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Todos os Presidentes que o Sporting teve, desde o último terço do século até hoje, foram mais cedo ou mais tarde questionados. Difícil, para um Clube tão grande, que tal não acontecesse. Podemos até dizer que as duas alas fundamentais de aficionados nunca estiveram de acordo em tudo: houve quem preferisse a ruptura com Gonçalves, Cintra ou o conservadorismo de Roquette, Franco e Cunha.

 

Sejamos mais conservadores ou liberais, a verdade é que os grandes projectos que o Sporting pretendeu realizar, fosse com Rocha ou Roquette, terminaram invariavelmente condicionados com factores por vezes alheios ao Sporting: tanto na mudança política em 74, como na efeméride desportiva em 2004.Os mandatos de João Rocha e José Roquette aumentaram a dívida do Clube, de facto, mas também trouxeram algo ao Clube, como reconhecemos. Rocha desejou a dimensão do ecletismo, perdendo fulgor no futebol. Roquette focou-se na dimensão em torno do desporto Rei, mais do que nas modalidades. Ambos trouxeram títulos, ambos foram criticados. Pior, foi nunca se ter encontrado forma de melhorar o que se fez.

 

O Sporting padece de espírito alternativo a cada grande obra que se elege, porque poucas pessoas em Portugal são efectivamente vanguardistas.

 

 

Consideração, em comentário, do nosso redactor Drake Wilson, no seu post O Sporting que eu sempre sonhei.

 

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publicado às 15:50

 

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Não é que seja novidade, mas nem por isso deixa de ser menos significativo verificar-se a indiferença, irresponsabilidade até, por parte de uns quantos clubes, quando são chamados a resolver questões que afectam o todo do futebol português.

 

No Conselho de Presidentes da Liga, que decorreu esta segunda-feira e antecedeu a Assembleia Geral ainda em curso, confirma-se a supracitada negligente postura de responsáveis de clubes da I e II Ligas.

 

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Segundo o que está  ser reportado, Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa estão presentes, o Sporting fez-se representar por Guilherme Pinto, pela ausência por castigo de Bruno de Carvalho, a Académica conta com José Eduardo Simões, Arouca, Boavista, Nacional, Paços de Ferreira e Vitória de Guimarães marcaram presença com dirigentes - não é claro se são os presidentes -, enquanto que o Belenenses, Braga, Gil Vicente, Marítimo, Moreirense, Penafiel, Vitória de Setúbal, Aves, Beira-Mar, Leixões e Oriental não se fizeram representar pelos respectivos presidentes, mas sim por "representantes" que não puderam votar ou intervir nas discussões sobre a mesa, participação limitada a de observadores.

 

E assim se resolvem os assuntos de preeminente importância do futebol nacional.

 

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publicado às 16:47

As contas a três

Rui Gomes, em 23.01.14
 

 

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publicado às 04:29




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