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Ministério Público investiga Bruno*

Ricardo Leão, em 29.01.18

 

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* Fac-simile parcial da capa do I de hoje

 

“O inquérito encontra-se em investigação, não tendo conhecido despacho final”, revelou a PGR. Em causa estão suspeitas do crime de tráfico de influências, não tendo sido ainda constituídos arguidos. O inquérito corre também contra outro dirigente do Sporting.

 

Através do Facebook, Bruno de Carvalho reagiu à notícia sobre a investigação:

 

"Qualquer monte de esterco é livre de fazer denúncias e o DIAP, por lei, tem de investigar e isso não significa absolutamente nada... Blablabla mas não existe despacho nem ninguém foi constituído arguido... Moral da história... nada disto interessa para nada mas as marionetas do Benfica continuam ao ataque. (...) Tristeza de gentalha! Vão brincando ao terrorismo comunicacional que a PJ vai fazendo o seu trabalho. Agora façam programas e programas sobre isto que em breve acaba a brincadeira!".

 

O usual nível comunicacional deste presidente!

 

publicado às 06:33

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 29.01.18

 

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A centralização (direitos televisivos) só não é uma realidade, porque os clubes pequenos não o quiseram, pois têm mentalidade tacanha e subserviente ao Benfica, para terem jogadores emprestados por eles, e aqueles negócios manhosos, de opções de compras, que muito jeito dão em certa parte da época para pagar ordenados.

Os clubes pequenos têm o poder dentro da liga se quiserem, são 15 contra 3, podiam fazer o que quisessem. Mas sendo subservientes, como disse, andamos nesta treta, apenas Braga e talvez o Guimarães vão sobrevivendo menos mal, todos os restantes, andam sempre com um nó na garganta!

Posto isto, acho que mesmo que com pouco dinheiro inicialmente, bem distribuído, podia aumentar o nível dos clubes pequenos, manter o dos grandes, e tornar o campeonato bastante mais competitivo do que é neste momento.

Depois, acredito no efeito bolinha de neve, o nível das equipas crescia, a qualidade do seu jogo também crescia, a qualidade dos jogos entre os pequenos e dos pequenos com os grandes também crescia, com isso, cresciam as audiências, as receitas de publicidade para os canais e claro, no fim as receitas aumentariam, e até a Selecção poderia vir a beneficiar, pois os jogadores portugueses seriam cada vez melhores!

 

Duvido muito que venha a acontecer; Benfica, Porto e Sporting não querem dividir essa receita! E depois ainda há os contratos de 10/11/12 anos. É algo deveras impossível, infelizmente !

 

Leitor: CARLSBERG

 

publicado às 06:33

Sporting faz "pressing" por Raphinha

Rui Gomes, em 29.01.18

 

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O Sporting estará a fazer novo "pressing" por Raphinha, no sentido da transferência se concretizar ainda no mês de Janeiro e não apenas no Verão, mediante o acordo inicial entre clubes.

 

Entretanto, a apenas a dois dias da visita do Vitória de Guimarães a Alvalade, o jogador continua ausente dos trabalhos do grupo, em dúvida portanto para o próximo jogo.O extremo brasileiro está em gestão de esforço e, apesar de ter estado presente no relvado, limitou-se a fazer trabalho condicionado. Um problema para Pedro Martins, que também estará privado de Heldon, o outro extremo, uma vez que o cabo-verdiano está no Castelo por empréstimo do Sporting.

 

Com 30 jogos realizados esta época, 29 dos quais como titular, acumulando 2579 minutos de jogo (média de 85,9 minutos por jogo), Raphinha é o jogador mais utilizado do Vitória e tem evidenciado algum desgaste físico. De algum modo até faz lembrar o caso de Gelson Martins no Sporting.

 

publicado às 06:32

Foto do Dia

Rui Gomes, em 29.01.18

 

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 O incontornável Paulinho

 

publicado às 06:31

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 28.01.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

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publicado às 22:00

Lágrimas de crocodilo

Ricardo Leão, em 28.01.18

 

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"Inchado que nem um perú" pela afortunada conquista de uma competição menor, a por alguns designada "taça da carica", em que a equipa demonstrou, se dúvidas houvesse, que é mal conduzida, quer tecnicamente, quer ao nível da sua direcção, e depois da tristíssima reportagem que ontem mesmo protagonizou em pleno balneário do Sporting, Azevedo de Carvalho, agora envergando vestes de carteiro, cedo voltou à escrita facebookiana.

 

Chora-se de ser um incomprendido, qual calimero, afirmando alto e bom som: "Somos os primeiros a deitar-nos abaixo"...

 

Carvalho faz por esquecer, como é evidente, quem foi o primeiro a desunir: ele mesmo! Com a patética estória dos sportinguenses e sportingados, como se não existissem apenas SPORTINGUISTAS, Bruno Miguel, eleito por quase 90% dos associados votantes, teve a pretensão de ir mais longe: separou as águas e dividiu adeptos. Cavou pois, de livre vontade, um fosso que, dia a dia, fica mais fundo. É vê-lo, aliás, nos comentários que faz aos que o criticam na sua página do Facebook. O tom é apenas um: o do despeito por quem (qual criminoso!) não partilha das ideias dele, o Querido (e incompreendido)  Líder!

 

Só alguém manifestamente pouco arguto (e isto para não lhe chamar pouco inteligente) o faria. Pois Carvalho fê-lo e continua a achar que tem razão. A próxima Assembleia Geral do clube, uma vez mais anunciada em cima da hora, será mais do mesmo na mesma linha de um mix de choro e de raiva. Ou, por outras palavras, um misto de comício com número de circo.

 

publicado às 18:10

 

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Não houve piqueniques mas houve peregrinação verde e branca de final de Taça (da Liga), um pouco mais moderna, com selfies e emoção.

 

Casacos apertados até ao pescoço, cachecóis enrolados pela cabeça acima numa noite fria. E um só padrão a decorar o Estádio Municipal de Braga: verde e branco. Cor de ansiedade, esperança e confiança. Os adeptos do Sporting mais ousados, fazendo jus à sua condição de favoritos. Os adeptos do Vitória Futebol Clube mais pragmáticos, mas nem assim pouco ambiciosos. Não houve piqueniques mas houve romaria de final de Taça (da Liga), um pouco mais moderna.

 

Tudo muito ordenado consoante as realidades. Entre o mar verde e branco sobressaíam em número e ruído os sportinguistas, sinal de um maior estatuto desportivo, de uma dimensão social e económica bem maiores do que as do Vitória de Setúbal. Mas, grandezas à parte, depois é num jogo em que tudo se resolve. E há dez anos, na primeira final da Taça da Liga, ganhou o David, derrubando o Golias no desempate por penáltis (3-2 para o V. Setúbal após 0-0 nos 90 minutos).

 

E isso que interessa? "O Bas Dost vai resolver", ouvia-se de passagem. Mónica Silva, 31 anos, estava apostada em que tudo sorriria ao Sporting, ainda por cima com um goleador tão eficiente. E enorme. "É bué de alto", dizia a sportinguista que tinha ido pela manhã cumprir um ritual da modernidade: tirar selfies com os jogadores após o treino matinal no Estádio 1.º de Maio (Jorge Jesus não abdica da sessão matinal em dia de jogo). "Com quem é que eu tirei selfies?", perguntava aos restantes membros do grupo. E antes da resposta disparou: "Bas Dost, Wendel, Fábio Coentrão, William, Montero..."

 

Esta confiança leonina era traduzida pelos sadinos num sentido bem diferente. "Vamos jogar com a ansiedade do Sporting", acreditava o setubalense Constantino Mendão, 58 anos, e cuja dedicação ao Vitória lhe exigiu 1400 quilómetros de carro em quatro dias - viagem de ida e volta Setúbal-Braga para ver a meia-final (2-0 à Oliveirense). E aquele golo quase a abrir o jogo de Gonçalo Paciência parecia dar--lhe razão.

 

Antes disso, um elemento estranho: grandes manchas de vermelho (cor do patrocinador da competição) quase cobriram o dominante verde da noite, durante a cerimónia de abertura da final. No entanto, talvez nem fosse assim tão estranho, porque pelo estádio também circulavam algumas "melancias": vermelhos por dentro e verdes por fora. "Primeiro bracarense, depois sportinguista. Mas vinha ver a final mesmo sem o Sporting estar presente", garantia o bracarense Camilo Castro, 58 anos, cachecol do Sporting bem aconchegado. "Aqui em Braga isto [a duplicidade bracarense/adepto de um grande] não é muito bem-visto, mas era pior se fosse do Benfica", explicou.

 

O que não se altera é a eficácia de Bas Dost, que atirou de penálti a final para o desempate através de grandes penalidades. E para a emoção deste expediente: depois de eliminar o FC Porto desta forma, foi assim que o Sporting chegou ao triunfo.

 

Artigo da autoria de António Pedro Pereira, jornal Diário de Notícias

 

publicado às 17:06

Fotografia com história dentro (82)

Leão Zargo, em 28.01.18

 

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A inauguração do “novo” Estádio Metropolitano de Madrid (1944)

 

O Athletic Aviación (fusão entre o Athletic de Madrid e o Aviación Nacional em 1939) convidou o Sporting, o vencedor do Campeonato Nacional português, para estar presente na inauguração oficial do “novo” Estádio Metropolitano, em 12 de Outubro de 1944. O Metropolitano tinha ficado destruído durante a devastadora Guerra Civil espanhola.

 

Este jogo em Madrid permitiu que o Sporting reatasse os contactos internacionais, suspensos por causa da 2ª Guerra Mundial. Curiosamente, o último jogo dos leões com uma equipa estrangeira tinha sido no Estádio de Vallecas com uma equipa ‘colchonera’, em 22 de Setembro de 1940.

 

O Athletic, treinado pelo lendário Ricardo Zamora, era um dos principais candidatos ao título. Na época de 1943-44 tinha ficado em segundo lugar no Campeonato e possuía uma equipa onde brilhavam jogadores da selecção espanhola, como Riera, Gabilondo, Campos, Aparicio e Germán, entre outros.

 

Os ‘colchoneros’ venceram por 3-1, e segundo o jornal Marca foi um jogo muito disputado em que se destacou o duelo entre o defesa Aparicio e o avançado Fernando Peyroteo. As duas equipas voltaram a encontrar-se pouco tempo depois em Lisboa, em 31 de janeiro de 1945. Desta vez, os leões ganharam pelos mesmos números (3-1), com dois golos de Jesus Correia e um do “bombardeiro” Peyroteo.

  

Ficha de jogo

 

Jogo amigável (inauguração do Estádio Metropolitano)

Athletic Aviación 3 - Sporting 1

Estádio Metropolitano (Madrid), 12 de Outubro de 1944

Árbitro: Pedro Escartin (Espanha)

 

Athletic Aviación: Ederra, Riera, Aparicio, Gabilondo, Germán, Machin, Adrover, Martin, Taltavull, Campos e Vázquez

 

Treinador: Ricardo Zamora

 

Golos: Campos (15m) e Taltavull (63m e 87m)

 

Sporting: Azevedo, Álvaro Cardoso, Manecas, Canário, Octávio Barrosa, Veríssimo, Jesus Correia, João Cruz, Peyroteo, António Marques e Albano

 

Treinador: Josef Szabo

 

Golo: Peyroteo (65m)

 

publicado às 12:51

 

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Começo a escrever com a intenção de não me alargar muito em comentário. Sinto que há algumas considerações a adiantar sobre o jogo, mas não mais do que isso. Esclareço, desde já, no entanto, que qualquer crítica da minha parte não visa de modo algum desvalorizar o feito da nossa equipa. Como sempre, comento não em função do resultado, mas sim da exibição e da globalidade de circunstâncias inerentes à partida. 

 

Primeiro e sobretudo, muito satisfeito com a conquista desta prova pelo Sporting. Já a merecíamos há muito, e como diz o povo, "mais vale tarde do que nunca". Até deu para me enervar (um pouco), ocorrência excepcional para mim hoje em dia.

 

Reconheço, há muito, que finais são para ganhar, mas não posso deixar de expressar a minha decepção pela incapacidade do Sporting em derrotar este vulgar Vitória de Setúbal nos 90 minutos. Demos 45 minutos de avanço ao adversário e até com um golo para coroar uma exibição muito longe do que se desejava e esperava. Além de já ter acontecido em diversos jogos esta época, sinto que nesta final se fica a dever, fundamentalmente, ao facto de termos jogado com oito jogadores e meio no primeiro período. Passo a explicar:

 

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- Nem sei bem o que dizer de Bryan Ruiz, depois de tudo o que se passou com ele esta época. Mas, na minha opinião, não oferece condições para ser titular nesta equipa, muito menos num jogo decisivo;

 

- Rúben Ribeiro ainda não me convenceu que é jogador para o Sporting. Mesmo que venha a provar o contrário, neste momento, havendo lógica e sensatez (o que com Jorge Jesus talvez seja exigir muito), não devia integrar o onze inicial;

 

- Temos, por fim, Fredy Montero. Ainda lhe dou meio valor, pela sua entrega, apesar da caricata condição física. Não podemos esquecer que fez apenas meia dúzia de treinos desde que chegou, depois de estar parado desde o dia 3 de Novembro.

 

Felizmente, Jorge Jesus também reconheceu esta lacuna da equipa e fez para corrigir o seu erro, dando entrada a Battaglia e Acuña logo a seguir ao intervalo. Este último também não tem estado muito bem, mas com o seu espírito combativo, sempre contribui mais do que Bryan Ruiz.

 

No segundo período, o Sporting criou oportunidades suficientes para chegar ao empate e então vencer o jogo. Muito se fica a dever à ansiedade de alguns jogadores, com alguma infelicidade à mistura. Mas, sobretudo, notou-se a falta de Gelson Martins e, em grau inferior, até de Daniel Podence. O jogo exigia velocidade e criatividade, características natas destes dois jogadores. Acho que ficou bem vincado quão importante Gelson é para esta equipa.

 

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Uma palavra final sobre Rui Costa, o árbitro da partida, com uma actuação no mínimo sofrível. Não comento vários lances em que me irritou com as suas decisões e até admito que não tenha visto a defesa com a mão de Podstawski aos 79 minutos, mas fica por explicar a flagrante omissão do cartão vermelho. Quem comete um erro tão grosseiro, não tem competência para trabalhar jogos a I Liga. Não deixa de ser justiça irónica que quem falhou um penálti pelo Vitória de Setúbal, foi precisamente o jogador que não devia estar em campo.

 

P.S.: A escolha de William Carvalho para marcar a quinta grande penalidade, dá validade ao velho ditado que diz que treinadores são bestas ou bestiais. Jorge Jesus safou-se desta !

 

publicado às 03:37

 

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Declarações de Bast Dost após a vitória na final da Taça da Liga:

 

"A nossa segunda parte foi muito boa, depois de um primeiro tempo fraco. No fim, conseguimos a vitória nas grandes penalidades.

 

Estou muito orgulhoso do Coates e do William por terem marcado os penáltis. Respeito! Estou feliz, mas o sentimento não é suficiente e queremos mais, a Taça da liga não é o título que mais desejamos".

 

publicado às 03:36

 

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O que Rogério Casanova, jornal Expresso, teve para dizer com humor à mistura, sobre as exibições de Bryan Ruiz, Rúben Ribeiro e Fredy Montero. Diz ainda o autor que passou a 2.ª parte de costas para a TV, mas, mesmo assim, consegue explicar como a derrota foi infligida aos pupilos de José Peyroteo Couceiro.

 

Bryan Ruiz

 

Creio que foi ali por volta do minuto 20 que um dos comentadores da RTP afirmou que Bryan Ruiz e Arnold estavam a "travar um duelo intenso".
 
Rúben Ribeiro
 
Jogou 45 minutos, saiu ao intervalo, ganhou uma Taça (confirmada após um dos jogadores vitorianos treinados por José Peyroteo Couceiro ter FALHADO um penalty) e agora anda para ali aos saltos. Já teve dias piores na vida, com toda a certeza. E há de ter melhores, também com toda a certeza.

 

Fredy Montero

 

Ao minuto 16 foi a correr pressionar um jogador do Vitória que estava em posse de bola. Foi um gesto revolucionário que apanhou toda a gente de surpresa. Os restantes jogadores do Sporting devem ter olhado uns para os outros a pensar "quem é que este maluco julga que é?". E lá continuou na sua onda, Montero, a procurar a bola, a procurar os espaços vazios, a tentar devolver a bola ao primeiro toque, e outros anacronismos semelhantes. Foi dos jogadores mais combativos a reagir à perda de posse, e não lhe faltaram oportunidades para o mostrar, pois perdas de bola houve muitas. O facto de os vocábulos "Montero" e "combativo" coexistirem na mesma frase é, aliás, um excelente resumo da primeira parte. Entretanto ganhou mais uma Taça, mesmo não tendo participado no desempate por grandes penalidades que ditou a DERROTA da agremiação sadina, orientada por José Peyroteo Couceiro.
 

publicado às 03:35

Foto do Dia

Rui Gomes, em 28.01.18

 

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 Deve ter sido missão espinhosa, mas desta vez o

jornal A Bola não se "enganou" com a capa.

 

publicado às 03:34

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 27.01.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

 1958 Dual-Ghia D/G Hemi Convertible - Leilão 2017 - 365 mil dólares

 

publicado às 23:59

Finalmente... a Taça da Liga !

Rui Gomes, em 27.01.18

 

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Agora não é o momento para comentários, e até creio que há muito para dizer. Parabéns SPORTING pela primeira conquista desta competição.

 

Viva o Sporting Clube de Portugal !

 

publicado às 23:06

FALSA foto na capa do jornal A Bola

Rui Gomes, em 27.01.18

 

Por referência do nosso leitor HY, a quem agradecemos, desde já, verifica-se que a foto publicada na capa do jornal A Bola é falsa, no contexto do jogo das meias-finais da Taça da Liga entre Sporting e FC Porto, e mais especificamente pela marcação das grandes penalidades. Ora vejamos:

 

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De seguida, temos uma foto real de Rui Patrício a defender uma das grandes penalidades:

 

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- Rui Patrício não defendeu nenhum penálti na posição ilustrada pelo jornal;

- Rui Patrício não envergou a braçadeira de capitão, mas sim William Carvalho;

- A cor das luvas de Rui Patrício é diferente;

- As botas de Rui Patrício são diferentes:

- Creio que a própria camisola, sendo amarela, é diferente.

 

Caso ainda hajam dúvidas, publicamos um vídeo com um breve resumo do jogo:

 

 

Não se refuta a possível presença de Nélson - treinador de guarda-redes do Sporting - nas imediações da baliza utilizada para a marcação das grandes penalidades, mas não deixa de ser triste e lamentável - para ser simpático - a desonestidade do jornal A Bola, sendo um órgão de comunicação social histórico em Portugal. Prova absoluta dos extremos a que o quasi-oficioso porta-voz do clube da Luz está disposto a ir para denegrir o Sporting.

 

Infelizmente, por muito indecoroso que seja, este acto da parte da comunicação social portuguesa não é inédito. Regressamos a Março de 2014, data em que o jornal Record - então sob a tutela do super-encarnado João Querido Manha - publicou uma foto de um golo do Sporting com a linha virtual de fora de jogo falsificada.

 

O mesmo jornal, em Julho de 2013 - então sob a tutela de Alexandre Pais - publicou uma foto de Alexis Santos, nadador leonino, com o emblema do Sporting deliberadamente rasurado da sua toca.

 

Enfim... mais do mesmo que ocorre no nosso tão "pequeno" Portugal !

 

publicado às 11:25

Leoas são elas

Rui Gomes, em 27.01.18

 

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Ercília Machado

 

publicado às 03:32

Da energia a mais à energia a menos

Rui Gomes, em 27.01.18

 

Meia-final da Taça da Liga confirmou tendências dos clássicos. Falta requinte à potência do FC Porto; falta pulmão à tática do Sporting.

 

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Três clássicos, zero golos marcados pelo FC Porto. Três clássicos, três desfalecimentos do Sporting. Cada jogo tem a sua desculpa. O FC Porto marcou ao Benfica no Dragão e ao Sporting na quarta-feira - antes de chegar o árbitro - e vários analistas ligaram a queda física da equipa de Jorge Jesus à lesão de Gelson Martins, mas os jogos não acabam quando se anula um golo, nem um jogador apenas explica uma tendência de 270 minutos.

 

Apesar de potentes e rápidos, os avançados do FC Porto não são propriamente requintados no momento de pensar ou finalizar. E o Sporting encheu-se de gigantes com mais de um metro e noventa (são quatro), e nem todos frescos como alfaces. No pugilismo, quando se "joga" (é assim que se diz, lamento) com um adversário grande e pesado, a melhor estratégia é cansá-lo. O Sporting cansa-se depressa, é um facto, para além de perder muitas vezes naquela última pontinha de jogo, outro sintoma não negligenciável (por outro lado, está tranquilo nas bolas paradas e despejos).

 

O FC Porto demora a cansar-se e cresce com o cansaço alheio. Por causa desse detalhe, a meia-final da Taça da Liga não foi equilibrada, nem lá andou perto. Quem o diz são as estatísticas e as oportunidades, que Sérgio Conceição já tinha conseguido também nos dois clássicos anteriores. Mas não ganha os jogos quem pisa a área do adversário mais vezes. Como não ganha também, em princípio, quem fica a deitar os bofes pela boca ao fim de quinze minutos.

 

Qual dessas insuficiências pesa menos para ganhar campeonatos, é o que veremos.

 

José Manuel Ribeiro, jornal O Jogo

 

publicado às 03:31

 

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O presidente da Liga Portugal acredita que o mercado televisivo da Primeira Liga pode chegar a valer um mínimo de 400 milhões de euros, sempre e quando os direitos de transmissão sejam centralizados e geridos pelo organismo.

 

A revelação foi feita por Pedro Proença, esta sexta-feira, durante o colóquio "O Estado do Futebol em Portugal", inserido na pós-graduação em "Gestão e Organização do Futebol Profissional", realizada em Braga e inserida no conjunto de eventos que têm rodeado a "final four" da Taça da Liga.

 

No presente, esse mercado vale, a fazer fé nas palavras de Proença, qualquer coisa como 200 milhões de euros, sendo gerido pelos próprios clubes:

 

"Já conseguimos passar os direitos televisivos da nossa Liga de 70 milhões para 200 milhões, e seguramente que com a centralização conseguiremos duplicar pelo menos esse valor. A centralização dos direitos televisivos é fundamental e será uma realidade".

 

Não tenho informação suficiente para verdadeiramente comentar o alvo dos 400 milhões de euros, mas parece-me ao alcance da realidade portuguesa. Isto não obstante, apoio Proença cem por cento no que diz respeito à centralização, e quanto antes, dos direitos televisivos. Uma medida que já devia ter sido tomada há muito.

 

publicado às 03:30

Foto do Dia

Rui Gomes, em 27.01.18

 

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Equipas seniores de voleibol

 

publicado às 03:29

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 26.01.18

 

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 Um dos carros mais caros do Mundo

1936 Mercedes-Benz 290 - Leilão 2010 - 450 mil dólares

 

publicado às 22:15

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