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A Sporting SAD revelou esta quinta-feira, em comunicado enviado à CMVM, o acordo com o Leicester City FC sobre a transferência de Adrien Silva, acordo esse que poderá render até 29,5 milhões de euros aos cofres leoninos.

 

Salvo sobre as condições de venda, os valores, na sua totalidade máxima, correspondem à informação que tem circulado, nomeadamente em Inglaterra.

 

Fica também claro que a transferência está definitivamente concluída e que o problema relacionado com a inscrição na Premier League não terá impacte algum no negócio entre os dois clubes.

 

C O M U N I C A D O

 

"A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD vem, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 248º, nº1 al. a) do Código dos Valores Mobiliários, em aditamento ao comunicado de 1 de Setembro de 2017, informar o mercado nos seguintes termos:

 

1. A cedência, a título definitivo, ao Leicester City Football Club dos direitos desportivos e económicos do jogador profissional de futebol ADRIEN SILVA, permitiu à Sociedade um encaixe global de até 29.500.000 (vinte e nove milhões e quinhentos mil euros), o qual se decompõe da forma abaixo indicada, tendo a Sociedade garantido o direito a 15% de mais valia futura:

 

(i) montante fixo de € 20.000.000 (vinte milhões de euros);

(ii) montante de cerca de € 4.500.000 (quatro milhões e quinhentos mil euros), correspondentes à renúncia de direitos de crédito, decorrentes da intermediação na celebração do contrato de trabalho celebrado em 8 de Fevereiro de 2016, bem como da futura transferência do jogador, que se encontravam registados como passivos e passivos contingentes;

(iii) montante variável de até € 5.000.000,00 (cinco milhões de euros), em função de objectivos relacionados com a performance individual do Jogador e da própria equipa;

 

2. Face às notícias recentes, mais se informa e esclarece que a cedência definitiva dos direitos desportivos e económicos do jogador profissional de futebol ADRIEN SILVA a favor do Leicester FC se encontra concluída.

 

3. Finalmente, importa clarificar também que o atraso da inscrição do jogador a favor do Leicester FC não terá impacto nas condições financeiras acima descritas, com excepção de uma dilação no tempo dos recebimentos decorrentes do montante variável associado à performance do jogador.

 

Lisboa, 7 de Setembro de 2017

O Representante das Relações com o Mercado"

 

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publicado às 20:04

A diferença é de 374 milhões

Rui Gomes, em 24.06.17

 

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A equipa de Portugal na Taça das Confederações é 25 vezes mais valiosa do que o conjunto da Nova Zelândia. Os jogadores lusos estão avaliados em 390 milhões de euros e os da Confederação Oceânica em 15,75 milhões.

 

Os dados são estimativas do site Transfermarkt e mostram a diferença abismal de mais de 374 milhões no valor das equipas que se defrontam este sábado em São Petersburgo. Ronaldo é o jogador mais valioso da competição, com uma quotação superior a 100 milhões de euros, e vale cerca de seis vezes mais do que o plantel dos neozelandeses.

 

De resto, a campeã da Oceânica é a menos valorizada das oito em prova na Rússia, e Portugal surge no segundo lugar atrás da Alemanha (410 milhões). CR7 é de longe o jogador mais caro na competição e Bernardo Silva é o segundo mais valioso da Selecção Nacional (40 milhões de euros), seguido por André Silva que foi recentemente transferido por 38 milhões. Segue William Carvalho, que tem um valor de mercado de 30 milhões de euros.

 

O jogador com menos cotação de Portugal é Bruno Alves, avaliado em 800 mil euros. O elemento mais valioso da Nova Zelândia é o capitão Chris Wood, activo do Leeds United, que vale 6 milhões de euros. No extremo oposto, o avançado Monty Petterson está avaliado em 50 mil euros.

 

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publicado às 11:31

 

Hermínio Loureiro, vice-presidente da FPF, revelou que foram distribuídos 4,5 milhões pelos clubes na edição deste ano da Taça de Portugal, valor que constitui um recorde na competição.

 

O responsável da Federação Portuguesa de Futebol sublinhou que houve um reforço de um milhão de euros no valor dos prémios e que a alteração dos regulamentos permitiu aumentar o número de "jogos das equipas não profissionais".

 

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"Houve uma distribuição de 4,5 milhões de euros para os clubes e um reforço de um milhão de euros (em relação ao ano passado), que é o maior valor de sempre distribuído", referiu durante o evento de apresentação da final da Taça de Portugal, que decorreu esta terça-feira na Cidade do Futebol.

 

Em relação à distribuição do 'bolo' pelos clubes, o dirigente revelou que perto "de 40%" reverte a favor dos clubes "não profissionais", quando em 2012/2013 essa percentagem era de cerca de "14%".

 

Hermínio Loureiro destacou ainda o aumento do número das equipas não profissionais na prova.

 

"77,4 % de clubes que estiveram na prova que não são profissionais. Na 5ª eliminatória, 25% dos clubes eram do Campeonato de Portugal".

 

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publicado às 04:20

 

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publicado às 04:58

 

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As tabelas foram publicadas pelo jornal Record, esta quinta-feira, embora sem qualquer explicação sobre os critérios que precipitaram os valores indicados, que, na minha opinião, são muito especulativos e subjectivos.

 

Apenas no que diz respeito aos atletas do Sporting, diria que duvido que haja muito interesse no mercado por William Carvalho nesta altura. Consequentemente, o seu valor é imprevisível. Slimani, como indiquei num outro post, valerá mais do que os indicados 13 milhões de euros. Pelo menos, não o venderia por isso. Adrien Silva também valerá um pouco mais, mas não está longe da marca. Fredy Montero tem pouco se algum mercado na Europa, por conseguinte, 11 milhões de euros é um valor extremamente exagerado. Haverá interesse nele na MLS, mas não por esses números.

 

Por fim, temos André Carrillo. Como é possível atribuir este ou qualquer outro valor a um jogador que está livre para assinar a custo zero ?... Admite-se que se surgir um emblema em Janeiro muito interessado em se antecipar à concorrência, poderá avançar com números interessantes, mas 12 milhões de euros é bastante elevado. De qualquer modo, parece-me lógico que o Sporting venha a aceitar qualquer proposta nesta altura, porque sempre rceberá algum. A alternativa é não receber um único euro em Junho.

 

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publicado às 16:14

Os valores das transferências

Rui Gomes, em 13.07.13

 

Os valores das transferências de Stijn Schaars e Santiago Arias não foram revelados pelos dois clubes, por conseguinte, o cenário que aqui se apresenta é baseado numa computação de cálculo.

 

Partindo do principio de que o que foi noticiado na Holanda é correcto, os jogadores foram vendidos em pacote por 1,600 milhões de euros. Para os efeitos deste meu cálculo, atribuo 600 mil a Schaars e um milhão a Arias.

 

a) Schaars: Baseado no comunicado que o Sporting enviou à CMVM em Outubro de 2011, o jogador custou 1,350 milhões por 100 por cento do seu passe. Pelo RC do Sporting em 31 de Dezembro de 2012, o clube detinha 37,5 por cento do seu passe que, dos acima referidos 600 mil euros corresponde a 225 mil euros.  É sabido que 37,5 por cento foi alienado ao fundo "Quality Football Ireland Limited", mas a verba não foi revelada. Os restantes 25 por cento seriam da pertença do "Sporting Portugal Fund" ou da "Holdimo" que, entretanto, após a reestruturação financeira, poderão ou não terem sido recuperados pelo Sporting.

 

Um aspecto do contrato penso que identifico correctamente: a sua compra ao AZ Alkmaar foi por 850 mil euros e 500 mil euros correspondem ao prémio de assinatura faseado em pagamentos ao longo dos seus três anos de contrato. As dificuldades que foram referidas nas negociações entre o jogador e o Sporting, referem-se ao balanço do prémio de assinatura que era para ser pago ao longo da época de 2013/14, do qual o jogador não esteve/estava disposto a abdicar.

 

b) Arias: Baseado no acima referido comunicado à CMVM, o jogador custou 920 mil euros (clube não é revelado) por 50 por cento do seu passe. Pelo mesmo RC, o Sporting detinha 46 por cento do seu passe que, dos acima referidos um milhão de euros corresponde a 460 mil euros. É sabido que 4 por cento foi vendido ao "Sporting Portugal Fund" por 100 mil euros que, após a reestruturação financeira, poderão ou não terem sido recuperados.

 

E, salvo o Sporting esclarecer a contenda - algo pouco ou nada expectável - estas são as contas possíveis. De qualquer modo, mesmo existindo algumas diferenças, é por demais evidente, como já aqui indiquei, que este negócio com o PSV teve como objectivo único reduzir o número de activos no plantel e baixar a folha salarial, por muito difícil que seja compreender a transferência de Arias, pela sua juventude, potencial, um salário que não deveria ser elevado e, após a cedência de Miguel Lopes ao Lyon, Cédric Soares ficar como o único lateral direito na equipa principal.

 

Nota: Para eliminar rumores sem fundamento, informa-se que o salário de Santiago Arias era 300 mil euros brutos ao ano, ou seja 25 mil mensal.

 

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publicado às 23:26

Deloitte - os valores do futebol

Rui Gomes, em 28.06.13

 

Deparei com um estudo muito interessante da consultoria "Deloitte" relativamente à indústria futebol na época de 2011/12. As conclusões apuradas quanto aos valores da indústria na Europa, em geral, e em Portugal, em particular - com significado colateral quanto ao Sporting - servem para desmistificar a irrelevância de conceitos do futebol de outrora no enquadramento moderno.

 

Começando pelo panorama nacional, o estudo aponta Portugal como o nono da Europa no que às receitas diz respeito, com os clubes da Liga a facturarem 298 milhões de euros, uma média de 16 milhões por cada um dos 16 clubes. Uma estatística muito ilusória, porque deste valor verifica-se que 204,2 milhões são da pertença dos três grandes: o Benfica lidera com 91,2 milhões, seguido pelo FC Porto com 72,2 milhões e, como era de esperar, o Sporting no terceiro lugar do pódio com somente 40,8 milhões, menos de metade do Benfica e 30 milhões abaixo do clube do Norte. Surge uma outra estatística muito relevante e reveladora, especialmente ao que ao Sporting concerne: somente 58 por cento das receitas dos clubes nacionais são gastas a pagar salários, uma das médias mais baixas da Europa. A maior fatia das receitas - 38 por cento/112 milhões - relacionam-se com proveitos comerciais - 25 por cento/75 milhões - com transmissões televisivas - 21 por cento/62 milhões - com patrocínios e publicidade e - 16 por cento/49 milhões - com receitas de bilheteira.

 

Especialmente quando comparado com outras ligas, o estudo aparenta confirmar os argumentos de muitos: primeiro, que os salários não são a causa principal do saldo negativo das SAD, e que o "segredo" do sucesso centra-se em investimento na equipa principal, não desinvestimento nem poupança. Isto não anula a imperativa necessidade de uma boa gestão que, por inerência, implica o redução de desperdícios em todos os sectores de uma SAD. Consequentemente, a insistência de que poupança, só por si, é insuficiente, e que para aumentar as receitas tem de se forçosamente aumentar o investimento. Neste contexto, nenhum dos dois exemplos que se verificam no Sporting representam a solução desejada: o actual desinvestimento e poupança e o superior investimento sustentado por uma péssima gestão dos últimos dois anos. Perante isto, é por de mais evidente que o sucesso reside no equilíbrio entre os extremos, mas será impossível ao Sporting aproximar-se dos valores dos dois rivais, sem apostar na maior competitividade do seu futebol profissional, que não será atingível sem investimento significativo. Mesmo que resultados moderados sejam concretizados com uma equipa de baixo investimento, os factores que movem a indústria e o mercado requerem muitíssimo mais.

 

Sem surpresa alguma, a liga de topo da Europa - e do Mundo - é a "English Premier League" com 2,9 mil milhões de euros de receitas, seguida pela "Bundesliga" com 1,8 mil milhões, "La Liga" com 1,7 mil milhões, "Série A" com 1,5 mil milhões e a encerrar o top 5, "Ligue 1" com 1,1 mil milhões. Tanto a Rússia, Turquia e a Holanda superam Portugal. A Ucrânia ocupa o 10.º lugar com 283 milhões de euros.  

   

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publicado às 08:16

Em antecipação da transferência...

Rui Gomes, em 28.01.13

 

Pelos movimentos do Sporting durante o mercado de janeiro, pelas recém-palavras de Jesualdo Ferreira e por outros factores relevantes, cada vez mais se sente que a saída de Ricky van Wolfswinkel de Alvalade é iminente e inevitável. Seja o Norwich, o Newcastle ou qualquer outro, desde que a proposta supere os 10 milhões de euros, a transferência será concretizada.

Por qualquer vertente que se analise o caso, será uma perda para o Sporting. Desportivamente, pela sua evidente mais-valia e por ser o único jogador no actual plantel com a capacidade para marcar golos, com alguma regularidade. Financeiramente, pela sua margem para progressão e valorização e pelo modesto retorno no presente, considerando as percentagens inerentes aos seus direitos económicos. Actualmente, o Sporting só tem investidos 1,562,500 milhões de euros no jogador, mas também só possui 35% do seu passe. Apenas para efeitos comparativos, digamos que a venda é negociada por 10 milhões de euros: 35% equivale a 3,5 milhões, subtraindo o balanço do investimento, o Sporting fará uma receita líquida de 1,937,500 milhões. Uma verba insignificante no final das contas. Mesmo assumindo um cenário mais optimista, com uma venda por 13 milhões de euros, a receita líquida do Sporting será 2,987,500 milhões de euros, ainda insignificante, em contexto, salvo para um clube no limite do desespero financeiro. E, se assim for, ultrapassa a minha imaginação quem é que surgirá em novo acto eleitoral com a capacidade para dar resolução a este grave estado das coisas, admitindo, ainda, que o actual Conselho Directivo também não conseguirá rumar o «barco» ao porto mais desejado.

 

 

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publicado às 03:01

Tanto alarido, só porque sim

Rui Gomes, em 26.01.13

Fazendo uma passagem pelas caixas de comentários dos sítios noticiosos - um autêntico horror intelectual - e pelos espaços da blogosfera, verifica-se tanto alarido por tão pouco, relativamente à transferência de Emiliano Insúa para o Atlético de Madrid. Algum deste alarido deve-se ao compreensível querer saber por sportinguistas interessados, algum outro a mera curiosidade e muito mais na esperança de informação à conveniência para criticar ainda mais esta Direcção do Sporting. Sim, porque tudo serve para o efeito, especialmente para os da oposição que andam em campanha incessante, pela sua obcecação em entregar o poder ao «messias», tudo em nome do «amor» ao Sporting.

 

Os valores do acima referido negócio já foram aqui publicados há algumas horas atrás e entretanto confirmados por outra via. Estão disponíveis para quem os quiser procurar, mas não aparecem em forma de comunicado oficial. O Atlético de Madrid não publicou os valores e o Sporting também não os irá publicar. Compreende-se, em parte, o «direito» do sócio ser informado mas, ao informar o sócio, também resulta em «despir-se» perante o Mundo, e isso raramente beneficia o Clube. Até parece que o Sporting é o único a optar por esta estratégia. Todos o fazem - dentro e fora de Portugal - à conveniência.

 

Já verifiquei o artigo no Correio da Manhã, sobre esta temática, e posso garantir que está errado. Aliás, é uma disposição frequentemente encontrada neste periódico no que ao Sporting concerne. Há dois dias até vinha a insistir em um empresário do jogador que não o seu irmão, Maximiliano Insúa. Por vezes, mesmo sem acesso à verificação absoluta de qualquer informação, torna-se imprescendível considerar a credibilidade do mensageiro.

 

Tudo é possível, evidentemente, mas não antecipo comunicado do Sporting à CMVM, pelos específicos da transação que, por lei, não exigem esse comunicado. Como qualquer clube, só é divulgada a informação absolutamente necessária. Reitero o que já indiquei tantas vezes: nenhum investidor no Sporting se vai disponibilizar a dar os detalhes de qualquer negócio aos adeptos, hoje e sempre, e enquanto insistirem nisso e na SAD manter o poder maioritário, esse investidor não vai aparecer. Claro, é possível que o «messias» tenha algum milagre escondido no bolso !

 

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publicado às 18:45

Os valores da venda de Insúa

Rui Gomes, em 25.01.13

 

Esclareço, desde já, que não posso confirmar a veracidade desta informação sobre a transferência de Insúa para o Atletico de Madrid, divulgada por um site noticioso inglês, muito embora me pareça credível, uma vez que o artigo até visava mais sublinhar a receita do Liverpool:

 

Os valores envolvidos no negócio foram 10 milhões de euros - que não implica, necessariamente, o montante expressamente transacionado - com a seguinte destribuição: Liverpool (35%) 3,500 milhões - Insúa (15%) 1,500 milhões - Sporting Portugal Fund (15%) 1,500 milhões e Sporting Clube de Portugal (35%) 3,500 milhões, mais 34% de uma futura venda.

 

Sendo verdade, isto significa que para o Sporting o jogador rendeu 4,025 milhões - considerando que já tinha recebido 525 mil pela venda de 15% ao Sporting Portugal Fund - mais a referida futura percentagem. Assente nestes números foi um bom negócio, não obstante a perda desportiva. O Clube terá que, por lei, participar o negócio à CMVM, mas não surpreenderá verificar que, como em muitos outros negócios de empresas, nunca se venha a confirmar os números exactos, pelo menos no imediato.

 

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publicado às 23:14

Ricky van Wolfswinkel

Rui Gomes, em 25.01.13

 

Ricky van Wolfswinkel chegou ao Sporting do Ultrech, inicialmente anunciado por 5,4 milhões de euros, posteriormente renegociado por 5,075 milhões - anunciou o Sporting  - no verão de 2011, assinando contrato até 2016, com uma cláusula de rescisão de 22 milhões. Em Setembro de 2011, 50% dos direitos económicos do jogador foram vendidos ao fundo «Quality Football Ireland Limited» por 2,537.500 milhões. Em janeiro de 2012, o Sporting anunciou que vendeu mais 15% do passe ao «Sporting Portugal Fund» por 975 mil euros, ficando, por este modo, com 35%. 

 

Isto significa que o Sporting já recebeu 3,512.500 milhões de euros do investimento original, mantendo investidos 1,562.500 milhões, representativo dos seus 35% do passe do jogador.

 

Na opinião deste observador, qualquer eventual venda que não se aproxime dos 22 milhões da cláusula de rescisão, não será um grande negócio para o Sporting. Isto, visto à distância e por quem não tem de ir ao seu bolso para despender seja o que for, disposição que torna tudo muito mais «simples» de resolver. Muito por pareceres semelhantes ao meu, ou seja, da bancada, é que o Sporting e outros clubes como o Sporting nunca atrairão investidores de substância, porque estes não se vão subjugar, de modo algum, às mil e uma opiniões dos adeptos para efectuarem negócios. Esta disposição poderá não agradar, mas corresponde à incontornável realidade.

 

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publicado às 17:11

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