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Inês Henriques sagrou-se campeã dos 50km marcha, com um registo de 4h05m56s, nos Mundiais de Atletismo que decorrem Londres, juntando à conquista o novo recorde do Mundo, que já lhe pertencia.
 
A atleta do CN Rio Maior, de 37 anos, pulverizou o seu recorde mundial, que estava fixado nas 4h08m25s que datava de 15 de Janeiro de 2017, em Porto de Mós.
 
 

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"Foi fantástico, não consigo descrever em palavras aquilo que estou a sentir. Isto é a recompensa de 25 anos de trabalho, do meu treinador Jorge Miguel e da minha equipa de Rio Maior. Os últimos quatro quilómetros foram muito duros, mas eu comecei a fazer contas e (pensei), 'Só tens de acabar tranquila'. Não podia fazer muito mais esforço em termos musculares, foi mesmo gerir até ao fim.

Agradeço aos portugueses que me apoiaram ao longo do circuito, junto ao palácio de Buckingham. Estava quase em casa, porque ouvia muitos, muitos portugueses".
 
Parabéns Inês, uma grande HONRA PARA PORTUGAL !
 

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publicado às 16:25

 

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Parte da medalha de ouro dos 50 km marcha masculinos nos Campeonatos do Mundo de atletismo, em Londres, é portuguesa, disse este domingo o francês Yohann Diniz, que tem ascendência portuguesa:

"Estou feliz por oferecer este título à França, mas também um pouco à minha família em Portugal, que me observa em Mirandela".

 
Tricampeão europeu, em 2006, 2010 e 2014, e detentor do recorde do mundo, com 3:32.33, Yohann Diniz sagrou-se pela primeira vez campeão mundial, com o tempo de 3:33.11 horas, novo recorde dos campeonatos. E passou a ser ainda o mais velho campeão mundial de sempre, com 39 anos.

Diniz, que é neto de um português, contou que recebeu este domingo uma mensagem de familiares que vivem em Trás-os-Montes. "Também lhes quero dedicar esta vitória,  este foi um bom dia para França e Portugal, graças à vitória da Inês Henriques. Fico muito contente pela Inês, por ter conquistado o primeiro título de 50 km femininos".

Inês Henriques conquistou este domingo a medalha de ouro nos 50 quilómetros marcha dos Mundiais de atletismo, que decorrem em Londres, juntando ao troféu o novo recorde do mundo, de 4:05.56 horas.
 

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publicado às 12:20

Usain Bolt de ouro... quem mais ?

Rui Gomes, em 15.08.16

 

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Tudo igual no reino da velocidade. Usain Bolt voltou a mostrar toda a sua categoria, conquistando o ouro nos 100 metros, com uma marca de 9,81 segundos. O jamaicano até partiu mal, chegou a parecer que o seu reinado estaria a terminar, mas ao seu estilo conseguiu uma ponta final de loucos e lá se chegou à frente para celebrar o tri nos 100 metros.

Com a melhor marca do ano, o jamaicano relegou para segundo Justin Gatlin (9,89) e o canadiano Andre De Grasse para terceiro (9,91), mantendo assim o sonho de voltar, também, a conseguir o ouro nas três provas de velocidade (100 metros, 200 metros e 4x100).

 

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publicado às 11:37

 

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Numa final emocionante, digna da prova rainha da natação olímpica, a canadiana Penny Oleksiak e a norte-americana Simone Manuel foram creditadas com o mesmo tempo, vencendo a prova em 52,79 segundos, novo recorde olímpico. Na terceira posição, e consequentemente com a medalha de bronze, ficou a sueca Sarah Sjostrom.

 

O Rio de Janeiro tem sido afectado com muita coisa antes e durante estes Jogos Olímpicos. A Vila Olímpica tem sido muito criticada pelos atletas e as redes sociais foram inundadas com fotos de reclamações, a cidade ficou um estaleiro durante os últimos dois anos até poucos dias da Cerimónia de Abertura do evento. A água da piscina das provas dos saltos ficou verde devido a uma alga. E agora?

 

Agora, uma situação inédita no programa da natação feminina em Jogos Olímpicos.

 

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publicado às 14:05

Foto do Dia

Rui Gomes, em 16.07.16

 

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Patrícia Mamona - Campeonato da Europa 2016 - Amesterdão

 

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O salto para a medalha de ouro

 

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publicado às 11:59

 

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A dupla portuguesa composta por Francisca Laia (Sporting Clube de Portugal) e Maria Cabrita (Kayak Clube Castores do Arade) garantiu esta sexta-feira a medalha de ouro na prova de K2 500 metros do Campeonato do Mundo Universitário, que se está a disputar no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho.  As canoístas portuguesas já haviam garantido a prata na prova de K2 200 metros na quinta-feira e voltaram a fazer história, sexta-feira, ao tornar-se campeãs do mundo universitárias, na distância de 500 metros.

 

O tempo de 1:50,108 minutos valeu-lhes a medalha de ouro com apenas 208 milésimos de segundo de vantagem sobre a equipa da Alemanha constituída por Isabel Friedt e Sarah Bruessler que registou 1:50,316 minutos. A equipa da Polónia composta por Karolina Markiewicz e Anna Godek alcançou a medalha de bronze com o tempo de 1:51,960 minutos.

 

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Francisca Laia, do Sporting Clube de Portugal, é de Abrantes e estuda em Coimbra, na Faculdade de Medicina. Maria Cabrita é da freguesia de Algoz, concelho de Silves e estudante do último ano de licenciatura de Ciências do Desporto da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra.

 

A 7ª edição do Campeonato Mundial Universitário conta com a presença de cerca de 250 atletas, em representação de 20 países e é uma organização da Federação Portuguesa de Canoagem, em parceria com a Federação Internacional de Desporto Universitário (FISU), Federação Académica de Desporto Universitário (FADU), Universidade de Coimbra(UC), Associação Académica de Coimbra e ainda dos Municípios de Coimbra e de Montemor-o-Velho.

 

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publicado às 16:20

 

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Katarina Larsson repete a proeza ! Depois do ouro na prova sprint,

venceu, este domingo, o título europeu na distância olímpica, 30-34 anos.

 

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publicado às 06:02

João Costa conquista medalha de ouro

Rui Gomes, em 30.05.15

 

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O "leão" João Costa venceu esta sexta-feira a prova de pistola a 50 metros na Taça do Mundo de tiro em Munique, terminando a final com mais seis pontos de avanço sobre o chinês Bowen Zhiang.

 

Depois de ter sido sétimo na qualificação e terceiro no apuramento para a final, o atleta olímpico do Sporting terminou a final com 194,7 pontos.

 

Esta foi a terceira vez que João Costa venceu esta prova da Taça do Mundo em Munique.

 

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publicado às 11:45

 


Na final do hóquei no gelo masculino e no último evento dos Jogos Olímpicos de Sochi, o Canadá não deu hipótese alguma à Suécia, dominando do primeiro ao último minuto e assegurando um resultado final - 3-0 - que peca por escasso, tal foi a superioridade canadiana. O segundo título olímpico consecutivo para o Canadá através da magnífica prestação de porventura a equipa mais tacticamente disciplinada de sempre, em representação deste país norte-americano. Liderada por Sidney Crosby - o melhor jogador do mundo que esperou por esta final para fazer a  sua melhor exibição da competição - os canadianos abdicaram do seu natural instinto pela caça ao golo, a todo o custo, e nos 6 jogos em Sochi soferam somente 3 golos, marcando 17, no processo, um número muito modesto para o poderio atlético que consta no seu plantel.

Um momento muito gratificante para todos os canadianos e com destaque especial para alguns de nós, pela entrega da medalha de ouro ao "nosso" (lesionado) John Tavares, o luso-descendente (pai é português e a  mãe polaca), nascido nos subúrbios da cidade de Toronto, que joga na NHL para o New York Islanders e faz parte da elite mundial de jogadores desta modalidade, com apenas 23 anos. Ainda superior a Mike Ribeiro, o primeiro luso-descendente a ingressar na NHL, em 1998, por intermédio do Montreal Canadiens, por quem jogou durante algumas épocas. Hoje com 34 anos, o Mike alinha pelo Phoenix Coyotes, depois de passagens pelo Dallas Stars e Washington Capitals.

Parabéns Canadá !!!

 

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publicado às 18:29

 

 

Jogos Olímpicos de Sochi, final do hóquei no gelo feminino entre os históricos rivais Canadá e Estados Unidos da América. Já no terceiro período e a perder por 2-0, o Canadá reduziu a diferença no marcador com um golo quando faltavam apenas 3:26 minutos para jogar. Dando o tudo por tudo, a guarda-redes foi então retirada para permitir uma sexta atacante no gelo e deu resultado; com somente 55 segundos por jogar o Canadá empatou o jogo. Antes deste muito festejado momento, uma jogada muito invulgar e curiosa: um dos árbitros inadvertidamente travou o "puck", permitindo a uma jogadora americana um remate sem oposição à baliza canadiana sem guarda-redes: bateu no poste. Foi precisamente na subsequente jogada ofensiva que o Canadá empatou o jogo.

 

O golo que valeu a vitória e a medalha de ouro para as mulheres canadianas surgiu aos 8:10 minutos do prolongamento, curiosamente, instantes depois de uma flagrante grande penalidade contra os EUA não ter sido assinalada. A histórica quarta medalha de ouro consecutiva em Jogos Olímpicos, para a equipa canadiana feminina de hóquei no gelo. Até ao momento que escrevo este post (ooh00 fuso horário de Portugal), o Canadá regista 7 medalhas de ouro, 9 de prata e 4 de bronze nos Jogos de Sochi.

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fica agora a dever uma grade de cerveja ao primeiro-ministro canadiano, Stephen Harper, pela aposta que fizeram neste jogo. Uma segunda grade está apostada na meia-final de homens do hóquei no gelo, também entre os dois países, que será disputada esta sexta-feira.

 

Em uma nota mais triste, John Tavares, o luso-canadiano que é um dos melhores jogadores do mundo e uma das estrelas da equipa canadiana de hóquei no gelo, lesionou-se gravemente e não só está fora dos Jogos Olímpicos mas também vai falhar o resto da época da NHL, que consta de 23 jogos do campeonato mais os "play-offs".

 

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publicado às 00:05

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