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Falta um incêndio a cada oito dias

Rui Gomes, em 28.04.17

 

É a constatação amadurecida por Bruno de Carvalho depois da tragédia. Mas parece que Vieira pensa o mesmo.

 

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Reduzir o reboliço dos últimos anos a uma "troca de piropos entre presidentes" é tão descarado que pode ser entendido como um reconhecimento, por Bruno de Carvalho, da contribuição que deu para esta quase guerra civil no futebol. Os dirigentes e as políticas de comunicação que teceram, várias delas explorando a mentira e o insulto sem uma sombra de escrúpulo, podem não ter matado ninguém, mas viraram muitas mesas de café pelo país fora.

 

Só que Bruno não esteve sozinho, nem mesmo quando, perante uma morte, foi a correr para os tribunais jogar o milionésimo pingue-pongue da leviandade com Vieira, que, aliás, iniciara a partida: no momento mais trágico, os presidentes de Benfica e Sporting puseram as indignações pessoalíssimas à frente do travão que se impunha e com isso disseram exactamente a que ponto aquele drama os incomodava. Não vale muito a Luís Filipe Vieira a pose de Estado tão cultivada se a primeira reacção a uma morte é processar Bruno de Carvalho, em vez de parar apenas, como se impunha.

 

É demasiado fácil dizer que os "piropos" não contam para depois poder continuar, alegremente, o tiroteio da Segunda Circular. Tudo conta e nada conta, se quisermos. Quatro dias depois, o presidente do Sporting, que desconfia da justiça desportiva de 40 mil maneiras diferentes, estava na FPF a pedir o regresso dos processos sumaríssimos, com grande probabilidade responsáveis pelo título do Benfica em 2004/05. A constatação que Bruno faz deste cúmulo que o futebol atingiu é aritmética: faz falta, precisamente, mais um incêndio por semana.

 

 

José Manuel Ribeiro - jornal O Jogo

 

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publicado às 03:10

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 28.04.17

 

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«Enquanto o(s) Estado(s) permitir(em) que uma actividade que move tanto dinheiro e que mexe com tantas emoções permaneça na marginalidade, com leis e regras próprias, nada mudará.

Hoje em dia os clubes não passam de albergues de malfeitores, do topo à base. A violência é transversal, sendo que é na base em que a mesma se torna mais física, fruto não de um tribalismo exacerbado mas por ser aqui que se concentram em número considerável um conjunto de indivíduos sem estrutura, desprovidos de valores que nos são, a quem tem alguma educação e respeito pelo próximo, queridos.

É um problema social, do qual o Estado se demite, que os Clubes se vêm na obrigação de gerir, fazendo-o mal, pois não é esse o seu papel.


As bancadas “ultra” dos principais clubes estão hoje repletas de marginais e poucos são os que ali se juntam por amor aos seus clubes. É uma forma de sobrevivência.

“Organizar viagens, distribuir bilhetes, comprar e vender merchandising, negociar intimidações ou oferecer segurança torna-se uma forma de vida que dispensa o incómodo dos impostos, dos horários, do esforço, do mérito ou do talento. Para se chegar lá basta a obediência a um grupo na escola ou no bairro e esperar que um dia as portas do núcleo duro oficial se abram. Depois, há que obedecer, ser mau como os piores, aprender a viver nas fronteiras da lei ou fora dela, emular a dureza, a esperteza e a ausência de escrúpulos. Um dia, talvez haja dinheiro a rodos para comprar carros caros ou viagens em hotéis de luxo. Como os chefes.” (Manuel Carvalho – Público).



Tudo isto com a complacência do Estado. Do MAI em particular.

Com isto dizer que não são os agentes desportivos (que vago…) que devem ser responsabilizados. Quem tem que intervir é o Estado, que tem que regular no sentido de tornar o desporto numa actividade estopante, repelente mesmo, para a canalha que faz dela a sua forma de vida».

 

 

Leitor: TITTO

 

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publicado às 03:09

 

Luís Miguel Pina, o elemento da claque No Name Boys suspeito de atropelar o adepto italiano Marco Ficini junto ao estádio da Luz na última madrugada de sábado, antes de mais um jogo entre o Sporting e o Benfica, é um nome bem conhecido da Polícia Judiciária e da PSP.

 

Esta quinta-feira, o suspeito entregou-se à Polícia Judiciária e vai ser ouvido por um juiz de instrução criminal, esta sexta-feira às 14h00, em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação. À saída das instalações da Polícia Judiciária, Carlos Melo Alves, o seu advogado, garantiu que Luís Pina tem condições para provar que o que se passou naquela madrugada "foi um acidente".

 

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O advogado confirmou também que o seu cliente foi indiciado por homicídio simples. "Não prestou qualquer declaração esta tarde à PJ". O advogado alega que Luís Pina estava a fugir de elementos da Juve Leo e que ia sozinho no carro quando atropelou o italiano.

 

Em 2011, Luís Pina foi uma das pessoas detidas numa rixa entre as claques do Sporting e do Benfica junto ao estádio de Alvalade antes do início do dérbi lisboeta. A informação foi avançada pelo Observador e confirmada por fontes policiais.

 

Tanolas, nome pelo qual é conhecido no mundo das claques, foi acusado na altura de crimes como resistência e coação, ofensas à integridade física, participação em rixa, detenção de arma proibida e arremesso de objectos. Mas ficou com a pena suspensa.

 

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publicado às 03:08

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 27.04.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

Rolls-Royce Spur Limousine personalizada para

o Sultão de Brunei - 14 milhões de dólares

 

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publicado às 22:30

 

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Andamos nisto: os insultos, as queixas da arbitragem, os apertos e as agressões aos árbitros, as cartilhas e os comentadores que interpretam papéis como actores do método.

 

Há três teorias que podem explicar isto: alguém acha que isto funciona ou isto realmente funciona; ou, então, alguém quer fazer-nos acreditar que isto funciona e à falta de uma contraprova científica continua-se o joguinho a que todos convencionámos chamar spinning.

 

Das três, esta é a minha preferida, porque há aqui um racional bem portuguesinho: a desresponsabilização. Quando a equipa perde, culpa-se o árbitro, alerta-se para a manha do malandro do adversário, esmiúçam-se lances em super-slow-motion no Twitter e no Facebook para troll comentar, escrevem-se notas para os comentadores e estes amplificam a mensagem – e, puff, em menos de um dia estão esquecidos os erros e as falhas, e, afinal, é tudo um grande logro, um embuste, uma vergonha, etcetera, etcetera.

 

Dito assim e levado à letra, tornar-se-ia irrelevante o trabalho de quem trabalha nisto, porque o jogador escusava de jogar porque está tudo feito para o rival ganhar, e o treinador não precisava de treinar porque, lá está, isto está feito para o rival ganhar.

 

Só que quem não recebe para estar no futebol, mas que paga para o ver, entra numa encruzilhada: os que gostam de forma desapaixonada tendem a afastar-se do jogo, fartos do ruído, da histeria e do constante passa-culpa; os fanáticos, os irrazoáveis, gostarão cada vez mais, porque o discurso agressivo lhes cai no goto e lhes alimenta a rivalidade, transformando-a em ódio.

 

E como o ódio é irrazoável e a irrazoabilidade leva à violência, as coisas ruins acontecem - e quando as coisas ruins acontecem, alguém é, normalmente, responsabilizado num mundo civilizado.

 

Só que ninguém é. E aí voltamos à desculpabilização, como se os insultos e as insinuações e as acusações e as comparações e as metáforas e as alegorias fossem apenas palavras inconsequentes e não ajudassem a montar o circo que é o futebol português.

 

 

Pedro Candeias - jornal Expresso

 

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publicado às 18:10

 

O suspeito de atropelar mortalmente um adepto italiano, na madrugada do passado sábado, entregou-se às autoridades esta quinta-feira, acompanhado pelo advogado.

 

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A notícia está a ser avançada pela SIC Notícias, que refere que o homem, que se pôs em fuga depois de atropelar Marco Ficini, de 41 anos, nas imediações do estádio da Luz, se entregou nas instalações da Polícia Judiciária em Lisboa.

 

Segundo a estação, o suspeito tem cerca de 30 anos e pertence à claque benfiquista dos No Name Boys. Ainda durante a tarde desta quinta-feira, deverá ser interrogado por um procurador do Ministério Público.

 

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publicado às 14:36

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 27.04.17

 

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publicado às 11:15

 

Jorge Jesus, um dos oradores no congresso internacional The Future of Football, teve isto para dizer sobre o desempenho de um treinador e os sistemas de jogo:


«Qual é a influência do treinador no treino? Entendo que o treinador é um criador. Do quê? Da filosofia que ele tem, das ideias de equipa, do método e dos objetivos do treino e também da ciência, que hoje nos ajuda a controlar o treino em várias vertentes.

 

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Porque é que eu defino que o treinador é o criador? Porque tentamos desenvolver estas competências. Não levem a mal o que vou dizer: isto não é uma cartilha coletiva, é uma ideia que eu tenho das competências do treinador. As três questões são básicas: sistema, modelo de jogador e de equipa, são estes os princípios fundamentais para um treinador ter influência na equipa.

 

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publicado às 11:14

 

Rui Pereira, antigo ministro da Administração Interna, a falar na conferência "Segurança em Eventos Desportivos, em particular o futebol: que desafios e que opções?", integrada no Congresso Internacional Segurança e Democracia, que ocorreu esta quarta-feira na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, afirmou que os clubes devem ser punidos por comportamentos incorrectos dos seus adeptos e que os agentes desportivos devem também ser castigados severamente para que haja um clima de paz no desporto:

 

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«A questão coloca-se sobretudo em termos de responsabilidade social. Se não houver responsabilização de agentes desportivos não pode haver pacificação no desporto. E a responsabilização, por mais que doa, só se consegue efetivar com sanções. Por exemplo, utilização de engenhos pirotécnicos, jogos à porta fechada. Se os jogos à porta fechada não funcionarem, interdição dos estádios. Se a interdição de estádios não resultar, proibição de participação em certas competições. Eu sei que é duro mas só assim é que haverá pacificação no futebol. Em relação às claques, tem de haver uma política que as responsabilize e que as reconheça. Porque não se pode simultaneamente excluir e responsabilizar».

 

 

Na sessão participou também o Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Pedro Proença, explicando que a segurança nos estádios é uma preocupação premente da Liga dos Clubes:

 

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«A Liga Portugal tem uma comissão de monitorização de violência no futebol. É feito um planeamento e todos os jogos das ligas profissionais são monitorizados, quatro horas antes da partida, durante os 90 minutos e mais 90 minutos depois dos jogos.

 

No final da jornada desportiva, a direção da liga tem acesso a toda a informação relevante ao nível da violência e segurança nos estádios. Na conjunção dos relatório tentamos repercutir nos regulamentos tudo o que devem ser alterações para aumentar os níveis de segurança nos estádios.

 

A verdade é que a Liga tem uma regulamentação muito difícil e densa relativamente ao transporte de artefactos para o terreno do jogo. Há várias fases e triagens mas esses artefactos têm uma dimensão tão reduzida que é difícil de controlar».

 

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publicado às 03:30

O Mundial está ao nosso alcance ?

Rui Gomes, em 27.04.17

 

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«A vitória é sempre efémera. São muitos abraços, muitos convites, mas se der para o torto acaba-se tudo. O êxito é feito de conseguirmos viver com o sucesso e com o insucesso. Será melhor se conseguirmos arranjar um equilíbrio perfeito. Se queremos continuar a ter este enorme prazer, teremos, principalmente, de continuar a sermos nós. Em Marcoussis, eliminou-se a palavra eu, trocando-a pela palavra nós.

 

A nossa motivação agora é ganhar o Mundial. O objectivo prioritário é chegar à fase final e então, depois de alcançá-lo, objectivamente e sem nenhum rodeio afirmar que vamos lá para vencer».

 

 

Fernando Santos - Seleccionador Nacional

 

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publicado às 03:29

 

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O «derby» entre o Sporting e o Benfica, que ocorreu no passado sábado, rendeu cerca de 18 mil euros em multas, de acordo com o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Deste total de multas para os clubes em causa, 9.372 euros foram para o Sporting e 8.569 para o Benfica. A maior porção das multas deve-se ao uso de material pirotécnico e pelos cânticos ofensivos.

 

O clubes pagam e para a próxima volta a acontecer o mesmo ou até pior.

 

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publicado às 03:28

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 26.04.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

2017 Aston Martin DB11 (V8) - 250 mil dólares

 

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publicado às 22:00

 

Segundo notícias desta terça-feira, o Sporting está a negociar Filipe Chaby com o Belenenses, embora nesta altura não se conheça os contornos das negociações e se está um empréstimo ou venda a título definitivo sobre a mesa. 

 

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O médio-ofensivo de 23 anos integrou a formação do Sporting em 2006, depois de dois anos no Vitória de Setúbal. Depois de alinhar pela equipa B leonina foi emprestado ao União da Madeira (2015) e, esta época, foi cedido ao Sporting da Covilhã, onde participou em 40 jogos até este momento, 36 como titular, com 2900 minutos de jogo (média de 72,5 minutos por jogo) e 7 golos marcados.

 

Foi nomeado o melhor jogador jovem da II Liga, pelo Sindicato de jogadores, nos meses de Outubro e Dezembro 2016. Regista 35 internacionalizações pelas selecções jovens de Portugal. Nunca alinhou pela equipa principal do Sporting.

 

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publicado às 20:15

 

Segundo informações apuradas pela Agência Lusa, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai propor sanções mais pesadas para dirigentes, no âmbito do processo de revisão do seu regulamento disciplinar, iniciado em Dezembro de 2016 e que deverá entrar em vigor em Julho.

 

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Dr. José Manuel Meirim

 Presidente do Conselho de Disciplina da FPF

 

 

Questionada, fonte federativa assegurou que este documento, a apresentar em breve, "vai propor castigos muito mais pesados para os dirigentes infractores".

 

Desde Dezembro que o organismo está a proceder à revisão do quadro disciplinar, sob a liderança do jurista Germano Marques da Silva.

 

A mesma fonte da Federação reiterou o empenho federativo para que as novas normas disciplinares entrem em vigor na época desportiva de 2017/18.

 

Atenção Bruno de Carvalho !

 

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publicado às 18:33

Os homens da bola (23)

Rui Gomes, em 26.04.17

 

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«(...) O que fica do fim de semana é o espectáculo deplorável proporcionado por Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho. Ou vice-versa: nem sequer me interessa quem começou.

 

A simples crispação entre os dois, no momento que o futebol - e o futebol português em particular - atravessa, já era uma irresponsabilidade. Os termos que utilizaram para se qualificarem um ao outro são intoleráveis, não apenas para dois presidentes de grandes clubes, mas para dois homens.

 

Não tenhamos dúvidas: este disparate, esta boçalidade, faz mais em favor da violência do que fazem contra ela todos os hipócritas apelos anteriores. Devia haver maturidade nestas pessoas. Ou ao menos vergonha».

 

 

Joel Neto, jornal O Jogo, num artigo intitulado "Tenham vergonha".

 

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publicado às 10:00

 

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No seu discurso desta terça-feira "É preciso um 25 de Abril no futebol", Bruno de Carvalho disse isto:

 

«A rivalidade saudável é um bem comum, a guerrilha e as provocações constantes só nos conduzem a tragédias e desgraças que não podem repetir-se».

 

Quando se pensa que já se viu e ouviu tudo de Bruno de Carvalho, ele sai com algo novo, quase como magia. Cada vez mais meras palavras escasseiam para comentar o estado de espírito e a mentalidade deste presidente do meu Clube. Consequentemente, vou ficar por aqui, por hoje.

 

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publicado às 04:05

Livres à lá Lindelof

Rui Gomes, em 26.04.17

 

 

Isto a título de mera curiosidade uma vez que nada vai alterar o resultado do jogo. Lindelof ajeitou a bola nada menos do que 6 vezes - repito 6 vezes - antes de marcar o livre !

 

Um ligeiro exagero, nada mais, no seu primeiro golo da época.

 

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publicado às 04:04

Foto do Dia

Rui Gomes, em 26.04.17

 

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Desenho de novo equipamento sugerido aqui.

 

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publicado às 04:03

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 25.04.17

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

1962 Shelby 260 Cobra "CSX 2000" - 13,8 milhões de dólares - Leilão 2014

 

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publicado às 23:00

 

Agora no Bayern Munique, o treinador italiano conta em livro os motivos que originaram o adeus ao Santiago Bernabéu.

 

Carlo Ancelotti revelou no livro "Liderança tranquila: ganhar corações, mentes e jogos" os motivos que originaram a saída do Real Madrid em 2015, sublinhando as duas principais causas da despedida. 

 

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«As coisas estavam a correr bem, mas depois houve dois problemas grandes. O primeiro foi causado por estatísticas da UEFA que revelavam que a equipa não tinha tantas horas de treino como outros clubes europeus. Tínhamos ganhado 22 jogos consecutivos, acho que devíamos estar a fazer alguma coisa bem. Acabámos por perder precisamente quando saiu a estatística e o clube pressionou: 'Há que trabalhar mais'. Eu pensava o contrário: os jogadores deviam descansar, já levávamos um mês de lesões e fadiga que foi crucial para perder a Liga. O episódio das estatísticas foi um sinal de que o Real Madrid tinha mais fé nos números do que no meu trabalho.

 

Um dia, o director geral disse-me que o presidente queria falar comigo. Quando entrei no escritório, disse-me que o Bale lhe tinha ligado. Tinha-o substituído a 4 de janeiro (no 2-1 em Mestalla que acabou com a série de vitórias) e o agente do Bale tinha-se queixado porque o Gareth queria jogar mais ao centro. O presidente perguntou-me o que eu pensava fazer e a minha resposta foi: 'nada'. Não podia mudar o sistema a meio da época. Desde então, a relação com o presidente não voltou a ser a mesma».

 

Sempre que leio histórias destas lembro-me de Sousa Cintra, embora, em abono da verdade, não é ou não foi o único dirigente de clube que sem perceber patavina de futebol assumia um papel interventivo no dia-a-dia da equipa.

 

Coisas e situações que por vezes passam despercebidas ao adepto, simplesmente porque não tem conhecimento do que realmente ocorre nos bastidores do futebol, onde "políticas" e "intrigas" reinam impiedosamente.

 

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publicado às 18:00

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