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Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 02.11.16

 

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«Uma questão interessante e que ninguém fala (porque será?) tem a ver com o facto de ter sido o Benfica a começar as hostilidades esta época com a contratação do David Lima.

O David Lima, que é o melhor atleta nacional de 200 e 400 metros, tinha curiosamente contrato por mais um ano. Porque é que saiu? Porque lhe deram melhores condições, tão simples como isso.

Curioso que não se viu neste caso o "circo mariano" que se vê nas mudanças em sentido inverso....

A Federação tem prevista a possibilidade de contratos plurianuais (Artº 9º do Regulamento de Inscrições), e nesses casos dispensa a ficha de inscrição, mas obriga ao registo dos atletas na respectiva Associação Regional. Esse registo para ser validado obriga à assinatura dos atletas. Se eles não assinarem não há registo, é tão simples como isto. Este processo está em vigor há vários anos e não constitui novidade para ninguém.

Em caso de litígio entre as partes (clubes e atletas), as Associações remetem a decisão para a Federação, que dispõe de 15 dias úteis para tomar uma decisão. Uma coisa é certa, a Federação não dispõe de poder nem para obrigar atletas a representar um clube, qualquer que ele seja, nem para os suspender.

Em casos anteriores a regra tem passado invariavelmente por respeitar a vontade dos atletas, com uma ou outra excepção, como foi o caso há alguns anos do Arnaldo Abrantes, que foi obrigado a cumprir um ano como individual.

Dito isto, parece-me claro que existem atletas (dum lado e doutro….) que apesar da mudança de clube têm contratos válidos para esta nova época com o clube anterior.

Um contrato é um documento assinado por ambas as partes (presumivelmente) de boa fé, o que significa que eventuais cláusulas compensatórias por incumprimento contratual não deixarão certamente de ser accionadas.

E nesse sentido acho muito bem que os clubes façam valer os seus direitos, caso os tenham.

Resumindo e concluindo, as transferências, quer dum lado quer doutro, vão mesmo ocorrer, a não ser que a Federação resolva demitir-se das suas funções legais e resolva vestir “a camisola”….».

 

 

Leitor: SLOCT

 

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publicado às 12:39

 

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«É chocante o desprezo com que o Clube, independentemente de quem está à sua frente, por vezes trata as suas modalidades.

Este (basquetebol) é apenas mais um caso, a juntar à extinção do basquetebol em 82 e em 95, à do voleibol em 95, à do hóquei em patins por duas vezes, e como não estou para ir pesquisar, o melhor é meter etc....

O conceito que se instalou desde o início do chamado "projecto Roquete" relativamente às modalidades colectivas é, no mínimo, questionável. As modalidades têm que ser auto-sustentáveis? Num mundo ideal sim, no mundo real está fora de questão.

Aos investimentos não correspondem resultados? Por vezes não, mas isso tem uma solução simples, desinveste-se e ajustam-se as coisas à realidade.

Reconheço no entanto que existe um obstáculo inultrapassável a essa solução, que passa pela falta de cultura desportiva da esmagadora maioria dos sócios / adeptos, para os quais uma modalidade apenas se justifica se lutar para ganhar. Infelizmente desde há vinte anos a esta parte, os nossos presidentes / directores não apenas têm essa mentalidade, como a amplificam exponencialmente.

Também ajudava ter critério nos investimentos efectuados. Cito alguns exemplos, o futsal, o hóquei em patins, o ténis de mesa e o bilhar são modalidades bem dirigidas e com retorno desportivo. O atletismo e (principalmente) o andebol são modalidades em que os investimentos são feitos um pouco ao sabor do vento. E qual o critério para o regresso do ciclismo? É sabido que é uma modalidade com custos gigantescos, mesmo neste sistema de parceria uma época de ciclismo dificilmente fica em menos de meio milhão de euros. Qual o retorno que o clube vai ter? Pois.....

Para finalizar, não nos podemos esquecer que o custo anual de todas as modalidades colectivas do Sporting é inferior ao custo de aquisição dum "perna de pau" qualquer da equipa profissional».

 

 

Leitor: SLOCT

 

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publicado às 13:50

Debate entre leitores

Rui Gomes, em 06.07.13
 

 

 

Sergiom: «Tenho sérias dúvidas que algum clube arriscasse pegar no Bruma com uma situação contratual tão dúbia. Irá ser um processo a entrar na FIFA que se irá arrastar por algum tempo e tão cedo não será resolvido. Até porque ficarão sujeitos a pagar um preço determinado pela FIFA. Outro pontoe como muitos comentadores têm referido, qual é a pressa do advogado do jogador em reunir com o Sporting se está tão certo do que diz em relação ao contrato do jogador ?... Que a direcção do Sporting tome o caso do Bruma como exemplo e comece já a pensar em Ilori.»

 

Sloct: «Um amigo comum disse-me há já algum tempo que o Bio (Bebiano Gomes) é uma "espécie em vias de extinção", com valores humanos e morais pouco comuns nos dias de hoje. Não conheço pessoalmente o Bio, mas acredito nesse meu amigo. Quanto ao resto, é função dum advogado defender os interesses do seu cliente da melhor forma possível, muito embora reconheça, tal como o Rui muito bem diz, que todo este processo tem pontos muito, mas mesmo muito, nebulosos... .»

 

João: «Se calhar é essa a forma que o Bruno de Carvalho tem conduzido os seus negócios na sua anterior vida profissional. Pelo que consta, sem grande sucesso. Se calhar julga que também é assim que se faz neste mundo. Porque ele deve achar que os jogadores são atrasados mentais e pensa que consegue virar o Bruma se ele for a reunião.»

   

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publicado às 14:23

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 03.07.13

 

«Eu vou contra a corrente dominante. Penso que o devemos vender e já (Bruma), enquanto ele está em alta. So o Mourinho quer mesmo dar 15 milhões é de aproveitar. A questão é simples, estamos a falar dum clube que não vai estar nas competições europeias e, acima de tudo, estamos a falar dum clube que tem o condão de desvalorizar os seus jogadores, por isso, entre vender já enquanto a cotação está mesmo em alta, ou renovar por uma pipa de massa para o vender por um valor bem mais baixo dentro de um ou dois anos, a minha opção será sempre a primeira.

E sempre com uma salvaguarda bem grande (indemnização) no caso dum eventual regresso a Portugal.»

 

* Leitor: Sloct

 

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publicado às 11:02

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 30.03.13

 

«Eu não vendia por menos de 20 milhões (Rui Patrício), mas isso sou eu que não percebo nada destas coisas, porque com a nossa triste realidade o mais provável é vender-se mesmo por 10. Não acredito na apregoada dureza negocial do presidente. Essas coisas não se apregoam, fazem-se. Estarei cá para engolir as palavras, se tal for necessário.»

 

Leitor: Sloct

 

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publicado às 05:47

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