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Quando se dá ouvidos a um papagaio...

Ricardo Leão, em 18.01.17

 

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"O Sporting vai no bom caminho.."

 

Eduardo Barroso, ex-presidente da AG do Sporting e co-autor do golpe de Estado interno de 2013, esta manhã no Fórum TSF.

 

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publicado às 10:19

 

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Como seria de esperar, honrando a frase "quem com ferros mata com ferros morre", a blogosfera brunista, mesmo a assalariada, não foi de poucas medidas. Agora quer a cabeça do chefe. Para nós, infelizmente o dizemos, esta situação não é novidade já que, como é sabido, alertamos para a mesma quase há 4 anos.

 

Não se esperaria pois, por desnecessidade, que fossemos os primeiros a exigir a demissão antecipada de Azevedo de Carvalho e, naturalmente, a sua não recandidatura, pelo facto do projecto(???) que apresentou e para o qual gastou milhões de euros que nos pertencem, estar falido.

 

Outros, contudo, habituais defensores de Azevedo, foram rápidos a exigir o óbvio. Senão vejamos um exemplo que resume o estado de espírito da nação leonina:

 

"Bruno de Carvalho é o principal responsável ponto final!

 

- Agora a cereja no topo de bolo era este ridículo presidente despedir cobardemente Jorge Jesus e pagar uma indemnização choruda e assim salva a pele, vergonha esta época, deu total poder a Jorge Jesus no Sporting e quem se está a rir é o Orelhas que o despediu e continua a ganhar e não falem em arbitragens e que não sou sócio e que não posso opinar!

 

Quando saiu Marco Silva quem devia ter saido era Bruno de Carvalho!

 

Mais a frio amanhã falaremos sobre esta vergonha!"

 

Mas, para que melhor se perceba o tipo de "cultura de clube" que o triste consulado de Bruno trouxe ao Sporting, nada como citar um comentador habitual deste espaço que, em meia dúzia de palavras, tantas quantas a sua escassa capacidade intelectual o permite, resumiu, na tasca que habitualmente o acolhe, o estado de espírito destes "sportinguistas":

 

"(...) o problema vosso mesmo hipoteticamente vocês abustres ganharem as eleições não vão ter paz. Porque aqui os camaradas não vos querem lá, vão ser minados diariamente . Querem guerra vão tela e da grossa" (Fight for your right)

 

Está apresentado o que espera Pedro Madeira Rodrigues e o enorme trabalho que terá em reerguer um clube completamente perdido numa "cultura" clubística lampiónica, que nunca foi a sua, mas que Azevedo de Carvalho fomentou diariamente.

 

Pobre Sporting.

 

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publicado às 07:29

O princípio de Peter

Naçao Valente, em 17.01.17

 

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Na Idade Média, Galileu, para não ser condenado, disse perante um tribunal da Igreja Católica o contrário do que vinha defendendo sobre o movimento da Terra no Sistema Solar. Enquanto prestava testemunho, abjurando das suas ideias, disse em surdina para quem o ouviu “e no entanto ela se move”.


O que aconteceu com os dois capitães da equipa do Sporting, depois da discussão no balneário após o jogo com o Chaves, foi uma cena triste. Ver Adrien e William, dois grandes profissionais, aparecer com cara de enterro a debitar um breve discurso preparado, mostra o estado a que chegou o nosso Sporting. Compreendo perfeitamente a situação dos atletas, empregados do clube, e que como tal, a pedido, tentaram deitar água na fervura para apaziguar um caso que prejudica o bom nome do Sporting. É certo que ao fazerem o esclarecimento, acabam também por salvar a pele do presidente que terá , mais uma vez, praticado um acto irreflectido e indigno de um presidente de uma grande instituição.


Não tenho fontes fidedignas nem 'infidedignas' sobre o que em concreto se passou, Mas sou levado a acreditar em pessoas que merecem credibilidade. Se a atitude do presidente Carvalho foi aquela que é relatada, desabrida e insultuosa, o que não me admira, porque já é recorrente, ainda não aprendeu nada com os erros que tem cometido.Mas há uma justificação: quando os resultados são favoráveis assume-os dando voltas olímpicas; quando são desfavoráveis sacode a água do capote e chuta a responsabilidade para os outros.Ora aí está, nunca comete erros. A utilização dos jogadores com o intuito de darem uma versão soft do que aconteceu para a opinião pública, a ser fomentada pela Direcção, revela também uma situação de indignidade.


O nosso presidente nunca saiu da pele de um chefe de claque. Continua a actuar a esse nível. Como comandante de pessoas usa a estratégia de atacar as suas próprias tropas. Em vez de unir desune. Em vez de moralizar desmoraliza. Actua por impulsos emocionais e não com racionalidade. Por este caminho perdeu muitas batalhas e vai perder muitas mais. No fundo, quem as perde é a colectividade que dirige. O que é preciso mais para perceber que não tem perfil , nem competência, para as funções que desempenha.

 

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publicado às 12:00

A brigada do reumático

Naçao Valente, em 14.01.17

 

Convém fazer um ponto prévio. Qualquer pessoa é livre de se assumir como apoiante de candidaturas à presidência do Sporting. É uma assunção de livre arbítrio. Nem podia ser de outra forma. Era o que mais faltava.


Vem esta clarificação a propósito da badalada comissão de honra da candidatura de Bruno Miguel de Azevedo Gaspar de Carvalho. Até à apresentação do candidato Pedro Madeira Rodrigues, a candidatura do actual presidente mantinha-se em banho maria. Estou convicto que tinham esperança que não aparecesse opositor e que a reeleição seria um passeio apoteótico. Infere-se que o facto de ter aparecido um candidato fez tocar todas as campainhas do lado do situacionismo, na feliz expressão de Leão Zargo. Logo a candidatura da evolução na continuidade, saiu da bruma e assumiu-se com todo o seu potencial.

 

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A apresentação de uma comissão de honra faz-me lembrar, salvaguardadas as devidas distâncias de contexto e de circunstância, uma situação que aconteceu em 1974 quando os generais Spínola e Costa Gomes se afastaram de Marcelo Caetano. Surgiu então um grupo de altas patentes militares que foram prestar vassalagem ao Presidente do Conselho. Esse grupo de fiéis ficou na época conhecido como “a brigada do reumático”.


As primeiras cinquenta sombras da imagem presidencial, vieram à luz do dia logo após o anúncio da sua candidatura. E a sombra foi alastrando para obscurecer qualquer luz da oposição. Olhando para as sombras não se percebe qual o critério para a sua constituição, de tal modo que já alguém lhe chamou, uma espécie de albergue espanhol. Há ali de tudo: brunistas convictos do milagre financeiro; contestatários reconvertidos à situação; putativos candidatos em pirueta arriscada, comentadores engajados e comprometidos. Lembro-me dessa eminência parda, José Maria Ricciardi, abono de vida do Presidente, de Dias Ferreira rendido à truculência presidencial, de Vasco Lourenço crítico amnésico, e do “yes men”doutor Barroso ,entre outros.


Há quem diga que este beija-mão foi ,nalguns casos, assumido por voluntarismo obrigatório. Uns porque gostam, alguns porque têm que gostar, outros porque sim. Seja como for, todos se aliam ao propalado carro vencedor. Se vão ou não receber louros logo se verá.


Com mais ou menos artritismo, físico ou mental, o facto é que o situacionismo tem que ir a jogo, com pelo menos um candidato (veremos se aparecem mais) e denota algum nervosismo. Como só gosto de fazer prognósticos depois do jogo, espero pelas propostas que surgirem e pela sua consistência. Depois os votantes decidirão, bem ou mal. E nessa decisão, boa ou má, estará o futuro do Sporting.

 

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publicado às 04:46

Bacelar Gouveia "bate com a porta"

Ricardo Leão, em 11.01.17

 

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Eis a última saída da equipa de Azevedo de Carvalho. Jorge Bacelar Gouveia, presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar, abandona as funções e não se recandidata. Junta-se a outros ex-brunistas como Rui Morgado, Vitor Ferreira e Artur Torres Campos, entre outros.

 

No seu mural do Facebook faz os habituais elogios e agradecimentos de circunstância mas sabe-se que, por detrás dos públicos elogios, existiram sempre enormes divergências com Azevedo de Carvalho que levaram Bacelar Gouveia a avisar da sua intenção de não se recandidatar.

 

No mural de Bacelar Gouveia pode ler-se "Amanhã presidirei à última reunião do Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD) do Sporting Clube de Portugal deste mandato do quadriénio 2013-2017, não sendo candidato a qualquer órgão social do Clube nas eleições agendadas para 4 de março de 2017."

 

É mais uma baixa de peso na equipa de Bruno, crescentemente isolado e em ruptura com aquele que foi, em tempos, o seu núcleo duro.

 

Porque será? 

 

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publicado às 12:33

Chega de sermos gozados !

Ricardo Leão, em 05.01.17

 

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Saia quem tem de saír. Por mim sai Jesus. Mas Bruno pode ir por arrasto.

Algum Sportinguista aguenta mais tempo assim? Basta!

 

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publicado às 09:29

 

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...Infelizmente o Sporting sem projecto.

...Infelizmente o Sporting das derrotas.

...Infelizmente o Sporting gastador de milhões.

...Infelizmente o Sporting sem rumo.

...Infelizmente o Sporting sem títulos.

 

O que esperam os Sportinguistas para começar a mudar as coisas já nas eleições ?

 

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publicado às 09:00

A solidão do poder

Naçao Valente, em 03.01.17

 

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O presidente do Sporting faz-me lembrar o Coronel Buendía, uma personagem de um livro de Gabriel Garcia Márquez, Cem Anos de Solidão. O autor diz da personagem “promoveu trinta e duas revoluções armadas e perdeu todas”.

 

Bruno de Carvalho, da sua natureza, trouxe para o Sporting, não a paz mas guerra. Não sei quantas batalhas iniciou, mas tem muitas perdidas e outras em vias de as perder. De tal modo que ofuscaram uma ou outra vitória que tenha conseguido. Salientem-se as guerras inúteis e desnecessários com o passado, as lutas absurdas com os fundos, os conflitos com sócios ou adeptos, as demandas esotéricas com adversários, a cruzada das cores, do verde contra o encarnado, a errada estratégia desportiva. Casos e mais casos, derrotas e mais derrotas. Não admira que agora apareça cansado e peça a ajuda de tudo o que vier à rede no mundo sportinguista.


O presidente e agora candidato, assumiu publicamente, numa entrevista a um jornal, uma outra personagem da literatura: D. Quixote de La Mancha. Disse ele que estava cansado de representar o papel da personagem de Cervantes, e de tanto lutar sozinho, contra os moinhos da sua imaginação. E vem pedir, ou quase exigir, a ajuda de outros sportinguistas pois está farto da tarefa quixotesca. Logo se levantou uma horda de guerreiros em seu auxílio. Pelo que consta, mais de cem e de todos os quadrantes. Nem os ditos croquetes, tão amaldiçoados deixaram de responder à chamada. E até um putativo candidato de espinha extra flexível deu um passo em frente.

 
Há, no entanto, uma personagem real que se adequa à sua atitude: chama-se Oliveira Salazar. Não que exerça o poder autocrático, porque os tempos mudaram, mas porque lhe copia alguns tiques de superioridade e alguma hipocrisia. O antigo Presidente do Conselho, numa das comemorações do 28 de Maio, disse que era hora de se retirar, mas que olhando à sua volta não encontrava alguém para continuar a sua obra . Aplausos. Bruno de Carvalho numa encenação mais subtil fez o mesmo número. O cargo que ocupa é muito desgastante, no entanto sacrifica-se pela causa. Fazer o quê, quando olha à sua volta e só vê mediocridade.


Salazar só saiu depois de cair da cadeira. Ainda o mantiveram semivivo durante algum tempo como o chefe virtual, tal como o grande agrário Diogo Relvas, do romance Barranco de Cegos de Alves Redol, que sentado numa torre, embalsamado, mantinha o respeito dos servos, cegos conduzidos por um cego. Vieram outros governantes e o país sobreviveu e está melhor, o que significa que não há insubstituíveis.


Bruno de Carvalho apresenta-se agora, como o bom da fita. Que candura! Faz-me lembrar o filme de Sérgio Leone, o Bom, o Mau e o Vilão. Sendo ele o bom, qualquer adversário tem de fazer outro papel. Madeira Rodrigues já está etiquetado. Além de ser mau, é fraco e já está derrotado. Dizem os seus homens de mão. Não parece ser essa a posição do herói. A arregimentação de tropas no exército “inimigo” indicia que está com medo? Estaremos perante um herói medroso? Que ironia! Ou teremos um general perdido no seu labirinto da solidão do poder? E se aparecer também um vilão? Ou apesar de ter o melhor armamento, a brigada ligeira e a artilharia pesada, sabe que numa guerra não há vencedores antecipados e só perde quem desiste de lutar? Entre muitos exemplos lembro-me de Aljubarrota.

 

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publicado às 16:15

 

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Todos os Presidentes que o Sporting teve, desde o último terço do século até hoje, foram mais cedo ou mais tarde questionados. Difícil, para um Clube tão grande, que tal não acontecesse. Podemos até dizer que as duas alas fundamentais de aficionados nunca estiveram de acordo em tudo: houve quem preferisse a ruptura com Gonçalves, Cintra ou o conservadorismo de Roquette, Franco e Cunha.

 

Sejamos mais conservadores ou liberais, a verdade é que os grandes projectos que o Sporting pretendeu realizar, fosse com Rocha ou Roquette, terminaram invariavelmente condicionados com factores por vezes alheios ao Sporting: tanto na mudança política em 74, como na efeméride desportiva em 2004.Os mandatos de João Rocha e José Roquette aumentaram a dívida do Clube, de facto, mas também trouxeram algo ao Clube, como reconhecemos. Rocha desejou a dimensão do ecletismo, perdendo fulgor no futebol. Roquette focou-se na dimensão em torno do desporto Rei, mais do que nas modalidades. Ambos trouxeram títulos, ambos foram criticados. Pior, foi nunca se ter encontrado forma de melhorar o que se fez.

 

O Sporting padece de espírito alternativo a cada grande obra que se elege, porque poucas pessoas em Portugal são efectivamente vanguardistas.

 

 

Consideração, em comentário, do nosso redactor Drake Wilson, no seu post O Sporting que eu sempre sonhei.

 

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publicado às 15:50

Tão perto e tão longe...

Ricardo Leão, em 28.12.16

 

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A foto é elucidativa. A expressão corporal e, sobretudo, a cara, dizem tudo. Um misto de sobranceria, arrogância e altivez. Para quem se diz próximo dos adeptos, os olhos no além não mentem. Pertíssimo dos adeptos, longíssimo dos mesmos, transformados estes, hoje como no passado, em meros instrumentos de manutenção no poder. Custe o que custar.

 

Eis a postura clássica de Bruno Azevedo de Carvalho.

 

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publicado às 13:07

 

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É já amanhã que Pedro Madeira Rodrigues apresenta a sua candidatura à presidência do Sporting. O gestor faz o anúncio da sua candidatura em Lisboa, perto do estádio José Alvalade, no Hotel Radisson Blu, às 18h00, desta terça-feira.

Pedro Madeira Rodrigues, de 45 anos, recebeu já o apoio de diversas figuras do universo leonino como Vítor Ferreira, Rui Morgado, Rui Vinhas da Silva, José Vieira Sampaio, Ricardo Pina Cabral, Luís Rasquete, Nuno Fernandes Thomaz e Tomás Froes. Também Pedro Baltazar e Abrantes Mendes poderão engrossar a lista de apoiantes.

 

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publicado às 11:57

O Natal não é generoso

Rui Gomes, em 23.12.16

 

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publicado às 11:17

A última ceia

Ricardo Leão, em 21.12.16

 

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 Ou a interpretação da linguagem corporal dos jogadores

 

 

1 – Bruno Azevedo de Carvalho “oferece” a mão para cumprimentar Rúben Semedo, mostrando disponibilidade e abertura evidenciada por uma palma da mão aberta e exposta.

 

2 - O jogador lança um olhar de superioridade, com algum desdém, não estabelecendo qualquer contacto ocular ao cumprimentar Azevedo de Carvalho, o que denota algum afastamento do acto ou da pessoa.

 

3 - A falta de compromisso também é notória na fraca tensão que coloca na mão na altura do cumprimento.

 

4 – Adrien Silva parece corroborar do mesmo estado emocional de Rúben Semedo, com um olhar de superioridade, cabeça puxada para trás denotando afastamento sobre o acontecimento.

 

5 – Mantém os braços cruzados o que pode significar pouca abertura ou disponibilidade para o contacto com Azevedo de Carvalho.

 

6 – William Carvalho não foge ao ambiente vivido naquela mesa com a presença de Azevedo de Carvalho, um olhar indirecto acontece quando não nos vinculamos à pessoa, acompanhado por uma testa franzida, muito característica de emoções negativa ou de maior tensão.

 

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publicado às 11:00

 

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É já na próxima terça-feira que Pedro Madeira Rodrigues apresenta a sua lista de candidatura à Presidência do Sporting. O gestor procura agora congregar mais apoios até à data da oficialização da lista.

 

Ex-atleta das camadas jovens do Sporting, e sócio desde 1981, com 45 anos, casado, com cinco filhos, Pedro Madeira Rodrigues é licenciado em Gestão pela Universidade Técnica de Lisboa, com um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e um PLD pela Harvard Business School e foi o autor do Musical Sporting (1906 - O Nosso Grande Amor).

 

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publicado às 04:42

 

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publicado às 16:30

 

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O jornal "O Jogo" noticia hoje na sua edição online, de fonte fidedigna, a candidatura à presidência do Sporting do ex-atleta, sportinguista desde sempre, sócio de longa data, com 45 anos, casado, com cinco filhos, Pedro Madeira Rodrigues, que desempenha actualmente o cargo de secretário-geral da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.

 

Licenciado em Gestão pela Universidade Técnica de Lisboa, com um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e um PLD pela Harvard Business School, Madeira Rodrigues tem um curriculum que fala por si. Competência, juventude e experiência mescladas.

 

Foi, ainda, autor do Musical Sporting (1906 - O Nosso Grande Amor), que esteve em cena no Teatro Tivoli, em Lisboa, entre os dias 25 e 29 de Janeiro de 2012.

 

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 Jogou nas camadas jovens do Sporting

 

Um grande candidato à presidência do Sporting e que apresentará ainda esta semana as linhas mestras de um programa ganhador para o futuro.

 

Terá o meu apoio.

 

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publicado às 15:20

 

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A alternativa já vem sendo equacionada há vários meses por diversos sectores do Sporting, e está encontrada, sendo que o seu anúncio será feito em breve. Azevedo de Carvalho vai, finalmente, ver o rosto dos seus opositores como desde há meses procura, com visível desespero.

 

O Sporting terá, em suma, uma figura candidata à presidência que será capaz de unir os Sportinguistas que Bruno, sistematicamente, soube afastar. 

 

Bruno terá adversário em Março. Para o Sporting será uma oportunidade única de se reencontrar depois de um consulado desastroso a todos os níveis, com milhões de euros deitados para o lixo e ausência absoluta de resultados desportivos no futebol.

 

A alternativa é bem-vinda! A esperança renasce! 

 

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publicado às 05:17

 

 

(Gráfico: CARLINHA)

 

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publicado às 05:00

 

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Em sete participações no actual formato da Liga dos Campeões, só por uma vez o Sporting fez pior que nesta temporada. Foi na época de 2000/01, quando fez apenas dois pontos, fruto de empates com o Real Madrid (2-2) e Bayer Leverkusen (0-0). De resto, nas outras participações, o Sporting conseguiu sempre mais pontos que os três conquistados esta época.

 

1997 / 98 - 7 pontos (2V 1E 3D)

2000 / 01 - 2 pontos ( 0V 2E 4D)

2006 / 07 - 5 pontos (1V 2E 3D)

2007 / 08 - 7 pontos (2V 1E 3D)

2008 / 09 - 12 pontos (4V 0E 2D)

2014 / 15 - 7 pontos (2V 1E 3D)

2016 / 17 - 3 pontos (1V 0E 5D)

 

Perdoem-me o sarcasmo, mas para o melhor treinador do Planeta e arredores, como alguns gostam de o pintar - pago a peso de ouro - é um "galhardete" deveras conspícuo, pela negativa.

 

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publicado às 04:26

Rui Morgado é mestre

Ricardo Leão, em 07.12.16

 

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Rui Morgado, o jurista e advogado que foi vice-presidente da Assembleia Geral da SAD do Sporting durante o mandato de Azevedo de Carvalho, funções estas de que se demitiu em Outubro de 2015, depois de um desentendimento final com o ainda presidente do clube, realizou esta semana no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, as suas provas públicas do Mestrado em Direito das Empresas, especialização de Direito do Trabalho, com uma tese subordinada à temática da "Mediação Laboral Desportiva: Por um novo paradigma na resolução de litígios emergentes do contrato de trabalho dos profissionais de futebol", com a elevada classificação de 17 valores.

Orientado pelo Professor António Monteiro Fernandes, a prova de dissertação teve como arguente o advogado e especialista em matérias de direito do desporto João Correia.

 

Ao novo mestre apresentamos os nossos parabéns.

 

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publicado às 09:33




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