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Rui Gomes, em 31.03.20

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Um dos carros mais caros do Mundo

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publicado às 22:30

Rafael Leão - Toda a verdade

Rui Gomes, em 31.03.20

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Grande reportagem sobre Rafael Leão e a sua saída do Sporting em Record Premium. Os bastidores da rescisão que saiu bem cara ao jovem jogador.

- A mensagem para Bruno de Carvalho que o tramou: "Estamos juntos Boss".

- Chegou a 'rasgar' com o Lille para voltar para... o Sporting.

- A um passo da Luz até que Cintra tomou posse: "Não ficou em Alvalade porque foi apertado".

- Presidente e Tiago Fernandes foram buscá-lo a França.

_________________________________________________

"A sabedoria popular não deve ser desprezada. Nunca. Talvez por isso há ditados para quase todas as situações da vida. A Rafael Leão assentava bem o conhecido "mais vale só do que mal acompanhado".

O jovem jogador do Sporting acabou por pagar bem cara a ganância dos que o rodeiam. Coqueluche da formação leonina desde cedo, era alguém de quem se esperava muito em Alvalade.

Sabe-se agora... que por ele até teria voltado. Infelizmente, com a mesma leveza de quem poderia ter assinado pelo Benfica ou até rubricado, rasgado e voltado a assinar pelo Lille.

Mais uma história de um miúdo manobrado por quem viu nele a sorte de uma vida e não lhe cuidou da dignidade. Agora com uma conta de 16,5 milhões para pagar, Rafael está entre a espada e a parede de assumir o erro ou prosseguir a batalha jurídica. Uma pena".

Bernardo Ribeiro, Director de Record

publicado às 18:07

Os números nas camisolas de futebol

Leão Zargo, em 31.03.20

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Na época de 1948-49, as camisolas dos jogadores de futebol passaram a ser numeradas em Portugal, pelo menos nas competições principais. “Os clubes deverão apresentar os seus jogadores com as camisolas devidamente numeradas”, decidiu a Federação Portuguesa de Futebol. Ribeiro dos Reis escreveu um artigo no jornal A Bola onde sugeriu que a numeração se fizesse do 1 ao 11, de acordo com a posição no campo, do guarda-redes para os avançados e da direita para a esquerda.

A organização proposta por Ribeiro dos Reis reflectia o sistema táctico dominante na época, o célebre WM, tendo no centro o “quadrado mágico de Chapman” que garantia versatilidade e dinâmica à equipa, com dois médios e dois interiores. Depois, o modelo de jogo foi-se alterando a grande velocidade e a linguagem “futeboleira” enriqueceu-se à custa de novos protagonistas, como o quarto-defesa ou o trinco, por exemplo.

Peyroteo SCP 1948-49.jpg

Segundo Miguel Lourenço Pereira, no “futebolmagazine”, 24.10.2014, a primeira vez que duas equipas usaram números nas camisolas foi em 30 de Março de 1924, nos Estados Unidos da América, num jogo entre o Fall River Marksmen de Massachusets - um clube historicamente associado à comunidade portuguesa - e o St. Louis Vesper Buick. Cada um dos vinte e dois futebolistas subiu ao terreno de jogo com um número nas costas do 1 ao 11. Em Inglaterra, em 1925-26, o Arsenal e o Chelsea decidiram disputar a temporada da First Division com os seus jogadores numerados.

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Os números nas camisolas determinaram a forma simbólica como vemos o futebol, os futebolistas e o seu papel no jogo. Todos conhecemos o significado mítico da camisola 9 de Peyroteo, exigimos um 10 como o Travaços para construir o jogo ou sonhamos com um 11 como o Albano a partir os rins ao defesa direito. Há quem discuta sobre o verdadeiro papel do 4 ou do 6 ou do 8 e leve o debate para uma conversa sobre líberos, trincos e médios e os números que têm nas camisolas. Mas, o Battaglia veste o 16, o Wendel leva o 37 e o Bruno Fernandes usava o 8 e jogava como um 10. Muito complicado.

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Agora, com o marketing das camisolas personalizadas os mais puristas dizem que já não é a mesma coisa. E esses mesmos puristas sorriem com ironia quando ouvem o jornalista Joaquim Rita a falar na televisão da “posição 6” ou da “posição 8”. Afinal de contas, coisas do comércio de camisolas que até já se compram online no OLX.

Na fotografia, a equipa habitual do Sporting na época de 1948-49, que usava a numeração proposta por Ribeiro dos Reis:

Em cima - Juvenal 3, Manecas 5, Veríssimo 6, Canário 4, Octávio Barrosa 2 e Azevedo 1;

Em baixo - Jesus Correia 7, Vasques 8, Peyroteo 9, Travaços 10 e Albano 11.

publicado às 13:30

Recordar é viver

Rui Gomes, em 31.03.20

publicado às 13:16

O Boletim do Sporting Club de Portugal

Leão Zargo, em 31.03.20

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Em 31 de Março de 1922 foi publicado o primeiro “Boletim do Sporting Club de Portugal”, com a periodicidade quinzenal. Inicialmente tinha oito páginas no formato de 20x28, com o pagamento facultativo de 2$00 semestrais. Trata-se do mais antigo periódico europeu de um clube desportivo. A convicção da absoluta necessidade de um órgão informativo do Clube nasceu numa tertúlia no Café Martinho, em Lisboa, onde se destacavam Mendes Leal, José Serrano e Júlio Araújo, entre outros.

O aprofundamento do espírito leonino, a defesa dos interesses do Clube e a circulação da informação seriam alguns dos objectivos iniciais e “Razão de ser” foi o sintomático título do primeiro editorial. Depois, inúmeras gerações de sportinguistas consolidaram a sua paixão e o seu querer através da leitura das narrativas escritas nas páginas do Boletim. No período inicial teve como competidor o “Sport de Lisboa”, pertença dos vizinhos e rivais de sempre, que depois se extinguiu.

Na década de 1940, o Boletim do Sporting publicava-se regularmente e já tinha alcançado invulgar difusão entre os adeptos leoninos, transformando-se em jornal a partir de Junho de 1952.

publicado às 08:51

Jovane Cabral em entrevista

Rui Gomes, em 31.03.20

"Tenho muitas saudades da bola. Jogar é sempre bom, assim

como estar com os adeptos e as pessoas do Clube"

publicado às 05:04

Os hunos por trás dos Átilas

Rui Gomes, em 31.03.20

Quem acha que os obstáculos ao bom senso são quatro ou cinco presidentes idiotas não fez as contas como devia.

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A imagem do presidente da Bielorrússia, de capacete de hóquei no gelo, stique e ombreiras, com a legenda "Mais vale morrer em pé do que viver de joelhos" (falava sobre o vírus), podia muito bem ser a capa de uma biografia de Átila, o huno. A filosofia é a mesma, a 1500 anos de distância. Lukashenko, Trump, Bolsonaro ou o ministro das Finanças holandês (neerlandês), que considera os povos do Sul preguiçosos e pedintes, são todos o vilão ideal, cada um no seu grau de sacanice e estupidez patentes. Mas sozinhos valem zero, por muito geniais que sejam no Twitter ou no WhatsApp. São 0,1 por cento do problema.

Se o Partido Republicano não suportasse as canalhices de Trump, no senado americano, ele teria caído há muito. Bastaria até que alguns senadores não se esforçassem tanto por aguentar o vómito. Se grandes instituições, como as inexplicavelmente toleradas igrejas evangélicas, não tivessem interferido,  Jair Bolsonaro não seria presidente do Brasil e, sem Putin nos bastidores, Lukashenko teria sofrido bem mais dificuldades na Bielorrússia. O neoliberal Wopke Hoekstra também faz parte de um exército organizado, não é um idiota solitário, nem tem um pensamento assim tão distante de alguns ex-primeiros-ministros portugueses.

Donald Trump e Bolsonaro podem ser uma mera moda passageira e Hoekstra apenas um arrogante particularmente descarado, mas quem os promove ou, podendo fazê-lo, abdica de os eliminar leva décadas de enraizamento, de amizades e de confrades que não têm nada de ignorantes nem de burgessos. O bom senso está em grande desvantagem e tem um longo historial de ingenuidade e inércia no cadastro.

José Manuel Ribeiro, Director de O Jogo

publicado às 05:03

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Uma comissão ad-hoc constituída por cerca de uma dezena de clubes do Campeonato de Portugal estará a fazer chegar à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) uma proposta algo revolucionária para os quadros competitivos desde a I Liga até aos Distritais, no âmbito do que consideram um período conturbado devido à pandemia da Covid-19.

Ao que consta, a proposta prevê o alargamento da I Liga para 20 emblemas já na próxima época, reduzindo para os 18 actuais em 2021/22, enquanto a II Liga seria disputada por 28 clubes (duas séries de 14) nas próximas duas temporadas.

Vizela, Fafe, Sintrense, Espinho, Olhanense, Sertanense, Amora, Trofense, Lusitano e Leiria, todos do Campeonato de Portugal, são os subscritores do documento dirigido à FPF, onde também propõem que o Campeonato de Portugal seja disputado em duas séries a partir da próxima temporada (12+12) e logo abaixo um prova inter-associações com 56 equipas (quatro séries de 14).

Esta proposta surge do momento actual e, essencialmente, em função da eventualidade de os campeonatos não poderem seguir até ao fim. Os clubes entendem que esta paragem pode dar o motivo e o tempo necessários para a alteração dos quadros competitivos.

publicado às 05:02

Cristiano Ronaldo "The Boss"

Rui Gomes, em 31.03.20

publicado às 05:01

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Michele Uva, vice-presidente da UEFA, confirmou que cada Federação tem o direito de decidir o campeão, subidas e descidas, mas que o tempo para terminar a temporada não é ilimitado, pois o organismo europeu estabelecerá uma data para cada país entregar a lista de equipas que irão participar nas provas continentais da próxima época.

Ao canal Mediaset Itália, o dirigente teve isto para dizer:

"Cada Federação tem liberdade e soberania absolutas para decidir sobre o seu próprio campeonato, e por isso poderá fixar as datas que considere e decidir, juntamente com a respectiva Liga profissional, sobre os campeões, as subidas e as descidas.

A UEFA, no entanto, definirá a data para darem a lista das equipas classificadas para as próximas competições continentais".

A UEFA mudou as datas das finais de Liga dos Campeões e Liga Europa, e também adiou o Europeu, mas ainda não alterou oficialmente as datas de início das competições europeias da próxima época. A Champions, por exemplo, deveria começar em Julho.

publicado às 05:00

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 30.03.20

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Um dos carros mais caros do Mundo

1965 Ferrari 275 GTB/C6 - Leilão 2020 - 2,753 milhões de dólares

publicado às 22:30

Para distrair

Rui Gomes, em 30.03.20

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Com tanto de deprimente à nossa volta hoje em dia, não há nada melhor do que uma boa história anedótica para  "higienizar" o ambiente.

Esta foi-me enviada por uma amiga de Hong Kong, em inglês, e para não perder o impacte não me vou dar ao trabalho de a traduzir para português:

" Airplane with 5 passengers on board: Donald Trump, Boris Johnson, Angela Merkel, the Pope and a shy ten year old school boy. The plane is about to crash and there are only 4 parachutes.

Trump said 'I need one. I’m the smartest man in the USA and I am needed to sort out the problems of the World!’, takes one and jumps.

Boris said ‘I'm needed to sort out Britain’. He takes one and jumps.

The Pope said ‘I need one as the world needs the Catholic Church.’ He takes one and jumps.

Angela said to the ten year old: "You can have the last parachute. I've lived my life, yours is only just starting."

The 10 year old replied: "Don’t worry, there are 2 parachutes left, the smartest man in the USA took my school bag.”

publicado às 17:00

Covid-19

Rui Gomes, em 30.03.20

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Ferrera Erbognone é uma pequena cidade da Lombardia, no norte de Itália com 1.000 habitantes. A média de idades é superior a 60 anos e, até ao momento, não houve um único habitante infectado pelo coronavírus, apesar de fazer parte da região mais afectada em Itália. 

Alguns cientistas avançam mesmo a hipótese de os habitantes terem uma imunidade ao vírus e irão fazer análises de sangue aos mesmos. Na Lombardia já morreram quase seis mil pessoas devido ao Covid-19. 

O Instituto Neurológico Mondino de Pavía já começou a testar o sangue dos habitantes para tentar perceber o exacto porquê de não haver um único caso de contágio. Para serem testados, os cidadãos deslocam-se até um laboratório local. Cientistas esperam encontrar anti-corpos no organismo dos habitantes que possam explicar esta imunidade e até ajudar no combate ao coronavírus. 

Os habitantes de Ferrera Erbognone têm uma explicação simples para o facto de ainda não terem adoecio: afinal "não estão sempre fechados em casa". Mesmo assim, continuam a cumprir as regras de reclusão e isolamento social como forma de se protegerem, explicou o autarca e médico Giovanni Fassina ao Corriere della Sera.

O número de mortes em Itália chegou este domingo aos 10.779, um aumento de 756 óbitos nas últimas 24 horas e 5.217 novos infectados, informou a Protecção Civil italiana.

O total de pessoas que se encontram infectadas é de 73.880, uma vez que já recuperaram da doença 13.030.

O número total de contagiados desde 20 de Fevereiro (dia em que se detectou o primeiro caso) é de 97.689.

Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o Mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 363 mil infectados e mais de 22 mil mortos, é aquele onde está a surgir actualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 92.689 casos registados até hoje.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 6.528, entre 78.797 casos de infecção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos são o que tem maior número de infectados (mais de 124 mil).

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.439 casos (mais de 75 mil recuperados) e regista 3.300 mortes. A China anunciou hoje 45 novos casos, dos quais 44 oriundos do exterior, e mais cinco mortes, numa altura em que o país suspendeu temporariamente a entrada de cidadãos estrangeiros, incluindo residentes.

Os países mais afectados a seguir a Itália, Espanha e China são o Irão, com 2.640 mortes reportadas (38.309 casos), a França, com 2.314 mortes (37.575 casos) e os Estados Unidos com 2.191 mortes. Na Alemanha existem mais de 50 mil pessoas infectadas e registaram-se 389 vítimas mortais.

O número de fatalidades no continente africano subiu para 134 com os casos acumulados a aproximarem-se dos 4.300 casos em 46 países, segundo a mais recente actualização das estatísticas sobre a pandemia.

Vários países adoptaram medidas excepcionais, incluindo o regime rígido de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Subiu para 140 o número de fatalidades em Portugal, segundo dados esta segunda-feira revelados pelo boletim diário da Direcção-geral da Saúde (DGS), isto depois de nas últimas 24 horas se terem registado mais 21 óbitos. Ainda segundo os dados revelados pela DGS, registam-se agora 6408 casos de pessoas infectadas no nosso país, mais 446 em relação aos números divulgados na véspera.

Domingo, Portugal registava 119 mortes associadas à Covid-19, mais 19 do que no sábado, e 5.962 infectados (mais 792).

Nota: Pela minha experiência pessoal ao longo dos anos naquela parte do Mundo, sinto muita dificuldade em acreditar na totalidade de informação oriunda da China, onde a troco de propaganda avulsa não se hesita pôr em risco a vida humana. Em conversa hoje mesmo com amigos residentes em Hong Kong - onde eu também residi - o pensamento é o mesmo, até porque a imprensa é completamente controlada pelo regime comunista.

publicado às 16:30

Gonzalo Plata

Leão Zargo, em 30.03.20

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“Miando pouco, arranhando sempre e não temendo nunca". Fialho de Almeida, Os Gatos

publicado às 13:30

Um excerto da mais recente crónica de Alexandre Pais no jornal Record:

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"Os devotos da utopia começam a ser cada vez menos, é verdade. Enquanto uns, como Bartomeu, no Barcelona, ou Cerezo, no Atlético de Madrid, se vão entretendo a reduzir os incomportáveis salários dos jogadores, como se só daí viesse a salvação, outros vêem mais longe. É o caso do senhor Andrea Agnelli, presidente da Juventus, que tendo assegurado igualmente uma poupança – de 90 milhões de euros – na folha salarial, proferiu a frase que tudo define: "Os clubes enfrentam uma ameaça à sua existência". É disso que se trata.

Parece hoje consensual o cálculo dos especialistas de que só em Maio a Europa atingirá o "pico" ou o "planalto" da pandemia, o que significa que os casos positivos serão milhões e os mortos centenas de milhares. Acham que é exagero? Peguem amanhã nos dados do final de Março, ponham-lhes em cima 10 ou 15% de aumento em cada um dos 30 dias de Abril e terão, na brutalidade do acumulado, uma visão real do inferno.

Mais: haverá talvez um período de três meses – até Agosto – de curva descendente e com um total de vítimas também relevante. Precisamente por isso, não iremos de férias e as aulas dificilmente recomeçarão em Setembro.

E no mês de Outubro, alerta quem sabe disso, o coronavírus voltará. Querem recomeçar o futebol? Óptimo, é o que queremos todos. Mas trabalhem com os pés na terra e salvem os clubes, antecipem a realidade económica e a hecatombe social pós-vírus, e tomem nestes dias de chumbo as medidas difíceis para cá estarem depois.

O último parágrafo é de novo dedicado ao esgoto das redes sociais, onde se insultam os milionários do desporto por ganharem fortunas e darem apenas "uns trocos" para o combate à peste – e só Cristiano Ronaldo e Jorge Mendes já vão em 4 milhões de euros. É o habitual mundo ao contrário dessa cáfila: insurge-se contra quem é generoso e poupa os sovinas cuja solidariedade é zero".

publicado às 13:29

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Numa benemérita iniciativa conjunta com a Comunidade Vida e Paz, instituição particular de solidariedade social, a Fundação Sporting ofereceu almoço aos sem-abrigo junto ao Estádio de Alvalade, este domingo.

Numa altura marcada pelo surto de Covid-19, a iniciativa contou também com médicos, que procederam à monitorizarão dos sem-abrigo presentes.

publicado às 11:45

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O Sporting Clube de Portugal continua a lutar por quem mais precisa, desenvolvendo um conjunto de acções que materializam a história e relação do Clube com a comunidade.

Neste sentido, e face ao período deveras dramático que estamos a viver devido à pandemia mundial de COVID-19, e respondendo ao alerta do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos, sobre as consequências gravíssimas que a falta de material de protecção individual tem estado a causar aos milhares de trabalhadores que, diariamente, cuidam de pessoas com deficiência institucionalizados nas suas diversas casas, o Sporting Clube de Portugal disponibilizou-se para oferecer a todas as instituições da União das Misericórdias que albergam e cuidam de pessoas com deficiência profunda e de pessoas com outras deficiências ou perturbação mental, o equipamento necessário para garantir a segurança de todos pelo período de um mês, perfazendo um total de 120 mil máscaras cirúrgicas e 80 mil pares de luvas, a serem entregues brevemente.

O presidente da União das Misericórdias referiu, a propósito do donativo, que “esta oferta da Fundação Sporting será muito importante para a protecção e bom funcionamento dos nossos utentes e dos colaboradores das nossas instituições e mostra que a sociedade civil portuguesa é empreendedora e generosa".

publicado às 05:05

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Em entrevista à Sporting TV, Paulo Poejo, antigo jogador leonino e actual responsável pelo acompanhamento dos jogadores emprestados, garantiu que a estrutura está "muito atenta" ao desempenho destes com vista à próxima época e desafiou-os a vingarem fora da zona de confronto para aumentarem as probabilidades de serem utilizados por Rúben Amorim:

"Quando os jovens jogadores saem das equipas de sub-23 ou de sub-19, porque ainda não adquiriram as competências necessárias para jogar na equipa principal, o ideal é competir e prepararem-se cada vez mais e melhor. A estrutura do futebol e a equipa técnica do Sporting estão sempre atentas ao desenvolvimento dos jogadores cedidos. Se não crescerem fora da zona de conforto vai ser muito mais difícil fazer-se a avaliação com vista a um regresso. É claro que não podem regressar todos, mas há competências que podem adquirir para a sua carreira".

Individualizando os casos de Ivanildo Fernandes e de Pedro Marques, cedidos ao turcos do Trabzonspor e aos holandeses do Den Bosch, respectivamente, Paulo Poejo enunciou as dificuldades que alguns jogadores têm tido no estrangeiro:

"Quem está em Portugal não está tão distante como os outros e encontra-se numa zona de maior conforto. O Ivanildo Fernandes está sozinho na Turquia, inserido numa cultura completamente diferente, a língua não é fácil. Ele fala inglês, mas há muitos colegas que não o conseguem entender.

O Pedro Marques, na Holanda, também passa por algo semelhante. Eles sabem que a minha função é avaliar os seus rendimentos ao longo de uma época, mas, muitas vezes, falo de tudo menos do jogo. Eu prefiro que eles cresçam como homens e que percebam que há outros fatores para chegar ao sucesso que têm de adquirir.

Aos olhos dos adeptos o que interessa é os 90' de jogo, mas eu quero perceber o porquê das coisas não terem corrido bem ao longo da semana. Quando corre bem andam felizes, motivados e quase não vale a pena falar.

As paragens nos campeonatos devido à pandemia da Covid-19 têm aumentado os níveis de ansiedade dos atletas".

publicado às 05:04

Antigas glórias: Baltasar

Rui Gomes, em 30.03.20

publicado às 05:03

TEORIAS DO CAOS - Imaginem que se acabam as ligas até Dezembro e até Maio se joga uma prova milionária para cobrir os prejuízos.

André Villas-Boas propôs que os campeonatos de futebol se estendam até Dezembro e que, a partir daí, se joguem em cada ano civil (ou seja, entre Janeiro ou Fevereiro e o Natal) até 2022.

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Nesse ano, tudo encaixaria com perfeição, porque o Mundial do Catar está agendado para uns estrambólicos finais de Novembro. Depois, suponho, logo se veria como atalhar o necessário regresso ao calendário normal. Na minha ingenuidade, tive uma visão alternativa, na improbabilidade de que FIFA, UEFA e as Ligas saibam o que refundação e solidariedade querem dizer.

Imaginem esta alucinação, com o devido desconto por vir de um maníaco furioso e talvez com o modesto impulso de cinco ou seis cafés, não havendo nada menos legal à mão. Os campeonatos locais, a Liga dos Campeões e a Liga Europa prolongam-se até Dezembro, há campeões, apurados, subidas e descidas de divisão. As edições seguintes são marcadas para Agosto.

Entretanto, o mundo tem um desvario. FIFA e UEFA juntam-se para criar uma tremenda competição mundial conjunta, entre Fevereiro e Maio. Os operadores televisivos de cada liga aceitam interromper os contratos a troco de um prolongamento aos mesmos preços.

Os países participam todos com idêntico número de equipas, começando por apuramentos nacionais e continentais por grupos, seguidos então por uma etapa de "poule" sem divisões geográficas (para potenciar as receitas, paciência), seguida de eliminatórias até à final, sempre em duas mãos.

A partir do momento em que a competição atinja a sua fase continental, as regras são algo (agora é que precisam mesmo de ter paciência com este meu delírio) revolucionárias. Cada clube tem direito a manter 25 jogadores com um valor máximo do plantel estabelecido por algum critério a encontrar, e todos os excedentários entrarão numa poule que os atribuirá por sorteio ou, no formato da NBA, à equipa mais fraca que os escolher (só até encerrar a prova), com partilha de despesas - solidariedade é solidariedade.

Os prémios são iguais para todos, mas dois terços da receita total são distribuídos pelas competições nacionais, mediante um cálculo dos orçamentos. Não faz sentido que uma liga com uma média de gastos, por clube, de um milhão, receba quarenta, por exemplo.

O planeta não resiste a algumas lágrimas por este vincado esforço comum, a economia do futebol conserta-se, existe a microscópica possibilidade de se ter aprendido alguma coisa sobre equilíbrio, Infantino e Ceferin tornam-se os primeiros dirigentes do futebol a ganhar o prémio Nobel da Paz e, graças a um tratamento profilático com metadona, resistem heroicamente à ganância de estoirar com as ligas nacionais e repetir a coisa logo no ano seguinte.

José Manuel Ribeiro, Director de O Jogo

publicado às 05:02

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