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O candidato à presidência do Sporting, Pedro Madeira Rodrigues, está no Kuwait, onde esteve reunido com o ministro do desporto, Mohanad A. Mubarak Al-Sabah e com o vice-ministro Humoud Alshannari, vistos aqui na foto.

 

Antes, esteve reunido com investidores também no Kuwait e, segundo informações, segue para o Dubai esta segunda-feira, com o mesmo fim.

Esperamos que no debate entre candidatos - agendado para o dia 23 - se venha a saber mais alguns pormenores sobre estas suas investidas.

 

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publicado às 11:45

"Purga" em curso ?

Rui Gomes, em 17.02.17

 

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«Relativamente às recém-saídas dos treinadores de andebol e da equipa B, bem como do coordenador da secção de hóquei em patins, é o começo de uma série de saídas, faltam as principais, nomeadamente a de Bruno de Carvalho, o que vai acontecer em breve.

 

Estas saídas são mais que uma purga que visa, acima de tudo, nesta fase pré-eleitoral, desresponsabilizar os verdadeiros culpados pelo que se está a passar, e o grande culpado que é Bruno de Carvalho. Espero que assuma as suas responsabilidades e que não tente arranjar bodes expiatórios, que é o que está a acontecer.

 

A equipa B tem vindo a ser vítima de uma "política" errática nos últimos quatro anos. Mas os sportinguistas não se preocupem que não vai acabar. Tem sido um local de acolhimento de apostas falhadas da equipa principal. A equipa B deve ser plataforma de crescimento de jogadores da formação e alguns de fora, sim. A classificação não me preocupa, mas sim o crescimento dos jogadores. No ano passado gozávamos com o rival e agora acontece-nos a nós.

 

Existe um clima de receio no clube. Havia pessoas dispostas a avançar, mas que estavam receosas. Eu tenho coragem e decidi avançar, sabendo o que me esperava. O Sporting passa uma mensagem de clube arruaceiro e Bruno de Carvalho não tem a mínima noção da dignidade que deve ter o presidente do Sporting. Os valores de base do Clube estão a ser postos em causa».

 

                                                                            Pedro Madeira Rodrigues

 

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publicado às 04:00

 

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Mais algumas considerações do candidato Pedro Madeira Rodrigues, em entrevista à Agência Lusa:

 

«Vamos mudar radicalmente a política de comunicação do clube, que hoje em dia consiste em fazer guerras com tudo e todos, especialmente com o Benfica, quando devíamos era estar obcecados connosco para combater os rivais. Não vamos berrar tanto, vamos, isso sim, tratar de defender com convicção os interesses do Sporting nas instâncias que mandam no futebol e na arbitragem.

 

O Sporting sido sistematicamente prejudicados por não estar presente nos órgãos de decisão Prometo fazer esse trabalho de sapa, sabendo que não vai ter resultados imediatos. Vamos candidatar-nos aos cargos e ter lá gente nossa. Vítor Ferreira - que se demitiu da Direcção de Bruno de Carvalho - é um homem respeitado no meio, experiente, com quem partilho ideias para formar um 'lobbying' forte para proteger os interesses do Sporting, ao contrário do que sucedeu nos últimos quatro anos.

 

O objectivo não é o Sporting ser beneficiado, mas apenas o de não ser prejudicado, porque essa é a cultura do clube, que ajudará a mudar o desporto e o futebol, e o clube assumirá um papel de liderança que há muito perdeu por se ter deixado ultrapassar. Isto não invalida que sejamos muito firmes para quem quiser fazer mal ao Sporting, cujos interesses vamos defender intransigentemente", assegura o candidato, que "não quer um Sporting isolado, que arranja guerras com todos e não é respeitado, não só pelas arbitragens, mas também pelos outros agentes do futebol.

 

Pretendo ter uma boa relação com os outros clubes e com os presidentes da Liga, Pedro Proença, e da FPF, Fernando Gomes, pois acredito que ambos querem o bem do futebol, algo para o qual também quero contribuir. O clube tem sido tratado com paternalismo e alvo de gozo - dou o exemplo do penálti assinalado contra o Sporting em Setúbal para a Taça da Liga, que me fez lembrar outro célebre, numa final da mesma prova, frente ao Benfica e que jamais seria assinalado se fosse contra um dos rivais na luta pelo título.

 

Critico a postura da actual Direcção ao retirar Ryan Gauld e André Geraldes, emprestados ao Vitória de Setúbal, uma atitude que ostracizou um clube amigo como o Vítória Setúbal, que passou a inimigo, e que passou a ter melhores relações com o Benfica, que até já lhes emprestou um jogador para fazer evoluir.

 

Vamos começar a ganhar mais vezes e eles [Benfica] a perder. Se nos querem fazer mal terão guerra, mas acredito que nos possamos entender nas questões importantes do futebol, nomeadamente a nível fiscal, que tanto prejudica os clubes. É importante passar esta mensagem ao Governo em relação ao tratamento aos clubes, e isso tem de ser feito com todos, incluindo os três grandes. Em algumas coisas teremos de estar de acordo.

 

O Benfica deixa-me lembranças amargas como aquela de um dérbi em que o Sporting foi escandalosamente prejudicado e em que os sportinguistas ainda tiveram de ouvir o treinador adversário (Jorge Jesus) dizer que a vitória tinha sido "limpinha, limpinha", perante a reacção tímida de Bruno de Carvalho.

 

Outro jogo no estádio da Luz que recordo foi quando uma parte da cobertura tombou devido ao vento, em que o Sporting tinha todo o direito de dizer que não jogava no dia seguinte, mas noutra altura mais conveniente para os interesses da equipa, porque se tratava de uma situação da responsabilidade do adversário, que se teria de ter precavido. Mas não, aceitámos jogar quando mais interessava ao Benfica».

 

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publicado às 16:02

 

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O candidato à presidência do Sporting, Pedro Madeira Rodrigues, deslocar-se-á em breve a vários países árabes, onde diz ter vários investidores dispostos a investir, cujos rostos pretende apresentar antes das eleições.

"Vou agora a vários países árabes para contactar com investidores dispostos a apoiar o Sporting de várias maneiras, uma delas passa pela recompra da Academia. Mas temos ideias que passam também por investir no 'naming' do estádio de Alvalade, no pavilhão e na própria Academia", disse, em entrevista à Agência Lusa, Madeira Rodrigues, que promete apresentar esses investidores antes do dia 4 de Março, ao contrário da actual Direcção, que "tem um investidor de 18 milhões que ninguém sabe quem é".

 
O candidato à presidência dos leões mostra-se, de resto, preocupado com a situação financeira do Sporting, "por mais que a actual Direcção diga que é fantástica", por vários sinais que indicam o contrário, como a forma como foram "despachados à pressa vários jogadores do plantel, pela venda de Montero há um ano e pela antecipação de receitas, como foi o caso do recente contrato feito com a Macron".

Madeira Rodrigues interroga-se: "Como é possível renovar um contrato como este a um mês das eleições? Só se explica com dificuldades financeiras ou de tesouraria. Caso contrário, a explicação seria mais grave."

Por isso, não tem dúvidas de que o Sporting precisa destes investidores árabes, que "sabem olhar as contas e são racionais", e diz que os mesmos, a quem mostrou "o que é o Sporting", acreditam nele e na sua equipa".

"Acreditam e revêm-se em nós, porque lhes mostrámos o que é o Sporting, lhes falámos de Cristiano Ronaldo, da nossa formação, dos nossos recentes campeões europeus formados no clube. Eles percebem que o Sporting é um projecto de futuro", acrescentou Madeira Rodrigues, que quer "atrair outros investidores e tratar melhor os actuais, que têm sido muito maltratados pela actual Direcção".

Sem querer revelar o nível de investimento árabe que espera, o candidato pretende canalizar essas verbas "para tornar a equipa de futebol mais competitiva", sem, no entanto, gastar tanto como a actual Direcção, mas cedendo "muito mais meios" ao próximo treinador "do que aqueles que foram dados a Leonardo Jardim e a Marco Silva".

Desafiado a revelar a identidade dos investidores em causa, Madeira Rodrigues disse que alguns deles "não querem aparecer para já", mas que outros, "que não se importam de dar a cara", irão ser apresentados antes de 4 de Março.

Questionado sobre a actual situação financeira, reconhece que a passagem de Bruno de Carvalho pelo Sporting "foi muito importante, especialmente no primeiro ano", embora confesse que achava, a princípio, que a sua chegada à presidência "seria um grande risco para o clube".

Não tem pejo algum em elogiar o actual presidente, ainda que "tivesse a 'papinha' da reestruturação financeira toda feita por José Filipe Nobre Guedes", ex-vice da área financeira de Godinho Lopes: "Ele poderá explicar tudo o que fez se o quiser entrevistar, com a colaboração de algumas pessoas ligadas a Bruno de Carvalho que estão no Conselho Leonino e na sua comissão de honra e que prepararam muito bem esse dossier. Há ali coisas muito inteligentes e bem feitas, que protegem o Sporting."

"O problema é que depois descambou com o treinador Marco Silva, com o salário milionário de Jorge Jesus e com a duplicação do orçamento de um ano para outro, além de outro aumento de 30 por cento que é insustentável", referiu Madeira Rodrigues, para quem Bruno de Carvalho "perdeu a cabeça" com as vendas de João Mário e Slimani e "desatou a gastar à maluca".

Confrontado com a redução significativa dos passivos totais consolidados da SAD de 442 milhões de euros em 2013 para 335 milhões em Junho de 2016 no mandato de Bruno de Carvalho, o candidato alega haver nesse exercício "contas complicadas e uma excessiva empresarialização do Sporting que afastou os sócios".

"O Sporting corre o risco de perder a maioria do capital da SAD com as VMOC's (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis). Quando comecei a estudar as contas do Sporting pensei que, com quarenta e poucos milhões de euros, iríamos conseguir manter a maioria de capital, mas agora, feitas novas contas, vamos precisar, afinal, de 67 milhões daqui a dez anos para alcançar esse objectivo", explicou Madeira Rodrigues, que promete colocar a sua equipa a trabalhar neste dossier depois de ser eleito.

O candidato não vê como é que o actual presidente pode cumprir a promessa de comprar as VMOC´s: "Vai comprá-las como? Com a gestão que está a fazer não vai de certeza. Está a cometer os mesmos erros do passado e que tanto criticávamos. Naturalmente que faz parte da estratégia de um clube formador vender jogadores, mas temos de ser capazes de ter as contas equilibradas sem precisar disso, e aí podermos negociar melhor essas vendas".

"Se as contas fossem tão boas, como ele diz, então foi ainda mais grave a venda do Montero em Janeiro do ano passado. Vender um jogador que estava com 'pé quente', que entrava e marcava, e que resolveu vários jogos, mesmo sendo suplente, para o trocar pelo Barcos, é de quem não percebe nada de futebol", insistiu Madeira Rodrigues, para quem "o Sporting pode ter perdido o campeonato da época passada por causa disto".
 
 
Agência Lusa
 

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publicado às 11:00

 

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Um dia depois de Bruno de Carvalho ter criticado aqueles "bastante ignorantes no que à fauna diz respeito" - "lamento ter de os corrigir, mas os leões não ladram nem berram", disse o ainda presidente do Sporting -, Pedro Madeira Rodrigues não mudou o chip:

 

"Ele é que é um leão que ladra e não morde. Está a querer mudar o provérbio. Uma coisa é certa: teve entrada de leão e vai ter uma saída de sendeiro. Comigo, o leão vai mesmo morder", garantiu o candidato às eleições, à entrada para o estádio do Moreirense, este domingo.

 

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publicado às 13:53

Pedro Madeira Rodrigues sempre na frente !

Ricardo Leão, em 11.02.17

 

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Eis a proposta para resolver um mal de anos - o fosso - e agora com mais lugares e com novas valências: cadeiras stand up e novos placards publicitários. Em 4 anos Azevedo Carvalho foi incapaz de fazer fosse o que fosse a este propósito.

 

Pedro Madeira Rodrigues - Lista A -  a marcar pontos. Sempre na frente!

 

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publicado às 21:33

 

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Por estes dias o jornal Record, o órgão oficioso da candidatura de Bruno de Carvalho à presidência do Sporting, encarrega-se de apresentar aos sportinguistas o que será a filosofia da estrutura do futebol do Clube em 2017-18. Uma mudança de alto a baixo. Promete-se um novo paradigma para o Departamento e para a constituição do plantel. O que ontem era verdade, hoje é mentira. Pelos vistos, chegou a altura de recolher o jogo, baralhar as cartas e voltar a distribuir.

 

A proximidade do acto eleitoral obrigou Bruno de Carvalho a mudar a linha de rumo. A fanfarrice de que “os rivais tremem todos os dias” e a promessa do título de Campeão Nacional pertencem ao passado. Ainda estamos em Fevereiro e já se sabe que o balanço desta época será calamitoso. No século XXI, só a época desportiva de 2012-13 é que pode ser considerada pior do que aquela que ainda decorre. Em breve saber-se-á se 2016-17 constitui um fracasso maior do que 2003-04.

 

A avaliação de Pedro Madeira Rodrigues à gestão do futebol do Sporting coloca o dedo na ferida. Foi assertivo quando denunciou a “deriva despesista” do actual presidente que duplicou o orçamento para não se ganhar nada. Foi verdadeiro quando recordou que em mais de cem contratações em quatro anos talvez se tenha acertado em apenas dez e que a conversa sobre “contratações cirúrgicas” foi uma espécie de poeira para iludir. Foi contundente quando afirmou que não se pode dizer que se vai ganhar quando não se está preparado para isso. Fez bem em recordar que a gestão da pasta do futebol implica saber vetar ou aprovar conforme a realidade e as circunstâncias.

 

O estado de alerta permanente e o prolongamento da conflitualidade por um período de tempo que não se supunha possível, associados a um modelo de gestão casuístico e incompetente, tiveram consequências nefastas. Quando se vai à guerra com pouca sapiência é certo que muita coisa pode correr mal. Nem a cassete que Bruno de Carvalho traz sempre consigo e o delírio verbal permanente disfarçam as consequências da sua incompetência.

 

 

(Fotografia de Rodney Smith)

 

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publicado às 14:05

Evolução na continuidade

Naçao Valente, em 10.02.17

 

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Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar, esteve na tribuna do velho estádio de Alvalade a assistir a um jogo de futebol. Tendo sido anunciado o seu nome recebeu uma estrondosa ovação. Era presidente João Rocha. Pouco depois, Marcelo foi deposto por um golpe militar. Não era homem de rupturas e apesar de tomar algumas medidas de cariz social, não tinha condições para fazer a transição para a democracia. Assumiu o seu mandato como evolução na continuidade , isto é, uma mudança sem ruptura com o passado. Missão impossível como se veio a verificar.


Quando Bruno de Carvalho venceu José Couceiro, um candidato com perfil para ser um bom presidente, assumiu-se como o homem da ruptura com o passado. Daí a sanha persecutória a anteriores Direcções, mas sem qualquer resultado palpável. O que interessava era passar a imagem de refundação do Sporting , liberto dos seus fantasmas, e finalmente conquistado pelas massas populares. Presidentes foram vilipendiados e insultados, denominados croquetes, para congregar, através dos impulsos emocionais, a massa adepta. Ao invés o Presidente revolucionário era incensado até ao absurdo. Num estilo basista senta-se no banco de suplentes, invectiva os adeptos, colhe os aplausos, dá voltas ao estádio, em suma atira os foguetes e apanha as canas. Numa coisa é especialista e teve sucesso: na aplicação do populismo.

 

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A realidade foi sendo escondida atrás do manto das aparências. O presidente nunca foi mais do que um testa de ferro dos interesses financeiros da Banca, muito em especial de JM Ricciardi (um croquete), interessada em garantir os seus empréstimos e receber os respectivos juros. A muito propagada tese da bancarrota também é muito contestável, pois não podiam os credores deixar cair o Sporting fosse quem fosse o Presidente. Portanto, a ruptura com o passado nunca passou de uma falácia. É preciso recordar, para que tem memória curta, que foi com o apoio das elites que Bruno chegou à Presidência. O que são Sampaio ou Barroso, na terminologia brunista, senão “croquetes”? Mas a aliança entre Bruno e as elites ainda está mais evidente nesta eleição. Basta ver a designada comissão de honra, uma espécie de albergue espanhol, onde pontuam, Dias Ferreira, Jorge Coelho (ex-ministro) Subtil de Sousa, Sousa Sintra entre muitos outros. Querem melhor evolução na continuidade?


Se me perguntarem se Pedro Madeira Rodrigues (PMR) é o candidato que esperava para se opor ao situacionismo, digo que não, com toda a frontalidade. Esperava que aparecesse uma figura mais carismática que conseguisse unir toda a oposição, e que criasse inquietação no universo brunista. Essa figura, por razões que a razão desconhece, não surgiu. Temos PMR, que teve a coragem e a ousadia de se disponibilizar para enfrentar o brunismo. Apresentou um programa eleitoral, tem uma equipa, tem currículo profissional, sportinguismo acima de qualquer suspeita. Nem sempre é politicamente correcto, como na decisão de dispensar o treinador, mas mostrou determinação. Vai à luta em condições muito desiguais. Enfrenta não só Bruno mas os lóbis que o apoiam e sustentam, o poder financeiro que o mantém à tona. Se nestas eleições há alguém que quer fazer ruptura com certo passado é PMR. Pode não ter capacidade demagógica para empolgar os adeptos, mas tem a honestidade e a competência de quem quer pôr o Sporting num caminho real de sustentabilidade. Merece uma oportunidade. Tanto mais que a gestão de Bruno, apesar do foguetório, falhou em muitos aspectos, visíveis e ocultos.

 

P.S. Não posso deixar de considerar as declarações de baixo nível do senhor(?) Subtil de Sousa como vergonhosas. Como pode atacar PMR, chamando-lhe Jota me me, pelas suas opções políticas. O que é que isso tem a ver com a sua candidatura. E Sousa Sintra de que se salienta no seu currículo o despedimento de Robson, que autoridade moral tem para atacar sem fundamento PMR, pessoa que seguramente nem conhece. Diz-me com quem andas...

 

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publicado às 03:45

"Bruno de Carvalho é um perdedor"

Rui Gomes, em 09.02.17

 

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«É um perdedor e é isso que os sportinguistas estão a notar cada vez mais. Com Bruno de Carvalho nós não ganhamos. Estamos completamente isolados e não ganhamos. Não vai ser reeleito, não acredito que os sportinguistas voltem a dar esse beneficio da dúvida. Teve a sua oportunidade e tem vindo a piorar. O último Verão e este mercado de Janeiro são prova disso – funciona ao sabor do vento, não tem projecto e é um perdedor.

 

Ainda em Janeiro prometeu-nos os três títulos – a Taça de Portugal, a Taça da Liga e Campeonato. Ainda tenho esperanças no campeonato. É difícil, pelo menos o segundo lugar ainda podemos conseguir… não podemos deitar a toalha ao chão.

 

Mas os sportinguistas começaram a perceber que com ele não vamos lá. Desde o início, não conseguiu aguentar Jesualdo Ferreira nem Leonardo Jardim, dois bons treinadores, mandou embora Marco Silva, e Jorge Jesus, que chegou ao Sporting com reputação de treinador ganhador, está a fazer dele um treinador perdedor. Os sportinguistas não se contentam com o segundo lugar nem com uma Supertaçazinha.

 

Gostava de demonstrar o contraponto da nossa parte. Nós vamos apostar, seriamente, na formação, como disse, mas também em fazer contratações com precisão. Vamos falhar uma vez ou outra, é impossível não falhar, isso faz parte, mas vamos limitar ao máximo o erro e vamos dar a possibilidade a estes jovens de crescerem. Em caso de dúvida, é óbvio que vamos apostar na prata da casa.

 

Nunca gostei de falar alto, prefiro falar baixo e fazer, mas não vou esquecer as ofensas gratuitas que me têm sido dirigidas. Acusou-me de imbecil, zero à esquerda, amador... É triste».

 

                                                                                    Pedro Madeira Rodrigues

 

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publicado às 04:42

 

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«Espero que o voto dos sportinguistas seja no Sporting e pensando no futuro do Sporting, acima de tudo. O que serão os próximos quatro anos com a actual liderança – e acho que as pessoas já perceberam o que pode ser – e o que serão os próximos quatro anos connosco. É verdade que tenho sido criticado por algumas pessoas que se calhar não gostam tanto, mas há muitas outras que têm manifestado apoio. Vou contar com todos os sportinguistas. Eu noto que há um cada vez maior desgosto com o que está a passar-se no Sporting, um cada vez maior afastamento da linha orientadora desta Direcção e as pessoas estão a virar-se para nós. Estão a conhecer-nos ainda agora…

A Comissão de Honra, de facto, deixa-me extremamente preocupado. Acima de tudo com nomes de pessoas ligadas àquilo que nós, sportinguistas, não gostámos no passado e, refiro-me, em concreto, a José Maria Ricciardi. Uma pessoa que foi identificada pelo actual mandatário de Bruno de Carvalho como sendo o rosto, digamos assim, do projecto Roquette e que foi a pessoa que foi escolhendo presidentes, até treinadores e jogadores, sendo que o sistema está agora completamente instalado, mais uma vez, à volta de Bruno de Carvalho.
 
Ainda estamos todos à espera de saber quem foi o tal investidor dos 18 milhões que entrou recentemente no Sporting. Há aqui uma grande falta de transparência.
 
Quero um treinador ganhador, que saiba lidar com os jovens. Tinha a expectativa que, com Jorge Jesus bem enquadrado, poderíamos trabalhar juntos, mas ainda este fim de semana vimos mais uma vez que seria extremamente complicado. Queremos uma liderança pedagógica e não egocêntrica. É preciso limpar a cabeça destes jogadores e voltar a motivá-los.
 
Temos uma lista de três treinadores - um português, um europeu e outro argentino - mas só falarei disso quando estiver tudo fechado.
 
Sou a antítese de Bruno de Carvalho. Sou um líder que trabalha em equipa e que acredita na qualidade das pessoas que me rodeiam. Quero uma equipa a jogar à Sporting, raçuda e com uma simbiose perfeita entre jovens e jogadores com maturidade e qualidade inquestionável, para se poder voltar a conquistar o campeonato. O clube precisa de estar bem representado nos órgãos de decisão do futebol nacional, em vez de passar o tempo a queixar-se deste e daquele».
 
O candidato Pedro Madeira Rodrigues em entrevista à Antena 1. A pergunta do título do post é minha, dado que não tinha conhecimento do acima referido recém-investidor dos 18 milhões.
 

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publicado às 09:06

A lista de Pedro Madeira Rodrigues

Ricardo Leão, em 07.02.17

 

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CONSELHO DIRECTIVO


CARGO
NOMEN.º SÓCIO
Presidente Pedro Madeira Rodrigues 10668
Vice-Pres. Victor Ferreira 55796
Vice-Pres. Pedro Rebelo Pinto 40631
Vice-Pres. Mário Saldanha 57659
Vice-Pres. Manuel Rogério de Brito 5561
Vogal João Alvim 12087
Vogal Rafael Joanes 29914
Vogal Bernardo Mendes 31940
Vogal Domingos Cruz 25453
Vogal José Pedro Rodrigues 19409
Vogal Luis Figueiredo 2418
Suplente José Vieira de Sampaio 5234
Suplente Sofia Pinto Martins 39638
 

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

CARGO  NOMENº SÓCIO

Presidente Rui Pedro Morgado 11887
Vice-Pres. Margarida Dias Ferreira 21101
Secretário Pedro Quartin Graça 10670
Secretário Paulo Silva Almeida 7661
Secretário Nuno Miguel Caetano 7703
Suplente Francisco Landeira 24899
Suplente Carla Filipe 5682
Suplente Joaquim Silva Abreu 1260
 

CONSELHO FISCAL

 CARGONOME Nº SÓCIO 

Presidente

Filipe Marques

17295

Vice-Pres.

Bernardo Ayala

7118

Vogal

Pedro Lopes de Brito

10771

Vogal

Miguel Graciano

4392

Vogal

Francisco Peres

11424

Vogal

João Cabral Meneres

22315

Vogal

Francisco Ferraz de Carvalho

39714

Suplente

Ricardo João Amaro

7784

Suplente

Frederico Fernandes

79628

 

Nota: Dado o tamanho deste post não se publica aqui a extensa lista de candidatos ao Conselho Leonino a qual está disponível aqui.

 

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publicado às 09:05

"Obviamente demito-o"

Naçao Valente, em 03.02.17

 

 

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Em 1958, Salazar, para dar a ideia de uma imagem de democraticidade, marcou eleições presidenciais. O general Humberto Delgado resolveu concorrer contra o candidato do Regime. Tendo-lhe sido perguntado o que fazia com Salazar se fosse eleito respondeu: “obviamente demito-o”. Esta afirmação conseguiu congregar à sua volta toda a oposição, incluído o candidato comunista que desistiu em seu favor. Mas ao pronunciar tal frase, obrigou Salazar a assumir por palavras veladas e acções que nunca poderia ganhar as eleições, mesmo que as ganhasse. O enorme apoio popular à sua candidatura foi prontamente reprimido. Nas mesas de voto apenas havia boletins de voto do candidato oficial. Delgado teve de distribuir as dele de forma clandestina. A ousadia, a frontalidade pelo bem do país, acabou por lhe custar a vida.


Sem pretender fazer comparações com as actuais eleições no Sporting, que tudo leva a crer decorrerão de acordo com as regras democráticas, encontro algumas similitudes. A frase “obviamente demito-o” pode aplicar-se a Pedro Madeira Rodrigues (PMR) quando afirmou que demitiria o treinador, uma espécie de alter ego do presidente. Adeptos de Bruno, sempre fiéis ou convertidos, têm utilizado essa decisão, para atacarem Madeira Rodrigues. Mesmo compreendendo o contexto em que foi pronunciada, também considero que não foi politicamente correcta. E embora se aceite como princípio, não me parece que sirva para ganhar votos. Antes pelo contrário. Vai funcionar como um espinho cravado na sua candidatura.


A frontalidade de PMR em demitir o treinador Jorge Jesus (JJ), o assalariado mais bem pago de sempre no clube, que tomou o partido de um candidato, revela coragem, mas é pertinente saber como o pretende fazer, sem utilizar verbas do clube. Madeira Rodrigues tem dado a entender que JJ , ao apoiar publicamente o presidente, se demitirá no caso de este perder as eleições. Pelo que conheço do treinador, para utilizar uma formulação histórica,”pesetero”, este não prescindirá de um centavo a que tem , contratualmente, direito. 'Limpinho, limpinho'. Mas o maior responsável pela situação chama-se Bruno de Carvalho. Como pode um presidente que termina o seu mandato, em 2017, assinar um contrato com um treinador, seja ele quem for, para um período temporal que ultrapassa em vários anos a sua presidência? E mesmo que houvesse a certeza absoluta que ia continuar na presidência, não seria do mais elementar bom senso, não fazer contratos com indemnizações tão elevadas? Sabendo da precariedade das equipas técnicas, esse acto imprudente pode sair caro ao Sporting, mesmo com a actual Direcção. E os acusadores de PMR, não percebem que , neste aspecto, têm telhados de vidro?


De facto, nas criticas que nestas páginas são feitas a Madeira Rodrigues, pelos apoiantes da outra candidatura, apenas tenho visto atitudes de “bota abaixo”. O candidato que ousou apresentar-se como alternativa, só tem defeitos, nem uma única virtude. Como se fosse crime de lesa-pátria alguém candidatar-se contra um ungido dos céus, coisa que Bruno não é. Convém recordar que Bruno de Carvalho. com o beneplácito e apoio da presidência da Assembleia Geral , a dupla maravilha Barroso/Sampaio, não fez outra coisa que não fosse conspirar contra a presidência de Godinho Lopes, que caiu pelo golpismo, em função dos maus resultados desportivos, e não tanto pela má gestão financeira. Convém lembrar que Bruno sempre teve tiques de ditador, que conflictuou com tudo e com todos, que teve atitudes eticamente reprováveis, que rasgou contratos com atitudes de chico espertismo, que usou, nas suas funções institucionais, linguagem abaixo de carroceiro,(sem ofensa) que se apresenta como o refundador e salvador de uma instituição centenária.


Em suma, e para além do obviamente demito-o, como significado de princípios e valores, o que é substantivo é que durante os últimos quatro anos, não tivemos um presidente no Sporting. Tivemos um chefe de claque, que de vez em quando, se senta na cadeira da presidência. Por isso, o balanço geral, apesar de algumas medidas mais positivas, não é brilhante. Uma situação económica e financeira baseada numa engenharia de curto prazo, uma situação desportiva sem rumo, errática, sem estratégia consistente e sempre dependente dos humores do presidente .Se isto não é suficiente para mudar de Direcção, não sei o que será.

 

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publicado às 12:30

 

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A Sporting SAD é uma sociedade anónima desportiva constituída com o objectivo de desenvolver as actividades relacionadas com o futebol profissional, anteriormente realizadas pelo Sporting Clube de Portugal. Os sócios do Sporting tendo poder sobre o Clube, não têm directamente sobre a SAD. Ou melhor, os sócios podem influenciar as decisões da Sociedade desde que o Clube tenha a maioria do capital e dos direitos de voto na Sporting SAD.

 

A perda pelo Sporting do controlo da Assembleia Geral da Sociedade gestora do futebol profissional constituiria para muitos sportinguistas uma alteração dramática da natureza do Clube como sempre o conheceram e o imaginaram. E, para além da identidade leonina, poria também em causa a capacidade dos sócios intervirem em aspectos cruciais da política decisória do Sporting.

 

Bruno de Carvalho, nas eleições de 2013, assumiu o compromisso de manter a maioria do Clube na SAD, fez constar esse propósito no seu programa eleitoral e reivindicou para si a condição de ser o único candidato à presidência com essa posição inequívoca. Muitos sportinguistas sublinharam que, enquanto ele parecia firme nesse propósito, José Couceiro assumiu uma atitude ambígua.

 

Entretanto, Bruno de Carvalho substituiu a firmeza na abordagem da questão da maioria na Assembleia Geral da SAD por um discurso vago e de circunstância. No seu mandato não criou condições objectivas para garantir essa maioria. Há quem olhe para a presença de José Maria Ricciardi na lista de Bruno de Carvalho e fique preocupado com o que se vai passar em 2026 quando se verificar a conversão dos títulos de dívida (VMOC’S) em acções da SAD.

 

Pedro Madeira Rodrigues assumiu um compromisso público com os sportinguistas ao anunciar que cativará quatro milhões de euros por ano para fazer face ao pagamento das VMOC’s. Isto é, considera essencial que o Sporting-Clube mantenha a maioria e o controlo na Sporting-SAD. E que neste aspecto importantíssimo o Sporting Clube de Portugal deve permanecer como sempre o conhecemos. Senhor do seu destino.

 

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publicado às 13:06

 

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Em declarações a jornalistas, esta terça-feira, Pedro Madeira Rodrigues comentou a generalidade de acusações que Bruno de Carvalho transmitiu na sua missiva de Facebook:

 

«Não foi nada que nos tenha deixado admirados. Tenho na minha equipa algumas pessoas que estiveram nas últimas eleições com Bruno de Carvalho e sabiam perfeitamente o que me esperava. Até me tinha surpreendido não ter havido até agora ainda esses ataques directos - só houve por via indirecta, emissários... - e é bom sermos agora os dois a discutir. Prefiro falar cara a cara num debate. Na questão de dizer que eu era o desestabilizador da equipa... só pode ser brincadeira. O grande desestabilizador da nossa equipa, não só esta época, mas na de Marco Silva... Lembro-me também do que aconteceu em Chaves... Tem de olhar para o espelho quando fala de desestabilizador.

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publicado às 14:00

Pedro Madeira Rodrigues em campanha

Rui Gomes, em 30.01.17

 

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Considerações de Pedro Madeira Rodrigues, durante uma visita ao Núcleo Sportinguista da Quinta do Conde:

 

- "Não nos façam de estúpidos. Não podemos dizer que temos 43 mil pessoas no estádio quando isso é algo que não é verdade".

 

- "Vamos ter um treinador melhor do que este. Lembro-me de não dormir quando Jesus disse que uma arbitragem vergonhosa tinha sido 'limpinho, limpinho'".

 

- "O Benfica é o tema número um da comunicação do Sporting. Vamos combatê-los mas falando de nós."

 

- "Vamos voltar a liderar o futebol português. Perguntam-me muitas vezes se vou aliar-me a FC Porto e Benfica. Não vamos fazer nenhuma aliança, vamos respeitá-los como adversários".

 

- "Markovic vai mesmo explodir, mas com um treinador que vai potenciar as suas qualidades e que também saiu a mal do Sporting. Quanto ao Elias, só alguém que não percebe de futebol é que voltaria a apostar nele".

 

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publicado às 04:14

 

O candidato único da Oposição à actual presidência do Sporting, Pedro Madeira Rodrigues, deu uma longa e interessante entrevista, de cerca de hora e meia, ao canal Sporting 160. Oiça o que o candidato pensa clicando na imagem acima. Sempre na frente !

 

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publicado às 10:01

Tomaz Morais apoia Pedro Madeira Rodrugues

Ricardo Leão, em 27.01.17

 

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Um enorme reforço para o candidato único da Oposição. Sempre na frente!

 

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publicado às 13:59

O Sporting está mais isolado

Naçao Valente, em 27.01.17

 

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Assisti à última entrevista de Pedro Madeira Rodrigues (PMR) à CMTV. Quer o jornalista moderador, João Ferreira, quer o jornalista comentador, José Manuel Freitas (JMF), não lhe facilitaram a vida. Já Paulo Futre esteve apenas para compor o ramalhete. Com uma ou outra hesitação, PMR, passou no teste sem deslumbrar.

 

José Manuel Freitas, numa apreciação à prestação do candidato, considerou que este precisava de ter mais “sal”. Se interpreto bem a sua formulação, referia-se a este produto como tempero e não como alimento pernicioso para a saúde. De facto, sou levado a concordar que Madeira Rodrigues precisa de ter um discurso mais empolgante. Mas por outro lado, dá para perceber, que a arte da retórica não é um dos seus melhores atributos. Contudo, tem um discurso calmo, ponderado e coerente. Pensa no que diz antes de dizer o que pensa. A boa retórica quase sempre é gémea da demagogia, e os demagogos sabem que os potenciais alvos, são facilmente convencidos pela arte do engano pelas promessas vãs. Podem ter competência para ganhar eleições, mas isso não significa que sejam bons governantes.


PMR, tanto quanto sei, tem formação na área da gestão, onde tem feito a sua carreira com elevada competência. Não terá no seu ADN, características naturais de bom orador. Pergunto: é esta uma condição "sine qua non", para exercer com proficiência a Presidência de um grande clube como o Sporting? O que é que nós queremos à frente do nosso clube? Um “fala-barato”? O presidente de uma instituição com o prestígio do Sporting, tem de ser uma personalidade que cultive a temperança, o bom senso, a coerência no pensamento e na acção, a capacidade diplomática, a inteligência racional emocional. O que os últimos anos nos mostraram foi o contrário de tudo isto. Os resultados estão à vista.


Na sua apreciação positiva, JMF considerou como pontos fortes do entrevistado a intenção de estabelecer um bom relacionamento com outras instituições, incluindo os empresários do futebol. Depois da destruição feita por esta Direcção, que desprestigiou o Sporting em várias áreas, esta não será uma tarefa fácil. O Sporting não será um clube vencedor, isolado e perdido no seu labirinto. Tem de manter ou estabelecer pontes com todas as instâncias que estão associadas ao desporto, sem prescindir da firmeza, na defesa dos interesses do clube. Como diz PMR o Sporting tem que ter influência nessas instâncias, visando melhorar o seu funcionamento, para a construção de uma actividade desportiva mais transparente.


Contudo, e apesar de ter feito alguns progressos na vertente comunicativa, o candidato PMR tem de construir uma mensagem mais acutilante. Tem de se focar em aspectos muito específicos, e que impliquem uma mudança de processos e atitudes. Tem de completar a sua equipa, valorizá-la e coloca-la no campo de “batalha”. Ninguém vence isolado. As forças que defronta são sagazes e têm o campo todo minado. Já deu para perceber que PMR se move por princípios e não por promessas irrealizáveis. Que actuará com base em atitudes racionais e não emocionais. Que quer servir o Sporting e não se servir dele. Mas não se deve deixar de cair na tentação de afirmar que consigo os títulos vão cair do céu. O futebol é uma actividade muito imprevisível. Deve prometer que vai criar as condições para que isso aconteça. Com rigor, com determinação, sem ziguezagues precipitados. Que aprenda com as boas práticas e não com os erros que estão dentro de casa.


PS: PMR é ainda o único candidato. No entanto, não podemos esquecer que, em teoria, outras candidaturas podem aparecer até ao dia 2 de Fevereiro.

 

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publicado às 11:00

Entrevista de Pedro Madeira Rodrigues

Rui Gomes, em 26.01.17

 

 

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publicado às 03:52

Paulo Fonseca é hipótese ?

Rui Gomes, em 25.01.17

 

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Depois de revelar que Jorge Jesus não será o seu treinador, caso seja eleito, o candidato Pedro Madeira Rodrigues, em entrevista à RTP3, declarou que tem três nomes em carteira para essa eventualidade.

 

Surge hoje o jornal O Jogo a sugerir que um desses nomes é Paulo Fonseca. Segundo a reportagem, o candidato à presidência do Sporting terá aproveitado o estágio que o Shakhtar Donetsk está a realizar em Portugal - o clube de momento do técnico português - para reunir pessoalmente com ele.

 

Paulo Fonseca, recorde-se, deixou o Sporting de Braga no final da passada temporada, assinando um contrato até 2018 com o Shakhtar Donestk. Também, não perdendo de vista a época de insucesso ao leme do FC Porto.

 

Não há muito tempo, os jovens treinadores mais falados em Portugal eram precisamente Paulo Fonseca e o nosso bem conhecido Marco Silva. Daí até ao momento, as suas carreiras ainda não atingiram a promessa de outrora, mas será prematuro descartar os seus futuros, nomeadamente à frente de um dos "grandes" portugueses ?

 

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publicado às 11:35

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