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O 12.º jogador com assistência

Rui Gomes, em 24.03.18

 

 

publicado às 12:09

Leoas são elas

Rui Gomes, em 24.03.18

 

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 Joana Ferreira

 

publicado às 03:25

A desonestidade como norma

Naçao Valente, em 24.03.18

 

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A honestidade era verde e um burro comeu-a. Ser honesto foi, em tempos, uma honra. Hoje é uma virtude ser desonesto. A vários níveis. No que ao futebol diz respeito, deixou de ser excepção para ser mais regra. No que concerne ao Sporting, que sempre foi um clube sério e honesto, a desonestidade é merecedora de elogios. Sei que existe noutros clubes, mas sendo criticável, preocupa-me sobretudo a que se pratica no meu.

 

A Doyen Sports é um fundo com existência inteiramente legal, e que os clubes utilizam sem qualquer obrigatoriedade. As suas regras estão definidas e os seus utentes conhecem-nas. Quando utilizam os seus serviços, estabelecendo contratos, fazem-no de livre vontade, independentemente de estes serem  justos ou injustos. Aliás, este ou outros fundos têm servido, para os clubes disporem de activos que de outra forma não conseguiriam. Em conclusão, os clubes quando fazem contratos com estes fundos, sabem ao que vão, e têm que cumprir aquilo que assinaram, que tem que ser cumprido por ambas as partes. Não podem depois vir carpir-se, sacudindo a água do capote. Fazer figura de rico com o dinheiro dos outros é fácil, mas insustentável. 

 

.O Sporting brunista é "useiro e vezeiro" no uso de artimanhas de chico-espertismo para não cumprir esses contratos, fazendo com que seja activada a acção judicial, ganhando assim tempo, para ir ficando com o que não lhe pertence. Esta situação passou-se com o caso Rojo, e tem remake com o caso Labyad. Se esta forma de actuar, seja com quem for, não é desonestidade não sei o que é. Por isso, quando vejo adeptos elogiar estes actos de calotice, põem-se os poucos cabelos em pé. Creio que os adeptos sportinguistas são, na sua maioria e na sua vida privada pessoas honestas, portanto não compreendo que aceitem a prática da desonestidade pela direcção do seu clube. Quer queiram que não, acabam por ser coniventes com uma prática condenável.

 

A honestidade era verde, mas hoje já não é. Há uma regra que eu considero fundamental. Quando consideramos normal, e até louvável, a prática da desonestidade na nossa casa, não temos autoridade moral para a criticar na casa dos outros. Bem vindo aos actos desonestos justificáveis. Viva o admirável mundo novo.

 

publicado às 03:24

Sempre ele !

Rui Gomes, em 24.03.18

 

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Portugal venceu o Egipto por 2-1, em jogo particular realizado em Zurique. Salah, aos 56 minutos, colocou a selecção egípcia na frente, mas os comandados de Fernando Santos acabaram por dar a volta ao marcador no tempo de compensação, com Ricardo Quaresma a assistir para dois golos de Cristiano Ronaldo, que carimbaram o triunfo da equipa das "Quinas".

 

Na próxima segunda-feira, Portugal defronta a Holanda, em Genebra, no último encontro dos campeões europeus antes de o seleccionador Fernando Santos dar a conhecer os 23 convocados para o Mundial, que se disputa na Rússia de 14 de Junho a 15 de Julho.

 

Confesso que não encontro mais superlativos para devidamente descrever a magnificência deste goleador, o melhor de sempre na história do futebol português.

 

Muito mais pode ser dito sobre o jogo e algumas das opções de Fernando Santos, mas deixamos ficar para outra ocasião.

 

Sobretudo, acho que temos de aproveitar Cristiano Ronaldo enquanto ele conseguir pisar o relvado. O Mundial da Rússia deverá ser o seu último e depois dele só por milagre Portugal vai encontrar outro goleador que consiga nem que seja andar na sua sombra.

 

publicado às 03:23

 

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O futebol profissional contribuiu directamente com 456,1 milhões de euros para o PIB português na época 2016/2017, de acordo com um estudo da Ernst & Young, realizado com base em informação fornecida pela Liga. O primeiro Anuário do Futebol Profissional Português nota que o peso da modalidade na economia nacional - correspondente a 0,25% do PIB -- seria ainda maior se fossem somados os impactos indirectos, em sectores como o turismo, a comunicação social e as apostas desportivas.

 

As sociedades desportivas geraram mais de 680 milhões de euros em volume de negócios em 2016/2017, valor impulsionado pela forte subida das receitas na Primeira Liga, que ascenderam a 659 milhões, um aumento de 31% face à época anterior. Benfica, FC Porto e Sporting concentraram 76% da globalidade das receitas durante aquele período, em que os maiores ganhos estão relacionados com transferências de jogadores (32%) e renegociação de contratos de transmissão televisiva de jogos (24%).

 

Com um total de 443,3 milhões, a I Liga foi responsável por mais de 97% do impacto global na economia portuguesa durante a época passada, que teve um acréscimo de 44% relativamente a 2015/2016, temporada em que o futebol profissional contribuiu com 315,9 milhões para o PIB.

 

Nessa época, a modalidade pagou 21,9 milhões em impostos e foi responsável pela criação directa de 2055 postos de trabalho (1.523 dos quais na divisão principal), segundo o estudo da empresa de auditoria e consultoria, que não apresenta os mesmos indicadores referentes a 2016/2017. "O estudo reforça que a maior parte dos postos de trabalho provêm das Sociedades Desportivas da Liga NOS que empregam 1 523 trabalhadores, em que 787 são jogadores, 212 são treinadores e 524 são outros funcionários das Sociedades Desportivas. Já as Sociedades Desportivas da LEDMAN LigaPro empregam, por sua vez 488 trabalhadores que se decompõem em 348 jogadores, 55 treinadores e 85 funcionários das Sociedades Desportivas", pode ler-se no documento.

 

publicado às 03:22

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 23.03.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

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publicado às 22:30

 

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Kobe Bryant, um dos maiores basquetebolistas de sempre, é fanático por futebol - e fã de Cristiano Ronaldo, como não podia deixar de ser. Em entrevista ao “Jogo” esta sexta-feira, o basquetebolista faz um bom prognóstico para o Mundial da selecção das quinas.

 

“Vai ser uma equipa muito perigosa! Portugal não é só o CR7, Portugal tem uma equipa muito competitiva e acho que pode fazer um grande Mundial. E porque não ganhar? Já fez algo grande ao vencer o Europeu de 2016 e pode estar entre as equipas que vão lutar pelo título.

 

Portugal tem muito talento e jovens que podem fazer a diferença, como por exemplo Bernardo Silva, do Manchester City, que está a trabalhar muito bem e a aprender muito com o Pep Guardiola. Vai ser um craque em breve.

 

Quando o Cristiano Ronaldo chorou depois do apito final, nesse jogo com a França, fiquei muito feliz por ele. Que grande campeão! Ele coloca a alma e o coração no campo e só aceita a vitória. É um enorme competidor, um campeão extraordinário. Já joga há muitos anos a esse nível, é um grande atleta e um dos melhores jogadores da história do futebol.

 

Vou seguir muitos jogos durante o Mundial e talvez passe uns dias na Rússia para ver algumas equipas jogar. Se for lá, tentarei ir ver um jogo de Portugal. E porque não uma final entre a Argentina do meu amigo Leo Messi e o Portugal do Cristiano Ronaldo? Se isso acontecer, apanho o primeiro voo para Moscovo”.

 

publicado às 17:24

Rumores do mercado: Jonathan Calleri

Rui Gomes, em 23.03.18

 

 

Jonathan Calleri, 24 anos, natural de Buenos Aires, Argentina, ponta de lança, que alinha actualmente no Las Palmas, da primeira Liga espanhola,  por empréstimo do Club Deportivo Maldonado, da Segunda Divisão do Uruguai.

 

Em 2016/17 actuou o West Ham, da Premier, também por empréstimo, onde participou em 19 jogos, com apenas um golo marcado.

 

Na época em curso já participou em 32 jogos na La Liga, 30 dos quais como titular, com 2672 minutos de jogo (média de 83,5 minutos por jogo), com 10 golos marcados.

 

O portal Transfermarkt avalia o seu passe em 5,1 milhões de euros.

 

publicado às 15:14

 

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Hoje realizam-se os primeiros jogos particulares de selecção e o Sporting terá oito dos seus activos em acção: Rui Patrício, Bruno Fernandes, Gelson (Portugal), Coates (Uruguai), Ristovski (Macedónia), Bryan Ruiz (Costa Rica), Acuña (Argentina) e Bas Dost (Holanda).

 
Deste lote de jogadores, destaque para o desgaste de Sebastián Coates, dado que o Uruguai vai disputar os seus dois jogos na China, que obriga a mais de 11 mil quilómetros de viagem.
 

Os restantes atletas jogarão todos em território europeu, com Ristovski a ter a viagem mais complicada, uma vez que a Macedónia vai defrontar a Finlândia e o Azerbeijão em Antalaya, na Turquia. Já os três internacionais portugueses deslocam-se à Suíça, tal como Bas Dost que passou os últimos dias a treinar-se em Zeist, na Holanda. Por sua vez, Marcos Acuña e Bryan Ruiz entrarão em acção no Reino Unido.

 

Resta ainda assinalar as presenças de Rafael Leão, Ivanildo e Ronaldo Tavares nos sub-21, que hoje, em Tondela, defrontam o Liechestein.

 

publicado às 12:00

 

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A acreditar no que é noticiado esta quinta-feira, ainda não se verificou um desfecho ao conflito com a Doyen Sports.

 

A empresa terá apresentado uma acção no Tribunal Judicial de Lisboa contra o Sporting, exigindo a execução imediata de uma dívida de 2,035 milhões de euros referentes a Zakaria Labyad.

 

Ao que foi possível apurar, a empresa queixa-se de que, ao contrário do que aconteceu no caso Marcos Rojo, este valor ainda não foi saldado. Por isso, o tribunal ordenou uma execução sumária, um mecanismo legal utilizado quando já não há hipóteses de recurso e que pode levar a penhoras. 

A SAD leonina está consciente da dívida e terá a verba devidamente provisionada para o pagamento, mas pelos vistos não tem qualquer pressa em saldar esta conta.
 
Depois da "novela" que perdurou tanto tempo e os custos que acabaram por ser assumidos pelo Sporting, qual é o ponto de prolongar o conflito ainda mais ?
 

publicado às 03:45

Silêncio que vale por mil emails

Rui Gomes, em 23.03.18

 

Tirando a polícia, ainda ninguém desmentiu o poder do Benfica.

 

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Já há meses que não é possível negar a existência de um plano, estratégia, projecto, difusão de marca (o que quiserem chamar-lhe) do Benfica para estender a sua rede de influências. Podemos ver essa ideia pelos olhos de um benfiquista, que só destrinçará o maior clube português a tirar rendimento legítimo do seu tamanho e da variedade das simpatias que colhe em todos os círculos. Ou podemos vê-la pela perspectiva dos adversários, que imaginam em cada adepto do Benfica uma potencial vantagem desonesta, seja nos tribunais, nos governos, nas grandes empresas, na Imprensa, nos escritórios de advogados ou nos conselhos de disciplina e arbitragem.

 

Em qualquer dos casos, falamos de poder e o problema de todos estes meses, já quase um ano, não está tanto no que os órgãos oficiais da área fizeram para confirmar que o Benfica tem, de facto, poder sobre eles, apesar do comportamento reiterado e até chocante do Instituto Português do Desporto e da referência despropositada do primeiro-ministro ao "clube que nos é querido". O problema está no que não se fez para deixar claro o contrário.

 

Apesar de múltiplos ataques ao Sporting e ao FC Porto, em críticas directas ou sugestões descaradas, por várias figuras com responsabilidade institucional e até em locais como a Assembleia da República, nem uma vez qualquer delas tocou o nome do Benfica ou reagiu a uma qualquer acção do Benfica. Os timings escolhidos foram sempre de maneira a que parecessem respostas a acções de FC Porto ou Sporting.

 

Podem negar, mas são factos comprováveis: houve vários episódios de ousadia, e até rebeldia, para com FC Porto e Sporting e apenas respeitáveis generalizações quando as culpas apontaram para a Luz (na Liga, por exemplo, o Benfica ganhou influência neste período, enquanto FC Porto e Sporting a perderam).

 

Dez meses de tanto silêncio revelam bem mais do que mil emails.

 

José Manuel Ribeiro, jornal O Jogo

 

publicado às 03:44

 

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Um dos oradores no congresso organizado pelo Sporting "The Future of Football", Pedro Proença, presidente da Liga de Clubes, defendeu que o campeonato sub-23 e as equipas B "são complementares" e "podem viver em perfeita harmonia":

 

"As equipas B e o campeonato sub-23 são duas realidades que devem e podem viver em perfeita harmonia. Eu diria mesmo que são complementares. Existem treinadores que manifestaram publicamente que são totalmente a favor da continuidade das equipas "Bês" e da vertente competitiva que uma II Liga oferece.

 

Portugal, por ter tradição na exportação de talentos e até pela dimensão que tem, não pode dar-se ao luxo de abdicar de mais de 8 mil atletas que encontram dificuldades na transição da formação para as camadas seniores. Manter este espaço sem hipotecar o de outros. O que não invalida que não possa haver uma experiência competitiva de um campeonato sub-23. Manter este espaço sem hipotecar o de outros é a nossa perspectiva: podemos e devemos ter mais uma competição.

 

Da mesma forma, o futebol português não pode abdicar de mais de 375 milhões de euros, número que resulta das transferências de jogadores que passaram pelas equipas B desde 2012. No início desta temporada foram transaccionados mais de 132 milhões de euros só com futebolistas que actuaram nas equipas B. São número sintomáticos aos quais devíamos tomar a máxima atenção".

 

É por de mais evidente que este complexo tema ainda exige muita ponderação e debate, considerações que nos levam a questionar a decisão porventura prematura do Sporting ao anunciar o fim da sua equipa B.

 

publicado às 03:43

 

 

publicado às 03:42

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 22.03.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

1967 Chevrolet Corvette L88 Convertible - Leilão 2017 - 1,9 milhões de dólares

 

publicado às 22:30

O futuro de Fábio Coentrão

Rui Gomes, em 22.03.18

 

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“Além de procurar reforços para a próxima época, o Real Madrid tem de olhar para os jogadores que emprestou". É este o mote que o desportivo espanhol “AS” dá à sua edição desta quinta-feira. O objectivo: analisar o rendimento dos jogadores emprestados pelos merengues e com que Zidane poderá contar já na próxima época.

 

Entre os nomes que surgem, há um que interessa particularmente aos portugueses e aos sportinguistas: Fábio Coentrão.

 

Além dos elogios e da satisfação de Jorge Jesus com o lateral-esquerdo, o “AS” decidiu lembrar as lágrimas do jogador depois de ser substituído no jogo em Astana para os 16 avos de final da Liga Europa:

 

O Sporting pagou um milhão de euros pelo seu empréstimo. É titular, mas começou a chorar mal foi substituído diante do Astana".

 

Este incidente não obstante, Jorge Jesus está muito satisfeito com o seu desempenho: “A este nível, muitos na Europa o quereriam”.

 

O rendimento do lateral esquerdo esta época terá superado as expectativas, pelos seus problemas físicos crónicos. É indiscutível que tem sido uma grande mais-valia para a equipa, não só pela sua contribuição técnico, mas tanto ou mais pela sua garra, pelo seu querer vencer.

 

O jogador já fez saber que gostaria de continuar no Sporting, porventura, até acabar a sua carreira em Alvalade. No entanto, o Real Madrid, com o qual tem contrato até 2019, tem uma grande palavra a dizer.

 

Até se admite que o Sporting esteja disponível para pagar novamente um milhão pelo seu empréstimo, mas com os seu elevado salário, assumido pelos merengues, é apenas lógico que o clube espanhol o tente transferir a título definitivo. Se o Sporting tem condições para considerar esta proposição, é um caso no mínimo duvidoso.

 

publicado às 12:24

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 22.03.18

 

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publicado às 12:23

 

Luiz Filipe Scolari, um dos participantes no congresso promovido pelo Sporting "The Future of Football", a decorrer no Pavilhão João Rocha, em entrevista à Sporting TV:

 

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"É sempre um prazer enorme regressar a Portugal. Tenho um grande carinho por este povo. Estou muito feliz por ter aceitado este convite. No ano passado não pude comparecer porque estava na China, mas agora como não estou a treinar aceitei o convite com a toda satisfação e entusiasmo. Vou participar na função de orador, mas também irei ouvir e aprender com os outros convidados.

 

Acredito que este tipo de iniciativas são muito importantes para o mundo do futebol, pois é, também, através destas experiências que se pode melhorar cada vez mais este desporto. O Sporting CP é um emblema vitorioso, pelo grande grande trabalho realizado a nível desportivo e pela historia do próprio emblema. O Sporting Clube de Portugal é um clube com mentalidade vencedora.

 

É importante que o Sporting tenha apoiado medidas que vieram melhorar o futebol, como o VAR. Nós, técnicos, treinadores, jogadores e jornalistas, temos a função de conduzir e focar o futebol para as quatros linhas. O video-árbitro veio melhorar a credibilidade desportiva, pois contribuiu para a menor existência de erros. Foi uma mudança bastante positiva. Porém, penso que as pessoas valorizam mais quando os árbitros erram do que quando tomam atitudes acertadas.

 

A partir de 2002 verificou-se uma alteração na Selecção em todos os paradigmas. Os portugueses começaram a perceber como se trabalhava e aprenderam a valorizar os símbolos do país. Foi um processo contínuo que hoje esta a dar frutos. Dei o meu contributo e foi com grande euforia que celebrei a vitória alcançada em 2016. Festejei como um verdadeiro português.

 

Quanto ao meu futuro profissional, estou a estudar as várias propostas que me têm aparecido. Até ao final do mês de Março vou decidir onde irei trabalhar nestes próximos anos. Tenho algumas possibilidades. Porém, independentemente de tudo, volto sempre a Portugal, para estar junto da minha família".

 

NOTA: Não sei se Scolari estava a ser sincero se apenas politicamente correcto ao afirmar que o Sporting é um clube com mentalidade vencedora. O contexto não obstante, até concordarei com esta disposição no que ao todo do Clube diz respeito, mas não no que refere ao futebol profissional. Já há uns bons anos a esta parte que esse "make-up" não existe nesse sector, e não me refiro apenas a títulos conquistados, mas muito mais à qualidade da sua organização e modo de competir, a começar com os dirigentes e a terminar com os próprios adeptos.

 

Deixo a interpretação ao critério dos leitores.

 

publicado às 02:41

Leão por um fio

Rui Gomes, em 22.03.18

 

As baixas leoninas no contingente à disposição de Fernando Santos dizem qualquer coisa sobre o esforço a que o Sporting tem sido sujeito.

 

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1. Jesus tem-se queixado com alguma frequência da sobrecarga de jogos a que a equipa leonina tem sido sujeita nas últimas semanas. Tratando-se de Jesus, as queixas têm sido relativizadas pela maior parte da crítica, mas os reflexos dessa sobrecarga estão agora à vista de todos.

 

Coentrão e William abandonaram o estágio da Selecção por estarem lesionados, Gelson não iniciou o treino de ontem e apenas Bruno Fernandes e Rui Patrício estão a trabalhar com Fernando Santos sem limitações. Jesus tem esticado o Sporting até ao limite e dá que pensar até onde poderia ir se não fosse esta pausa para as selecções. Da última vez, esticou Bas Dost até partir...

 

2. A propósito de Jesus, há uns dias o treinador do Sporting disse que era conhecido no mundo por ter disputado duas finais da Liga Europa. Ontem, ficou ainda mais conhecido no Brasil por ter sido o treinador que disse, a propósito de Wendel, que uma coisa é jogar no Fluminense e outra é jogar no Sporting.

 

Os brasileiros, que pelos vistos não ligam muito à Liga Europa, ainda não conheciam a tendência de Jesus para os exageros de retórica e ficaram ofendidos. Passaram o dia de ontem a ligar para cá, tentando descodificar a mensagem e nós passámos o dia a dizer que não, não era nenhuma falta de respeito, que o próprio treinador tratou de o garantir na declaração que produziu, que no máximo seria falta de diplomacia e que, na verdade, Jorge Jesus estava apenas a sublinhar a necessidade de adaptar Wendel, não apenas à intensidade do futebol português, mas também à especificidade das ideias do próprio treinador.

 

Um simples "fait-divers" que, ainda assim, levanta uma questão: será mais estranho que os brasileiros fiquem incomodados com tão pouco ou que nós conheçamos Jesus tão bem que já não fiquemos incomodados com nada?

 

Jorge Maia, jornal O Jogo

 

publicado às 02:40

Qual o futuro do VAR ?

Rui Gomes, em 22.03.18

 

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O vídeo-árbitro foi o tema de abertura do IV Congresso 'O Futuro do Futebol', organizado pelo Sporting. Num painel subordinado ao tema ‘Vídeo-árbitro: presente e futuro’, moderado por Keith Heckett, antigo árbitro inglês, os presentes foram brindados com a experiência do VAR em três países: Portugal, Alemanha e Estados Unidos da América e ainda a perspetiva da Internacional Board. E com isso foi possível verificar pontos em comum, mas também diferenças na aplicação da tecnologia e para onde caminha.

 

EUA, modelo a seguir

 

E as diferenças principais chegam da Major League Soccer, dos EUA. A tecnologia foi implementada esta época, mas antes, houve treinos intensivos durante seis meses, com árbitros, televisões e ainda explicações para os adeptos, tanto nos estádios como nas televisões que transmitem as partidas. Uma das medidas foi contratar o antigo árbitro inglês Howard Webb, que deu formação a árbitros, mas também foi a vários programas de televisão e deu muitas entrevistas onde promoveu a tecnologia.

 

Outra diferença passa também pela comunicação com os adeptos nos estádios. As imagens consultadas pelo árbitro principal numa determinada decisão são passadas a seguir nos ecrãs dos estádios, após o recomeço do jogo, para que os presentes possam ver em que se baseou o juiz do encontro. Greg Barkey, director técnico da MLS, explicou ainda que os árbitros mais novos estão mais à-vontade com a tecnologia, mas têm mais dificuldades em tomar decisões, precisam de mais tempo para ver as jogadas, ao contrário dos árbitros mais experientes. E isso tem um custo no tempo de jogo:

 

"Com o passar do tempo, o número e tempo das interrupções baixaram drasticamente. Agora os árbitros só vão ver o que realmente interessa. Mas o que dizemos é: 'Se está a demorar imenso tempo para ver a jogada, demasiadas repetições, à procura de algo, é porque não há nada", disse Greg Barkey. As 'zonas cinzentas' continuam a ser o principal obstáculo, mas o responsável recorda que o VAR não vai acabar com os erros de arbitragem. Por isso, só deve intervir em situações onde é claro o erro do árbitro. Situações dúbias ficam nas mãos do árbitro principal.

 

A opinião de Jorge Jesus:

 

"Partilho a opinião, mas são realidades diferentes. Um adepto dos Estados Unidos não é como um adepto de Portugal ou de Espanha, que são muito mais fervorosos. Com as novas tecnologias, um adepto pode ver logo ali o lance, na hora.

 

Penso que fomos dos primeiros países a aderir a esta ideia. Os outros têm mais que aprender connosco. Não é por ser a MLS, uma federação ou um campeonato dos Estados Unidos, que não podemos aproveitar algumas questões. Mas acho que eles têm mais a aprender connosco".

 

Começo por questionar os conhecimentos de Jorge Jesus sobre as origens do adepto norte-americano. Pouco ou mesmo nada, decerto, e além do mais, "fervoroso" até nem será o termo mais adequado. Eu optaria pelo termo "civilizado".

 

É evidente que no contexto futebolístico, o continente norte-americano tem uma história muito mais curta quando comparado com a Europa ou a América do Sul, mas em termos de organização desportiva, seja em futebol ou em qualquer outra modalidade, é líder incontestável.

 

publicado às 02:39

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 21.03.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

1991 BMW Nazca M12 - 3 milhões de dólares

 

publicado às 23:00

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