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Interessantes argumentos finais que decorreram esta terça-feira no Campus de Justiça, em Lisboa, no processo que coloca frente a frente Marco Silva e José Eduardo, a propósito das declarações proferidas em 2014, quando o segundo acusou o primeiro de se ligar “a interesses de gente que pretende destruir o Sporting".

 

Nélson Soares, advogado do ex-treinador do Sporting, argumentou que José Eduardo cometeu três crimes de difamação agravada: «Foram ataques de carácter e o arguido nunca mostrou arrependimento algum. Que seja uma pena que iniba o arguido de comportamentos semelhantes. Se não houver uma punição severa o arguido irá reincidir no comportamento».

 

Por seu lado, Jaime Cortesão, advogado de defesa, reafirmou: «Tudo o que José Eduardo disse tinha ouvido da administração do Sporting, pelo que tinha legitimidade para os comentários que proferiu. Marco Silva foi para o Sporting conhecedor do projecto, que passava muito pela aposta em jovens, mas no estágio da Holanda foi o presidente a incluir cinco ou seis jogadores jovens. O arguido não veio aqui passar por coitadinho e tinha consciência do que disse».

 

Muito interessante... tudo o que José Eduardo disse "tinha ouvido no Sporting", e foi Bruno de Carvalho que escolheu um determinado número de jogadores para irem para estágio na Holanda. Gostaria de saber se houve outras intervenções do género durante a época. Em abono da verdade, até não surpreende, tendo em conta que este presidente só não teve uma grande carreira como futebolista/treinador por mera infelicidade de circunstâncias de vida.

 

E ficam alguns leitores indignados quando eu afirmo que assistimos a um caso inédito no Sporting naquela época, com o presidente a passar uma boa parte do tempo a "cortar as pernas" ao seu próprio treinador.

 

Curiosamente - ou talvez não - desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade as coisas mudaram radicalmente. Agora é o treinador a fazer as exigências e o presidente a dar-lhe rédeas para mais. Isto, além dos milhões, claro.

 

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publicado às 04:42

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3 comentários

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De General Store a 21.12.2016 às 05:17

Neste post apenas mudaria "em abono da verdade, até não surpreende, tendo em conta que este presidente só não teve uma grande carreira como futebolista por mera infelicidade de circunstâncias de vida" por "uma grande carreira de treinador". Que infortúnio não ter visto aplicado esta época, a nível das contratações e "mandos e desmandos", o know-how absorvido nos diversos cursos de nível básico de treinador deste senhor que insiste em sentar-se no banco sem o ser.
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De Rui Gomes a 21.12.2016 às 10:16

Tem razão. Já adicionei o termo "treinador" ao texto.
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De LeãonaBulgária a 21.12.2016 às 07:47

Infelizmente nada disto é novo.

Foi publico aquando da contratação do MS que seria o presidente a tomar decisões acerca do plantel. Daí ter sido tão difícil o despedimento tendo que se inventar a historia do fato.

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