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O título do post era para ser outro, mas a segunda parte da partida estragou-me os planos. De qualquer modo, um primeiro período de sonho, nada menos do que espectacular, a ser necessário um guia para acompanhar os acontecimentos. Ora vejamos:

 

Tudo começou com o golo bastante madrugador de Doumbia (2') que deu uma injecção de confiança aos "leões" e deixou a equipa grega muito intranquila.

 

Segue-se Gelson Martins, aos 13', com o segundo golo e ainda Bruno Fernandes com o terceiro, aos 43'.

 

Entretanto, aos 18 minutos, Bruno Fernandes manda um remate ao poste, Doumbia, aos 20', isolou-se e perdeu uma enorme oportunidade e, ainda, Sebastián Coates, aos 22', também isolado, que falhou o golo. Para culminar o que foi um período digno de um filme de Steven Spielberg, Gelson Martins, perante uma baliza totalmente descoberta, manda o esférico à trave, aos 40 minutos.

 

O Sporting alinhou de início com o seguinte onze: Rui Patrício, Cristiano Piccini, Sebastián Coates, Jérémy Mathieu, Jonathan Silva, William Carvalho, Rodrigo Battaglia, Gelson Martins, Marcus Acuña, Bruno Fernades, Seydou Doumbia.

 

Suplentes: Romain Salin, Stefan Ristovski, Tobias Figueirdo, Petrovic, Alan Ruiz, Bruno César e Bas Dost.

 

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Uma segunda parte distinta, que perto dos instantes finais ainda chegou a assustar. O Sporting mudou o seu plano de jogo, reduziu a intensidade, procurou mais posse de bola, excessivamente calculada, diga-se, baixou a pressão ofensiva e começaram a surgir os erros. Nenhum foi fatal nessa fase do jogo, mas permitiu ao Olympiacos entrar num jogo em que até esse ponto tinha sido completamente avassalado.

 

A equipa grega conseguiu reduzir o marcador para 3-2, perto do cair do pano, mas não sem Bas Dost ter mandado outra bola aos ferros.

 

Acho que as opções de Jorge Jesus no segundo tempo são discutíveis, pelo óbvio desgaste de alguns jogadores. Bruno Fernandes devia ter saído muito mais cedo e dar entrada a Petrovic para reforçar o meio-campo. Tanto William como Battaglia também davam sinais bam visíveis de cansaço.

 

Apesar da primeira parte fenomenal, acabou por não ser um resultado histórico, mas esteve muito perto de ser precisamente isso. Parabéns aos jogadores do Sporting pelo espectáculo com que nos brindaram, enquanto lhes foi possível.

 

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publicado às 03:38

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37 comentários

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De Pastor a 12.09.2017 às 22:11

Plenamente de acordo. Uma primeira parte verdadeiramente deliciosa. Devia ter sido um resultado histórico. A segunda parte compreendo o baixar a intensidade. No entanto não compreendo demasiado amadorismo que vi na parte final.

Quando foi por o risto qualquer coisa ( não sei escrever o nome) o JJ não sabia passar as indicações e teve de ser o Petrovic a dizer-lhas. Depois o Gelson pergunta-lhe (a risto) o que tinha sido dito e ele responde com um encolher de ombros. Será por isto que tem que se adaptar o Bataglia?

O Amarelo do Bruno César não devia ter acontecido. Se bem que ele tenha razao porque o golo é limpo e não sei porque carga de agua foi anulado.

E o amarelo a Bruno Fernandes é para os apanhados. Primeiro era para sair depois já não era e no fim sai amarelo. Incompreensivel.

Ganhamos foi o que interessa. No entanto estavam reunidas todas as condições para um resultado histórico e não para um final de nervos.

Posto isto gostava só de fazer um aparte relativamente aos golos do Olimpiacos. Acho que o Patricio na segunda parte esteve francamente mal.

SL
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De Rui Gomes a 12.09.2017 às 22:58

Acho que no golo invalidado a Bruno César, o árbitro considerou que ele fez falta (empurrou) o defesa. Pareceu-me isso...
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De Pastor a 12.09.2017 às 23:35

Também me pareceu ser isso. Mas não ha, tanto quanto eu tenha visto, qualquer falta de nenhum jogador naquela jogada.
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De Rui Gomes a 12.09.2017 às 23:44

São os tais critérios, que nem sempre nos favorecem. De qualquer modo, Bruno César não tinha necessidade de se exceder e apanhar o amarelo.
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De Pastor a 13.09.2017 às 00:00

Isso meu caro Rui é claro como a água. O amarelo a Bruno César pura e simplesmente não devia ter acontecido. Amarelos por protestos e por tirar a camisola em festejos era algo que não admitiria em nenhuma equipa minha que treinasse.

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