois de um resultado desportivo menos agradável, há sempre a necessidade de desviar atenções e, para o efeito, fomos brindados com mais uma ignóbil missiva de Facebook, a usual panaceia contra todas as maleitas. Este tipo de comunicações já está a provocar náuseas. Eis um breve excerto do mais "importante":

 

«Passaram as últimas 24 horas, tal como o têm feito sempre, mergulhados na mentira e na busca incessante de divisões e fracturas entre o presidente, o treinador e os jogadores. Inventam-se revoltas no balneário e viram-se ao contrário as declarações de Jorge Jesus para servir o propósito e a agenda de quem nos quer desestabilizar».

 

É possível que me tenha passado despercebido, mas não li nem ouvi nada significativo sobre "divisões e fracturas entre o presidente, o treinador e os jogadores". Creio que o centro de atenção foi Jorge Jesus, tanto quanto às suas opções no Dragão e, muito mais, sobre o seu discurso pós-jogo. Neste contexto, Nuno Saraiva demonstra a falta de respeito que ele e a actual Direcção do Sporting têm pelos adeptos, ao afirmar que as declarações de Jorge Jesus foram "viradas ao contrário", quando todos nós as ouvimos in loco e não deixaram margem para interpretação errónea.

 

Lamenta-se que se viva este constante insofrível clima no Sporting de momento. Pior ainda, aparenta haver um bom número de sportinguistas que pretende prorrogar este flébil estado das coisas por mais quatro anos. Eventualmente, não duvido, minimamente, haverá o inevitável ajuste de contas, mas até lá ainda temos muito a sofrer, a começar com o próprio Clube.

 

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publicado às 04:18

 

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Sempre que alguém não concorda com as minhas criticas, observações, propostas, meras análises de factos ou cenários, há sempre uma tendência para se meterem com a minha estatura física. Já levei com indignados de 1,85m e 1,90m, mas, se bem me lembro, como diria o Nemésio, ainda não tinha levado com a indignação de um ser mais baixo do que eu.

 

Aconteceu agora com o Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting, que me dedicou um post na sua página do Facebook, a propósito de uma passagem do meu comentário no último Tempo Extra, da Sic Notícias. Há sempre uma primeira vez para tudo.


Era mais ou menos inevitável e já explicarei porquê (“amebas com trela”). Fiquei a saber que há uma nova classe de pigmeus: os pigmeus grandes. Nuno Saraiva considera-se um grande pigmeu grande e isso é sinal de uma ENORME dose de confiança em si próprio, mas é também sinal de que não tem espelhos em casa. Compre um, se Bruno de Carvalho deixar.

 

Fiquei a saber — estamos sempre a aprender — que esta classe de grandes pigmeus grandes tem propensão para mentir e sofre de lapsos de memória.

 

Diz o grande pigmeu grande que lhe telefonei ‘tantas vezes’ a pedir-lhe informação. Quero recordar ao grande pigmeu grande as palavras elogiosas com que me brindou na fase inicial do seu arranque como director de comunicação do Sporting, que conferem com a designação agora utilizada neste post publicado na página do Facebook, segundo a qual sou a “luminária do comentário desportivo”. Na verdade, luminária — para quem não sabe — quer dizer ‘tudo o que alumia” e “pessoa de grande ilustração e competência” e, sem ironia, foi exactamente isso que me disse no nosso primeiro diálogo, uma vez que até aí não tínhamos tido, enquanto oficiais do mesmo ofício, qualquer tipo de conversa: “você, Rui Santos, distingue-se porque construiu uma carreira com base na sua independência e é uma voz ouvida e respeitada”. Como percebi agora que os grandes pigmeus grandes mentem, talvez nesse primeiro amistoso telefonema os elogios já fossem uma construção oportunística, conjuntural e mentirosa.

 

Depois, estes grandes pigmeus grandes têm de se decidir: por um lado, querem que se lhes ligue a confirmar informação; por outro lado, queixam-se de “tantas vezes” receberem chamadas. Primeiro: o Saraiva é pago para, entre outras coisas, responder às questões colocadas pelos jornalistas; segundo: as ‘tantas vezes’ que o grande pigmeu grande refere contam-se através dos dedos de uma mão. Em 8 meses, são assim “tantas vezes”?

 

Saraiva insinua que tenho agenda ou interesses (de outrém) a defender. O facto de saber que não tenho nem agenda nem defendo interesses de facções (nem de sportinguistas, nem de benfiquistas, nem de portistas, nem de outra colectividade, seja grande, média ou pequena) é que irrita os protagonistas da bola. É exactamente por não me deixar capturar (apesar de todas as tentativas nesse sentido) que, ciclicamente, sou atacado e visado. Estou habituado e é precisamente neste momentos que se conhecem os homens. Não me interessa a estatura física. Interessa-me mais a ‘dimensão’ dos miolos. E preocupa-me que alguns tenham os miolos ligados (por canais) ao intestino grosso.

 

Quando Saraiva me chama de paladino da verdade desportiva está a arriscar-se. Não lhe quero chamar fraude, para não baixar ao nível do director de comunicação do Sporting, mas menos ético, no mínimo, é alguém tentar passar a ideia de ter sido o patrono da defesa da Verdade Desportiva, nomeadamente através da introdução das novas tecnologias no futebol. Lamento informar mas ainda ninguém sabia, em Portugal, quem era Bruno de Carvalho e já tentávamos sensibilizar a opinião pública para essa necessidade. A luta pela transparência no futebol português não começou há 4 anos.

 

Vamos ao que importa:


Saraiva está hoje no Sporting em razão das boas relações que o seu patrão sempre teve com esse grupo de comunicação, o que não tem nada de negativo. Mas é assim.

 

Ainda Saraiva estava no DN e já o Jogo tinha acesso a tratamento de excepção por parte do “Sporting de Bruno de Carvalho”. Através de outros canais. O que também não tem nada de negativo. Mas também é assim.


Saraiva faz um elogio à Global Media mas critica-a por não ter publicado o desmentido sobre as notícias de segunda-feira. Onde fica o elogio e onde fica a crítica? Notícias que dão conta da construção de um Sporting de futuro sem Jesus, na véspera de um jogo crucial, não deveriam ser desmentidas de uma forma tão veemente que esse desmentido se ouvisse na China?!…


Pergunto a Saraiva se sabe por que razão o seu presidente fez a viagem de regresso de carro, após a eliminação da Taça de Portugal, e não juntamente com a equipa? Terá sido para apanhar, mais descontraídamente, o fresquinho da madrugada?


Sabe Saraiva o motivo pelo qual, ainda estava eu em antena na terça-feira, já havia um grande reboliço na redacção do Jogo, com movimentações no sentido de se apurar quando e em que condições se iria fazer a rescisão do contrato de Jorge Jesus?


Não saberá Saraiva, esse grande pigmeu grande, a razão pela qual, ao mesmo tempo que eu analisava o momento ‘leonino’ no Tempo Extra, havia figuras ligadas ao Sporting e conhecidas por serem indefectíveis apoiantes de BdC, a defender a tese de que Jorge Jesus devia pedir a demissão?

 

Acha Saraiva que estou a dormir? As notícias de esvaziamento dos poderes de Jorge Jesus e a saída de Octávio são coincidências? E eu pergunto: quem é que deu esses poderes a Jorge Jesus? Quem é que lhe aumentou as condições salariais já depois de entrar em Alvalade? Querem fazer de Jorge Jesus um novo Marco Silva? Querem meter-se com o fato de treino de Jorge Jesus e das vezes que não foi para o banco com fato oficial e deu entrevistas sem autorização? O treinador do Sporting pode ter (e tem) algumas responsabilidades na má época que o Sporting está a realizar. Mas sejam homenzinhos. Não se fazem contratos até 2019 para, à primeira contrariedade, se tentar achar e construir internamente um bode expiatório.

 

No meio do desespero, tenho pena deste papelinho que Saraiva está a fazer, um papel pouco higiénico, mas os ex-jornalistas sabem, ou pelo menos deviam percepcionar, que quem vai para o futebol para ser a voz do dono corre o risco de se transformar numa ameba. Já imaginaram uma ameba com trela? Daria um excelente ‘cartoon’.

 

Cresçam !
 
                                                                                  Rui Santos
 

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publicado às 10:00

 

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publicado às 14:01

 

 
Nuno Saraiva SCP
 

Basta!

 

A RTP, canal público de televisão, voltou hoje a prestar um péssimo serviço ao País em geral e ao Futebol em particular.

 

Em mais uma promoção da autoria da empresa externa Filhos da PUB – curioso nome – de que é accionista Gonçalo Morais Leitão, alguém que se afirma Sportinguista mas cuja conduta profissional e ética tem sido, em vários momentos recentes, a todos os títulos lamentável, a RTP manipula de forma grosseira e intelectualmente desonesta a realidade, utilizando declarações do Presidente do Sporting Clube de Portugal no passado fim-de-semana e, contrariando-as, com imagens anteriores recolhidas no final do jogo entre o Vitória de Setúbal e o Sporting CP para a Taça da Liga. Isto não é sério, muito menos é digno, e significa uma ofensa a mais de 3,5 milhões de Sportinguistas.

 

Num tempo em que o ambiente no futebol português está crispado e em que todos os cuidados são poucos para fazer baixar a tensão numa industria de massas como é esta, a RTP que devia ter por missão o Serviço Público guiando-se por critérios de objectividade e neutralidade, revela, mais uma vez, preconceito e, atrevo-me a dizer, algum anti-sportinguismo primário.

 

Com esta conduta, a RTP não honra nem prestigia a Comunicação Social portuguesa e arrisca-se mesmo a ser rastilho de cenas pouco dignificantes e indesejáveis no futebol nacional.

 

Por nós, Sporting Clube de Portugal, não toleraremos mais este tipo de comportamento por parte da RTP. Além da competente denúncia à Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), vamos solicitar, com carácter de urgência, uma reunião conjunta com o Presidente do Conselho de Administração da Rádio Televisão de Portugal e com o Presidente do Conselho Geral Independente, órgão que tutela esta empresa pública.

 

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publicado às 21:15

Será que explica tudo ?

Rui Gomes, em 12.12.16

 

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Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting, publicou na sua página Facebook, pouco depois do jogo, uma extensa crítica à equipa de arbitragem liderada por Jorge Sousa, culpando-os pela derrota.

Eis um excerto da publicação de Nuno Saraiva:

«Hoje o Sporting Clube de Portugal perdeu. Noutras ocasiões aconteceu por culpa própria. Desta vez fomos derrotados por influência directa da equipa de arbitragem.

Dois penáltis evidentes (Pizzi aos 24`, que resulta em dupla penalização porque inicia a jogada que dá origem ao primeiro golo do jogo, e Nelson Semedo aos 41`) que, por não terem sido assinalados, determinaram o desfecho do jogo.

Não queremos acreditar que, afinal, as pressões ainda resultem ou que existam profissionais que não estejam à altura de uma competição com a importância do Campeonato Português. Queremos então acreditar que, apenas por triste coincidência, as noites infelizes acontecem demasiadas vezes quando joga o Sporting Clube de Portugal. Veja-se, por exemplo, o que aconteceu na jornada anterior em que, para vencermos o Vitória de Setúbal, tivemos que marcar 4 golos limpos para que dois fossem validados.»

 

Sem pretender minimizar o impacte das decisões da arbitragem, nomeadamente nos dois lances passíveis de grande penalidade, não deixo de questionar se explica tudo sobre o jogo deste domingo entre os eternos rivais.

 

Parece.me que a não finalização do Sporting também contribuiu muito para o desfecho deste embate. Oportunidades foram criadas, mas faltou o melhor, e sem golos não se vence jogos.

 

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publicado às 00:24

 

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Nuno Saraiva SCP
 

 

Rui Gomes da Silva, no seu habitual estilo trauliteiro, questionou o facto de a CMVM não perguntar quem é o investidor do Sporting.

 

Aqui, até porque nos pautamos pela transparência, não temos medo de revelar as coisas. A resposta é simples: ainda não perguntaram pois toda a equipa da CMVM procura obter do Benfica as respostas às seguintes interrogações:

 

- Quem é o Brasa FC e que negócio foi esse?


- Que negócios de branqueamento de dinheiro são aqueles de que se fala no Paraguai?


- Que consequências para o mercado terá o chamado caso "vouchers"?


- Porque é que o Benfica anunciou que recebeu o dinheiro da venda de Renato Sanches a pronto e depois o relatório de contas da Benfica SAD diz o contrário?


- Porque proclamou o Benfica que fez o melhor negócio de direitos televisivos e afinal existem documentos que comprovam o contrário?


- Que ligações existiam entre o Benfica e o BES, nomeadamente o Dr. Amilcar Morais Pires?


- Qual o real montante da dívida do Benfica que está no "Banco Mau" (BES)?

 

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publicado às 14:48

Comunicações sem decoro

Rui Gomes, em 20.11.16

 

 
Nuno Saraiva SCP
 

Ao Rui, Homem e atleta dos melhores, agradeço-lhe todo o Esforço Dedicação Devoção e Glória que nos tem dado. E digo-te, sem qualquer hesitação, que, para mim e, estou certo, para todos nós Sportinguistas e outra gente de bem que não somos nem mesquinhos nem canalhas. Parabéns, Campeão!, estás entre os melhores do Mundo.

 

To Rui, man and athlete of the best, thank you for all the effort dedication devotion and glory which has given us. And I'll tell you, without any hesitation, that, for me, and I'm right, for all of us a like and other good people that we are not petty or scoundrels, you're among the best in the world. Happy birthday, champ!
 

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Como sportinguista, sinto-me triste e envergonhado ao ler mais um indecoroso post de Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting Clube de Portugal. Por muito menos, ao serviço de qualquer outra entidade patronal digna do nome, seria prontamente demitido. Contudo, como neste caso concreto a sua conduta reflecte apenas o exemplo do seu chefe, uma medalha de honra estará em ordem.

 

"Para todos nós Sportinguistas e outra gente de bem que não somos nem mesquinhos nem canalhas"...

 

Mesmo em referência a qualquer "boca" gratuita de terceiros, nunca deveria ser integrado numa mensagem que visa congratular Rui Patrício pelo décimo aniversário da sua estreia na equipa principal do Sporting.

 

Lamentável, muito lamentável, este momento que se vive no nosso Sporting, onde os dirigentes responsáveis são incapazes de demonstrar o mínimo de decoro e dignidade. E, para agravar este estado das coisas, não faltarão "devotos" para os felicitar por estas indecorosas iniciativas.

 

(Já não perco tempo a comentar a infantil tradução em inglês do texto)

 

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publicado às 11:53

 

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Cada vez mais os superiores interesses do Sporting estão a assumir posição secundária, par dar lugar aos discursos de Bruno de Carvalho e às missivas do seu lacaio na área de comunicação, Nuno Saraiva, dois empregados do Sporting, que passam uma boa parte das suas horas remuneradas em plena campanha eleitoral.

 

Depois da indecorosa mensagem que publicou na sua página de Facebook no sábado, a complementar a oratória igualmente carente do presidente, na sexta-feira, durante a gala Rugidos de Leão, Nuno Saraiva vem novamente à carga em reforçada defesa do seu "patrão" e com um propósito única e exclusivamente eleitoral:

 
«Definitivamente, por mais honesto, franco e transparente que se seja, alguma Comunicação Social, ou pelo menos alguns dos que a usam como palco, insistem em ouvir apenas aquilo que querem e adulteram palavras e factos em função das suas agendas pessoais.

 

Aquilo que foi dito por Bruno de Carvalho é claro e evidente: a única preocupação que o move, por mais que queiram intoxicar o espaço mediático com outras teorias pré-eleitorais, é a defesa intransigente do Sporting Clube de Portugal. Por isso, o Presidente recebe e receberá, de braços abertos, todo e qualquer candidato que ame o Sporting e que tenha como único objectivo servir o Clube e os Sportinguistas.

 

O que não será tolerado, repito, o que não será tolerado, é a emergência de sportinguistas que, cobardemente escondidos atrás de outdoors e outras campanhas terroristas, sobrepõem as suas agendas particulares aos superiores interesses do Sporting CP e estão ao serviço de outros clubes com o único propósito de controlarem e minarem, a partir de fora, o Sporting Clube de Portugal. Com esses, como já foi dito, a tolerância será zero.

 

Os outros, gostem ou não do Presidente, discordem ou não da estratégia e do projecto, são todos bem vindos. Porque é na pluralidade e na diferença de opiniões, expressas nos locais próprios, que se enriquece e engrandece ainda mais o Sporting Clube de Portugal».

 

Nada menos do que hilariante, pela negativa, a hipocrisia e arrogância patentes ao proclamar que 'Eles' não vão "tolerar" o surgimento de sportinguistas que, na opinião 'Deles', têm agendas particulares que se sobrepõem aos chamados superiores interesses do Sporting. Primeiro, onde se encontra esta autoridade e poder para vetar eventuais candidatos. Segundo, até parece que não foi com uma agenda particular que Bruno de Carvalho veio à luz na sua perseguição do trono de Alvalade.

 

Por fim, e não menos absurdo, novamente a referência a sportinguistas que estão ao serviço de outros clubes. A tal ameaça fantasma propagada de forma avulsa para induzir paixão clubista nos mais incautos.

 

Mas será mesmo para isto que estes personagens são assalariados do Sporting Clube de Portugal? Uma questão muito pertinente que devia ser esclarecida em Assembleia Geral, pelos sócios.

 

Adenda: Apenas para alertar os leitores que foram apagados vários comentários por serem completamente "off-topic". O incidente em questão (Arouca) nada tem a ver com este post e até já se verificou precipitações quando nem tudo está disponível nesta altura. Hoje ainda, se possível, ou amanhã, publicaremos um post sobre o assunto.

 

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publicado às 15:05

 

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Por razões que não são bem claras, para mim, pelo menos, Nuno Saraiva - director de comunicação do Sporting - sentiu a necessidade de vir defender a relação entre Bruno de Carvalho e Jorge Jesus, sem deixar de aproveitar o momento para mandar mais uns "tiros" gratuitos em várias direcções:

 

«Ontem, na Ortigosa, vi e ouvi um presidente apaixonado pelo clube e intransigente na defesa dos superiores interesses do Sporting Clube de Portugal. Não é novo nem é notícia.

 

Ontem, na Ortigosa, vi um treinador comprometido com o projecto do Sporting Clube de Portugal e, também ele, apaixonado pelo clube. Não é novo nem é notícia.

 

Ontem, na Ortigosa, vi e senti o apoio incansável dos sócios e adeptos do Sporting CP como tem, aliás, acontecido sempre em cada lugar onde a família sportinguista se reúne com orgulho em afirmar o clube. Não é novo nem é notícia.

 

Ontem, na Ortigosa, vi um presidente e um treinador em comunhão plena e em sintonia absoluta. Para mim também não é novo nem notícia. Mas, para os habituais mentirosos e desestabilizadores profissionais, talvez o seja. Ou talvez não, porque como aldrabões que são, nem aquilo que é testemunhado por todos os afasta do caminho da calúnia e lá continuarão a jurar sobre a Bíblia que um e outro não se falam nem tão pouco se podem ver.

 

Coitados, porque nem de pena são dignos. Venham, venham todos, que não passarão e só nos fazem ainda mais fortes».

 

Será que há alguém de bom senso que não está farto e cansado deste estado constante de "guerra" e da oratória gratuita e confrontacional, untada com a proverbial "banha da cobra", tanto para o interior como para o exterior do Clube ?

 

Enough is enough - já basta !... A semana tem sete dias e raro é o dia em que não somos "bombardeados" com algo do repugnante mesmo.

 

Reconheço que isto até é um problema pessoal, devido ao blogue, que me "obriga" a percorrer as páginas noticiosas a pente fino. Caso contrário, há muito que já me tinha desligado do dia-a-dia do Sporting, salvo acontecimentos mesmo de alto relevo e, claro, os jogos de futebol e das modalidades. Mas que estou a chegar ao ponto de saturação, lá isso estou !

 

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publicado às 04:52

 

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«Quem manda afinal na justiça desportiva ?

 

Regresso ao caso “Bruno Coelho” que, conforme apelo público que fizemos, acabou mesmo por jogar a Supertaça de Futsal a 8 de Outubro, apesar de haver uma deliberação do Conselho de Disciplina da FPF que o impedia de o fazer.

 

A razão da minha insistência é simples: o Benfica fez ontem passar para a imprensa a informação de que dispõe de uma “autorização por escrito” da Federação Portuguesa de Futebol para a utilização do jogador, por considerar que a suspensão de 1 jogo já havia sido cumprida voluntariamente aquando do terceiro jogo do playoff do campeonato nacional da época passada. Sucede, porém, que o Conselho de Disciplina, em acórdão de 29 de Julho publicado a 3 de Agosto (quem tiver paciência pode fazer a consulta integral no site da FPF), não só considerou improcedente o recurso apresentado pelo Benfica com vista à revogação do castigo de Bruno Coelho como considerou que a pena ainda não estava cumprida.

 

Mas o Conselho de Disciplina da FPF foi ainda mais longe na apreciação que fez. Além de passar um atestado de incompetência ao Benfica por desconhecer os regulamentos da competição, diz que, e passo a citar, “O Recorrente [Sport Lisboa e Benfica] tinha ao seu alcance os meios necessários para não ter dúvidas de que a redacção do Comunicado Oficial não era a mais adequada, e que a suspensão aplicada ao jogador apenas produziria efeito no prazo previsto no art.º 212.º n.º12 do RD, e não teria efeitos imediatos”. Ou seja, “não podendo desconhecer os regulamentos que regem a competição onde se encontra inscrito, teria que proceder o entendimento de que a sanção de 1 (um) jogo de suspensão aplicada ao jogador Bruno Coelho, publicitada a 17.06.2016, apenas produziria efeitos a partir de 20.06.2016”. E conclui afirmando que “Assim sendo, a opção de não inclusão do mesmo na Ficha de Jogo, resultou exclusivamente duma decisão que apenas a si [ao Benfica] é imputável, tendo sido essa a única causa para que o jogador não tenha dado o seu contributo à equipa”.

 

Isto é, como não há suspensões preventivas Bruno Coelho podia ter sido utilizado no terceiro jogo do playoff se o seu clube assim o entendesse. Mais, o castigo seria aplicado caso houvesse lugar a um quinto jogo, o que não aconteceu, pelo que teria forçosamente que transitar para a presente época desportiva, sendo a suspensão cumprida no primeiro jogo oficial que o da Supertaça em Loulé.

 

Acontece que, por manifesta chico-espertice, o Benfica tentou contornar as normas e pediu um parecer à direcção da FPF que, aparentemente, foi favorável. O que este facto nos diz é que a cúpula da FPF desautorizou o Conselho de Disciplina e, mais uma vez, agiu em beneficio do infractor. E isto conduz-nos a uma interrogação: Quem manda afinal na justiça desportiva? O Conselho de Disciplina ou a Direcção Política da FPF?

 

É que não há outra maneira de classificar aquilo que parece ter acontecido e que configura um precedente grave na história da Federação. A cedência a interesses clubísticos em detrimento da obrigatória imparcialidade, permite que, daqui para a frente, quem se sinta lesado pela justiça desportiva meta uma “cunha” ao Dr. Fernando Gomes que, como se viu, ele resolve. Já sobre o Professor Meirim também ficámos esclarecidos: manda pouco ou quase nada».

 

 

Nuno Saraiva

 

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publicado às 18:59

O que é um dia sem "guerra" ?

Rui Gomes, em 12.10.16

 

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Nuno Saraiva - director de comunicação do Sporting - a reagir aos "acontecimentos" dos últimos dias e, no processo, a alimentar, inevitavelmente, a guerra de missivas fortuitas entre Sporting e Benfica. Alguém devia alertar Nuno Saraiva, e outros, tanto do Sporting como do clube da Luz, que "enough is enough" !

 

«Nos últimos 15 dias tenho assistido, em silêncio forçado, às mais diversas enormidades.

 

Cumprido o castigo que me foi imposto com diligência e celeridade – ao contrário do que acontece com outros – pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, é tempo de voltar à defesa intransigente dos interesses do Sporting Clube de Portugal.

 

As últimas duas semanas foram pródigas em mentiras e calúnias. De directores de jornais que, por terem uma agenda clubística não assumida, escrevem colunas de opinião eivadas de ódio contra o Presidente do Clube e o treinador principal; a “opinadores” que, depois de reunirem ao almoço para elaborarem, com a bênção do seu presidente, um novo ror de mentiras sobre as nossas Assembleias Gerais insinuando e afirmando que, por exemplo, estou arrependido de trabalhar no e pelo Sporting Clube de Portugal.

 

Sejamos então claros: Trabalhar no Sporting Clube de Portugal não é, nem nunca será, passível de arrependimento. O convite, que muito me honrou, foi-me dirigido pelo Presidente do Clube tendo sido também por ele que aceitei este desafio. Não vale por isso a pena tentarem, com a má-fé habitual, abrir brechas onde elas não existem. Estou e estarei aqui, leal e convictamente, enquanto o meu Presidente entender que sou útil e que acrescento valor ao Sporting Clube de Portugal.

 

Confesso que, ao fim de tantos anos, ainda me surpreendem as virgens ofendidas que, ganhando a vida a insultar e a caluniar meio mundo, ainda por cima sem contraditório, se indignam de cada vez que alguém decide responder-lhes à letra. Esta conduta, a par de tudo o resto em que vão chafurdando, diz tudo sobre o carácter dos Guerras, dos Venturas e dos Silvas. Como disse um dia Abraham Lincoln, “pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma os homens em cobardes” e isso, podem estar seguros, nós nunca seremos porque jamais nos calaremos sempre que esteja em causa a defesa do Sporting Clube de Portugal e dos Sportinguistas.

 

Fazendo uma breve retrospectiva do que foram estes 15 dias, além das calúnias e da desonestidade habituais, assistimos a notícias plantadas e encomendadas com o objectivo denegrir e amesquinhar Bruno de Carvalho, Jorge Jesus, a equipa de Futebol Profissional e, por consequência, o Clube. É uma autêntica campanha negra, típica das que se fazem na política, em que se repetem falsidades sobre as nossas contas ou sobre as relações entre o Presidente e o treinador, escamoteando aquilo que são as dificuldades e os fracassos de outros; amplificam-se impactos de lesões num único jogador – bem sei que o nosso Capitão é pendular na nossa equipa – escondendo aquilo que se passa noutros clubes em que, desde o início da época, já houve pelo menos 19 atletas sujeitos a baixa médica; inventam-se tensões inexistentes entre jogadores com contrato em vigor e a SAD do Sporting a pretexto de hipotéticas renovações, e não se escreve uma linha que seja, por exemplo, sobre o incumprimento de obrigações contratuais de outros e dívidas a clubes que até já se queixaram à FIFA por causa deste calote; difamam-se os nossos Grupos Organizados de Adeptos que, ao contrário de outros, estão legalizados e reconhecidos como se os deles fossem meninos de coro que não partem um prato e como se não existissem abundantes exemplos de, na casa deles, terem uma conduta imprópria de gente civilizada; e, tão grave como tudo isto, o branqueamento mediático doloso daquilo que é uma evidência: a dualidade ou tratamento diferenciado a que temos estado sujeitos por parte da justiça desportiva que não merece qualquer reflexão crítica por quem tem por missão escrutinar os diversos poderes.

 

Os exemplos são mais que muitos: enquanto se abrem processos sumários e se castigam à pressa o Presidente, directores, treinadores, médicos e atletas do Sporting, outros há que agridem nos túneis de Arouca, que insultam dirigentes da arbitragem em plena tribuna presidencial, que violam na televisão semana após semana o regulamento disciplinar da Liga, mas os processos arrastam-se sem que haja notícia de quaisquer consequências. Isto para já não falar de funcionários e de responsáveis de canais de televisão de clube que vivem obcecados pelo insulto ao Sporting Clube de Portugal, ao seu Presidente e ao seu Treinador, sem que sequer um auto seja levantado. Mas sobre nada disto se escreve uma linha ou se discute nas TV’s. A subserviência não o permite.

 

Aos meus camaradas jornalistas não peço que digam bem de nós se não tivermos mérito para que tal aconteça. Apenas que confiram ao Sporting Clube de Portugal o mesmo tratamento que dão aos outros. Isso sim é coragem, isso sim é rigor, isso sim é independência, isso sim é honestidade e seriedade. Se o não fizerem, connosco ou com quaisquer outros, de uma coisa podem estar certos: os clubes existirão sempre mas os jornais, como a história nos tem mostrado, definham e morrem quando não têm credibilidade. E fiquem cientes de uma coisa: os sportinguistas representam uma fatia de mercado de 3,5 milhões de potenciais consumidores. Se os continuam a tratar assim, depois não se queixem».

 

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publicado às 17:15

 

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Desde a eleição de Bruno de Carvalho, o Sporting transformou-se num Clube onde a função presidencial está invulgarmente personalizada. Sucedem-se, com uma frequência insólita, as entrevistas do presidente na recente pose de estadista, o recurso sistemático ao jornal e à televisão do Clube, as dissertações sobre os sonhos de juventude e as ilusões de adulto, as promessas de um futuro leonino resgatado... Até se exibe a marcar pontapés de canto e penalties! O que é afirmado por Bruno de Carvalho torna-se em verdade repetida até à exaustão.

 

A gestão da comunicação da realidade leonina é agora assumida por Nuno Saraiva e, já se percebeu, que polémicas e réplicas são com ele. Compreende-se o propósito de resguardar o presidente do bate boca dia-sim-dia-sim. O problema é que o recente director não possui percurso ou currículo no Clube que lhe permitam ter uma voz própria e autónoma. Por isso, o que se vê em cada novo comunicado é a mão do presidente atrás do arbusto. Agora, entrou em diatribe diária com quem conhece melhor do que ele a pessoa que preside ao Sporting.

 

Existe um outro problema, talvez ainda mais grave. Aquilo que Nuno Saraiva escreve motiva apenas uma parcela do universo leonino por de facto não ser selectivo, nem verdadeiramente contundente. Ao alimentar querelas constantes desvia o foco daquilo que é verdadeiramente importante. Ao abrir sempre novas batalhas não chega a ter tempo e energia para se concentrar e valorizar os próprios pontos fortes. O comportamento pavloviano deu um mau resultado na época anterior. E muitos sportinguistas receiam estar a assistir à sua reedição.

 

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publicado às 12:59

 

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Bem sei que a defesa dos interesses do Sporting é importante e que há determinadas questões e situações que não se pode deixar passar em branco, no entanto, acho que tudo deve ser abordado num contexto de razoabilidade e, sobretudo, sem o Sporting andar, através dos seus responsáveis, em um estado de "guerra" constante contra tudo e todos.

 

Durante os primeiros três ano do seu mandato, foi o próprio Bruno de Carvalho que assumiu a frente de ataque. Hoje está um pouco mais moderado, mas longe de se ausentar do olho público. No seu lugar, temos agora Nuno Saraiva - director de comunicação - com missivas diárias, fazendo alvo de um vasto leque de questões e pessoas.

 

Esta segunda-feira, através de um género de carta aberta em formato "livro", manda uma série de recados com o Benfica e o FC Porto em mente. Terá razão com alguns argumentos que apresenta ?... Tem. Mas em última análise, onde é que tudo isto vai parar ?... E será que é absolutamente necessário andarmos neste constante estado de "guerra" ?

 

Eis a missiva de Nuno Saraiva publicada na página de Facebook:

 

«No dia em que sai mais uma grande entrevista ao Presidente do Sporting Clube de Portugal, neste caso concedida à Marca, é o momento certo para uma reflexão, que considero relevante, sobre a Comunicação dos Clubes em Portugal.

 

Existe quem chame "guerra de comunicações". Pouco importa quem começa, quem provoca, quem difama. Tudo é colocado ao mesmo nível, num contexto de desonestidade jornalística e intelectual que devia envergonhar quem o faz.

 

No fim do dia, em Portugal, neste mundo do futebol que fede faz décadas, tudo não passa de estratégias de pressão e de criação de ilusões nos adeptos.

 

Existem três estratégias bem definidas neste momento que é preciso clarificar de vez (e ir relembrando sempre que necessário):

 

1. FC Porto – Cada vez mais debilitado e, por isso, à beira de poder apresentar prejuizos históricos, o FC Porto tenta aproveitar este momento de transformação do futebol português para um subtil condicionamento dos árbitros relativamente às suas actuações nos jogos do Sporting CP. Uma mensagem subliminar de que estão a ser prejudicados e de que, simultaneamente, o Sporting CP está a ser "beneficiado". Não interessa se levaram um "banho de bola" em Alvalade. Aliás, as três derrotas nos últimos três jogos não lhes dão o sinal claro de que a diferença não está nas arbitragens. Ou melhor, dão, e por isso aí está a tentativa de condicionamento para tentar suprir essa diferença qualitativa que se tem verificado dentro de campo.

 

Por algum motivo menosprezam o Benfica e começam a apontar a sua estratégia contra o Sporting CP. De forma subtil, serena, mas perfeitamente coordenada e sincronizada para que a mensagem vá ficando no subconsciente dos árbitros e produza o seu efeito;

 

2. Benfica - Geridos por um “exilado” no Dubai que não só acha que Cristiano Ronaldo foi formado no Benfica – e por isso lhes deu um prémio de excelência na formação –, como está convencido de que pode continuar a gerir a comunicação do Benfica com posts constantes e entrevistas que visam minar e diminuir o trabalho que o seu sucessor está a tentar fazer. O Dubai cada vez mais se associa a erros constantes de história e de actuação. Com isto se vai escondendo uma gestão frágil e uma liderança inexistente. Se dúvidas existissem, este último mercado veio demonstrar esse facto.

 

Uma entrevista encomendada com o Presidente do Benfica a poder verbalizar tudo o que já tinha combinado dizer com os entrevistadores, explicando num discurso preparado, palavra por palavra, um projecto que assenta na formação e projecção do Benfica.

 

Todos aplaudiram a encenação esquecendo-se de que este projecto já foi apresentado inúmeras vezes. Relembrando palavras do mesmo em anos anteriores: "Vamos apostar na formação e ser a base da Selecção Nacional" – basta ver que nas equipas campeãs da Europa de sub-17 e seniores estiveram 17 jogadores nossos e formados no Sporting Clube de Portugal, enquanto dos dois rivais a cifra é de apenas 5; "Se não tiver 300 mil sócios vou-me embora" –, basta ver que são apenas pouco mais de metade desse numero e o Sporting CP se aproxima a passos largos; "Vamos formar uma equipa para ser Campeões Europeus" –, nada a apresentar a não ser algo de menor dimensão mas de relevância europeia que foram duas finais da Liga Europa, porém na era de Jorge Jesus, o tal que, na boca do presidente do Benfica "não é um treinador de projectos a médio e longo prazo" –, basta ver que esteve lá seis anos e lhes deu 11 títulos e a tal possibilidade de disputar duas finais da Liga Europa. O projecto a médio e longo prazo deve assim ser o dos 6 primeiros anos.

 

Este grandioso projecto que agora recuperou no discurso já foi apresentado por tantas vezes e não concretizado que acreditará nele quem quiser. Depois vêem os "cães de fila", devidamente instruídos, aplaudir e dizer que enquanto o Presidente do Benfica deu explicações e explicou detalhadamente o seu projecto, o tal que promete sempre mas nunca cumpre, o Presidente do Sporting CP não deu qualquer explicação. Mas as perguntas feitas ao Presidente do Sporting CP tiveram o intuito de permitir alguma explicação? Porque não falar do magnífico desempenho financeiro realizado até ao momento, depois de um período de pré-falência? Do magnífico período de mercado que trouxe para Portugal jogadores de gabarito mundial e da concretização de algumas das maiores vendas de sempre do futebol português? Porque não falar de como se consegue em menos de um mandato, e num Clube no estado em que estava, ter 4 vendas nas 10 melhores de sempre do Sporting CP (1- João Mário, 2- Slimani, 4- Rojo e 10- Bruma)? Porque é que não se pergunta como é que, sem a ajuda de “superagentes” se faz a maior venda de sempre de um jogador português? Porque é que não se fala do melhor negócio de direitos televisivos feito em Portugal que foi protagonizado pelo Sporting CP como acabou por confirmar o próprio Presidente do Benfica na sua entrevista/bajulação? Porque não falar da quase conclusão da construção do melhor e maior pavilhão dos Clubes em Portugal? Porque não falar no investimento ímpar nas diversas modalidades que têm sido alvo de vários elogios na imprensa estrangeira? Porque é que não se fala do facto de que as principais propostas de alteração ao funcionamento do futebol mundial terem sido apresentadas pelo Presidente do Sporting CP, quase desde o inicio do seu mandato – apesar de terem sido desdenhadas por quase todos em Portugal –, já foram ou estão a ser implantadas pela UEFA, FIFA e International Board? Porque é que não se fala das inúmeras entrevistas feitas em Alvalade, a pedido das entidades, ao World Soccer Magazine, FourFourTwo, BBC, New York Times, Marca, Eurosport, Bloomberg e tantos outros órgãos de comunicação social de prestigio em Inglaterra, França, Itália e América do Sul, todas elas sobre o Clube e o seu Presidente como exemplo de gestão para o mundo do futebol e a consequente ascensão meteórica no plano desportivo, da imagem e prestigio do Sporting CP em termos nacionais e internacionais?

 

Depois vem a pressão pelo grito, ameaça e injúrias aos árbitros, elementos do Conselho de Arbitragem e membros da APAF.

 

Por fim a temática gasta da contratação do filho do Presidente do Conselho de Arbitragem pelo Sporting CP, como forma de este ter de "prejudicar" o Clube para mostrar a sua isenção. Não vimos essa preocupação quando esse Presidente era sócio cinquentenário do Sporting CP. Será que aí, para os intelectuais do comentário, não se tratava de uma situação "pouco ética"? Ou o facto de o Presidente do Benfica ter sido sócio dos três grandes dá-lhes uma segurança de que isso de ser sócio, para alguns, não passa de um proforma? Talvez ao Benfica bastasse dizer que também queria contratar o miúdo mas que este escolheu o Sporting CP. Talvez o facto de 10 dos 14 jogadores que ganharam a final de Paris, tornando Portugal Campeão Europeu pela primeira vez na história, tenha pesado na escolha que fez.

 

3. Sporting Clube de Portugal – Esforço, Dedicação e Devoção diárias para atingir a Glória que é apanágio deste Clube.

 

Bem sei que dificilmente a comunicação social pegue neste post que põe a nu as estratégias que estão e continuarão a ser seguidas pelos três Clubes. Mas fica o aviso sério de que estamos atentos e não deixaremos vingar este modo de criar ruído para esconder debilidades e de fazer pressão sobre a arbitragem, seja na entidade que a tutela ou na sua associação ou directamente nos árbitros que a exercem».

 

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publicado às 18:30

 

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Dando seguimento ao post do meu colega Ricardo Leão, intitulado "Querido líder" cria Tribunal Popular, relacionado com as notícias do jornal i, desta quarta-feira, sobre uma Comissão que, alegadamente, visa ouvir antigos presidentes do Clube, publicamos a explicação entretanto divulgada por Nuno Saraiva - director de comunicação do Sporting - na página de Facebook. Entre outras questões, sempre parece ser verdade que elementos das claques irão constituir a referida Comissão, criada pelo presidente Bruno de Carvalho:

 

«Lançar "lixo" na Praça Pública para evitar que as pessoas se apercebam das grandes transformações que estão a suceder no futebol português.

 

Hoje o Jornal i elabora um título de manchete que, além de não ser honesto na insinuação que pretende, enferma de falta de rigor jornalístico e factual e significa uma truncagem inaceitável da realidade. A mensagem que querem passar é a de que o Presidente, Dr. Bruno de Carvalho, vai colocar as claques a ouvir os antigos Presidentes.

 

A comissão constituída para ouvir antigos Presidentes do Sporting CP decorre de uma decisão do Presidente do Clube. A sua constituição foi inspirada e adaptada da proposta aprovada pelos Sócios em Assembleia Geral para o acompanhamento dos Tribunais Arbitrais, que foram decididos autorizar caso fossem solicitados pelos antigos dirigentes.

 

Do que se trata é de dar a oportunidade aos antigos Presidentes de, em sede de auditoria, darem as informações/esclarecimentos que considerem pertinentes e responderem a questões colocadas pelos membros da Comissão relativas aos dados retirados da auditoria. Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer, não estamos perante qualquer tribunal plenário ou popular.

 

A referida Comissão, que, repito, foi inspirada na equipa de acompanhamento do Tribunal Arbitral sufragada em Assembleia Geral, é constituída por representantes das múltiplas correntes e sensibilidades que compõem o Universo Sporting. E, nesse sentido, os Grupos Organizados de Adeptos, que pejorativamente são designados por claques, e porque são também eles representativos da Família Sportinguista, terão assento nesta Comissão. Tal como o Grupo Stromp, os Leões de Portugal, o Conselho Leonino, a Direcção, o Conselho Fiscal, a Mesa da Assembleia Geral, e tantas outras correntes e sensibilidades que constituem e formam um Clube com a grandeza do Sporting CP.

 

Esta Comissão será presidida pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, o Comendador Jaime Marta Soares. O resultado destas sessões será anexo à auditoria realizada.

 

Se havia a queixa dos antigos dirigentes de não terem sido ouvidos esta é a forma de dar resposta a esse anseio demonstrado e de fomentar cada vez mais a união e solidez da família sportinguista em torno de um projecto de crescimento e grandeza que é por todos vislumbrado.

 

Podem terceiros tentar dividir-nos e desestabilizar-nos. Podem tentar esconder os seus problemas e insucessos lançando "lixo", mentiras, calúnias e difamações para o "ar". Mas há uma garantia que podemos dar: essa estratégia de jogo sujo não passará !».

 

Deixamos com os leitores a interpretação deste comunicado de Nuno Saraiva.

 

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publicado às 18:34

 

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O Sporting consegue juntar hoje um elenco de responsáveis, cada um pior que o outro a tentar mostrar quem tem mais personalidade "lampiónica". Arrogância, falta de desportivismo, baixo nível, é algo que se encomtra hoje bem presente em Alvalade, começando no Bruno Carvalho, passando por Jorge Jesus (dos adjuntos só me lembro deles a protestarem com um fiscal de linha, por ter mudado a decisão do árbitro em relação a uma grande penalidade muito mal assinalada a nosso favor contra o Tondela), pelo Octávio Machado (quando em pequeno ia ver os nossos jogos às Antas de forma exagerada via nele quase a encarnação do mal e mais tarde é o principal culpado pelo fim da carreira de Sá Pinto) e até do Inácio de quem eu até tinha boa impressão, apesar de desconfiar daquelas histórias do Vaslui, mas que se tem revelado um "lambe-botas" agarrado aos vários "tachos" que vai arranjando no e pelo nosso clube.

 

Vejo ali muito também um miúdo meio imberbe, com ar efemininado nas conferências de imprensa ou ao pé do banco de suplentes e ainda me lembro do inenarrável Virgílio que felizmente não deixam falar muito porque bate o recorde dos lugares-comuns, já para falar do Presidente da AG que gosta de "deitar achas para a fogueira" e parece meio senil. Os melhores adeptos do mundo não merecem isto.

 

Agora a pôr-se em bicos de pés (não não é uma piada ao seu tamanho) aparece o novo director de comunicação (mais um duma lista que já vai extensa) que julgo poucos conheciam antes de chegar ao Sporting. Tem como principal currículo ter trabalhado largos anos num jornal desportivo muito ligado ao FC Porto / Joaquim Oliveira. Apresentou-se logo com declarações boçais, tendo nomeadamente como alvo o inevitável Benfica (isto ainda deve ser a tentar compensar as facilidades concedidas no passado pelo Bruno Carvalho nomeadamente no roubo do Capela e no adiamento do jogo da queda do tecto da Luz) e ontem voltou ao seu tema preferido e referiu histórias de comentadores ligados a esse clube, a que ninguém normal do Sporting liga nenhuma ou pelo menos não devia ligar. Isto não invalida que até possa ter razão nas acusações que faz mas rebaixa-se ao nível dos outros o que é inaceitável para quem é pago para nos representar.

 

Disse ainda "pérolas" como estar na sua cadeira de sonho (deve ser ainda dos tempos da ligação ao Porto, quero dizer ao Jogo) e num assomo de vaidade (parece que aquilo pega-se) fala no termo "saraivada" para descrever orgulhoso aquilo que ele acha que faz e que passa agora a ter um nome pomposo só para ele. Que importante que agora é e que elogiado vai ser por aqueles sites de apoio ao Sporting de Bruno Carvalho, nos quais trabalham alguns dos seus subordinados! Bem na verdade conseguiu que eu também escrevesse um post sobre ele e isso é já dar-lhe uma importância que ele não merece e desde já aqui me penitencio.

 

O único mérito que vejo aqui nisto é que em vez de ser o Bruno Carvalho a despejar as habituais boçalidades e ordinarices, passa a ser ele, mas de qualquer maneira ambos falam em nome do nosso Sporting, o que é grave mas que até faz todo o sentido neste caminho de lampionização do Sporting.

 

O futebol português a nível de clubes precisa obviamente e já há muito tempo de uma grande limpeza a nível dirigente, que tem que começar nos principais clubes. O nosso problema hoje é que o Bruno Carvalho tem como seu grande ídolo Pinto da Costa, o homem que pior fez ao futebol em Portugal transformando-o numa guerra da batota e este Saraiva parece seguir a escola do abominável ex-director de comunicação do Benfica, de quem só guardo a imagem surreal numa conferência de imprensa com a Taça da Cerveja Lucílio Baptista. Não tenho dúvidas que este Saraiva pela amostra seria muito capaz de fazer o mesmo.

 

É isto que queremos? Imitar os outros no que eles têm de pior? Ao menos que ganhemos depressa um ou outro campeonato para compensar esta baixa de nível e dar-nos uma alegria, mas não está nada fácil e o que estamos a perder é muito mais difícil de recuperar: a nossa dignidade e os nossos valores.

 

PS Hoje uma dupla constituída por atletas do Sporting e do Benfica vai tentar ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos. Se os dirigentes tivessem tido alguma palavra nesta escolha de parceiro provavelmente até a teriam vetado, mas esta é só mais uma das modalidades para "encher o olho" e que de Sporting ou Benfica pouco ou nada tem. Que eles consigam dar um exemplo daquilo que deve ser o desporto tal como o viveu Moniz Pereira e que dêem uma bofetada de luva branca aos dirigentes.

 

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publicado às 10:00

 

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«João Mário é jogador do Sporting Clube de Portugal !

Hoje as notícias sobre João Mário vão-se sucedendo.

João Mário é atleta do Sporting Clube de Portugal, treinou hoje normalmente e é opção para o importante jogo de amanhã com o Marítimo e que marca o arranque deste campeonato para o qual partimos com a ambição máxima....

A comunicação social está a ser arrastada por um turbilhão de notícias que ela própria vai ampliando.

Como diz o povo, "as gatas apressadas parem os filhos cegos". E é por isso que não vale a pena tentar adivinhar o futuro.

Sobre este assunto o presente é claro e o futuro será delineado e decidido pela única pessoa mandatada pelos sócios para esse efeito, o Presidente do Sporting Clube de Portugal».
 
Nuno Saraiva - director de comunicação do Sporting - não deixa de ter razão com esta sua declaração publicada no Facebook. Enquando o negócio não for definitivamente selado e a transferência confirmada oficialmente, João Mário continua a ser jogador do Sporting.
 
Creio que nós adeptos, assente nas notícias locais e aquelas provenientes de Itália, estamos a dar a transferência como um facto consumado e poderá muito bem não ser esse o caso.
 
Face a esta declaração, teremos de admitir a possibilidade de João Mário ainda alinhar, amanhã, contra o Marítimo.
 

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publicado às 16:54

 

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Nuno Saraiva SCP
45 mins
 

 

O agente de Islam Slimani apanhou o comboio do agente do João Mário e veio a público dar um ar da sua graça.

 

Fala de propostas como se estivesse a dar grandes novidades. Sim, existem propostas, que, perante o valor objectivo do jogador, se apresentam como ridículas.

 

Aliás, o Presidente do Sporting CP já disse que têm sido várias as propostas e para vários jogadores.

 

Fala de promessas feitas na época passada que são totalmente falsas. Aliás, na linha de entrevistas de outras pessoas que vivem à volta dos jogadores e que decidiram, pelos vistos, formar um "coro" que em nada resulta pois o Presidente só se comove com a "música" dos 5 violinos.

 

Slimani tem contrato e todos aqueles que acham que negociar pelos jornais é uma fórmula vencedora vão acabar sempre por, mais cedo ou mais tarde, cair na realidade, defraudando as expectativas dos seus atletas.

 

Já agora, aproveito para relembrar a regra da FIFA que impede os Clubes de abordarem os jogadores/agentes sem o consentimento do Clube ao qual o atleta está vinculado por contrato. O Sporting CP não deu autorização a qualquer clube para abordar os seus atletas mas, diariamente, os agentes vêm a publico falar de ofertas e "novos" salários. Os agentes que trabalham desta forma deveriam, nestes casos, ver as suas licenças retiradas. Mas, pelos vistos, até nisto o "crime" vai compensando, até ao dia que enfrentam, em "clima de guerra", este novo Sporting Clube de Portugal.

 

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publicado às 15:21

 

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«É espantoso. Há quem pague 22 milhões de euros por um suplente (Raul Jimenéz) e ninguém se sobressalta, questiona ou acha estranho que, esta compra, fique a escassos 3 milhões abaixo do valor da venda do principal jogador da equipa (Nico Gaitán). O importante é alimentar novelas e encher tempo de antena com a ficção de um suposto braço de ferro entre o Sporting Clube de Portugal e um jogador que, por acaso, até tem contrato por mais 4 anos».

 

                                                                                                               Nuno Saraiva

 

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publicado às 07:44

 

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Tenho procurado na última semana proceder a uma observação menos emocional e mais racional sobre este momento do nosso Clube nesta pré-época. Alguns resultados menos conseguidos têm provocado discussão aqui e além, no que respeita à fundamentabilidade destes configurarem a previsão de uma época de sucesso, na qual as nossas expectativas se encontram elevadas uma vez mais.

 

Em Portugal, tanto Vilas-Boas como Vitória foram treinadores que não desfrutaram de bons presságios em pré-época. No final dos respectivos campeonatos (2011 e 2016) e feitas as contas, os resultados foram de facto felizes, remetendo a esquecimento tristes episódios do passado que ninguém mais se lembrou. Necessário será reflectir se teremos de nos sujeitar a comparações entre situações de continuidade (no caso do Sporting este ano) ou de transição (nos casos anteriormente referidos). Assim, assola-nos a dúvida em relação ao potencial e real valor deste nosso plantel, ainda que desfalcado de peças importantes. Viverá o Sporting dependente dos que ainda gozam de férias? 

 

Talvez estes resultados não sejam assim tão importantes. Porém, gostava de ter verificado uma disputa de um Torneio digno, praticado com todas as condições que em geral torneios profissionais exigem, e não apenas jogos em vulgares recintos de treino, num clima de confraternização e de pouca exigência. Algumas invasões de campo por parte dos nossos adeptos (cegos no apoio ao Clube, mas cegos na avaliação ao desempenho?), revelaram amadorismo na organização – confesso que temi pela segurança do infeliz árbitro do jogo com a equipa holandesa; tudo exposto, demasiado exposto, pouco de acordo com matrizes de razoabilidade e concentração. “Bruno, anda aqui para tirar uma foto” para gáudio de quem observa e ouve. Se era isto que se desejava, nesta tão importante “pré-época de aproximação aos adeptos do Clube”, foi isto que se teve. Que na comitiva todos tenham ficado felizes com o(s) resultado(s).

 

Paralelamente, aguardo com alguma ansiedade as primeiras movimentações de mercado no nosso Clube. Com cronómetro cada vez mais acelerado para uma obrigatória injecção de capital (vulgo balão de oxigénio, vulgo pretensões dos credores em liquidar os naturais juros e interesses de Factoring), aguardamos por um ou dois bons negócios. Eu aposto as minhas fichas em 2 transacções até Setembro + 1 em Janeiro, na melhor das hipóteses, ou 2+2 no pior cenário: eliminação da Liga dos Campeões na fase de grupos.

 

A minha sugestão contemplaria um cenário diferente. Com humor, em Fevereiro deste ano teria sido organizada uma excursão a Roma, levando a Banca e a Holdimo a ver o Papa e outras paisagens, aproveitando o momento para efectuar os seguintes pedidos:

 

#1 - Em Maio deste ano ter procedido a um Aumento de Capital de 50 Milhões, com um depósito de 30% que garantisse em Julho – este mês – a libertação de dois passes de jogadores como garantias bancárias, de acordo com as normas europeias em vigor.

 

#2 - Utilizar a verba remanescente do Aumento de Capital para adquirir 3 jogadores fundamentais antes das diversas competições internacionais iniciarem. Atribuir os passes destes novos activos como Fundos de Garantia, afim de se resgatar a verba de 30% para manutenção de escala de vencimentos.

 

#3 - Negociar com a Banca a manutenção dos activos até Dezembro, (não vender três dos campeões europeus), garantindo-lhes – à Banca e aos Jogadores – 2 operações (vendas) de mercado em Janeiro.

 

#4 - Pegar na libertação de garantias bancárias (passes) descritos na alínea #1 e realizar 60 milhões até ao final deste mês de Julho – João Mário e Slimani, ex. – tendo procurado adquirir jogadores consagrados para as mesmas posições com a devida antecedência.

 

#5 - Uma guia de marcha para Teo, João Pereira, Schelotto, Azbe, Zeegelaar, e demais “bons rapazes” de qualidade duvidosa. Que me desculpem aqueles que apreciam algum destes jogadores que referi.

 

#6 - Em Janeiro realizar uma venda: William.

 

#7 - Pedir ao bom Jesus para fazer de Palhinha, Podence e Matheus um negócio de 80 milhões no Verão do próximo ano. Ou também levar Jorge Mendes a Roma…

 

Por outro lado…

 

Gostaria que o Sr. Nuno Saraiva, no seu palmo e meio de aptidão financeira, nos explicasse a todos o que acontece em Economia quando se procede a um congelamento de preços e negociação de activos. O cenário em todo semelhante à nacionalização de uma empresa (o que está a ser feito no Sporting, porque é disso que se trata a colocação de informação no âmbito de “não-venda”), levará o Sporting a fechar as portas ou fronteiras ao mercado – ou vice-versa. Num País, o que costuma acontecer é o seguinte: numa primeira fase, impressão de divisas para acompanhar a taxa de inflação. Numa segunda fase, perante a miséria das acções tomadas, pede-se ajuda ao FMI. Ao Sr. Saraiva, deixo o seguinte parágrafo:

 

“O Economista deverá conduzir a sua actividade profissional de forma que fomente a confiança que os destinatários da sua actividade nele depositam. Não deverá assumir posições que sejam falsas, que não correspondam inteiramente à verdade ou que possam induzir em erro.”

 

 In “Integridade”, Cap.5.1, do Código Deontológico dos Economistas, publicado pela OPE (Ordem Portuguesa dos Economistas).

 

 

P.S.: Esqueci-me que o Sr. Saraiva não é Economista. Onde anda Vieira ?

 

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publicado às 21:00

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