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O funcionamento do vídeo-árbitro (VAR) é tema central na Web Summit que está a decorrer em Lisboa, com os clubes a questionar o modo de actuação do sistema. Pedro Proença, presidente da Liga Portugal, aproveitou o ensejo para se pronunciar sobre esta delicada questão:

 

"Como todos os sistemas novos, há uma grande margem de progressão para melhorar. Tudo que se está a passar era expectável que acontecesse, com toda a naturalidade de quem quer fazer melhor. É um introdução tem de ser elogiada por todos. Somos das cinco ligas profissionais que tem este meio tecnológico. Temos de ver coisas do lado positivo. Se não tivéssemos hoje VAR, que discussões teríamos de ter? Quando a tecnologia foi pensada, sabíamos que tínhamos de passar por estas fases, com uma nova realidade que permite às equipas de arbitragem aferir o que se passa dentro do campo de forma diferente. Temos de dar tempo, isso é fundamental para não deixarmos morrer o futuro da arbitragem em todo o mundo.

 

A Disciplina e Arbitragem estão na Federação Portuguesa de Futebol e respeitamos essa separação de poderes. Essas questões relacionadas com a divulgação dos áudios da comunicação entre o árbitro do jogo e o video-árbitro dos  têm de ser colocadas ao Conselho de Arbitragem.

 

A nomeação de Artur Soares Dias, pela FIFA, como vídeo-árbitro no Mundial de Clubes, é sinal de que fizemos a aposta certa em Portugal. Estamos no caminho certo, que é na vanguarda".

 

Entretanto, foram publicados os 18 lances decididos com recurso ao VAR no primeiro terço da I Liga. Para o efeito, o leitor pode consultar esta reportagem.

 

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publicado às 14:58

 

 

A época 2017/18 ainda não acabou, mas já é certo que em 2018/19 haverá novamente video-árbitro em Portugal. A Federação Portuguesa de Futebol e a Liga anunciaram esta segunda-feira o prolongamento do projecto do VAR, garantindo que a experiência, esta época, tem sido um sucesso.

 

Fernando Gomes, presidente da FPF, em declarações ao portal do organismo:

 

“Os resultados são evidentes. Neste momento há 16 decisões revertidas. Seriam más decisões, que foram transformadas em boas decisões. Nem que fosse só uma ou duas já deveríamos estar satisfeitos com o processo.Temos feito a avaliação permanente da introdução deste projeto. Com algum tempo de antecedência, e planeando já as épocas futuras, tomámos a decisão de assumir os custos de mais um ano de video-árbitro, para permitir a consolidação do projecto e continuar a ajudar os árbitros na sua tomada de decisão”.

 

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publicado às 02:18

 

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A acreditar na exactidão de uma reportagem do Record, a posição de 10 equipas na I Liga seria diferente sem a intervenção do vídeo-árbitro, passados cerca de quatro meses da sua introdução no futebol português.

 

O referido jornal fez o levantamento das 15 decisões que foram alteradas pelo vídeo-árbitro. A publicação concluiu que em termos de liderança na classificação não mudava nada. Ou seja, o FC Porto seria líder com os mesmos 25 pontos em nove partidas. Em partidas dos dragões, o VAR só influenciou um lance até ao momento, ao anular um fora de jogo e validar um golo no triunfo frente ao Estoril (4-0).

 

O Sporting também continuaria com os mesmos 23 pontos. Ainda que o VAR tenha tornado a partida frente ao Estoril imprópria para adeptos dos leões com problemas cardíacos. Primeiro anulou um golo de Bas Dost. 'In extremis' anulou o golo do empate do Estoril apontado por Pedro Monteiro, por fora de jogo.

 

Já em relação ao Benfica, o encarnados podiam estar já a sete pontos da frente, caso o VAR não tivesse intervido. Tudo se passou na partida frente ao Portimoense. Fabrício marcou o golo do empate do Portimonense (2-1) na partida na Luz, mas o VAR assinalou off-side.

 

Mas também longe dos lugares cimeiros a classificação poderia ter mexido sem o auxílio da tecnologia.

 

O Belenenses e Tondela serão os mais beneficiados. As duas equipas subiram duas posições cada com o auxílio da tecnologia. Aves, Portimonenses e V. Guimarães subiram uma posição.

 

Mas também há equipas em que a tecnologia do vídeo-árbitro ainda não teve impacte. O SC Braga ainda não viu o VAR mudar qualquer decisão em jogos seus.

 

Lance revertidos pelo VAR

 

A ação do VAR também auxiliou os árbitros a expulsarem quatro jogadores nesta edição da I Liga.

 

Boavista - Aves (4ª jornada) - Derley atingiu o guardião Wagner com o pé. João Capela começou por mostrar o amarelo, mas depois de ter sido aconselhado pelo VAR a ver as imagens mudou a decisão para vermelho.

 

Marítimo - Rui Ave (5ª jornada) - Francisco Geraldes entrou duro sobre Edgar Costa. Bruno Esteves viu as imagens e decidiu-se pela expulsão do médio emprestado pelo Sporting.

 

Chaves - Tondela (8ª jornada) - Júnior Pius acertou em William. O central beirão começou por ver o amarelo, mas Bruno Paixão mudou a decisão, depois de auxiliado pelo VAR.

 

Feirense - Rio Ave (9ª jornada) - Marcão fez falta sobre João Silva, levou um amarelo, mas a decisão acabou por ser mudada.

 

Nível de alteração de decisões acima da média prevista

 

David Elleray, director técnico do Internacional Board, tinha previsto uma média de uma decisão alterada a cada quatro ou cinco jogos. Para já, a média situa-se em 5,4 decisões alteradas, nos 15 jogos em que o VAR ajudou a reverter decisões, ao cabo de 81 partidas disputadas.

 

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publicado às 12:21

 

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O Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) explicou aos clubes os motivos para a inperacionalidade do video-árbitro no jogo entre Aves e Benfica, no domingo, da nona jornada da I Liga.

 

Contactada pela agência Lusa, fonte do Conselho de Arbitragem confirmou o envio da missiva à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), dando conta de que a quebra de comunicações entre o videoárbitro e a equipa de arbitragem, a partir dos 66 minutos do encontro, se ficou a dever a uma anomalia na base de interligação, que permite o envio de sinal áudio da equipa de arbitragem para o centro de videoarbitragem.

 

Ainda de acordo com a explicação do Conselho de Arbitragem, após detectada a anomalia, a equipa técnica no centro de videoarbitragem procedeu a tentativas de recuperação do sistema de comunicações, nomeadamente reiniciando-o, sem sucesso, e, posteriormente, reconfigurando-o, igualmente sem resultados.

 

Perante isto, as comunicações ficaram comprometidas até ao final do jogo, sendo que os testes realizados após o encontro, que o Benfica venceu por 3-1, diagnosticaram que a falha se ficou a dever à base de interligação dos sistemas dos rádios utilizados pela equipa de arbitragem, liderada por Nuno Almeida, da associação do Algarve.

 

No domingo, o CA da FPF já tinha confirmado, na sua conta oficial do Twitter, a quebra de comunicações a partir dos 66 minutos do jogo, acrescentando que esta falha impediu o diálogo entre a equipa de videoarbitragem e a equipa de arbitragem no terreno.

 

Entretanto, de acordo com fonte da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), o Conselho de Arbitragem ficou chocado por fonte da Liga ter alegadamente revelado conteúdo do relatório do árbitro (Nuno Almeida) do jogo Aves-Benfica, facto que considera gravíssimo, uma vez que o relatório ainda não foi analisado pelo Conselho de Disciplina e poderá conter factos que obriguem o CD a manter-se em sigilo. Tal será o caso, por exemplo, de existir matéria constante do relatório que justifique a abertura de um inquérito ou processo disciplinar.

 

A Liga revelou que pediu esclarecimentos ao Conselho de Disciplina por não ter tomado conhecimento oficial da avaria que impediu as comunicações entre o VAR e o árbitro no dia do jogo, uma vez que a mesma não consta dos relatórios da equipa de arbitragem. A mesma fonte confirmou que a Liga foi informada formalmente pelo Conselho de Arbitragem, mas apenas ontem, tendo solicitado mais esclarecimentos no sentido de perceber a ausência de qualquer referência à avaria nos relatórios apresentados no final da partida.

 

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publicado às 05:19

 

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Gelson Martins foi derrubado na área e, pelo mal dos seus "pecados", viu de imediato o amarelo por suposta simulação. Mas ficaram dúvidas e Rui Costa foi alertado pelos operadores do video-árbitro para rever o lance. A decisão que à partida levou uma mera fracção de segundos para ser tomada, obrigou o árbitro a rever o lance por duas vezes, acabando por recusar reconhecer que errou.

_________________________________________________

 

Mais a Norte, consta que não houve falta de polémica pela arbitragem inclinada do árbitro algarvio Nuno Almeida, na recepção do Aves ao Benfica. Duas grandes penalidades assinaladas a favor dos "encarnadas", uma num lance precedido por falta ignorada pelo mesmo Nuno Almeida, e outra, pelo mergulho de Pizzi. Curiosamente, temos aqui o link do vídeo deste último lance, em que o Record nos brinda com a execução do penálti por Jonas quatro vezes, e a suposta falta sobre Pizzi apenas uma vez e logo no início do vídeo.

 

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Para dar algum sentido de humor negro à situação, parece que existiram problemas de comunicação entre os operadores do vídeo-árbitro que se encontravam na Cidade de Futebol e o quarteto de arbitragem liderado por Nuno Almeida.

 

Segundo a informação providenciada pelo conta do Twitter do Conselho de Arbitragem, a quebra ocorreu a partir dos 66 minutos, não tendo existido qualquer interacção entre as duas equipas até final da partida, que o Benfica venceu por 3-1.

Recorde-se que no lance que antecedeu o terceiro golo do Benfica, de Jonas, Lito Vidigal ficou a pedir falta do brasileiro sobre Nildo e exigiu mesmo a intervenção do vídeo-árbitro, algo que, tecnicamente, já não era possível naquele momento.

 

Hilariante !!!

 

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publicado às 04:42

 

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Semana a semana, a ter início esta segunda-feira, Duarte Gomes passa a analisar lances e temas relacionados com o campeonato português, nas edições de Bola Branca, na Rádio Renascença.

 

Nesta sua primeira participação, aproveita os erros de arbitragem do empate (1-1) que, no sábado, ditou o atraso do Sporting na tabela classificativa, para esclarecer que o vídeo-árbitro não tem permissão para intervir em todos os lances de um jogo de futebol. O vídeo-árbitro só poderia ter intervido em um dos três lances que causaram polémica no Moreirense-Sporting, precisamente numa grande penalidade que ficou por assinalar a favor dos leões.

 

Não há fora-de-jogo dos cónegos

 

"Se Tozé estivesse em franca posição de fora-de-jogo, nunca deveria ser punido na mesma, porque nem jogou a bola, nem interferiu sobre qualquer adversário. A posição do Tozé era irrelevante. Zizo, que levou a bola, vem completamente de trás. A jogada é legal, portanto houve um erro do árbitro assistente, em que o vídeo-árbitro nada podia fazer.

 

Em situações de fora-de-jogo que não resultem directamente, por exemplo, em golo ou em pontapés de penálti, o vídeo-árbitro não pode intervir e aqui nunca podia fazê-lo".

 

Empate precedido de ilegalidades

 

No golo do empate leonino, o lance foi legal, embora seja precedido de um pontapé de canto ferido de ilegalidade. Piccini empurrou, com as duas mãos, o defesa Rúben Lima. Além disso, ainda foi o último jogador a tocar na bola. Portanto, se não fosse considerada a falta atacante, seria sempre pontapé de baliza para o Moreirense. Houve um erro da equipa de arbitragem e também aqui é fundamental referir que o vídeo-árbitro não podia intervir. Nas situações de recomeço de jogo, à excepção de algumas circunstâncias nos pontapés de penálti, os vídeo-árbitros não podem intervir".

 

Grande penalidade passa em claro

 

"O lance em que o vídeo-árbitro deveria ter, efectivamente, entrado em jogo, foi nos descontos, numa grande penalidade que ficou por assinalar a favor do Sporting. O lance era de análise quase impossível em campo e competia ao VAR ver a ilegalidade.

 

O Sporting fazia o seu ataque pela esquerda, era aí que estava o foco do árbitro Luís Godinho, e no centro da área, quando procurava a melhor posição, o Doumbia foi agarrado pela camisola por um defensor do Moreirense. Na televisão, apesar de não haver grandes repetições sobre este lance, o penálti é claro. O puxão começa de fora e termina dentro e, nesta circunstância, é aí que deve ser penalizado. O lance passou despercebido ao árbitro e ao árbitro assistente, que estavam a acompanhar o fora-de-jogo. Portanto, a única pessoa que poderia ter aqui ajudado, aqui sim, seria o vídeo-árbitro".

 

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publicado às 04:46

 

 

 

O Paços de Ferreira conseguiu, esta sexta-feira, a sua primeira vitória para o campeonato, diante do Vitória de Setúbal, por 1-0, em jogo da sexta jornada.O único golo da partida chegou aos 56 minutos, com Pedrinho a aproveitar um ressalto à entrada da área, para dar os três pontos aos "castores".

 

Excepto que esse poderá não ter sido o único golo legal do jogo. Pouco antes, aos 49 minutos, Gonçalo Paciência disparou, de forma espontânea, desde fora da área, à figura de Mário Felgueiras. Contudo, o guardião largou a bola e, antes de a recuperar, a redonda terá passado a linha de golo. O árbitro deu a entender que consultou o vídeo-árbitro e o golo não foi validado.

 

Apesar de se reconhecer que não é um lance de fácil análise, parece-me que através da tecnologia disponível é possível determinar que a bola passou completamente a linha de golo. No entanto, a acreditar que o VAR foi mesmo consultado, a opinião dos operadores foi diferente.

 

Eis o que José Couceiro teve para dizer sobre o lance:

 

«A questão não é o video-árbitro, não se trata da sua funcionalidade. Repito, sou a favor do video-árbitro, mas estes erros são humanos. A análise deve ser feita por pessoas com capacidade para o fazer, se não a têm devem ser alteradas. É uma coincidência, mas em seis jornadas temos três vezes o mesmo video-árbitro. Como explico isto aos meus jogadores? Bato na tecla de que o foco é o jogo e...

 

Nós é que vamos ser penalizados, nós é que vamos ter o lugar em risco. Não é por mais 30 segundos que o jogo esteja interrompido... Este era um lance complicado para o árbitro, difícil para o assistente mas não era difícil para o video-árbitro».

 

Nota: Para evitar comentários despropositados, devo esclarecer que este artigo nada tem a ver com o Vitória de Setúbal ou o Paços de Ferreira, mas sim com a função do vídeo-árbitro.

 

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publicado às 04:15

 

 

"Devido a problemas técnicos, a assistência vídeo [ao árbitro do jogo] não forneceu as linhas para aferir a existência de fora de jogo durante a primeira parte".

 

E será que é necessário ter as linhas para verificar este flagrante fora de jogo no embate da Supertaça Alemã entre o Bayern Munique e o Borússia Dortmund ?

 

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publicado às 15:41

 

 

Pedimos desculpa, mas devido a um problema técnico ainda por identificar, este post desapareceu. Vamos tentar corrigir, mas sem a certeza de o conseguir. Obrigado.

 

Continuamos a tentar identificar o problema técnico, mas, entretanto, voltamos a publicar o vídeo do lance em disputa, no jogo entre o Vitesse e o Feyenoord.

 

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publicado às 04:45

 

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Através do Twitter, o Conselho de Arbitragem veio explicar como se desenrolou o processo de decisão, destacando que João Capela (videoárbitro) e Bruno Esteves (assistente videoárbitro) indicaram ao árbitro da partida, João Pinheiro, que não recomeçasse o jogo, pois havia a hipótese de um jogador da Fiorentina colocar o avançado holandês em jogo:

 

"Protocolo do IFAB indica que todos os lances de golo são revistos (ver a jogada, de diferentes ângulos) pelo vídeo-árbitro."

 

"Partilhamos o processo de decisão sobre o golo de Bas Dost no Sporting-Fiorentina deste sábado, em Alvalade."

 

"Repetições indicavam que um jogador da Fiorentina colocava o avançado do Sporting em posição legal, pelo que o golo devia ser atribuído."

 

"João Capela (vídeo-árbitro) e Bruno Esteves (assistente vídeo-árbitro) indicaram a João Pinheiro (árbitro) que não recomeçasse o jogo."

 

"Foi sugerido a João Pinheiro que confirmasse junto do ecrã no relvado as indicações do vídeo-árbitro e o golo foi validado pelo árbitro."

 

"Bola entrou na baliza aos 27:39. Golo foi atribuído aos 28:57. Processo de revisão demorou 1 minuto e 18 segundos."

 

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publicado às 12:07

Perfeição... procura-se !!!

Rui Gomes, em 22.06.17

 

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Depois de assistir a uma boa parte do México - Nova Zelândia, nem me vou dar ao trabalho de perguntar à FIFA onde encontrou o árbitro da partida, um sr. Bakary Gassama. O que eu gostava verdadeiramente de saber é que imagens os operadores do VAR tiveram nos seus monitores. Pelas decisões tomadas, terão sido muito diferentes daquelas a que eu tive acesso na televisão.

 

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Quase que nem quero pensar no que vai acontecer no campeonato português. Se já temos tanto de natureza polémica, o vídeo-árbitro apenas vai ser mais um tema para discussão diária.

 

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publicado às 05:04

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